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CHUVAS

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Lula decide adiar viagem ao Chile por causa das chuvas no RS

por Redação 13 de maio de 2024

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu cancelar a viagem que seria realizada nesta semana para o Chile, entre os dias 17 e 18 de maio. Não há, ainda, uma nova data. O motivo do adiamento se dá em decorrência das fortes chuvas que atingem o Rio Grande do Sul. No país vizinho, o petista iria se encontrar com o presidente chileno, Gabriel Boric, para tratar de diversos assuntos, por exemplo, comércio e combate ao crime transnacional.

Integrantes do governo federal planejam uma nova ida de Lula ao estado nesta semana, e as datas avaliadas são a próxima terça-feira (13) ou quarta-feira (14). O presidente da República esteve no Rio Grande do Sul ao menos duas vezes desde o início das chuvas.

Em novo boletim divulgado neste domingo (12), a Defesa Civil subiu para 145 o número de mortos e para 132 o de desaparecidos em decorrência das enchentes que devastaram o estado. Ao todo, 447 cidades foram afetadas pelas águas. Conforme o governo estadual, são 806 feridos e mais de 538 mil desalojados.

Mais de R$ 60 bilhões para o Rio Grande do Sul

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, usou as redes sociais neste domingo (12) para comentar a medida provisória, editada por Lula e que autoriza R$ 12,1 bilhões em créditos extraordinários para ajudar o Rio Grande do Sul. O titular afirmou que, até agora, o total de recursos destinados ao estado, na fase emergencial, é de R$ 62 bilhões.

“O presidente Lula editou a MP 1218/24, que autoriza R$ 12,1 bi em créditos extraordinários para o RS. Com isso, os recursos já liberados para essa primeira fase emergencial totalizam mais de R$ 62 bi. Na MP, estão previstos recursos extras para seguro desemprego; serviços para a saúde primária, especializada e vigilância epidemiológica; contratação temporária de médicos; reposição de medicamentos perdidos nas enchentes; garantia do atendimento nos postos de saúde e hospitais; reconstrução de infraestrutura rodoviária; e ações da Defesa Civil e de atendimentos emergenciais executados pela Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Força Nacional”, disse Alckmin.

Fonte: r7

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São Paulo

Ministério Público de São Paulo instaura inquérito para investigar Enel após apagão

por Redação 10 de novembro de 2023

O MP-SP (Ministério Público de São Paulo) instaurou um inquérito civil, na tarde desta quinta-feira (9), para apurar as irregularidades da concessionária de energia Enel durante o apagão no estado de São Paulo na última sexta-feira (3).

O objetivo é analisar o prejuízo e o sofrimento causados à população, a quantidade de equipes disponíveis para atender os clientes e a redução de 35% dos funcionários nos últimos anos — além de obrigações contratuais e prejuízos ao patrimônio público estadual e municipal.

O inquérito é representado pela Samorcc (Associação de Moradores e Empreendedores do Bairro Cerqueira César).

No documento enviado pelo MP-SP, um dos apontamentos é a informação de que, após seis dias desde a queda de energia, alguns moradores ainda não tiveram o restabelecimento do serviço.

A ausência do fornecimento elétrico causou prejuízos, como alimentos perecíveis estragados, e houve pessoas com doenças que precisavam de aparelhos específicos, como respiradores.

Outro item considerado foi em relação à demora no atendimento ao cliente na central telefônica e à falta de esclarecimento da situação.

Será expedido um ofício à Enel, ao qual ela deverá responder em um prazo de 15 dias, sobre quedas de energia, listagem de ruas que ficaram sem fornecimento, explicação da demora, plano de emergência adotado, informações a respeito das demissões, contratos com terceirizadas e novas medidas adotadas para evitar futuras quedas.

Outro ofício também será enviado à Prefeitura de São Paulo, que deve ser respondido em até 20 dias, com o prejuízo na cidade e as medidas adotadas para auxiliar no restabelecimento da energia.

Fonte: r7

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BrasilSegurança

Temporais deixam mais de 5 mil famílias desalojadas em Rio Branco

por Redação 25 de março de 2023

O governo do Acre decretou, nesta sexta-feira (24), estado de emergência em decorrências das fortes chuvas que afetaram a capital do estado, Rio Branco. Segundo o boletim mais recente do Corpo de Bombeiros, cerca de 23 mil pessoas foram atendidas e mais de cinco mil famílias estão desabrigadas.

