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@2023 Voz de Guarulhos
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POLÍCIA FEDERAL

São Paulo

Fábrica clandestina de armas em SP abastecia facções criminosas em SP e RJ

por Redação 21 de agosto de 2025

Uma fábrica clandestina de armas descoberta em Santa Bárbara d’Oeste (SP) nesta quinta-feira (21) abastecia facções criminosas em São Paulo e Rio de Janeiro, segundo informações do setor de inteligência da Polícia Militar (PM). Dois suspeitos foram presos.

Durante uma operação conjunta com a Polícia Federal (PF), foram apreendidos 40 fuzis modelo AR-15, já em fase de finalização, além de munições e peças usadas na produção, informou a Secretaria de Segurança Pública de SP (SSP-SP). A fábrica produzia armas de grosso calibre utilizando usinagem industrial e softwares de precisão.

Segundo a investigação, as peças apreendidas poderiam gerar, ao menos, 40 fuzis. O advogado envolvido na operação destacou que os equipamentos encontrados eram milionários e de alta precisão, próprios para a fabricação industrial de armas.

Prisões e investigação

Dois homens, de 38 e 33 anos, moradores de Campinas e São João da Boa Vista, foram detidos em flagrante por posse e comércio ilegal de arma de fogo enquanto descarregavam peças em uma casa no Bairro Novo Mundo, em Americana (SP). As penas podem chegar a 18 anos de prisão.

A dupla confessou o envolvimento na fabricação das armas e indicou o galpão onde os armamentos eram armazenados. A Polícia Federal continuará as investigações para identificar outros envolvidos no crime.

Funcionamento da fábrica

Segundo os policiais, a fábrica disfarçava a produção de peças como unidade de peças aeronáuticas, apresentando movimentação apenas à noite. A operação confirmou que as caixas descarregadas continham fuzis, munições e peças de armas de fogo. Os suspeitos relataram que as armas eram réplicas, vendidas para compradores em diferentes estados do país.

Fonte: G1

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Segurança

Advogado de Adélio Bispo e do caso Bruno é dono de avião onde a PF apreendeu meio milhão

por Redação 19 de agosto de 2024

O advogado criminalista Fernando Costa Oliveira Magalhães, que já defendeu Adélio Bispo, autor da facada contra Bolsonaro, e o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o “Bola”, condenado pela morte de Eliza Samudio, é dono do avião onde a PF (Polícia Federal) apreendeu mais de meio milhão de reais, em Belo Horizonte. A informação foi confirmada à reportagem por fontes ligadas à investigação, nesta sexta-feira (16).

Procurado pela RECORD Minas, Magalhães negou que tenha relação com o montante e disse que não estava na aeronave. O advogado afirmou que o dinheiro pertence a um homem que o piloto deu carona no bimotor. Ainda segundo o criminalista, o responsável pelos valores afirmou que as cédulas seriam provenientes da negociação de uma casa. “A aeronave está legalizada e regular, tendo sido liberada juntamente com o piloto no mesmo ato”, completou o dono do avião.

Ao todo, foram apreendidos R$ 583 mil. Em comunicado divulgado nesta sexta-feira (16), a PF informou que o valor estava com dois passageiros de uma das aeronaves inspecionadas durante operação no Aeródromo Carlos Drummond de Andrade, conhecido como Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte. O avião havia chegado de São Paulo. A dupla foi levada para prestar esclarecimentos e o dinheiro apreendido, por estar “sem comprovação da origem”. De acordo com o advogado Fernando Costa Oliveira Magalhães, o dinheiro estava na bagagem pessoal do passageiro convidado pelo piloto.

A operação que chegou ao dinheiro tinha como foco fazer vistoria nos hangares do aeroporto. Durante a ação, empresas que atuam no local foram notificadas por irregularidades.

O avião envolvido na ocorrência é um bimotor EMB-810C, da Embraer, fabricado em 1980. A aeronave de prefixo PT-RDK tem capacidade para transportar sete pessoas. Segundo dados da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), a aeronave não pode ser usada para táxi aéreo.

Sobre a operação nos hangares, a administração do Aeroporto da Pampulha afirmou que opera em plena conformidade com as normas de segurança da Anac e que apoia a PF nas inspeções de rotina. A gerência ainda informou que não teve acesso ao relatório das irregularidades encontradas pela PF.

