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FAKE NEWS

Política

Congresso analisa nesta terça vetos da saidinha de presos, fake news e despacho de bagagens

por Redação 28 de maio de 2024

Deputados e senadores se reúnem em sessão do Congresso Nacional nesta terça-feira (28) para analisar 17 vetos presidenciais. São trechos de leis vetados pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva que estão pendentes de análise. Entre eles, os que tratam da proposta que restringe as saídas temporárias de presos, o que tipifica o crime de fake news com pena de até cinco anos de prisão e o que impôs um calendário de pagamento para as emendas parlamentares.

Na última sessão, em 9 de maio, a base do governo conseguiu adiar a análise dos vetos para evitar uma derrota de Lula em temas sensíveis, a exemplo do veto às chamadas “saidinhas”. A derrubada desse veto é esperada pela base do governo, já que a proposta foi aprovada por maioria absoluta na Câmara e no Senado. O presidente Lula vetou a restrição das saídas dos presos em 11 de abril, sob o argumento de que o trecho era “inconstitucional”.

“Entendemos que a proibição de visita às famílias dos presos que já se encontram no regime semiaberto atenta contra valores fundamentais da Constituição — o princípio da dignidade da pessoa humana, o princípio da individualização da pena e a obrigação que tem o Estado de proteger a família”, disse, à época, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski.

A proposta aprovada pelo Congresso praticamente eliminava as chamadas “saidinhas” de presos durante datas comemorativas. A permissão para saídas temporárias dos presídios seria concedida apenas a detentos em regime semiaberto que estivessem envolvidos em atividades de estudo ou que possuíssem emprego com carteira assinada.

Fake news
Outro assunto que deve ser analisado nesta terça (28) é o veto de Jair Bolsonaro à norma que revogou a Lei de Segurança Nacional e criminalizou ações contra o Estado Democrático de Direito. Na ocasião, Bolsonaro vetou a tipificação do crime de comunicação enganosa em massa, as chamadas fake news. A proposta era que o crime fosse punido com pena de até cinco anos de prisão.

O adiamento da decisão sobre esse veto foi um pedido do líder da minoria no Congresso, senador Flávio Bolsonaro (PL-PR), um dos filhos do ex-presidente.

Calendário de emendas
Também está na pauta o veto parcial à LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) que prevê um cronograma para a execução de emendas parlamentares. Lula barrou os trechos que obrigavam o pagamento das emendas em até 30 dias após a divulgação das propostas, e os pagamentos em outras áreas deveriam ser feitos até 30 de junho de 2024.

Na época, o Planalto alegou que o trecho da lei iria “aumentar a rigidez na gestão orçamentária e financeira e dificultar a gestão das finanças públicas”. Na prática, o texto da LDO aumenta os poderes do Congresso sobre o Orçamento e diminui o poder de negociação do governo em momentos de votações importantes.

Orçamento pelo Congresso. É esse dinheiro que os deputados e senadores enviam para os seus redutos eleitorais, geralmente pagando por obras de infraestrutura.

Despacho gratuito de bagagens
O governo negocia para que os parlamentares mantenham o veto presidencial do governo Bolsonaro que impediu o despacho gratuito de bagagens em viagens aéreas. A gratuidade no despacho de bagagens foi vetada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro em junho de 2022. Na ocasião, o Congresso aprovou uma lei que flexibilizava as normas do setor aéreo, e um dos artigos proibia as companhias aéreas de cobrar taxas pelo despacho de malas.

O governo vetou esse trecho sob o argumento de que a gratuidade ia contra o interesse público e que, na prática, resultaria em um aumento nos preços das passagens aéreas.

O peso das bagagens variava conforme o trajeto, com limites de até 23 quilos em voos nacionais e 30 quilos em voos internacionais. Desde 2017, as companhias aéreas têm permissão para cobrar pelo despacho de malas. Naquela época, as empresas justificavam que essa cobrança ajudaria a reduzir os preços das passagens, o que não ocorreu.