O nível do Rio Acre atingiu a marca de 15,80 metros nas primeiras horas da manhã de sexta, ultrapassando a cota de transbordamento de 14 metros.

Para conter os avanços dos desastres, equipes do Corpo de Bombeiros Militar (CBMAC), da Polícia Militar (PMAC), da Defesa Civil estadual e municipal e das secretarias do Estado e Prefeitura de Rio Branco se mobilizaram para atender as pessoas atingidas.

As fortes chuvas causarem alagamentos, desmoronamentos e o bloqueio de ruas e rodovias em diversos pontos da capital e municípios do estado.

“Fiquei impressionado com os estragos causados por conta dessa chuva. Muitas casas estão debaixo d’água e o momento pede a união de todos. Governo do Estado e Prefeitura de Rio Branco estão juntos para dar a melhor resposta à nossa população”, disse Gladson Cameli, governador do Acre, enquanto sobrevoava alguns dos bairros mais devastados.

O governo, agora, abriu uma campanha para arrecadar doações às famílias que perderam tudo com as chuvas.

Fonte: r7

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CidadeGuarulhos

Cidades estão despreparadas para chuvas intensificadas por alterações climáticas

por Redação 15 de março de 2023

As fortes chuvas ocorridas recentemente têm deixado rastros de destruição por todo o estado de São Paulo. Desabamentos, crateras e até mortes são consequência de uma infraestrutura desatualizada, que não suporta a alta quantidade de chuva condicionada pelo novo quadro climático do planeta, segundo especialistas.

No fim da tarde da quarta-feira (8), a chuva intensa que atingiu a zona leste da capital paulista fez com que o muro da arquibancada de um campo de futebol localizado na comunidade do Jardim Sinhá desabasse. Com ele, o asfalto também cedeu.

“O campinho aqui é praticamente o nosso quintal de casa e representa tudo para nós. Reformamos há menos de três meses, e foi um sonho. Agora, a comunidade fica triste porque a alegria era o campeonato do fim de semana”, contou o morador Kaique de Camargo Pinheiro. O campo foi interditado pela Defesa Civil e não tem data para ser liberado.

Crateras
Há um motivo para que casos de asfalto que desaba e crateras nas ruas se tornem cada vez mais comuns. De acordo com o engenheiro civil Celso Santos Carvalho, o sistema de drenagem urbana do estado de São Paulo está em descompasso com o novo cenário climático atual: chuvas mais intensas e em maior quantidade em um curto período.

“Estamos sentindo os efeitos de um novo tipo de clima sobre o qual os cientistas já nos alertavam lá atrás. As chuvas estão cada vez mais fortes e mais frequentes, e o sistema de drenagem urbana não está mais dando conta dessa demanda”, afirmou o engenheiro.

As rachaduras nas vias têm relação direta com as mudanças climáticas, segundo a meteorologista Daniela Freitas, uma vez que o sistema atual de drenagem urbana não consegue mais suportar os eventos extremos de chuva que acontecem de forma gradual.

A especialista em mudanças climáticas explica que, de cem anos para cá, a quantidade de chuva não mudou muito. A diferença é que antigamente o fenômeno era muito mais bem distribuído do que é hoje.

“Antes, a chuva acontecia ao longo de todos os dias do mês de forma um pouco mais regular. Por mais que tivesse um dia ou outro com precipitação um pouco mais acentuada, ainda assim não era uma chuva tão extrema e volumosa em um curto período como atualmente”, disse.

De acordo com dados do CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências), da Prefeitura de São Paulo, os últimos meses têm sido de chuva acima da média na cidade. Março continua com chuva em todos os dias até o momento e já acumulou 56,3 mm, o que equivale a 31,7% da média dos 177,6 mm esperados para o mês.

Sistema de drenagem urbana
O sistema de drenagem urbana foi projetado exatamente para coletar a água proveniente da chuva, que cai no telhado das casas, passa para a calha, vai para a sarjeta e chega aos dutos subterrâneos, que a conduzem para galerias e esgotos de águas pluviais.

Os tubos já não são capazes de comportar essa maior quantidade de chuva intensa que vem sendo observada nos últimos meses. “Tem mais água chegando, mais rápido e com mais intensidade do que antes. A água entra e faz pressão nos dutos subterrâneos, que não conseguem comportá-la e acabam transbordando. A água se acumula no solo e o deixa encharcado e escorregadio, suscetível ao desabamento e à formação de crateras”, explicou Celso.

