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MINISTÉRIO DA FAZENDA

Brasil

Governo e relator chegam a acordo sobre PEC para ampliar isenção tributária de igrejas

por Redação 19 de março de 2024

Parlamentares da bancada evangélica e representantes do Ministério da Fazenda anunciaram nesta terça-feira (19) um acordo para a votação do texto da PEC das Igrejas. O novo texto permite que as entidades religiosas ampliem os benefícios fiscais, mas restringe os descontos nos impostos à aquisição de bens e serviços para “campanhas gratuitas” e de duração limitada.

Também foi acordado que a proposta de emenda à Constituição enfatizará claramente a necessidade de regulamentação. Isso implica que a nova isenção tributária dependerá da aprovação de uma lei posterior, que definirá quais instituições serão elegíveis para o benefício e estabelecerá as diretrizes para a restituição dos tributos.

Para ser aprovada, a PEC precisa do apoio de três quintos dos parlamentares de ambas as Casas (308 deputados e 49 senadores) e passar por dois turnos de votação. Atualmente, a Constituição isenta igrejas e templos de impostos sobre bens e serviços essenciais para suas atividades.

O texto original da PEC foi apresentado pelo deputado Marcelo Crivella (Republicanos-RJ). O projeto amplia essa isenção para aquisição de bens e serviços necessários à formação do patrimônio, geração de renda e prestação de serviços.

Após a reunião com o secretário-executivo da Fazenda, Dario Durigan, o relator da PEC, Fernando Máximo (União-RO), afirmou que o novo texto representa um meio-termo entre as demandas da proposta inicial e as solicitações do governo.

“Mantivemos um equilíbrio entre as nossas expectativas iniciais, as solicitações da Casa Civil e os ajustes pedidos pela Fazenda. Conseguimos um consenso que é benéfico para as instituições”, disse Máximo depois do encontro na Fazenda.

O relator disse que o impacto fiscal é “pequeno”, mas não informou valores. Para ele, esse fato e as modificações na redação permitiram o acordo.

“O impacto financeiro é mínimo, mas os benefícios são significativos, o que levou a Fazenda a apoiar o texto com algumas ressalvas, que prontamente aceitamos. Entendemos a necessidade de garantir segurança jurídica”, acrescentou Máximo.

De acordo com o relator, o governo solicitou que fosse clara a exigência de que o pedido de isenção seja feito pela instituição beneficiada e não pela empresa fornecedora de materiais ou serviços. Isso visa evitar possíveis abusos, impedindo que empresas ajam de má-fé ao usar o CNPJ de instituições para obter benefícios de forma irregular.

“Importantíssimo para mostrar que esse governo não é contra as igrejas. Não importa se católicas, espíritas, evangélicas, templo muçulmano ou sinagoga judaica. Todos estão sendo contemplados”, disse Crivella após a reunião.

Fonte: r7

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Economia

Desenrola terá renegociação em agência dos Correios durante mutirão de dívidas

por Redação 4 de março de 2024

O MegaFeirão Serasa vai oferecer renegociação de dívidas com os descontos do Desenrola Brasil a partir desta segunda-feira (4).

O mutirão de combate à inadimplência também terá atendimento presencial na agência do Palácio dos Correios, no Anhangabaú, região central de São Paulo (SP), até o dia 28 de março, além dos sites do Programa Desenrola Brasil e da Serasa Limpa Nome.

Dívidas bancárias, de cartão de crédito, de estabelecimento de ensino e contas básicas atrasadas de água, energia e gás poderão ser quitadas de forma digital ou presencial, com descontos de até 96%, entre mais de 550 milhões de ofertas disponíveis de 700 empresas.

Cerca de 1,4 milhão de consumidores já acessaram aplicativo da Serasa para negociar as dívidas do Desenrola desde 9 de fevereiro, com a integração entre os dois sites, onde é possível consultar as dívidas e fazer os pagamentos nas condições do programa.