Fonte: r7

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Fake NEWS

‘Estamos enfrentando um esquema profissional de desinformação’ diz Pimenta

por Redação 9 de maio de 2024

O ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social, Paulo Pimenta, classificou como crime a disseminação de fake news com objetivo de atrapalhar quem está trabalhando no resgate de moradores do Rio Grande do Sul e na recuperação do estado. “Nós estamos, claramente, enfrentando um esquema profissional de desinformação, de fake news. É como em uma guerra, o serviço de contra-informação. Eu estou convencido disso”, disse ele nesta quinta-feira (9).

Pimenta citou como exemplos de notícias falsas a suposta negativa de ajuda do Uruguai pelo governo brasileiro e a suposição de que a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) estaria barrando cargas de medicamentos. Segundo o ministro, a informação da suposta retenção da carga de medicamentos partiu de postagens feitas por dois médicos influencers. “Isso é mentira. A Anvisa não fiscalizou nada disso, é uma mentira completa que já foi desmentida”, destacou.

A alegação também foi contestada pela própria Anvisa, que por meio de nota ressaltou que participa do Centro de Operações de Emergência, coordenado pelo Ministério da Saúde, para definir ações diante da emergência no estado. “É importante reforçar que estão sendo disseminadas notícias falsas que a Anvisa está restringindo a chegada de medicamentos doados ao Rio Grande do Sul. Esta informação é falsa e Fake News é crime. Informe-se antes de repassar.”

Já sobre a ajuda de outros países, o ministro ressaltou que os comandantes das Forças Armadas não teriam porque não aceitar a oferta, já que os homens e mulheres estão trabalhando no limite da saúde física e mental. “Então, cada dia é uma fake news nova. Agora, eu vi uma campanha que eles fazem por aplicativos de mensagens, no mesmo padrão de outras, dizendo para as pessoas irem ao mercado comprar tudo que puderem, claramente apostando em um desabastecimento.”

Segundo o último boletim do governo do estado, 107 mortes já foram confirmadas devido e 1,4 milhão de pessoas foram afetadas pelas enchentes.

Ações
O governo federal já prometeu ao menos R$ 4,8 bilhões para o Rio Grande do Sul, em meio às fortes chuvas e a calamidade pública enfrentadas pelo estado. O valor inclui uma espécie de “emenda de resgate emergencial” criada pelo Executivo, com R$ 1,3 bilhão, e a suspensão de R$ 3,5 bilhões da dívida do RS com a União, que deve ocorrer até o fim deste ano.

Além disso, o governo federal prepara uma linha de crédito especial para a reconstrução das casas atingidas pelas enchentes e uma medida provisória com recursos adicionais. Até a tarde dessa quarta (8), o total de mortos por causa das enchentes chegou a 100 pessoas e quatro óbitos estavam sob investigação.

O Executivo pretende editar a medida provisória com liberação de recursos para o estado ainda nesta semana. A ideia do governo é centralizar os auxílios financeiros ao Rio Grande do Sul em um único texto, o que não exclui a possibilidade de novos valores serem incluídos na medida, conforme necessidade.

Para a definição dos valores necessários, é esperada uma reunião entre o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. O encontro deve ocorrer ainda nesta semana, em Brasília.

Fonte: r7

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TSE

Sob coordenação de Moraes, TSE inaugura centro de integração voltado a combater fake news

por Redação 12 de março de 2024

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) inaugura nesta terça-feira (12) um espaço voltado ao combate de fake news, que conta com a participação de integrantes da PGR (Procuradoria-Geral da República), do Ministério da Justiça, do Conselho Federal da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). O Centro Integrado de Enfrentamento à Desinformação e Defesa da Democracia ficará instalado na sede da Corte em Brasília e vai auxiliar os tribunais regionais a implementarem ações preventivas e corretivas.

A cerimônia de inauguração está marcada para as 16h30. “O centro vai atuar de forma coordenada no combate à desinformação, discursos de ódio, discriminatórios e antidemocráticos no âmbito eleitoral”, detalhou a assessoria de imprensa do TSE.

O presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes, ficará no comando do núcleo. Também participarão dos trabalhos o secretário-geral do TSE, Cleso Fonseca, o diretor-geral do TSE, Rogério Galloro, o diretor da Escola Judiciária Eleitoral do TSE, ministro Floriano Azevedo, a secretária de Comunicação do TSE, Giselly Siqueira, o assessor-chefe da Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação do TSE, José Fernando Chuy, e dois juízes auxiliares que serão designados pela presidência.

