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Tag:

POLÍCIA CIVIL

Segurança

Polícia conclui que jovem forjou conversas com Whindersson Nunes e criou perfis falsos para divulgá-las

por Redação 6 de março de 2024

[Alerta gatilho]: para as pessoas que querem e precisam conversar, o CVV (Centro de Valorização da Vida) oferece apoio emocional e prevenção do suicídio por meio do telefone 188, além das opções chat e email.

A Polícia Civil de Minas Gerais concluiu que a jovem Jéssica Vitória forjou as conversas com o humorista Whindersson Nunes e divulgou as capturas de tela, por meio de perfis falsos, para páginas de fofoca. A conclusão do inquérito foi anunciada durante coletiva de imprensa na manhã desta quarta-feira (06).

Jéssica Vitória Canedo morreu após receber ataques nas redes sociais por capturas de tela falsas sobre um suposto relacionamento com o humorista Whindersson Nunes. A Polícia Civil teve acesso a todos os perfis falsos criados pela jovem e conversas sobre a informação do seu envolvimento om o humorista.

Ainda segundo a Polícia Civil, assim que a notícia tomou grandes proporções, ela recebeu várias ameaças e mensagens a incentivando a tirar sua própria vida. Uma internauta do Rio de Janeiro foi indiciada por instigação ao suicídio.​

Relembre o caso

A jovem, de 22 anos, tirou a própria vida depois da divulgação de capturas de tela de uma conversa falsa dela com o humorista Whindersson Nunes, em um perfil de fofocas de celebridades. A página tem mais de 20 milhões de seguidores, e a mentira, publicada na última semana, se espalhou rapidamente. A jovem enfrentava quadro de depressão.

O comediante criticou a exposição de notícias falsas feita por perfis e pediu a criação de uma lei chamada “Jéssica Vitória”. O perfil Choquei emitiu uma nota em que se isenta da responsabilidade pela morte.

Fonte: r7

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Brasil

Tesoureiro do BRB é suspeito de desviar R$ 3,5 milhões para jogos de apostas virtuais

por Redação 20 de fevereiro de 2024

Um tesoureiro do BRB (Banco de Brasília) é suspeito de desviar R$ 3,5 milhões para fazer jogos em apostas virtuais. A Polícia Civil do Distrito Federal realiza uma operação nesta terça-feira (20) para investigar o caso. A ação teve início depois que o próprio banco constatou irregularidades nos registros contábeis da agência.

Segundo as investigações, o servidor tinha acesso ao cofre da agência e utilizava conhecimentos das operações de caixa para depositar os valores em sua conta pessoal, falsificando documentos para forjar legalidade.

A polícia realizou buscas que podem indicar a participação de outros funcionários do banco no esquema. Foi determinado o bloqueio dos valores em contas correntes e poupança do investigado, assim como de seguro de vida, ativos financeiros e investimentos.

O servidor pode responder por crime de peculato e lavagem de dinheiro. Caso seja condenado, pode pegar até 22 anos de prisão.

Ao R7, o BRB informou que o homem foi afastado das funções e está sendo investigado também internamente. “Os procedimentos disciplinares estão em curso e cumprem prazo legal. O BRB assegura que nenhum cliente foi lesado e que a ocorrência comprova a eficácia dos meios de controle e fiscalização do banco, bem como sua transparência”, afirmou.

Fonte: r7

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Segurança

Polícia apreende celular de amigo de estudante da UnB encontrado morto a facadas

por Redação 14 de fevereiro de 2024

A Polícia Civil do Distrito Federal apreendeu nesta terça-feira (13) o celular do dono da casa onde o estudante Lucas Resende Monte, de 20 anos, foi encontrado morto. O telefone pertence a um jovem de 18 anos, amigo de Lucas, e deve ajudar nas investigações do caso. O corpo do estudante foi encontrado nos fundos do quintal da casa, em um condomínio em Sobradinho, com sinais de golpes de faca no abdômen. A vítima era de aluno de educação física na UnB (Universidade de Brasília) e estava desaparecido desde o sábado (10).

Em depoimento na delegacia, o jovem relatou que ele, Lucas e outros dois amigos estavam assistindo filmes em casa depois de participarem de um bloco de Carnaval no Setor Comercial Sul. O rapaz disse que eles chegaram na residência por volta das 2h de sábado (10) e deram falta de Lucas entre 15h e 16h do mesmo dia.

