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SAÚDE

Saúde

Governo de São Paulo decreta emergência para dengue no estado

por Redação 5 de março de 2024

O Governo de São Paulo decretou estado de emergência para a dengue. A decisão foi tomada nesta terça-feira (5) pelo COE (Centro de Operações de Emergências), coordenado pela Secretaria estadual de Saúde. Até o momento, o estado registrou 31 mortes confirmadas pela doença. O total de pessoas infectadas chega a 138.259.

A medida ocorre após São Paulo atingir 311 casos confirmados da doença para cada grupo de 100 mil habitantes.

O estado de emergência se caracteriza pela iminência de danos à saúde e aos serviços públicos. Estados em situação de emergência podem ter acesso a recursos federais disponibilizados para ações de resposta ao cenário.

Na capital paulista, duas mortes foram registradas, e o número de bairros em epidemia mais que dobrou em uma semana. Já são 15 regiões nesta situação.

Para tentar combater o crescimento, a prefeitura de São Paulo começa a usar nesta terça uma nova tática: drones que acessam locais onde agentes não podem entrar.

Na última sexta-feira (1º), o estado realizou o “Dia D de Mobilização Estadual” contra a dengue. A estratégia reforçou as ações de prevenção e eliminação dos focos do mosquito Aedes aegypti, com ações para conscientizar a população sobre a doença.

O evento teve a participação dos secretários estaduais da Saúde, Educação, além de representantes da Defesa Civil, com reforço do Exército Brasileiro e o Conselho de Secretários Municipais de Saúde.

Casos no Brasil
O Brasil registrou 170 mil novos casos e 20 mortes causadas por dengue durante o fim de semana. Segundo o Ministério da Saúde, desde o começo do ano, foram 1.212.263 casos e 278 mortes confirmadas, sendo que outras 744 seguem em investigação. O coeficiente de incidência é de 597 casos por 100 mil habitantes.

O Distrito Federal é a região com a maior incidência no país, seguido por Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná e Goiás. A faixa etária mais acometida é a de 30 a 39 anos, seguida por aqueles que têm entre 40 a 49 e 50 a 59. Mulheres são as mais infectadas pela dengue (55,5%).

Fonte: r7

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Economia

Imposto seletivo da reforma tributária ajudará no combate ao tabaco, diz embaixador brasileiro

por Redação 7 de fevereiro de 2024

O embaixador do Brasil no Panamá, Carlos Henrique de Abreu e Silva, destacou nesta terça-feira (6) a importância da criação do imposto seletivo na reforma tributária como instrumento para combater o tabagismo no país. “A nova taxação aprovada pelo Congresso Nacional cria uma oportunidade única para o controle de tabaco”, disse durante pronunciamento na COP10, a conferência que reúne 183 países que aderiram à Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco.

O imposto seletivo será usado como desincentivo à compra de produtos e serviços prejudiciais à segurança pública e à saúde, como bebidas e cigarros, e à “sustentabilidade ambiental e redução das emissões de carbono”. A taxa substituirá, por exemplo, o IPI sobre armas e munições (exceto para a administração pública) e será obrigatória.

Apesar de já ter sido aprovado no escopo da reforma tributária, o imposto seletivo ainda precisa ser regulamentado por meio de lei complementar. Atualmente, o Ministério da Fazenda realiza levantamentos junto a autoridades, como a Comissão Nacional para Implementação da Convenção-Quadro sobre Controle do Uso do Tabaco e de seus Protocolos (Conicq), para apresentar uma sugestão de alíquota. O tema ainda passará pela análise dos parlamentares.

Redução e responsabilização
O embaixador também abordou no discurso a redução na produção do tabaco no país, mas reforçou a necessidade de olhar para as pessoas que vivem desse cultivo. Segundo ele, há uma redução da demanda internacional pelo produto e, nesse contexto, “o Brasil busca explorar alternativas econômicas viáveis e sustentáveis para os agricultores de tabaco”.

Ao destacar ações brasileiras para combate do fumo, o diplomata mencionou a consulta pública realizada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) sobre os cigarros eletrônicos no país. O objetivo é revisar a proibição dos dispositivos. Desde 2009, uma resolução da própria agência proíbe no país a fabricação, a comercialização, a importação e a propaganda de dispositivos eletrônicos para fumar, também conhecidos como vapes.