O centro deve ajudar a integrar o tribunal eleitoral a órgãos públicos e privados, incluindo as próprias plataformas de redes sociais e de mensagens. O contato visa garantir o cumprimento das regras eleitorais e facilitar a adoção de medidas estratégicas contra notícias falsas durante as campanhas.

As cortes regionais serão auxiliadas para conseguirem implementar as normas. “O centro também terá papel importante na promoção da educação em cidadania, nos valores democráticos e nos direitos digitais”, informa o TSE.

O núcleo coordenará a realização de cursos, seminários e estudos com foco na democracia, direitos digitais e combate a desinformação eleitoral. A promoção de campanhas publicitárias e educativas também ficará a cargo do centro.

Regras
O centro integrado vai observar resoluções e normas aprovadas pela Corte que vão orientar partidos políticos, coligações e federações partidárias, candidatos e eleitores sobre o que será permitido e o que será vedado durante as eleições municipais deste ano.

Uma das regras é a cassação a político que usar inteligência artificial de forma indevida nas eleições. A medida foi repercutida por Moraes passa a valer a partir do pleito municipal deste ano, que será realizado em outubro.

No fim de fevereiro, o TSE regulamentou o uso da inteligência artificial na propaganda de partidos, coligações, federações partidárias, candidatas e candidatos. Entre as normas estabelecidas pelo tribunal, está a que proíbe a utilização na propaganda eleitoral, “de conteúdo fabricado ou manipulado para difundir fatos notoriamente inverídicos ou descontextualizados com potencial para causar danos ao equilíbrio do pleito ou à integridade do processo eleitoral”, sob pena de caracterizar abuso de utilização dos meios de comunicação, acarretando cassação do registro ou do mandato.

A Corte validou a regulação do uso da inteligência artificial com a restrição à utilização de chatbots para intermediar a comunicação da campanha e a vedação absoluta de uso de deep fake — criação de vídeos e áudios falsos por meio de inteligência artificial. Segundo o TSE, a inteligência artificial só pode ser usada em campanhas quando houver aviso explícito de seu uso.

O tribunal decidiu pela regulação dos provedores, como a adoção e publicização de medidas para impedir ou diminuir a circulação de fatos inverídicos ou gravemente descontextualizados que atinjam a integridade do processo eleitoral.

Provedores serão responsabilizados se não retirarem imediatamente conteúdos com desinformação, discurso de ódio, ideologia nazista e fascista, antidemocráticos, racistas e homofóbicos.

Sobre propaganda eleitoral, o TSE fixou uma proteção à liberdade de expressão de artistas e influenciadores, como a possibilidade de divulgação de posição política em shows, apresentações, performances artísticas e perfis e canais de pessoas naturais na internet.

“A proteção somente alcança a manifestação voluntária e gratuita, vedada a contratação ou a remuneração daquelas pessoas com a finalidade específica de divulgar conteúdos político-eleitorais em favor de terceiros”, informou o tribunal.

A corte reconheceu que as manifestações de artistas, candidatos e apoiadores é compatível com a natureza dos eventos de arrecadação e não caracteriza o chamado “showmício”.

Fonte: r7

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Brasil

PF diz que atuação do Google e Telegram contra projeto das Fake News é abuso de poder econômico

por Redação 31 de janeiro de 2024

A Polícia Federal enviou um documento ao STF (Supremo Tribunal Federal) no qual diz que a atuação das empresas Google Brasil e Telegram em suposta campanha contra o Projeto de Lei das Fake News demonstra abuso de poder econômico, manipulação de informações e possíveis violações contra a ordem de consumo. As informações constam em relatório final da corporação.

“A distorção do debate sobre a regulação, a tentativa de influenciar os usuários a coagirem os parlamentares e a sobrecarga nos serviços de TI da Câmara dos Deputados evidenciam o impacto negativo dessas práticas nas atividades legislativas. O intento das empresas, aproveitando-se de suas posições privilegiadas, é incutir nos consumidores a falsa ideia de que o projeto de lei é prejudicial ao Brasil”, disse a PF.

