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BRASÍLIA

Fake NEWS

‘Estamos enfrentando um esquema profissional de desinformação’ diz Pimenta

por Redação 9 de maio de 2024

O ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social, Paulo Pimenta, classificou como crime a disseminação de fake news com objetivo de atrapalhar quem está trabalhando no resgate de moradores do Rio Grande do Sul e na recuperação do estado. “Nós estamos, claramente, enfrentando um esquema profissional de desinformação, de fake news. É como em uma guerra, o serviço de contra-informação. Eu estou convencido disso”, disse ele nesta quinta-feira (9).

Pimenta citou como exemplos de notícias falsas a suposta negativa de ajuda do Uruguai pelo governo brasileiro e a suposição de que a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) estaria barrando cargas de medicamentos. Segundo o ministro, a informação da suposta retenção da carga de medicamentos partiu de postagens feitas por dois médicos influencers. “Isso é mentira. A Anvisa não fiscalizou nada disso, é uma mentira completa que já foi desmentida”, destacou.

A alegação também foi contestada pela própria Anvisa, que por meio de nota ressaltou que participa do Centro de Operações de Emergência, coordenado pelo Ministério da Saúde, para definir ações diante da emergência no estado. “É importante reforçar que estão sendo disseminadas notícias falsas que a Anvisa está restringindo a chegada de medicamentos doados ao Rio Grande do Sul. Esta informação é falsa e Fake News é crime. Informe-se antes de repassar.”

Já sobre a ajuda de outros países, o ministro ressaltou que os comandantes das Forças Armadas não teriam porque não aceitar a oferta, já que os homens e mulheres estão trabalhando no limite da saúde física e mental. “Então, cada dia é uma fake news nova. Agora, eu vi uma campanha que eles fazem por aplicativos de mensagens, no mesmo padrão de outras, dizendo para as pessoas irem ao mercado comprar tudo que puderem, claramente apostando em um desabastecimento.”

Segundo o último boletim do governo do estado, 107 mortes já foram confirmadas devido e 1,4 milhão de pessoas foram afetadas pelas enchentes.

Ações
O governo federal já prometeu ao menos R$ 4,8 bilhões para o Rio Grande do Sul, em meio às fortes chuvas e a calamidade pública enfrentadas pelo estado. O valor inclui uma espécie de “emenda de resgate emergencial” criada pelo Executivo, com R$ 1,3 bilhão, e a suspensão de R$ 3,5 bilhões da dívida do RS com a União, que deve ocorrer até o fim deste ano.

Além disso, o governo federal prepara uma linha de crédito especial para a reconstrução das casas atingidas pelas enchentes e uma medida provisória com recursos adicionais. Até a tarde dessa quarta (8), o total de mortos por causa das enchentes chegou a 100 pessoas e quatro óbitos estavam sob investigação.

O Executivo pretende editar a medida provisória com liberação de recursos para o estado ainda nesta semana. A ideia do governo é centralizar os auxílios financeiros ao Rio Grande do Sul em um único texto, o que não exclui a possibilidade de novos valores serem incluídos na medida, conforme necessidade.

Para a definição dos valores necessários, é esperada uma reunião entre o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. O encontro deve ocorrer ainda nesta semana, em Brasília.

Fonte: r7

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Brasil

‘Tragédia no RS é um aviso e Terra está cobrando’, afirma Lula

por Redação 8 de maio de 2024

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quarta-feira (8) que a tragédia ambiental registrada no Rio Grande do Sul, em decorrência da mudança climática, é um aviso para os seres humanos e que o planeta Terra “está cobrando”. O número de pessoas em mortas em função das chuvas no estado gaúcho já chegou a 100, de acordo com boletim da Defesa Civil do Rio Grande do Sul divulgado às 12h desta quarta.

“Realmente, quando eu fui lá [no Rio Grande do Sul], é uma coisa estarrecedora. Sinceramente, eu não sei o que Deus está pensando, não sei o que aconteceu no planeta Terra, mas o que aconteceu no Rio Grande do Sul é um aviso para todos nós seres humanos. Nós precisamos ter em conta que a Terra está cobrando”, afirmou Lula.

