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DÍVIDAS

Economia

Prazo para adesão de credores à nova fase do Desenrola acaba hoje

por Redação 12 de setembro de 2023

Bancos, varejistas e companhias de fornecimento de água, gás e energia elétrica que querem participar do Desenrola Brasil têm até esta terça-feira (12) para fazer a adesão. Podem se inscrever as empresas que têm valores a receber referentes à Faixa 1 do programa, voltada a clientes com renda mensal de até dois salários mínimos ou inscritos no CadÚnico que tenham dívidas de até R$ 5.000.

Os interessados devem acessar o Portal Credor do Programa Desenrola Brasil e infomar o CNPJ com certificado digital. Nessa página, além da adesão ao programa, as empresas precisam identificar as dívidas que têm a receber e atualizar os valores correspondentes.

O prazo para o cadastro dos credores começou em 28 de agosto e deveria ter acabado no último sábado (9), mas foi prorrogado pelo MF (Ministério da Fazenda) até esta terça. Podem se inscrever para atender à Faixa 1 as pessoas jurídicas que negativaram consumidores inadimplentes entre o início de 2019 e o fim de 2022, desde que a negativação tenha permanecido vigente até 27 de junho deste ano.

As companhias que forem habilitadas receberão os pagamentos das dívidas à vista, a partir do fim de setembro, período previsto pelo governo para dar início à terceira etapa do Desenrola.

Depois do cadastro inicial, a habilitação das empresas tem um o processo competitivo, sob a forma de leilão do maior desconto oferecido, meio pelo qual será feita a delimitação das dívidas com direito à garantia de cobertura de risco pelo FGO (Fundo de Garantia de Operações), do Tesouro Nacional.

Ainda não foi divulgado o prazo para os credores oferecerem os descontos para o leilão. O ministério diz que essa informação será disponibilizada após o encerramento das inscrições, no Portal Credor e no site do Desenrola.

A Faixa 1 do Desenrola Brasil
A Faixa 1 do programa envolve dívidas bancárias e não bancárias de clientes com renda de até dois salários mínimos (R$ 2.640) ou que estejam inscritos no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal), desde que os valores de negativação não ultrapassem R$ 5.000.

Segundo o MF, a nova fase deve alcançar e regularizar as dívidas da maior quantidade de beneficiários do programa, o que vai possibilitar a reabilitação das pessoas ao crédito, impulsionar os negócios das empresas e aquecer a atividade econômica.

Os consumidores que atenderem aos critérios da Faixa 1 terão a oportunidade de renegociar suas dívidas diretamente com as instituições habilitadas, quitando os débitos à vista com os credores originais, o que vai permitir sua volta ao consumo.

“O Desenrola é uma solução paliativa no combate aos problemas de gestão nas finanças pessoais da população, essa é a primeira observação a ser feita. Trata-se de uma oportunidade de se tornar adimplente”, afirma Reinaldo Domingos, ph.D. em educação financeira e presidente da Abefin (Associação Brasileira de Profissionais de Educação Financeira).

“O cidadão deve ter a consciência de que vai trocar a inadimplência pelo endividamento, ou seja, a dívida não vai acabar após a renegociação. Ele vai continuar a ser endividado, o que resolve a questão apenas parcialmente. Ainda vai ser preciso pagar as parcelas do contrato renegociado, que podem ser até 60”, completa.

Orientações aos inadimplentes e endividados
Por enquanto, apenas as companhias com dívidas a receber podem se cadastrar na plataforma do Desenrola Brasil. Por isso, o MF orienta os devedores que pretendem renegociar pagamentos em atraso a revisar seus dados nos sistemas do governo.

Eles devem aproveitar esse período para criar uma conta ou atualizar as informações já registradas no portal gov.br. Futuramente, para acessar o sistema do programa, será preciso ter um perfil com certificação prata ou ouro. As orientações sobre o cadastro e os níveis de contas estão disponíveis neste link.

Além disso, é preciso verificar qual é o tamanho da dívida atual, saber qual é o montante real da dívida e o que diz respeito aos juros. Depois, devem-se avaliar os possíveis valores de parcelas que cabem no orçamento mensal da família.

“Descobrir esse número é o passo mais importante da renegociação antes da assinatura do contrato. Os recursos financeiros necessários para pagar as parcelas têm de estar dentro do orçamento. Para não acabar contraindo uma dívida ainda maior, é necessário buscar um equilíbrio financeiro, calcular o quanto a família tem de rendimentos e o quanto gasta para se manter”, afirma Domingos, da Abefin.

