Voz de Guarulhos
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
Voz de Guarulhos
quinta-feira, abril 23, 2026
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
Voz de Guarulhos
Voz de Guarulhos
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal Impresso
@2023 Voz de Guarulhos
Tag:

BC

Brasil

Serviço de dinheiro esquecido do BC começa o ano com R$ 7,5 bi para devolução

por Redação 3 de janeiro de 2024

O serviço para resgatar dinheiro esquecido no sistema financeiro começa o ano de 2024 com mais de R$ 7,5 bilhões para devolução. Segundo o BC (Banco Central), o SVR (Sistema de Valores a Receber) já devolveu R$ 5,3 bilhões de um total de R$ 12,8 bilhões colocados à disposição pelas instituições financeiras.

Até o último dia 12 de dezembro, 16,8 milhões de correntistas, incluindo pessoas físicas e jurídicas, haviam resgatado valores. Isso representa apenas 27,85% do total de 60.492.862 correntistas incluídos na lista desde o início do programa, em fevereiro do ano passado.

“O SVR é um sistema permanente. Há registro de novos valores mensalmente. É importante destacar que, além do valor disponível para devolução, já foram resgatados pelos cidadãos e pelas empresas mais de R$ 5,3 bilhões”, afirmou o BC em nota.

Para consultar, basta entrar no site do Banco Central, no Sistema de Valores a Receber (https://www.bcb.gov.br/meubc/valores-a-receber).

Entre os que já retiraram valores, 16.035.064 são pessoas físicas, e 811.980, pessoas jurídicas. Entre os que ainda não fizeram o resgate, 40.583.355 são pessoas físicas, e 3.062.463, pessoas jurídicas.

A maioria das pessoas e empresas que ainda não fizeram o saque tem direito a pequenas quantias. Os valores a receber de até R$ 10 concentram 62,98% dos beneficiários. Os valores entre R$ 10,01 e R$ 100 correspondem a 25,71% dos correntistas. As quantias entre R$ 100,01 e R$ 1.000 representam 9,64% dos clientes. Só 1,68% tem direito a receber mais de R$ 1.000.

Após ter ficado fora do ar por quase um ano, o SVR foi reaberto em março de 2023, com novas fontes de recursos, um novo sistema de agendamento e a possibilidade de resgate de valores de pessoas falecidas.

Pessoa falecida
A atual fase do SVR tem novidades como impressão de telas e de protocolos de solicitação para compartilhamento no WhatsApp e inclusão de todos os tipos de valores previstos na norma do SVR. Também haverá uma sala de espera virtual, que permitirá a todos os usuários fazer a consulta no mesmo dia, sem a necessidade de um cronograma por ano de nascimento ou de fundação da empresa.

Além dessas melhorias, há a possibilidade de consulta a valores de pessoa falecida, com acesso para herdeiro, testamentário, inventariante ou representante legal. Assim como nas consultas a pessoas vivas, o sistema informa a instituição responsável pelo valor e a faixa de valor. Também há mais transparência para quem tem conta conjunta. Se um dos titulares pedir o resgate de um valor esquecido, o outro, ao entrar no sistema, conseguirá ver as informações, como o valor, a data e o CPF (Cadastro de Pessoa Física) de quem fez o pedido.

Recursos
Também foram incluídas fontes de recursos esquecidos que não estavam nos lotes do ano passado. Foram acrescentadas contas de pagamento pré ou pós-paga encerradas, contas de registro mantidas por corretoras e distribuidoras encerradas e outros recursos disponíveis nas instituições para devolução.

Além dessas fontes, o SVR engloba contas-corrente ou poupança encerradas; cotas de capital e rateio de sobras líquidas de ex-participantes de cooperativas de crédito; recursos não procurados de grupos de consórcio encerrados; tarifas cobradas indevidamente; e parcelas ou despesas de operações de crédito cobradas indevidamente.

