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IBGE

Emprego

Desemprego volta a subir em janeiro e atinge 8,3 milhões de brasileiros

por Redação 29 de fevereiro de 2024

Depois de fechar 2023 com a nona queda consecutiva, a taxa de desemprego no Brasil voltou a subir e chegou a 7,6% no trimestre encerrado em janeiro. Trata-se do menor nível para o mês desde 2015, segundo os dados da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), divulgada nesta quinta-feira (29) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A pesquisa mostra que, apesar do recuo, 8,3 milhões de brasileiros não ocupam uma vaga de trabalho. Segundo o IBGE, a quantidade de pessoas desempregadas recuou em 703 mil ao longo do ano.

O número de pessoas ocupadas teve uma leve alta e, agora, 100,5 milhões têm ocupação.

A massa de empregados com carteira de trabalho no setor privado chegou a 37,9 milhões, com alta de 1,1 milhão no ano. Esse número inclui os trabalhadores domésticos.

Já o número de empregados sem carteira no setor privado (13,4 milhões) ficou estável no trimestre. No ano, representaram 335 mil pessoas a mais.

Vale lembrar que, do final de 2015 até o começo de 2017, o Brasil passou pela sua mais profunda crise econômica. Na época, o PIB (Produto Interno Bruto, que mede o tamanho de uma economia) trimestral teve tombo de até 4,5%. Para efeito de comparação, a queda na pandemia foi de 3,3%, no final de 2020.

Salário médio do brasileiro
Os brasileiros empregados recebem, em média, R$ 3.034 — sem variação significativa na comparação com o trimestre anterior. Apenas os funcionários da administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais tiveram um reajuste, de, em média, R$ 94.

Na comparação com o trimestre de novembro de 2022 a janeiro de 2023, os colaboradores da indústria tiveram alta de 5,3% no salário (mais R$ 152), enquanto os funcionários do comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas receberam, em média, um aumento de R$ 125.

A massa de rendimento real habitual totalizou R$ 305,1 bilhões em janeiro de 2024, um novo recorde para a série histórica iniciada em 2012.

Desalentados e subutilização
A população desalentada registrou 3,6 milhões, ficando estável em comparação com o trimestre anterior. No ano, o índice recuou 9,8% (menos 388 mil pessoas).

Essa categoria é classificada como todos aqueles com mais de 14 anos que estavam fora do mercado de trabalho e não haviam realizado busca efetiva por uma colocação.

Já a taxa de subutilização, que calcula o percentual de desocupados, subocupados por insuficiência de horas trabalhadas, e a força de trabalho potencial, ficou em 17,6%.

Fonte: r7

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Brasil

População brasileira cresce na metade do ritmo dos anos 2000, mostra Censo

por Redação 2 de fevereiro de 2024

O ritmo do crescimento populacional no Brasil caiu quase pela metade na última década, segundo dados do Censo 2022 divulgados nesta sexta-feira (2) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Entre 2010 e 2022, a população brasileira cresceu 6,4%, enquanto nos 10 anos anteriores, de 2000 a 2010, o aumento foi de 12,2%.

De acordo com o levantamento, o país tem hoje 203 milhões de habitantes contra 190,7 milhões que existiam em 2010. Já nos anos 2000, o número de brasileiros era de 169,8 milhões.

O instituto mapeou pela primeira vez todas as coordenadas geográficas e os tipos de edificações que compõem os 111 milhões de endereços do Brasil cadastrados durante a pesquisa.

O país segue se tornando cada vez mais feminino (104,5 milhões ou 51,5% do total de brasileiros). A população negra (incluindo pretos e pardos) corresponde a 55,5% (112,7 milhões) do total.

Escolas
A pesquisa mostrou que São Paulo, Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Maranhão e Pará têm mais da metade das escolas, creches e universidades do país. Ao todo, os seis estados são responsáveis por 138.338 instituições de ensino, 52% das 264.445 existentes no país.

Hospitais e centro de saúde
O instituto também conseguiu tabelar os estabelecimentos de saúde do país, como hospitais, prontos-socorros, clínicas, postos de saúde.

Segundo o levantamento, São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul contam, juntos, com quase metade das unidades de saúde do país. São 122.924 estabelecimentos – 49,6% do total de 247.510.

Sozinhos, os paulistas possuem quase 57 mil centros de saúde, seguidos por Minas Gerais (32.966), Paraná (16.498) e Rio Grande do Sul (16.467). A Bahia vem logo na sequência, com 16.347 unidades de saúde.

