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BRASÍLIA

Brasil

Governo sanciona lei que transforma cargos no MPU em comissionados e de confiança

por Redação 15 de janeiro de 2024

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, com veto, a lei que transforma cargos efetivos do Ministério Público da União (MPU) em cargos em comissão e funções de confiança. A publicação saiu no Diário Oficial da União desta segunda-feira (15). O objetivo da legislação, que já começa a valer com a publicação, é reorganizar o quadro de servidores do órgão.

A lei permite a transformação de 360 cargos de analista e 200 de técnico do MPU em cargos de comissão e funções de confiança. Os servidores comissionados não precisam ter vínculo anterior com o órgão enquanto a função é uma atribuição extra dada a servidores efetivos.

Os cargos previstos na lei serão providos pelo Ministério Público Federal (MPF) e pelo Ministério Público do Trabalho (MPT). “O primeiro provimento dos cargos transformados nos termos desta lei fica condicionado à sua expressa autorização na lei de diretrizes orçamentárias com a respectiva dotação suficiente para atender a despesa de pessoal”, diz o texto.

O trecho vetado permitia ao procurador-geral da República transformar cargos de provimento efetivo vagos em cargos em comissão. O governo alegou haver vício de inconstitucionalidade para barrar o artigo. “O inciso X do caput do art. 48 da Constituição atribui ao Congresso Nacional a competência para dispor sobre transformação de cargos”, justificou.

Fonte: r7

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Brasil

Palácio do Planalto será reaberto para visitação gratuita a partir de domingo

por Redação 12 de janeiro de 2024

O Palácio do Planalto, sede do Poder Executivo, será reaberto para visitação pública a partir de domingo (14). As visitas, organizadas em grupos de até 30 pessoas, serão gratuitas e poderão ser feitas a cada meia hora aos domingos das 9h às 14h. O último grupo entrará às 13h. Crianças de até 10 anos não precisam fazer agendamento.

O roteiro inclui o subsolo, térreo, segundo e terceiro andar. Interessados podem fazer a reserva por este link. Além do gabinete presidencial, o prédio abriga os ministérios da Casa Civil e a Secretaria-Geral da Presidência, a Secretaria de Comunicação Social e de Relações Institucionais.

A visitação guiada foi paralisada em março de 2020, devido à pandemia de Covid-19. Depois disso, em 8 de janeiro de 2023, o palácio foi alvo de vândalos extremistas e teve que passar por restauração que durou alguns meses. Em maio do mesmo ano, o governo federal retirou, a pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, as grades de metal que cercavam o prédio. De acordo com o Executivo, a ideia é que os equipamentos sejam usados apenas em situações excepcionais.

A iniciativa de reabrir o prédio ao público tem o objetivo de apresentar a história do palácio, além da arquitetura e obras de arte. A visitação é organizada pela Secretaria de Administração da Secretaria-Executiva da Casa Civil da Presidência da República, por intermédio da Coordenação-Geral de Relações Públicas.

A visita institucional é conduzida por guias da Coordenação de Relações Públicas e, quando for o caso, oferece tradução de intérprete de LIBRAS, Língua Brasileira de Sinais. O palácio está localizado na Praça dos Três Poderes, em Brasília.

Fonte: r7

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Brasil

Lewandowski tem prerrogativa de montar equipe, mas vai discutir ‘quem entra, quem sai’, diz Lula

por Redação 11 de janeiro de 2024

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que Ricardo Lewandowski, anunciado nesta quinta-feira (11) como o futuro ministro da Justiça e Segurança Pública, vai tomar posse do cargo em 1º de fevereiro e que Flávio Dino permanece no posto até a data. O futuro titular da pasta vai ter a prerrogativa de montar sua equipe, mas vai discutir os nomes para ver “quem entra, quem sai”, declarou o petista.

“Normalmente, eu tenho por hábito cultural não indicar ninguém para nenhum ministério. Eu quero que as pessoas montem o time que ele vai jogar. Eu, se fosse técnico de futebol, não permitiria que o presidente do meu time, por mais importante que fosse, fosse escalar o meu time. O meu time sou eu que escalo. Se eu perder, me tirem, se eu ganhar, eu continuo… Dia 1º vamos fazer a posse do nosso querido Lewandowski como ministro da Justiça, e aí já vai ter equipe montada. Ele vai conversar comigo e vamos discutir quem fica, quem sai, quem entra, quais são as novidades”, disse Lula.