Abreu e Silva mencionou, ainda, uma ação civil pública elaborada pela AGU (Advocacia-Geral da União) para tentar fazer com que fabricantes de cigarros devolvam aos cofres públicos os gastos pelo sistema público de saúde com tratamentos de doenças relacionadas ao fumo.

Sobre a COP10
Ao todo, 183 países reconhecem o convênio para controle do tabaco. Além das delegações de cada uma das partes, observadores com membros da sociedade civil, pesquisadores e parlamentares acompanham as discussões. A conferência é realizada no Panamá entre esta segunda-feira (5) e sábado (10).

Da conferência devem sair decisões-chave que influenciam as políticas públicas dos países que fazem parte da COP. A pauta desta edição é extensa em razão dos mais de 5 anos sem uma reunião presencial. Durante a pandemia o encontro foi realizado de forma virtual.

Na agenda, o foco está em discutir a adoção de diretrizes específicas para publicidade e propaganda da indústria tabagista pelas redes sociais; medidas inovadoras de controle do tabaco visando proteger a saúde humana; e mecanismos de apoio para ajudar as partes a cumprirem obrigações estabelecidas pelo convênio.

Fonte: r7

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Saúde

Com 305 mil registros desde julho, Brasil tem alta de 38,2% nos casos prováveis de dengue

por Redação 25 de janeiro de 2024

O Brasil registrou 305.190 casos prováveis de dengue entre julho de 2023 e o início de janeiro deste ano, segundo o Ministério da Saúde. O índice representa um aumento de 38,2% em relação ao mesmo período do ano anterior (julho de 2022 a janeiro de 2023), quando esse número foi de 220.846. Distrito Federal (com 863 casos por 100 mil habitantes), Acre (633 por 100 mil), Espírito Santo (660 por 100 mil), Goiás (329 por 100 mil) e Minas Gerais (325 por 100 mil) são as unidades da federação com maior incidência da doença.

O boletim da pasta aponta que durante esse período foram 127 mortes por dengue e outras 164 estão em investigação. Em relação aos casos graves, o Brasil registrou quase 4 mil ocorrências com sinais de alarme e uma taxa de letalidade de 3,3%.

Nas primeiras duas semanas de janeiro, o Ministério da Saúde registrou 55.859 casos prováveis de dengue e seis mortes confirmadas. Apenas no DF, a Secretaria de Saúde notificou 12 mortes suspeitas por dengue e 2 confirmadas no mesmo período.

Casos de Zika e Chikungunya apresentaram uma redução no número de casos, com queda de 35,5% e 41,4%, respectivamente. Em relação às mortes, não há registro em relação à Zika e foram 18 notificações por Chikungunya.

Em Minas Gerais, o secretário de Saúde, Fábio Bacchereti, afirmou que o governo vai decretar estado de emergência após um surto da doença. O objetivo é garantir que a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais e os municípios consigam fazer compras e contratações com mais rapidez, informou Bacchereti. De acordo com o Ministério da Saúde, entre julho do ano passado e as primeiras semanas de janeiro, o estado registrou mais de 66 mil casos prováveis.

Vacina contra dengue
O Ministério da Saúde incorporou a vacina contra a dengue no Sistema Único de Saúde (SUS), em dezembro do ano passado. Neste domingo (21), o governo anunciou a chegada das primeiras doses do imunizante, que deve ser atender a 3,2 milhões de pessoas este ano.

Segundo a pasta, serão aplicadas duas doses da vacina em um intervalo de no mínimo três meses. Neste ano, o público-alvo serão crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, grupo que concentra o maior número de hospitalização pela doença, e pessoas idosas, que ainda não tiveram a liberação pela Anvisa.

Os imunizantes serão destinados a regiões com municípios de grande porte, com alta transmissão nos últimos dez anos, e população igual ou maior a 100 mil habitantes. A remessa recebida vai passar pelo processo de liberação da alfândega e da Anvisa. Depois, segue para o INCQS (Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde).

Distrito Federal
O governo do Distrito Federal solicitou ao Ministério da Saúde a antecipação do cronograma de vacinação contra a dengue após a capital registrar um aumento de 400% no número de casos da doença neste ano. Ao todo, o DF contabilizou mais de 7 mil casos prováveis de dengue desde o começo do ano.