Por outro lado, o Acre e o Amapá aparecem com apenas 769 e 796 hospitais, clínicas ou prontos-socorros, de acordo com o IBGE.

Tipos de endereço
A maioria dos endereços do Brasil é formada por domicílios particulares (90,6 milhões), ou seja, casas e apartamentos. Em segundo lugar, estão os estabelecimentos comerciais com “outras finalidades” (11,7 milhões), como comércio, prédios culturais ou públicos.

Fonte: r7

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Economia

Passagens aéreas atingem maior valor em 13 anos com demanda em alta e combustível ainda caro

por Redação 26 de dezembro de 2023

As passagens aéreas para viagens entre cidades brasileiras ficaram 35,24% mais caras entre janeiro e novembro deste ano, segundo o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), inflação oficial do país, apurado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A última pesquisa da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), de outubro, confirma a evolução e mostra que o preço médio da passagem aérea é de R$ 741,47 (valor corrigido pela inflação oficial). Trata-se do maior valor desde que a análise passou a ser realizada, em 2010. No mesmo mês do ano passado, o preço médio dos bilhetes era 10,8% menor, R$ 669,12.

O professor José Carlos de Souza Filho, da FIA Business School, explica que “as companhias aéreas estão com baixa oferta em um momento de alta demanda pela proximidade das férias e temperaturas elevadas”.

Outro fator que ajuda a encarecer as passagens aéreas é o aumento da cotação do querosene de aviação. “Em 2022, o querosene aumentou 48% e em 2023 teve uma queda de 12,6%, o que representa uma variação acumulada de 29,35%, valores ainda muita acima da inflação do período”, afirma.

Além disso, José Carlos argumenta que o setor continua sendo impactado pela pandemia. Em 2020, a Covid-19 fechou aeroportos por todo o mundo. Segundo José Carlos, as pessoas estão em movimento de voltarem a viajar desde 2022, o que continua impactando as tarifas.

“A partir de 2022, tanto a demanda como os preços começaram a se recuperar, fazendo com que as altas demandas sazonais estejam sendo fortemente impactadas”, diz ele.

Governo articula barateamento
Com as viagens de avião mais caras, o governo Lula, junto das companhias aéreas, apresentou plano para baixar os preços.

“Por orientação do presidente Lula, a gente tem buscado alternativas para poder diminuir o custo da passagem aérea e, automaticamente, soluções que possam fortalecer mais o consumidor final. Para termos preços mais acessíveis aos brasileiros, é necessário um esforço coletivo e um diálogo constante. Estamos no caminho certo e esperamos que mais brasileiros possam viajar nos próximos meses”, disse Silvio Costa Filho, ministro de Portos e Aeroportos.

Empresas sugerem mudanças
Azul

  • Comercializar 10 milhões de assentos até R$ 799 a partir de 2024;
  • Marcação de assento e bagagem despachada para compras realizadas de última hora.

Gol

  • A partir de 2024, disponibilizar 15 milhões de assentos com preço de até R$ 699;
  • Promoções especiais e, com mais de 21 dias de antecedência, preços entre R$ 600 e R$ 800;
  • Tarifas de assistência emergencial (80% de desconto).

Latam

  • Oferta de 10 mil assentos a mais por dia (mais oferta, menor custo);
  • Toda semana, oferecer um destino com tarifa abaixo de R$ 199;
  • Mudanças no programa de fidelidade — sem validade para utilização;
  • Manutenção do programa de desconto de 80% para tarifas de assistência emergencial.

Por sua vez, o Ministério de Portos e Aeroportos disse se comprometer a:
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  • Querosene: baixar o preço do querosene de aviação, que seria responsável por 40% do custo, junto à Petrobras;
  • FNAC como garantia: a utilização do recurso do Fundo Nacional de Aviação Civil como garantia em operações de crédito para empresas nacionais afetadas pela pandemia. A proposta facilita o acesso ao crédito e reduz custos das companhias;
  • Estímulo de novas companhias: a entrada de empresas de baixo custo no Brasil é uma proposta de governo e tem por objetivo aumentar a concorrência e criar novos nichos de mercado;
  • Programas de investimentos em aeroportos regionais: investimentos da ordem de R$ 6,2 bilhões em programas de concessão e de R$ 5 bilhões de investimentos públicos e privados no plano de aviação regional;
  • Medidas para combater o excesso de judicialização: com custo de R$ 1 bilhão ao ano para as companhias, a pasta busca alternativas para reduzir o alto índice de judicialização no setor aéreo.