Para evitar golpes
O Banco Central aconselha o correntista a ter cuidado com golpes de estelionatários que alegam fazer a intermediação para supostos resgates de valores esquecidos. O órgão ressalta que todos os serviços do SVR são totalmente gratuitos, que não envia links nem entra em contato para tratar sobre valores a receber, nem para confirmar dados pessoais.

O BC também esclarece que apenas a instituição financeira que aparece na consulta do Sistema de Valores a Receber pode contatar o cidadão. O órgão também pede que nenhum cidadão forneça senhas e esclarece que ninguém está autorizado a fazer tal tipo de pedido.

Fonte: r7

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Economia

Poupança perde R$ 5,83 bilhões em setembro, terceiro mês seguido com mais saques que depósitos

por Redação 6 de outubro de 2023

As retiradas de recursos superaram os depósitos na caderneta de poupança em R$ 5,835 bilhões em setembro, informou o BC (Banco Central) nesta sexta-feira (6). No mês anterior, havia sido registrada saída líquida de capital no total de R$ 10,075 bilhões; em setembro de 2022, o saldo ficou negativo em R$ 5,902 bilhões.

Os dados são do Relatório de Poupança, que apresenta informações diárias dos depósitos nessa modalidade de investimento, e de outras informações sobre o SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), a poupança rural e a captação líquida, entre outros, explica o BC.

Neste ano, apenas o mês de junho teve resultado positivo, de R$ 2,6 bilhões, quando o total de depósitos chegou a R$ 331,86 bilhões, e o de saques foi de R$ 329,27 bilhões. A pequena vantagem não foi suficiente para reverter as perdas dos meses anteriores e, ao todo, no primeiro semestre, a caderneta teve resultado negativo de R$ 66,636 bilhões, o maior rombo para o período desde 1995, ano de início da série histórica do indicador.

Em setembro, foram aplicados na poupança R$ 306,15 bilhões, enquanto R$ 311,99 bilhões foram sacados pelos brasileiros. Considerando o rendimento de R$ 6,151 bilhões, o saldo total da caderneta somou R$ 968,327 bilhões no fim do mês.

O saque acumulado da poupança neste ano é de R$ 86,128 bilhões. Desde 2021, essa aplicação vem perdendo recursos em série, afetada pela inflação elevada, pelo endividamento das famílias e pelos juros altos. Em 2022, o saldo ficou negativo em R$ 103,237 bilhões, resultado que fez dele o pior ano da história da poupança (desde 1995).

Com a taxa Selic a 12,75% ao ano, a poupança é remunerada pela TR (taxa referencial), que hoje está em 0,11% ao mês (1,33% ao ano), mais uma taxa fixa de 0,5% ao mês (6,17% ao ano). Quando a Selic fica abaixo de 8,5%, a atualização é feita pela TR mais 70% da taxa básica de juros.

Fonte: r7

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Economia

Banco Central eleva para 2,9% projeção de crescimento do PIB neste ano

por Redação 28 de setembro de 2023

O crescimento acima do esperado da economia brasileira nos primeiros dois trimestres fez o BC (Banco Central) elevar de 2% para 2,9% sua aposta de aumento do PIB (Produto Interno Bruto) neste ano, de acordo com estimativas apresentadas nesta quinta-feira (28) pelo RTI (Relatório Trimestral de Inflação).

“A revisão decorre da elevada surpresa positiva no segundo trimestre e, em menor medida, de previsões ligeiramente mais favoráveis para a evolução da indústria, de serviços e do consumo das famílias no segundo semestre”, afirma o documento.

Sob a ótica da oferta, o BC afirma que a revisão positiva reflete, principalmente, a elevação nas projeções para a agropecuária (de 10% para 13%), com melhora dos prognósticos de colheita de soja, de milho e de cana-de-açúcar, e o crescimento do abate de animais no primeiro semestre, maior do que o antecipado. Ainda assim, é estimada uma desaceleração do setor ao longo do segundo semestre.

“Apesar da contribuição bastante positiva da agropecuária para o resultado do PIB no ano, o setor deve contribuir negativamente para as variações trimestrais do PIB ao longo do segundo semestre, sobretudo no terceiro trimestre, visto que a maior parte da colheita dos produtos com os maiores crescimentos anuais ocorreu na primeira metade do ano”, afirma o RTI.