Ceilândia é a região com mais casos de dengue na primeira semana de 2024, com 889 registros entre 31 de dezembro e 6 janeiro, um aumento de 977,5% em relação ao mesmo período de 2023.

Na semana passada, o secretário-chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha, pediu a cooperação da população no combate ao Aedes aegypti. “Há moradores que impedem a entrada dos bombeiros nas casas para verificar os focos de dengue. Precisamos de ajuda. O governo sozinho não consegue acessar todos os lugares.”

Segundo o secretário, o governo investiu R$ 5 milhões em campanhas de comunicação contra a doença que começam a circular neste fim de semana. “Também vamos ter um carro de fumacê fixo em cada região administrativa e teremos carros de som nas regiões administrativas orientando a população, indicando os locais de atendimento e alertando sobre os sintomas”, declarou.

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Saúde

Lula sanciona lei de reajuste anual da tabela do SUS para Santas Casas e hospitais filantrópicos

por Redação 16 de janeiro de 2024

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta terça-feira (16) a lei que garante reajuste anual da tabela do Sistema Único de Saúde (SUS) de remuneração aos serviços prestados pelas Santas Casas, hospitais filantrópicos e instituições particulares. A revisão será feita pelo Ministério da Saúde nos meses de dezembro, a começar em 2024.

O texto original determinava que o aumento deveria ser proporcional ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o medidor oficial da inflação no país. Porém, o trecho foi retirado para evitar incompatibilidades com a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Assim, o reajuste será feito proporcionalmente à revisão do orçamento do Ministério da Saúde, como explicou o autor do projeto, deputado federal Antonio Brito (PSD-BA). De acordo com o parlamentar, os valores não eram revistos desde 2013.

“Agora, haverá reajuste do orçamento da saúde e esse mesmo percentual será aplicado à tabela do SUS, de modo que haja ganho real da inflação. O índice [a ser usado] será definido pelo ministério a cada mês de dezembro”, destacou.

Entenda
A tabela do SUS lista mais de 4.600 procedimentos e serviços e é usada como base para ressarcimento às entidades conveniadas, como Santas Casas, hospitais filantrópicos e instituições particulares.

Segundo a Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas, em aproximadamente 1.000 municípios brasileiros, essas instituições são as únicas que oferecem serviços de saúde.

Essas unidades respondem por mais de 50% dos atendimentos ambulatoriais e internações feitas pelo SUS, por cerca de 70% dos tratamentos de radioterapia e quimioterapia e por quase 60% dos transplantes feitos no país.

Fonte: r7

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Saúde

INSS: começa a valer a lista com 165 novas doenças ligadas ao trabalho

por Redação 29 de dezembro de 2023

As condições de saúde que podem ser causadas ou agravadas pela atividade profissional ou pelo ambiente de trabalho estão entre as maiores causas de afastamentos pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Desde 1999, o Brasil tem uma lista com 182 doenças profissionais reconhecidas, que, a partir desta sexta (29), passa a contar com um total de 347 patologias, entre elas a Covid-19.

A LDRT (Lista de Doenças Relacionadas ao Trabalho), do Ministério da Saúde, não era atualizada havia 24 anos. A inclusão de 165 patologias, apontadas como responsáveis por danos à integridade física ou mental dos trabalhadores, foi anunciada em 29 de novembro, com a publicação da Portaria GM/MS nº 1.999/2023 no D.O.U. (Diário Oficial da União), assinada pela ministra da Saúde, Nísia Trindade. A nova lista começa a valer nesta sexta-feira.

O status de doença relacionada ao trabalho precisa ser reconhecido oficialmente para orientar as decisões do governo e de diferentes órgãos e empresas sobre a saúde do trabalhador. Com a inclusão das novas patologias, o poder público vai poder planejar medidas de assistência e vigilância para tentar evitar essas doenças em locais de trabalho, promovendo medidas para tornar os ambientes profissionais mais seguros e saudáveis.

A lista de condições de saúde provocadas pelo trabalho ou por características da atividade que o trabalhador exerce ganhou, além da Covid-19, itens como: distúrbios musculares, ansiedade, depressão, tentativa de suicídio e alguns tipos de câncer. Também foram inseridos transtornos relacionados ao uso excessivo de álcool, drogas e café, pois foi reconhecido que o consumo de determinadas drogas, por exemplo, pode ser uma consequência de jornadas exaustivas e de assédio moral.