Já o Desenrola beneficiou cerca de 12 milhões, num total de R$ 36,5 bilhões em negociação de dívidas. O programa vai até o dia 31 de março, para pessoas com renda de até dois salários mínimos (R$ 2.824) ou inscritas no CadÚnico.

Em julho de 2023, a primeira fase do Desenrola Brasil começou com os principais bancos retirando, automaticamente, 10 milhões de registros de dívidas de até R$ 100 dos cadastros de inadimplentes. Participaram pessoas com renda mensal de até R$ 20 mil. Essa faixa se encerrou no fim de dezembro.

“Nunca fizemos uma ação de tamanha grandiosidade a abrangência”, explica o vice-presidente da Serasa, Pedro Dias Lopes. “E por isso estamos denominando a ação como MegaFeirão Serasa e Desenrola, porque tudo é mega, como o percentual de descontos, o número de empresas reunidas, os benefícios acima da média e a quantidade de ofertas.”

A Serasa cita o caso de um morador de Cachoeirinha (RS) que negociou 100 dívidas que somavam R$ 24.626 por R$ 4.336. Outro consumidor de Abreu e Lima (PE) teve 96% de desconto para negociar 25 dívidas que somavam R$ 151.809 por R$ 4.908.

Serviço
MegaFeirão

  • Quando: de 4 a 28 de março
  • Atendimento online:

Site do Desenrola Brasil

Site da Serasa Limpa Nome

  • Atendimento presencial:
    Palácio dos Correios, Praça Pedro Lessa, 1, esquina com a Avenida São João, Vale do Anhangabaú, das 10h às 18h, de segunda a sexta-feira

Fonte: r7

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Economia

FGTS vai ser pago via Pix a partir de março; entenda

por Redação 27 de fevereiro de 2024

Nesta terça-feira (27), o Ministério do Trabalho e Emprego lançará o FGTS Digital, uma inovação no recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. Utilizando dados do eSocial como base, essa nova modalidade permitirá a emissão de guias digitais para pagamento. A partir de sexta-feira (01), os trabalhadores terão acesso a essa plataforma, que conta com uma interface totalmente web e oferece diversas opções para geração de guias.

O Pix foi escolhido como método de pagamento para o FGTS, trazendo maior agilidade e praticidade ao processo. Entre os benefícios destacados pelo Ministério do Trabalho estão a emissão rápida e personalizada de guias, a consulta de extratos de pagamentos realizados, a individualização dos extratos de pagamento e a verificação de débitos em aberto.

As guias de pagamento do FGTS poderão ser emitidas tanto no portal do FGTS Digital quanto na própria tela do ambiente web do eSocial. Essa iniciativa conta com a colaboração do Ministério da Fazenda, Ministério da Gestão e Inovação, Conselho Curador do FGTS, Serpro e Caixa Econômica Federal.

Fonte: r7

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Brasil

Assessor da Fazenda que trata das apostas esportivas deixa governo

por Redação 19 de fevereiro de 2024

O assessor especial da Secretaria Executiva do Ministério da Fazenda, José Francisco Cimino Manssur, responsável por tratar das apostas esportivas, deixou o governo na última sexta-feira (16), de acordo com comunicado. Não há, ainda, um nome para ocupar o posto, apurou a reportagem do R7.

De acordo com a Fazenda, Manssur foi exonerado do cargo a pedido. A pasta, porém, não deu mais explicações, apenas agradeceu o trabalho prestado ao longo do período. “Manssur esteve à frente da elaboração do conjunto de regras para a regulamentação do setor de apostas por quota fixa no Brasil. O processo foi conduzido ao longo do ano de 2023 e concluído em dezembro, após a aprovação da nova legislação no Congresso Nacional e a sanção da Presidência da República”, acrescenta o comunicado.

