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SEGURANÇA

Segurança

Crimes letais intencionais caíram em 2023 por causa da redução do número de armas, diz Dino

por Redação 21 de dezembro de 2023

Em um balanço da gestão à frente do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino relacionou nesta quinta-feira (21) a queda no número de crimes violentos letais intencionais no Brasil em 2023 à redução da quantidade de novas armas em circulação no país. Ainda sem os dados de dezembro consolidados, Dino prevê redução de até 6% desse tipo de crime — que inclui homicídio doloso, lesão corporal seguida de morte, latrocínio e feminicídio.

Entre janeiro e novembro deste ano, a quantidade de registro de novos armamentos caiu 79% em comparação com 2022.

“A redução é muito significativa e muito acima da redução do ano passado. Temos vidas salvas. Isso se deu com a redução do armamentismo, e é possível compreender o debate melhor, porque em 2022 tivemos 135.915 novas armas registradas e, em 2023, 28.304”, afirmou o ministro.

“É uma redução muito pronunciada do armamentismo irresponsável que havia anteriormente. Com isso, mostramos que não há correlação lógica entre crescimento de armas e redução de mortes violentas ou homicídios. Durante anos, foi repetida essa ideologia, que se revelou definitivamente desconforme com a realidade”, completou.

O número de registros de crimes violentos letais intencionais chegou a 42.721, segundo o ministério, em 2021, e alcançou 42.620 no ano passado. De janeiro a novembro de 2023, foram informados 36.854 crimes do tipo, com previsão de chegar a cerca de 40,1 mil até dezembro.

Flávio Dino, recém-aprovado para ocupar uma cadeira no Supremo Tribunal Federal (STF), fica à frente do Ministério da Justiça até, pelo menos, 8 de janeiro do ano que vem, como informou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quarta (20). O governo organiza um ato em defesa da democracia para a data em que as ações de extremistas que culminaram na invasão às sedes dos Poderes completam um ano.

Fonte: r7

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Segurança

Para tentar barrar celular em presídios, governo quer tirar pontos de energia e tomadas de celas

por Redação 11 de outubro de 2023

O Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária, órgão ligado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, estabeleceu medidas para eliminar tomadas e pontos de energia do interior e das proximidades de celas dos presídios do Brasil. A medida foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (11).

A medida tem o objetivo de inibir o uso de aparelhos celulares no interior das unidades prisionais e determina que outros itens também não podem ser instalados dentro nem próximo às celas. São eles:

  • registros, torneiras, válvulas de descarga de latão ou metálicas;
  • chuveiros metálicos;
  • luminárias sem grade protetora;
  • azulejos e cerâmicas;
  • todo objeto que possa se transformar em arma ou servir de apoio ao suicídio.

A resolução determina que a disponibilidade de tomadas e pontos elétricos para os presos deve obedecer às normas brasileiras de segurança e servir à realização de direitos fundamentais não atingidos pela sentença condenatória. Toda proibição de acesso às tomadas e pontos elétricos deve ser devidamente justificada pela autoridade penitenciária.

Ainda segundo o texto, é recomendado ao Departamento Penitenciário Nacional (Depen) que quaisquer projetos de construção de unidades prisionais tenham como requisito vedar a existência de tomadas ou pontos de energia elétrica no interior e nas proximidades das celas.

A norma recomenda aos departamentos penitenciários dos estados e do Distrito Federal que elaborem, em até 60 dias, um programa de mapeamento e supressão gradativa desses pontos do interior e das proximidades das celas de suas unidades prisionais, salvo necessidade provisória a critério da administração prisional, a ser executado em mais 120 dias.

Fonte: r7

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Brasilia

Flávio Dino falta à convocação de Comissão de Segurança; deputados criticam ausência

por Redação 10 de outubro de 2023

Convocado pela Comissão de Segurança da Câmara dos Deputados desta terça-feira (10), o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, não compareceu à sessão. O ministro tinha sido convocado para prestar esclarecimentos sobre a invasão de terras, atos do 8 de Janeiro, fake news, ataques a membros da comissão, entre outros pontos.