Além do Ministério da Saúde, a atualização da LDRT recebeu o parecer favorável dos ministérios do Trabalho e Emprego e da Previdência Social. Essas alterações dão respaldo para a fiscalização dos auditores do trabalho, favorecem o acesso a benefícios previdenciários e oferecem mais proteção aos trabalhadores que são diagnosticados com uma das doenças da lista.

As 165 novas patologias reconhecidas como doença ocupacional ou laboral foram selecionadas levando-se em conta todas as ocupações e valem para atividades exercidas por trabalhadores formais e informais, que atuem no meio urbano ou rural.

A Lista de Doenças Relacionadas ao Trabalho
A LDRT é um documento composto de duas partes: uma delas apresenta os riscos do ambiente profissional para o desenvolvimento de doenças, e a outra traz a descrição das doenças para identificação, diagnóstico e tratamento. A lista atualizada, com os 347 itens, está disponível no D.O.U. de 27 de novembro de 2023, em anexo à portaria GM/MS nº 1.999/2023.

As inclusões foram avaliadas durante o 11º Encontro da Renast (Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador), realizado em Brasília entre os dias 27 e 29 de novembro. A Renast foi criada em 2002, envolve o Ministério da Saúde e as secretarias de Saúde de estados, municípios e Distrito Federal e tem um papel estratégico no desenvolvimento da atenção integral à saúde do trabalhador.

De 2007 a 2022, o SUS (Sistema Único de Saúde) atendeu quase 3 milhões de casos de doenças ocupacionais, segundo dados do Sinan (Sistema de Informação de Agravos de Notificação), gerenciado pelo Ministério da Saúde. De todas as notificações, 52,9% estão relacionadas com acidentes de trabalho graves.

Os mesmos dados mostram que 26,8% das notificações foram provocadas por exposição a material biológico; 12,2% resultaram de acidentes com animais peçonhentos; e 3,7% foram decorrentes de LER (lesão por esforço repetitivo) ou Dort (distúrbio osteomuscular relacionado ao trabalho). Em 2023, só até a metade de novembro, já havia mais de 390 mil notificações de doenças relacionadas ao trabalho.

Fonte: r7

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Brasil

Lula sanciona lei para retomar 11 mil obras inacabadas nas áreas de educação e saúde

por Redação 1 de novembro de 2023

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sanciona nesta quarta-feira (1º) uma lei que retoma obras e serviços de infraestrutura educacional e da saúde. Serão mais de 11 mil contratos que podem ser contemplados. Para finalizar as obras, será necessária a manifestação de interesse por parte de estados e municípios.

“O pacto prevê permissões para que novos recursos sejam transferidos para a conclusão das estruturas, mesmo se o valor original tiver sido todo repassado, e assegura que os recursos possam ser aportados pela União, pelo ente responsável pela obra e, nos casos de obras municipais, também pelo estado”, explica o governo federal.

O texto com as regras de retomada prevê atingir 5.662 obras no campo da educação e 5.489 no da saúde. Haverá critérios para determinar a ordem de execuções, entre eles o percentual que ainda falta para ser concluído o serviço, o ano de contratação, se a instituição atende comunidades rurais, indígenas ou quilombolas, se o município sofreu desastres naturais nos últimos dez anos.

Quando contemplada com o recurso, a obra terá 24 meses para ser concluída, com possibilidade de prorrogação pelo mesmo prazo.

O Ministério da Educação estima investimento de R$ 6,2 bilhões. O valor será distribuído em quatro anos, e R$ 458 milhões já estão previstos para 2023. Na lista das obras que podem ser contempladas estão unidades de educação infantil, ensino fundamental, profissionalizante, além de novas quadras de esporte e reformas e ampliação de estruturas.

Para a saúde, a previsão é de reformas e ampliação de Unidades Básicas de Saúde (UBS), além de construção e melhorias de Unidades de Pronto Atendimento (UPA), redes Cegonha e Neonatal, Ambiência, Centro Especializado em Reabilitação (CER) e Oficina Ortopédica. São obras e serviços de engenharia financiados pelo Ministério da Saúde por transferências fundo a fundo.