Para a indústria, a previsão foi alterada de 0,7% para 2%, com melhora nos prognósticos para a construção. Já o ramo de serviços, responsável por 70% de toda a produção nacional, a projeção de alta foi revista de 1,6% para 2,1%, com melhora das expectativas para todas as atividades, com exceção de comércio, ainda bastante influenciado pelo desempenho da indústria de transformação.

A projeção para a variação das exportações em 2023 também foi revisada, de 3,7% para 6,7%, após prognósticos mais favoráveis para o embarque de produtos agropecuários e da indústria extrativa. A previsão para as importações, por sua vez, permanece estável em relação a 2022.

Para 2024, é projetado um crescimento de 1,8% da economia nacional. A estimativa leva em conta os avanços da agropecuária (+1,5%), da indústria (+2%) e dos serviços (+1,8%). “A base de comparação elevada de 2023, ano de safra recorde de grãos, contribui para a expectativa de alta mais modesta para a agropecuária em 2024”, prevê o documento.

Demanda doméstica
A revisão do BC também considera alta nas previsões para o consumo da família e do governo e recuo na estimativa para o desempenho da FBCF (Formação Bruta de Capital Fixo).

A elevação da renda das famílias no segundo trimestre, resultante de crescimento dos rendimentos do trabalho e de benefícios sociais, e o recuo na taxa de poupança dos consumidores também são citados como estímulos para a revisão.

Para os próximos meses, no entanto, espera-se moderação no ritmo de crescimento da renda das famílias, com menor contribuição de benefícios sociais. Ao mesmo tempo, o BC avalia com cautela o aumento dos pagamentos líquidos das famílias às instituições financeiras e os níveis de endividamento.

“Diante desse cenário, espera-se que o consumo das famílias continue avançando no segundo semestre, porém em menor ritmo do que o observado no primeiro”, estima o Banco Central.

Fonte: r7

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Economia

Dinheiro esquecido de quem já morreu supera R$ 2 bilhões e é disputado por municípios

por Redação 26 de setembro de 2023

O SVR (Sistema de Valores a Receber) do BC (Banco Central), que ficou conhecido como ‘dinheiro esquecido’, ainda tem R$ 7,3 bilhões disponíveis para resgate, mas parte desse total, R$ 2,085 bilhões, que correspondem a 32%, não podem ser sacados pelos donos, que já morreram. São casos de pessoas que não tinham herdeiros ou, então, que não comunicaram familiares sobre a existência das contas.

Desde que o sistema de consulta de valores e solicitação de saques foi reaberto, em março deste ano, os herdeiros de pessoas falecidas têm a possibilidade de recuperar o dinheiro esquecido, e cada instituição financeira define os documentos que devem ser apresentados para fazer essa retirada. Além da família, podem consultar informações daquela pessoa apenas o testamentário, inventariante ou representante legal.

“Se ninguém reclamar a posse desses recursos, todo esse dinheiro vai continuar parado nos bancos”, diz Rodrigo Fantinel, presidente da Abrasf (Associação Brasileira das Secretarias de Finanças das Capitais).

Ele explica que em situações como essa, o dinheiro esquecido e ‘sem dono’ tem de ir para a cidade onde o titular das contas vivia. “Está no Código Civil que, não existindo herdeiro, a titularidade do patrimônio é atribuída ao município”, afirma.

Por isso, no fim de junho, a associação enviou um ofício ao presidente do BC, Roberto Campos Neto, solicitando os dados das contas esquecidas do SVR, além de outras providências referentes às contas inativas ou sem movimentação.

“Receber as referidas informações é um direito dos municípios, pois elas dizem respeito a um patrimônio cuja titularidade lhes é atribuída pela lei brasileira”, justifica.