Segundo o jovem, os amigos notaram a ausência de Lucas, mas observaram que ele havia deixado para trás seu celular, mochila e chaves. O proprietário do imóvel relatou que o grupo saiu para procurar Lucas, mas não conseguiu localizá-lo.

O proprietário da casa falou que Lucas ficou desconfortável depois de tentar sem sucesso se envolver romanticamente com um dos amigos dentro da casa. Após isso, O estudante se afastou do grupo e teria saído pela porta lateral. Pelo depoimento, houve consumo de drogas no local, com Lucas e os outros jovens usando LSD e maconha.

Os pais do jovem, proprietários da residência onde o corpo de Lucas foi encontrado, também foram à polícia prestar depoimento. Eles relataram que o clima na casa era de confraternização e que não notaram nada fora do comum. Os outros dois jovens presentes, um adolescente de 16 anos e uma jovem de 21 anos, também foram ouvidos durante o interrogatório.

Imagens de drone ajudarão investigação
O delegado Hudson Maldonado, responsável pela investigação do caso, disse em entrevista exclusiva à RECORD que imagens registradas por drones podem ter capturado movimentações na casa onde o estudante Lucas Resende Monte foi encontrado morto.

“Uma testemunha diz ter feito imagens com drone e, por acaso, teria conseguido captar algo que serviria para a investigação. Estamos aguardando essa pessoa para podermos ver as imagens e, com base nisso, ter auxilio para analisar as contradições entre [os depoimentos] das pessoas que estavam na casa.”

O delegado afirmou que, embora o corpo tenha sido encontrado no quintal, a polícia trabalha com a suspeita de o homicídio ter ocorrido dentro da casa.

“Foi um crime no âmbito doméstico. Ele não foi agredido fora da casa. Nem alguém entrou dentro da casa, que não tivesse sido convidado, e passou a agredi-lo”, afirmou. “Provavelmente, pode ter sido um crime praticado com dolo de ímpeto, que é um impulso que a pessoa tem e acaba cometendo um crime, com arrependimento após o fato”, completa.

O crime
O corpo de Lucas foi encontrado no quintal da casa de um amigo, dentro do condomínio Alto da Boa Vista, em Sobradinho (DF). A vítima era estudante da UnB e estava desaparecido desde o sábado (10), quando saiu para encontrar com os amigos.

Lucas era morador no Lago Norte e havia ido à casa do amigo para assistir a um filme, de acordo com familiares. Ele não entrou mais em contato com os parentes desde então. Por isso, a família registrou o desaparecimento do jovem no domingo (11).

Em nota, a UnB lamentou o caso. “Neste momento de consternação, expressamos nossas condolências à família, aos amigos e toda a comunidade da FEF [Faculdade de Educação Física]. Compreendemos a dor que essa perda irreparável causa a todos que o conheciam, e nos solidarizamos nesse momento de luto”, diz o comunicado. Lucas estudava educação física na universidade.

Fonte: r7

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Segurança

Polícia Militar do Rio de Janeiro usará câmeras do transporte público em reconhecimento facial

por Redação 23 de janeiro de 2024

A Polícia Militar do Rio de Janeiro aumentou o número de câmeras usadas para abastecer o sistema de reconhecimento facial.

Nesta segunda-feira (22), no Palácio Guanabara, sede do governo do estado, foi assinado o termo de adesão de concessionárias do transporte público à iniciativa.

O Metrô Rio, a Supervia (que opera o transporte ferroviário) e a CCR Barcas e a CCR Via Lagos (que opera a Rodovia dos Lagos, ligação do Rio de Janeiro com a Costa do Sol) disponibilizarão o acesso às câmeras presentes nas estações e vias.

O sistema vai usar a rede de fibra ótica da Agetransp (Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes Aquaviários, Ferroviários, Metroviários e de Rodovias do Estado). As imagens das câmeras vão ficar concentradas no CICC (Centro Integrado de Comando e Controle).

O sistema de videomonitoramento da PM começou no réveillon de 2023, com pouco mais de 100 câmeras, e foi ampliado na semana passada, a partir de uma parceria com a prefeitura do Rio de Janeiro, com o acesso às 21 câmeras do Centro de Operações do Rio (COR) instaladas no bairro boêmio da Lapa.

