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ENERGIA

Brasil

Refinaria da Petrobras foi vendida por valor abaixo do mercado, aponta relatório da CGU

por Redação 5 de janeiro de 2024

Um relatório da Controladoria-Geral da União (CGU), divulgado nesta quinta-feira (4), apontou que a Refinaria Landulpho Alves (Rlam), em São Francisco do Conde, na Bahia, foi vendida por preço abaixo do praticado pelo mercado. A unidade foi comprada pelo Grupo Mubadala, um fundo financeiro de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, pelo valor de US$ 1,6 bilhão. A refinaria foi renomeada como Mataripe, em referência à sua localidade.

Para a Controladoria, a petrolífera brasileira “incorreu em fragilidade na utilização da avaliação econômico-financeira como principal suporte à decisão”. O processo ocorreu em meio à pandemia de Covid-19 e teve desfecho em novembro de 2021.

O documento demonstra que o período de turbulência econômica pela crise sanitária atingiu o “Projeto Phil”, programa que previa a venda de oito refinarias da estatal, representando 50% da capacidade de refino da Petrobras. Para a CGU, a realização do negócio naquele momento geraria riscos e incertezas sobre o futuro da indústria do petróleo e o cenário econômico mundial.

“Tal opção pode ter gerado impacto tanto no valor da avaliação da Rlam, quanto na aversão ao risco por parte dos compradores, tendo como consequência redução no valor esperado para alienação”, diz um trecho do documento. De acordo com o relatório, o processo “não foi realizado de forma apropriada, ocasionando risco de impacto negativo no resultado financeiro do desinvestimento”.

“Ressalta-se que a posição da Petrobras de ter dado continuidade ao desinvestimento em momento de volatilidade, embora não tenha se caracterizado como inobservância ao TCC [Termo de Compromisso de Cessão de Prática], implicou em risco no que tange à redução do valor de venda (Equity Value) inicialmente pretendido.”

O TCC foi firmado entre a Petrobras e o Conselho de Administração de Defesa Econômica (Cade) em 2019, prevendo a redução da estatal brasileira no setor com a venda de oito refinarias.

Entre as premissas que impactaram nos preços, a CGU menciona “aquelas que representam a expectativa de crescimento do PIB brasileiro (Relatório Focus/Banco Central) pelo mercado e a expectativa de preço futuro do petróleo”, que foi o utilizado pela Petrobras nas avaliações.

A Controladoria aponta que a própria Petrobras não entendeu que o momento de incertezas causadas pela pandemia pudesse “impedir o cumprimento do projeto de desinvestimento”, embora tenha informado que os efeitos da crise poderiam ocasionar atrasos nas etapas do termo.

A empresa também pediu dilatação do prazo para a execução do cronograma de venda das outras seis refinarias incluídas no Projeto Phil. No pedido, a petrolífera brasileira argumentou que as unidades, ao contrário das refinarias Rlam e Repar (Refinaria Presidente Getúlio Vargas, no Paraná), não haviam passado ainda pelo processo de “due diligence” – quando os potenciais compradores obtêm informações sobre os ativos das empresas a fim de calcular os valores das propostas.

A CGU conclui o relatório dizendo que “espera-se, como benefício da auditoria realizada, a adoção de medidas corretivas na verificação e tratamento dos riscos de integridade de contrapartes e a mitigação do risco de impacto negativo no resultado financeiro do desinvestimento”.

Venda após presentes
A venda da refinaria Rlam ocorreu no mês seguinte à visita do ex-ministro de Minas e Energia Bento Albuquerque à Arábia Saudita. O então presidente, Jair Bolsonaro, havia sido convidado pelas autoridades sauditas, mas enviou o ministro em seu lugar.

Albuquerque recebeu de presente do governo local um kit de joias que seria entregue a Bolsonaro. Um assessor do ministro tentou entrar no Brasil sem declarar o valor dos itens à Receita Federal, mas foi impedido por agentes da Polícia Federal no Aeroporto de Guarulhos.

A Polícia Federal considerou que um dos conjuntos de joias de origem saudita que o governo Bolsonaro tentou trazer ilegalmente ao Brasil vale R$ 5,1 milhões. Inicialmente, a Receita Federal havia informado que os itens de luxo valiam R$ 16,5 milhões. A perícia da PF levou em consideração o preço de mercado do ouro e as mais de 2.200 pedras preciosas das joias, sem ponderar a marca dos objetos.

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Brasil

Calorão deve aumentar consumo de energia no Brasil em até 15,6%

por Redação 14 de novembro de 2023

Os termômetros devem seguir batendo recorde no Brasil nos próximos dias. Em meio ao calorão, a demanda por energia no país aumentará em até 15,6% nesta semana, na comparação com o período de 11 a 17 de novembro de 2022. Essa projeção é do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), por meio do SIN (Sistema Interligado Nacional).

