Voz de Guarulhos
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
Voz de Guarulhos
sábado, março 7, 2026
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
Voz de Guarulhos
Voz de Guarulhos
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal Impresso
@2023 Voz de Guarulhos
Tag:

MERCADO DE TRABALHO

Emprego

Diferença salarial entre mulheres e homens diminuiu nos últimos 10 anos no Brasil, mostra CNI

por Redação 5 de março de 2024

As mulheres alcançaram salários mais próximos aos dos homens nos últimos 10 anos no Brasil, de acordo com o estudo “Mulheres no Mercado de Trabalho”, da CNI (Confederação Nacional da Indústria). O levantamento mostrou que, nesse período, houve um aumento da igualdade salarial em 6,7 pontos — saindo de 72, em 2013, para 78,7, em 2023. O levantamento é inédito e foi divulgado nesta terça-feira (5).

A amostra mensurou a paridade de gênero em uma escala padronizada de 0 a 100, de modo que, quanto mais próximo de 100, maior a equidade entre mulheres e homens. A pesquisa é do Observatório Nacional da Indústria da CNI, feito a partir dos microdados da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua) do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O estudo lembra que, apesar do crescimento, a igualdade de gênero ainda é um desafio global. O Fórum Econômico Mundial estima que serão necessários 131 anos para alcançar a igualdade entre homens e mulheres, se os países mantiverem a velocidade atual de progresso econômico, em saúde, educação e participação política.

Cargos de liderança
De acordo com o levantamento da CNI, houve um aumento de 9,5% da participação de mulheres em cargos de liderança nos últimos 10 anos. A presença delas em funções de tomada de decisões passou de 35,7%, em 2013, para 39,1%, em 2023.

Políticas afirmativas
Divulgada em março do ano passado, a pesquisa Mulheres na Indústria mostrou que 6 em cada 10 empresas do setor contavam com programas ou políticas de promoção de igualdade de gênero.

A principal razão para desenvolver tais políticas é a percepção de que há desigualdade e que é necessário alcançar maior igualdade entre gêneros, citada por 33% dos executivos e executivas ouvidos, seguida da importância de dar oportunidades iguais para todos, mencionada por 28%.

O levantamento também apontou que, entre os instrumentos mais usados pelas empresas para diminuir a desigualdade entre homens e mulheres na indústria, os mais mencionados são:

  • política de paridade salarial (77%);
  • política que proíbe discriminação em função de gênero (70%);
  • programas de qualificação de mulheres (56%);
  • programas de liderança para estimular a ocupação de cargos de chefia por mulheres (42%); e
  • licença-maternidade ampliada por iniciativa da empresa para seis meses (38%)

A pesquisa analisou as respostas de 1.000 executivos, sendo 500 de indústrias de pequeno porte e 500 de indústrias médio e grande portes.

Outros indicadores
O estudo mensurou a paridade de gênero em cinco dimensões, em indicadores na escala de 0 a 100. Os resultados indicaram que as mulheres têm mais escolaridade que os homens. Enquanto elas têm tempo de estudo de 12 anos, em média, os homens têm 10,7 anos. Nos outros quatro indicadores analisados pelo estudo, a paridade ficou abaixo de 80 pontos, na escala de 0 a 100.

Veja abaixo os principais destaques:

  • As mulheres são mais escolarizadas que os homens. Segundo dados do segundo trimestre de 2023, o tempo de estudo das mulheres empregadas é, em média, de 12 anos. Já o dos homens é de 10,7 anos.
  • O índice de empregabilidade das mulheres apresentou uma evolução entre 2013 e 2023, passando de 62,6 para 66,6, respectivamente (crescimento de 6,4%).
  • A paridade de gênero na remuneração salarial aumentou 6,7 pontos (saindo de 72 para 78,7).
  • A participação das mulheres em cargos de liderança subiu de 35,7%, em 2013, para 39,1%, em 2023.

A jornada de trabalho reprodutiva (atividades domésticas e de cuidados com familiares) foi, entre empregados, de 17,8 horas semanais para mulheres e de 11 horas para homens em 2022, diferença de quase sete horas semanais.

A diferença é maior entre os desocupados (que inclui desempregados e pessoas que não estão procurando emprego): nesse caso, as mulheres exercem 24,5 horas semanais de trabalho e os homens, 13,4 horas.

