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CALOR

Transporte

Motoristas de aplicativo podem cobrar para ligar o ar-condicionado? Veja o que as empresas falam

por Redação 17 de novembro de 2023

Diversas imagens de placas nos bancos de carros de motoristas de aplicativo com pedido de taxa para ligar o ar-condicionado do carro durante a corrida viralizaram nas redes nas últimas semanas, em razão da forte onda de calor no país. O assunto causou polêmica, e muitos questionaram o que os aplicativos acham dessa atitude.

Em nota ao R7, a Uber afirmou que o ar-condicionado é um dos requisitos para o cadastro de automóveis na plataforma em todas as modalidades. Porém, os motoristas não são obrigados a ligá-lo durante a corrida.

“A temperatura do veículo assim como outros aspectos, como rádio/música, fazem parte das preferências de viagem que podem ser combinadas mutuamente entre o motorista parceiro e o usuário para uma viagem confortável para todos”, disse a empresa.

O aplicativo também afirmou que não deve haver a cobrança de taxas extras por fora do aplicativo. “Os usuários não devem aceitar cobranças realizadas fora da plataforma da Uber, que representam violação ao Código e podem levar à desativação da conta do responsável”, finalizou.

A 99 também informou ao R7 que a utilização ou não do ar-condicionado deve ser combinada entre o motorista e o passageiro, para que “a viagem ocorra de forma confortável para ambos”.

“A empresa reforça, ainda, que o bom senso, o respeito, a empatia e a gentileza são fundamentais para que a experiência do passageiro e do motorista parceiro seja a melhor possível”, afirmou.

O aplicativo finalizou ao dizer que tanto o condutor quanto o passageiro são incentivados a avaliar a corrida, podendo registrar qualquer tipo de intercorrência ou incômodo.

O que dizem os motoristas
As imagens das placas rodaram a internet e geraram diversas críticas aos motoristas. Por isso, alguns deles decidiram se posicionar e explicar o motivo da cobrança.

Muitos deles afirmaram que o valor recebido pelas corridas não é o suficiente para cobrir os custos de ligar o ar.

“Eu rodo por aplicativo e não uso ar-condicionado. Porém, se o passageiro pagar R$ 5 ligo o ar tranquilamente. A questão é que a Uber paga um valor que, de fato, não dá condições”, afirma um motorista.

Como o preço da viagem é fixo e não varia conforme outras condições, como o uso ou não do ar-condicionado, uma opção para o passageiro que deseja pagar um “extra” ao motorista, sem precisar fazer pagamentos fora do aplicativo, é usar as alternativas de gorjetas disponibilizadas.

Fonte: r7

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Brasil

Calorão deve aumentar consumo de energia no Brasil em até 15,6%

por Redação 14 de novembro de 2023

Os termômetros devem seguir batendo recorde no Brasil nos próximos dias. Em meio ao calorão, a demanda por energia no país aumentará em até 15,6% nesta semana, na comparação com o período de 11 a 17 de novembro de 2022. Essa projeção é do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), por meio do SIN (Sistema Interligado Nacional).

Em novembro, a carga de energia elétrica (o consumo mais as perdas elétricas) de todo o país deverá atingir 79.781 MWmed (megawatts médios), uma variação positiva média de 11% ante o mesmo mês de 2022, quando ficou em 71.000 MWmed.

Se esse número, que está no boletim mais recente do ONS, for confirmado, vai ser a primeira vez no ano que a variação, na comparação com o mesmo período do ano passado, apresenta uma alta de dois dígitos.

Diz o documento: “As previsões são de elevação nas temperaturas médias em grande parte do país, condição que tem impacto na carga”. O clima mais quente leva a um maior uso de refrigeradores e aparelhos de ar-condicionado, o que aumenta a demanda de energia elétrica.

No boletim anterior, o operador nacional estimou que a demanda de novembro seria de 77.394 MWmed, alta de 7,6% na comparação com o mesmo período de 2022. A estimativa foi revisada para cima em reunião da entidade na última sexta (10).