Em novembro, a carga de energia elétrica (o consumo mais as perdas elétricas) de todo o país deverá atingir 79.781 MWmed (megawatts médios), uma variação positiva média de 11% ante o mesmo mês de 2022, quando ficou em 71.000 MWmed.

Se esse número, que está no boletim mais recente do ONS, for confirmado, vai ser a primeira vez no ano que a variação, na comparação com o mesmo período do ano passado, apresenta uma alta de dois dígitos.

Diz o documento: “As previsões são de elevação nas temperaturas médias em grande parte do país, condição que tem impacto na carga”. O clima mais quente leva a um maior uso de refrigeradores e aparelhos de ar-condicionado, o que aumenta a demanda de energia elétrica.

No boletim anterior, o operador nacional estimou que a demanda de novembro seria de 77.394 MWmed, alta de 7,6% na comparação com o mesmo período de 2022. A estimativa foi revisada para cima em reunião da entidade na última sexta (10).

A MWmed indica a Carga Própria de Energia, que é a relação entre a eletricidade gerada em MWh (megawatt-hora) e o tempo de funcionamento das instalações. Ou seja, é a medida da demanda média exigida de uma instalação ou conjunto de instalações durante um certo período.

Quanto à demanda por submercados, o boletim mais recente do ONS informa que o subsistema que abastece a região Norte deverá ter a maior variação no consumo de energia elétrica, de 15,6% (7.752 MWmed).

O subsistema das regiões Sudeste/Centro-Oeste, o mais importante do país, vem na sequência, com variação de 12,1%, e deve atingir uma carga de 45.513 MWmed. Depois, vêm Nordeste, com alta de 11,6% (13.407 MWmed), e Sul, com avanço de 4,4% (13.109 MWmed).

Sem falta de água
No boletim anterior, o ONS havia informado que a ENA (Energia Natural Afluente), quantidade de água recebida de forma natural por uma usina hidrelétrica e que pode ser transformada em energia, do Sudeste/Centro-Oeste deve fechar novembro em 113% da MLT (Média de Longo Termo).

Trata-se de um patamar superior ao que foi divulgado na primeira projeção, de 92%. A variação positiva tende a reduzir a necessidade de acionamento das usinas termoelétricas para abastecer as regiões, o que poderia ocasionar em um aumento das contas de luz. O movimento é diferente do enfrentado em alguns estados do Norte e do Nordeste, que sofrem com um período de seca.

Conforme a ONS, as indicações atuais das regiões Sul e Norte podem chegar a, respectivamente, 384% e 68% da Média de Longo Termo. Por outro lado, o subsistema Nordeste tem ENA estimada em 32% da MLT.

O relatório mostra ainda que a energia armazenada nos reservatórios apresenta estabilidade, e está mantida a possibilidade de os subsistemas Sudeste/Centro-Oeste e Sul encerrarem novembro acima de 60%, números também superiores aos divulgados nas projeções anteriores.

Se o que está previsto para o Sudeste/Centro-Oeste se confirmar, o índice será 23,4 pontos percentuais superior ao de novembro de 2022, o melhor resultado para a época em toda a série histórica, iniciada em 2000. As indicações no Nordeste e Norte seguem o mesmo padrão.

Recorde
Na tarde desta segunda-feira (13), o Brasil alcançou uma marca histórica de demanda de energia elétrica, atingindo 100.480 MW (megawatts), o equivalente a 100,542 GW (gigawatts).

Segundo o ONS, o recorde foi motivado pelo calor intenso na região Sudeste. A média de consumo de energia no país ao longo de um mês é de, aproximadamente, 73 mil MW.

Altas temperaturas e fornecimento de energia
A onda de calor que atinge o Brasil fez o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) emitir um alerta vermelho de grande perigo em seis estados e no Distrito Federal. As temperaturas nesses locais devem ficar 5°C acima da média por mais de cinco dias consecutivos.

Segundo a autarquia, os termômetros devem marcar até 45°C, e a sensação térmica poderá ser ainda maior. O aviso do Inmet começou a valer na última sexta-feira (10) e vai até as 23h59 desta quarta-feira (15).

A empresa MetSul meteorologia alerta sobre a possibilidade de haver interrupções no fornecimento de energia elétrica em várias cidades, causadas pelo calor extraordinário e sem precedentes. São cortes localizados, devido a problemas na rede de distribuição, em razão das altas temperaturas.

Segundo a companhia, isso já aconteceu neste ano, na onda de calor de setembro, no município de Aragarças (Goiás), que no dia 19 daquele mês registrou temperatura máxima de 44,3ºC na estação do Inmet. Naquele período, a cidade e outros locais do estado passaram por cortes de energia, com quedas frequentes e oscilações constantes.