Fantinel conta que, no fim de agosto, membros da Abrasf se reuniram com representantes do BC para discutir o assunto. Por enquanto, está sendo estudada a viabilidade jurídica de ‘abrir’ as informações bancárias, que têm sigilo assegurado. “A análise agora está nas mãos da Procuradoria-Geral do Banco Central”, diz.

As informações sobre as contas e titulares são importantes para que cada município identifique os antigos habitantes. “Depois, é preciso publicar um edital de chamamento, para novamente tentar localizar possíveis herdeiros”, ensina o presidente da Abrasf, que reúne 27 cidades do país.

Como consultar e resgatar valores?
Quem quiser saber se tem algum valor a receber, inclusive de pessoas falecidas, deve consultar o site do SVR (Sistema Valores a Receber), no endereço valoresareceber.bcb.gov.br, onde também há explicações sobre como solicitar a devolução do dinheiro.

O caminho para a consulta no site é o seguinte: depois de fazer o log-in no sistema, clicar na opção Acesse Valores para Pessoas Falecidas. Haverá campos para a inclusão do CPF e da data de nascimento da pessoa falecida.

Depois, será apresentado o Termo de Responsabilidade de consulta a dados de terceiros, que precisa ser lido e assinado.

Na sequência, vão aparecer na tela: o nome e os dados de contato da instituição que fará a restituição do valor; a origem (tipo) do valor a receber; e a quantia a receber. Com todas essas informações em mãos, é só procurar diretamente a instituição bancária e perguntar sobre a documentação que precisa ser apresentada para fazer o saque dos valores da pessoa falecida.

“O sistema exibe informações [inclusive faixa de valores] a usuários herdeiros, inventariantes e procuradores que dão o ‘de acordo’ em Termo de Responsabilidade no SVR. De posse dessas informações, eles podem entrar em contato com as instituições para verificar como resgatar os valores”, informou o BC, em nota.

No início do ano, quando começaram as consultas, o órgão informou que 62,8% do público que tinha algum dinheiro esquecido nos bancos, iria recuperar valores de até R$ 10. Teria direito a resgates entre R$ 10,01 e R$ 100 uma parcela de 25,16% das pessoas. Apenas 10,23% teriam valores a receberde R$ 100,01 a R$ 1.000, e acima de R$ 1.000,01, o percentual seria de apenas 1,78% das pessoas com nome no SVR.

Fonte: r7

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Economia

Consumidores dizem que vão comprar menos se parcelamento sem juros no cartão acabar

por Redação 21 de agosto de 2023

A declaração feita por Roberto Campos Neto, presidente do BC (Banco Central), na quinta-feira (10), em audiência no Senado, além de causar alvoroço nos setores de comércio e de serviços, deixou consumidores preocupados. O economista, que discute meios de diminuir a inadimplência e os altos juros do crédito rotativo, disse que a solução seria desestimular o parcelamento sem juros.

Os juros rotativos são cobrados do titular do cartão de crédito que não quita a fatura no vencimento ou paga apenas uma parte dela. Em julho, as instituições financeiras chegam a cobrar taxas de 437,3% ao ano nessa modalidade de empréstimo, que gera uma inadimplência média em torno de 53%.

“A solução está se encaminhando para que não tenha mais rotativo, que o crédito vá direto para o parcelamento. Que seja uma taxa ao redor de 9%. Sem o rotativo, quem não paga o cartão vai direto para o parcelamento, ao redor de 9% [ao mês]”, disse Campos Neto.

O presidente do BC afirmou, também, que está em estudo a criação de uma tarifa para desestimular o parcelamento sem juros de longo prazo no cartão de crédito. “Não é proibir [o parcelamento], é simplesmente tentar fazer com que ele fique um pouco mais disciplinado”, comentou. As compras com cartão de crédito respondem atualmente por 40% do consumo brasileiro.

“O parcelamento no cartão de crédito salva a minha vida, dá a oportunidade de ter coisas que eu não poderia comprar à vista. Uso o cartão para quase tudo, desde uma compra no mercado até para outros produtos, como cremes e maquiagens. Faço a compra e pago corretamente”, conta a analista de qualidade Brunna Novais Cruz, de 33 anos.