Segundo a corporação, as evidências levantadas durante a investigação demonstram que as grandes empresas de tecnologia adotaram estratégias “impactantes e questionáveis”.

“O estudo conduzido pelo Laboratório de Estudos de Internet e Mídia Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro expôs o uso de artifícios por essas corporações em uma campanha caracterizada por desinformação e manipulação. Essa atuação, baseada em sua posição dominante no mercado, visava resguardar seus interesses econômicos, deixando anunciantes e consumidores vulneráveis”, consta no documento.

A PF diz que o Google, particularmente, foi apontado por fornecer resultados de busca enviesados, influenciando negativamente a percepção dos usuários sobre o projeto de lei.

“A empresa inclusive veiculou mensagens contrárias ao PL em sua tela inicial, alertando sobre a suposta confusão que o projeto poderia causar entre verdade e mentira no Brasil. Essas táticas indicam uma possível utilização da posição de liderança no mercado de buscas para promover ideias em detrimento do projeto, configurando um potencial abuso de poder econômico.”

Para a corporação, o Telegram utilizou sua plataforma, incluindo o Twitter, e incitou seus milhões de usuários “a atacarem vigorosamente o projeto, criando um ambiente propício para pressionar os parlamentares”.

No documento, a PF afirma que a Google informou que “nunca conduziu uma campanha difamatória em relação ao mencionado projeto de lei”, e “que não se opõe à criação de legislações destinadas a regulamentar os serviços oferecidos pelos provedores de aplicações de internet”.

O Telegram disse à corporação que “refletiu sobre a necessidade de informar os usuários sobre mudanças nos serviços no Brasil, autorizou a publicação de um texto opinativo acreditando ser legítimo e que “se houvesse qualquer sinal de ilegalidade ou desinformação, não teria iniciado nem aprovado a publicação”.

Em maio do ano passado, o ministro do STF Alexandre de Moraes determinou a abertura de um inquérito sobre a participação de dirigentes do Google e do Telegram no Brasil na campanha de desinformação contra o projeto de lei das Fake News.

O ministro acatou um pedido feito pela PGR (Procuradoria-Geral da República). O movimento ocorreu depois que o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), encaminhou uma notícia-crime contra os responsáveis pelos provedores que participaram ativamente das ações contrárias ao projeto.

Fonte: r7

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Saúde

Governo cria comitê para combater notícias falsas sobre vacinas

por Redação 26 de outubro de 2023

O governo federal criou um comitê interministerial para combater a disseminação de notícias falsas sobre a vacinação. O “Saúde com Ciência” prevê ações como campanhas e acordos com veículos de comunicação e plataformas digitais. Um site da iniciativa também está no ar, com informações confiáveis e canal de denúncia sobre alguma suspeita de disseminação de notícias falsas.

Segundo dados da pasta, as fake news mais comuns encontradas entre julho e setembro são as que afirmam que os imunizantes causam doenças como câncer, Aids ou diabetes e aquelas que dizem que a vacina da Covid-19 pode provocar alterações na corrente sanguínea ou no DNA.

A ministra da Saúde, Nísia Trindade, destacou que não adianta ter o avanço tecnológico se a população não procurar os postos de saúde. “Sabemos que a desinformação está em todas as áreas, mas, quando se trata de saúde e vacina, isso nos afeta de maneira drástica e coloca em risco a saúde da nossa população”, disse Nísia.

A titular da pasta também lembra que doenças como o sarampo e a poliomielite, que já foram erradicadas do país, voltam a ameaçar as crianças. O Dia Mundial de Combate à Pólio é comemorado em 24 de outubro e chama atenção para o fato de o Brasil não alcançar a meta de 95% da cobertura vacinal contra a doença, também conhecida como paralisia infantil, desde 2015, ano a partir do qual o percentual se mantém abaixo do esperado. Apesar disso, o último caso foi registrado em 1989 no país, onde a pólio é considerada eliminada desde 1994.

Além da Saúde, o grupo é formado por representantes da Secretaria de Comunicação da Presidência da República e dos ministérios da Justiça e da Ciência e Tecnologia e Inovação, bem como pela Controladoria-Geral da União e Advocacia-Geral da União.