Aldir Blanc e Fies
Além das regras para a retomada de obras em educação e saúde, a lei estabelece diretrizes para a aplicação de recursos da Política Aldir Blanc, voltada para a cultura. O montante poderá ser usado em construção, ampliação, reforma e modernização de espaços culturais, além de aquisição de equipamentos e acervos direcionados a essa área.

O texto também traz mudanças na Lei do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), com o objetivo de criar condições mais favoráveis para facilitar contratos de financiamento estudantil que estão atrasados. De acordo com o governo federal, há 1,2 milhão de contratos inadimplentes no Fies, com saldo devedor de R$ 54 bilhões.

Fonte: r7

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Brasil

Lula recebe alta de hospital onde fez cirurgias e segue para o Palácio da Alvorada

por Redação 2 de outubro de 2023

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu por volta das 16h deste domingo (1º) alta do hospital particular em Brasília onde fez duas cirurgias na última sexta-feira (29). Ele deve ficar em recuperação no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, pelo menos nas próximas três semanas. O primeiro procedimento, chamado de artroplastia, serviu para tratar uma artrose no quadril direito, enquanto o segundo, a blefaroplastia, teve o objetivo de remover excesso de pele nas pálpebras.

A expectativa inicial era que a internação durasse até a próxima terça-feira (3), mas o quadro evoluiu melhor do que o esperado pelos médicos. O presidente estava internado em um apartamento desde que saiu do centro cirúrgico. Ele não precisou passar por UTI, já que os procedimentos não tiveram complicações.

A artroplastia é uma intervenção que já estava recomendada pela equipe médica do presidente, mas Lula vinha adiando a operação desde o fim do ano passado. Em diversas ocasiões, ele reclamou das dores que sentia por causa da artrose no quadril direito.

O custo dos procedimentos não foi informado pela equipe médica, mas o R7 apurou que ambas as cirurgias foram pagas pelo plano de saúde de Lula.

Agora, a fisioterapia é decisiva para a recuperação do presidente. “A fisioterapia a gente tenta iniciar o mais rápido possível. Logo que [o paciente] acorda, retoma a consciência, ensinamos exercícios ativos e passivos no leito. Depois, conforme vai melhorando a dor, outros exercícios são ensinados, e vamos evoluindo [no quadro]. A ponto em que de três a quatro semanas é esperado que tenha boa cicatrização dos tecidos operados e que esteja andando com carga total e equilíbrio suficiente para ter independência nas atividades do dia a dia”, informou Giancarlo Cavalli Polesello, médico que chefiou a cirurgia.

Alckmin
Durante o período de recuperação de Lula, Geraldo Alckmin (PSB) não assume de forma interina a chefia do Executivo federal. A possibilidade chegou a ser discutida, mas foi descartada pelo vice e pela equipe do governo por terem considerado que, se for preciso, Alckmin pode tomar decisões emergenciais mesmo sem a substituição oficial.

Fonte: r7

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Saúde

Reajustes de planos de saúde coletivos mais que dobram em relação aos individuais

por Redação 8 de agosto de 2023

Algumas das modalidades de planos de saúde coletivo registraram, no acumulado dos cinco últimos anos, reajustes que chegam a ser quase duas vezes maiores do que os sofridos pelos planos individuais.

Se em algum ano o reajuste não foi maior, nos outros os aumentos compensaram, destacam os dados de um estudo divulgado pelo Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor).

O preço médio da mensalidade de planos de saúde individuais com segmentação ambulatorial e/ou hospitalar, contratados para a faixa etária de 39 a 44 anos, passou de R$ 522,55 para R$ 707,59 (+35,4%) entre 2017 e 2022.

Por outro lado, os coletivos empresariais contratados apresentaram valores bem maiores no mesmo período: com 30 vidas ou mais, aumentaram 58,94%; coletivos por adesão, com 30 vidas ou mais, 67,68%; coletivos por adesão, com até 29 vidas, 74,33%; e coletivos empresariais, com até 29 vidas, 82,36%.

“Os resultados indicam, nitidamente, a grande vantagem na contratação de planos individuais. Ainda que o plano fosse contratado por um valor ligeiramente superior ao de outros tipos de produtos, a limitação dos reajustes protege o consumidor das flutuações de preços subsequentes, que encarecem muito o contrato no médio prazo”, conclui o estudo.