No ano passado, a Fazenda anunciou a criação da Secretaria Nacional de Prêmios e Loterias, com o objetivo de cuidar da gestão das apostas esportivas no Brasil. De acordo com a pasta federal, a estrutura conta com 65 cargos e está subordinada à Fazenda, mas a administração será feita em parceria com o Ministério do Esporte.

O governo federal pretende regulamentar o setor de apostas esportivas, permitidas no país desde 2018, com a sanção da lei 13.756. Na terça-feira (25), o Executivo publicou uma medida provisória que, além de regularizar a taxação dos palpites em 18%, distribuiu a arrecadação entre seguridade social, segurança pública, educação, esportes, clubes e atletas.

Na última sessão do ano passado, a Câmara dos Deputados aprovou a MP. Pela proposta, as casas de apostas online que desejarem operar no Brasil deverão pagar uma outorga de até R$ 30 milhões ao Ministério da Fazenda. Além disso, será cobrada uma alíquota de 12% sobre o lucro líquido das empresas. Esse percentual foi definido pelo Senado, e o relator decidiu manter a porcentagem da cobrança. Inicialmente, a alíquota era de 18%, mas os senadores desidrataram esse trecho do texto.

Os jogos de fantasy sports são um tipo de jogo em que os participantes escalam equipes virtuais com atletas reais. Esses grupos competem com base no desempenho estatístico dos jogadores escalados nas partidas reais. A performance do atleta real é então convertida em pontos dentro do jogo, e o time que contabilizar a maior pontuação é o campeão da disputa. Já as apostas esportivas são aquelas em que o jogador faz um palpite de resultado em um determinado evento real. No caso do futebol, é possível apostar, por exemplo, o número de gols, escanteios e faltas.

Fonte: r7

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Brasil

Desenrola faz parceria com Serasa para ampliar acesso ao programa de renegociação de dívidas

por Redação 15 de fevereiro de 2024

O governo federal anunciou uma parceria entre o Desenrola e o Serasa, plataforma que reúne informações de inadimplência, na reta final do programa de renegociação de dívidas. Com o objetivo de facilitar o acesso e ampliar o alcance, os beneficiários agora podem obter as ofertas do programa, nas mesmas condições, pelo Serasa Limpa Nome.

“Isso tem o intuito de facilitar o acesso de quem já é cliente de outros parceiros. A gente abriu essa possibilidade para fazer o login no parceiro do Desenrola e ser direcionado para o ambiente da plataforma, sem precisar fazer novo login”, detalhou o coordenador-geral de Economia e Legislação do Ministério da Fazenda, Alexandre Ferreira.

A parceria já está em funcionamento e pretende aumentar as adesões ao programa na reta final. O governo estendeu o prazo até 31 de março para beneficiar consumidores que apresentaram dificuldade com o sistema de renegociação.

No fim de janeiro, o governo também promoveu outra alteração às regras referentes ao acesso ao sistema por meio da plataforma gov.br. A medida permitiu o parcelamento de dívidas renegociadas pelo programa para devedores com conta nível bronze. Anteriormente, somente contas com certificação digital ouro ou prata podiam parcelar os valores.

A pasta informou que, antes da possibilidade de parcelamento para as contas bronze, 27% das negociações diárias eram feitas por pessoas que tinham esse perfil de conta. Esse número passou para 42% desde a publicação da nova medida.

Até o momento, segundo novo balanço da pasta, 12 milhões de brasileiros já renegociaram R$ 35 bilhões em dívidas.

Fonte: r7

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Economia

‘Desenrola’ renegociou R$ 35 bilhões em dívidas de 11,5 milhões de brasileiros, aponta balanço

por Redação 14 de fevereiro de 2024

O Desenrola Brasil, programa de renegociação de dívidas do governo federal, beneficiou 11,5 milhões de pessoas desde sua criação, em julho do ano passado. Ao todo, R$ 35 bilhões em dívidas foram negociadas. Os dados são do mais recente balanço feito pelo Ministério da Fazenda, divulgado em fevereiro. O prazo para participar das negociações foi estendido até 31 de março.