O site
Um site também foi lançado para facilitar o acesso da população a informações confiáveis. Além disso, alertas sobre fake news vão ser divulgados em redes sociais oficiais e em aplicativos de mensagens.

Um teste online também ajuda a população a entender se já foi alvo de notícia falsa ou se até mesmo propagou alguma.

Na mesma página, você encontra um passo a passo para denunciar alguma informação inverídica nas redes sociais. Além disso, o Ministério da Saúde oferece um canal para que a população envie denúncias diretamente à pasta.

Fonte: r7

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Política

Advogado deixa Telegram em meio a inquérito sobre campanha contra PL das Fake News

por Redação 22 de maio de 2023

O advogado Alan Thomaz não é mais o representante legal do Telegram no Brasil. Ele renunciou aos processos, nesta semana, depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) abriu uma investigação sobre a campanha lançada pelo aplicativo contra o PL das Fake News.

Com a decisão, a plataforma precisará indicar outro escritório para intermediar o contato com a Justiça brasileira. Em fevereiro de 2022, o STF chegou a ameaçar suspender os serviços do Telegram no país se a empresa não constituísse um canal para receber notificações judiciais no Brasil.

O escritório Campos Thomaz & Meirelles Advogados disse, em nota, que “não teve e não tem relação direta com o Telegram”. A banca afirma que só prestou “serviços de assessoria jurídica”. “Solicitamos gentilmente que o nome dos sócios e advogados seja desvinculado ao Telegram”, diz o comunicado.

O inquérito no STF vai investigar os diretores do Telegram e “demais responsáveis” que tenham participado da campanha contra o projeto de lei. A decisão foi tomada pelo ministro Alexandre de Moraes, a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR). Moraes mandou a Polícia Federal interrogar os executivos.

O aplicativo disparou, para milhões de usuários, um manifesto contra a proposta. A mensagem chamava a proposta de “desnecessária” e dizia que ela “concede poderes de censura ao governo”.

Diretores do Google também serão investigados. O buscador exibiu em sua página inicial uma mensagem de alerta contra o PL. Os usuários que clicavam no link eram direcionados a um artigo de opinião do diretor de Relações Governamentais e Políticas Públicas do Google Brasil, Marcelo Lacerda, que acusava o texto de “aumentar a confusão entre o que é verdade e mentira no Brasil”.

Fonte: r7

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Política

Moraes abre inquérito sobre conduta de dirigentes do Google e Telegram no Brasil

por Redação 12 de maio de 2023

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a abertura de um inquérito sobre a participação de dirigentes do Google e do Telegram no Brasil na campanha de desinformação contra o projeto de lei das Fake News. O ministro deu à Polícia Federal um prazo inicial de 60 dias para a investigação.

A corporação deve, nesse período, garantir a preservação e a perícia das mensagens da campanha, fazer a identificação dos investigados e colher seus depoimentos, além de juntar uma cópia do inquérito civil público sobre o tema.

O ministro acatou um pedido feito pela Procuradoria-Geral da República (PGR). O movimento ocorre depois que o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), encaminhou uma notícia-crime contra os responsáveis pelos provedores que participaram ativamente das ações contrárias ao projeto de lei das Fake News.

“O cenário fático narrado aponta a existência de elementos de informações mínimos da prática de conduta delituosa que fundamentam a possibilidade de instauração de procedimento de investigação sob a supervisão do Supremo Tribunal Federal. […] Nesse cenário, é relevante esclarecer as circunstâncias das condutas noticiadas pela Câmara dos Deputados, representada por seu presidente”, disse a PGR.

Nesta quarta-feira (10), Moraes determinou ao Telegram que apagasse a mensagem enviada aos usuários no dia anterior com críticas ao PL das Fake News no prazo de uma hora. Caso a decisão fosse descumprida, ele decretou ainda que haveria suspensão do aplicativo em todo o território nacional por 72 horas, além de multa de R$ 500 mil por hora. O aplicativo cumpriu a ordem.

Na terça-feira (9), o Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo deu dez dias ao aplicativo para prestar informações detalhadas sobre a mensagem enviada. Os procuradores querem saber os motivos de o texto ter sido encaminhado, aparentemente, a todos os usuários da plataforma no Brasil, além do nome e do email de cada um dos responsáveis dentro da empresa por elaborar a mensagem e dar o impulsionamento.