A MWmed indica a Carga Própria de Energia, que é a relação entre a eletricidade gerada em MWh (megawatt-hora) e o tempo de funcionamento das instalações. Ou seja, é a medida da demanda média exigida de uma instalação ou conjunto de instalações durante um certo período.

Quanto à demanda por submercados, o boletim mais recente do ONS informa que o subsistema que abastece a região Norte deverá ter a maior variação no consumo de energia elétrica, de 15,6% (7.752 MWmed).

O subsistema das regiões Sudeste/Centro-Oeste, o mais importante do país, vem na sequência, com variação de 12,1%, e deve atingir uma carga de 45.513 MWmed. Depois, vêm Nordeste, com alta de 11,6% (13.407 MWmed), e Sul, com avanço de 4,4% (13.109 MWmed).

Sem falta de água
No boletim anterior, o ONS havia informado que a ENA (Energia Natural Afluente), quantidade de água recebida de forma natural por uma usina hidrelétrica e que pode ser transformada em energia, do Sudeste/Centro-Oeste deve fechar novembro em 113% da MLT (Média de Longo Termo).

Trata-se de um patamar superior ao que foi divulgado na primeira projeção, de 92%. A variação positiva tende a reduzir a necessidade de acionamento das usinas termoelétricas para abastecer as regiões, o que poderia ocasionar em um aumento das contas de luz. O movimento é diferente do enfrentado em alguns estados do Norte e do Nordeste, que sofrem com um período de seca.

Conforme a ONS, as indicações atuais das regiões Sul e Norte podem chegar a, respectivamente, 384% e 68% da Média de Longo Termo. Por outro lado, o subsistema Nordeste tem ENA estimada em 32% da MLT.

O relatório mostra ainda que a energia armazenada nos reservatórios apresenta estabilidade, e está mantida a possibilidade de os subsistemas Sudeste/Centro-Oeste e Sul encerrarem novembro acima de 60%, números também superiores aos divulgados nas projeções anteriores.

Se o que está previsto para o Sudeste/Centro-Oeste se confirmar, o índice será 23,4 pontos percentuais superior ao de novembro de 2022, o melhor resultado para a época em toda a série histórica, iniciada em 2000. As indicações no Nordeste e Norte seguem o mesmo padrão.

Recorde
Na tarde desta segunda-feira (13), o Brasil alcançou uma marca histórica de demanda de energia elétrica, atingindo 100.480 MW (megawatts), o equivalente a 100,542 GW (gigawatts).

Segundo o ONS, o recorde foi motivado pelo calor intenso na região Sudeste. A média de consumo de energia no país ao longo de um mês é de, aproximadamente, 73 mil MW.

Altas temperaturas e fornecimento de energia
A onda de calor que atinge o Brasil fez o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) emitir um alerta vermelho de grande perigo em seis estados e no Distrito Federal. As temperaturas nesses locais devem ficar 5°C acima da média por mais de cinco dias consecutivos.

Segundo a autarquia, os termômetros devem marcar até 45°C, e a sensação térmica poderá ser ainda maior. O aviso do Inmet começou a valer na última sexta-feira (10) e vai até as 23h59 desta quarta-feira (15).

A empresa MetSul meteorologia alerta sobre a possibilidade de haver interrupções no fornecimento de energia elétrica em várias cidades, causadas pelo calor extraordinário e sem precedentes. São cortes localizados, devido a problemas na rede de distribuição, em razão das altas temperaturas.

Segundo a companhia, isso já aconteceu neste ano, na onda de calor de setembro, no município de Aragarças (Goiás), que no dia 19 daquele mês registrou temperatura máxima de 44,3ºC na estação do Inmet. Naquele período, a cidade e outros locais do estado passaram por cortes de energia, com quedas frequentes e oscilações constantes.