Com a adesão das concessionárias de transporte, mais de mil câmeras passam a fazer parte do sistema. O investimento do governo estadual foi de R$ 18 milhões, entre equipamentos e softwares.

O sistema de reconhecimento facial é alimentado pelo banco de dados da Polícia Civil. Segundo o governador do estado, Cláudio Castro, o uso da tecnologia de reconhecimento facial tem como objetivo melhorar as ações de combate à criminalidade. Castro afirma que, com o sistema, a probabilidade de falhas e prisões por engano é pequena.

“[É] óbvio que a gente busca tecnologias melhores o tempo todo para que esse reconhecimento facial não seja falho. Os dados são satisfatórios, e o índice de erro é bem pequeno, mas, com certeza, a gente trabalha para ter erro zero. Por isso, a participação da Polícia Civil é fundamental, para que se possa fazer todo o trabalho de perícia e não pegar uma pessoa injustamente”, disse.

No réveillon passado, a tecnologia levou a prisões na capital fluminense, duas delas de maneira equivocada. Não havia mandado de prisão em aberto contra essas pessoas no banco de dados da Justiça e elas foram soltas.

Na época, a Secretaria de Segurança Pública atribuiu os erros às “inconsistências do sistema”, por uma “questão de atualização dos bancos de dados”. E afirmou que trabalhava para unificar bancos da polícia, justiça e governo federal para tornar as abordagens mais rápidas.

Fonte: r7

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Segurança

‘Pessoa de bem’: família de empresário que matou agente pede que secretaria ‘reveja controles’

por Redação 19 de dezembro de 2023

A família de Rogério Saladino dos Santos, de 56 anos, que matou uma investigadora da Polícia Civil e depois foi morto pelo parceiro dela, na região dos Jardins, zona oeste de São Paulo, informou, por meio de nota, que o empresário era uma “pessoa de bem” e pediu à SSP (Secretaria de Segurança Pública) que “reveja seus controles”.

Santos teria confundido a agente Milene Bagalho Estevam, de 39 anos, com um assaltante. Ela havia ido até a mansão do empresário para pedir as imagens de câmeras de segurança que auxiliariam nas investigações de um roubo ocorrido na região no dia anterior.

“Rogério acreditou que ele seria a nova vítima de roubo”, disse a família.

Na mansão do empresário ocorria uma festa com seis convidados, segundo testemunhas da polícia. Todos haviam bebido, de acordo com o boletim de ocorrência. Quando a agente se aproximou, o segurança teria alertado o patrão sobre a suspeita de assalto. Nesse momento, Santos abriu o portão da garagem e atirou em Milene.

O parceiro da investigadora, que também é policial civil, disparou contra o empresário. O segurança de Saladino, na tentativa de protegê-lo, pegou a arma para atirar contra o agente, que imediatamente reagiu e o baleou — três pessoas morreram: Rogério, Milene e o segurança, Alex.

“O medo de assaltos instaurado na região tampouco é novidade. Nem Rogério, nem Alex eram conhecidos como pessoas violentas, pelo contrário. De boa-fé, acreditamos que as circunstâncias não foram favoráveis a nenhum dos envolvidos”, disse a família do empresário.

Ainda segundo a família de Rogério, a SSP deve “avaliar seus controles para que episódios tão lamentáveis, como este que acabou de vitimar pessoas de bem, não se repitam”.

A secretaria informou que o empresário já havia sido preso por homicídio, em 1989. Segundo a família, a prisão ocorreu em decorrência de um atropelamento, no qual Rogério “prestou imediato socorro à vítima e assistência à família”.

“Rogério sempre foi um empresário respeitado na área de medicina de diagnóstico, um grande empregador, admirado por todos os seus colaboradores, fornecedores e clientes. Fica nosso luto por Milene, Alex e Rogério”, concluiu a família.

Veja a nota da família Saladino na íntegra:

“A família do empresário Rogério Saladino vem a público prestar alguns esclarecimentos relativos à trágica ocorrência de sábado, 16, que lamentavelmente ceifou a vida da policial Milene Estevam, do colaborador Alex James e do próprio Rogério.

Como já foi amplamente divulgado, no dia dos fatos, Rogério recebia seis amigos em sua residência para um pequeno almoço de confraternização. Determinado momento, por volta das 18h30, Rogério foi alertado por um de seus colaboradores que tudo indicava que estavam sendo alvo de um assalto.