O anúncio de Lewandowski como futuro ministro da Justiça foi feito na manhã desta quinta-feira (11), no Palácio do Planalto, em Brasília. Lula estava acompanhado de Dino e da primeira-dama, Rosângela da Silva, mais conhecida como Janja. Na agenda, o presidente da República contou uma história sobre o convite feito ao ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF).

“Eu tinha conversado com o ministro Lewandowski, tinha feito uma proposta e sabia das naturezas privadas dele. Eu conheço a família dele, conheço a mulher dele, e achava que ela ia colocar dificuldades dizendo para ele ‘meu amor, vamos viver a nossa vida agora, deixa para lá esse negócio de política’. E, graças a Deus, a Iara teve a compreensão de falar ao Lewandowski que ‘eu sei que você quer ir, então vá, meu amor’. E ele ontem me comunicou que aceita ser o novo ministro da Justiça deste país.”.

Lula relatou estar feliz com as duas escolhas – Lewandowski na Justiça e Dino no STF. “Eu acho que ganha o Ministério da Justiça, a Suprema Corte e o povo brasileiro com essa dupla que está ao meu lado, cada um na sua função”. Em outro momento, o presidente falou que as medidas tomadas “coroam” seu primeiro ano do mandato à frente do Palácio do Planalto.

Uma das questões de impasse no Ministério da Justiça se trata da secretaria-executiva, atualmente ocupada por Ricardo Cappelli, que afirmou aos interlocutores que só fica na pasta se continuar no atual cargo. Ele foi o braço-direito de Dino e ganhou prestígio por sua atuação como interventor federal na segurança pública do Distrito Federal depois dos atos extremistas do 8 de Janeiro.

Nesta quinta-feira, Cappelli usou as redes sociais para afirmar que não pediu demissão do cargo. “Vou sair de férias com a minha família e voltar para colaborar com a transição no Ministério da Justiça e Segurança Pública. União e Reconstrução”, escreveu o secretário-executivo. A reportagem apurou que Lewandowski tem o desejo de designar o jurista Manoel Carlos de Almeida Neto para o posto.

Após o anúncio, durante o momento de fotografias, Lula afirmou que Janja tem a expectativa que Lewandowski coloque muitas mulheres no ministério. “Certamente”, respondeu o futuro ministro da Justiça. As declarações não foram transmitidas e foram dadas fora dos microfones. Ao assumir o Planalto, o petista tinha 11 ministras entre as 37 pastas. Agora, tem apenas nove mulheres entre 38 ministérios.

Fonte: r7

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Política

Lula convida Lewandowski para Ministério da Justiça e espera resolver impasse nesta semana

por Redação 9 de janeiro de 2024

No dia do aniversário dos ataques golpistas de 8 de Janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) convidou Ricardo Lewandowski, ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF), para assumir o Ministério da Justiça e Segurança Pública. O petista espera resolver ainda nesta semana o impasse sobre a definição do substituto de Flávio Dino, que vai assumir uma das 11 cadeiras do STF em 22 de fevereiro.

Lula e Lewandowski almoçaram juntos. Foi nesse momento que o presidente fez o convite e também impôs algumas condições, como a manutenção de determinados secretários da pasta. A reportagem apurou que o ministro aposentado do STF tem o desejo de designar o jurista Manoel Carlos para o cargo de secretário-executivo do ministério, caso venha a assumir de fato.

Há, portanto, outro eventual impasse, uma vez que o atual secretário-executivo da pasta, Ricardo Cappelli, afirmou aos interlocutores que só fica no Ministério da Justiça se continuar no atual cargo. Ele é braço-direito de Dino e ganhou prestígio por sua atuação como interventor federal na segurança pública do Distrito Federal na época pós-ataques golpistas de 8 de Janeiro.