“Não é no Rio Grande do Sul, lá foi um [desastre climático], mas tem acontecido coisas estranhas em todo canto desse país e do mundo. E não é apenas agora. Temos tempo para mudar e é por isso que estamos muito empenhados em fazer uma COP no estado do Pará. Todo mundo dá palpite sobre a Amazônia, mas queremos que a Amazônia fale ao mundo o que ela deseja”, acrescentou.

As declarações foram dadas durante cerimônia de anúncio do resultado de cinco modalidades do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) Seleções, dos eixos Água para Todos e Cidades Sustentáveis e Resilientes. São eles: abastecimento de água – rural; periferia viva – urbanização de favelas; prevenção a desastres naturais – contenção de encostas; regularização fundiária e renovação da frota. As categorias somam R$ 18,3 bilhões em investimentos.

Dentro do PAC Seleções, o governo incluiu a modalidade de contenção de encostas e prevenção aos desastres naturais. A medida ocorre em meio à tragédia no Rio Grande do Sul. Todas as obras indicadas pelo estado foram contempladas, afirma o Palácio do Planalto. Ao todo, 91 cidades vão receber obras para contenção de encostas e prevenção aos desastres naturais, cujo investimento será de R$ 1,7 bilhão.

Fonte: r7

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Segurança

Pesquisa CNT mostra que 77% dos entrevistados são contrários às saídas temporárias de presos

por Redação 7 de maio de 2024

A pesquisa da CNT (Confederação Nacional do Transporte) de opinião mostrou que 77,4% dos entrevistados são contrários às saídas temporárias, conhecidas como “saidinhas”, pois elas “permitem que condenados não retornem para a prisão e voltem a cometer crimes”. Isso significa que três em cada quatro pessoas que participaram são a favor do projeto que acaba com o benefício, que é centro de um impasse entre parlamentares e o Executivo. O estudo, que tem o nível de confiança de 95%, contou com a participação de 2.002 pessoas das cinco regiões do país. No dia 12 de abril, o presidente seguiu a recomendação do Ministério da Justiça e Segurança Pública e vetou apenas o trecho que proíbe a saída dos detentos para visita à família, por inconstitucionalidade.

Ainda segundo o estudo, 19,8% dos entrevistados acham que o benefício deve ser mantido, pois é uma forma de incentivar o bom comportamento e a socialização dos detentos. Os dados mostram que 2,8% das pessoas consultadas não souberam ou não quiseram responder. As entrevistas aconteceram entre 1º a 5 de maio, e o estudo tem uma margem de erro de 2,2 pontos percentuais.

As saídas temporárias são concedidas exclusivamente para presos do regime semiaberto que já tenham cumprido um sexto da penal total e que tenham bom comportamento. Atualmente, segundo dados da Secretaria Nacional de Políticas Penais, o Brasil tem 118.328 detentos nessa situação. Desse total, nem todos estão aptos à “saidinha”.

Mais detalhes
O estudo mostrou que 77% dos homens e mulheres entrevistados são contra a saída temporárias, enquanto 20% de ambos os sexos se mostram a favor da manutenção do benefício. O cenário é o mesmo quando analisamos o quadro de idades, sendo a rejeição a permissão de liberação dos detentos maior entre pessoas entre a partir de 45 anos.

Com relação às regiões, os maiores índices contrários foram computados nas regiões Sul, Norte e Centro Oeste, com 80%. Porém, todos os índices se mostraram acima de 70%, com o Nordeste apresentando índices de 79% e o Sudeste com 75%.

Os dados também seguem a tendência de alta quando avaliamos a renda mensal dos entrevistados, com destaque para aqueles que informaram ganhar entre dois e cinco salários mínimos, e nível de escolaridade, com o maior índice sendo registrado no patamar de ensino médio completo.

Entenda
A extinção das saídas temporárias era o ponto central do projeto, que havia sido aprovado pelo Congresso Nacional com folga. Há a expectativa de que os parlamentares analisem os vetos a partir da próxima semana, e a tendência é de derrubada. A medida ocorre sob o contexto de relação turbulenta entre Legislativo e Executivo, principalmente entre Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara dos Deputados, e Alexandre Padilha (ministro das Relações Institucionais, área responsável pela articulação política).