Fonte: r7

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Economia

Massa salarial dos brasileiros atinge R$ 293 bi, o maior valor da história

por Redação 3 de novembro de 2023

A massa de rendimento salarial paga aos trabalhadores brasileiros cresceu de novo e fechou o terceiro trimestre deste ano em R$ 293 bilhões. O valor, 2,7% maior do que o estimado nos três meses anteriores, renova o maior patamar da série história, iniciada em 2012.

O resultado recorde, apurado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), acompanha a evolução do rendimento médio dos trabalhadores, que finalizou o período em R$ 2.982, alta de 1,7% em relação ao trimestre encerrado em junho. A remuneração é a maior desde março de 2021 (R$ 2.992).

Adriana Beringuy, coordenadora da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), explica que os dados refletem a expansão da população ocupada, que também figura no maior nível da série histórica, com 99,8 milhões de profissionais.

“Essa alta [da massa de rendimento] pode ter influência da maior participação de trabalhadores formais no mercado de trabalho, que têm, em média, rendimentos maiores”, analisa a pesquisadora. Na comparação com o terceiro trimestre de 2022, a massa salarial evoluiu 5%, o equivalente a um acréscimo de R$ 14 bilhões.

Salários
A evolução salarial dos trabalhadores no terceiro trimestre foi puxada pelo aumento das remunerações médias pagas pela indústria (5,3%, ou mais R$ 149) e administração pública (1,7%, ou mais R$ 71). As demais atividades não apresentaram variações significativas.

Na análise por categoria de ocupação, os destaques ficam por conta dos profissionais com carteira de trabalho assinada (1,9%, ou mais R$ 51), funcionários do setor público, inclusive servidor estatutário e militar (2,1%, ou mais R$ 93), e trabalhadores por conta própria (2,3%, ou mais R$ 54).

Nas comparações com o mesmo período do ano passado, todas as posições apresentaram aumento salarial. Entre os setores, o avanço mais relevante no salário médio, de 12,3% (R$ 219), foi embolsado pelos profissionais que atuam no ramo de alojamento e alimentação.

Fonte: r7

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Emprego

Taxa de desemprego no Brasil cai para 7,7% e encerra o 3º trimestre no menor nível desde 2015

por Redação 31 de outubro de 2023

A taxa de desemprego do Brasil continua em queda e atingiu 7,7% da população no terceiro trimestre, mostram dados revelados nesta terça-feira (31) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O percentual corresponde ao mais baixo nível de desocupados desde fevereiro de 2015 (7,5%). A taxa também é a menor para o intervalo entre julho e setembro desde 2014, quando o volume era de 6,9%.

Mesmo com a sequência de queda iniciada no mês de março, 8,3 milhões ainda buscam, sem sucesso, uma colocação no mercado de trabalho brasileiro. Com redução de 3,8% no trimestre, o contingente de desocupados é o menor desde o trimestre encerrado em junho de 2015.

No período entre julho e setembro, a baixa do desemprego foi motivada pela evolução do número de profissionais inseridos no mercado de trabalho, que totalizou 99,8 milhões de pessoas, o maior patamar de toda a série histórica, iniciada em 2012.

“A queda na taxa de desocupação foi induzida pelo crescimento expressivo no número de pessoas trabalhando e pela retração de pessoas buscando trabalho no terceiro trimestre de 2023”, explica Adriana Beringuy, coordenadora de Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua).

Na comparação com os três meses anteriores, o número de ocupados cresceu 0,9%, o que representa 929 mil pessoas a mais no mercado de trabalho. Com isso, o nível da ocupação foi estimado em 57,1%, taxa que representa o percentual de ocupados na população em idade de trabalhar.

Carteira assinada
A maioria do aumento no número de ocupados (587 mil pessoas) veio da categoria de empregados com carteira assinada no setor privado, que, com o acréscimo de 1,6%, chegou a 37,4 milhões de trabalhadores.

A categoria que integra os profissionais formais foi a única categoria investigada pela pesquisa que apresentou crescimento significativo no trimestre. As demais permaneceram estáveis. Na comparação com o mesmo período de 2022, o aumento foi de 1,1 milhão de pessoas (+3%).

Adriana destaca que mais da metade das pessoas que foram inseridas no mercado de trabalho no terceiro trimestre tiveram a carteira assinada. “Isso fez com que a expansão da ocupação formal fosse muito maior que a da informal”, observa ela.