O especialista diz que o ideal é mudar o comportamento financeiro que levou à inadimplência. “Um bom exercício para isso é apresentar a situação a todos da família e tratar em conjunto das adequações do padrão de vida que serão necessárias, decidir onde será feita a redução dos excessos.”

Domingos diz que o consumo mensal das famílias brasileiras corresponde a algo entre de 20% e 50% dos salários, em média. “Já é apertado para pagar as contas do dia a dia. Isso mostra que o cálculo antecipado da parcela que cabe no orçamento é fundamental”, avalia.

“A maioria dos devedores assina os contratos de renegociação de dívidas sem cuidar da causa desse problema. Se não for feita essa ‘lição de casa’, pode até ser melhor não renegociar. A dica para o consumidor é fechar o contrato apenas se a nova dívida não carregar os juros que estão sendo cobrados atualmente”, explica o especialista.

Para ele, uma boa renegociação deve chegar a uma redução entre 70% e 90% do valor principal da dívida. “A ideia é escapar dos juros exorbitantes que já estão somados à dívida inicial. Se não for possível cortar esse excesso, talvez o melhor caminho seja continuar negativado e esperar outra oportunidade de acordo, com condições mais favoráveis”, finaliza Domingos.

Programa já limpou o nome de 10 milhões com dívidas de até R$ 100
Por meio do Desenrola Brasil, 10 milhões de pessoas com dívidas de até R$ 100 conseguiram ficar com o nome limpo, segundo informou o MF no domingo (10). A “desnegativação” automática, realizada pelos bancos participantes, faz parte da primeira etapa do programa.

De acordo com a Febraban (Federação Brasileira de Bancos), o programa, lançado em julho pelo governo Lula, fechou 1,6 milhão de contratos de dívidas negociadas, no valor total de R$ 11,7 bilhões, exclusivamente pela Faixa 2. Ela engloba a população com renda mensal entre dois salários mínimos e R$ 20 mil.

De 17 de julho a 1º de setembro, 1,25 milhão de clientes de bancos foram beneficiados no Desenrola. As operações desta nova fase serão garantidas com o montante de R$ 8 bilhões, do FGO. A previsão é que todas as fases do programa se encerrem no dia 31 de dezembro.

Fonte: r7

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Economia

Segunda etapa do Desenrola para dívida de até R$ 5.000 será no fim de setembro

por Redação 29 de agosto de 2023

A próxima etapa do programa Desenrola Brasil será lançada no fim de setembro. A informação é do Ministério da Fazenda. Havia a expectativa de que começasse no início do mês.

Nessa fase, as pessoas que recebem até dois salários mínimos (R$ 2.640 mensais), que tenham dívidas de até R$ 5.000 ou estejam inscritas no Cadastro Único de programas sociais vão poder renegociar as contas atrasadas por meio de uma plataforma digital.

Os devedores da chamada Faixa 1 poderão repactuar dívidas com bancos, varejistas, companhias de água, luz e telefone. O consumidor terá duas opções: pagar o valor reduzido à vista ou financiar em até 60 meses, com taxa de juros de até 1,99% ao mês.

O programa de renegociação começou a vigorar em 17 de julho, para a Faixa 2, que contempla apenas débitos bancários para pessoas físicas com renda acima de dois salários míninos (R$ 2.640) até R$ 20 mil. Nessa etapa, quem tem dívidas bancárias de até R$ 100 fica automaticamente com o nome limpo nas instituições.

Segundo a Febraban (Federação Brasileira de Bancos), no primeiro mês do programa foram registrados R$ 9,5 bilhões em volume financeiro negociado, com 6 milhões de registros desnegativados.

No lançamento do programa, a previsão do governo era realizar em agosto o leilão por categoria de crédito, para definir o credor que oferecesse o maior desconto para a dívida a ser renegociada.

Mas o Ministério da Fazenda não informou quando a medida será realizada, só que a negociação para a Faixa 1 começará no fim de setembro.

“A previsão é que a próxima etapa do Desenrola (Faixa 1), voltada a devedores com renda de até dois salários mínimos ou inscritos no CadÚnico e com dívidas de até R$ 5 mil, se inicie no final do mês de setembro”, afirmou a pasta em nota.