Cidade impermeabilizada
A ocupação desordenada em áreas urbanas é um fator que potencializa casos de formação de cratera nas ruas e desabamento. A aglomeração populacional tem por consequência a impermeabilização do solo, o que impede o escoamento da água da chuva para locais propícios.

“A ação do homem, como construções e desmatamentos, acaba influenciando esse cenário, já que cada vez mais as áreas impermeabilizadas estão ganhando espaço e as vegetações, ficando mais escassas”, afirma a meteorologista Maria Clara Sassaki.

Para a também meteorologista Daniela Freitas, as cidades estão crescendo de uma forma que a estrutura não está preparada para receber essas chuvas um pouco mais volumosas. Um exemplo desse fato é o desastre que aconteceu no litoral norte de São Paulo, em fevereiro deste ano.

Casas construídas em encostas de morros foram devastadas pela lama, crateras foram formadas nas ruas e ao menos 65 vidas foram perdidas. “Uma vez que áreas inapropriadas para se viver estão sendo ocupadas, quando recebem volumes muito grandes de chuva ficam cada vez mais suscetíveis a esses acontecimentos”, disse Daniela.

Ação humana
Para cada reação da natureza existe uma ação do ser humano. “Essa oscilação que acontece na distribuição de precipitação ao longo de um ponto é uma resposta de uma consequência antropogênica. Isso é um reflexo do que nós mesmos estamos fazendo com o planeta”, afirmou Daniela.

A meteorologista explica que o desequilíbrio desenfreado das chuvas está relacionado ao aumento da temperatura média global, provocado pelas altas emissões de gases de efeito estufa. “Se aquece algum ponto, a atmosfera busca resfriar de alguma forma, por meio de evaporação, precipitação ou formação de ventos extremos”, disse.

Além da emissão de gases e do desmatamento, a quantidade de lixo nas ruas influencia a formação de cratera no asfalto, uma vez que pode ser levado pela água e entupir a infraestrutura de drenagem.

Sendo assim, o arquiteto Nabil Bonduki, professor de planejamento urbano da USP e relator do Plano Diretor Estratégico de São Paulo, acredita que o sistema de gestão dos resíduos sólidos nas cidades precisa mudar. “Hoje todo mundo põe o lixo para fora de casa no meio-fio, esperando a coleta passar. Quando chove, esse lixo no chão é levado na primeira enxurrada, o que entope as bocas de lobo, fazendo com que a água suba mais rapidamente”, explicou.

O que precisa ser feito?
O arquiteto Nabil Bonduki não nega a existência de um problema grave no sistema de drenagem urbana. Segundo ele, as galerias não aguentam a vazão da água em função das chuvas intensas porque elas foram dimensionadas para outro período e para outra cidade. Como alternativa, o especialista sugere a manutenção e construção de piscinões que redirecionem e impeçam o sistema de drenagem de ficar sobrecarregado.

“O que a prefeitura precisa agora é corrigir os erros do passado, realizar uma grande ação dos sistemas em áreas precárias e promover projetos de cobertura vegetal. É preciso ter maior rigor na aprovação de projetos para garantir que novas estruturas de drenagem contemplem a situação climática em que vivemos”, explicou.

Assim como Nabil, o engenheiro Celso Santos Carvalho sugere a atualização dos planos diretores, que ditam o crescimento da cidade e a função dos bairros. Ele pede, ainda, a modernização do sistema de drenagem urbana para as novas demandas impostas pelas alterações climáticas.

“Mudou o clima, então todos os nossos parâmetros de projetos e infraestrutura precisam ser readaptados, refeitos e atualizados. A gente precisa redimensionar todo o sistema e atualizar os mapas de risco”, afirmou.

Por meio do site GeoSampa, o Governo do Estado de São Paulo disponibiliza um mapa que mostra áreas de risco geológico e hidrológico. “Vale fazer uma discussão sobre os critérios de mapeamento e adequá-los a este novo cenário”, disse o especialista.

Além disso, Carvalho chama atenção para um fator crucial para evitar mortes e desastres: a previsão do tempo. Com os estudos da meteorologia, segundo Maria Clara, é possível prever eventos extremos e quais áreas serão afetadas. Dessa forma, pessoas conseguem se prevenir, isolar zonas de risco e evitar fluxos propícios a alagamentos.