Histórico
Em junho deste ano, o advogado criminalista Fernando Costa Oliveira Magalhães foi alvo de outra operação da Polícia Federal. Na época, o inquérito apontou que o advogado teria ligação com empresas de fachada criadas para lavar dinheiro de organizações criminosas. Os crimes foram negados por ele.

Fonte: r7

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Brasil

Ex-prefeito de Caxias é alvo de operação da PF sobre falsificação de carteira de vacinação de Bolsonaro

por Redação 4 de julho de 2024

O secretário estadual de Transportes e ex-prefeito de Duque de Caxias, Washington Reis (MDB), é alvo da Polícia Federal (PF), nesta quinta-feira (4), da 2ª fase da Operação Venire, sobre a suposta fraude nos cartões de vacinação da família do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em 2022.

Nesta quinta, são cumpridos mandados de busca e apreensão emitidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), com o objetivo de “buscar a identificação de novos beneficiários do esquema fraudulento”.

O Globocop flagrou Reis dentro da mansão em Xerém, enquanto agentes circulavam pelos corredores. Também é alvo da PF Célia Serrano, secretária de Saúde de Caxias.

O g1 entrou em contato com a Secretaria Estadual de Transportes, com o governo do estado e com a Prefeitura de Duque de Caxias e aguarda resposta.

A Operação Venire
A 1ª fase da Operação Venire foi deflagrada pela PF em maio do ano passado. Os policiais prenderam o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, tenente-coronel Mauro Cid , e outros 5 suspeitos.

O esquema teria adulterado os cartões de vacina:

do então presidente Jair Bolsonaro;
da filha mais nova dele, Laura;
de assessores do então presidente;
do deputado federal Gutemberg Reis (MDB-RJ), irmão do então prefeito de Duque de Caxias.
Segundo as investigações, a fraude aconteceu em 21 de dezembro de 2022, pouco antes de Bolsonaro viajar para os EUA (no penúltimo dia de mandato). Após ser lançado no ConecteSUS, é possível gerar um comprovante de imunização. Os dados foram retirados do sistema em 27 do mesmo mês, segundo relatório da Polícia Federal (leia mais aqui).

Essa suposta falsificação teria o objetivo de garantir a entrada de Bolsonaro, familiares e auxiliares próximos nos Estados Unidos, burlando a regra de vacinação obrigatória.

Fonte: G1

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Brasil

Ex-diretora investigada por fraude na Americanas chega ao Brasil e se entrega à PF

por Redação 1 de julho de 2024

Anna Christina Ramos Saicali, ex-diretora da Americanas que é investigada por supostas fraudes contábeis, chegou a São Paulo, no Aeroporto de Guarulhos, na manhã desta segunda-feira (1), por volta das 6h40, segundo a RECORD. Ela veio de Lisboa, em Portugal, país para onde foi no dia 15 de junho, e se apresentou à Polícia Federal.

Anna Christina está envolvida no caso das fraudes às Americanas, um rombo que chega a R$ 25,3 bilhões.

A ex-diretora da Americanas se apresentou às autoridades portuguesas neste domingo (30), no Aeroporto de Lisboa. Na sequência, embarcou para o Brasil. Aqui, ela teve de entregar o passaporte à Polícia Federal. A defesa de Anna fez um acordo com o juiz Márcio Muniz da Silva Carvalho, da 10ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, e, por isso, não será presa. Ela não precisou viajar algemada para o Brasil.

Depois de passar pelas autoridades, Saicali deixou o aeroporto pelo estacionamento reservado à PF, evitando assim o contato com a imprensa.

A fraude na famosa rede de lojas é investigada pela PF através da Operação Disclosure, e começou no último dia 27. Miguel Gutierrez, ex-presidente da companhia, também é investigado, assim como outros funcionários de alto escalão.

Gutierrez foi preso em Madri, na Espanha, na sexta-feira (28), mas já foi colocado em liberdade. Ele não pode deixar o país europeu.

