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ONU

Mundo

Sobe para 67 o número de funcionários da ONU mortos na guerra entre Israel e Hamas

por Redação 1 de novembro de 2023

Um total de 67 funcionários da ONU (Organização das Nações Unidas) morreu em 25 dias de guerra entre Israel e os terroristas do Hamas. O número é o mais alto já registrado pela organização em um período tão curto de tempo, segundo o boletim diário do Escritório de Coordenação de Assuntos Humanitários da ONU divulgado nesta quarta-feira (1º).

Profissionais que atuam na cobertura da guerra para veículos de imprensa de vários países também estão entre as vítimas do confronto. No último levantamento, 31 jornalistas perderam a vida na Faixa de Gaza.

Segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde do Hamas, 8.796 pessoas morreram na Faixa de Gaza desde o início da guerra, em 7 de outubro.

No lado de Israel, foram contabilizadas mais de 1.400 mortes. Quase todos os registros são da invasão do território israelense pelos terroristas do Hamas.

O Itamaraty confirmou a morte de três cidadãos do Brasil que estavam na rave invadida por terroristas do Hamas no dia 7 de outubro. Uma israelense filha de brasileira também teve a morte confirmada.

Fonte: r7

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Mundo

Israel ordena evacuação de mais de 1 milhão de habitantes da Faixa de Gaza em até 24 horas

por Redação 13 de outubro de 2023

O Exército israelense ordenou a realocação imediata de mais de 1 milhão de habitantes do norte da Faixa de Gaza para o sul, em meio ao seu intenso bombardeio e represália pelos ataques do Hamas. A Organização das Nações Unidas (ONU) pede para anular a medida e adverte que, se confirmada, teria “consequências humanitárias devastadoras”.

Em um comunicado, o Exército de Israel ordenou “a evacuação de todos os civis da Cidade de Gaza de suas casas em direção ao sul para a própria segurança e proteção e a mudança para a área ao sul de Wadi Gaza”.

Desde o início do conflito, em 7 de outubro, quando começou o ataque do movimento islâmico palestino Hamas, cerca de 1.200 pessoas foram mortas em Israel, em sua maioria civis, de acordo com autoridades locais.

Na Faixa de Gaza, os bombardeios israelenses, lançados como resposta, levaram à morte de 1.417 pessoas, incluindo vários civis, segundo autoridades palestinas.

A ONU, informada momentos antes da ordem israelense de “realocação” de 1,1 milhão de habitantes do norte de Gaza para o sul em 24 horas, pediu que se anule imediatamente essa medida. A organização anunciou que seria “impossível” tal movimentação.

‘Consequências devastadoras’
“Hoje [12 de outubro], pouco antes da meia-noite, horário local”, os funcionários da ONU em Gaza “foram informados pelos seus oficiais de ligação do Exército israelense que toda a população ao norte de Wadi Gaza seria realocada para o sul em 24 horas”, disse Stéphane Dujarric, porta-voz do secretário-geral da ONU.

“As Nações Unidas solicitam veementemente que, se confirmada, qualquer ordem desse tipo seja rescindida, evitando o que poderia transformar o que já é uma tragédia numa situação calamitosa”, acrescentou.

“A ONU considera impossível que esse movimento ocorra sem consequências humanitárias devastadoras”, disse o porta-voz.

Horas antes, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, prometeu destruir o Hamas, após falar em Tel Aviv com o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken.

“Assim como o Isis [Estado Islâmico] foi esmagado, o Hamas será esmagado”, disse Netanyahu, em uma declaração que parecia antecipar uma ofensiva terrestre em Gaza contra o Hamas.

Por sua vez, Blinken ratificou na quinta-feira (12) o seu apoio a Israel, embora tenha apelado à consideração das “aspirações legítimas” dos palestinos e das “necessidades humanitárias” em Gaza.