Lula sancionou o trecho que proíbe saída temporária para condenados por praticar crimes hediondos, com violência ou grave ameaça, a exemplo de estupro e homicídio. Durante a elaboração da matéria, o Congresso Nacional optou por proibir a saída para visita à família no mesmo dispositivo que veda a saída para atividades de convívio social. Diante disso, não foi possível vetar apenas o primeiro item. Dessa forma, o segundo item foi “arrastado” para o veto, uma vez que a Constituição Federal proíbe veto parcial em um mesmo dispositivo.

Para que o condenado obtenha o benefício, é necessário preencher os requisitos estabelecidos pela legislação, analisados por um juiz da execução penal. A medida não pode ser deferida sem a existência de um endereço fixo de pernoite do preso, bem como de mínimas garantias de retorno ao presídio. Ao todo, o país tem 336.340 presos no regime fechado.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, explicou que a proteção ao convívio familiar e à dignidade do preso está amplamente prevista em acordos, convenções e protocolos internacionais dos quais o Brasil é signatário. Entre eles, a Declaração Universal dos Direitos Humanos das Nações Unidas (1948), Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos das Nações Unidas (1966) e a Convenção Americana de Direitos Humanos (1969).

A saída temporária dos presos faz parte da Lei de Execução Penal, que entrou em vigor em 1984, após ter sido sancionada pelo general João Batista Figueiredo, último presidente da época da ditadura militar (1964-1985) no país. Na época, o então ministro da Justiça, Ibrahim Abi-Ackel, argumentou que o benefício constitui notáveis fatores para “atenuar o rigor da execução contínua da pena de prisão”.

Fonte: r7

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STF

STF julga nesta semana reforma da previdência e indicação de políticos para direção de estatais

por Redação 6 de maio de 2024

O STF (Supremo Tribunal Federal) vai julgar neste mês ações que discutem se devem ser aplicadas restrições para a indicação de políticos para a direção de empresas estatais e que questionam a reforma da previdência de 2019. Já o processo que discute a correção monetária do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, que atualmente é corrigido pela Taxa Referencial (TR) mais 3%, ficou fora da pauta.

Os processos podem ser retirados e colocados em pauta de acordo com a urgência. Para a segunda semana de maio está prevista uma ação contra trechos da Lei das Estatais que restringem as indicações para empresas públicas de conselheiros e diretores titulares de alguns cargos. A restrição também se aplica a quem tenha atuado na estrutura de um partido político ou em uma campanha eleitoral nos três anos anteriores.

O julgamento foi suspenso após o pedido de vista do ministro Nunes Marques no fim do ano passado. Ele liberou para julgamento na semana passada.

Em março de 2023, os ministros começaram a analisar a ação no plenário virtual, mas o julgamento foi interrompido depois que o ministro André Mendonça pediu mais tempo para analisar o caso. Depois, ele votou contra a flexibilização e a favor da constitucionalidade da norma, ou seja, pela validade de restrições a indicações políticas em estatais.

Também estão em pauta 12 ações que questionam vários pontos da nova Reforma da Previdência de 2019 (Emenda Constitucional 103/2019). Em 2022, o relator, ministro Luís Roberto Barroso, votou pela manutenção de regras. Ele declarou a constitucionalidade de regras contestadas e apenas atendeu, de forma parcial, um dos pedidos apresentados nas ações.

Para o ministro, as regras da reforma devem ser mantidas. Apenas o artigo 149, parágrafo 1º-A, inserido na Constituição pela emenda, deve ser interpretado no sentido de que a base de cálculo da contribuição previdenciária de inativos e pensionistas somente pode ser aumentada se persistir, comprovadamente, déficit previdenciário mesmo após a adoção da progressividade de alíquotas.

Fonte: r7

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Brasil

Ex-presidente Bolsonaro volta a ser internado em Manaus com infecção bacteriana

por Redação 6 de maio de 2024

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a ser internado em Manaus neste domingo (5) com um quadro de infecção bacteriana. O político postou em uma rede social que teve está em um hospital particular do centro da capital amazonense e não tem previsão de alta médica. No sábado (4), ele passou algumas horas no hospital.