As investigações apontam que ex-membros da diretoria da rede venderam R$ 287 milhões em ações antes que fosse anunciado, em janeiro do ano passado, o rombo de R$ 25,3 bilhões no balanço da empresa devido a “inconsistências contábeis”. A descoberta levou ao enquadramento dos ex-executivos por crime de uso de informações privilegiadas, além de outros delitos sob suspeita na Operação Disclosure.

Fonte: r7

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Segurança

PF prende policiais, empresários e CACs suspeitos de vender armas para facções

por Redação 21 de maio de 2024

A Polícia Federal realizou nesta terça-feira (21) uma operação para cumprir 20 mandados de prisão e 33 de busca contra policiais militares da Bahia e Pernambuco, empresários e CACs (Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador) suspeitos de integrar uma organização criminosa especializada em vender armas e munições ilegais para facções. A operação, que contou com cerca de 300 policiais, foi realizada nos estados da Bahia, do Pernambuco e de Alagoas.

A Justiça decretou o sequestro de bens e bloqueio de valores de até R$ 10 milhões dos investigados, que vão responder pelos crimes de organização criminosa, comercialização ilegal de armas e munições, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica, podendo pegar uma pena de até 35 anos de prisão. Três lojas que comercializavam armas de forma irregular também tiveram os bens bloqueados.

Nos municípios de Juazeiro (BA) e Petrolina (PE), o Exército realizou uma fiscalização em outras lojas que comercializam armas, munições e acessórios. A Polícia Federal informou que continuará a apuração “na tentativa de elucidar a real amplitude da suposta organização criminosa, bem como identificar outros integrantes”.

Ainda de acordo com a polícia, a ação dá continuidade a uma operação realizada na Bahia contra o tráfico de armas na região. “Havia denúncias e informações sobre uma facção criminosa que tinha se instalado em Juazeiro e que estaria recebendo armas e munições para cometer delitos graves na região”, comentou o delegado regional de Polícia Judiciária da PF na Bahia, Rodrigo Motta.

A ação envolveu o apoio das Polícias Militares e Civis de Pernambuco e Bahia, além da Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) e Exército.

Outras operações
No último dia 17, a Polícia Federal cumpriu três mandados de prisão no Rio de Janeiro contra um policial militar, um policial civil e um advogado por tráfico de drogas e corrupção. Eles eram investigados por participar de um esquema de cobrança de propinas e desvio e comercialização de entorpecentes que funcionava dentro da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos, descoberto em outubro do ano passado.

Em outubro de 2023, a “Operação Drake” da Polícia Federal prendeu quatro policiais civis e um advogado por tráfico de drogas e crime de corrupção. Na época, a ação, integrada com o serviço de inteligência da Polícia Rodoviária Federal, teve como alvo um caminhão carregado com 16 toneladas de maconha na divisa de São Paulo com o Rio de Janeiro. O veículo foi interceptado por duas viaturas durante um trabalho de monitoramento.

Os policiais, responsáveis por autuar e prender os envolvidos, teriam negociado, por meio de um advogado, a liberação da carga de entorpecentes e a soltura do motorista. Quando o pagamento foi efetuado, três viaturas da Polícia Civil do Rio de Janeiro escoltaram o caminhão até os acessos de Manguinhos, comunidade vinculada à principal facção criminosa do Rio de Janeiro. Em seguida, a carga de maconha foi descarregada pelos criminosos.

Fonte: r7

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Brasil

PGR denuncia irmãos Brazão e ex-chefe da polícia do RJ por mandar matar Marielle; ex-assessor é preso

por Redação 9 de maio de 2024

A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou os irmãos Domingos e Chiquinho Brazão e o delegado Rivaldo Barbosa pelo atentado, em 2018, contra a vereadora Marielle Franco — os 3 estão presos desde o fim de março. A TV Globo apurou que a peça foi entregue na última terça-feira (7) ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Outras 2 pessoas foram denunciadas pela PGR por envolvimento no crime e presas pela Polícia Federal (PF) nesta quinta-feira (9): Robson Calixto da Fonseca, o Peixe, que foi assessor de Domingos Brazão, e o policial militar Ronald Alves de Paula, o Major Ronald, apontado como ex-chefe da milícia da Muzema, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Peixe, denunciado por organização criminosa, foi preso no Rio. Ronald, denunciado por participação no homicídio, já estava encarcerado em uma prisão federal, por homicídio e ocultação de cadáver.