O atual ministro deve sair do posto nesta quarta-feira (10). “Creio que nesta semana essa transição se conclui. Espero que até o final desta semana o presidente possa chegar à sua escolha. Eu continuo no ministério, garantindo a continuidade das atividades, junto com a minha equipe. E qualquer que seja o homem ou a mulher escolhido pelo presidente da República, terá em mim toda a transparência”, afirmou Dino nesta segunda-feira (8).

Ao ser questionado se gostaria de ser ministro da Justiça, Cappelli se limitou a dizer que está fazendo o trabalho dele e comentou que não foi chamado para reuniões no Planalto sobre a sucessão na pasta. “Essa atribuição é de competência do presidente da República. O importante é a continuidade do trabalho”, comentou o secretário-executivo.

Lewandowski é considerado o favorito para o posto, mas Lula avaliou outros nomes, como Wellington César Lima e Silva, subchefe para Assuntos Jurídicos da Casa Civil, e Marco Aurélio Carvalho, presidente do Grupo Prerrogativas. A presidente do PT, deputada Gleisi Hoffmann, também teve seu nome analisado pelo chefe do Executivo, mas fontes informaram que ela recusou o convite para se dedicar ao comando do partido e às eleições de 2024.

Segundo pessoas próximas, Lula quer alguém de confiança para suceder a Dino no cargo. Para além da Justiça, o presidente tinha expressado a intenção de fazer uma reforma ministerial no início de 2024, mas o tema perdeu força. Entre os nomes que podem ser alterados estão Silvio Almeida (Direitos Humanos e Cidadania), Wellington Dias (Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome) e Jean Paul Prates (Petrobras).

Fonte: r7

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Brasil

‘Não há hipótese de 8 de Janeiro se repetir’, diz ministro da Justiça em exercício

por Redação 4 de janeiro de 2024

O Ministro da Justiça e Segurança Pública em exercício, Ricardo Cappelli, afirmou que não há hipótese das manifestações do 8 de Janeiro do ano passado se repetirem. A declaração foi dada na manhã desta quinta-feira (4) durante a assinatura do plano de segurança com o governo do Distrito Federal para o ato em defesa da democracia, que será feito na próxima segunda (8), dia em que se completa um ano dos atos antidemocráticos em Brasília.

“Aquilo [que aconteceu ano passado] foi inaceitável. O Brasil é um país rico e democrático. Aqui todo mundo vota em quem quiser. Todo mundo manifesta a sua preferência política, ideológica, livremente. E é ótimo que seja assim. Agora não se confunde mais o que é manifestação democrática e tentativa de golpe de estado”, afirmou.

Cappelli foi o interventor da capital do país, escolhido pelo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), nos primeiros dias de investigação da polícia a respeito dos atos antidemocráticos. Ele assumiu o Ministério da Justiça devido às férias do titular da pasta, Flávio Dino – que deixará o governo no próximo mês, já que passará a ocupar uma das 11 cadeiras do Supremo Tribunal Federal (STF) a partir de 22 de fevereiro.

Nesta quinta, o ministro em exercício reforçou que a democracia não pode ser confundida com ataque aos poderes ou depredação do patrimônio público, histórico, material e imaterial do Brasil. “Eu digo que não há hipótese de se repetir porque a reação da sociedade e dos Três Poderes foi muito forte e estabeleceu um limite muito claro do que é aceitável em um estado democrático de direito”, afirmou Cappelli.

Monitoramento constante

O ministro e a governadora em exercício do DF, Celina Leão, garantiram que estão atuando em um trabalho conjunto de integração e monitoramento de segurança para os atos do 8 de Janeiro deste ano. O plano de atuação foi assinado nesta manhã e contou também com a entrega, pelo Ministério da Justiça, de 20 viaturas, drones, armamentos, cartuchos e trajes para a segurança pública do DF. Ao todo, o investimento é de R$ 3,6 milhões.

Até o momento, não há previsão de fechamento total de vias ou de manifestações contrárias a cerimônia organizada pelos Três Poderes para esta segunda, informou Cappelli. O fechamento das vias deve ocorrer a partir da Avenida Presidente José Sarney, que liga os dois sentidos do Eixo Monumental, próximo ao Congresso Nacional, que antecede a alameda das Bandeiras. A iniciativa vai contar com tropas especializadas e, se necessário, linhas de revista.

A região também será monitorada por meio de imagens de câmeras, drones e informações enviadas ao Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob).