Bolsonaro chegou à capital amazonense na sexta-feira (3), já com dores. Os médicos diagnosticaram um caso de erisipela, a mesma infecção de pele bacteriana que o atingiu em novembro de 2022, depois da derrota nas eleições presidenciais.

No mesmo dia, ao sair do hospital, Bolsonaro falou com jornalistas. “Apareceu um caso de erisipela. Não dormi a noite passada toda. Minha esposa e os médicos não queriam que eu viesse, mas tinha compromisso aqui. Sou meio duro na queda. Então eu vim e fui bem tratado pelos médicos”, disse.

Depois de ser liberado, o ex-presidente ainda participou do encerramento de um encontro do PL Mulher, encabeçado pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.

Mesmo problema de saúde de 2022
Em novembro de 2022, Bolsonaro cancelou agendas pelo mesmo problema. À época, o então vice-presidente, Hamilton Mourão, disse que a doença impedia o então presidente de vestir calças.

Por ser uma infecção bacteriana, a erisipela é tratada com antibióticos. Dependendo da gravidade do quadro, os sinais de melhora começam a aparecer a partir de 48 horas do início da medicação.

Fonte: r7

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Economia

Veja os principais desafios da regulamentação da reforma tributária

por Redação 2 de maio de 2024

Uma das pautas que deve movimentar os parlamentares do Congresso Nacional no restante do ano é a regulamentação da reforma tributária. Diferentemente do texto que mudou a Constituição Federal, a proposta deste ano vai se aprofundar em aspectos específicos para os pontos mais amplos já aprovados. O consultor legislativo do Senado, Fábio Dáquilla, afirma que a análise vai focar como os aspectos gerais vão ser aplicados no dia a dia.

Dáquilla explica que a regulamentação é uma proposta complexa e grande, já que conta com mais de 500 artigos. O projeto envolve todas as operações de consumo de bens tributáveis no país, acabando, por exemplo, com a tributação sob impostos e a chamada “guerra fiscal” entre estados e municípios.

Confira os principais desafios da regulamentação tributária no país:

Simplificação “5 em 2″ e alíquota final
A reforma tributária aprovada reúne cinco impostos — ICMS, ISS, IPI, PIS, COFINS — em dois novos — IBS (Imposto Sobre Bens e Serviços) e CBS (Contribuição Social sobre bens e Serviços), após um período de transição de 2026 e 2033.

O ponto central da discussão é sobre o valor das alíquotas, ou seja, a porcentagem do tributo cobrado. Segundo Dáquilla, estados e municípios terão autonomia na fixação da taxa padrão. O governo indicou que a taxa deve ficar em 26,5% para os dois tributos, mas o “martelo não está batido”.

A CBS terá uma transição mais curta porque é de competência da União. O consultor legislativo explica que a cobrança começará uma alíquota base e, depois, já vai ser implementada uma taxa fixa.

Já o IBS vai entrar com uma alíquota de referência, mas ela pode ser alterada por cada ante federativo, ou seja, os estados e municípios podem sair da alíquota de referência e majorar essa tributação, ou diminuir, dentro da parte de competência.

“[O aumento] vai de uma avaliação do governo local e, caso seja necessária uma maior arrecadação tributária, ele [governo local] pode submeter um projeto de lei para a sua assembleia ou Câmara de Vereadores. Mas existe um custo político, já que umas das propostas-chave da reforma tributária é a transparência. Ou seja, o eleitor vai saber quanto ele paga nos tributos”, completa Dáquilla.

Guerra fiscal
Um dos maiores desafios da regularização é chegar ao fim da “guerra fiscal”, ou seja, benefícios ficais diferentes para municípios e estados. “A própria reforma traz setores que vão ser favorecidos e não serão tributados. A partir de agora, o governo não pode dar isenções diferentes das que já estão previstas, ou oferecer isenção de empresas específicas. Por exemplo, empresas de um mesmo setor beneficiado na reforma tributária vão receber descontos em mesmo patamar e a mesma incidência tributada dentro do mesmo estado ou município.”