Lessa afirmou que Ronald participou do monitoramento de Marielle, o que foi confirmado, nas investigações, pelo cruzamento de sinais de torres de celular, registros de ligações e mapeamento de movimentações do PM.

Robson não foi diretamente ligado aos homicídios da vereadora e do motorista, mas, segundo as investigações, faz parte do grupo dos irmãos Brazão, apontados como mandantes do crime.

Denúncia da PGR
Depois de um mês e meio de análise e aprofundamento da investigação da PF, a PGR concluiu que os irmãos Brazão e Barbosa devem ser processados e condenados pelo assassinato de Marielle e do motorista Anderson Gomes.

No documento, a PGR denuncia os irmãos Brazão como mandantes do homicídio e por integrar uma organização criminosa. Já o delegado Rivaldo Barbosa foi denunciado como mandante também do homicídio.

De acordo com a denúncia, a delação do matador-confesso, Ronnie Lessa, faz todo sentido para implicar os irmãos Brazão no mando da morte da Marielle e Anderson.

A PGR entendeu que pelos intermediários que participaram do crime, pelas circunstâncias, mais a narrativa do colaborador, Lessa se encontrou com os irmãos Brazão. O órgão afirma ainda o ex-PM recebeu dos irmãos a promessa de pagamento pelo assassinato da vereadora.

A denúncia da PGR considera provas decorrentes de dados de movimentação de veículos, monitoramento de telefones e triangulação de sinais de telefonia, além de oitivas de dezenas de testemunhas.

Para a PGR, toda esta análise investigativa documental mais o histórico político dos irmãos Brazão confere a convicção para a acusação criminal contra os irmãos Brazão e o delegado Rivaldo.

A denúncia aprofunda os interesses econômicos fundiários dos irmãos, as relações deles com as milícias e os atritos com adversários políticos como a vereadora Marielle e seu partido, o Psol.

O contexto da execução de Marielle estaria, segundo a PGR, 100% inserido na obsessão pela exploração imobiliária em áreas dominadas pela milícia. Áreas nas quais os irmãos Brazão se fizeram e se fortaleceram política e financeiramente, de acordo com a conclusão da PGR.

O que dizem os denunciados
Até a última atualização desta reportagem, a defesa de Robson Calixto ainda não tinha se manifestado.

Domingos Brazão

A defesa de Domingos Brazão foi informada, pela imprensa, sobre o oferecimento de denúncia relacionada ao homicídio de Marielle Franco e Anderson Gomes. A defesa constituída ainda não teve acesso à acusação e tampouco às colaborações, porém, ao julgar pelas notícias, a narrativa acusatória é uma hipótese inverossímil, que se ampara somente na narrativa do assassino confesso, sem apresentar provas que sustentem a versão do homicida.

Chiquinho Brazão

A defesa do Deputado Federal Chiquinho Brazão esclarece que ainda não teve acesso à Denúncia formulada pela PGR, como também ainda não conhece os termos das delações citadas no relatório da PF. Assim, ainda não é possível fazer um juízo de valor sobre as acusações.

Rivaldo Barbosa

Os advogados Marcelo Ferreira e Felipe Dalleprane afirmaram que causou estranheza à defesa esse tipo de procedimento porque, segundo a notícia, a denúncia teria sido apresentada no dia 7, mas fomos ao STF no dia 8, para protocolar pedido de revogação da prisão preventiva do Rivaldo Barbosa, e não existia informação nos autos sobre o protocolo de nenhuma peça da PGR. A defesa de Rivaldo Barbosa afirmou também que é estranho o fato de nenhum dos investigados terem sido ouvidos antes da denúncia da PGR, em total afronta a determinação judicial do STF, de oitiva dos investigados logo após a prisão. No caso específico do RIVALDO, a narrativa de um réu confesso de homicídio (Ronnie Lessa) parece mais importante do que o depoimento de um delegado de polícia com mais de 20 anos de excelentes serviços à segurança pública do RJ, que sequer teve a chance de expor sua versão sobre os fatos antes de ser denunciado. Sobre o mérito da acusação, os advogados informaram que irão se posicionar oportunamente, tão logo tenham acesso ao teor da denúncia.