No dia 2 de maio, Alexandre de Moraes já havia determinado à Polícia Federal que ouvisse o diretor do Google no Brasil sobre a publicidade contra o projeto de lei das Fake News.

Fonte: r7

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BrasilPolítica

PGR pede abertura de inquérito para investigar dirigentes do Google e Telegram

por Redação 11 de maio de 2023

A Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma ação na qual pede a abertura de inquérito para investigar dirigentes do Google e do Telegram no Brasil que tenham participado da campanha de desinformação contra o chamado PL das Fake News.

O caso está sob sigilo no STF e a relatoria é do ministro Alexandre de Moraes.

O movimento ocorre após o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, encaminhar notícia-crime contra os responsáveis dos provedores que tenham participado ativamente contra o PL das Fake News.

“O cenário fático narrado aponta para a existência de elementos de informações mínimos da prática de conduta delituosa que fundamentam a possibilidade de instauração de procedimento de investigação sob a supervisão do Supremo Tribunal Federal, a exemplo do que ocorre em caso similar sob apuração desta Corte no Inquérito n. 4.874. Nesse cenário, é relevante esclarecer as circunstâncias das condutas noticiadas pela Câmara dos Deputados, representada por seu presidente”, disse a PGR.

Nesta quarta-feira (10), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou que o Telegram apagasse a mensagem enviada aos usuários na terça-feira (9) com críticas ao projeto de lei das Fake News no prazo de uma hora. Caso a decisão fosse descumprida, Moraes decretou ainda que haja suspensão do aplicativo em todo o território nacional por 72 horas, além de multa de R$ 500 mil. O aplicativo cumpriu a ordem.

Na terça-feira (9), o Ministério Público Federal em São Paulo deu prazo de dez dias ao aplicativo para prestar informações detalhadas sobre a mensagem enviada a seus usuários. O MPF quer saber os motivos para que o texto tenha sido encaminhado, aparentemente, a todos os usuários da plataforma e o nome e endereço eletrônico dos responsáveis dentro da empresa que elaboraram a mensagem e decidiram seu impulsionamento.

No dia 2 de maio, Alexandre de Moraes determinou que a Polícia Federal ouça o diretor do Google no Brasil sobre a publicidade contra o projeto de lei das fake news.

Fonte: r7

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CidadeGuarulhos

Telegram está suspenso pela Justiça e deve pagar multa de R$ 1 milhão por dia, diz Dino

por Redação 27 de abril de 2023

O Telegram está suspenso e terá de pagar multa de R$ 1 milhão por dia por decisão da Justiça Federal. O motivo é a ausência de resposta, por parte da plataforma, ao pedido de fornecimento de dados sobre os suspeitos de crimes cometidos em grupos nazistas e neonazistas.

A decisão, tomada na terça-feira (25), foi comentada pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, em Fortaleza, nesta quarta-feira (26).

“Tivemos agora, há poucas horas, uma decisão judicial sobre grupos nazistas e neonazistas que atuam em redes sociais — particularmente em uma delas. A Polícia Federal pediu, e o Poder Judiciário deferiu, que a rede social que não está cumprindo as decisões, no caso o Telegram, tenha uma multa de R$ 1 milhão por dia e suspensão temporária das atividades”, afirmou Dino.

“A multa diária (quer a estipulada anteriormente, quer a majorada) será aplicada integralmente para cada 24 horas de atraso, e seu ‘termo final de incidência’ corresponderá ao horário em que o Telegram disponibilizar os dados à autoridade policial, computando-se a sanção pecuniária proporcionalmente para o período de inadimplemento inferior à duração de um dia (24 horas)”, afirma a decisão do juiz Wellington Lopes da Silva, da 1ª Vara Federal de Linhares, no Espírito Santo.

De acordo com Dino, a plataforma digital abriga conteúdo criminoso. “Há grupamentos lá, denominados frentes antissemitas, movimentos antissemitas, atuando nessas redes, e nós sabemos que isso está na base da violência contra nossas crianças e nossos adolescentes”, completou o ministro. Antissemitismo é o movimento que prega o extermínio de povos semitas, especialmente os judeus.