“Você pode ser forte o suficiente para se defender” sozinho, “mas, enquanto os Estados Unidos existirem, […] estaremos sempre ao seu lado”, disse Blinken após se reunir com Netanyahu em Tel Aviv.

Fonte: r7

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Emprego

Em declaração, Brasil e EUA destacam preocupação com inteligência artificial no trabalho

por Redação 20 de setembro de 2023

Os governos dos Estados Unidos e do Brasil, em declaração conjunta sobre a parceria pelo direito dos trabalhadores, firmada entre os países nesta quarta-feira (20), destacaram a preocupação com o uso da inteligência artificial no mundo do trabalho. O texto foi acertado entre os presidentes brasleiro, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e americano, Joe Biden.

“Nossos governos afirmam o compromisso mútuo com os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras e a promoção do trabalho digno. Também estamos preocupados e atentos aos efeitos no trabalho da digitalização das economias e do uso profissional da inteligência artificial no mundo do trabalho”, escreveram na declaração.

O acordo foi fechado entre Lula e Biden em Nova York, nos Estados Unidos, em agenda bilateral durante a Assembleia-Geral das Nações Unidas (ONU). A parceria é inédita e tem como principal objetivo a promoção do trabalho digno.

A iniciativa busca estimular empregos de qualidade, proteger trabalhadores que atuam nas plataformas digitais e promover o conhecimento sobre direitos trabalhistas.

“Face aos complexos desafios globais, desde as alterações climáticas ao aumento dos níveis de pobreza e à desigualdade econômica, devemos colocar os trabalhadores e trabalhadoras no centro das nossas soluções políticas”, diz o documento.

“É a primeira vez, em mais de 500 anos da história do Brasil, em que você senta com o presidente da República americano, em igualdade de condições, para discutir um problema crônico, que é a questão da precarização do mundo do trabalho”, disse Lula em um comunicado divulgado pelo Palácio do Planalto.

Segundo o líder brasileiro, a iniciativa vai mostrar à sociedade e à juventude a importância de alcançar um trabalho que permita viver dignamente. O Brasil e os Estados Unidos vão trabalhar em colaboração com parceiros sindicais de ambos os países e com a Organização Internacional do Trabalho (OIT). Eles pretendem envolver outras nações e parceiros globais na iniciativa e, assim, fomentar um desenvolvimento inclusivo, sustentável e amplamente compartilhado com todos os trabalhadores e trabalhadoras.

O trabalho digno ou decente faz parte dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), definidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2015. Entre as ações propostas estão, até 2030, alcançar o emprego pleno e produtivo e o trabalho decente para todos, inclusive para jovens e pessoas com deficiência, e a remuneração igual para trabalhos de mesmo valor.

Confira a íntegra da declaração
“Nossos governos afirmam o compromisso mútuo com os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras e a promoção do trabalho digno.

Os trabalhadores e trabalhadoras construíram os nossos países – desde as nossas infraestruturas mais básicas e serviços críticos, à educação dos nossos jovens, ao cuidado dos nossos idosos, até nossas tecnologias mais avançadas. Os trabalhadores e trabalhadoras e os seus sindicatos lutaram pela proteção no local de trabalho, pela justiça na economia e pela democracia nas nossas sociedades – eles estão no centro das economias dinâmicas e do mundo saudável e sustentável que procuramos construir para os nossos filhos. Face aos complexos desafios globais, desde as alterações climáticas ao aumento dos níveis de pobreza e à desigualdade econômica, devemos colocar os trabalhadores e trabalhadoras no centro das nossas soluções políticas. Devemos apoiar os trabalhadores e trabalhadoras e capacitá-los para impulsionar a inovação que necessitamos urgentemente para garantir o nosso futuro.