Imposto Seletivo
Essa cobrança é feita para desestimular o consumo de certos itens, como bebidas alcoólicas e cigarros. “Não tem interesse arrecadatório e sim de desestimular o consumo. Isso gera efeitos sociais como menores despesas na saúde pública”, explica. Mas o texto coloca dentro deste grupo veículos poluentes e bens minerais extraídos, porque causam danos para a população inteira, segundo os técnicos do governo. A proposta deve encontrar resistência com os parlamentares, já que a indústria automotiva é tem impacto na geração de empregos no país, além do alto custo dos carros elétricos no país.

Cashback para famílias de baixa renda
Segundo regulamentação enviada ao Congresso, famílias de até meio salário mínimo vão ter devolução de algumas alíquotas cobradas em certos produtos. Por exemplo, a volta de 50% da CBS que incide nas contas de luz, água, esgoto e gás encanado. Os valores devem ser integrados nos pagamentos ligados ao CadÚnico, um instrumento de coleta de dados e informações para identificar todas as famílias de baixa renda.

Porém, Dáquilla ressalta que existem aspectos operacionais desafiadores. Um deles é o alto contingente que são “desbancarizados”, ou seja, não tem acesso a contas ou cartões. Outro ponto que deve ser debatido pelos parlamentares é a fiscalização de pessoas que tem uma renda elevada e acabam por receber os benefícios, e, do lado oposto, muitas pessoas necessitadas não conseguem o acesso.

Cesta básica
Os itens que estavam na cesta básica serão isentos, com a prioridade para os alimentos consumidos pelas famílias mais pobres, como arroz, farinha e macarrão. Produtos não enquadrados na cesta básica nacional, como as carnes, vão ter alíquota reduzida em 60%.

“No todo, eu creio que a tributação em geral sobre alimento mais básicos, sejam os isentos ou aqueles com 60% diminuição da carga, vão ser menos tributados. Já os alimentos processados ou de ‘mais luxo’, podem ser que sejam mais tributados do que no contexto da reforma”, explica.

Saúde e educação
A proposta estabelece que 383 medicamentos e vacinas e 17 dispositivos médicos — como ressonância magnética — terão os impostos zerados. Já 850 medicamentos; 27 serviços de saúde — como cirurgias; 92 dispositivos médicos e seis tipos de produtos de higiene pessoal e limpeza vão ter a alíquota vão ter alíquota reduzida em 60

“Creio que em determinados segmentos os preços devem vai cair rápidos, até mesmo pela concorrência. Mas procedimentos mais complexos [vão precisar] de todo um debate, além de uma fiscalização melhor da ANS [Agência Nacional de Saúde Suplementar]”, avaliou o consultor legislativo do Senado

Ele também explica que a saúde tem características complexas e específicas, mas é possível que a reforma simplifique isso também. Segundo ele, a ideia é chegar ao fim do pagamento de impostos a um montante mais baixo, o que significaria uma margem para a queda nos preços. “Mas a gente vai precisar do esforço regulatório do governo com certeza, porque, dependendo do serviço de saúde, pode ser que não caia o preço.”

Fonte: r7

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Brasil

Governo publica portaria que eleva valor de auxílio-alimentação para servidores

por Redação 30 de abril de 2024

O governo de Luiz Inácio Lula da Silva publicou, nesta terça-feira (30), no Diário Oficial da União, a portaria que fixa o valor mensal do auxílio-alimentação pago aos servidores da administração pública federal direta, autárquica e fundacional. Após negociações com a categoria, ficou estabelecido que o benefício passará de R$ 658 para R$ 1 mil, a partir de 1º de maio.

A portaria é assinada pela ministra da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck. O acordo feito entre governo e categoria inclui o aumento do auxílio-saúde, que passará do valor médio de R$ 144,38 para R$ 215, e o reajuste do auxílio-creche de R$ 321 para R$ 484,90. Em 2023, o governo concedeu alta salarial linear de 9% para todos os servidores e acréscimo de 43,6% no auxílio-alimentação.