O Ministério enviou um ofício à Comissão para justificar a ausência. Segundo a pasta, foi realizada nesta terça (10) uma operação policial integrada com vários estados, sob a coordenação da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) do MJ. “Informo a impossibilidade de comparecimento a essa Comissão, em face de providências administrativas inadiáveis. Tais providências implicam a mobilização da equipe da Senasp, impedindo adequada preparação do material relativo aos temas solicitados por essa Comissão”, disse o ministro por meio do documento.

O documento solicita, ainda, que a sessão seja remarcada e transformada em comissão geral para atender aos mais de cem pedidos de convocação do ministro. “À vista da existência de muitas dezenas de requerimentos para comparecimento a Comissões na Câmara de Deputados, com os mais diversos temas, solicitei à Presidência dessa Casa a marcação de Comissão Geral no Plenário para que, simultaneamente, eu possa atender a todos os pedidos de esclarecimento. Isso possibilitará também a observância de recomendações da área de segurança deste Ministério”, pede Dino.

‘Consequências’
O presidente da comissão, deputado Sanderson (PL-RS), criticou a ausência do ministro. “Reservamos auditório maior, gastamos dinheiro público, deputados desmarcaram agendas, mas a irresponsabilidade chegou ao fundo do poço”, ponderou. Autor de um dos requerimentos de convocação do ministro, o deputado Paulo Bilynskyj (PL-SP) afirmou que a ausência do ministro poderá ter consequências.

“São convocações oficiais sob pena de crime de responsabilidade e impeachment. Eu sabia que ele não vinha. Desde que se sentou nessa cadeira, a única coisa que fez foi destruir a segurança pública do Brasil”, criticou. O deputado Bilynskyj ingressou ainda com representação na Procuradoria-Geral da República (PGR) por crime de responsabilidade contra o ministro.

Participações
A Comissão de Segurança aprovou 11 requerimentos no mês de setembro. Todos os pedidos foram protocolados por deputados da oposição.

Dino foi ouvido em maio pelos parlamentares, em uma sessão marcada por tumulto. Deputados que participavam da reunião descumpriram o tempo de fala regimental, trocaram ofensas e quase se agrediram fisicamente.

Na época, Flávio Dino foi convidado a prestar esclarecimentos sobre três assuntos: as mudanças na política de controle de armas do governo federal; as ações adotadas em relação aos ataques extremistas ocorridos em 8 de janeiro, em Brasília; e a visita que fez ao Complexo da Maré, incluindo as manifestações de discriminação social e racial relacionadas ao episódio.

Fonte: r7

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Segurança

Médico cai em golpe do amor e tem prejuízo de mais de R$ 180 mil

por Redação 27 de junho de 2023

Um médico foi mantido refém por cerca de 30 horas, após cair em golpe do aplicativo de relacionamentos, em um cativeiro na Brasilândia, zona norte de São Paulo.

Três homens e uma mulher foram presos em flagrante e a vítima libertada. Os criminosos realizaram um empréstimo de aproximadamente R$ 180 mil no nome do refém.

De acordo com informações da Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota), o médico mora em São Roque, no interior de São Paulo. Ele veio à capital após marcar um encontro, por meio de um aplicativo de relacionamento.

O local combinado era na Brasilândia, zona norte de São Paulo. Às 15h do domingo (25), quando chegou no endereço, foi rendido por três criminosos armados.

Imediatamente, ele foi levado ao cativeiro, localizado na rua Joaquim Ferreira da Rocha, onde foi mantido refém por volta de 30 horas.

Nesta segunda-feira (26), equipes da Rota receberam uma denúncia anônima sobre uma vítima mantida em cárcere na região e sobre os possíveis receptadores do dinheiro extorquido.