Alarmado com o fato de que a residência do seu vizinho havia sido assaltada no dia anterior, Rogério, supondo situação de legítima defesa, desferiu dois tiros para o alto, abriu o portão da garagem, e desferiu o tiro que veio a vitimar fatalmente a policial Milene.

Na sequência, o próprio Rogério foi atingido e caiu no interior da garagem. Em seguida, segundo relatos, o colaborador Alex, também em situação de possível legítima defesa, se apropriou da arma que se encontrava no chão com o intuito de defender Rogério, os amigos que se encontravam no interior da casa e sua própria vida; porém, acabou sendo ele próprio o alvo de outros disparos efetuados pelo policial que acompanhava Milene na operação, culminando com a morte de ambos.

O medo de assaltos instaurado na região tampouco é novidade. O funcionário Alex tinha suas razões para imaginar que seria mais um caso. Rogério acreditou que seria ele a nova vítima do roubo e procurou proteger a si mesmo e seus convidados, mesmo diante do perigo que estaria por vir.

Nem Rogério, nem Alex eram conhecidos como pessoas violentas, pelo contrário. As ocorrências pretéritas noticiadas não esclarecem os casos como deveriam. Uma se refere a um atropelamento ocorrido há mais de 25 anos, no qual Rogério prestou imediato socorro à vítima e assistência à família; a outra, um suposto crime ambiental solucionado por meio de um ajuste de conduta com a Justiça do município de Natividade da Serra, interior de São Paulo.

Rogério sempre foi um empresário respeitado na área de medicina de diagnóstico, um grande empregador, admirado por todos os seus colaboradores, fornecedores e clientes.

De boa-fé, acreditamos que as circunstâncias não foram favoráveis a nenhum dos envolvidos. Esperamos, com a mesma sinceridade, que a Secretaria de Segurança Pública possa avaliar com costumeiro cuidado e diligência o caso, revendo seus controles para que episódios tão lamentáveis como este, que acabaram por vitimar pessoas de bem, não se repitam. Fica nosso luto por Milene, Alex e Rogério.

FAMÍLIA SALADINO”.

Fonte: r7

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Segurança

Polícias Civil e Militar fazem operação contra organização que incendiou 35 ônibus no Rio

por Redação 25 de outubro de 2023

As forças de segurança do Rio de Janeiro fazem, na manhã desta quarta-feira (25), uma operação contra a milícia do Zinho. A organização criminosa é apontada como autora dos ataques a mais de 30 ônibus ocorridos na segunda-feira (23).

Agentes das polícias Militar e Civil vão atuar em comunidades dos municípios de Itaguaí e Seropédica, na Baixada Fluminense. O objetivo da operação é combater o braço financeiro da milícia.

Até o fechamento desta reportagem, sete pessoas haviam sido presas. Os policiais também apreenderam 174 maços de cigarro, 13 botijões de gás e uma ave silvestre.

Ataques a ônibus, trem em chamas e suspensão parcial do serviço do BRT foram registrados em bairros da zona oeste do Rio de Janeiro. A onda de violência assustou os cariocas na volta para casa e levou o município a entrar em estágio de atenção.

As ações criminosas foram registradas após a morte de um sobrinho do miliciano Zinho, em Santa Cruz, durante uma ação policial. Matheus Rezende, conhecido como Faustão, era o segundo homem na hierarquia do grupo criminoso.

Fonte: r7

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São Paulo

Influenciador é investigado em SP por fazer rifas de carros de luxo indevidas, mas nega acusações

por Redação 11 de outubro de 2023

O influenciador Bruno Lima, que acumula mais de 3 milhões de seguidores em uma rede social, é investigado pela Polícia Civil de Campinas, no interior de São Paulo, por promover rifas indevidas de carros de luxo na internet. Além dele, duas pessoas são investigadas pela Operação Hermes, que começou na segunda-feira (9).

Conforme a investigação, a suposta organização criminosa é responsável por realizar essas rifas de veículos de luxo online, com sorteio vinculado aos prêmios das loterias federais, prática ilícita.

Com três mandados de busca e apreensão, a polícia procura arrecadar provas do crime de lavagem de dinheiro, realizado por meio desses sorteios.

O influenciador publicou uma nota nas redes sociais em que nega as acusações. Ele afirma que, assim que as investigações terminarem, vai voltar a fazer rifas.