Segundo o levantamento, 17 milhões de dívidas foram desnegativadas automaticamente. No fim de janeiro, o governo publicou uma portaria que alterou as regras referentes ao acesso ao sistema por meio da plataforma gov.br. A medida permitiu o parcelamento de dívidas renegociadas pelo programa para devedores com conta nível bronze. Anteriormente, somente contas com certificação digital ouro ou prata podiam parcelar os valores.

A pasta informou que, antes da possibilidade de parcelamento para as contas bronze, 27% das negociações diárias eram feitas por pessoas que tinham esse perfil de conta. Esse número passou para 42% desde a publicação da nova medida.

O governo anunciou novas regras, que autorizam que a plataforma do Desenrola seja acessada a partir de sites e aplicativos de financeiras e bancos, para facilitar a navegação.

Faixa 1
A Faixa 1 do Desenrola contempla pessoas com renda de até dois salários mínimos ou inscritas no CadÚnico. Ela engloba as dívidas que tenham sido negativadas entre janeiro de 2019 e dezembro de 2022, e não podem ultrapassar o valor atualizado de R$ 20 mil cada (valor original, sem os descontos do Desenrola).

Dívidas bancárias, como as de cartão de crédito, estão incluídas, assim como contas atrasadas de outros setores (energia, água, telefonia e comércio varejista). As dívidas disponíveis na plataforma podem ser parceladas até o valor de R$ 5 mil por beneficiário.

Segundo o governo, o ticket médio das negociações é de R$ 251 nos pagamentos à vista e R$ 961 nos parcelados. A média de descontos continua sendo de 90% à vista e 85% a prazo. Nesse último caso, os juros médios para refinanciamento da dívida são de 1,81%, e a média de parcelas é de 12 vezes.

Prorrogação do prazo de adesão
A ideia de ampliar o prazo para a adesão ao programa envolve a inclusão de consumidores que apresentaram dificuldade com o sistema de renegociação, afirmou o secretário Marcos Barbosa Pinto, do Ministério da Fazenda, ao divulgar os resultados parciais de dezembro.

Fonte: r7

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Economia

Nova medida provisória sem reoneração da folha é ‘decisão sensata’ do governo, diz relatora

por Redação 17 de janeiro de 2024

Relatora na Câmara da lei que prorrogou até 2027 a desoneração da folha de pagamento para 17 setores da economia, a deputada Any Ortiz (Cidadania-RS) afirma que o envio de uma nova medida provisória sem a parte que promove a reoneração é uma “decisão sensata” por parte do governo. A possibilidade foi discutida em uma reunião entre o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

“Foi uma afronta ao Congresso apresentar essa medida provisória reonerando os setores. Entendo que vai ser uma decisão sensata se o governo voltar atrás e apresentar uma nova MP retirando a questão da reoneração da folha. A desoneração foi algo pelo Congresso em votação por ampla maioria”, afirmou a deputada.

Para Ortiz, o governo tem dado “sinalizações ruins” sobre o assunto. “As decisões do governo pegaram a gente de surpresa. Não sabemos exatamente o que o governo vai fazer. O que sabemos é que querem aumentar a arrecadação a qualquer custo. Porém, temos que entender como isso impacta os setores da economia”, completou.

A proposta que está sendo discutida entre Haddad e Pacheco gira em torno da possibilidade de o governo cancelar a MP que trata da reoneração, o que faria com que a decisão do Congresso de prorrogar a medida até 2027 prevalecesse sem necessidade de nova votação. Os outros dois temas tratados na MP seriam enviados por meio de uma nova medida provisória ou por projeto de lei.

Além da reoneração da folha de pagamento, a medida provisória também limita a compensação de créditos decorrentes de decisões judiciais e revoga benefícios fiscais concedidos no Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse).