Hoje, os Estados Unidos e o Brasil anunciam o lançamento da nossa iniciativa global conjunta para elevar o papel central e crítico que os trabalhadores e trabalhadoras desempenham num mundo sustentável, democrático, equitativo e pacífico. Já compartilhamos a compreensão e o compromisso de abordar questões críticas de desigualdade econômica, salvaguardar os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras, abordar a discriminação em todas as suas formas e garantir uma transição justa para energias limpas. A promoção do trabalho digno é fundamental para a consecução da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Também estamos preocupados e atentos aos efeitos no trabalho da digitalização das economias e do uso profissional da inteligência artificial no mundo do trabalho.

Com esta nova iniciativa, pretendemos expandir a nossa ambição e reforçar nossa parceria para enfrentar cinco dos desafios mais urgentes enfrentados pelos trabalhadores e trabalhadoras em todo o mundo: (1) proteger os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras, tal como descritos nas convenções fundamentais da OIT, capacitando os trabalhadores e trabalhadoras, acabando com exploração no trabalho, incluindo o trabalho forçado e trabalho infantil; (2) promoção do trabalho seguro, saudável e decente, e responsabilização no investimento público e privado; (3) promover abordagens centradas nos trabalhadores e trabalhadoras para as transições digitais e de energia limpa; (4) aproveitar a tecnologia para o benefício de todos; e (5) combater a discriminação no local de trabalho, especialmente para mulheres, pessoas LGBTQI e grupos raciais e étnicos marginalizados. Pretendemos trabalhar em colaboração entre os nossos governos e com os nossos parceiros sindicais para fazer avançar estas questões urgentes durante o próximo ano, vislumbrando uma agenda comum para discutir com outros países no G20 e na COP 28, COP 30 e além.

Saudamos o apoio e a participação dos líderes sindicais dos nossos países e das organizações globais, bem como da liderança da Organização Internacional do Trabalho, e esperamos que outros parceiros e aliados se juntem a este esforço. Juntos, podemos criar uma economia sustentável baseada na prosperidade compartilhada e no respeito pela dignidade e pelos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras.”

Fonte: r7

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Brasil

Lula tem encontros marcados com Biden e Zelensky nesta quarta

por Redação 19 de setembro de 2023

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai se encontrar com líderes mundiais após o discurso de abertura da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, nos Estados Unidos. Entre os destaques, estão o encontro com os presidentes dos EUA, Joe Biden, e da Ucrânia, Volodmir Zelensky. Os dois encontros estão marcados para esta quarta-feira (20). Além disso, o presidente brasileiro tem reuniões marcadas com outras autoridades, como o primeiro-ministro da Noruega e o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (veja lista completa de reuniões abaixo).

A primeira vez que os presidentes norte-americano e brasileiro se reuniram neste ano ocorreu em fevereiro, em Washington. Depois, em agosto, falaram por telefone sobre preservação ambiental e mudanças climáticas. Eles voltaram a se ver no início deste mês, durante evento paralelo à reunião da cúpula do G20, grupo formado pelas 19 maiores economias do mundo e pela União Europeia, na Índia.

Neste ano, a Assembleia da ONU contará com o anúncio de uma medida em conjunto do petista com o americano em torno de uma iniciativa em defesa do trabalho decente.

A matéria faz parte dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, definidos pela ONU em 2015. Entre as ações propostas estão, até 2030, alcançar o emprego pleno e produtivo e o trabalho decente para todas as mulheres e homens, inclusive para os jovens e pessoas com deficiência, e a remuneração igual para trabalho de igual valor.

Zelensky
O encontro com Zelensky será no mesmo dia. Esse será o primeiro encontro entre Lula e Zelensky. Os presidentes brasileiro e ucraniano conversaram por telefone em março deste ano. “Reafirmei o desejo do Brasil de conversar com outros países e participar de qualquer iniciativa em torno da construção da paz e do diálogo. A guerra não pode interessar a ninguém”, afirmou o petista na ocasião.