Ondas de calor como a desta semana, em que há aumento da demanda de energia, podem levar a rodízios de cortes, realizados para atenuar a carga sobre o sistema, como já acontece em outros países nos dias mais quentes, diz a MetSul.

Nesses rodízios, também conhecidos como cortes de carga rotacional, o desligamento de energia elétrica é projetado intencionalmente, e o fornecimento de eletricidade é interrompido por períodos de tempo não sobrepostos em diferentes partes da região de distribuição.

O objetivo é evitar um apagão, que pode ser provocado pela pressão sobre a rede elétrica, causada pelo aumento do uso de equipamentos, caso não haja eletricidade suficiente disponível no sistema. Esse é o pior cenário para os operadores de rede em todo o mundo, o que eles lutam para evitar, com as ondas de calor extremo.

Fonte: r7

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MundoSustentabilidade

Julho de 2023 bate recorde e se torna o mês mais quente já registrado na história

por Redação 8 de agosto de 2023

Julho de 2023 bateu o recorde de mês mais quente já registrado na Terra, 0,33ºC acima do recorde anterior, de julho de 2019, anunciou nesta terça-feira (8) o observatório europeu Copernicus.

O mês passado também foi marcado por ondas de calor e incêndios em todo o mundo, com temperaturas médias na atmosfera 0,72ºC mais elevadas que as médias registradas no mês de julho entre 1991 e 2020.

A dúvida entre os cientistas era reduzida: em 27 de julho os especialistas já consideravam “extremamente provável” que julho de 2023 seria o mês mais quente já registrado, com todas as estações combinadas.

Nas palavras do secretário-geral da ONU, António Guterres, a humanidade saiu da era do aquecimento global para entrar na era da “ebulição global”.

Os oceanos também são vítimas do fenômeno preocupante: as temperaturas registradas na superfície do mar estão muito elevadas desde abril, e os níveis registrados em julho não têm precedentes.

O recorde absoluto foi batido em 30 de julho, com 20,96ºC. Durante todo o mês, a temperatura na superfície do mar ficou 0,51ºC acima da média (1991-2020).

“Fenômenos extremos”
“Acabamos de testemunhar as temperaturas globais do ar e as temperaturas globais da superfície dos oceanos estabelecendo novos recordes históricos. Os recordes têm consequências terríveis para as pessoas e para o planeta, que estão expostos a eventos extremos cada vez mais frequentes e intensos”, afirmou Samantha Burgess, vice-diretora do serviço europeu Copernicus sobre Mudanças Climáticas (C3S).

Os sinais do aquecimento global provocado pelas atividades humanas — começando pelo uso de combustíveis fósseis (carvão, petróleo, gás) — foram registrados simultaneamente em todo o planeta.

A Grécia sofreu grandes incêndios, assim como o Canadá, que também registrou inundações.

As ondas de calor sucessivas no sul da Europa, norte da África, sul dos Estados Unidos e parte da China também provocaram muitos danos.

A rede científica World Weather Attribution (WWA) concluiu que as recentes ondas de calor na Europa e nos Estados Unidos teriam sido “praticamente impossíveis” sem o efeito da atividade humana.

O observatório Copernicus também afirma que o gelo marinho antártico atingiu o menor nível para um mês de julho desde o início das observações por satélite, 15% abaixo da média do mês.

“Emergência”
“2023 é o terceiro ano mais quente até o momento, 0,43°C acima da média recente, e apresenta uma temperatura média global em julho 1,5°C acima dos níveis pré-industriais”, acrescenta Samantha Burgess.

O resultado de 1,5ºC é simbólico porque esse é o limite mais ambicioso estabelecido pelo Acordo de Paris para restringir o aquecimento global.

Porém, o limite a que se refere esse acordo internacional envolve médias de muitos anos, e não de apenas um mês.

“Embora tudo isto seja apenas temporário, mostra a urgência de esforços ambiciosos para reduzir as emissões globais de gases de efeito estufa, que são a principal causa dos recordes”, conclui Samantha Burgess.

