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CAGED

Emprego

Brasil fecha 430 mil vagas formais em dezembro, mas termina ano com saldo de 1,4 milhão de postos

por Redação 30 de janeiro de 2024

O Brasil criou 1.483.598 de vagas de trabalho com carteira assinada no acumulado do ano passado. Em dezembro, o país fechou 430.159 postos, resultado de 1,5 milhões de admissões e 1,9 milhões de desligamentos. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (30) pelo Caged (Cadastro Nacional de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho e Emprego.

Os números representam uma queda de 26,3% em relação ao ano de 2022, quando foram gerados 2,01 milhões de postos de trabalho.

Por região
No acumulado do ano, a região Sudeste foi a que mais registrou crescimento, totalizando 726.327 novos postos. Em contrapartida, o Norte do país foi a região que menos cresceu (106.375).

Veja abaixo todas regiões:

  • Sudeste: (726.327)
  • Nordeste: (298.188)
  • Sul: (197.659)
  • Centro-Oeste: (155.956)
  • Norte: (106.375)

Em dezembro de 2023, apenas o estado de Alagoas registrou saldo positivo. No acumulado do ano, as 27 unidades federativas registraram saldos positivos.

Os estados com maior saldo no ano passado foram São Paulo (390.719), Rio de Janeiro (160.570) e Minas Gerais: (140.836). Já os estados com menor saldo foram Acre (4.562), Roraima (4.966) e Amapá (5.701).

Saldo por setor
Os cinco grandes grupos de atividades econômicas registraram saldos negativos este ano. O maior crescimento do emprego formal ocorreu no setor de Serviços, com um saldo de 886.256 postos de trabalho. A segunda maior alta ocorreu no setor de Comércio, com um saldo de 276.528 vagas criadas.

Salário
O salário médio real de admissão em dezembro foi de R$2.026,33, apresentando estabilidade com leve redução de R$6,52 quando comparado com o valor corrigido de novembro (R$2.032,85).

Fonte: r7

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Emprego

Contratados no Sudeste recebem R$ 443 a mais que os do Nordeste

por Redação 3 de agosto de 2023

O aumento salarial dos brasileiros nos últimos meses ainda esconde divergências evidenciadas pela localização dos trabalhadores. Segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), a remuneração inicial dos admitidos no Sudeste (R$ 2.165,83) é R$ 443,54 (25,7%) maior do que a embolsada pelos contratados no Nordeste (R$ 1.722,29).

Somente no primeiro semestre, o salário inicial recebido pelos profissionais no Brasil aumentou 2,5%, para R$ 2.015,04, valor superado apenas no Sudeste. Na sequência, aparecem as regiões Sul (R$ 1.960,98), Centro-Oeste (R$ 1.883,02) e Norte (R$ 1.769,67).

Na análise das unidades da federação, a diferença é ainda maior e alcança R$ 721,75 (45,6%) entre São Paulo (R$ 2.303,24) e a Paraíba (R$ 1.581,49), os dois extremos da pesquisa. Cabe ressaltar que somente em junho o salário inicial pago na Paraíba desabou 5,3%.

A divergência salarial também é evidente quando observado o sexo dos trabalhadores. Enquanto os homens ingressam em um novo emprego com uma remuneração mensal média de 2.094,06, o desembolso destinado às mulheres é 9,4% inferior, de R$ 1.896,76.

Atividades
Entre os setores, a construção e a indústria correspondem aos maiores salários médios de admissão no Brasil, de R$ 2.151,79 e R$ 2.146,22, respectivamente. Com remuneração de R$ 2.082,85, o ramo de serviços aparece na sequência.

As funções ligadas a agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (R$ 1.838,91) e comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (R$ 1.778,20) são aquelas com a menor oferta aos profissionais que ingressam nos ramos.

Fonte: r7

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Emprego

Brasil cria 155 mil empregos com carteira assinada em maio

por Redação 29 de junho de 2023

O Brasil abriu 155.270 novas vagas de trabalho com carteira assinada no mês de maio, mostram dados divulgados nesta quinta-feira (29) pelo Caged (Cadastro Nacional de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho e Emprego.

O quinto saldo positivo seguido do indicador é fruto de 2.000.202 admissões e de 1.844.932 desligamentos formais realizados ao longo do mês passado.

Apesar de positivo, o resultado mantém a tendência de desaceleração originada em fevereiro, quando foram confirmadas 247.937 contratações formais. No acumulado dos cinco primeiros meses de 2023, o saldo do mercado de trabalho é de 865.360 novos empregos, com 9.968.329 admissões e 9.102.969 desligamentos.

O estoque, que representa a quantidade total de vínculos celetistas ativos no Brasil, totaliza 43.309.785 cargos CLT ocupados em território nacional. O número significa uma variação de +0,36% em relação ao apurado no mês de abril.

Já no acumulado dos 12 meses finalizados em maio, foram criadas 1.783.713 vagas formais de trabalho no Brasil. O aumento ocorre com 22.853.069 admissões e 21.069.356 desligamentos no período.

No mês, as contratações superaram as demissões em todas as cinco regiões brasileiras, com destaque para o Sudeste (+102.749 vagas). Na sequência aparecem o Nordeste (+14.683 postos), o Centro-Oeste (+14.473 cargos), o Norte (+12.624 colocações) e o Sul (+8.870 empregos).

Setores
Ao longo do mês de maio, houve geração de empregos em todos os cinco setores econômicos analisados pelo Caged, com destaque mais uma vez para o ramo de serviços, responsável pela abertura de 83.915 postos formais no período.