“Minha equipe jurídica está trabalhando no processo. Nunca enganamos nenhuma pessoa, nenhum ganhador, e nenhum resultado foi burlado. Todos receberam [os prêmios]”, escreveu Bruno.

Ele explica que alguns ganhadores optaram por receber o valor do carro por Pix. Por isso, esses veículos acabavam voltando para a loja dele. Bruno afirma, ainda, que tem todas as provas e que os documentos foram entregues à polícia.

Durante a operação, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão e apreendidos 14 veículos, celulares e aparelhos eletrônicos. Segundo a polícia, os suspeitos tiveram suas redes sociais suspensas, e os valores existentes em suas contas bancárias foram bloqueados.

Ganhadores das rifas defendem o influenciador
A pedido de Bruno, os ganhadores das rifas estão divulgando os prêmios que receberam. “Para quem está achando que é golpe, pare. O Bruno precisa voltar com os sorteios porque quero ganhar mais”, escreveu a seguidora Débora Rosa, ao mostrar o prêmio em dinheiro que ganhou.

Maria Fernanda Ross também compartilhou o comprovante de transferência, no valor de R$ 10 mil, que recebeu do influenciador ao ganhar a rifa. O internauta Felipe Moura divulgou a foto da moto que conquistou após também ter participado do sorteio.

Alexandre Félix mostrou o carro Fiat Fastback, avaliado em cerca de R$ 120 mil, que conseguiu ao ter participado das rifas de Bruno. Diversos outros ganhadores também compartilharam informações sobre o prêmio.

A mulher dele, a influenciadora Ste Enes, também se posicionou sobre o assunto e disse que esperava que “as coisas ficassem no sigilo”, mas que confia no marido. “Honesto em tudo que faz”, ressaltou.

Operação Hermes
Na segunda-feira (9), a Polícia Civil de Campinas iniciou a Operação Hermes, visando desarticular organização criminosa especializada em jogos de azar e arrecadar provas do crime de lavagem de dinheiro oriundos da prática criminosa.

Segundo o apurado, a organização criminosa é responsável por difundir, indevidamente, rifas online de veículos de luxo, com sorteio vinculado aos prêmios das loterias federais, prática ilícita.

Além disso, o grupo não divulgava o nome dos vencedores e tampouco comprovava o pagamento do prêmio. Os veículos que eram sorteados estavam à venda em uma loja pertencente a um dos alvos da operação.

Os sorteios eram utilizados como forma de camuflar a arrecadação dos valores ilícitos do grupo, que movimentou somas incompatíveis com as informações prestadas aos órgãos fiscais.

Fonte: r7

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Segurança

Polícia Civil afirma que são-paulino foi morto por PM durante comemoração da Copa do Brasil

por Redação 10 de outubro de 2023

Um laudo da Polícia Civil de São Paulo afirma que o disparo que matou o são-paulino Rafael Garcia, de 32 anos, foi feito por um policial militar.

O torcedor estava nos arredores do estádio Cícero Pompeu de Toledo, o Morumbi, após a comemoração do título da Copa do Brasil, quando começou uma confusão entre são-paulinos e agentes da PM.

Apesar de a Polícia Militar afirmar que Rafael teria sido pisoteado por um animal da cavalaria da corporação, o laudo da Polícia Civil aponta que o torcedor, na verdade, foi atingido na cabeça por um artefato chamado bean bag, uma munição considerada não-letal e utilizada no controle de multidões.

De acordo com informações disponíveis no laudo da perícia, os agentes estavam com armas que aparentavam ser calibre 12. E houve pelo menos cinco disparos.

O relatório afirma que a causa da morte foi traumatismo craniano causado por disparo de arma de fogo e que foram retirados fragmentos de projétil de arma composto de balins em envoltório, que foram encaminhados para análise balística.

Imagens anexadas ao laudo mostram o momento em que um policial recarrega a arma, “demonstrando o recente emprego dos projéteis que estariam na câmara de disparo […]”. É possível “concluir no tocante autoria do crime aqui investigado, individualizando, por sua vez, o atirador”.

No momento do incidente, a Polícia Militar tentava dispersar parte da torcida do São Paulo que comemorava o título da Copa do Brasil sobre o Flamengo nos arredores do estádio.

A família de Rafael, por sua vez, entrou com uma ação na Justiça onde pede ao Estado R$ 1 milhão de indenização por danos morais pela morte do parente.