Projeto de lei das Fake News

A Câmara dos Deputados aprovou na terça-feira (25), por 238 votos a 192, o pedido de urgência para a tramitação do projeto de lei (PL) das Fake News. A aprovação permite aos deputados que dispensem formalidades regimentais, como a tramitação da proposta pelas comissões.

Com isso, o texto, que cria a Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet, seguirá diretamente para o plenário.

O PL das Fake News regulamenta as redes sociais e os buscadores de internet. O texto prevê regras de uso, gestão e punições no caso de divulgação de informações falsas.

A proposta também estabelece prisão de um a três anos e multa a quem promover ou financiar a disseminação em massa de mensagens que contenham “fato que se sabe inverídico” e que possa comprometer a “higidez” do processo eleitoral ou causar dano à integridade física.

Além disso, as plataformas terão de publicar regularmente relatórios semestrais de transparência com informações sobre a moderação de conteúdo falso.

Remuneração de conteúdo jornalístico
Segundo o relator, deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), a remuneração do conteúdo jornalístico profissional também constará no texto final. A proposta é que essas companhias paguem pelos conteúdos jornalísticos que publicarem, como já ocorre na Austrália.

A falta de regulamentação das big techs, empresas responsáveis por redes sociais e buscadores, tem sido motivo de discussão em todo o mundo, e no Brasil o tema é tratado no PL das Fake News.

“Para combater a desinformação, é necessário valorizar quem produz conteúdo profissional, que é o jornalista. Por isso, o texto manterá a ideia de remuneração do conteúdo jornalístico utilizado pelas redes sociais. Isso é muito importante, inclusive para a democracia”, afirmou.

Sugestões do TSE
Os presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), receberam, nesta terça-feira, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, para tratar de sugestões do TSE ao texto do PL das Fake News.

Os presidentes devem pedir a incorporação de ponderações de Moraes antes da votação em plenário. Entre as propostas entregues pelo ministro, está a possibilidade de ordenamento, pela Justiça Eleitoral, de remoção de endereços eletrônicos, sob pena de multa de R$ 100 mil a R$ 150 mil por hora de descumprimento.

Além disso, a proposta é que os provedores indisponibilizem imediatamente conteúdos e contas com condutas, informações e atos antidemocráticos e com grave ameaça, direta e imediata, de violência ou incitação à violência contra a integridade física de funcionários públicos.

Também deverão ser retiradas do ar postagens com comportamento ou discurso de ódio, inclusive promoção de racismo, homofobia, ideologias nazista, fascista ou odiosa contra uma pessoa ou grupo, mediante preconceito de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.

Fonte: r7

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BrasilCidade

Mensagem falsa é usada para roubar dados de beneficiários do Casa Verde e Amarela

por Redação 19 de dezembro de 2022

Criminosos estão enviando email em que se passam por funcionários do Ministério do Desenvolvimento Regional para obter dados pessoais e aplicar golpes financeiros.

Na mensagem enviada, a vítima clica em um link e tem suas informações pessoais roubadas, como nome completo, CPF, números e senhas de cartões de crédito, entre outros dados.

O ministério alerta que não enviou nenhum comunicado sobre uma suposta seleção de pessoas para comprovação de dados referentes ao Programa Casa Verde e Amarela.

Ao receber o email, o ideal é desconfiar, não enviar informações pessoais e denunciar os criminosos.

Confira abaixo a íntegra do email que vem sendo utilizado.

“O(a) senhor(a) foi selecionado para comprovar os dados que foram inseridos no cadastro no momento de sua inscrição a fim de habilitar-se no programa habitacional do governo federal. Para isso, o(a) senhor(a) deverá entrar em contato através do WhatsApp no link: (link hackeado) ou faça seu cadastro no link: (link hackeado). Após concluir o preenchimento do formulário, o(a) senhor(a) deverá aguardar o contato da nossa central de atendimento pela qual será instruído a enviar os documentos necessários para análise e posteriormente receberá uma notificação por email ou WhatsApp sobre sua situação no programa. Lembramos que é necessário apresentar os documentos de identificação do titular e de seu cônjuge, se houver.”

Fonte: Com informações da Agência Estado

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Mais previsões: Meteorologia 25 dias

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