Os agentes, então, montaram uma operação e iniciaram a incursão no local. Por volta das 20h desta segunda-feira (26), encontraram o cativeiro e a vítima.

O médico relatou que ficou amarrado, de cabeça baixa, virado para a parede. Além de agressões físicas, como chutes, ele também sofreu violência psicológica e ameaças com uma faca.

Os criminosos roubaram aproximadamente R$ 5 mil que tinha em sua conta e também realizaram um empréstimo de cerca de R$ 180 mil. A vítima, inclusive, precisou fazer contato com a gerente do banco para liberar o valor.

A PM também conseguiu prender quatro envolvidos, sendo três homens e uma mulher. Entre eles, receptadores do dinheiro roubado da conta do médico. Os detidos confessaram que receberam os valores, inclusive mostraram as transferências.

No cativeiro, equipes da Rota localizaram ainda diversos documentos falsificados para que eles abrissem as contas bancárias. Com a foto de um dos integrantes da quadrilha, tinham quatro documentos com nomes diferentes.

Os presos foram conduzidos ao 13° Distrito Policial da Casa Verde, onde o caso foi registrado.

Fonte: r7

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Aeroporto

Governo lança programa para aumentar proteção de passageiros e bagagens nos aeroportos do país

por Redação 21 de junho de 2023

O governo federal lançou, nesta quarta-feira (21), o programa Aeroportos+Seguros, a fim de aumentar a proteção de passageiros e bagagens nos principais terminais aeroportuários do país. Entre as medidas estão mais câmeras de iluminação nos terminais, novos aparelhos de raio x, detectores de substâncias ilícitas, reconhecimento facial de passageiros e funcionários, detectores de líquidos e explosivos, além de scanners corporais e câmeras com infravermelho. De acordo com o Executivo, serão investidos R$ 40 milhões.

A primeira fase do programa será implementada imediatamente no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo. O local registra o maior número de passageiros domésticos e internacionais do país, além de ser o principal hub na América do Sul.

Primeiramente, os aeroportos com maior volume de voos internacionais farão parte da iniciativa — e, posteriormente, todos os terminais que contemplem algum trecho de voo para o exterior. Ainda de acordo com o governo, os valores para o projeto serão oriundos do Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC).

O programa prevê ações de curto prazo, em até seis meses:

  • incremento de câmeras de segurança (em andamento);
  • identificação com chave de acesso individualizada ao Sistema de bagagens no Terminal 3 — Internacional (em andamento);
  • restrição ao acesso de celulares e tablets nas áreas restritas (em andamento);
  • entrada centralizada ao Teca – Terminal de Cargas (em andamento);
  • acesso biométrico de funcionários e cessionários às áreas restritas e/ou controladas no Terminal 2 — Doméstico (em andamento); e
  • controle de acesso ao sistema de bagagens nos outros terminais do aeroporto.

Além disso, estão previstas ações de médio prazo, em até 12 meses:

  • acesso biométrico de funcionários e cessionários às áreas restritas e/ou controladas nos demais terminais;
  • sistema de monitoramento das cercas operacionais e patrimoniais;
  • recebimento de equipamentos de segurança por parte da GRU Airport via convênio com a autoridade americana de segurança, a TSA (Transportation Security Administration); e
  • aquisição de dispositivos adicionais não contemplados no convênio pela GRU Airport.

E, por último, ações de longo prazo, em até 18 meses:

  • reforço de segurança na inspeção de passageiros
  • incremento da vigilância nos canais de funcionários do aeroporto; e
  • aumento da proteção e inspeção das bagagens despachadas.

O programa deve se estender futuramente aos portos do país. “Nós vamos muito em breve fortalecer essa parceria com o Ministério dos Portos e Aeroportos, com o anúncio do trabalho conjunto do setor portuário. Temos uma guarda portuária que integra o Sistema Único de Segurança e queremos que isso se estenda a esse importante segmento”, disse o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino.