O governo também está desenvolvendo uma plataforma específica para esse público. A repactuação feita exclusivamente na plataforma digital deve beneficiar cerca de 40 milhões de pessoas. No entanto, o valor total de impacto nessa faixa dependerá dos descontos que serão oferecidos pelos bancos aos inadimplentes.

Ao todo, a expectativa é criar condições especiais para facilitar as renegociações de aproximadamente 70 milhões de pessoas. O programa estará vigente até 31 de dezembro de 2023.

Fonte: r7

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Economia

Desenrola renegocia R$ 2,5 bi e limpa 3,5 mi de nomes em duas semanas

por Redação 1 de agosto de 2023

Nas segunda semana do programa Desenrola Brasil, a renegociação de dívidas com instituições financeiras já supera R$ 2,5 bilhões.

Segundo a Febraban (Federação Brasileira de Bancos), o valor representa quatro vezes mais do que na primeira semana do programa, lançado em 17 de julho, pelo governo federal.

Foram renegociados mais de 400 mil contratos de dívidas. A adesão ao programa vai até o dia 31 de dezembro.

Nesse mesmo período, apenas as instituições financeiras retiraram as anotações negativas (desnegativaram) de cerca de 3,5 milhões de registros de clientes que tinham dívidas bancárias de até R$ 100. Esse balanço não inclui baixas de registros de outros credores não bancários.

A primeira fase contempla somente dívidas com bancos. Pessoas físicas que devem até R$ 100 vão ficar automaticamente com o nome limpo nas instituições. Assim, os beneficiados poderão voltar a ter crédito ou fazer contrato de aluguel se não tiverem outras restrições. Mas o não pagamento das parcelas renegociadas leva a uma nova negativação.

“Consideramos que o programa cumpre o papel essencial nesse momento delicado das finanças das famílias brasileiras, ao procurar reduzir dívidas da maior quantidade possível de pessoas”, avalia o presidente da Febraban, Isaac Sidney.

“Os bancos estão dando sua contribuição para que o Desenrola reduza o número de consumidores negativados e ajude milhões de cidadãos a diminuir seu endividamento”, acrescenta.

Como funciona
O programa, que vai estar vigente até 31 de dezembro de 2023, tem duas faixas de beneficiados. Ele começou pela faixa 2, destinada a pessoas físicas com renda acima de dois salários míninos (R$ 2.640) até R$ 20 mil e dívidas em banco sem limite de valor.

Nessa primeira fase, os bancos vão oferecer a possibilidade de renegociação diretamente em seus canais com os clientes, e as condições mudam de uma instituição para outra.

Já a faixa 1, voltada para pessoas físicas com renda mensal de até dois salários mínimos ou que constem no CadÚnico (Cadastro Único dos beneficiários dos programas sociais do governo federal) com dívidas de até R$ 5.000, deverá ser incluída ao longo do segundo semestre. O governo está desenvolvendo uma plataforma específica para esse público.

Ao todo, a expectativa é criar condições especiais para facilitar a renegociação de aproximadamente 70 milhões de pessoas.

A Febraban esclarece que cada banco tem sua estratégia de negócios, adotando políticas próprias para a adesão ao programa. As condições para a renegociação das dívidas, nessa etapa, serão diferenciadas, e caberá a cada instituição financeira que aderir ao programa defini-las.

Fonte: r7

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Economia

Bancos dão desconto de até 96% para limpar o nome no Desenrola

por Redação 19 de julho de 2023

Os bancos e instituições financeiras credenciadas pelo Banco Central a realizar operações de crédito começam a oferecer condições para limpar o nome de pessoas que estão endividadas, dentro do Desenrola Brasil.

O programa de renegociação de dívidas, idealizado pelo governo federal e com o apoio da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), começou a vigorar na segunda-feira (17).

A primeira fase vai contemplar dívidas bancárias. Pessoas físicas que têm dívidas bancárias de até R$ 100 ficarão automaticamente com o nome limpo nas instituições. Assim, os beneficiados podem voltar a pegar crédito ou fazer contrato de aluguel, se não tiverem outras restrições. Mas o não pagamento das parcelas renegociadas leva a uma nova negativação.

O programa, que estará vigente até 31 de dezembro de 2023, tem duas faixas de beneficiados e começou pela faixa 2, destinada a pessoas físicas com renda acima de dois salários míninos (R$ 2.640) até R$ 20 mil e dívidas em banco sem limite de valor.