Ela afirma que, sempre que pode, compra a prazo. “Se o parcelamento acabar, vai me impedir de ter o que preciso, porque pagar à vista é impossível com o salário que ganho atualmente. Além disso, eu tenho muitos gastos.”

O parcelamento em muitas prestações e sem juros é apontado pelos bancos como a maior contribuição para o calote nas faturas. Por isso, eles pressionam o BC a desestimular a modalidade, alegando que a inadimplência pressiona a Selic, a taxa básica de juros, que se mantém em níveis elevados, atualmente em 13,25% ao ano.

Richard Eduardo Luz, 28 anos, professor da rede pública de ensino na região metropolitana de Porto Alegre (RS), afirma que, normalmente, prefere não fazer compras a prazo. “Minha prioridade é comprar à vista, mas, como não sou rico, quando o produto é muito importante e não tenho a oportunidade de pagar desse modo, preciso parcelar, como fiz para comprar meu notebook.”

A bancária Flávia Regina Correia de Pinho, 55 anos, assume que “parcela bastante”, pois prefere fazer suas compras pela internet. “Roupas, sapatos, coisas para a casa, tudo o que eu posso, eu compro online. Na hora de pagar, eu olho o valor e as condições de parcelamento. Sempre consulto o número de parcelas sem juros que a loja oferece, porque eu não compro com juros. Por exemplo, se em nove vezes é sem juros e em dez é com, vou fazer em nove parcelas”, explica.

Ela diz que, como só tem um cartão de crédito, com essa estratégia consegue comprar bastante coisa. “Quando o vendedor só tem a opção de três parcelas e com juros, busco outro lugar, com uma condição melhor, sem juros.”

Flávia acredita que a solução mencionada por Campos Neto não vai ser concretizada, porque as compras a prazo fazem parte da cultura nacional, mas, se acontecer, ela vai ter de diminuir o volume de aquisições. “Eu acho que o que atrapalha as pessoas é ter mais de um cartão; elas se desorganizam e vão ficando endividadas. Conheci uma pessoa que usava um cartão para pagar outro, e sua dívida só aumentava. Por que o governo não avalia a possibilidade de limitar o número de cartões que as pessoas podem ter e corta o limite de quem deixa de pagar?”

Para Richard Eduardo, cortar o crédito não parece ser uma boa solução. “É importante que haja disponibilidade de crédito, porque a economia depende disso. O endividamento depende de como cada pessoa lida com as próprias finanças. Talvez o caminho seja o da educação financeira, da conscientização, em vez da limitação”, sugere.

Fonte: r7

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Economia

Pix bate recorde com 134,8 milhões de transferências em um dia

por Redação 10 de julho de 2023

Cada vez mais presente na rotina dos brasileiros, o Pix, sistema de transferências instantâneas do BC (Banco Central), bateu dois recordes seguidos ao final da última semana.

De acordo com a autoridade monetária, foram registradas 129,4 milhões de transações na quinta-feira (6) e 134,8 milhões na sexta-feira (7). O valor supera em 8% o recorde anterior, de 124,7 milhões de transferências, registado em 7 de junho.

“Os números reforçam a relevância do Pix, meio de pagamento disponibilizado à população brasileira em novembro de 2020, no funcionamento da economia nacional”, comemora o BC, em nota.

Em 2022, o Pix foi o meio de pagamento mais utilizado no Brasil, de acordo com a Febrabran (Federação Brasileira de Bancos). No total, 24 bilhões de transações movimentaram R$ 10,9 trilhões. A quantidade é maior que a de operações com cartão de débito, boleto, TED, DOC e cheques.

Fonte: r7

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Sem categoriaPolítica

Comissão do Senado aprova indicações de Galípolo e Aquino para direção do Banco Central

por Redação 4 de julho de 2023

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou nesta terça-feira (4) as indicações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o Banco Central. Ex-secretário-executivo da atual gestão, Gabriel Galípolo vai assumir a direção de Política Monetária. Já o servidor de carreira Ailton de Aquino é o indicado para ser diretor de Fiscalização. Os nomes ainda precisam passar pelo crivo dos senadores no plenário da Casa.

