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MOSQUITO

Saúde

Médicos pedem cuidado com receitas de repelente caseiro contra a dengue; veja dicas

por Redação 5 de fevereiro de 2024

Com o aumento no número de casos e escassez de produtos, muitas pessoas buscam receita caseiras para se proteger contra o mosquito Aedes aegypti, responsável pela transmissão da dengue. Porém, o médico infectologista Lucas Godoy, do Hospital Santa Helena da Rede D’Or São Luiz, alerta para a falta de comprovação da efetividade dessas preparações. “São necessárias concentrações específicas de certos princípios ativos e, além disso, da manutenção da estabilidade”, explica. Dados do Ministério da Saúde mostram que o Brasil registrou 262.247 casos prováveis da doença até esta segunda-feira (5), com 29 mortes confirmadas e outras 173 em investigação.

O infectologista ressalta que alguns óleos extraídos de plantas, como a citronela, eucalipto e a lavanda, as receitas que encontramos na internet são, em sua maioria, uma combinação entre os ingredientes naturais e o álcool. “Esses componentes podem causar dermatites e outras reações dermatológicas”, ressalta.

Para Godoy, o melhor caminho é procurar os produtos vendidos em farmácias, já que eles passam por um rigoroso processo de verificação junto aos órgãos competentes, sendo necessários estudos que comprovem sua efetividade.

Ele explica que, no Brasil, os principais princípios ativos desses repelentes são a Icaridina e o DEET. “A concentração ideal de icadirina é acima de 20% e do DEET entre 30–50% (em crianças recomenda-se concentrações menores) para as aplicações aconteçam em um intervalo de 10h de segurança”, explica. O médico ainda acrescenta que concentrações abaixo do padrão necessitam de “reaplicações mais frequentes. ”

Falta de repelente
O presidente do Conselho Regional de Farmácia do Distrito Federal, Humberto Lopes, explicou que a atual escassez de repelentes nos estabelecimentos farmacêuticos é resultado da sazonalidade do pico do mosquito da dengue. “Esse cenário tem ocasionado um consumo desproporcional, gerando temporariamente a falta de repelentes nas drogarias locais.”, concluiu.

Eliminar focos
O infectologista ressalta que a principal ação para o combate à dengue é a eliminação dos focos de proliferação do mosquito Aedes aegypti. “A autonomia de voo do Aedes aegypti ultrapassa dificilmente os 100 metros, por isso, quando alguém contrai a doença o foco pode estar mais perto do que se imagina.”

Godoy explica que a população deve fazer uma vigilância ativa a possíveis locais com água parada. “Até mesmo tampinhas de garrafas podem servir de reservatório”, explica.
“Esse mosquito costuma ‘atacar’ no início da manhã e ao final do dia. Por isso atenção redobrada nesses períodos”, ressalta.

Situação do Brasil
O painel de monitoramento de arboviroses mostrou que, até sexta-feira (2), o Brasil registrou 262.247 casos prováveis da doença, com 29 mortes confirmadas e 174 em investigação. 54,47% dos pacientes são mulheres, e a faixa etária de 30 a 39 anos é que mais contraiu a doença.

O Distrito Federal tem a maior incidência da doença, seguido pelo Acre, Minhas Gerais. Segundo a ministra Nísia Trindade, os locais mais críticos vão ter prioridade na entrega de vacinas. O governo espera distribuir 6,5 milhões de doses e espera começar a imunização no território nacional.

Fonte: r7

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Saúde

Ministério da Saúde pretende entregar vacinas contra dengue na segunda semana de fevereiro

por Redação 30 de janeiro de 2024

O Ministério da Saúde quer começar a distribuir a vacina da dengue a partir da segunda semana de fevereiro para as 521 cidades com alto índice da doença. A informação foi dada nesta terça-feira (30) pela ministra da Saúde, Nísia Trindade, em reunião de emergência com o Distrito Federal e sete cidades do Entorno. “Ainda não começamos a distribuição porque estamos atendendo uma regulação técnica da Anvisa. Assim que tivermos ela pronta, começamos a distribuição”, informou Nísia.

Parte da regulação, segundo a pasta, é ter as informações da vacina em português. A expectativa do Ministério é que as demandas sejam atendidas na próxima semana para que na seguinte se inicie a distribuição.

Neste ano serão distribuídas 6,5 milhões de doses, e para 2025 o Ministério comprou 9 milhões de doses. O público-alvo serão crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos, faixa etária que apresenta o maior número de hospitalizações por dengue, depois dos idosos, segundo o Ministério da Saúde.

As cidades foram selecionadas segundo os municípios com mais de 100 mil habitantes; que possuem alta transmissão de dengue e com maior número de casos em 2023 e 2024; e predominância da dengue tipo 2 em dezembro do ano passado. A pasta não informou a quantidade de doses destinadas a cada município.

Entre os sintomas mais comuns da doença estão dores de cabeça e atrás dos olhos, febre e manchas pelo corpo. Nos casos mais graves, como a dengue hemorrágica, pode haver dor abdominal, vômito, sonolência, tontura e sangramentos. Segundo a especialista Carla Kobayashi, é importante buscar ajuda médica e tratar os sintomas desde o início, mantendo-se hidratado.