Segundo a Secretaria de Relações de Trabalho do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, o reajuste do auxílio-alimentação representa um ganho de renda de mais de 4,5% para 200 mil servidores ativos que recebem até R$ 9 mil mensais. Aqueles com menores remunerações e que recebem os três benefícios (alimentação, saúde e creche) terão um aumento na remuneração total de até 23%.

O governo se comprometeu a abrir até julho todas as mesas específicas de carreiras que ainda não foram implantadas no âmbito da Mesa Nacional de Negociação Permanente. Atualmente, estão abertas 18 mesas de negociações específicas, dez com acordos definidos e oito em andamento.

Fonte: r7

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Brasil

Segurança para ‘Enem dos concursos’ terá exame grafológico, 250 mil agentes e centrais usadas na Copa

por Redação 30 de abril de 2024

Detectores de pontos eletrônicos, exame grafológico e monitoramento feito pelas mesmas centrais de inteligência usadas na Copa do Mundo e Olimpíadas: essas são algumas das medidas que fazem parte do megaesquema para coibir fraudes no Concurso Público Nacional Unificado (CNU).

Marcada para este domingo (5), a prova que ficou conhecida como “Enem dos concursos” atraiu 2,1 milhões de inscritos, um recorde para concursos públicos, segundo o governo.

Pela primeira vez, uma seleção reúne mais de 6 mil vagas para 21 diferentes órgãos federais, com exames aplicados em todo o Brasil. E o desafio da segurança para um evento tão grande, envolve, prioritariamente, impedir fraudes.

Para colocar todos os cuidados em prática, o evento contará com uma força-tarefa formada por mais de 250 mil agentes, incluindo integrantes da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), da Força Nacional de Segurança Pública (FNSP), da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal. Eles serão coordenados pela Secretária Nacional de Segurança Pública, do Ministério da Justiça.

Corporações estaduais, como Polícia Civil e Militar, Corpo de Bombeiros e Defesa Civil também irão atuar, segundo o coordenador-geral.

“Fizemos um trabalho de adaptação e aprimoramento no formato do Enem e todos os exames de larga escala aplicados pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira)”, completa Retamal.

Uma diferença em relação ao Exame Nacional do Ensino Médio é que os candidatos do concurso não poderão sair com o caderno de provas e nem com anotações.

Outra é que as verificações de segurança terão de ser feitas duas vezes num mesmo dia: o “Enem dos concursos” divide as provas em dois períodos, manhã e tarde.

Segurança de Copa e Olimpíadas
Os desdobramentos do concurso serão monitorados nos Centros Integrados de Comando e Controle (CICC), coordenados por corporações nacionais, mas que possuem sedes em diversos estados.

Esses núcleos foram criados para a Copa Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 e funcionam cruzando informações para monitorar o evento passo a passo.

A sede será o Centro Nacional de Comando e Controle de Brasília , onde autoridades de segurança e da gestão do concurso estarão reunidas.

Exame grafológico e coleta de digitais
Diferente do exame para os estudantes do ensino médio, onde ocorre apenas a checagem dos documentos e o lacre de equipamentos eletrônicos, o concurso unificado terá a coleta de digitais e exigirá que os candidatos escrevam uma frase para garantir que não haja a substituição entre eles.

É o tal exame grafológico. Funciona assim: quando os estudantes receberem as provas nas salas de aplicação, irão preencher o cartão de resposta com seus dados, assinar e escrever a frase.

Nesse momento, um aplicador da prova circulará pela sala para coletar a digital, que também ficará registrada no próprio cartão de resposta.

Isso vai acontecer de manhã e à tarde.

Candidato não pode levar a prova
A decisão de que, no “Enem dos concursos”, os candidatos não poderão levar as provas quando terminarem o teste e sair com anotações foi tomada porque uma das principais fontes de fraudes das organizações criminosas nesse tipo de prova é o uso de pontos eletrônicos durante a aplicação.

Segundo o Ministério da Gestão e Inovação, “candidatos” pertencentes às quadrilhas terminam as provas mais cedo e levam os cadernos de provas. As questões são resolvidas por integrantes do bando e enviadas por áudios, por meio de pontos eletrônicos, para quem ainda está nas salas respondendo às provas.