No período, o mercado de trabalho absorveu 631 mil trabalhadores formais e 299 mil informais. A taxa de informalidade chegou a 39,1% do total de ocupados, o que representa estabilidade frente ao trimestre encerrado em junho. Ao todo, foram estimados 39 milhões de trabalhadores informais.

O número de pessoas dentro da força de trabalho, índice que soma o número de ocupados e desocupados, chegou a 108,2 milhões, com alta de 597 mil pessoas no terceiro trimestre. No mesmo período, a população fora da força, estimada em 66,8 milhões, ficou estável.

Fonte: r7

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Emprego

Taxa de desemprego cai para 8% e aflige 8,6 milhões no 2º trimestre

por Redação 28 de julho de 2023

O desemprego no Brasil manteve a recente trajetória de queda e atingia 8% da população no segundo trimestre de 2023. Trata-se do menor patamar para o período desde 2014, quando a taxa era de 6,9%, segundo dados revelados nesta sexta-feira (28) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Mesmo em baixa, o percentual de desocupados em território nacional equivale a 8,6 milhões de pessoas ainda fora da força de trabalho, segundo os números da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios).

O número corresponde a uma queda de 8,3% no volume de desempregados em relação ao trimestre encerrado em março e de 14,2% em comparação com o mesmo período do ano passado. O volume de pessoas ocupadas, por sua vez, foi de 98,9 milhões, um aumento de 1,1% na comparação trimestral e de 0,7% na anual.

Adriana Beringuy, coordenadora da pesquisa, recorda que o recuo ocorre após uma leve alta da taxa de desocupação nos primeiros três meses deste ano (8,8%). “Esse movimento aponta para a recuperação de padrão sazonal desse indicador. Pelo lado da ocupação, destaca-se a expansão de trabalhadores na administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais, no trimestre e no ano”, avalia ela.

O número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado figura em 36,8 milhões, o que representa uma estabilidade ante o trimestre anterior, mas que corresponde a um aumento de quase 1 milhão (+2,8%) de novos trabalhadores formais na comparação anual.

Informalidade
A taxa de informalidade foi de 39,2% no segundo trimestre, contra uma taxa de 39% nos três primeiros meses do ano e de 40% no mesmo período de 2022. “O tipo de vínculo que se destaca como responsável pelo crescimento da ocupação vem de um dos segmentos da informalidade, que é o emprego sem carteira assinada”, explica Adriana.

Os dados da Pnad revelam ainda que o contingente de empregados no setor privado sem carteira de trabalho assinada chegou a 13,1 milhões de pessoas, alta de 2,4% (mais 303 mil pessoas) na comparação trimestral.

Já a quantidade de trabalhadores com carteira assinada no setor ficou estável no trimestre, totalizando 36,8 milhões de pessoas, mas com aumento de 2,8% (mais 991 mil pessoas) em relação ao mesmo trimestre do ano passado.

Na categoria dos trabalhadores por conta própria, formada por 25,2 milhões de pessoas, foi registrada estabilidade na comparação com o trimestre anterior. Em relação ao mesmo período do ano passado, o indicador, neste trimestre, apresentou uma redução de 491 mil pessoas.

Fonte: r7

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Emprego

Mutirão do emprego terá 10 mil vagas, de analista de sistema a caixa de supermercado

por Redação 23 de julho de 2023

Quem está em busca de uma oportunidade de trabalho pode ter mais uma chance entre os dias 1º e 4 de agosto, no Mutirão Nacional de Emprego 2023, que vai reunir diversas empresas interessadas em contratar mais de 10 mil pessoas.

Esta vai ser a oitava edição do evento, promovido pelo Sindicato dos Comerciários e pela UGT (União Geral dos Trabalhadores), que costuma registrar filas no Anhangabaú, região central da capital paulista.

Haverá vagas para todos os setores, de analista de sistema a caixa de supermercado, mas o maior número será para motorista, entregador, vendedor interno e externo e atendente.

O destaque serão as oportunidades para PCDs (pessoas com deficiência) e para adolescentes e jovens de 14 a 24 anos, como Jovem Aprendiz, por meio do programa de primeiro emprego do CIEE (Centro de Integração Empresa Escola).