Durante o temporal da quarta-feira (8), por exemplo, uma idosa morreu afogada dentro do próprio carro, em uma enchente na rua Gaivota, em Moema, bairro nobre da zona sul de São Paulo, por volta das 18h. Daniela destaca a importância de acompanhar os avisos divulgados pelos órgãos públicos para que as pessoas estejam preparadas para os fenômenos extremos.

“Quando a gente solta esses alertas, as pessoas conseguem se precaver, se prevenir, conseguem tomar uma decisão antes de acontecer alguma coisa. Isso, sim, ajuda a reduzir até a possibilidade de mortes”, afirmou.

Obras preventivas
De acordo com a Prefeitura de São Paulo, os investimentos em obras de drenagem vêm aumentando com o objetivo de aprimorar a capacidade e o funcionamento do sistema. Em 2023, a expectativa é que os investimentos da Siurb (Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras) superem R$ 1 bilhão.

A SMSUB (Secretaria Municipal das Subprefeituras) realiza o trabalho preventivo por meio da limpeza de galerias, ramais, bocas de lobo e poços de visita, além da poda de árvores e corte de grama. O órgão também trabalha na construção de reservatórios e canalização de córregos.

Na visão do arquiteto e professor Arnaldo Machado, as ações da prefeitura, que andam em corresponsabilidade com o estado, ainda tem deixado a desejar quando o assunto é a poluição no sistema de drenagem urbana. “O mundo está limpando seus córregos, tratando, despoluindo… a gente está muito atrasada nisso”, comentou.

Governo do Estado de São Paulo sobre novos projetos para o sistema de drenagem urbana e planos de prevenção contra desastres causados pela chuva, mas não obteve retorno.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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São PauloSegurança

Prefeitura pede que turistas não visitem litoral de SP após criticar vídeo de homem dançando na praia

por Redação 24 de fevereiro de 2023

A Prefeitura de São Sebastião pediu mais empatia aos turistas em meio à tragédia que deixou 50 mortos e mais de 2.000 pessoas desalojadas no litoral norte de São Paulo no último fim de semana, após criticar vídeo de homem dançando na praia.

“Vamos ter empatia! Vamos ter solidariedade! Não é o momento para os turistas visitarem São Sebastião”, afirma a gestão municipal na publicação. Nas imagens, o homem aparece dançando com um copo na mão próximo a três mulheres sentadas em cadeiras, enquanto um helicóptero sobrevoa a praia.

A postagem, com mais de 1.200 comentários, dividiu opiniões. Alguns internautas condenaram a publicação e alegaram que muitas pessoas não conseguiram cancelar as viagens. Outros criticaram a falta de empatia.

Um morador de Juquehy, por exemplo, relatou que um grupo alugou uma residência e fez uma festa de Carnaval um dia depois da tragédia.

O Governo de São Paulo também orienta os turistas a não viajarem para as regiões afetadas do litoral norte neste fim de semana. O objetivo é evitar sobrecarregar o atendimento em hospitais, o trânsito nas estradas e o abastecimento de água e de alimentos na região.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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São PauloSegurança

Chuvas no estado de SP causam 26 mortes e deixam 5 desaparecidos

por Redação 14 de fevereiro de 2023

São Paulo soma 26 mortes e cinco desaparecimentos em decorrência das chuvas no estado, revela balanço da Defesa Civil, que considera o período a partir de 1º de dezembro, quando teve início a Operação Chuvas de Verão. A maioria dos óbitos ocorreu em Araraquara, com sete registros. Foram contabilizadas 255 ocorrências, com 20 feridos, 1.183 desabrigados e 7.202 desalojados.

Na manhã desta terça-feira (14), o Corpo de Bombeiros faz uma operação em Mauá para a busca de uma pessoa que desapareceu nas águas das chuvas do dia 12 de fevereiro. A equipe está concentrada no Piscinão de Capuava.

Dos municípios que operam o Plano Preventivo de Defesa Civil, 132 permanecem em observação e 42 em atenção. As cidades de Aparecida, Socorro e Ferraz de Vasconcelos continuam em alerta. Segundo a Defesa Civil, no último fim de semana fortes chuvas causaram danos às regiões metropolitanas de São Paulo, Vale do Paraíba e Sorocaba.