Fonte: r7

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Brasilia

Após visitar 24 países em 2023, Lula deve focar agenda de 2024 em viagens pelo Brasil, eleições e PAC

por Redação 2 de janeiro de 2024

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve diminuir o ritmo de agendas internacionais e participar mais em compromissos pelo Brasil em 2024. Neste ano, o petista visitou 24 países, tendo permanecido 75 dias fora do Brasil. Para o próximo ano, o foco estará nas eleições municipais e nas entregas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Lula pretende ir à Etiópia para participar da cúpula da União Africana em fevereiro próximo. O intuito é emendar a viagem com visitas em outros países da região. O roteiro ainda está sendo gestado. O presidente também quer ir para a conferência da Comunidade dos Países Caribenhos (Caricom), na Guiana.

Como mostrou o R7, Lula deu largada à campanha eleitoral das eleições de 2024 ainda no ano passado. Integrantes do partido e o próprio presidente avaliam que a disputa do próximo ano será polarizada mais uma vez entre o atual mandatário e o ex-presidente Jair Bolsonaro, com seus respectivos candidatos locais.

Segundo o senador Humberto Costa, coordenador do grupo de trabalho eleitoral do PT, o maior objetivo da legenda é aumentar de forma substancial o número de prefeituras comandadas pelo partido. “Embora não tenhamos definido uma meta numérica, vamos procurar um melhor resultado do que nas últimas eleições”, disse o titular ao R7.

A sigla vai lançar candidato próprio em ao menos 13 capitais do país. Até o momento, estão definidas candidaturas para Porto Alegre (RS), Belo Horizonte (MG), Vitória (ES), João Pessoa (PB), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), Campo Grande (MS), Aracaju (SE), Maceió (AL), Natal (RN) e Teresina (PI).

O PT não deve ter candidatos nas duas maiores cidades do país — São Paulo e Rio de Janeiro —, onde deve fazer alianças com outros partidos nesses locais. A legenda está disposta a fazer alianças com vistas às eleições de 2024. Entre os partidos cogitados, estão Rede, PSOL, PCdoB, PV, PSB, MDB, PDT e até mesmo o PL, do ex-presidente Jair Bolsonaro. Esse último caso, porém, vai depender da trajetória do candidato, segundo o coordenador do grupo de trabalho eleitoral.

Nas eleições municipais de 2020, o MDB foi o líder em número de prefeituras (780). Na sequência, vieram PP (681), PSD (649) e PSDB (519). O PT de Lula comanda 181 cidades. Os dados são do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O Brasil tem ao todo 5.570 municípios.

Apesar de o novo PAC ter sido lançado no início do segundo semestre de 2023, grande parte das entregas deve ser feita em 2024. A iniciativa, considerada por integrantes do governo como o trunfo, prevê investimentos em obras de infraestrutura nas 27 unidades da federação, que podem chegar a pelo menos R$ 1,7 trilhão.

De acordo com o governo federal, o novo PAC conta com recursos do Orçamento Geral da União (R$ 371 bilhões), do orçamento de empresas estatais (R$ 343 bilhões), de financiamentos (R$ 362 bilhões) e do setor privado (R$ 612 bilhões). O Executivo dividiu essa versão do programa em nove eixos de atuação: inclusão digital e conectividade, saúde, educação, infraestrutura social e inclusiva, cidades sustentáveis e resilientes, água para todos, transporte eficiente e sustentável, transição e segurança energética e defesa.

Viagens em 2023
Lula esteve em 24 países e permaneceu 75 dias fora do Brasil. O R7 fez o levantamento com base nas informações do portal do governo federal. O período de ausência fez com que o vice, Geraldo Alckmin, assumisse a Presidência da República em um de cada quatro dias.

As viagens foram contabilizadas pela reportagem a partir do embarque de Lula, sem contar eventuais paradas, até o momento do desembarque em Brasília. Nessa conta, há momentos em que o presidente trabalhou no mesmo dia em que partiu para um compromisso internacional e também teve expediente logo após a volta ao Brasil.