Como medida complementar, os locais de prova também contarão com detectores de metais e de ponto eletrônico.

Locais de prova separados por blocos
No dia da avaliação, cada sala terá candidatos de um único bloco temático. Vale lembrar que o concurso é composto por oito blocos temáticos diferentes.

Dessa forma, possíveis danos ocasionados por fraudes se concentrariam em um único bloco, explica Retamal: “Estamos vendo ainda a possibilidade de fazer com que cada estabelecimento (escola) seja voltado a um bloco só”.

Programação da prova
Manhã

Abertura dos portões: 7h30
Fechamento dos portões: 8h30
Início da aplicação das provas: 9h
Tarde

Abertura dos portões: 13h
Fechamento dos portões: 14h
Início da aplicação das provas: 14h30
Cronograma
Aplicação das provas: 05/05/2024
Divulgação dos resultados das provas objetivas e preliminares das provas discursivas e redação: 03/06/2024
Divulgação final dos resultados: 30/07/2024
Início da convocação para posse e cursos de formação: 05/08/2024

Fonte: G1

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STF

STF deve analisar nesta quarta se Ministério Público pode instaurar e conduzir investigação criminal

por Redação 24 de abril de 2024

O STF (Supremo Tribunal Federal) deve começar a analisar nesta quarta-feira (24) ações que questionam a competência do MP (Ministério Público) para instaurar e conduzir investigações criminais. Nos processos, entidades questionam a legalidade de dispositivos que tratam sobre os poderes de investigação do órgão, como um trecho da Lei Orgânica Nacional do MP que fixa o poder de instaurar inquéritos civis.

Na prática, os ministros vão analisar se os integrantes do órgão podem produzir provas de natureza penal, equiparados aos dos policiais, ou apenas podem solicitar a autoridade policial novas provas. O julgamento das ações começou em 2022, mas foi suspenso após um pedido na vista.

À época, os ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski votaram para que as investigações realizadas pelo Ministério Público precisam de autorização de um magistrado. O relator das ações, ministro Edson Fachin, votou para reconhecer a competência do órgão para produzir provas criminais no curso das investigações.

Presidência da CBF
Também pode ser analisada pelos ministros a ação que mantém ou não a decisão do ministro Gilmar Mendes que suspendeu a decisão do Tribunal de Justiça Rio de Janeiro que havia destituído Ednaldo Rodrigues da presidência da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e designado um interventor para gerir a entidade. Com isso, Rodrigues e os demais dirigentes eleitos pela Assembleia Geral Eleitoral da CBF, em março de 2022, retornarão aos cargos.

Segundo o processo, a CBF celebrou um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta), para encerrar uma ação civil pública apresentada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro e aprovou uma reforma estatutária. Em seguida, em março de 2022, elegeu a chapa encabeçada por Ednaldo Rodrigues, extinguindo a ação. Entretanto, o tribunal fluminense considerou ilegítima a intervenção do MP estadual, extinguiu a ação, anulou o TAC e afastou o presidente.

Na decisão, o ministro afirmou que a prática desportiva tem relevante interesse social e, por esse motivo, não é possível, em princípio, descaracterizar a legitimidade do MP para intervir em assuntos referentes às entidades desportivas e à prática do desporto no país.

Código Brasileiro de Aeronáutica
Outro tema foi apresentado pela Procuradoria-Geral da República contra trechos do Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA) que tratam do acesso a informações do Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Sipaer) e do sigilo nas investigações de acidentes aéreos no Brasil.

Segundo a ação, ao fixar que as análises e conclusões da investigação do Sipaer não podem ser utilizadas para fins de uso de provas em processos e procedimentos administrativos e judiciais e que somente serão fornecidas mediante requisição judicial, o texto do CBA veda claramente o acesso de pessoas e órgãos envolvidos a informações que são de seu legítimo interesse e necessárias ao cumprimento de sua missão constitucional, no caso de órgãos do sistema de justiça, como o Ministério Público e a polícia criminal.