A medida foi lançada após o episódio registrado no início do ano, em que duas passageiras de Goiânia (GO) foram presas no aeroporto de Frankfurt, na Alemanha, com 40 kg de cocaína. Em depoimento, as detidas afirmaram que não eram donas das malas e não tinham conhecimento sobre as drogas.

Uma operação da Polícia Federal foi executada contra um grupo de funcionários que trocava malas no Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP) para despachar drogas para a Europa. De acordo com a corporação, a quadrilha retirava as etiquetas das malas de passageiros inocentes e os colava em outras bagagens, que posteriormente seriam enviadas ao exterior.

Fonte: r7

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BrasilFeminicidio

Brennand passa hoje pelo primeiro julgamento após acusações de estupro e assédio

por Redação 30 de maio de 2023

A primeira audiência de instrução e julgamento do empresário Thiago Brennand, após uma série de denúncias e processos em que ele é acusado de crimes como estupro e assédio, está prevista para acontecer de forma virtual às 14h desta terça-feira (30) na 2ª Vara de Porto Feliz, no interior de São Paulo.

Brennand será julgado pelo suposto estupro de uma mulher norte-americana. A vítima, testemunhas e o réu devem ser ouvidos. Segundo o Ministério Público de São Paulo (MP-SP), a mulher denunciou o empresário pelo crime de estupro na cidade de Porto Feliz, onde Brennand morava.

O empresário está preso no Brasil desde 29 de abril, quando foi extraditado dos Emirados Árabes Unidos. Em setembro do ano passado, pouco após vídeos que mostram o empresário agredindo uma modelo virarem notícia, a Justiça brasileira passou a emitir ordens de prisão contra Brennand. Ele, no entanto, conseguiu viajar para Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, e passou meses no país asiático vivendo em um hotel.

Atualmente, o empresário cumpre prisão preventiva no CDP (Centro de Detenção Provisória) I, de Pinheiros, que reúne presos por crimes sexuais.

Primeiro julgamento
Segundo a denúncia de estupro feita pela mulher norte-americana, tema do julgamento marcado para esta terça, inicialmente Brennand teria apresentado comportamento gentil com a vítima. Depois, no entanto, o empresário passou a agir de maneira agressiva até chegar ao ponto de obrigá-la a manter relações sexuais com ele. O suspeito ainda teria ameaçado a mulher com a divulgação de imagens de cenas íntimas caso ela rompesse o relacionamento.

Após os interrogatórios, acusação e defesa terão um tempo para apresentar suas alegações finais. Brennand pode ser condenado de seis a dez anos de prisão. De acordo com o TJ-SP, o caso tramita em segredo de Justiça.

Acusações
O caso ganhou repercussão depois que o empresário foi flagrado por câmeras de segurança ao agredir a modelo Alliny Helena Gomes em uma academia no Shopping Iguatemi, localizado em área nobre da capital paulista, no dia 3 de agosto. Após a exposição, outras mulheres decidiram denunciá-lo. No total, seis denúncias feitas pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) já foram aceitas pela Justiça, transformando Brennand em réu.

A estudante de medicina Stefanie Cohen, de 30 anos, é outra das denunciantes. Em outubro, ela contou ao R7 que foi estuprada por Brennand. Na época, ela disse que foi dopada e sofreu abuso: “Percebi que falar sobre isso faz parte da minha cura”.

Ainda em outubro, a Promotoria fez nova denúncia contra o empresário pela agressão ao garçom Vitor Igor Rodrigues Machado, de 26 anos, em condomínio de Porto Feliz, no interior do estado.

Em outra denúncia, ele foi acusado de crime de ameaça e contravenção penal de vias de fato (quando há uma agressão física leve) contra Agostinho Rodrigues da Silva, de 54 anos, caseiro do condomínio onde vivia.

O MP também acusa Brennand de ter cometido crimes contra uma mulher que diz ter sido obrigada a tatuar as iniciais dele.

