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ONDA DE CALOR

Economia

Onda de calor já impacta a agricultura e pressiona preços dos alimentos

por Redação 13 de dezembro de 2023

Problemas climáticos, como o excesso de chuvas e as ondas de calor, prejudicaram a colheita nas lavouras e elevaram os preços de alguns itens alimentícios em novembro. O aumento no custo da alimentação respondeu por quase metade da inflação de 0,28% registrada em novembro pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) — uma contribuição de 0,13 ponto porcentual.

Às vésperas do verão, uma nova onda de calor, a nona registrada neste ano, vai atingir áreas de 15 estados mais o Distrito Federal, a partir desta quinta-feira (14) até o próximo domingo (17). O Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), vinculado ao Ministério da Agricultura e Pecuária, publicou o aviso laranja de perigo.

“As temperaturas mais altas e o maior volume de chuvas em diversas regiões do Brasil são fatores que influenciam a colheita de alimentos, principalmente os mais sensíveis ao clima, como os tubérculos, os legumes e as hortaliças”, explica André Almeida, gerente do Sistema Nacional de Índices de Preços do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O grupo alimentação e bebidas passou de uma alta de 0,31%, em outubro, para um aumento de 0,63%, em novembro, segundo os dados do IBGE.

A alimentação para consumo no domicílio subiu 0,75% em novembro. As famílias pagaram mais neste mês pela cebola (26,59%), batata-inglesa (8,83%), arroz (3,63%) e carnes (1,37%).

Segundo Almeida, os problemas climáticos afetaram os produtos mais sensíveis ao clima, por isso os preços subiram em novembro. No caso das carnes, a pressão no preço ocorre após um período prolongado de quedas, além de responder também a um ciclo natural de produção da pecuária.

Na direção oposta, ficaram mais baratos em novembro o tomate (-6 69%), a cenoura (-5,66%) e o leite longa vida (-0,58%).

“A temperatura mais alta acelera a maturação do tomate. Os produtores foram obrigados a disponibilizar mais o produto no mercado, há maior oferta do produto”, justificou Almeida.

Para a economista Nadja Heiderich, professora da Fecap (Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado), as temperaturas acima de 40°C estão prejudicando o crescimento das lavouras, o que pode levar a uma redução da produtividade e, consequentemente, a um aumento nos preços dos alimentos.

“No Brasil, o aumento dos preços dos alimentos pode afetar a população mais pobre, que gasta uma parcela maior da renda com alimentação”, avalia a economista.

Segundo Nadja, as ondas de calor estão afetando principalmente as lavouras de milho e soja da segunda safra, que é plantada no segundo semestre do ano. Essa safra é responsável por cerca de 70% da produção total desses dois grãos do Brasil. De acordo com informações da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), a onda de calor pode reduzir a produtividade da soja em até 10% e a do milho, em até 15%.

“A soja e o milho são as principais culturas agrícolas do Brasil, responsáveis por cerca de 40% da produção total de grãos do país. A soja é o principal produto de exportação agrícola do Brasil, e o milho é um importante ingrediente para a alimentação animal e humana”, afirma Nadja.

Uma redução na produção de soja pode levar a uma diminuição da oferta global, o que acarreta aumento dos preços do produto e de outros produtos derivados, como o óleo e a farinha de soja. O óleo de soja é usado na produção de uma série de produtos alimentícios, como biscoitos, salgadinhos e maionese.

Já a redução na produção de milho pode levar a um aumento dos preços e impactar o abastecimento de ração para o gado, afetando carne, leite e derivados.

“A onda de calor também pode afetar a produção de outros alimentos, como frutas, legumes e verduras. Esses alimentos são importantes para a segurança alimentar do país, e uma redução na produção pode levar a uma escassez e a um aumento dos preços”, alerta a docente.

Causas
De acordo com o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), as altas temperaturas serão verificadas nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul e em parte do Norte e do Nordeste.

Os estados que serão atingidos pelo intenso calor e que estão nessa zona de perigo são os da região Centro-Oeste (GO, MT, MS e DF), da região Sul (SC, RS, PR) e da região Sudeste (MG, SP, RJ, centro e noroeste do Espírito Santo).

Na região Nordeste, os alertas de calorão vão para os moradores da faixa oeste da Bahia, além do sul do Piauí e do Maranhão. Já no Norte, a onda de calor atingirá o centro-sul de Tocantins e áreas de Rondônia.