Após a reunião realizada na Residência Oficial do Senado, o líder do governo na Casa, senador Jaques Wagner (PT-BA), afirmou que as alternativas foram apresentadas e destacou que uma decisão concreta só deverá ser tomada depois do recesso parlamentar, que termina em 1º de fevereiro.

Como a proposta do governo ainda não está clara para os parlamentares, há uma ala no Congresso que defende a devolução integral da medida provisória, o que seria uma resposta considerada agressiva à decisão do governo. Pacheco, no entanto, tenta uma solução menos traumática. Ele ainda planeja conversar sobre o assunto com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), antes de tomar uma decisão.

Haddad nega tensão com Congresso
Após se reunir com o ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, Haddad negou qualquer tipo de “tensão” com o Congresso e afirmou que até o final da semana o governo deve apresentar uma alternativa à desoneração da folha de pagamento.

“Às vezes, as pessoas tentam criar um clima de animosidade, mas não existe animosidade ou tensão entre os Poderes. Ano passado, a Fazenda negociou temas complexos e difíceis, e nós fomos discutindo. Entendemos a pressão dos setores, vivemos em uma sociedade democrática, mas quem olha para floresta é a área econômica. Às vezes você está olhando para uma árvore da floresta, mas a gente tem a visão da floresta”, disse.

Ele evitou falar detalhes da proposta. “Tenho um protocolo a seguir. Vou falar com o presidente Lula amanhã e consegui marcar uma audiência presencial com o presidente Lira. Estamos com todos os números, mas não podemos deixar pressionar, temos que ouvir todo mundo”, completou.

A previsão é que a reunião com Lula ocorra nesta quarta-feira (17). Já a reunião com Lira deve ocorrer entre quinta (18) e sexta-feira (19).

Entenda a desoneração da folha de pagamento
A desoneração da folha de pagamento de 17 setores da economia, responsáveis por 9 milhões de empregos, teve a vigência prorrogada até 2027 em votação que contou com amplo apoio de deputados e senadores. Os parlamentares decidiram que, em vez de o empresário pagar 20% sobre a folha do funcionário, o tributo pode ser calculado com a aplicação de um percentual sobre a receita bruta da empresa, que varia, conforme o setor, de 1% a 4,5%.

Já a medida provisória do governo retoma o imposto sobre a folha, mas gradualmente. Pelo texto, o imposto incidirá de forma diferente para dois grupos:

  • o primeiro grupo engloba atividades como transporte, comunicação e tecnologia da informação, cuja tributação funcionará da seguinte forma: 10% em 2024, 12,5% em 2025, 15% em 2026 e 17,5% em 2027;
  • o segundo grupo inclui atividades como engenharia civil, indústria têxtil e editorial, cuja tributação funcionará da seguinte forma: 15% em 2024, 16,25% em 2025, 17,5% em 2026 e 18,75% em 2027.

Para o advogado tributarista Leonardo Roesler, o dilema da desoneração consiste em encontrar um equilíbrio entre a manutenção de um ambiente favorável ao crescimento econômico e à geração de empregos, e a necessidade de assegurar receitas adequadas para o financiamento dos serviços sociais e da infraestrutura pública.

“É importante destacar que a tributação sobre a folha de pagamento, enquanto mecanismo fiscal, deve ser ponderada cuidadosamente. Altas taxas podem desincentivar a contratação e aumentar o custo do trabalho, impactando negativamente a competitividade das empresas”, afirmou.

“Do ponto de vista macroeconômico, a desoneração pode servir como um catalisador para o crescimento econômico. Ao diminuir a carga tributária sobre a folha de pagamentos, as empresas têm mais espaço para investir em expansão, pesquisa e desenvolvimento, e em melhorias de infraestrutura. Este aumento de investimento pode levar a um crescimento econômico mais robusto, gerando mais empregos e aumentando a renda disponível para consumo, o que alimenta ainda mais a economia”, completou.