Segundo a defesa da família de Rafael, existem estudos que mostram que as bean bags têm potencial para causar ferimentos graves e que sua estrutura permite direcionar com precisão o disparo do artifício.

“Ou seja, o que se pode afirmar é que houve um direcionamento preciso contra Rafael, que muito provavelmente seja pelo motivo que este estava filmando o confronto, destacando-se novamente, que ele estava de costas e foi atingido na cabeça.”

Fonte: r7

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Saúde

Trabalhadores da segurança lutam por saúde mental e enfrentam mito do herói, assédio e preconceito

por Redação 18 de setembro de 2023

Conversar sobre suícidio e saúde mental na sociedade brasileira, em geral, é uma tarefa bem difícil. O cenário se agrava entre os trabalhadores de segurança pública. No mês do Setembro Amarelo, que combate o suicídio, fica o alerta: um policial tirou a própria vida, em média, a cada quatro dias em 2022. Os dados são do 17° Anuário do FBSP (Fórum Brasileiro de Segurança Pública).

Segundo o relatório, no total, 82 agentes cometeram suicídio em todo o país, sendo 69 policiais militares e 13 policiais civis. O estado de São Paulo concentra o maior número de casos (19). Entretanto, os números não refletem a realidade com exatidão.

O FBSP aponta que muitos estados não possuem a informação de qualidade sobre as mortes ou o registro é inexistente. Alguns ainda alegam que os casos são sigilosos. Para a organização, a falta de clareza dos dados invisibiliza o debate da saúde mental na área de segurança pública.

Apesar da ausência de dados sistematizados, com frequência, notícias de mortes de policiais por suicídio ou por assassinato envolvendo colegas, superiores hierárquicos ou familiares ganham destaque. Em maio, por exemplo, um policial civil matou quatro colegas de trabalho dentro de uma delegacia na cidade de Camocim, no norte do Ceará.

Nos últimos meses, dois casos ainda ganharam notoriedade em São Paulo. Em abril, um capitão matou um sargento a tiros após desavenças em relação a escala de feriado na capital. Enquanto em maio, um sargento entrou atirando em uma delegacia em Salto, no interior do estado, e matou dois colegas. O ataque também foi motivado por brigas de escala de trabalho.

Esses casos são exemplos da carência de políticas públicas voltadas para a prevenção do suicídio e a promoção da saúde mental.

Segundo especialistas ouvidos pelo R7, os profissionais enfrentam múltiplos obstáculos, como: o mito do herói, o assédio moral, o preconceito com quem busca ajuda psicológica, a exposição contínua a situações de estresse e perigo e a falta de assistência por parte das instituições.

Mito do herói
“O policial não se vê como trabalhador, ele se vê como herói. No mito, o herói não procura ajuda. Aquele que busca ajuda psicológica, psiquiátrica ou terapêutica é mal visto. É a cultura da organização”, afirma Lívio Rocha, investigador da Polícia Civil de São Paulo, membro do FBSP e doutorando em políticas públicas pela UFABC.

Ao assumir o papel de herói, o policial exerce a função 24 horas por dia – diferente de outras profissões. É como se ele nunca tivesse uma folga. Como consequência, o agente sofre com o desgaste físico e mental pelo contato contínuo com situações de perigo e estresse, além da sobrecarga de trabalho.

“O trabalhador de segurança pública é a única profissão que tem que ficar sempre atenta, que nunca desliga – no máximo em standby”, reforça Rocha. O impacto é sentido, especialmente, na vida pessoal, pois o policial passa a rever os locais que frequenta, as pessoas com quem convive e até mesmo o comportamento – tudo para se autopreservar e proteger a família.

“Quem sobrevive ao estado de alerta acentuado? A persona do herói vai adoecer em algum momento, vai chorar e encontrar a fragilidade”, pontua Edson Carlos, psicólogo e integrante da Cavalaria da Polícia Militar de São Paulo. E é nesse momento que ele vai precisar de acolhimento e ajuda de um profissional de saúde mental.

“Por trás de uma farda, existe um coração, um homem, uma mulher, um pai, um filho. Então, nós precisamos olhar [criticamente] esse simbolismo do herói”, salienta Carlos.

Assédio moral
Uma das principais causas que leva ao esgotamental mental dos trabalhadores de segurança pública é o assédio moral, principalmente por parte por superiores hierárquicos.