Nessa fase, os bancos vão oferecer a possibilidade de renegociação diretamente em seus canais com os clientes, e as condições mudam de uma instituição para outra.

Já a faixa 1, voltada a pessoas físicas de renda mensal de até dois salários mínimos ou que constem no CadÚnico (Cadastro Único dos beneficiários dos programas sociais do governo federal), com dívidas de até R$ 5.000, deverá ser incluída ao longo do segundo semestre. O governo está desenvolvendo uma plataforma específica para esse público.

Ao todo, a expectativa é criar condições especiais para facilitar as renegociações de aproximadamente 70 milhões de pessoas.

Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Bradesco, Itaú, Santander e Inter são os bancos que já fazem parte do programa. Outras instituições ainda devem anunciar sua participação.

O C6 Bank afirmou que os bancos têm até o dia 27 de julho para se habilitar. “O C6 Bank está em processo de cadastramento e divulgará informações adicionais oportunamente”, informou em nota. O Nubank ainda não respondeu se vai aderir ou não ao Desenrola.

Veja a seguir as condições e os canais de atendimento dos bancos.

Caixa Econômica Federal

  • Quitação à vista, com descontos de até 90% (sem cobrança de IOF);
  • Parcelamento da dívida de 12 a 96 meses, com taxas personalizadas e a primeira parcela para 30 dias (nesse caso, a negociação prevê entrada de 10% do valor da dívida, acrescida de IOF);
  • Outras condições podem ser consultadas de forma personalizada no site Negociar ou no app Cartões;
  • Exclusão dos cadastros restritivos se dará em até cinco dias úteis após a efetivação da renegociação;
  • Pelo site Caixa Desenrola, o cliente pode consultar seus contratos em atraso, mesmo não estando elegível, e conhecer as condições especiais para pagamento.

Itaú Unibanco
• Descontos e condições para a renegociação, com redução de taxas de juros de até 60% para dívidas em atraso;

  • Os clientes com restritivo por dívidas de até R$ 100 nos cadastros de inadimplentes e elegíveis ao Programa Desenrola terão esse restritivo baixado ao longo do mês de julho;
  • Vale lembrar que, caso o cliente elegível não faça a adesão ao Desenrola nos próximos meses, a negativação será novamente inserida nos cadastros de inadimplente;
  • Canais para adesão: WhatsApp (11) 4004 1144 e site https://renegociacao.itau.com.br/.

Santander
Para pessoas físicas

  • Ofertas com e sem entrada, taxas flexíveis, descontos de até 90% e parcelamento em até 120 vezes;
  • Canais de contratação: telefones 4004-3535 (capitais e regiões metropolitanas) e 0800 702 3535 (demais localidades);
  • Horário de atendimento: de segunda a sexta, das 8h às 21h; sábado, das 9h às 16h;
  • Site: www.santander.com.br/renegociacao.

Santander Financiamentos:

  • Ofertas de renegociação dependem do perfil do cliente;
  • Canais de contratação: telefones 4004-9090 (nas capitais e regiões metropolitanas) e 0800 722 9090 (demais localidades);
  • Horário de atendimento: de segunda a sexta, das 8h às 21h, e sábado, das 9h às 16h;
  • WhatsApp: 4004-9090;
  • Site: www.negociemais.santanderfinanciamentos.com.br.

Banco do Brasil

  • Descontos de até 25% nas taxas de juros de renegociação, descontos de até 96% nas dívidas e prazo de até 120 meses para pagamento, para os públicos selecionados;
  • Canais de atendimento: App BB e o Internet Banking nos endereços www.bb.com.br/renegocie (pessoas físicas) e www.bb.com.br/renegociepj (pessoas jurídicas);
  • Central de Relacionamento pelos números 4004 0001 (capitais) e 0800-729-0001 (demais regiões), pelo WhatsApp, enviando uma #renegocie para o número 61 4004 0001, e por toda a rede de agências.

Bradesco

  • As condições vão variar de acordo com o perfil da dívida:
  • Canais de atendimento: digitais (Mobile, IB, Fone Fácil e ATM), Portal de Renegociação (banco.bradesco/dividas) e as plataformas de parceiros, além da possibilidade de solicitar diretamente na rede de agências do banco.

Banco Inter

  • Descontos de até 90% e parcelamento do saldo da dívida em até 36 vezes;
  • As renegociações serão feitas pelo portal https://www.bancointer.com.br/negocie/, pelo App ou pela Central de Atendimento, 3003-4070.