Sem a desoneração da folha de pagamento de 17 setores da economia, 1 milhão de vagas de emprego podem ser perdidas, segundo levantamento feito por associações, entidades de classe e sindicatos.

Fonte: r7

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Brasilia

Na última sessão do ano, Câmara aprova projeto de aposta esportiva com inclusão de cassino online

por Redação 22 de dezembro de 2023

Na última sessão plenária de 2023, a Câmara dos Deputados aprovou no início da madrugada desta sexta-feira (22) o projeto de lei que regulamenta as apostas esportivas, as chamadas bets, e os cassinos online no Brasil — a discussão começou por volta das 22h20 desta quinta (21). A proposta era uma das prioridades da equipe econômica do governo, que busca aumentar a receita para cumprir a meta de déficit zero em 2024. O texto segue agora para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Pela proposta, as casas de apostas online que desejarem operar no Brasil deverão pagar uma outorga de até R$ 30 milhões ao Ministério da Fazenda. Além disso, será cobrada uma alíquota de 12% sobre o lucro líquido das empresas. Esse percentual foi definido pelo Senado, e o relator decidiu manter a porcentagem da cobrança. Inicialmente, a alíquota era de 18%, mas os senadores desidrataram esse trecho do texto.

Já as alíquotas do Imposto de Renda pagas pelos apostadores premiados serão de:

  • 15% para prêmios de apostas de cota fixa, quando o valor do prêmio recebido for acima de R$ 2.112; e
  • 9% para prêmios obtidos em fantasy sports.

Os jogos de fantasy sports são um tipo de jogo em que os participantes escalam equipes virtuais com atletas reais. Esses grupos competem com base no desempenho estatístico dos jogadores escalados nas partidas reais. A performance do atleta real é então convertida em pontos dentro do jogo, e o time que contabilizar a maior pontuação é o campeão da disputa.

Já as apostas esportivas são aquelas em que o jogador faz um palpite de resultado em um determinado evento real. No caso do futebol, é possível apostar, por exemplo, o número de gols, escanteios e faltas.

Segundo lideranças do governo no Congresso, cerca de 130 empresas demonstraram interesse em regularizar o mercado de apostas esportivas. Inicialmente, o governo estimou que a proposta poderia gerar uma receita de R$ 3 bilhões em 2024, exclusivamente por meio da regulamentação das apostas esportivas. Contudo, com a incorporação dos cassinos, essa estimativa foi revista para uma arrecadação que pode alcançar até R$ 15 bilhões.

Além das alíquotas a serem pagas pelas empresas e jogadores, o projeto de lei prevê regras para as ações de comunicação, publicidade e marketing, que devem obedecer à regulamentação da Fazenda. Entre os requisitos, os jogos devem ter avisos de desestímulo à atividade e advertência sobre os malefícios da ludopatia (o vício em jogo).

Cassinos online
O principal entrave ao projeto de lei tinha a ver com a inclusão dos cassinos online na regulamentação. Eles não estavam na proposta original enviada pelo governo e foram acrescentados durante a discussão na Câmara dos Deputados.

Porém, o trecho foi retirado pelos senadores, que alegaram que a regulamentação seria uma espécie de legalização dos cassinos e que isso tem um “custo social” para o país. Além disso, argumentaram que o texto não deixa claro como deve ser a fiscalização deles.

Atualmente, mesmo proibidos no Brasil, os cassinos online funcionam, porque a sede das empresas fica em outros países. Por isso, para jogar, basta o usuário criar uma conta em uma dessas páginas e se declarar maior de idade, para ter acesso a jogos como caça-níqueis, roleta, blackjack (vinte e um) e pôquer.

Na Câmara, foi costurado um acordo no sentido de reforçar que os cassinos físicos continuam proibidos no Brasil, uma exigência da bancada evangélica para que o texto avançasse no plenário. Com isso, fica expressamente proibida a instalação de cassinos no território nacional.