Zelensky também se manifestou sobre a conversa. “Tive uma ligação telefônica com o presidente do Brasil, Lula. Agradeci pelo apoio à nossa resolução na ONU. Destacamos a importância de defender os princípios da soberania e da integridade territorial dos Estados. Nós também discutimos esforços diplomáticos para trazer a paz de volta à Ucrânia e ao mundo”, compartilhou o ucraniano nas redes sociais na época.

Reuniões bilaterais confirmadas
Terça
8h40: secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres;
15h: presidente da República da Áustria, Alexander van der Bellen;
16h: primeiro-ministro da República Federal da Alemanha, Olaf Scholz;
17h15: primeiro-ministro do Reino da Noruega, Jonas Gahr Store; e
18h: presidente do Estado da Palestina e da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas.

Quarta
13h: presidente dos Estados Unidos da América, Joe Biden;
16h: presidente da Ucrânia, Volodmir Zelensky;
17h: giretor-geral da Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom Ghebreyesus; e
18h: presidente da República do Paraguai, Santiago Peña.

Fonte: r7

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Brasil

Lula critica desigualdade, cobra repasse de ricos para ambiente e ampliação de Conselho da ONU

por Redação 19 de setembro de 2023

Em discurso realizado nesta terça-feira (19) na Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, nos Estados Unidos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou a desigualdade entre países e mecanismos internacionais, cobrou repasse de países ricos para nações em desenvolvimento e defendeu ampliação do Conselho de Segurança.

“A redução das desigualdades dentro dos países e entre eles deveria se tornar o objetivo-síntese da Agenda 2030. Reduzir as desigualdades dentro dos países requer incluir os pobres nos orçamentos nacionais e fazer os ricos pagarem impostos proporcionais ao seu patrimônio. No Brasil, estamos comprometidos a implementar todos os 17 objetivos de desenvolvimento sustentável, de maneira integrada e indivisível”, afirmou Lula.

Em outra parte do discurso, o presidente brasileiro afirmou que agir contra mudança do clima implica pensar no amanhã e enfrentar desigualdades históricas e ressaltou que os países ricos “cresceram baseado num modelo com alta taxa de emissão de gases danosos ao clima”. “A emergência climática torna urgente uma correção de rumos e a implementação do que já foi acordado. Não é por outra razão que falamos em responsabilidade comuns, mas diferenciadas. São as populações vulneráveis do sul global as mais afetadas pelas perdas de danos causadas pela mudança do clima”, completou Lula.

Ainda sobre o mesmo tema, o petista voltou a afirmar que os “10% mais ricos da população mundial são responsáveis pela quase metade de todo o carbono lançado na atmosfera”. “Nós, países em desenvolvimento, não queremos repetir esse modelo. No Brasil, já provamos uma vez e vamos provar de novo que um modelo socialmente justo e ambientalmente sustentável é possível.”

Acordo de Paris e no Marco Legal da Biodiversidade
Lula também afirmou que sem mobilização de recursos financeiros e tecnológicos, não há como implementar o que decidimos no Acordo de Paris e no Marco Legal da Biodiversidade. “A promessa de destinar 100 bilhões de dólares anualmente para os países em desenvolvimento permanece apenas isso: uma longa promessa. Hoje esse valor seria insuficiente para uma demanda que chega na casa dos trilhões de dólares.”

“Quando as instituições reproduzem as desigualdades, elas fazem parte do problema, e não da solução. No ano passado, o FMI disponibilizou 160 bilhões de dólares em direitos especiais de saque para países europeus, e apenas 34 bilhões para países africanos. A representação desigual e distorcida na direção do FMI e do Banco Mundial é inaceitável. Não corrigimos os excessos da desregulação dos mercados e da apologia do Estado mínimo”, acrescentou.

Na sequência, Lula falou sobre o Brics – grupo formado incialmente por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. “A ampliação recente do grupo na Cúpula de Johanesburgo fortalece a luta por uma ordem que acomode a pluralidade econômica, geográfica e política do século 21. Somos uma força que trabalha em prol de um comércio global mais justo num contexto de grave crise do multilateralismo. O protecionismo dos países ricos ganhou força e a Organização Mundial do Comércio permanece paralisada, em especial o seu sistema de solução de controvérsias.”