Banco Pan

  • O banco confirmou participação no programa de renegociação de dívidas, mas não informou as condições;
  • As renegociações estarão disponíveis para clientes elegíveis por meio do site https://renegocie.bancopan.com.br/.

Perguntas e respostas para tirar dúvidas
Caso haja dúvidas, a Febraban orienta os clientes a buscar informações nos canais de atendimento dos bancos. Veja a seguir como funciona o Desenrola Brasil.

  1. Como faço para participar dessa etapa do Desenrola?
    O cidadão deve procurar a instituição financeira na qual tem dívidas pelos seus canais oficiais (internet, aplicativos, centrais ou agências) para iniciar a negociação.
  2. Essa etapa engloba somente dívidas do setor financeiro?
    Sim. Nessa etapa do programa, somente dívidas do setor financeiro serão consideradas dentro do Programa Desenrola Brasil. Essa faixa inclui as dívidas bancárias dos clientes que tenham renda mensal superior a dois salários mínimos e menor que R$ 20 mil e que não estejam incluídos no Cadastro Único do governo federal. Serão beneficiadas dívidas contraídas entre 2019 e 31 de dezembro de 2022.
  3. Quais condições especiais serão oferecidas?
    Cada instituição financeira, de acordo com suas políticas próprias, vai definir as condições de financiamento nessa fase.
  4. Qual é o prazo para a negociação?
    As renegociações dos beneficiados na faixa 2 poderão ser feitas até o dia 30/12/2023, quando o Programa Desenrola Brasil termina.
  5. Em até quantas parcelas poderei parcelar as minhas dívidas?
    As condições de taxa e parcelamento das dívidas renegociadas serão feitas diretamente entre os cidadãos e o banco credor.
  6. Dívidas com lojas ou serviços públicos poderão ser negociadas nessa etapa?
    Para quem se enquadra na faixa 2, não. As dívidas não bancárias serão englobadas para aqueles que estão na faixa 1, que estará em operação a partir de setembro de 2023.
  7. Tenho dívidas não bancárias e bancárias. Posso aderir à fase 2 agora e depois em setembro à fase 1?
    Não. As pessoas que encaixam na faixa 2 apenas renegociarão suas dívidas bancárias.
  8. Os bancos perdoarão as dívidas de até R$ 100?
    A condição de suspensão da negativação da dívida de até R$ 100 não representa um perdão. A negativação dessa dívida será suspensa e o cidadão precisará renegociar o valor caso não consiga efetuar o pagamento de uma só vez. No caso de não renegociar ou não pagar a renegociação, a negativação será feita novamente.
  9. Caso o cidadão pague algumas parcelas e não honre com os demais valores renegociados, ele será negativado?
    Sim. A renegociação das dívidas em melhores condições exige a sua liquidação integral. No caso de o cidadão aderir ao programa e somente pagar parte das dívidas renegociadas, ele será negativado pelo valor que deixar de pagar. Sobre esse valor não pago, incidirão encargos, como, por exemplo, juros de mora e multa por atraso. Assim, é importante que o cidadão avalie as condições da renegociação, para evitar o não pagamento.
  10. No caso de o cidadão ter a suspensão da negativação da sua dívida de até R$ 100 e não a quitar, ele será novamente negativado?
    Sim. A suspensão da negativação ocorre a partir da adesão ao programa, porém a dívida precisa ser paga.
  11. Se meu banco não aderiu ao Desenrola, posso negociar?
    Não são todos os bancos que ofertarão condições de renegociação de dívidas dentro do Programa Desenrola Brasil. Porém, caso o banco com o qual o cidadão possui dívidas não esteja cadastrado no programa, a Febraban sugere ao cidadão que procure renegociar as suas dívidas mesmo assim ou faça a portabilidade da dívida para outra instituição.
  12. O cidadão que aderir ao programa vai ter acesso a crédito automaticamente?
    Não. É necessário que, a partir da renegociação das operações negativadas, o cidadão atualize seus dados no banco em que deseja obter crédito. O banco efetuará uma análise da documentação e decidirá se concederá ou não o crédito. Porém, não ter dívidas negativadas pode aumentar as chances de obtenção de crédito.