Em parceira com o governo municipal, estadual e federal, o mutirão vai oferecer cursos rápidos de qualificação e de profissionalização.

Segundo Ricardo Patah, presidente da UGT e do Sindicato dos Comerciários de São Paulo, o evento será realizado sob medida, ou seja, com vagas de acordo com a demanda do mercado.

“Precisamos nos unir nessa corrente do bem e da solidariedade buscando, de forma simples e objetiva, garantir cidadania e inclusão social para as pessoas por meio da parceria entre o sindicato e as empresas na oferta de vagas de emprego de qualidade”, explicou Patah

O candidato deve levar seus documentos e o currículo impresso, mesmo que já tenha feito a inscrição pelo site.

Em 2022, o mutirão contou com 145 empresas, que ofertaram 10,5 mil vagas e atendeu 15 mil candidatos em cinco dias de evento.

Carteira assinada
O desemprego voltou a cair e atingia 8,3% da população no trimestre finalizado em maio, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). É o menor patamar para o período desde 2015, quando a taxa também era de 8,3%.

Mesmo em queda, o percentual de desocupados em território nacional equivale a 8,9 milhões de pessoas fora da força de trabalho.

Já o último dado do Caged (Cadastro Nacional de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho e Emprego, mostra que o país abriu 155.270 vagas de trabalho com carteira assinada no mês de maio. Apesar de positivo, o resultado mantém a tendência de desaceleração.

Serviço
Mutirão Nacional de Emprego 2023

Data: de 1º a 4 de agosto

Horário: das 7h às 17h

Local: Rua Formosa, 99, região central de São Paulo

Fonte: r7

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Emprego

Brasil cria 155 mil empregos com carteira assinada em maio

por Redação 29 de junho de 2023

O Brasil abriu 155.270 novas vagas de trabalho com carteira assinada no mês de maio, mostram dados divulgados nesta quinta-feira (29) pelo Caged (Cadastro Nacional de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho e Emprego.

O quinto saldo positivo seguido do indicador é fruto de 2.000.202 admissões e de 1.844.932 desligamentos formais realizados ao longo do mês passado.

Apesar de positivo, o resultado mantém a tendência de desaceleração originada em fevereiro, quando foram confirmadas 247.937 contratações formais. No acumulado dos cinco primeiros meses de 2023, o saldo do mercado de trabalho é de 865.360 novos empregos, com 9.968.329 admissões e 9.102.969 desligamentos.

O estoque, que representa a quantidade total de vínculos celetistas ativos no Brasil, totaliza 43.309.785 cargos CLT ocupados em território nacional. O número significa uma variação de +0,36% em relação ao apurado no mês de abril.

Já no acumulado dos 12 meses finalizados em maio, foram criadas 1.783.713 vagas formais de trabalho no Brasil. O aumento ocorre com 22.853.069 admissões e 21.069.356 desligamentos no período.

No mês, as contratações superaram as demissões em todas as cinco regiões brasileiras, com destaque para o Sudeste (+102.749 vagas). Na sequência aparecem o Nordeste (+14.683 postos), o Centro-Oeste (+14.473 cargos), o Norte (+12.624 colocações) e o Sul (+8.870 empregos).

Setores
Ao longo do mês de maio, houve geração de empregos em todos os cinco setores econômicos analisados pelo Caged, com destaque mais uma vez para o ramo de serviços, responsável pela abertura de 83.915 postos formais no período.

A construção (+27.958 postos), a agropecuária (+19.559 cargos), o comércio (+15.412 contratações) e a indústria (+8.429 vagas), puxada pela indústria de transformação (+5.757 postos), também tiveram mais contratações do que demissões.

Fonte: r7

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
EmpregoGuarulhos

Desemprego sobe para 8,6% em fevereiro e atinge 9,2 milhões de brasileiros

por Redação 31 de março de 2023

Depois de abrir 2023 com a primeira alta em dez meses, a taxa de desemprego no Brasil voltou a subir e atingia 8,6% dos trabalhadores no trimestre encerrado em fevereiro. Apesar da oscilação positiva, o percentual corresponde à menor taxa para o período desde 2015 (7,5%).

Com o movimento, a quantidade de profissionais ainda fora da força de trabalho equivale a 9,2 milhões de pessoas, segundo números apresentados nesta sexta-feira (31) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O aumento de 5,5% no número de desocupados representa um acréscimo de 483 mil pessoas à procura por trabalho no Brasil.