Fonte: r7

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Economia

Prazo para adesão ao Desenrola é prorrogado até março de 2024

por Redação 12 de dezembro de 2023

O Ministério da Fazenda oficializou a prorrogação da Faixa 1 do programa de renegociação de dívidas Desenrola Brasil até o dia 31 de março de 2024. A extensão, já sinalizada na semana passada, foi confirmada nesta terça-feira (12) por publicação no DOU (Diário Oficial da União).

A ideia de ampliar o prazo para a adesão ao programa envolve a inclusão de consumidores que apresentaram dificuldade com o sistema de renegociação, afirmou o secretário Marcos Barbosa Pinto, do Ministério da Fazenda, ao divulgar os resultados parciais do programa.

Segundo Pinto, outra mudança estimada pelo secretário é a autorização das negociações por cidadãos que não tenham conta gov.br nos níveis ouro ou prata, determinação necessária para aderir ao Desenrola.

“Queremos eliminar esse requisito. Não achamos que seja o principal empecilho para as negociações, mas é um ponto que pode causar entrave para algumas pessoas”, analisou o secretário.

Na Faixa 1, responsável pelo novo prazo, os consumidores com dívidas de até R$ 5.000 podem repactuar débitos com bancos, varejistas, companhias de água, luz e telefone. As negociações envolvem o pagamento do valor reduzido à vista ou do financiamento em até 60 meses, com taxa de juros de até 1,99% ao mês.

Lançado no mês de julho para a Faixa 2, o programa beneficiou 10,7 milhões de pessoas, com a renegociação de R$ 29 bilhões, de acordo com balanço apresentado pelo Ministério da Fazenda na semana passada.

Fonte: r7

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Economia

Desenrola Brasil beneficia quase 11 milhões com a renegociação de R$ 29 bilhões

por Redação 6 de dezembro de 2023

O Desenrola Brasil, programa de renegociação de dívidas lançado pelo governo federal em julho, beneficiou 10,7 milhões de pessoas, com a renegociação de R$ 29 bilhões, de acordo com balanço divulgado nesta quarta-feira (6) pelo Ministério da Fazenda.

Na primeira fase do programa, que permitia desnegativar as dívidas de até R$ 100, cerca de 7 milhões de brasileiros foram beneficiados. Outros 2,7 milhões negociaram suas dívidas diretamente com as instituições financeiras.

Já a etapa mais recente do Desenrola, destinada a quem recebe até dois salários mínimos, atendeu 1 milhão de brasileiros, com a renegociação de R$ 5 bilhões em dívidas e desconto de R$ 4,46 bilhões.

Para aqueles que aderiram ao Desenrola de forma parcelada, os juros foram reduzidos para 1,8% ao mês, patamar extremamente abaixo das cobranças estabelecidas para os endividados no cartão de crédito ou cheque especial, duas das modalidades com as taxas mais altas do mercado.

O secretário Marcos Barbosa Pinto, do Ministério da Fazenda, ressalta que o dia 30 de novembro, data-limite para o pagamento da primeira parcela do 13º salário, resultou no maior volume de negociações diárias do Desenrola.

“Isso mostra que a população está interessada e comprometida em renegociar as dívidas. Nosso grande desafio segue sendo passar a mensagem para a população, porque o número de pessoas que não visitaram a plataforma e têm benefícios lá ainda é muito grande”, diz o secretário.

Extensão do Desenrola
Segundo Pinto, o governo deseja estender o prazo do programa, inicialmente estipulado para o fim deste ano, para 2024. “A gente espera três meses mais no início do próximo ano, para que as pessoas tenham mais tempo para as negociações”, prevê.

Outra mudança estimada pelo secretário é a autorização das negociações por cidadãos que não tenham conta gov.br nos níveis ouro ou prata, determinação estabelecida pela Lei do Desenrola. “Queremos eliminar esse requisito. Não achamos que seja o principal empecilho para as negociações, mas é um ponto que pode causar entrave para algumas pessoas”, observa.

Fonte: r7

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