Os cuidados para negociar dívidas

  • A Febraban recomenda aos cidadãos interessados em renegociar as dívidas por meio do Desenrola Brasil que busquem informações dentro dos canais oficiais dos bancos que aderirem ao programa;
  • Não deve ser aceita nenhuma oferta de renegociação que ocorra fora das plataformas dos bancos;
  • Caso desconfie de alguma proposta ou valor, entre em contato com o banco nos seus canais oficiais;
  • A Febraban adverte que não devem ser aceitas propostas de envio de valores a quem quer que seja, com a finalidade de garantir melhores condições de renegociação das dívidas;
  • Somente após a formalização de um contrato de renegociação é que o cidadão pode ter os valores debitados de sua conta, nas datas acordadas.

Fonte: Febraban

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Economia

Desenrola Brasil: entenda como renegociar dívidas; programa começa nesta segunda

por Redação 17 de julho de 2023

O governo federal começa nesta segunda-feira (17) as operações do Desenrola Brasil, programa de renegociação de dívidas que pode beneficiar até 70 milhões de pessoas.

As renegociações poderão ser feitas diretamente entre os clientes e as instituições financeiras em que os débitos existem. Com o nome limpo, é possível voltar a comprar a prazo, pegar empréstimos ou mesmo fechar contratos de aluguel.

Como participar

A renegociação das dívidas será feita por meio da plataforma do programa. Para participar, é preciso se cadastrar no site do governo federal (www.gov.br) e seguir as instruções para obter o nível de certificação “prata” ou “ouro”. Na plataforma, os cidadãos terão acesso à lista de dívidas que poderão ser negociadas no programa e a situação de cada uma delas.

Os beneficiários serão incentivados a realizar um curso de educação financeira, que estará disponível no momento da habilitação ao programa. A iniciativa atenderá devedores em três faixas. A terceira será iniciada em setembro.

Faixa 1
Na faixa 1, serão enquadradas pessoas físicas com renda bruta mensal de até dois salários mínimos, o equivalente a R$ 2.640, ou que estejam inscritas no Cadastro Único para programas sociais do governo federal (CadÚnico). Poderão ser renegociadas dívidas financeiras e de consumo, como contas de água, luz, telefone ou varejo, negativadas entre 1º de janeiro de 2019 e 31 de dezembro de 2022 e que não ultrapassem o valor total de R$ 5.000.

Nesta faixa, não podem ser financiadas:

  • dívidas de crédito rural;
  • dívidas de financiamento imobiliário;
  • créditos com garantia real; e
  • operações com funding ou risco de terceiros.

As dívidas renegociadas poderão ser quitadas à vista ou parceladas em até 60 vezes, com pagamento mínimo de R$ 50,00 e juros de até 1,99% ao mês.

Faixa 2
Na faixa 2, podem participar pessoas físicas com renda mensal de até R$ 20.000 e que tenham dívidas em cadastros de inadimplentes até 31 de dezembro de 2022. Nesse caso, a renegociação dos débitos pode ser feita de forma direta entre os devedores e as instituições financeiras, por meio de seus próprios canais de atendimento, com um prazo mínimo de 12 meses para o pagamento.

Nesta faixa, não podem ser financiadas:

  • dívidas de crédito rural;
  • que possuam garantia da União ou de entidade pública;
  • que não tenham o risco de crédito integralmente assumido pelos agentes financeiros;
  • que tenham qualquer tipo de previsão de aporte de recursos públicos; e
  • que tenham qualquer equalização de taxa de juros por parte da União.

Fonte: r7

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Emprego

Governo dobra valor mensal ‘protegido’ para pagar despesas básicas em caso de endividamento

por Redação 20 de junho de 2023

O valor do mínimo existencial, quantia calculada como renda necessária para o pagamento mensal de despesas básicas, como água e luz, protegida legalmente em casos de superendividamento, vai passar de R$ 303 para R$ 600. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou nesta segunda-feira (19) o decreto que aumenta o valor. A previsão é que o texto seja publicado no Diário Oficial da União desta terça-feira (20).

De acordo com o governo, o aumento do valor permitirá um suporte aos cidadãos que enfrentam casos de superendividamento ao aumentar a fatia da renda que não pode ser cobrada no crédito consignado ou bloqueada pelas instituições financeiras. A medida permite que cerca de 15 milhões de pessoas possam repactuar dívidas com essa ampliação da proteção ao consumidor.

O novo texto altera o decreto 11.150, de 26 de julho de 2022, que regulamenta a preservação e o não comprometimento do mínimo existencial para fins de prevenção, tratamento e conciliação de situações de superendividamento em dívidas de consumo, nos termos do Código de Defesa do Consumidor.