Conflitos globais e Conselho de Segurança

Em seu discurso na ONU, o líder brasileiro citou conflitos globais e defendeu a promoção da paz. “É perturbador ver que persistem antigas disputas não resolvidas e que surgem ou ganham vigor novas ameaças. Bem o demonstra a dificuldade de garantir a criação de um Estado para o povo palestino. A este caso se somam a persistência da crise humanitária no Haiti, o conflito no Iêmen, as ameaças à unidade nacional da Líbia e as rupturas institucionais em Burkina Faso, Gabão, Guiné-Conacri, Mali, Níger e Sudão”, exemplificou.

“Na Guatemala, há o risco de um golpe, que impediria a posse do vencedor de eleições democráticas. A guerra da Ucrânia escancara nossa incapacidade coletiva de fazer prevalecer os propósitos e princípios da Carta da ONU. Não subestimamos as dificuldades para alcançar a paz. Mas nenhuma solução será duradoura se não for baseada no diálogo”, completou.

Em outro momento de sua fala, Lula defendeu a ampliação do Conselho de Segurança da ONU e afirmou que o mecanismo “vem perdendo progressivamente sua credibilidade”. “Essa fragilidade decorre em particular da ação de seus membros permanentes, que travam guerras não autorizadas em busca de expansão territorial ou de mudança de regime. Sua paralisia é a prova mais eloquente da necessidade e urgência de reformá-lo, conferindo-lhe maior representatividade e eficácia”, disse o brasileiro.

O Conselho de Segurança foi criado com a missão de zelar pela manutenção da paz mundial. O órgão é composto de 15 membros, dez deles não permanentes e cinco permanentes (China, Estados Unidos, França, Reino Unido e Rússia). Lula defende o ingresso do Brasil e de países em desenvolvimento da América Latina, da África e da Ásia.

Fonte: r7

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MundoSustentabilidade

Julho de 2023 bate recorde e se torna o mês mais quente já registrado na história

por Redação 8 de agosto de 2023

Julho de 2023 bateu o recorde de mês mais quente já registrado na Terra, 0,33ºC acima do recorde anterior, de julho de 2019, anunciou nesta terça-feira (8) o observatório europeu Copernicus.

O mês passado também foi marcado por ondas de calor e incêndios em todo o mundo, com temperaturas médias na atmosfera 0,72ºC mais elevadas que as médias registradas no mês de julho entre 1991 e 2020.

A dúvida entre os cientistas era reduzida: em 27 de julho os especialistas já consideravam “extremamente provável” que julho de 2023 seria o mês mais quente já registrado, com todas as estações combinadas.

Nas palavras do secretário-geral da ONU, António Guterres, a humanidade saiu da era do aquecimento global para entrar na era da “ebulição global”.

Os oceanos também são vítimas do fenômeno preocupante: as temperaturas registradas na superfície do mar estão muito elevadas desde abril, e os níveis registrados em julho não têm precedentes.

O recorde absoluto foi batido em 30 de julho, com 20,96ºC. Durante todo o mês, a temperatura na superfície do mar ficou 0,51ºC acima da média (1991-2020).

“Fenômenos extremos”
“Acabamos de testemunhar as temperaturas globais do ar e as temperaturas globais da superfície dos oceanos estabelecendo novos recordes históricos. Os recordes têm consequências terríveis para as pessoas e para o planeta, que estão expostos a eventos extremos cada vez mais frequentes e intensos”, afirmou Samantha Burgess, vice-diretora do serviço europeu Copernicus sobre Mudanças Climáticas (C3S).

Os sinais do aquecimento global provocado pelas atividades humanas — começando pelo uso de combustíveis fósseis (carvão, petróleo, gás) — foram registrados simultaneamente em todo o planeta.