Confira todos os países que Lula visitou em 2023

  • 22 a 25 de janeiro: Argentina e Uruguai
  • 9 a 11 de fevereiro: Estados Unidos
  • 11 a 16 de abril: China e Emirados Árabes Unidos
  • 20 a 26 de abril: Portugal e Espanha
  • 4 a 7 de maio: Reino Unido
  • 17 a 23 de maio: Japão
  • 19 a 24 de junho: Itália, França e Vaticano
  • 4 de julho: Argentina
  • 8 de julho: Colômbia
  • 15 a 19 de julho: Bélgica e Cabo Verde
  • 14 a 15 de agosto: Paraguai
  • 20 a 27 de agosto: África do Sul, Angola e São Tomé e Príncipe
  • 7 a 11 de setembro: Índia
    •15 a 21 de setembro: Cuba e Estados Unidos
  • 27 de novembro a 5 de dezembro: Arábia Saudita, Catar, Emirados Árabes Unidos e Alemanha

Fonte: r7

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Brasil

Brasil terá 10 feriados e 8 pontos facultativos em 2024; veja datas

por Redação 28 de dezembro de 2023

Em 2024, o Brasil terá dez feriados nacionais e oito datas de ponto facultativo. Metade dos feriados nacionais cairá em fins de semana. Com isso, haverá menos feriados “emendados” no ano que vem.

A novidade em 2024 foi o acréscimo de um dia de feriado — o da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro. A lista foi publicada nesta quinta-feira (28) no Diário Oficial da União (veja relação abaixo).

Janeiro
1º de janeiro (segunda-feira) – Confraternização Universal (feriado nacional)

Fevereiro
12 de fevereiro (segunda-feira) – Carnaval (ponto facultativo)
13 de fevereiro (terça-feira) – Carnaval (ponto facultativo)
14 de fevereiro (quarta-feira) – Quarta-Feira de Cinzas (ponto facultativo até as 14h)

Março
29 de março (sexta-feira) – Paixão de Cristo (feriado nacional)

Abril
21 de abril (domingo) – Tiradentes (feriado nacional)

Maio
1º de maio (quarta-feira) – Dia Mundial do Trabalho (feriado nacional)
30 de maio (quinta-feira) – Corpus Christi (ponto facultativo)
31 de maio (sexta-feira) – (ponto facultativo)

Setembro
7 de setembro (sábado) – Independência do Brasil (feriado nacional)

Outubro
12 de outubro (sábado) – Nossa Senhora Aparecida (feriado nacional)
28 de outubro (segunda-feira) – Dia do Servidor Público Federal (ponto facultativo)

Novembro
2 de novembro (sábado) – Finados (feriado nacional)
15 de novembro (sexta-feira) – Proclamação da República (feriado nacional)
20 de novembro (quarta-feira) – Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra (feriado nacional)

Dezembro
24 de dezembro (terça-feira) – Véspera de Natal (ponto facultativo após as 14h)
25 de dezembro (quarta-feira) – Natal (feriado nacional)
31 de dezembro (terça-feira) – Véspera do Ano-Novo (ponto facultativo após as 14h)

Fonte: r7

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TSE

TSE manda PSOL devolver quase R$ 900 mil aos cofres públicos

por Redação 29 de novembro de 2023

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou que o Diretório Nacional do PSOL devolva R$ 891.598,93 aos cofres públicos. Os ministros aprovaram com ressalvas as contas de 2018 do partido. A corte entendeu que houve irregularidades no uso de recursos do Fundo Partidário. O montante a ser restituído deverá ocorrer com recursos próprios da agremiação. O R7 entrou em contato com a legenda, que ainda não se manifestou.

As ressalvas feitas pelo TSE eram de despesas referentes à contratação de serviço de segurança para atuar contra a violência de gênero nas campanhas eleitorais, além de multas por remarcação ou cancelamento de passagens aéreas e diárias.

Prevaleceu o entendimento do ministro Floriano de Azevedo Marques. Para ele, os candidatos e os partidos políticos devem prestar contas à Justiça Eleitoral de toda a movimentação de campanha, no prazo e de acordo com a norma eleitoral que regulamenta a prestação de contas.