Fonte: r7

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Economia

Alimentos mais caros puxam alta de 0,28% da inflação em novembro

por Redação 12 de dezembro de 2023

Guiada novamente pela alta no preço dos alimentos (+0,63%), a inflação oficial do Brasil voltou a ganhar força ao subir 0,28% em novembro, ante alta de 0,24% apurada no mês anterior, mostram dados revelados nesta terça-feira (12) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Mesmo com a aceleração, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) agora volta a figurar dentro do intervalo da meta, com alta acumulada de 4,68% nos últimos 12 meses.

Para os analistas do mercado financeiro, a inflação deve arrefecer e chegar ao fim deste ano em 4,51%, patamar dentro do intervalo perseguido (de 1,75% para 4,75%) pela primeira vez desde 2020.

Na liderança das altas no mês, os preços dos itens que compõem o grupo de alimentação e bebidas subiram 0,63%, alta acima da apurada no mês anterior (+0,31%), quando a variação do grupo de despesas ficou positivo após quatro meses consecutivos de deflação.

“As temperaturas mais altas e o maior volume de chuvas em diversas regiões do Brasil são fatores que influenciam a colheita de alimentos, principalmente os mais sensíveis ao clima, como os tubérculos, os legumes e as hortaliças”, explica André Almeida, gerente responsável pela pesquisa.

Contribuíram para a elevação em novembro as altas da cebola (+26,59%), da batata-inglesa (+8,83%), do arroz (+3,63%) e das carnes (+1,37%). Por outro lado, destacam-se as quedas do tomate (-6,69%), da cenoura (-5,66%) e do leite longa vida (-0,58%).

A alimentação fora do domicílio, por sua vez, registrou alta de 0,32% em novembro, mas desacelerou em relação a outubro, quando teve expansão de 0,42% nos preços. A alta da refeição (+0,34%) também foi menos intensa que a registrada em outubro (+0,48%).

Combustíveis em queda
Em novembro, os preços dos combustíveis caíram 1,58%, já que a gasolina (-1,69%) e o etanol (-1,86%) apresentaram redução de valor. Na contramão, o óleo diesel (+0,87%) e o gás veicular (+0,05%) registraram alta.

Mesmo com a queda, os preços do grupo de transportes avançaram 0,27%, novamente influenciados por novo aumento nos preços da passagem aérea (+19,12%), subitem com a maior contribuição individual no índice do mês.

O grupo ainda foi afetado pela alta do táxi (2,22%), que decorre do reajuste de 6,67% aplicado em São Paulo (6,02%), a partir de 28 de outubro, e de 20,84% aplicado em Porto Alegre (5,69%), a partir de 9 de outubro.

Fonte: r7

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Economia

Pobreza cai, mas ainda afeta um em cada três brasileiros em 2022

por Redação 6 de dezembro de 2023

O percentual de pessoas em situação de pobreza, que viviam com até R$ 33,90 (US$ 6,85) por dia, caiu de 36,7% para 31,6% entre 2021 e 2022, o equivalente a quase um em cada três brasileiros, segundo dados revelados nesta quarta-feira (6) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Os dados da Síntese de Indicadores Sociais mostram ainda que a proporção daqueles em situação de extrema pobreza, com renda diária inferior a R$ 10,65 (US$ 2,15), recuou para 5,9% no ano passado, após ter alcançado 9% em 2021.

Em termos absolutos, havia 12,7 milhões de pessoas na extrema pobreza e 67,8 milhões na pobreza em 2022, com quedas de, respectivamente, cerca de 6,5 milhões e 10,2 milhões de pessoas ante o ano anterior. Os valores levam em conta os parâmetros do Banco Mundial para definir as situações de vulnerabilidade social.

“Na linha de extrema pobreza não há uma diferença significativa entre os valores da linha antiga e da linha atualizada ao longo da série, pois ela é basicamente de consumo para subsistência, e sua atualização se dá principalmente por uma questão de preços”, destaca André Simões, analista da pesquisa.

Na passagem de 2021 para 2022, a pobreza e a extrema pobreza recuaram em todas as regiões, com destaque para o Norte (-7,2 pontos percentuais e -5,9 pontos percentuais, respectivamente) e o Nordeste (-6,2 pontos percentuais e -5,8 pontos percentuais, respectivamente).

“[As] regiões [Norte e Nordeste] concentram o maior volume de pessoas nessas situações e também são as regiões onde há um impacto maior dos programas sociais de transferência de renda”, detalha Simões. O Centro-Oeste, por sua vez, apresentou a maior queda na pobreza (-7,3 pontos percentuais), relacionada, principalmente, ao dinamismo no mercado de trabalho da região em 2022.