Adriana Beringuy, coordenadora de trabalho e rendimento do IBGE, afirma que o aumento da desocupação ocorreu após seis trimestres de quedas significativas seguidas. Ela reforça que a melhora do mercado de trabalho foi muito influenciada pela recuperação no período pós-pandemia.

“Voltar a ter crescimento da desocupação nesse período pode sinalizar o retorno à sazonalidade característica do mercado de trabalho. Se olharmos retrospectivamente, na série histórica da pesquisa, todos os trimestres móveis encerrados em fevereiro são marcados pela expansão da desocupação, com exceção de 2022”, explica ela.

O trimestre compreendido entre os meses de dezembro e fevereiro também foi marcado pela queda em 1,6%, o equivalente a 1,6 milhão de pessoas, do quadro de profissionais no mercado de trabalho. Com a variação, o nível de ocupação, percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar, chegou a 56,4%, queda de 1 ponto percentual na comparação com os três meses anteriores.

“A população ocupada tem um comportamento que é o inverso da trajetória da população desocupada. Nos primeiros meses do ano, há um movimento praticamente conjugado, de retração da população ocupada e a expansão da desocupação. Isso é ligado tanto às dispensas dos trabalhadores temporários que costumam ser contratados no fim do ano quanto à maior pressão do mercado de trabalho após o período de festas”, analisa Adriana.

Categorias
O empregado sem carteira no setor público (-14,6% ou menos 457 mil), o empregado sem carteira assinada no setor privado (-2,6% ou menos 349 mil pessoas) e o trabalhador por conta própria com CNPJ (-4,8% ou menos 330 mil) foram as categorias que mais perderam postos no trimestre encerrado em fevereiro.

O número de empregados com carteira assinada no setor privado, por sua vez, ficou estável após seis trimestres consecutivos de crescimento significativo. O número vai em linha com os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), que mostra um saldo positivo de contratações formais no início deste ano.

Ainda na comparação com o trimestre anterior, houve redução de 206 mil pessoas na categoria dos empregadores, que agora soma 4,1 milhões de pessoas. Já o número de trabalhadores domésticos ficou estável e é estimado em 5,8 milhões. A taxa de informalidade também ficou estável no trimestre (38,9%).

No mesmo período, não houve crescimento de ocupação em nenhum dos setores pesquisados. Quatro deles tiveram retração no período: administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (-2,7%, ou menos 471 mil pessoas), indústria geral (-2,7%, ou menos 343 mil pessoas), agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (-2,3%, ou menos 202 mil pessoas) e outros serviços (-3,2%, ou menos 171 mil pessoas).

Adriana avalia que o movimento do setor da administração pública tem razões sazonais. “A retração tem relação com os setores de saúde e, principalmente, de educação. É possível observar, ao longo da série histórica, que no início de cada ano, há dispensa especialmente dos trabalhadores sem carteira contratados pela administração pública de forma temporária”, destaca ela.

Fonte: r7

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
BrasilEconomia

Brasil tem quatro estados perto de alcançar o pleno-emprego

por Redação 13 de março de 2023

Mesmo com 8,6 milhões de desempregados no Brasil — contingente equivalente a toda a população da Suíça —, quatro estados vivem uma realidade diferente, com uma disputa intensa pela mão de obra.

Em 2022, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Santa Catarina encerraram o ano com uma taxa de desocupação abaixo de 4%, de acordo com dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas). Enquanto isso, Bahia, Pernambuco, Sergipe e Amapá continuam com taxas acima de 10%.

Os números positivos de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia podem ser explicados pelo bom desempenho do agronegócio nos últimos anos, o que ajudou a estimular toda a economia local.

“De um modo geral, são estados com um conjunto de atividades relacionadas ao agronegócio”, afirma Ezequiel Resende, coordenador da unidade de economia, estudos e pesquisa da Fiems (Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul).

A força do agronegócio não beneficiou apenas o setor nesses Estados, mas também toda a cadeia ligada a ele – como produção de máquinas. Em 2023, por exemplo, a expectativa é de que o País colha uma safra recorde de grãos, alcançando 298 milhões de toneladas, um crescimento de 13,3% em relação a 2022 (34,9 milhões de toneladas a mais).