O assédio moral, segundo a definição do Tribunal Superior do Trabalho, é a exposição a situações humilhantes e constrangedoras no ambiente de trabalho, de forma repetitiva e prolongada. As condutas abusivas podem se manifestar por comportamentos, palavras, atos, gestos ou escrita.

As instituições de segurança, predominantemente masculinas, ainda costumam perpetuar a máxima de que “homem não chora, policial não chora”. O que se torna uma barreira na busca pela saúde mental.

Além dessa questão sociocultural, nesses ambientes, é propagado que o policial precisa estar sempre forte e em alerta. “É uma profissão onde não é permitido errar e é necessário cumprir regras e protocolos rígidos. Então, essa eminência do erro e do acerto desenvolve um quadro de ansiedade e depressivo [nos agentes]”, afirma o psicólogo.

Falta de assistência
Para Lívio Rocha, quando os trabalhadores conseguem enfrentar o preconceito e buscar por ajudar psicólogica, eles se deparam com um novo obstáculo: o encolhimento da remuneração.

“A legislação prejudica o policial que pede afastamento por saúde. Quando você entra com a licença saúde, o salário é reduzido”, pontua o membro do FBSP. Rocha explica que o agente recebe adicionais e benefícios diferentes – dependendo da unidade federativa – além do salário base.

Alguns deles são por insalubridade, periculosidade, vale-transporte e alimentação. No período de licença saúde, muitos adicionais são suspensos. Segundo Rocha, quando o trabalhador mais precisa de ajuda, não recebe o respaldo financeiro do estado.

Outra crítica do doutorando em políticas públicas pela UFABC é em relação ao exercício de atividade remunerada por policiais civis e militares em horário de folga ofertada pelos estados. Muitos agentes acabam aceitando em razão dos baixos salários pagos pelas corporações.

Na busca pela saúde mental, as folgas são essenciais para o descanso dos trabalhadores, especalmente no meio da segurança pública – uma das profissões com maior índice de suicídio, reitera Rocha. “Os estados querem comprar a folga do policial, sendo que deveriam estimular a tirá-la”.

O pesquisador também tem uma visão crítica sobre a promoção da saúde mental dos policiais. Ele afirma que existem algumas iniciativas de políticas de auxílio a saúde mental pontuais, “porém ainda tem muitos [registro de] suicídios, então não está funcionando”.

Enquanto para Edson Carlos, a Polícia Militar “está crescendo em relação à humanização a passos curtos, mas está crescendo. A instituição precisa melhorar sobre saúde mental, mas é melhor engatinhar do que ficar parado. É fácil julgar a instituição e falar que é a culpada. Nós somos responsáveis pela nossa saúde mental”, opina.

Fonte: r7

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Segurança

Câmara aprova projeto de lei que padroniza atuação da Polícia Civil em todo o país

por Redação 6 de setembro de 2023

Após 17 anos de debates, a Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda-feira (4) o projeto que cria a Lei Geral da Polícia Civil. A proposta estipula normas de organização, funcionamento e competências da Polícia Civil de todo o Brasil, além de tratar das atribuições dos cargos da corporação. Hoje, a Polícia Civil de cada estado tem regras próprias e modelos de gestão diferentes. A matéria ainda vai ser analisada pelo Senado.

O texto também define como competência da Polícia Civil o desempenho de funções de polícia judiciária e a apuração de infrações penais, com exceção das infrações militares. Em outro ponto da matéria, é prevista a criação do Conselho Superior de Polícia Civil, presidido pelo delegado-geral e com uma composição que terá, preferencialmente, a representação dos cargos das carreiras da corporação.

Nesse ponto, houve a construção de um acordo entre o governo e a oposição, depois que uma ala de parlamentares governistas pediu para que fosse incluída no texto uma maior representação de agentes da Polícia Civil no conselho.

Esse entendimento é contrário ao do relator da proposta, o deputado Delegado Fabio Costa (PP-AL), que determinou no relatório que os cargos no conselho serão exclusivos para delegados da Polícia Civil. “Agente não é delegado e não pode estar em conselho superior”, completou o deputado Alberto Fraga (PL-DF).

Além disso, o texto também prevê que o Conselho Nacional da Polícia Civil terá assento e representação no Ministério da Justiça e em outros colegiados federais, estaduais, distritais e municipais que discutam e deliberem sobre políticas públicas da área da segurança.

Fonte: r7

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