A construção (+27.958 postos), a agropecuária (+19.559 cargos), o comércio (+15.412 contratações) e a indústria (+8.429 vagas), puxada pela indústria de transformação (+5.757 postos), também tiveram mais contratações do que demissões.

Fonte: r7

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EmpregoSão Paulo

Cidades mais afetadas por chuvas no litoral de SP perdem vagas de trabalho após tragédia

por Redação 10 de maio de 2023

As cidades de São Sebastião e Ubatuba, as duas mais afetadas pelos temporais que atingiram o litoral norte de São Paulo no final do mês de fevereiro, amargaram o corte de vagas de trabalho com carteira assinada no mês de março.

De acordo com dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho, São Sebastião fechou o mês seguinte ao desastre com 249 postos formais a menos. Em Ubatuba, houve o desligamento de 214 cargos.

As cidades de Bertioga e Ilhabela também sofreram com o desastre e perderam, respectivamente, 51 e 17 postos formais de trabalho em março. Já em Caraguatatuba (21) e no Guarujá (48), o volume de contratações superou o de demissões.

A tragédia que atingiu o litoral norte de São Paulo resultou em 65 óbitos, sendo 64 deles em São Sebastião e um em Ubatuba. Os demais municípios atingidos pela tragédia não contabilizaram mortes.

Diante da catástrofe, foi liberado o Saque Calamidade do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) aos trabalhadores das cidades afetadas pelos temporais. O prazo para a solicitação dos recursos termina no próximo dia 21 de maio.

Fonte: r7

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EmpregoGuarulhos

Pedidos de seguro-desemprego começam o ano com alta de 16%

por Redação 9 de março de 2023

O número de pedidos de seguro-desemprego voltou a subir no começo deste ano. Foram registrados 614.085 requerimentos em janeiro, um aumento de 16% em relação ao mesmo mês de 2022, em que houve 529.826 solicitações, e também a dezembro, com 533.028. O total pago foi de R$ 3,1 bilhões no primeiro mês deste ano.

No acumulado do ano passado, as solicitações dispararam 9,9%, com 6,689 milhões de requerimentos, depois de recuar 10,25% no ano de 2021, de acordo com o Painel de Informações do Seguro-Desemprego, do Ministério do Trabalho Social.

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Ao longo de todo o ano passado, o governo repassou 23,978 milhões de parcelas do benefício destinado aos trabalhadores que perdem o emprego, totalizando desembolsos de R$ 35,969 bilhões. O montante distribuído é 16,5% superior ao repassado em 2021: R$ 30,872 bilhões.

Mas o recorde de requerimentos foi registrado em maio de 2020, com 960.308, a maior marca da série histórica, no começo da pandemia de coronavírus.

Para Fernando de Holanda Barbosa Filho, pesquisador sênior da área de Economia Aplicada do FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas), a alta do número absoluto tem muito mais a ver com o aumento de formalização do ano anterior. “O número de pessoas elegíveis ao seguro-desemprego aumentou, porque no ano passado teve uma forte formalização do emprego no Brasil”, explica o pesquisador.

Todo final de ano tem um ajuste no número de empregos. A empresas contratam temporários, alguns são efetivados, mas grande parte não, e nesse processo tem o ajuste que é sazonal. Com isso, tem aumento do percentual de pessoas com acesso ao seguro-desemprego.

“Vejo como algo muito mais cíclico, e não um sinal de que a economia está despencando. Tem mais gente neste ano, porque o emprego formal subiu, e todo final de ano tem essa demissão. Por exemplo, no ano da pandemia não teve demissão em dezembro, porque não teve emrpego. Vejo a demissão centrada mais forte no seguro-desemprego como outro lado dessa moeda de maior formalização ao longo do ano”, acrescenta. Barbosa Filho.

A taxa de desemprego fechou o ano de 2022 em 9,3%. É o menor valor desde 2015, segundo os dados da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

No último trimestre do ano passado, de outubro a dezembro, 7,9% da população do país estava procurando emprego. O número indica um recuo de 0,8 pontos percentuais em relação aos três meses anteriores, entre julho e setembro, quando o índice de desocupação registrado pelo instituto foi de 8,3%.

Já o Caged (Cadastro Nacional de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho Social, mostrou que o país abriu 2.037.982 vagas de trabalho com carteira assinada ao longo de 2022, mas com desaceleração em dezembro. Os números de janeiro de 2023 serão divulgados nesta quinta-feira (9).

Outro índice que antecipa os rumos do mercado de trabalho, o IAEmp (Indicador Antecedente de Emprego do Brasil) avançou 0,8 ponto em fevereiro, a 74,7 pontos, compensando queda que havia sido registrada em janeiro. O indicador havia recuado 0,8 ponto no mês anterior. Apesar da recuperação do terreno perdido, o índice segue em níveis historicamente baixos, segundo a FGV).

Mas a tendência para este ano é de desaceleração. “O próprio PIB (Produto Interno Bruto) que saiu recentemente mostrou que o último trimestre do ano já foi bem mais fraco. Por isso, a tendência é um mercado de trabalho mais fraco que dos anos anteriores. Além da política monetária apertada, com a briga do governo Lula com o presidente do Banco Central por causa dos juros, para colocar a inflação nos eixos. Isso tende a desaquecer a economia. Portanto, neste ano o mercado de trabalho não deve ter desempenho tão bom”, avalia Barbosa Filho.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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