A publicação do novo valor é uma das ações do governo federal para tentar amenizar problemas gerados pelo endividamento da população. No começo de junho, foi publicada a medida provisória que cria o Desenrola, programa de renegociação de pequenas dívidas.

O programa será limitado a famílias que ganhem até dois salários mínimos e estejam devendo até R$ 5.000. O Desenrola, informou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, deverá beneficiar cerca de 30 milhões de pessoas.

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EconomiaGuarulhos

Inadimplência recorde afeta 6,5 milhões de empresas em fevereiro

por Redação 4 de abril de 2023

O Brasil tem 6,5 milhões negócios na lista de negativação até o mês de fevereiro. O número corresponde ao maior valor de toda a série histórica do Indicador de Inadimplência das Empresas da Serasa Experian, divulgado desde janeiro de 2016.

Conforme os dados revelados nesta terça-feira (4), montante de dívidas totalizou o valor de R$ 112,9 bilhões, sendo que em média, cada empresa com o nome no vermelho tem sete dívidas vencidas por CNPJ.

A maior parte das empresas que estão na lista de inadimplência é do setor de serviços (53,8% do total). Na sequência estão os empreendimentos dos segmentos de comércio (37,3%), indústria (7,7%), do setor primário (0,8%) e outros (0,4%), que contempla a área financeira e de terceiro setor.

O economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, avalia que a curva crescente na inadimplência dos consumidores acaba impactando também as empresas. Ele explica que, enquanto a inadimplência das famílias não diminuir de fato, as empresas “seguirão encontrando desafios para manter um quadro de melhora significativo”.

“Mesmo que existam oscilações positivas e alguns empreendedores consigam quitar suas dívidas, como aconteceu em janeiro, a melhoria contínua da inadimplência dos empreendimentos depende muito do cenário de negativação entre os consumidores”, afirma ele.

Fonte: r7

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EconomiaSão Paulo

Feirão Limpa Nome terá pagamento de dívidas por meio de Pix

por Redação 7 de março de 2023

O Feirão Serasa Limpa Nome começa nesta terça-feira (7), em São Paulo. Uma tenda de atendimento presencial para renegociações de dívidas vai funcionar entre hoje e sábado (11), no largo da Batata, zona oeste da capital paulista. Além disso, ficará disponível até o dia 31 de março pelos canais digitais da empresa.

São 425 empresas participantes, de diversos segmentos, como bancos, financeiras, securitizadoras (empresas que compram dívidas), companhias de telefonia, varejistas, universidades e outros, que oferecem opção de pagamento via Pix e a baixa da negativação instantânea, além de descontos de até 99% e parcelamento em até 72 vezes.

De acordo com dados de janeiro deste ano do Mapa da Inadimplência e Renegociação de Dívidas da Serasa, a cidade de São Paulo registrou o maior número de inadimplentes no país, com 4,6 milhões de pessoas, totalizando mais de R$ 26 bilhões em dívidas. O ticket médio de dívida por pessoa endividada na capital é de R$ 5.577, 71.

No estado de São Paulo, foram registrados 16 milhões de pessoas em inadimplência, totalizando mais de R$ 86 bilhões de dívidas em aberto e com o valor médio da dívida de R$ 5.324,66 por pessoa.

Para a gerente da Serasa, Aline Maciel, o Feirão é a oportunidade para ajudar o consumidor a regularizar as dívidas. “Após os recordes de negociações e descontos da edição passada do Feirão, que freou os aumentos consecutivos da inadimplência, nossa expectativa é gerar novamente esse impacto positivo aos consumidores”, analisa Aline.

Em janeiro de 2023, a inadimplência aumentou no país e atingiu mais de 70 milhões de pessoas, segundo a Serasa. A soma de todas as dívidas chegou a R$ 323 bilhões, valor equivalente ao PIB do estado de Santa Catarina, o sexto maior do país. O valor médio da dívida de cada inadimplente está em R$ 4.612,28, quase quatro salários mínimos.

Serviço
Quando: 7 a 11 de março

Horário: 8h às 18h

Local: Largo da Batata, avenida Brigadeiro Faria Lima, S/N, Pinheiros (SP)

Site: http://www.serasalimpanome.com.br

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Fonte: Com informações da Agência Estado

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  • Clima: tropical de altitude (Cwa)
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  • Fundação: 8 de dezembro de 1560 (462 anos)

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