“Apesar dessas ligeiras variações anuais, quando comparamos a oscilação de preço médio entre 2017 e 2022, percebemos que todos os aumentos nos coletivos superaram significativamente os dos individuais”, comenta Marina Magalhães, analista do programa de saúde do Idec responsável pela pesquisa.

Para Ana Carolina Navarrete, coordenadora do programa de saúde do Idec, a pesquisa evidencia como os planos coletivos acabam se tornando uma armadilha para uma grande parcela dos consumidores do país que acredita estar escolhendo a melhor alternativa.

“Com grande disponibilidade, ao contrário da oferta cada vez mais reduzida dos planos individuais, os coletivos dominam o mercado e acabam se tornando uma bomba-relógio que ao longo do tempo vai aumentando a chance de explodir”, ressalta Ana.

Se o período a ser analisado for ampliado, as discrepâncias permanecem. Em uma outra análise, comparando a contratação de um plano de saúde para a mesma faixa etária, em 2015, um consumidor de plano individual veria sua mensalidade crescer 74,62% até 2022. No mesmo período analisado, os planos coletivos empresariais com até 29 vidas tiveram um aumento médio de 148%, ou seja, mais do que dobraram de valor.

Fonte: r7

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Saúde

Mais duas pessoas morrem de febre maculosa em Campinas, no interior de SP

por Redação 4 de agosto de 2023

Mais duas pessoas morreram de febre maculosa em julho em Campinas, no interior de São Paulo. Com isso, a cidade passa a ter sete casos confirmados da doença em 2023, e cinco óbitos.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, as novas vítimas são um homem de 46 anos, que morreu em 9 de julho, e um jovem de 18 anos, morto em 28 de julho.

A cidade também teve um terceiro novo caso, envolvendo uma mulher de 49 anos, que conseguiu se curar.

No estado de São Paulo, um surto de febre maculosa em junho terminou com a morte de quatro pessoas. Todas as vítimas estiveram em eventos em uma fazenda de Campinas.

A febre maculosa é uma infecção grave que pode ser contraída a partir da picada do carrapato-estrela, que costuma parasitar equinos e bovinos. O inseto também pode ser encontrado em gramados ou áreas de mata.

Os sintomas da febre maculosa podem surgir em até 15 dias após a picada do carrapato-estrela e são dor no corpo, desânimo, náuseas, vômito, diarreia e dor abdominal, além de febre.

Não existe vacina contra a doença e não é possível erradicar o inseto das áreas de vegetação. A febre maculosa tem cura, mas o tratamento precisa ser iniciado precocemente com antibióticos apropriados.

Fonte: r7

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Saúde

Governo de São Paulo promete gastar R$ 220 milhões em cirurgias até o final do ano

por Redação 24 de junho de 2023

O Governo de São Paulo prometeu que irá gastar R$ 220 milhões em cirurgias de média e alta complexidade até o fim deste ano em diversos tipos de especialidades. A expectativa da Secretaria da Saúde é realizar mutirões nas áreas de cardiologia, oftalmologia e ortopedia.

Segundo a pasta, nos primeiros cem dias de 2023, o estado de São Paulo atendeu todos os pacientes oncológicos que estavam na fila de hospitais do Poder Executivo estadual. A atual administração, agora, tentará manter o prazo legal de cuidados com pessoas com câncer, que é de 60 dias a partir do diagnóstico.

O Governo de São Paulo espera receber do governo federal mais R$ 131,2 milhões para a realização de cirurgias por meio do Programa Nacional de Redução de Filas. Deste valor, o estado repassará R$ 36,8 milhões a unidades de saúde municipais.

De acordo com a administração estadual, o Ministério da Saúde enviará um terço da verba e liberará o restante do valor após monitoramento das cirurgias realizadas na Base de Dados dos Sistemas de Informações Ambulatoriais e Hospitalares.

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Em nota, a Secretaria da Saúde informou que 111,2 mil pessoas aguardam procedimentos eletivos em hospitais do estado. Esta é a quinta menor fila do país, ficando atrás apenas de Piauí, Rio de Janeiro, Rondônia e Sergipe.

Fonte: r7

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