A pauta do plenário desta terça-feira já prevê a análise dos indicados e, por isso, a previsão é de que haja uma resposta definitiva até o início da noite.

Galípolo é economista e até então ocupava o cargo de número 2 do Ministério da Fazenda. Ele trabalhou no Centro Brasileiro de Relações Internacionais, na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e no Banco Fator. Graduado em economia e com mestrado em economia política, Galípolo também já chefiou as secretarias de Economia e de Transportes no governo estadual de São Paulo. Na CAE, o nome dele foi aprovado com 23 votos a favor e 2 contra.

Da mesma forma, o nome do advogado Aquino foi aprovado, com 24 votos a favor e 1 contra. Ele é servidor de carreira do BC, onde está desde 1998, e já ocupou diversas funções, inclusive a de auditor-chefe da instituição.

Fonte: r7

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
EconomiaGuarulhos

Liberação de R$ 4,1 bilhões esquecidos em bancos deve ficar para 2023

por Redação 2 de dezembro de 2022

A segunda fase do programa do BC (Banco Central) para sacar dinheiro esquecido em instituições financeiras ainda não tem previsão para começar. A consulta ao SVR (Sistema de Valores a Receber) estava prevista para ser retomada em 2 de maio, mas foi suspensa inicialmente por causa da greve dos servidores da instituição, que terminou em julho.

O BC afirma que as equipes técnicas da instituição estão promovendo melhorias no sistema. “O cronograma, a estimativa de valores e as demais informações sobre a nova etapa do SVR serão divulgados oportunamente, com a devida antecedência”, afirmou a autoridade monetária em nota.

A segunda etapa do programa tinha previsão de liberar R$ 4,1 bilhões a pessoas físicas e jurídicas de todo o país. Ao todo, a estimava era disponibilizar R$ 8 bilhões na economia por meio do SVR.

Na primeira fase, encerrada em abril, foram disponibilizados R$ 3,9 bilhões, mas apenas 8% (R$ 321 milhões) foram solicitados pela plataforma do BC, sendo R$ 306 milhões por pessoas físicas e R$ 15 milhões por empresas. No total, foram 3,6 milhões de pessoas físicas e 19 mil de pessoas jurídicas.

Devolução
O dinheiro a ser devolvido vem de contas correntes ou de poupança encerradas e não sacadas; cobranças indevidas de tarifas ou de obrigações de crédito previstas em termo de compromisso assinado com o BC; cotas de capital e rateio de sobras líquidas de associados de cooperativas de crédito e grupos de consórcio extintos.

Na segunda fase, deverão ser incluídas novas fontes de valores a receber: cobranças indevidas de tarifas ou obrigações de crédito não previstas em termo de compromisso; contas de pagamento pré-pagas e pós-pagas encerradas e com saldo disponível e contas encerradas em corretoras e distribuidoras de títulos e valores mobiliários.

Na nova etapa, para acessar o SVR, saber qual o valor disponível e solicitar sua transferência, o usuário vai precisar da conta gov.br nível prata ou ouro. Para criar uma conta gov.br ou redefinir a senha, é preciso acessar a página gov.br.

Na nova fase também serão tratadas as situações que envolvem questões legais, operacionais e tecnológicas mais específicas, como falecidos ou pessoas com dificuldade de obter conta gov.br nível prata ou ouro.

Segundo o BC, nessa nova fase do SVR não será necessário fazer agendamento para consulta e solicitação do resgate de recursos referentes a contas bancárias encerradas com saldo disponível ou em razão de tarifas cobradas indevidamente, por exemplo.

O que são os valores esquecidos?
O SVR (Sistema de Valores a Receber) mostra se você tem algum dinheiro a receber em bancos e em outras instituições. Na primeira fase do SVR, foi possível consultar valores de:

• Contas-correntes ou de poupança encerradas, com saldo disponível.