Ponderação
Em Rondônia, porém, apesar de o agro movimentar o mercado de trabalho, a baixa taxa de desemprego também está associada à reduzida participação da força de trabalho. Enquanto no Brasil, no ano passado, 62,4% da população em idade de trabalhar estava empregada ou buscava emprego, em Rondônia, esse número era de 60,5%. Essa diferença sugere que, no Estado, há uma busca menor por ocupação, segundo o economista Lucas Assis, da consultoria Tendências.

Já em Santa Catarina, a explicação para o baixo desemprego vai além do campo. Com agronegócios e indústria alimentícia no oeste, indústria metalomecânica e têxtil no norte, turismo e tecnologia no litoral e indústrias cerâmica e de móveis no sul, a diversificação da economia catarinense torna improvável uma explosão no desemprego mesmo quando o país enfrenta crises severas.

“Essa diversificação produtiva permite ao Estado não ser abatido de maneira tão forte por crises setoriais”, diz o economista-chefe da Fiesc (Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina), Pablo Bittencourt. “Quando tem um problema no agro, tem outro setor respondendo melhor.”

Fonte: Com informações da Agência Estado

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Mais previsões: Meteorologia 25 dias

Sobre Guarulhos

  • Guarulhos é um município da Região Metropolitana de São Paulo, no estado de São Paulo, no Brasil.
  • Clima: tropical de altitude (Cwa)
  • Altitude: 759 m
  • Emancipação: 24 de março de 1880 (143 anos)
  • Fundação: 8 de dezembro de 1560 (462 anos)

Informações

  • Sobre
  • Contato
  • Anuncie Conosoco

Links Úteis

  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Telefones Úteis
  • Delegacia de Defesa da Mulher

Assine nossa Newsletter

* obrigatório
/* real people should not fill this in and expect good things - do not remove this or risk form bot signups */

referral badge

@2023 Voz de Guarulhos

Facebook Twitter Youtube Instagram Linkedin
Usamos cookies em nosso site para oferecer a você a experiência mais relevante, lembrando suas preferências e visitas repetidas. Ao clicar em “Aceitar tudo”, você concorda com o uso de todos os cookies. No entanto, você pode visitar "Configurações de cookies" para fornecer um consentimento controlado.
Cookie SettingsAccept All
Manage consent

Privacy Overview

This website uses cookies to improve your experience while you navigate through the website. Out of these, the cookies that are categorized as necessary are stored on your browser as they are essential for the working of basic functionalities of the website. We also use third-party cookies that help us analyze and understand how you use this website. These cookies will be stored in your browser only with your consent. You also have the option to opt-out of these cookies. But opting out of some of these cookies may affect your browsing experience.
Necessary
Sempre ativado
Necessary cookies are absolutely essential for the website to function properly. These cookies ensure basic functionalities and security features of the website, anonymously.
CookieDuraçãoDescrição
cookielawinfo-checkbox-analytics11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Analytics".
cookielawinfo-checkbox-functional11 monthsThe cookie is set by GDPR cookie consent to record the user consent for the cookies in the category "Functional".
cookielawinfo-checkbox-necessary11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookies is used to store the user consent for the cookies in the category "Necessary".
cookielawinfo-checkbox-others11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Other.
cookielawinfo-checkbox-performance11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Performance".
viewed_cookie_policy11 monthsThe cookie is set by the GDPR Cookie Consent plugin and is used to store whether or not user has consented to the use of cookies. It does not store any personal data.
Functional
Functional cookies help to perform certain functionalities like sharing the content of the website on social media platforms, collect feedbacks, and other third-party features.
Performance
Performance cookies are used to understand and analyze the key performance indexes of the website which helps in delivering a better user experience for the visitors.
Analytics
Analytical cookies are used to understand how visitors interact with the website. These cookies help provide information on metrics the number of visitors, bounce rate, traffic source, etc.
Advertisement
Advertisement cookies are used to provide visitors with relevant ads and marketing campaigns. These cookies track visitors across websites and collect information to provide customized ads.
Others
Other uncategorized cookies are those that are being analyzed and have not been classified into a category as yet.
SALVAR E ACEITAR
Voz de Guarulhos
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
Voz de Guarulhos
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
@2021 - All Right Reserved. Designed and Developed by PenciDesign
Envie sua Denúncia ou Vídeo!