Benefícios
Além de terem maior participação na composição da renda da população extremamente pobre, os benefícios de programas sociais governamentais impactam na redução, principalmente, da extrema pobreza.

O estudo analisou a hipótese de não existirem os referidos programas, e os dados mostraram que a extrema pobreza teria sido cerca de 80% maior, elevando o percentual atual de 5,9% para 10,6%.

Com relação à pobreza, os impactos da ausência dos benefícios de programas sociais governamentais teriam sido menores, com uma proporção de pobres 12,0% maior do que o efetivamente registrado em 2022, passando de 31,6% para 35,4%.

Segundo o IBGE, a participação dos benefícios de programas sociais no rendimento domiciliar das pessoas em situação de extrema pobreza chegou a 67% em 2022. Entre os domicílios considerados pobres, o rendimento de benefícios de programas sociais chegou a 20,5% da renda total.

“Isso mostra a importância das transferências de renda para a composição da renda dos domicílios das pessoas extremamente pobres e a maior influência do mercado de trabalho na composição da renda da população pobre”, afirma Simões.

Na população total, a distribuição de rendimentos por fonte ficou em 74,5% para trabalho, 18,1% para aposentadoria e pensão, 3% para benefícios de programas sociais e 4,4% para outras fontes de renda.

Fonte: r7

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Brasil

Expectativa de vida do brasileiro sobe de 72,8 para 75,5 anos, mas segue abaixo do nível pré-pandemia

por Redação 29 de novembro de 2023

Após dois anos de queda devido aos impactos da pandemia de Covid-19 na saúde pública, a expectativa de vida ao nascer no Brasil voltou a crescer. A atualização, apresentada nesta quarta-feira (29) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), mostra que a longevidade aumentou 2,6 anos, de 72,8 para 75,5 anos, entre 2021 e 2022.

“Espera-se que um recém-nascido no ano de 2022 viva, em média, 75,5 anos, caso este vivencie os níveis de mortalidade, ao longo de sua vida, semelhantes aos que a população apresentou em 2022, em cada idade”, avalia o estudo.

O aumento da expectativa de vida, no entanto, ainda não reverte a redução de 3,4 anos estimada nos dois primeiros anos da crise sanitária que causou mais de 700 mil mortes no Brasil desde 12 de março de 2020.

Tal movimento interrompeu a sequência de aumento da esperança de vida ao nascer apurada entre 2011 e 2019, período em que a estimativa de longevidade mostrada pela Tábua de Mortalidade saltou 2,3%, de 74,5 para 76,2 anos.

Mesmo com uma redução maior, de 69,2 para 72 anos, os homens permanecem com uma expectativa de vida menor do que a das mulheres, que passou de 76,5 para 79 anos. Com as evoluções, a diferença caiu de 7,3 para 7 anos.

“Os óbitos ainda não voltaram ao nível da tendência histórica da década anterior, devido aos efeitos da pandemia de Covid-19, mas já estão diminuindo, e as estimativas de mortalidade sintéticas refletem essa situação”, revela o estudo.

Evolução dos óbitos
O estudo mostra ainda o progresso do número de mortes contabilizadas anualmente em território nacional. Conforme a Tábua de Mortalidade, houve um aumento gradual nos registros do total de óbitos no Brasil ao longo das décadas de 2000 e 2010, passando de menos de 1 milhão de óbitos registrados em 2000 para cerca de 1,349 milhão em 2019.

Em 2020, ano de chegada da pandemia do novo coronavírus, é observado um aumento significativo no número absoluto de óbitos registrados (1,556 milhão). O valor salta 17,7% no ano seguinte e atinge o extremo, de 1,832 milhão de mortes entre janeiro e dezembro.

No ano passado, o valor absoluto de óbitos registrados recuou para 1,542 milhão, mas ainda permanece em níveis elevados em relação à tendência histórica pré-pandemia. O movimento deve persistir nos próximos anos.

“Os próximos anos devem ser marcados pela redução do excedente de óbitos entre os idosos, como reflexo da redução dos óbitos por Covid-19, ao mesmo tempo em que deverá haver aumento nos óbitos em relação ao observado no período que precedeu os anos de pandemia, devido ao envelhecimento populacional”, prevê o IBGE.