Ondas de calor como a desta semana, em que há aumento da demanda de energia, podem levar a rodízios de cortes, realizados para atenuar a carga sobre o sistema, como já acontece em outros países nos dias mais quentes, diz a MetSul.

Nesses rodízios, também conhecidos como cortes de carga rotacional, o desligamento de energia elétrica é projetado intencionalmente, e o fornecimento de eletricidade é interrompido por períodos de tempo não sobrepostos em diferentes partes da região de distribuição.

O objetivo é evitar um apagão, que pode ser provocado pela pressão sobre a rede elétrica, causada pelo aumento do uso de equipamentos, caso não haja eletricidade suficiente disponível no sistema. Esse é o pior cenário para os operadores de rede em todo o mundo, o que eles lutam para evitar, com as ondas de calor extremo.

Fonte: r7

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Economia

Brasil tem a conta de luz que mais pesa no bolso entre 34 países

por Redação 11 de outubro de 2023

O Brasil tem a conta de luz que mais pesa no bolso do consumidor entre 34 países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), grupo formado pelas nações mais desenvolvidas do mundo.

Segundo a Abrace (Associação Brasileira de Grandes Consumidores de Energia e Consumidores Livres), o impacto do gasto com energia pesa mais para brasileiros do que para consumidores que vivem em economias com renda mais alta, como Estados Unidos e Espanha, e até mesmo entre aqueles que moram em países emergentes, como Chile e Turquia.

Levantamento realizado com base em dados de 2022 mostra o custo residencial da energia elétrica em relação à renda per capita. Os números são da Agência Internacional de Energia e do PIB (Produto Interno Bruto), dividido pelo número de habitantes, calculado para o mesmo ano pelo FMI (Fundo Monetário Internacional).

Em média, os brasileiros comprometem 4,54% da sua geração de riqueza anual para o pagamento da conta de luz residencial. Para se ter uma ideia, os espanhóis têm uma média de 2,85%, e os alemães, de 1,72%. Na América Latina, o país fica na frente de economias emergentes, como o Chile (2,65%) e a Costa Rica (2,76%).

O ranking da conta de luz
Custo de comprar 200 kWh de energia elétrica em cada país, em comparação com o PIB per capita (em %)

Brasil – 4,54%
República Tcheca – 3,24%
Grécia – 3,03%
Espanha – 2,85%
Costa Rica – 2,76%
Itália – 2,69%
Chile – 2,65%
Letônia – 2,64%
Eslováquia – 2,32%
Portugal – 2,27%
Polônia – 2,26%
Países Baixos – 2,1%
Turquia – 2,02%
Lituânia – 2,02%
Bélgica – 2,01%
Reino Unido – 2,01%
Estônia – 1,96
Dinamarca – 1,87%
Alemanha – 1,72%
Hungria – 1,44%
Eslovênia – 1,38%
França – 1,23%
Áustria – 1,14%
Finlândia – 1,12%
Nova Zelândia – 1%
Suécia – 0,92%
Coreia do Sul – 0,79%
Irlanda – 0,72%
Noruega – 0,70%
Suíça – 0,60%
Canadá – 0,54%
Estados Unidos – 0,48%
Islândia – 0,39%
Luxemburgo – 0,38%

Tributos e subsídios
Segundo a Abrace, pouco mais da metade (60%) do valor da conta de luz está ligada a geração, transmissão e distribuição da energia elétrica. O restante é composto de taxas que bancam políticas públicas, subsídios, impostos e ineficiências do setor.

A associação afirma que os brasileiros vão pagar cerca de R$ 10 bilhões ao mês a mais na conta de luz em 2023 só para custear tributos e subsídios. Ao contabilizar todo o ano, o valor chega a R$ 119 bilhões.

Na conta de luz, o dinheiro do consumidor garante recursos a diversos setores e fundos, que muitas vezes não têm relação com a área de energia elétrica. Há verbas destinadas, por exemplo, aos segmentos rural e de irrigação, água, esgoto e saneamento. A maior despesa é com a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que deve receber das tarifas dos consumidores cerca de R$ 30 bilhões neste ano.

O presidente da Abrace, Paulo Pedrosa, afirma que os brasileiros pagam caro e várias vezes pelo custo da energia elétrica. “Além da conta de luz residencial, toda vez que um cidadão compra um pão na padaria, uma camiseta para o filho ou um saco de cimento para a construção da casa, por exemplo, está também pagando a energia embutida naqueles produtos. Hoje em dia, numa família, um quarto do que ela gasta por mês é com energia”, diz.

“Se houvesse diminuição no subsídio e nos impostos, a vantagem competitiva que o Brasil tem de ter uma matriz renovável se evidenciaria”, acrescenta o executivo.