A Defesa Civil divulgou novo alerta sobre fortes chuvas no estado até quinta-feira (16). A previsão é de 55 milímetros (mm) na Baixada Santista, 60 mm na Grande São Paulo e no litoral norte, 70 mm no Vale do Ribeira e em Itapeva, 75 mm em Campinas e Sorocaba e 80 mm no Vale do Paraíba. O maior volume, com 120 mm, está previsto para a região da serra da Mantiqueira.

Mais danos
Fortes chuvas também atingiram o município de São Luiz do Paraitinga, no Vale do Paraíba. O centro histórico do município tem arquitetura em estilo colonial, preserva características da época dos barões do café e foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 2012.

Não é a primeira vez que a cidade enfrenta danos causados pelas chuvas. Em 2012, uma enchente danificou grande parte do município. O dossiê de tombamento que tinha sido finalizado pelo Iphan em 2009 foi atualizado após essa ocorrência.

A cidade, conhecida pela programação carnavalesca com marchinhas, não terá festa na próxima semana de folia. A Comissão de Organização do Carnaval 2023 anunciou ontem (13) o adiamento da folia em razão das cheias do ribeirão do Chapéu e do ribeirão do Pinga, que assolaram a Vila do Distrito de Catuçaba e deixaram mais de 700 pessoas desalojadas.

Obras e prevenção
O governo paulista informou que liberou R$ 11 milhões em recursos para obras de recuperação e que outros R$ 14 milhões devem ser investidos. Para prevenção, o estado tem 839 instrumentos de identificação de risco, que atendem 330 municípios com maior vulnerabilidade para deslizamentos e inundações. Essas ferramentas são fornecidas aos municípios para estimar, por exemplo, a probabilidade de ocorrência de um evento adverso.

Uma inovação da operação deste ano para o período de chuvas é o uso da inteligência artificial para cruzamento de dados, como previsão meteorológica, acumulado de chuvas e histórico de ocorrências, que vão orientar a emissão de alertas de risco e probabilidade de ocorrências.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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CidadeSão Paulo

Defesa Civil de São Paulo alerta para chuvas fortes a partir desta terça-feira

por Redação 3 de janeiro de 2023

A Defesa Civil do Estado de São Paulo alerta que entre esta terça (3) e a sexta-feira (6) há condição para chuvas intensas e contínuas, acompanhadas por descargas elétricas, fortes rajadas de vento e granizo.

Diante deste cenário, recomenda-se atenção especial às áreas mais vulneráveis, pois há risco para deslizamentos, desabamentos, alagamentos, enchentes e ocorrências relacionadas a raios, ventos e granizo.

Durante essa semana, são esperados 200mm de chuva nas regiões do Vale do Ribeira, Itapeva, Serra da Mantiqueira, litoral norte e na Baixada Santista – onde, nesta terça, ocorre o enterro de Pelé. Já na capital e na região metropolitana de São Paulo são esperados 120mm.

A terça-feira tem sol e calor. Mas, de acordo com o CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas), do meio para o fim da tarde, o calor e a brisa marítima geram chuvas isoladas e em forma de pancadas moderadas a fortes. Os termômetros oscilam entre 19°C e 29°C.

Na quarta-feira (4), também há o potencial para formação de alagamentos, transbordamento de rios e córregos e deslizamentos nas áreas de encosta, porque a propagação de uma frente fria ao largo do litoral paulista muda o tempo. A partir do meio-dia, são esperadas chuvas que persistem até a noite. A mínima é de 18°C e a máxima de 26°C.

Em caso de emergências o cidadão pode acionar a Defesa Civil pelo telefone 199, ou o Corpo de Bombeiros, pelo 193. E para receber os alertas, é possível instalar o aplicativo da Defesa Civil do Estado ALERTA SP, disponível para Android e iOS.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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CidadeSão Paulo

Defesa Civil de SP alerta para chuvas intensas a partir desta terça-feira

por Redação 27 de dezembro de 2022

Chuvas intensas, acompanhadas de raios, granizos e fortes rajadas de vento, devem atingir todo o estado de São Paulo a partir desta terça-feira (27), informou a Defesa Civil do Estado de São Paulo. Segundo o órgão, o alerta de temporal permanece até sexta-feira (30).

A chuva deve ser intensa principalmente nas regiões de Campinas e Sorocaba, onde o acumulado esperado é de 155 mm. Já na capital paulista e região metropolitana de São Paulo, além das regiões de Araçatuba, São José do Rio Preto e São José dos Campos, são esperados acumulados de 120 mm.