Fonte: r7

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Economia

Preço de alimentos volta a subir e puxa alta da prévia da inflação em novembro

por Redação 28 de novembro de 2023

Com a primeira alta dos alimentos e bebidas em cinco meses (+0,82%), a prévia da inflação oficial brasileira voltou a ganhar força ao avançar 0,33% em novembro, ante alta de 0,21% registrada em outubro, segundo dados revelados nesta terça-feira (28) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Com a variação, o IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15) acumula alta de 4,84% nos últimos 12 meses, patamar que mantém o indicador acima do teto da meta perseguida pelo governo, de 4,75%. Nos primeiros 11 meses do ano, a alta apurada é de 4,3%.

No mês, oito dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados registraram alta nos preços. A maior variação, de 0,82%, partiu dos alimentos e bebidas, com alta de 1,06% da alimentação no domicílio, após cinco quedas consecutivas.

Contribuíram para a variação positiva as altas da cebola (30,61%), batata-inglesa (14,01%), arroz (2,60%), frutas (2,53%) e carnes (1,42%). Por outro lado, o preço do feijão-carioca (-4,25%) e o do leite longa vida (-1,91%) caíram.

Já a alimentação fora do domicílio (+0,22%) registrou resultado similar ao de outubro (+0,21%), por conta do subitem refeição (0,22%), que apresentou a mesma variação do mês anterior. No caso do lanche (+0,35%), o preço voltou a subir após queda de 0,11% no mês passado.

Combustíveis
Em combustíveis (-2,11%), houve queda no preço do etanol (-2,49%), da gasolina (-2,25%) e do gás veicular (-0,57%), enquanto o do óleo diesel (1,12%) subiu. As variações limitaram a alta do grupo de transportes (+0,18%).

Ainda na classe de despesas, em razão da gratuidade nos transportes metropolitanos concedida a toda a população de São Paulo (0,65%) nos dias de realização das provas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), foi registrada a redução de 6,25% nos subitens trem, metrô, ônibus urbano e integração de transporte público.

O subitem passagem aérea manteve a disparada dos últimos meses e subiu 19,03%. O preço do táxi também apresentou alta (2,6%), devido aos reajustes de 20,84% em Porto Alegre (16,67%) e de 6,67% em São Paulo (3,76%).

Despesas domésticas
No grupo habitação (0,20%), o preço da energia elétrica residencial subiu 0,42%, decorrente de reajustes em três áreas de abrangência do índice: de 9,65% em Brasília (6,7%), de 5,91% em Goiânia (7,41%) e de 6,79% em uma das concessionárias pesquisadas em São Paulo (-0,03%).

No caso da alta da taxa de água e esgoto (+0,45%), a motivação partiu do reajuste em duas áreas: de 14,43% em Fortaleza (7,67%), a partir de 29 de outubro, e de 6,75% em Salvador (2,23%), a partir de 25 de setembro.

O gás encanado (0,13%) também apresentou alta por conta do reajuste de 0,92% no Rio de Janeiro (0,42%) a partir de 1º de novembro. Quanto aos índices regionais, nove áreas tiveram alta em novembro.

Fonte: r7

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Brasil

Acesso à internet chega a 9 em cada 10 domicílios brasileiros

por Redação 9 de novembro de 2023

O acesso à internet chegou a 91,5% dos domicílios brasileiros em 2022, o que corresponde a 68,9 milhões de casas do país. Em relação a 2021, houve um aumento de 1,5 ponto percentual, segundo a pesquisa “Pnad Contínua: Acesso à internet e à televisão e posse de celular 2022”, divulgada nesta quinta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Apesar do aumento desde o início da série histórica, essa taxa de crescimento tem sido cada vez menor. Segundo o IBGE, isso tem a ver com a aproximação desse número à universalização da internet nos domicílios brasileiros.

Sob o aspecto da situação do domicílio, o crescimento tem sido mais acelerado nas áreas rurais, contribuindo para uma considerável redução da diferença em relação ao aumento verificado na área urbana. Em 2016, essa diferença foi maior do que 40 pontos percentuais e caiu para 15,4 pontos percentuais em 2022.

O crescimento ocorreu em todas as regiões do país, sobretudo no Nordeste e no Norte, que, apesar de apresentarem os maiores aumentos entre 2021 e 2022 (2,6 pontos e 2,7 pontos, respectivamente), se mantêm como as regiões com os menores percentuais de domicílios com acesso à internet (87,8% e 88,2%, respectivamente).

Pessoas de 10 anos ou mais de idade
Na população estimada de 185,4 milhões de pessoas com 10 anos ou mais de idade do país, 87,2% (161,6 milhões) utilizaram a internet no período de referência dos últimos três meses em 2022.

No que se refere à situação do domicílio, o percentual de usuários da internet entre as pessoas que viviam em áreas urbanas foi de 89,4%, ao passo que entre os moradores da área rural a proporção foi de 72,7%.