Como manter a conta em dia
Os brasileiros pagaram em média US$ 34 (R$ 176,50) por 200 kW/hora no ano passado, um valor parecido com o desembolsado pelos poloneses, que foi de US$ 34,39 (R$ 178,50). Ocorre que a nossa renda per capita estava na faixa de US$ 9.000, enquanto no país do Leste Europeu era de US$ 18.000.

“O valor de 5% da riqueza anual é muito alto para uma conta de necessidade básica. É necessário que o brasileiro faça um planejamento financeiro para organizar suas contas, reduzindo assim a grande fatia do faturamento anual para uma conta básica”, afirma Fernando Lamounier, educador financeiro e diretor da Multimarcas Consórcios.

Lamounier afirma que a conta deve constar nas despesas fixas, e o consumidor deve se basear nos gastos do último mês, observar se houve aumento da alíquota e provisionar o mais próximo possível do imaginado.

“Mapeie sua renda total separando despesas fixas no seu orçamento. Além disso, esquematize as despesas variáveis, como alimentação, transporte e gastos com saúde, e organize as dívidas e os pagamentos, como parcelas de empréstimos e cartão de crédito. Essas ações vão beneficiar o seu salário mensal e anual.”

Entre os itens que deixam a conta de luz mais cara para os brasileiros em 2023 estão os tributos e os principais subsídios. No caso de atraso das contas, observe sempre o prazo-limite que a distribuidora concede, para evitar cortes desnecessários e pelos quais depois, no caso de religação ou religação urgente, você terá que pagar uma taxa extra pelo serviço, que pode variar até 60% do valor da fatura.

Fonte: r7

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São Paulo

Bairros de SP sofrem apagão após falha em estação de transmissão

por Redação 20 de setembro de 2023

Um apagão que começou na manhã desta quarta-feira (20) afetou usuários da Enel São Paulo em diversas regiões da capital paulista, com exceção da zona leste.

De acordo com a companhia, que fornece eletricidade ao município, um problema em uma subestação de transmissão afetou o fornecimento de energia às zonas oeste, norte e sul.

Segundo pessoas afetadas pelo apagão, semáforos ficaram desligados na região de Pinheiros, onde também não havia sinal de celular de algumas operadoras.

A Enel, por meio das redes sociais, informou às 13h12 que “o fornecimento de energia foi restabelecido para todos os clientes que tiveram o serviço afetado”.

Fonte: r7

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Sustentabilidade

Governo e empresas de energia se reúnem nesta sexta para tratar de apagão

por Redação 25 de agosto de 2023

O Ministério de Minas e Energia (MME), a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) se reunem nesta sexta-feira (25) com empresas de geração e transmissão de energia para discutir o apagão que atingiu 25 estados e o Distrito Federal em 15 de agosto. Será o primeiro encontro entre as entidades antes da elaboração do relatório final sobre as causas da interrupção, com base nas informações preliminares enviadas pelos agentes envolvidos. O documento definitivo deve ser apresentado em até 45 dias úteis, a contar de 16 de agosto.

A segunda reunião do grupo está marcada para a sexta-feira (1º) da próxima semana. Ao R7, o ONS afirmou que a avaliação detalhada da ocorrência constará no Relatório de Análise de Perturbação (RAP). No relatório haverá também recomendações e providências.

O apagão teve início em uma linha da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), ligada à Eletrobras, em Quixadá (CE). A própria companhia admitiu que houve falha sistêmica.

No entanto, o evento no município cearense, isoladamente, não seria capaz de causar a suspensão de energia generalizada, confome informaram o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e o ONS. As autoridades técnicas responsáveis estudam outros fatos ocorridos após o ponto inicial — esses episódios estarão no relatório final.

Segundo o ONS, o apagão começou às 8h30 de 15 de agosto. Na região Sul, a energia foi retomada às 9h05; no Sudeste e no Centro-Oeste, às 9h33; e no Nordeste e no Norte, às 14h49.

A única unidade da Federação que não foi afetada pelo apação foi Roraima. Oito estados tiveram corte de 100% da energia – Acre, Amazonas, Rondônia, Pará, Amapá, Tocantins, Maranhão e Piauí.

Confira o corte de carga nas demais unidades federativas:

  • Alagoas: 68%
  • Bahia: 69%
  • Ceará: 44%
  • DF: 20%
  • Espírito Santo: 15%
  • Goiás: 24%
  • Mato Grosso: 9%
  • Mato Grosso do Sul: 19%
  • Minas Gerais: 19%
  • Paraíba: 15%
  • Paraná: 8%
  • Pernambuco: 38%
  • Rio de Janeiro: 13%
  • Rio Grande do Norte: 22%
  • Rio Grande do Sul: 18%
  • Santa Catarina: 15%
  • São Paulo: 9%
  • Sergipe: 52%

Fonte: r7

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Mais previsões: Meteorologia 25 dias

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