E é possível que o ano de 2023 não tenha encerrado sua temporada de recordes.

“Para 2023 esperamos um fim de ano relativamente quente com o desenvolvimento do fenômeno do El Niño”, recorda o Copernicus.

O fenômeno climático cíclico sobre o Pacífico é, de fato, sinônimo de aquecimento global adicional.

Fonte: r7

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Saúde

Menopausa tem outros sintomas além das ondas de calor; saiba quais são

por Redação 28 de julho de 2023

Se existe uma certeza para as mulheres ao chegar à meia-idade, essa é a de que logo os primeiros efeitos da menopausa aparecerão.

“A menopausa é a fase na vida da mulher em que a menstruação e a fertilidade terminam. Normalmente ocorre entre os 45 e 55 anos, sendo a média aos 51 anos”, explica a endocrinologista Thaís Mussi, da SBEM (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia). Nesse momento, o sistema reprodutor feminino para de produzir os hormônios estrogênio e progesterona, e os ovários encerram suas atividades.

Outros fatores que podem levar à menopausa, além da própria interrupção natural desses ciclos, são algumas cirurgias, quimioterapia e radiações, segundo Isis Toledo, também endocrinologista da SBEM.

A consolidação da menopausa se dá a partir da observação da última menstruação e desde que constatado um período de 12 meses sem o ciclo. Antes disso, ocorre o climatério, período que marca a transição entre a fase reprodutiva e o último ciclo menstrual.

Nessa fase, é comum que existam irregularidades menstruais, que podem passar de dois a três meses entre um ciclo e outro até a interrupção definitiva, além de apresentar sintomas semelhantes aos da menopausa.

O ginecologista e obstetra Alexandre Silva e Silva afirma que, entre os sintomas gerados pelo fim dos ciclos menstruais, as mulheres podem sentir ondas repentinas de calor (conhecidas também como fogachos), seguidas por suores frios, insônia, diminuição da libido, depressão, perda da lubrificação vaginal e redistribuição de gordura, o que pode ocasionar ganho de peso.

É possível ainda que esse período traga alterações na memória e na concentração, assim como redução da densidade óssea, segundo Thaís Mussi.

Os especialistas afirmam que a menopausa pode ocorrer de maneira precoce, antes dos 40 anos de idade, devido a alguns tratamentos médicos ou por algumas condições médicas.

“Geralmente a causa é autoimune e isolada, mas pode estar associada a outras doenças endócrinas, como síndrome poliendócrina autoimune, doenças tireoidianas, adrenais e diabetes”, informa Isis Toledo.

Diante das alterações sofridas pelo organismo, é comum também que haja um risco aumentado para o desenvolvimento de determinadas doenças, como a obesidade, aumentando a resistência à insulina e podendo evoluir para o diabetes; o surgimento da hipertensão arterial sistêmica, evoluindo para doenças cardiovasculares e insuficiência renal; depressão e ansiedade; osteoporose; incontinência urinária e prolapsos genitais.

Os médicos ressaltam que os cuidados após o início da menopausa devem ser mantidos, com visitas anuais ao ginecologista e realização dos exames preventivos.

Silva lista que os principais são a mamografia e ultrassom de mamas bilateral; ultrassonografia pélvica e transvaginal; exames de sangue para estudar o perfil lipídico; e dosagens hormonais.

Quanto à realização do papanicolau, ele esclarece que a recomendação atual da Figo (Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia) é que, caso a mulher tenha os últimos dois exames sem nenhuma alteração, o rastreamento seja feito a cada três anos.

Para diminuir os sintomas da menopausa, a recomendação é sempre buscar auxílio profissional para verificar a necessidade de reposição hormonal. Para mulheres que tiveram diagnóstico de câncer de mama, hiperplasia endometrial não tratada, hepatopatia aguda, tromboembolias ou infarto, o tratamento é contraindicado.

Fonte: r7

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Mais previsões: Meteorologia 25 dias

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