Major Ronald

A defesa de Ronald Paulo Alves Pereira, capitaneada pelo escritório Igor de Carvalho, esclerece que foi surpreendida pela informação da inserção de seu cliente, como acusado, no processo que apura a morte da vereadora Marielle e de Anderson.

Sobretudo porque, após detida análise do relatório final da investigação, disponibilizado pelo Supremo Tribunal Federal, fica evidente que a própria Polícia Federal afirmou a total ausência de elementos que corroborassem as palavras do criminoso confesso e delator Ronnie Lessa, no tocante à participação do cliente deste escritório.

Portanto, causa elevada estranheza a conduta da Procuradoria Geral da República ao oferecer denúncia e requerer prisão, haja vista o pequeno prazo entre o término da longeva investigação (que concluiu inexistir provas contra Ronald) e a denúncia.

Ressalte-se que, assim que houver maiores informações acerca dos motivos que levaram a tal inusitada situação, posto que esse escritório ainda não teve acesso ao conteúdo do processo, a defesa trará à sociedade as provas que refutam tais infundadas acusações.

Fonte: G1

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Brasil

Segurança para ‘Enem dos concursos’ terá exame grafológico, 250 mil agentes e centrais usadas na Copa

por Redação 30 de abril de 2024

Detectores de pontos eletrônicos, exame grafológico e monitoramento feito pelas mesmas centrais de inteligência usadas na Copa do Mundo e Olimpíadas: essas são algumas das medidas que fazem parte do megaesquema para coibir fraudes no Concurso Público Nacional Unificado (CNU).

Marcada para este domingo (5), a prova que ficou conhecida como “Enem dos concursos” atraiu 2,1 milhões de inscritos, um recorde para concursos públicos, segundo o governo.

Pela primeira vez, uma seleção reúne mais de 6 mil vagas para 21 diferentes órgãos federais, com exames aplicados em todo o Brasil. E o desafio da segurança para um evento tão grande, envolve, prioritariamente, impedir fraudes.

Para colocar todos os cuidados em prática, o evento contará com uma força-tarefa formada por mais de 250 mil agentes, incluindo integrantes da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), da Força Nacional de Segurança Pública (FNSP), da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal. Eles serão coordenados pela Secretária Nacional de Segurança Pública, do Ministério da Justiça.

Corporações estaduais, como Polícia Civil e Militar, Corpo de Bombeiros e Defesa Civil também irão atuar, segundo o coordenador-geral.

“Fizemos um trabalho de adaptação e aprimoramento no formato do Enem e todos os exames de larga escala aplicados pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira)”, completa Retamal.

Uma diferença em relação ao Exame Nacional do Ensino Médio é que os candidatos do concurso não poderão sair com o caderno de provas e nem com anotações.

Outra é que as verificações de segurança terão de ser feitas duas vezes num mesmo dia: o “Enem dos concursos” divide as provas em dois períodos, manhã e tarde.

Segurança de Copa e Olimpíadas
Os desdobramentos do concurso serão monitorados nos Centros Integrados de Comando e Controle (CICC), coordenados por corporações nacionais, mas que possuem sedes em diversos estados.

Esses núcleos foram criados para a Copa Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 e funcionam cruzando informações para monitorar o evento passo a passo.

A sede será o Centro Nacional de Comando e Controle de Brasília , onde autoridades de segurança e da gestão do concurso estarão reunidas.

Exame grafológico e coleta de digitais
Diferente do exame para os estudantes do ensino médio, onde ocorre apenas a checagem dos documentos e o lacre de equipamentos eletrônicos, o concurso unificado terá a coleta de digitais e exigirá que os candidatos escrevam uma frase para garantir que não haja a substituição entre eles.

É o tal exame grafológico. Funciona assim: quando os estudantes receberem as provas nas salas de aplicação, irão preencher o cartão de resposta com seus dados, assinar e escrever a frase.

Nesse momento, um aplicador da prova circulará pela sala para coletar a digital, que também ficará registrada no próprio cartão de resposta.

Isso vai acontecer de manhã e à tarde.

Candidato não pode levar a prova
A decisão de que, no “Enem dos concursos”, os candidatos não poderão levar as provas quando terminarem o teste e sair com anotações foi tomada porque uma das principais fontes de fraudes das organizações criminosas nesse tipo de prova é o uso de pontos eletrônicos durante a aplicação.