A defesa de Brennand já foi procurada em várias oportunidades para se manifestar sobre as acusações e não se pronunciou. Em vídeos publicados na internet, o empresário já se disse vítima de perseguição e de inveja.

Fonte: r7

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GuarulhosSegurança

Criminosos trocam tiros com GCM durante tentativa de assalto em Guarulhos

por Redação 30 de maio de 2023

Um guarda civil e um criminoso trocaram tiros durante uma tentativa de assalto na rua Vera, no bairro Santa Mena, em Guarulhos, região metropolitana de São Paulo, às 19h11 desta segunda-feira (29).

Em imagens das câmeras de segurança que a Agência Record teve acesso, é possível ver o momento em que dois suspeitos em uma moto abordaram duas pessoas que estavam em outra moto.

De acordo com a repórter Paola Vianna, as vítimas, condutor e garupa da moto, são guardas civis.

Os criminosos bloqueiam a passagem e o garupa aponta uma arma, anunciando o assalto. Ele desce e corre em direção às vítimas, que após serem rendidas também descem da moto.

Com a aproximação da dupla, o motociclista larga a moto, que cai na rua. Um dos criminosos tenta abordar o homem, mas a vítima sai correndo na direção contrária até cair após tropeçar.

A guarda que estava com a mochila também sai correndo e cai na esquina da rua, metros a frente, após também perder o equilíbrio.

O criminoso armado se aproxima da moto caída e tenta levantá-la, momento em que o agente que estava deitado no chão vira, saca uma arma e dispara na direção do assaltante.

A vítima realiza diversos disparos contra o suspeito, que ao perceber reage e também atira de volta. Não é possível afirmar se alguns dos homens foram atingidos pelos tiros.

Por outro ângulo é possível observar que após os disparos da vítima, o suspeito corre na intenção de fugir, enquanto seu comparsa foge de moto, o deixando para trás.

A vítima ainda tenta ir atrás do suspeito que fugiu a pé. O vídeo acaba momentos depois.

Ainda nas imagens é possível ver que um terceiro motoqueiro para próximo à cena do crime e observa. A Polícia descarta a participação do homem na tentativa de assalto.

A 4ª Companhia do 15° Batalhão de Polícia Militar Metropolitano confirmou a ocorrência e afirmou que a 2ª Cia do 15° BPMM atende a área.

A sala de imprensa da Polícia Militar não localizou acionamento para o endereço.

O 1° Distrito Policial de Guarulhos se limitou a confirmar o registro da ocorrência.

Fonte: r7

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São PauloSegurança

Sem esperança, comerciantes do centro de SP fecham as portas por medo da violência

por Redação 24 de abril de 2023

A avenida São João, eternizada por Caetano Veloso na canção Sampa, é um dos endereços mais conhecidos da maior cidade do Brasil. O retrato atual da região, entretanto, não parece uma bela música, mas sim um filme de terror.

Segundo dados da SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública de São Paulo), foram registrados 31 furtos e roubos na avenida São João ou em quadras próximas entre 10 e 16 de abril. Os números são apenas um indício do que os lojistas da área vivem desde a pandemia de Covid-19.

Ações violentas praticadas por frequentadores da vizinha Cracolândia, como um arrastão em uma farmácia e uma invasão de um estacionamento, chamam atenção. O fenômeno pode estar relacionado ao avanço da droga K9, considerada mais forte do que outros entorpecentes e responsável pelo que vem sendo chamado de “efeito zumbi”.

Os comerciantes da área afirmam que estão assustados. “Não fechei de teimosa, de enxerida”, conta Helena Vasconcelos Silva. Sócia de um restaurante na rua Helvétia desde 2020, a senhora de 62 anos procura um segundo emprego para poder complementar a renda.

“Vou fechar as portas durante a semana e trabalhar só aos sábados e domingos, para ir mantendo, para ver se melhora, mas a tendência não é melhorar, a tendência é piorar.”