A Grécia sofreu grandes incêndios, assim como o Canadá, que também registrou inundações.

As ondas de calor sucessivas no sul da Europa, norte da África, sul dos Estados Unidos e parte da China também provocaram muitos danos.

A rede científica World Weather Attribution (WWA) concluiu que as recentes ondas de calor na Europa e nos Estados Unidos teriam sido “praticamente impossíveis” sem o efeito da atividade humana.

O observatório Copernicus também afirma que o gelo marinho antártico atingiu o menor nível para um mês de julho desde o início das observações por satélite, 15% abaixo da média do mês.

“Emergência”
“2023 é o terceiro ano mais quente até o momento, 0,43°C acima da média recente, e apresenta uma temperatura média global em julho 1,5°C acima dos níveis pré-industriais”, acrescenta Samantha Burgess.

O resultado de 1,5ºC é simbólico porque esse é o limite mais ambicioso estabelecido pelo Acordo de Paris para restringir o aquecimento global.

Porém, o limite a que se refere esse acordo internacional envolve médias de muitos anos, e não de apenas um mês.

“Embora tudo isto seja apenas temporário, mostra a urgência de esforços ambiciosos para reduzir as emissões globais de gases de efeito estufa, que são a principal causa dos recordes”, conclui Samantha Burgess.

E é possível que o ano de 2023 não tenha encerrado sua temporada de recordes.

“Para 2023 esperamos um fim de ano relativamente quente com o desenvolvimento do fenômeno do El Niño”, recorda o Copernicus.

O fenômeno climático cíclico sobre o Pacífico é, de fato, sinônimo de aquecimento global adicional.

Fonte: r7

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Mundo

ONU: 165 milhões de pessoas entraram na pobreza desde 2020

por Redação 14 de julho de 2023

As crises registradas desde 2020, como a pandemia, a inflação ou a guerra na Ucrânia, levaram 165 milhões de pessoas à pobreza, informou a ONU, que pediu uma pausa no pagamento da dívida dos países em desenvolvimento para inverter a tendência.

O impacto acumulado das crises levou 75 milhões de pessoas a uma situação de extrema pobreza (menos de 2,15 dólares por dia, R$ 10,3 na cotação atual) entre 2020 e o fim de 2023 e mais 90 milhões a viver abaixo do limite da pobreza, com 3,65 dólares (R$ 17,5 na cotação atual) por dia, de acordo com projeções do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

“Os países que conseguiram investir em medidas de proteção nos últimos anos evitaram que muitas pessoas caíssem na pobreza”, afirmou o diretor do PNUD, Achim Steiner, em um comunicado.

“Mas nos países muito endividados há uma correlação entre elevados níveis de dívida, gastos sociais insuficientes e um aumento alarmante dos níveis de pobreza”, alertou.

O PNUD pede uma “pausa” nos pagamentos das dívidas nestes países, que devem optar entre pagar a dívida ou ajudar a população.

De acordo com outro relatório da ONU, publicado na quarta-feira, 3,3 bilhões de pessoas, quase metade da população mundial, vivem em países que gastam mais para pagar os juros da dívida do que em áreas como educação e saúde.

Os países em desenvolvimento, apesar do nível de dívida menor – mas que aumenta rapidamente -, pagam mais juros devido ao aumento das taxas.

Diante do cenário, o PNUD pede uma “pausa” para destinar o pagamento da dívidas ao financiamento de medidas sociais destinadas a amortecer os efeitos dos choques econômicos. A ONU acredita que “a solução não está fora do alcance do sistema multilateral”.

De acordo com cálculos do PNUD, retirar estas 165 milhões de pessoas da pobreza custaria 14 bilhões de dólares por ano, o equivalente 0,009% do PIB mundial em 2022, e menos de 4% do serviço da dívida dos países em desenvolvimento.

Ao considerar também as perdas de renda das pessoas que já estavam abaixo da linha da pobreza antes das crises recentes, o custo do alívio seria de 107 bilhões de dólares (0,065% do PIB, quase 25% do serviço da dívida).