Nas regiões de Presidente Prudente e Marília, o acumulado de chuva deve atingir 100 mm. Também são esperadas chuvas intensas em Franca, Ribeirão Preto e Barretos (125 mm); na Baixada Santista (130 mm); em Itapeva e Registro (135 mm); em Araraquara e Bauru (140 mm); no vale do Paraíba (145 mm); e na serra da Mantiqueira (150 mm).

A Defesa Civil avisa que, com a chuva forte e intensa, existe risco de transtornos como deslizamento, desabamento, alagamento e enchente. A recomendação do órgão é para que a população fique atenta a qualquer sinal de perigo e não atravesse nem adentre áreas inundadas, nem enfrente enxurradas, já que a força da água pode arrastar uma pessoa ou um veículo.

As pessoas que moram em áreas de risco devem ficar atentas aos sinais de movimentação do solo, como postes e árvores inclinadas, rachaduras nas paredes e portas e janelas emperradas. Diante desses fatos, a população deve sair imediatamente do local e acionar a Defesa Civil pelo número 199.

Para obter mais orientações sobre o que fazer antes, durante e depois das chuvas ou após qualquer tipo de desastre, a Defesa Civil mantém o aplicativo Alerta SP, disponível para download nos sistemas Android e IOS.

Alertas de risco são enviados pelo SMS 40199. Para isso, basta mandar uma mensagem com o CEP da localidade desejada para o número 40199.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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São PauloTransporte

Sob alerta de chuva, estradas terão 7 milhões de carros saindo para o Natal

por Redação 22 de dezembro de 2022

Ao menos 7 milhões de veículos devem pegar estrada durante o feriado do Natal, a maioria se deslocando a partir da região metropolitana de São Paulo. O movimento aumenta de manhã e se torna mais intenso já na tarde desta quinta-feira (22).

Só nas rodovias estaduais são esperados 4,2 milhões de carros que seguirão em direção ao interior e ao litoral. Já as rodovias federais — Dutra, Fernão Dias e Régis Bittencourt —, que ligam São Paulo a estados vizinhos, devem receber cerca de 3 milhões de veículos. Este será o primeiro Natal sem restrições, depois de dois anos em que a comemoração da data sofreu os efeitos da pandemia de Covid-19.

Por causa das chuvas intensas que têm caído desde o começo da semana e dos riscos de deslizamentos de terra na região, a concessionária CCR RioSP bloqueou na quarta-feira, 21, os dois sentidos da rodovia Rio-Santos (BR-101) entre o km 35, na altura da praia de Itamambuca, em Ubatuba (SP), e o km 591, na região de Paraty (RJ).

Devido à previsão de chuvas em praticamente todo o estado, a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) e as concessionárias das rodovias lançaram uma campanha de alerta sobre o risco de deslizamentos e possíveis áreas alagadas. Os alertas serão exibidos em 424 painéis eletrônicos de mensagens, atendendo a previsões emitidas por 40 estações meteorológicas espalhadas ao longo de 11 mil quilômetros de rodovias.

As mensagens vão avisar sobre tempestades com raios, deslizamentos com quedas de barreiras e alagamento de faixas e recomendar medidas de proteção. Conforme o Climatempo, a previsão é de pancadas de chuva todos os dias na capital, litoral e interior de São Paulo até o início de janeiro, sobretudo à tarde e à noite. O tempo chuvoso exige mais cautela dos motoristas devido à queda na visibilidade e ao risco de aquaplanagem — perda de controle do veículo devido à água na pista.

Para o interior
As rodovias de acesso ao litoral terão tráfego intenso já a partir desta quinta-feira. No sistema Anchieta-Imigrantes, que liga a região metropolitana de São Paulo à Baixada Santista, a previsão é de 460 mil veículos — um recorde neste ano. A Operação Descida, com sete pistas no sentido do litoral (as pistas sul e norte da Anchieta e as três faixas da pista sul da Imigrantes), seria adotada a partir das 8h, dependendo do volume de veículos. A subida será pelas três faixas da pista norte da Imigrantes.