Como funciona
A Qdenga é baseada no vírus vivo e atenuado do sorotipo 2 da dengue. Segundo o fabricante, é ele que fornece a “espinha dorsal” genética para haver a proteção contra os demais sorotipos. O esquema vacinal inclui duas doses subcutâneas com intervalo de três meses entre elas. A proteção contra a doença deve ter duração de até cinco anos.

Eficácia
A aprovação da Qdenga pela Agência Europeia de Medicamentos (EMA) serviu como base para a decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em março de 2023.

Ao órgão europeu, a Takeda apresentou dados de 19 estudos científicos que envolveram 28 mil crianças e adultos.

O ensaio clínico final demonstrou que o imunizante foi capaz de prevenir 80,2% dos casos sintomáticos de dengue 12 meses após a vacinação.

O estudo mostrou que a vacina evitou em 90,4% as hospitalizações em casos de dengue em um prazo de 18 meses após as injeções. Após 4,5 anos da vacinação, a eficácia para casos sintomáticos caiu para 61%, mas a prevenção de internações hospitalares se manteve alta, em 84%.

Como funciona
Na prática, o vírus existente na vacina não é capaz de causar doença nas pessoas que recebem a vacina. Ainda assim, existem contraindicações. Segundo o laboratório, os seguintes grupos não devem receber a Qdenga:

  • Pessoas com imunodeficiência congênita ou adquirida, incluindo terapias imunossupressoras, como quimioterapia ou altas doses de corticosteroides sistêmicos nas quatro semanas anteriores à vacinação;
  • Indivíduos com infecção sintomática pelo HIV ou com infecção assintomática pelo HIV quando acompanhados de evidência de comprometimento da função imunológica; e
  • Grávidas e lactantes.

Efeitos colaterais
Os estudos apontaram uma série de possíveis efeitos colaterais após a vacinação.Os mais comuns (afetaram mais de uma em dez pessoas) foram:

  • dor no local da injeção;
  • dor de cabeça;
  • dores musculares;
  • vermelhidão no local da injeção;
  • mal-estar;
  • fraqueza;
  • infecções no nariz ou garganta;
  • febre.

Os efeitos adversos considerados comuns (afetaram até uma em cada dez pessoas) foram:

  • inchaço no local da injeção;
  • dor ou inflamação no nariz, ou garganta;
  • coceira no local da injeção;
  • inflamação da garganta e amígdalas;
  • dor nas articulações;
  • sintomas gripais.

Outros sintomas mais incomuns, como diarreia, coceira e erupções na pele, também foram identificados nos estudos.

Fonte: r7

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São PauloSaúde

Casos de dengue crescem 57,1% na cidade de São Paulo em um ano

por Redação 13 de dezembro de 2022

A cidade de São Paulo registrou um crescimento de 57,1% de casos de dengue entre janeiro e dezembro em comparação com 2021. Os dados são da SMS (Secretaria Municipal de Saúde).

De acordo com o último boletim epidemiológico, divulgado pela pasta na quarta-feira (7), 11.703 casos e dois óbitos foram confirmados neste ano, enquanto 7.447 registros e nenhuma morte no ano passado.

Em comparação ao ano de 2020, o crescimento é ainda maior, com 484%. Há dois anos, a capital confirmou 2.001 casos de dengue.

Neste ano, os bairros com maior incidência da doença são: Jardim São Luiz (397), Jardim Ângela (351), Sacomã (354), Brasilândia (308), Vila Matilde (297), Cidade Ademar (274) e Cachoeirinha (267).

A dengue é uma doença infecciona causada por um vírus transmitido pelo mosquito Aedes aegypti por meio da picada. Dor abdominal intensa e contínua, vômitos persistentes, tontura, sangramentos de mucosa e sonolência são alguns dos sintomas da doença.

No verão, com o aumento da temperatura e das chuvas, a cidade se torna mais propícia para a proliferação do mosquito, que se reproduz em locais com água parada como em pratos de vaso de plantas, garrafas, potes e carros abandonados.

Por ser uma doença sazonal, entre os meses de março e maio é observada uma alta na taxa de transmissão, podendo ocorrer ciclos epidêmicos e interepidêmicos de um ano para outro. A melhor forma de prevenção da dengue é evitar a proliferação do mosquito transmissor.

“São desenvolvidas pelas 28 Unidades de Vigilância em Saúde (Uvis), com visitas casa a casa, em pontos estratégicos, controle larvário com larvicida biológico, bloqueio de transmissão de casos humanos de dengue, zika e chikungunya, ação de “arrastão”, uso de teste rápido para dengue para direcionar os bloqueios de transmissão e atendimentos a solicitações de munícipes”, informou a SMS por meio de nota.

A prefeitura também reforça que é fundamental o apoio da população para acabar com o vetor. É necessária a adoção de uma série de medidas, como: guardar pneus em locais cobertos; lavar os potes de águas dos animais com esponja e sabão duas vezes por semana; eliminar ou furar os pratinhos dos vasos de plantas; tampar ou guardar em local protegido da chuva os demais recipientes que possam acumular água.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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