Unidades prisionais em São Paulo
Também está em pauta a ação que foi apresentada pela PGR contra uma lei complementar do estado de São Paulo que altera a Organização e a Divisão Judiciárias do Estado, criando o Departamento Estadual de Execuções Criminais, ao qual serão vinculadas às unidades prisionais do Estado, e o Departamento Estadual de Inquéritos Policiais, perante o qual tramitarão os inquéritos policiais.

De acordo com a nova Lei, serão criados 10 departamentos que ficarão responsáveis pela análise das novas execuções criminais em todo o Estado. Os juízes responsáveis serão designados após deliberação do Conselho Superior da Magistratura.

Prazo de validade de concurso
Os ministros também podem analisar um recurso que discute sobre o prazo de validade para a nomeação de candidatos em concurso público, que foi apresentado pelo estado do Rio Grande do Sul contra decisão da Fazenda Pública do Tribunal de Justiça, que decidiu a favor do direito à nomeação de uma candidata para vaga da Secretaria de Educação do Rio Grande do Sul mesmo após o prazo de validade do certame ter finalizado.

Fonte: r7

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Brasil

PGR defende investigações adicionais sobre suposta fraude em vacinação de Jair Bolsonaro

por Redação 23 de abril de 2024

A Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu que a PF (Polícia Federal) realize mais investigações após analisar o relatório da Polícia Federal que indiciou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pelos crimes de associação criminosa e inserção de dados falsos em sistema público no caso que apura a falsificação de certificados de vacinas da Covid-19. Para Paulo Gonet, é relevante “saber se algum certificado de vacinação foi apresentado por Jair Bolsonaro e pelos demais integrantes da comitiva presidencial, quando da entrada e permanência no território norte-americano”. O ex-ajudante de ordens da Presidência Mauro Cid e o deputado federal Gutemberg Reis (MDB-RJ) também aparecem na lista de indiciados. O caso está sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes.

Segundo Gonet, ainda não se obteve a resposta do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, ao pedido formulado pela Polícia Federal de esclarecimento sobre se os investigados recorreram aos certificados de vacinação ideologicamente falsos quando da entrada e estada no território norte-americano. “Ao menos seria de interesse apurar se havia, à época, norma no local de entrada da comitiva nos EUA impositiva para o ingresso no país da apresentação do certificado de vacina de todo estrangeiro, mesmo que detentor de passaporte e visto diplomático. A notícia é relevante para a avaliação dos tipos penais incidentes no episódio”, completou.

Segundo a PF, as inserções falsas ocorreram entre novembro de 2021 e dezembro de 2022 e tiveram como consequência a alteração da verdade sobre fato juridicamente relevante — no caso, a condição de imunizado contra a Covid-19.

Com isso, os investigados puderam emitir os respectivos certificados de vacinação e utilizá-los para burlar as restrições sanitárias vigentes impostas pelos poderes públicos (do Brasil e dos Estados Unidos), que visavam impedir a propagação da doença.

Gonet disse ainda que, no que diz respeito ao conteúdo dos aparelhos celulares, é de importância, para a melhor individualização das condutas de cada investigado, que se declinem informações sobre o que se encontrou em cada dispositivo apreendido, ou, ao menos, que se afirme que a extração não se mostrou relevante para as investigações.

Relembre
A apuração revela que o objetivo do grupo seria “manter coeso o elemento identitário em relação a sua pauta ideológica — no caso, sustentar o discurso voltado aos ataques à vacinação contra a Covid-19″. As ações ocorrem dentro do inquérito policial que apura a atuação do que se convencionou chamar “milícias digitais”, em tramitação no Supremo Tribunal Federal.

Segundo a PF, Bolsonaro cometeu o crime de inserção de dados falsos em sistema de informações em 21 de dezembro de 2022 ao incluir o registro de vacinação contra a Covid-19 dele e da filha Laura Bolsonaro no Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações, do Ministério da Saúde.

A investigação da Polícia Federal constatou que o ex-presidente “agiu com consciência e vontade” ao exigir que o documento dele fosse fraudado para que constasse o registro de vacinação contra a Covid-19. O ex-presidente negou à PF que tenha feito a solicitação.

Fonte: r7

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