Fonte: r7

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Mundo

Comunidade judaica repudia nova fala de Lula que classifica ações de Israel como ‘terroristas’

por Redação 14 de novembro de 2023

Representantes da comunidade judaica voltaram a criticar nesta terça-feira (14) o presidente Luiz Inácio Lula da Silva após nova declaração em que ele compara as ações de Israel na guerra com o grupo terrorista Hamas. Ao defender a criação do Estado da Palestina, o petista disse não ser justo nem correto Israel ocupar a Faixa de Gaza e expulsar os palestinos de lá e que a atitude do Exército israelense é “igual ao terrorismo”.

Para o rabino Rav Sany, diretor do Olami Faria Lima, a insistência de Lula revela a necessidade de “conhecer melhor o assunto”. “O presidente insiste em comparar o incomparável: uma organização terrorista como o Hamas, que usa seus próprios cidadãos como escudo humano, com um estado democrático e pluralista, como Israel, que só quer se defender do ataque bárbaro e selvagem, além do desejo de resgatar reféns. Lamento profundamente”. O rabino também sustentou que, ao contrário do que alega Lula, Israel não está atacando os hospitais, “está entregando combustível para funcionar e o Hamas o confisca”.

A nova comparação foi feita nesta terça-feira (14), durante o programa Conversa com o Presidente, nas redes sociais. “É verdade que houve ataque terrorista do Hamas, mas o comportamento de Israel fazendo o que está fazendo com criança, hospital, com mulheres […] é igual ao terrorismo”, declarou Lula.

Em nota, o Instituto Brasil Israel (IBI) manteve a posição contra a avaliação feita por Lula. “É uma pena que o governo do Brasil, diante da tragédia da guerra, perca o equilíbrio e a ponderação, reduzindo a possibilidade de contribuir de maneira decisiva e propositiva com negociações entre as várias partes no conflito”, declarou, completando que a acusação feita pelo presidente “reforça os extremistas de ambos os lados e enfraquece as partes que lutam por um futuro de coexistência para israelenses e palestinos”.

O presidente da Confederação Israelita do Brasil (Conib), Claudio Lottenberg, classificou como “equivocadas e perigosas” as falas de Lula. “Além de equivocadas e injustas, falas como essa do presidente da República são também perigosas. Estimulam entre seus muitos seguidores uma visão distorcida e radicalizada do conflito, no momento em que os próprios órgãos de segurança do governo brasileiro atuam com competência para prender rede terrorista que planejava atentados contra judeus no Brasil”, disse Lottenberg. “A comunidade judaica brasileira espera equilíbrio das nossas autoridades e uma atuação serena que não importe ao Brasil o terrível conflito no Oriente Médio”, acrescentou.

Nesta segunda-feira (13), lideranças políticas e religiosas também rebateram a declaração do presidente. A fala foi classificada por autoridades como equivocada e “fruto de desconhecimento” sobre a “selvageria” do Hamas, que causou mortes de civis e crianças em atentados.

Representantes da comunidade israelita no Brasil reagiram à declaração de Lula. O líder do Grupo Parlamentar de Amizade Brasil-Israel, deputado Gilberto Abramo (Republicanos-MG), definiu o comentário como “equivocado”. Ao R7, ele disse que Lula sabe e conhece a situação de conflito na Faixa de Gaza, “mas não admite a realidade dos fatos”.

O parlamentar também afirmou que os movimentos de Israel e do Hamas são “completamente distintos”. “O Hamas, quando atacou Israel, em nenhum momento avisou civis ou quem quer que seja do ataque, que foi premeditado para atacar civis. Israel, por outro lado, pediu para que os civis palestinos saíssem da Faixa de Gaza. O que percebemos é que o próprio grupo Hamas é que faz as pessoas de escudo humano”, completou.

Durante o programa Conversa com o Presidente desta segunda-feira, Lula insistiu nas críticas a Israel. “Estou percebendo que Israel parece que quer ocupar a Faixa de Gaza e expulsar palestinos de lá; isso não é correto, não é justo. Temos que garantir a criação do Estado da Palestina”, disse.

O presidente executivo do grupo StandWithUs Brasil, André Lajst, disse que as falas de Lula são graves.