O percentual de usuários vem crescendo desde 2016, quando 66,1% da população de 10 anos ou mais de idade tinha utilizado a internet no período de referência, passando de 79,5%, em 2019, para 87,2%, em 2022.

Embora a utilização seja menor entre os residentes em áreas rurais, observou-se, ao longo dos anos, uma forte expansão do uso nesse grupo populacional, que reduziu a diferença em relação à população urbana.

Nas regiões do país, em 2022, verificou-se que o Centro-Oeste (91,6%) apresentou a maior proporção de pessoas que utilizaram a internet, ao passo que o Norte (82,4%) e o Nordeste (83,2%) permaneceram com resultados inferiores aos alcançados nas demais.

Entretanto, foram justamente essas duas regiões que apresentaram as maiores expansões desse indicador, com aumento, entre 2021 e 2022, de 6,1 pontos percentuais e 5,1 pontos, respectivamente.

No país, nesse mesmo período, a proporção de usuários cresceu 2,5 pontos percentuais.

Em relação ao sexo, 88% das mulheres utilizaram a internet em 2022, um pouco acima do percentual apresentado pelos homens (86,3%).

Analisando por nível de instrução, observa-se que o grupo de pessoas sem instrução (39,4%) apresentava um percentual de uso da internet bastante inferior ao dos demais grupos de escolaridade. Os maiores percentuais foram estimados para as pessoas com ensino superior incompleto (98,7%) e com superior completo (98,2%).

O percentual de pessoas que utilizaram a internet, no período de referência dos últimos três meses de 2022, no grupo etário de 10 a 13 anos foi de 84,9%. Esse percentual cresceu sucessivamente nos grupos etários subsequentes e alcançou mais de 96% de usuários nos grupos de 20 a 24 anos e de 25 a 29 anos.

Em seguida, a proporção de usuários declina até atingir 86,3% no grupo de 50 a 59 anos e depois cai para 62,1% entre os idosos, de 60 anos ou mais.

Ainda que o uso da internet venha aumentando em todos os grupos etários, esse crescimento foi mais acelerado nas idades mais elevadas, o que pode ter sido propiciado, entre outros fatores, pela evolução nas facilidades para o uso dessa tecnologia e na sua disseminação no cotidiano da sociedade.

Nesse sentido, o aumento do percentual de pessoas que utilizaram a internet, entre 2019 e 2022, foi maior nos grupos etários de 50 a 59 anos e de 60 anos ou mais de idade (aumento de 11,9 pontos percentuais e 17,3 pontos, respectivamente). Em relação a 2021, esses grupos também apresentaram as maiores expansões no percentual de usuários (3 pontos e 4,6 pontos, respectivamente).

Frequência de utilização
A Pnad Contínua investigou, pela primeira vez em 2022, a frequência com que as pessoas normalmente utilizavam a internet. Entre as pessoas de 10 anos ou mais de idade, 93,4% a usavam de forma habitual todos os dias; 2,7% a utilizavam quase todos os dias (cinco ou seis dias por semana); 3,2% de uma a quatro vezes por semana; e apenas 0,7% a utilizavam com uma frequência inferior a uma vez por semana.

Quando se analisa por região do país, observa-se que o percentual de pessoas que normalmente usavam a internet todos os dias, considerando aquelas que a utilizaram no período de referência, variou de 89,2%, no Norte, a 95%, no Centro-Oeste.

Não se observaram diferenças importantes na frequência do uso por sexo. Por outro lado, a comparação por grupos etários revela diferenças significativas.

Para o grupo mais jovem analisado, de 10 a 13 anos de idade, o uso todos os dias foi apontado por 91,2% das pessoas. Para os grupos etários seguintes, que compreendem as pessoas de 14 a 39 anos, observou-se que mais de 95% das pessoas afirmaram usar a internet todos os dias, com os percentuais mais elevados estimados para os grupos de 20 a 24 anos (96,7%) e 25 a 29 anos (96,6%).

O menor percentual de pessoas que normalmente utilizavam a internet todos os dias foi verificado entre a população idosa (84,3%). Entretanto, ainda assim, a grande maioria das pessoas com 60 anos ou mais de idade fazia uso diariamente.

Equipamento para o acesso
O telefone celular (98,9%) é o principal meio para acessar a internet, seguido, em menor medida, pela televisão (47,5%), pelo microcomputador (35,5%) e pelo tablet (7,6%).