As temperaturas poderão alcançar os 39°C em algumas cidades brasileiras. A previsão do Inmet diz que, já nesta quarta-feira (13), a umidade relativa do ar deve ficar em torno de 40% no Centro-Oeste e de 30% no Sul do Brasil

O fenômeno natural El Niño é um motivo a mais para aumentar os termômetros, mas não é o único. “O El Niño é um agravante. A gente teve a configuração do fenômeno ao longo desta primavera e, durante o verão, deve persistir. Quando se configura um El Niño, o fenômeno bagunça o regime de chuva na área central do Brasil e tem um impacto muito claro nessa elevação das temperaturas também. Então, ele é um combustível a mais, sem dúvida alguma”, afirma a meteorologista do Inmet Naiane Araújo.

Fonte: r7

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Brasil

Ministro descarta risco de racionamento de energia mesmo com altas temperaturas no país

por Redação 17 de novembro de 2023

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse nesta sexta-feira (17) que, apesar das altas temperaturas registradas no Brasil nos últimos dias, não há risco de racionamento de energia no país.

Segundo Silveira, apesar da seca na Amazônia, as hidrelétricas da região estão funcionando e os reservatórios em todo o país continuam cheios. As afirmações foram feitas durante uma entrevista a um canal de notícias.

“Estive pessoalmente no Norte quando houve crise de abastecimento naquele local e vivemos um momento muito tenso com a parada de Santo Antônio [usina hidrelétrica no Rio Madeira, em Porto Velho (RO)], que é fio d’água [sem reservatório]. Hoje, graças a Deus, esta usina está normalizada. Belo Monte [outra hidrelétrica, no Pará] sabemos que está no seu fornecimento normal e também em Jirau [usina acima de Santo Antônio, no Madeira, em Rondônia], portanto não temos nenhum problema hídrico hoje no norte do Brasil”, afirmou o ministro.

Silveira comentou também as obras de instalação de linhas de transmissão na região Norte que vão interligar Roraima (RR) a Manaus (AM). Roraima é o único estado que não está no Sistema Interligado Nacional (SIN).

“No mês que vem vamos inaugurar duas torres de transmissão e vamos interligar o último estado da federação. Eu estive com o presidente Lula em Parintins [AM] dando ordem de serviço para ligar Manaus a Boa Vista, e com isso vamos trazer energia da Venezuela para não só suprimento de Roraima como para o SIN e atender todo o Brasil”, afirmou.

Capitais batem recordes de temperatura
As cidades de São Paulo (SP), Brasília (DF), Goiânia (GO) e Teresina (PI) vêm batendo recordes sucessivos de temperatura para o ano, segundo o Climatempo. Porém, por causa da chuva, a tendência é que as temperaturas diminuam a partir desta sexta-feira (17), embora os termômetros continuem com registro superior a 30ºC.

Na cidade de São Paulo, a marca foi de 37,8°C na segunda-feira (13). A média para a capital paulista nesta época do ano é de 26,9ºC.

Os estados de Amazonas, Rondônia, Pará, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Goiás, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Piauí, Espírito Santo, Rio de Janeiro e Maranhão e o Distrito Federal estão em alerta vermelho para altas temperaturas, segundo o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia).

‘Contratos feitos de forma frouxa’
Falando ao JR Entrevista, na última terça-feira (7), Silveira disse que o modelo de privatização das distribuidoras de eletricidade no Brasil foi feito, em alguns casos, de forma “muito atabalhoada, de forma muito rápida, e os contratos foram feitos de forma muito frouxa e inadequada com a distribuidora”. Silveira afirma não ser contra a participação da iniciativa privada em alguns setores, “mas o setor elétrico brasileiro é um setor muito estratégico”.

Segundo o ministro, o governo federal tem feito investimentos em energia limpa. “Por exemplo, foram 16 bilhões de linhas de transmissão que nós contratamos este ano, inclusive com 50% de deságio, demonstrando que o Brasil é um solo fértil para investimento nacional e internacional. E vamos contratar mais 40 bilhões a fim de fortalecer o sistema de transmissão do Nordeste e do Norte brasileiro, que são os grandes geradores de energia hidrelétrica, eólica e solar”, disse o ministro.

Hidrelétrica de Belo Monte gera em 2023 quase 10% da energia total usada no Brasil
A Usina Hidrelétrica de Belo Monte, localizada no Rio Xingu, município paraense de Altamira, gerou 9,4% de toda a energia usada no Brasil nos primeiros seis meses de 2023. O índice corresponde a 29.126 gigawatts por hora (GWh) e é equivalente ao consumo de 30 milhões de residências — o suficiente para abastecer todos as residências do Norte, Nordeste e Centro-Oeste durante o primeiro semestre. A concessionária responsável por Belo Monte é a Norte Energia.