Segundo o Ministério da Gestão e Inovação, “candidatos” pertencentes às quadrilhas terminam as provas mais cedo e levam os cadernos de provas. As questões são resolvidas por integrantes do bando e enviadas por áudios, por meio de pontos eletrônicos, para quem ainda está nas salas respondendo às provas.

Como medida complementar, os locais de prova também contarão com detectores de metais e de ponto eletrônico.

Locais de prova separados por blocos
No dia da avaliação, cada sala terá candidatos de um único bloco temático. Vale lembrar que o concurso é composto por oito blocos temáticos diferentes.

Dessa forma, possíveis danos ocasionados por fraudes se concentrariam em um único bloco, explica Retamal: “Estamos vendo ainda a possibilidade de fazer com que cada estabelecimento (escola) seja voltado a um bloco só”.

Programação da prova
Manhã

Abertura dos portões: 7h30
Fechamento dos portões: 8h30
Início da aplicação das provas: 9h
Tarde

Abertura dos portões: 13h
Fechamento dos portões: 14h
Início da aplicação das provas: 14h30
Cronograma
Aplicação das provas: 05/05/2024
Divulgação dos resultados das provas objetivas e preliminares das provas discursivas e redação: 03/06/2024
Divulgação final dos resultados: 30/07/2024
Início da convocação para posse e cursos de formação: 05/08/2024

Fonte: G1

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STF

Moraes dá cinco dias para X explicar ‘reorganização da milícia digital’ apontada pela PF

por Redação 22 de abril de 2024

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, deu cinco dias para que os representantes da rede social X se manifestem sobre relatório da Polícia Federal que informou que há uma reorganização da milícia digital com a reativação dos perfis na plataforma, por meio da disponibilização aos usuários brasileiros de links para acompanharem lives transmitidas fora do país por pessoas investigadas.

A PF verificou que o X, apesar de bloquear em seus canais as postagens feitas e recebidas por pessoas que respondem na Justiça, permitiu o uso de sua plataforma, desde 8 de abril de 2024, ao autorizar a transmissão de conteúdo ao vivo. A manifestação foi feita dentro de um inquérito sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes.

“Intimem-se os representantes da rede social “X”(antigo Twitter) para que se manifestem sobre os descumprimentos apontados no relatório apresentado pela autoridade policial, no prazo de cinco dias. Ciência à Procuradoria-Geral da República”, disse o ministro.

Segundo a corporação, o entendimento da estrutura criada demonstra que o papel desempenhado pelos membros dessa organização não pode ser considerado como meramente secundário ou coadjuvante, atuando apenas para induzir ou instigar a prática de infrações penais por terceiros.

“Os investigados, ao escolherem os alvos, estão acionando a ignição de um mecanismo que já tem pré-determinado seu elemento subjetivo, qual seja, a “destruição” de reputações e a disseminação de notícias falsas para atingimento de um propósito, dentre eles: a) ataques virtuais a opositores, ataques às instituições (STF, TSE), ao sistema eletrônico de votação e à higidez do processo eleitoral, tentativa de Golpe de Estado e de Abolição violenta do Estado Democrático de Direito; d) ataques às vacinas contra a Covid-19 e às medidas sanitárias na pandemia e uso da estrutura do Estado para obtenção de vantagens”, diz a corporação.

Para a PF, o que se evidência é uma atuação deliberada dessas pessoas, que planejam a ação, selecionando os alvos – os chamados “espantalhos”- e em seguida iniciam o encaminhamento de mensagens por meio de redes sociais e aplicativos de comunicação.

“Os investigados intensificaram a utilização da estrutura da milicia digital fora do território brasileiro com os objetivos de se furtar ao cumprimento das ordens judiciais e tentar difundir informações falsas ou sem lastro para obter a aderência de parcela da comunidade internacional com afinidade ideológica com o grupo investigado para impulsionar o extremismo do discurso de polarização e antagonismo aos poderes constituídos no país.”