Entre 2021 e 2022, houve aumento do uso da televisão para acessar a rede (2,4 pontos percentuais) e redução do uso do microcomputador (-6,4 pontos) e do tablet (-1,7 ponto).

A tendência de queda do uso de microcomputador e de tablet e aumento da utilização da televisão para acessar a internet vem sendo observada desde anos anteriores. O acesso por meio do microcomputador declinou de 63,2%, em 2016, para 46,2%, em 2019, até atingir o menor índice da série em 2022, 35,5%.

O percentual de pessoas que acessaram por meio de aparelho televisor, por outro lado, progrediu continuamente nesse mesmo período: de 11,3%, em 2016, para 32,2%, em 2019, e 47,5%, em 2022.

Chamada de voz ou vídeo
Conversar por chamadas de voz ou vídeo foi a principal finalidade de acesso em 2022, alcançando 94,4% dos usuários. Essa proporção caiu um pouco em relação ao ano anterior (-1,3 ponto percentual), embora tenha se expandido em relação a 2019 (3 pontos).

A segunda finalidade mais relatada de uso da internet foi enviar ou receber mensagens de texto, voz ou imagens por aplicativos diferentes de email (92,0%). Ainda que bastante frequente, sendo apontada por mais de 90% dos usuários, essa utilização apresentou queda tanto em relação a 2021 (-2,9 pontos) quanto em relação a 2019 (-3,8 pontos).

Outras finalidades de uso apontadas por mais da metade dos usuários no período de referência foram: assistir a vídeos, inclusive programas, séries e filmes (88,3%); usar redes sociais (83,6%); ouvir músicas, rádio ou podcast (82,4%); ler jornais, notícias, livros ou revistas pela internet (72,3%); acessar banco(s) ou outras instituições financeiras (60,1%); e enviar ou receber emails (59,4%).

Essa última finalidade, que já era pesquisada desde 2016, tem apresentado queda, a cada ano, ao longo desse período.

O uso para assistir a vídeos, inclusive programas, séries e filmes, que também foi pesquisado em anos anteriores, apresentou crescimento contínuo entre 2016 e 2021, quando alcançou 89,1% dos usuários, apresentando leve queda em 2022.

As demais atividades foram citadas em menor proporção, abrangendo menos da metade dos usuários: comprar ou encomendar bens ou serviços (42%); usar algum serviço público (33,4%); jogar (32,4%); e vender ou anunciar bens ou serviços (12%).

Ao comparar a finalidade de acesso por sexo, não se observaram diferenças muito expressivas na utilização da internet, exceto no que se refere ao hábito de jogar online, uma vez que 39% dos homens a usaram nos últimos três meses para esse fim, enquanto entre as mulheres o percentual foi de 26,3%. O uso de redes sociais, por outro lado, foi um pouco mais frequente entre as mulheres (84,7%) do que entre os homens (82,4%).

Motivo por não ter acesso
Em 2022, nos 6,4 milhões de domicílios do país em que não havia utilização da internet, os três motivos que mais se destacaram representavam, em conjunto, 86,5%. Esses três motivos foram: nenhum morador sabia usar a internet (32,1%), falta de necessidade em acessar (25,6%) e serviço de acesso era caro (28,8%).

Existência de microcomputador ou tablet no domicílio
Os resultados de 2016 a 2022 mostraram sentido de declínio, ainda que lento, no número de domicílios em que havia microcomputador. No total de domicílios, aqueles em que havia microcomputador representavam 40,7%, em 2021, e 40,2%, em 2022. Em 2016, esse percentual era de 45,9%.

No setor urbano, os percentuais sempre foram maiores que no rural, porém essa queda, que vem ocorrendo desde 2016, atinge os dois setores.

A existência de tablet é menos comum nos domicílios que a de computador. Nos domicílios do país, de 2021 para 2022, o percentual daqueles em que havia tablet passou de 9,9% para 10,7%.

Entretanto, esse aumento no último período ainda não pode ser considerado uma mudança na tendência de queda nesse tipo de dispositivo, pois será preciso acompanhar novas estimativas anuais para que se tenha um panorama mais assertivo. Em área urbana, esse indicador passou de 11% para 11,8% e, em área rural, de 2,8% para 3,1%.

Fonte: r7

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Economia

Massa salarial dos brasileiros atinge R$ 293 bi, o maior valor da história

por Redação 3 de novembro de 2023

A massa de rendimento salarial paga aos trabalhadores brasileiros cresceu de novo e fechou o terceiro trimestre deste ano em R$ 293 bilhões. O valor, 2,7% maior do que o estimado nos três meses anteriores, renova o maior patamar da série história, iniciada em 2012.