“Há um custo humano para a inação a respeito da reestruturação da dívida soberana dos países em desenvolvimento”, recorda Achim Steiner. “Precisamos de novos mecanismos para antecipar e absorver os impactos e para que a arquitetura financeira funcione para os mais vulneráveis”.

O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, que pede uma reforma das instituições financeiras internacionais, criticou mais uma vez esta semana um sistema “obsoleto que reflete as dinâmicas coloniais da época em que foi criado”.

Fonte: r7

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MundoSegurança

Três funcionários da ONU morrem em confrontos em Darfur, no Sudão

por Redação 16 de abril de 2023

Três funcionários da ONU (Organização das Nações Unidas) no Sudão foram mortos na região da cidade de Darfur, neste domingo (16), informou o chefe da missão da ONU no país africano.

Desde a manhã de sábado (15), os confrontos entre o exército e as forças paramilitares ficaram mais acirrados, o que incluiu ações como a tomada do Palácio Presidencial e do aeroporto internacional pelas FAR (Forças de Apoio Rápido), comandadas pelo general Mohamed Hamdan Daglo.

“Três funcionários do Programa Alimentar Mundial foram mortos em confrontos que eclodiram em Kabkabiya, no norte de Darfur”, disse Volker Perthes, representante especial da ONU, em comunicado.

Fonte: r7

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FeminicidioGuarulhos

ONU aponta que mais de cinco mulheres foram mortas a cada hora por um familiar em 2021

por Redação 25 de novembro de 2022

A ONU celebra nesta sexta-feira (25) o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres em um esforço para alertar o mundo sobre e violência de gênero, uma das violações de direitos humanos mais difundidas em todo o mundo.

Um novo relatório do UNODC (Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime), publicado na última quarta-feira (23), revela que, das 81,1 mil mulheres mortas em 2021, cerca de 56% foram assassinadas por parceiros ou outros membros da família. Ou seja, mais de cinco mortes a cada hora.

cinco mulheres foram mortas

O dado alarmante mostra que o lar, que deveria ser um ambiente de acolhimento, não é um lugar seguro para muitas mulheres e meninas.

Em meio à urgência da situação, ainda é preciso lidar com a subnotificação de dados. Segundo o relatório, cerca de quatro em cada dez dos assassinatos não têm informações suficientes para que possam ser contabilizados como feminicídios.

Casos recentes de violência contra as mulheres ganharam repercusão mundial. A morte da jovem curda Mahsa Amini, de 22 anos, no Irã, após ser presa pela polícia da moral por usar o véu de forma “inapropriada” gerou uma onda de protestos no país que reivindica a proteção do direito das mulheres.

Em outras partes do mundo as mulheres sofrem com a violência e também com restrições e proibições. No Afeganistão, após a volta do Talibã ao poder em agosto do ano passado, mulheres e meninas desafiam o regime extremista em manifestações pelas ruas do país. O grupo estabeleceu uma série de limitações às afegãs, entre elas, o fechamento de escolas de ensino médio, a obrigatoriedade do uso do véu no espaço público e a circulação limitada pelo país.

Em 2021, a taxa de assassinatos de mulheres em ambientes privados foi estimada em 2,5 por 100 mil na África, em comparação com 1,4 nas Américas, 1,2 na Oceania, 0,8 na Ásia e 0,6 na Europa.

Muitas vezes a violência não é denunciada devido à falta de acolhimento e impunidade, além do medo que cerca as mulheres.

As violações podem ocorrer de várias formas, entre elas, abuso psicológico, violência sexual, perseguição, tráfico humano, mutilação genital e casamento forçado.

Segundo a ONU, na última década, o número geral de homicídios femininos continuou quase inalterado, o que mostra a urgência para que medidas sejam tomadas para combater a violência de gênero.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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Mais previsões: Meteorologia 25 dias

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