Também em 8 de abril, a PF iniciou a investigação do empresário Elon Musk, dono da rede social X (antigo Twitter), por suposta obstrução de Justiça, incitação ao crime e organização criminosa. O R7 apurou que o dirigente da rede social no Brasil deve ser interrogado na investigação. O inquérito foi instaurado depois de Musk ameaçar descumprir decisões do STF (Supremo Tribunal Federal) e criticar o ministro Alexandre de Moraes. O empresário tem usado a própria rede social para atacar Moraes, acusando-o de impor uma “censura agressiva” no Brasil

Fonte: r7

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Brasil

Polícia Federal suspende serviço online de emissão de passaporte após suspeita de tentativa de invasão em site

por Redação 18 de abril de 2024

O serviço de agendamento de emissão de passaporte pelo site da Polícia Federal (PF) foi suspenso temporariamente. A instituição investiga uma tentativa de invasão ao site da PF e, por isso, o serviço foi bloqueado, ainda sem previsão de normalização.

De acordo com a PF, os agendamentos feitos com antecedência vão ser atendidos normalmente na data e horário marcados. Quem tiver necessidade de emitir o passaporte nos próximos 30 dias, deve enviar documentos que comprovem urgência em uma unidade emissora.

Para os usuários que não tiverem viagem programada para os próximos 30 dias, a Polícia Federal recomenda aguardar a normalização do serviço.

Fonte: G1

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Brasil

PF indicia deputada Carla Zambelli e hacker Walter Delgatti por invasão ao sistema do CNJ

por Redação 1 de março de 2024

A PF (Polícia Federal) indiciou a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) no inquérito sobre invasões nos sistemas do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), com o objetivo de inserir um mandado de prisão falso contra o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes e 11 alvarás de soltura falsos. O hacker envolvido no caso, Walter Delgatti Neto, também foi indiciado no inquérito. Segundo a investigação, Zambelli teria pagado R$ 40 mil para que ele invadisse o sistema do CNJ e inserisse os documentos falsos.

Na representação ao qual a reportagem teve acesso, a Polícia Federal afirma que Carla Zambelli cometeu os crimes de invasão de dispositivo informático qualificado e falsidade ideológica. Delgatti foi indiciado por crimes de invasão de dispositivo informático qualificado, falsidade ideológica, falsa identidade e denunciação caluniosa.

O próximo passo é o encaminhamento do relatório à PGR (Procuradoria-Geral da República), que terá a responsabilidade de deliberar sobre a possibilidade de apresentar ou não denúncia contra a deputada.

Em nota, a defesa de Zambelli classificou a conclusão da PF como “arbitrária”. “A interpretação deduzida pela autoridade policial asseverando que a deputada tenha recebido eventualmente documentos não evidencia adesão ou qualquer tipo de colaboração, ainda mais que ficou demonstrado que não houve qualquer encaminhamento a terceiros, bem como ficou igualmente comprovado que incorreram repasses de valores como aleivosamente sugestionado por aquele”, afirmou.

Já a defesa de Delgatti informou que não foi surpreendida pela decisão da Polícia Federal. “Desde sua prisão, Walter confessa sua participação na invasão da plataforma do CNJ. O indiciamento de Carla Zambelli confirma que Walter, a todo momento, colaborou com a justiça, levando a PF até a mandante e financiadora dos atos perpetrados por ele”, informou o advogado do hacker, Ariovaldo Moreira, acrescentando que pretende fazer um novo pedido de revogação da prisão cautelar de Delgatti.

Relembre o caso
A deputada e o hacker foram alvo de uma operação da PF em agosto do ano passado. Na época, Zambelli negou ter contratado Delgatti para fazer trabalhos criminosos e afirmou que os pagamentos feitos a ele se referem a serviços que ela contratou para o seu site, pelo valor de R$ 3 mil.

Delgatti ficou conhecido pelo episódio da “Vaza Jato”, quando invadiu telefones de autoridades envolvidas com a Operação Lava Jato e vazou conversas entre integrantes da força-tarefa. Em depoimento à PF, ele disse que Zambelli o teria contratado pelo valor de R$ 40 mil para fraudar urnas eletrônicas e inserir um mandado de prisão contra Moraes no sistema do CNJ.

A deputada também admitiu à PF que mediou um encontro entre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o hacker. No entanto, a parlamentar inocentou Bolsonaro de qualquer ligação criminosa com Delgatti.

Fonte: r7

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