O resultado recorde, apurado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), acompanha a evolução do rendimento médio dos trabalhadores, que finalizou o período em R$ 2.982, alta de 1,7% em relação ao trimestre encerrado em junho. A remuneração é a maior desde março de 2021 (R$ 2.992).

Adriana Beringuy, coordenadora da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), explica que os dados refletem a expansão da população ocupada, que também figura no maior nível da série histórica, com 99,8 milhões de profissionais.

“Essa alta [da massa de rendimento] pode ter influência da maior participação de trabalhadores formais no mercado de trabalho, que têm, em média, rendimentos maiores”, analisa a pesquisadora. Na comparação com o terceiro trimestre de 2022, a massa salarial evoluiu 5%, o equivalente a um acréscimo de R$ 14 bilhões.

Salários
A evolução salarial dos trabalhadores no terceiro trimestre foi puxada pelo aumento das remunerações médias pagas pela indústria (5,3%, ou mais R$ 149) e administração pública (1,7%, ou mais R$ 71). As demais atividades não apresentaram variações significativas.

Na análise por categoria de ocupação, os destaques ficam por conta dos profissionais com carteira de trabalho assinada (1,9%, ou mais R$ 51), funcionários do setor público, inclusive servidor estatutário e militar (2,1%, ou mais R$ 93), e trabalhadores por conta própria (2,3%, ou mais R$ 54).

Nas comparações com o mesmo período do ano passado, todas as posições apresentaram aumento salarial. Entre os setores, o avanço mais relevante no salário médio, de 12,3% (R$ 219), foi embolsado pelos profissionais que atuam no ramo de alojamento e alimentação.

Fonte: r7

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Emprego

Taxa de desemprego no Brasil cai para 7,7% e encerra o 3º trimestre no menor nível desde 2015

por Redação 31 de outubro de 2023

A taxa de desemprego do Brasil continua em queda e atingiu 7,7% da população no terceiro trimestre, mostram dados revelados nesta terça-feira (31) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O percentual corresponde ao mais baixo nível de desocupados desde fevereiro de 2015 (7,5%). A taxa também é a menor para o intervalo entre julho e setembro desde 2014, quando o volume era de 6,9%.

Mesmo com a sequência de queda iniciada no mês de março, 8,3 milhões ainda buscam, sem sucesso, uma colocação no mercado de trabalho brasileiro. Com redução de 3,8% no trimestre, o contingente de desocupados é o menor desde o trimestre encerrado em junho de 2015.

No período entre julho e setembro, a baixa do desemprego foi motivada pela evolução do número de profissionais inseridos no mercado de trabalho, que totalizou 99,8 milhões de pessoas, o maior patamar de toda a série histórica, iniciada em 2012.

“A queda na taxa de desocupação foi induzida pelo crescimento expressivo no número de pessoas trabalhando e pela retração de pessoas buscando trabalho no terceiro trimestre de 2023”, explica Adriana Beringuy, coordenadora de Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua).

Na comparação com os três meses anteriores, o número de ocupados cresceu 0,9%, o que representa 929 mil pessoas a mais no mercado de trabalho. Com isso, o nível da ocupação foi estimado em 57,1%, taxa que representa o percentual de ocupados na população em idade de trabalhar.

Carteira assinada
A maioria do aumento no número de ocupados (587 mil pessoas) veio da categoria de empregados com carteira assinada no setor privado, que, com o acréscimo de 1,6%, chegou a 37,4 milhões de trabalhadores.

A categoria que integra os profissionais formais foi a única categoria investigada pela pesquisa que apresentou crescimento significativo no trimestre. As demais permaneceram estáveis. Na comparação com o mesmo período de 2022, o aumento foi de 1,1 milhão de pessoas (+3%).

Adriana destaca que mais da metade das pessoas que foram inseridas no mercado de trabalho no terceiro trimestre tiveram a carteira assinada. “Isso fez com que a expansão da ocupação formal fosse muito maior que a da informal”, observa ela.

No período, o mercado de trabalho absorveu 631 mil trabalhadores formais e 299 mil informais. A taxa de informalidade chegou a 39,1% do total de ocupados, o que representa estabilidade frente ao trimestre encerrado em junho. Ao todo, foram estimados 39 milhões de trabalhadores informais.

O número de pessoas dentro da força de trabalho, índice que soma o número de ocupados e desocupados, chegou a 108,2 milhões, com alta de 597 mil pessoas no terceiro trimestre. No mesmo período, a população fora da força, estimada em 66,8 milhões, ficou estável.

Fonte: r7

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