Pela rodovia dos Tamoios, principal acesso ao litoral norte, devem passar 126 mil veículos. A rodovia vai operar com duas faixas para descer e duas para subir, já utilizando a pista nova no trecho de serra para a subida. No corredor Ayrton Senna-Carvalho Pinto, que distribui o tráfego entre o litoral norte e as cidades turísticas da serra da Mantiqueira, a previsão é de 1,37 milhão de veículos, com volume de carros mais intenso a partir das 7 da manhã desta quinta.

Entre as rodovias administradas pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER), só a Padre Manoel da Nóbrega, que liga a Baixada Santista ao litoral sul, deve receber 215 mil carros. O deslocamento de paulistanos para passar o Natal no interior também promete ser intenso. O sistema Anhanguera-Bandeirantes espera receber 740 mil veículos, enquanto no sistema Castelo-Raposo devem passar outros 630 mil. Nessas rodovias, o tráfego só deve ficar mais pesado a partir das 17h desta quinta.

Entre as estradas federais que saem da região metropolitana de São Paulo para outros Estados, a Dutra, principal ligação com o Rio de Janeiro, vai receber 1,4 milhão de veículos. Ao menos 1 milhão vão utilizar a Fernão Dias em direção a Minas Gerais, enquanto outros 740 mil devem passar pela Régis Bittencourt, que liga São Paulo a Curitiba e ao sul do país.

Quem vai para o sul precisa consultar no site da concessionária Arteris a situação das rodovias em Santa Catarina, onde as chuvas mantêm várias estradas bloqueadas por deslizamentos.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

Defesa Civil autoriza repasse de mais de R$ 9 milhões a 5 estados por conta de desastres

por Redação 22 de dezembro de 2022

A Defesa Civil Nacional autorizou, nesta quarta-feira (21), o repasse de mais de R$ 9 milhões ao governo mineiro e a 14 cidades atingidas por desastres naturais neste estado e no Amazonas, em Santa Catarina, no Espírito Santo e na Bahia.

Segundo o Ministério do Desenvolvimento Regional, a maioria das cidades está em Minas Gerais. O município de Francisco Badaró receberá R$ 1,1 milhão para construção de 14 unidades habitacionais, e Medina, R$ 114,2 mil, também para obras habitacionais. Timóteo terá R$ 780,3 mil para recuperação de bueiros e Curral de Dentro, R$ 566,1 mil para reconstruir uma ponte de concreto.

A cidade mineira de Pocrane vai contar com R$ 621,7 mil para a construção de ponte e de um muro de arrimo. Já para Malacacheta, serão dois repasses, um de R$ 44,5 mil e outro de R$ 232,6 mil para recuperação de ponte, trecho de rua e muro de arrimo.

O governo de Minas Gerais terá acesso a R$ 5,4 milhões destinados à compra de cestas básicas, colchões e kits de limpeza, higiene e dormitório para 102,8 mil pessoas em 43 cidades.

Amazonas
Duas cidades receberão repasses no estado do Amazonas: Uarini, que passa por um período de estiagem, terá 623,8 mil e Juruá, atingida por fortes chuvas, R$ 448,5 mil. “Ambas usarão os recursos para a compra de cestas básicas e combustível, além de aluguel de embarcação”, informou o Ministério do Desenvolvimento Regional.

Santa Catarina

Em Santa Catarina, os recursos serão repassados a três municípios atingidos por temporais: Canelinha e Águas Mornas receberão, cada um, R$223,1 mil e Corupá, R$ 180,6 mil.

As três cidades realizarão serviços de limpeza urbana.

Espírito Santo e Bahia
A cidade de Ibitirama, no Espírito Santo, terá R$ 94 mil para reforma do telhado da Secretaria Municipal de Educação, que foi danificado por queda de granizo. Cícero Dantas, na Bahia, que também sofreu com as chuvas intensas, terá R$ 271,1 mil para a compra de cestas básicas para 4,5 mil pessoas.

O MDR informou que as cidades em situação de emergência ou estado de calamidade pública reconhecido pela Defesa Civil Nacional estão aptas a solicitar recursos da pasta para atendimento à população afetada.

“As ações envolvem socorro, assistência às vítimas, restabelecimento de serviços essenciais e reconstrução de infraestrutura destruída ou danificada. A solicitação deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD).”

Segundo a pasta, com base nas informações encaminhadas, a equipe técnica da Defesa Civil avalia as metas e os valores solicitados, que, depois de aprovados, têm a portaria publicada no Diário Oficial da União para a liberação dos recursos.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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