O cálculo a respeito dos domicílios das regiões, que incluem 19 estados e o Distrito Federal, tem como base os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no Censo 2022.

A mesma quantidade de energia também seria suficiente para abastecer todo o Sistema Interligado Nacional (SIN) por cerca de 17 dias. O SIN é a rede que se estende por grande parte do Brasil englobando redes de geração e a malha de transmissão de energia elétrica.

Até maio de 2023, a administradora de Belo Monte foi a companhia geradora que comercializou o maior montante de energia no Brasil. A Usina de Belo Monte, nos primeiros cinco meses do ano, vendeu 16 mil GWh.

Horário de Verão
O ministro afirma que a questão da eventual volta do horário de verão está sendo avaliada, mas nenhuma decisão foi tomada ainda. “Este ano tivemos a alegria, graças à bonança hídrica, de ter os nossos reservatórios cheios”, afirmou. Silveira afirmou que, por esse motivo, a bandeira verde predominou e os consumidores não tiveram cobranças extras na conta de luz.

Fonte: r7

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MundoSustentabilidade

Julho de 2023 bate recorde e se torna o mês mais quente já registrado na história

por Redação 8 de agosto de 2023

Julho de 2023 bateu o recorde de mês mais quente já registrado na Terra, 0,33ºC acima do recorde anterior, de julho de 2019, anunciou nesta terça-feira (8) o observatório europeu Copernicus.

O mês passado também foi marcado por ondas de calor e incêndios em todo o mundo, com temperaturas médias na atmosfera 0,72ºC mais elevadas que as médias registradas no mês de julho entre 1991 e 2020.

A dúvida entre os cientistas era reduzida: em 27 de julho os especialistas já consideravam “extremamente provável” que julho de 2023 seria o mês mais quente já registrado, com todas as estações combinadas.

Nas palavras do secretário-geral da ONU, António Guterres, a humanidade saiu da era do aquecimento global para entrar na era da “ebulição global”.

Os oceanos também são vítimas do fenômeno preocupante: as temperaturas registradas na superfície do mar estão muito elevadas desde abril, e os níveis registrados em julho não têm precedentes.

O recorde absoluto foi batido em 30 de julho, com 20,96ºC. Durante todo o mês, a temperatura na superfície do mar ficou 0,51ºC acima da média (1991-2020).

“Fenômenos extremos”
“Acabamos de testemunhar as temperaturas globais do ar e as temperaturas globais da superfície dos oceanos estabelecendo novos recordes históricos. Os recordes têm consequências terríveis para as pessoas e para o planeta, que estão expostos a eventos extremos cada vez mais frequentes e intensos”, afirmou Samantha Burgess, vice-diretora do serviço europeu Copernicus sobre Mudanças Climáticas (C3S).

Os sinais do aquecimento global provocado pelas atividades humanas — começando pelo uso de combustíveis fósseis (carvão, petróleo, gás) — foram registrados simultaneamente em todo o planeta.

A Grécia sofreu grandes incêndios, assim como o Canadá, que também registrou inundações.

As ondas de calor sucessivas no sul da Europa, norte da África, sul dos Estados Unidos e parte da China também provocaram muitos danos.

A rede científica World Weather Attribution (WWA) concluiu que as recentes ondas de calor na Europa e nos Estados Unidos teriam sido “praticamente impossíveis” sem o efeito da atividade humana.

O observatório Copernicus também afirma que o gelo marinho antártico atingiu o menor nível para um mês de julho desde o início das observações por satélite, 15% abaixo da média do mês.

“Emergência”
“2023 é o terceiro ano mais quente até o momento, 0,43°C acima da média recente, e apresenta uma temperatura média global em julho 1,5°C acima dos níveis pré-industriais”, acrescenta Samantha Burgess.

O resultado de 1,5ºC é simbólico porque esse é o limite mais ambicioso estabelecido pelo Acordo de Paris para restringir o aquecimento global.

Porém, o limite a que se refere esse acordo internacional envolve médias de muitos anos, e não de apenas um mês.

“Embora tudo isto seja apenas temporário, mostra a urgência de esforços ambiciosos para reduzir as emissões globais de gases de efeito estufa, que são a principal causa dos recordes”, conclui Samantha Burgess.

E é possível que o ano de 2023 não tenha encerrado sua temporada de recordes.

“Para 2023 esperamos um fim de ano relativamente quente com o desenvolvimento do fenômeno do El Niño”, recorda o Copernicus.

O fenômeno climático cíclico sobre o Pacífico é, de fato, sinônimo de aquecimento global adicional.

Fonte: r7

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Mais previsões: Meteorologia 25 dias

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