• Tarifas e parcelas ou obrigações relativas a operações de crédito cobradas indevidamente, desde que a devolução esteja prevista em Termo de Compromisso assinado pelo banco com o BC.

• Cotas de capital e rateio de sobras líquidas de beneficiários e participantes de cooperativas de crédito.

• Recursos não procurados relativos a grupos de consórcio encerrados.

O que o sistema não mostra
• Ajustes de planos econômicos;

• Acordos ou sob disputa judicial;

• Instituições financeiras ou administradoras de consórcios liquidadas ou encerradas;
valores de abono salarial (PIS ou Pasep);

• Saldo em conta de FGTS;

• Contas abertas que estão sem movimentação;

• Contas sem identificação completa e que não foram recadastradas até dez/1994.

Saiba mais em https://valoresareceber.bcb.gov.br.

Fonte: Com informações da Agência Estado

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Mais previsões: Meteorologia 25 dias

Sobre Guarulhos

  • Guarulhos é um município da Região Metropolitana de São Paulo, no estado de São Paulo, no Brasil.
  • Clima: tropical de altitude (Cwa)
  • Altitude: 759 m
  • Emancipação: 24 de março de 1880 (143 anos)
  • Fundação: 8 de dezembro de 1560 (462 anos)

Informações

  • Sobre
  • Contato
  • Anuncie Conosoco

Links Úteis

  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Telefones Úteis
  • Delegacia de Defesa da Mulher

Assine nossa Newsletter

* obrigatório
/* real people should not fill this in and expect good things - do not remove this or risk form bot signups */

referral badge

@2023 Voz de Guarulhos

Facebook Twitter Youtube Instagram Linkedin
Usamos cookies em nosso site para oferecer a você a experiência mais relevante, lembrando suas preferências e visitas repetidas. Ao clicar em “Aceitar tudo”, você concorda com o uso de todos os cookies. No entanto, você pode visitar "Configurações de cookies" para fornecer um consentimento controlado.
Cookie SettingsAccept All
Manage consent

Privacy Overview

This website uses cookies to improve your experience while you navigate through the website. Out of these, the cookies that are categorized as necessary are stored on your browser as they are essential for the working of basic functionalities of the website. We also use third-party cookies that help us analyze and understand how you use this website. These cookies will be stored in your browser only with your consent. You also have the option to opt-out of these cookies. But opting out of some of these cookies may affect your browsing experience.
Necessary
Sempre ativado
Necessary cookies are absolutely essential for the website to function properly. These cookies ensure basic functionalities and security features of the website, anonymously.
CookieDuraçãoDescrição
cookielawinfo-checkbox-analytics11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Analytics".
cookielawinfo-checkbox-functional11 monthsThe cookie is set by GDPR cookie consent to record the user consent for the cookies in the category "Functional".
cookielawinfo-checkbox-necessary11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookies is used to store the user consent for the cookies in the category "Necessary".
cookielawinfo-checkbox-others11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Other.
cookielawinfo-checkbox-performance11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Performance".
viewed_cookie_policy11 monthsThe cookie is set by the GDPR Cookie Consent plugin and is used to store whether or not user has consented to the use of cookies. It does not store any personal data.
Functional
Functional cookies help to perform certain functionalities like sharing the content of the website on social media platforms, collect feedbacks, and other third-party features.
Performance
Performance cookies are used to understand and analyze the key performance indexes of the website which helps in delivering a better user experience for the visitors.
Analytics
Analytical cookies are used to understand how visitors interact with the website. These cookies help provide information on metrics the number of visitors, bounce rate, traffic source, etc.
Advertisement
Advertisement cookies are used to provide visitors with relevant ads and marketing campaigns. These cookies track visitors across websites and collect information to provide customized ads.
Others
Other uncategorized cookies are those that are being analyzed and have not been classified into a category as yet.
SALVAR E ACEITAR
Voz de Guarulhos
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
Voz de Guarulhos
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
@2021 - All Right Reserved. Designed and Developed by PenciDesign
Envie sua Denúncia ou Vídeo!