“O presidente brasileiro equiparou Israel, um Estado democrático, com um grupo terrorista com intentos abertamente genocidas que massacrou cerca de 1.200 pessoas — dentre elas, três brasileiros — e sequestrou 240 pessoas”, disse a entidade. “Israel não mata ‘inocentes sem nenhum critério’”, acrescentou. O grupo afirma ainda que todas as vidas perdidas nesse conflito são de igual valor, palestinas e israelenses. “E é lastimável que tantos civis inocentes estejam morrendo. Justamente por causa disso, é necessário compreender corretamente as causas dessa tragédia e os verdadeiros responsáveis por ela”, concluiu.

Chegada de brasileiros e familiares
Os 32 brasileiros resgatados da Faixa de Gaza chegaram a Brasília, onde foram recebidos por Lula. O pouso, na noite desta segunda-feira (13), encerrou a longa espera pela repatriação do grupo que ficou mais de um mês retido no enclave onde Israel trava uma guerra contra o grupo terrorista Hamas.

Após a chegada do grupo de 32 pessoas ao Brasil, o petista afirmou que o governo tem responsabilidade de procurar mais brasileiros e parentes de brasileiros que estão no conflito. “O Brasil vai continuar brigando pela paz”, comentou.

ONU
Lula classificou ser “inadmissível” que ainda não tenha sido encontrada uma solução para o conflito. Em sua avaliação, o Brasil fez um trabalho “extraordinário” à frente do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) em outubro. Nesse sentido, ele voltou a criticar o direito de veto dos integrantes permanentes do órgão. “A ONU precisa mudar”, comentou. “A ONU de 1945 não vale mais nada em 2023.”

Fonte: r7

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Brasilia

Viagens dos presidentes da Câmara e do Senado deixam Congresso em ritmo lento

por Redação 11 de outubro de 2023

Os presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado, Arthur Lira (PP-AL) e Rodrigo Pacheco (PSD-MG), respectivamente, embarcaram em viagens oficiais nesta semana, e, com as duas ausências nos próximos dias, as pautas das Casas não preveem votações expressivas. Projetos de interesse do governo, como a taxação de offshores, devem ficar para a volta dos dois. Lira viajou para Nova Déli, na Índia. Pacheco viaja para a Europa — o primeiro destino é Coimbra, em Portugal, onde vai receber uma homenagem.

Veja programação de Lira e comitiva de parlamentares na Índia e na China no período de 10 a 21 de outubro de 2023:

•10 e 11 de outubro: viagem até Nova Déli;

  • 12 a 14 de outubro: reunião anual da 9ª Cúpula de Presidentes de Parlamento do G20;
  • 15 de outubro: viagem à China a convite do presidente da Assembleia Nacional Popular, Zhao Leji;
  • 16 e 18 de outubro: Xangai — encontros políticos bilaterais e conversas com empresas brasileiras e chinesas com foco em investimentos produtivos para o Brasil;
  • 19 a 21 de outubro: Pequim — visita à Assembleia Nacional Popular e a empresas; e
  • 22 de outubro: retorno ao Brasil.

Outros seis deputados estão com Arthur Lira na comitiva. São eles: Daniel Almeida (PCdoB-BA), Zeca Dirceu (PT-PR), André Figueiredo (PDT-CE), Fábio Macedo (Podemos-MA), Elmar Nascimento (União-BA) e Luís Tibé (Avante-MG).

Cada deputado tem direito a receber diárias quando viaja em missão oficial. Nas viagens internacionais, o valor da diária é de US$ 391 para países da América do Sul e de US$ 428 para outros países. Em 2023, a Câmara já gastou R$ 4.153.179,48 em viagens oficiais.

Veja a previsão da viagem de Rodrigo Pacheco em missão a Portugal e à França:

  • 12 de outubro: Coimbra, Portugal — sessão solene de atribuição da medalha de ouro da cidade de Coimbra ao presidente do Senado Federal do Brasil, senador Rodrigo Pacheco;
  • 13 de outubro: deslocamento;
  • 14 de outubro: Paris, França — apresentação do presidente Rodrigo Pacheco no Painel 5 da Agenda Brasil, promovida pelo Fórum Esfera; e
  • 16 de outubro: Paris, França — reunião com o embaixador do Brasil na França, Ricardo Tavares, e retorno ao Brasil.

Fonte: r7

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