A rua Helvétia, onde fica o bar de Helena, serviu de ponto de encontro de usuários de crack por cerca de cinco meses. Segundo ela, apesar de a via não ser mais o epicentro da Cracolândia, os efeitos ainda podem ser sentidos, já que vários empresários se mudaram das redondezas. Atualmente, o fluxo de dependentes químicos se concentra principalmente na esquina entre as ruas Conselheiro Nébias e dos Gusmões.

Os perigos não se apresentam somente aos clientes, mas também aos comerciantes. Em entrevista ao R7, um tatuador que possui um estúdio na avenida São João preferiu não se identificar por medo de se tornar alvo de assaltantes. Segundo o empresário, ele já foi roubado três vezes na região.

“Vou fechar a loja e às vezes acontece de pessoas ficarem de olho, não sei se estão vigiando a gente ou não. Mas já aconteceu de sair da minha loja, daqui do trabalho, virar duas, três esquinas e ser assaltado”, lamenta o tatuador.

O comerciante conta também que usa a internet para divulgar o seu trabalho, porém, quando alguns clientes descobrem que o estúdio fica na região central da cidade, desistem da tatuagem.

Quando passo o endereço, a região, eles [os clientes] falam: ‘Nossa, aí é perigoso’. Uns vêm, uns não vêm. Eles têm medo quando você já fala centro, eles já acham que estão em um campo minado.
Para Larissa Bassi Roza, dona de um restaurante também na avenida São João, a Cracolândia é um fator determinante para a queda de movimento no centro. Segundo a empresária, quando os usuários de drogas estavam instalados na rua Helvétia, as vendas diminuíram. Após a saída deles daquela área, a circulação de clientes voltou a crescer.

“Nós estamos aqui há seis anos e [a Cracolândia] impactou bastante”, explica Larissa. “Agora que eles se afastaram, o movimento voltou um pouquinho, mas não 100%, não como era o nosso movimento antigamente.”

Associações pedem ajuda

Grupos como a ACSP (Associação de Comerciantes de São Paulo) e o Sindilojas-SP engrossam o coro dos empresários sobre a insegurança na região. Os representantes dos comerciantes pedem maior intervenção do estado na área central de São Paulo para que o abandono acabe.

“Lojistas fechando suas lojas de 40 anos num centro comercial que é São Paulo, a maior capital da América Latina. A gente tem uma sensação de insegurança, e o ser humano é movido por sensações. Quando a gente chega a um ponto desses, é lamentável”, disse o presidente do Sindilojas-SP, Aldo Macri.

“Hoje nós temos uma existência de, no máximo, 20% do comércio que poderíamos ter no centro da cidade. Parece um absurdo, mas é real. Se você pegar uma rua que no passado foi referência do comércio, como a rua Direita, você vai observar que nós temos mais de 50% das lojas fechadas”, lamenta o presidente da ACSP, Roberto Mateus Ordine.

O que dizem as autoridades?
Em nota, a Prefeitura de São Paulo destacou a criação do comitê intersecretarial #TodosPeloCentro, que permite a cooperação entre as secretarias. O poder municipal também explicou que as prioridades para a recuperação da região são “segurança, habitação, social, requalificação urbana e mobilidade, atração de investimentos, meio ambiente e lazer e cultura”.

A prefeitura também informou que aumentou o patrulhamento comunitário e preventivo na região central com 1.200 agentes da GCM (Guarda Civil Metropolitana), que realizam patrulhamentos periódicos 24 horas por dia.

A partir da Deac (Diária de Atividade Complementar), o poder municipal de São Paulo conta com o reforço de 1.500 agentes no efetivo da GCM. A gestão Ricardo Nunes (MDB) promete instalar ainda 2.500 câmeras de monitoramento no centro.

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, por sua vez, afirmou que a Polícia Civil se reuniu com comerciantes da região para estabelecer estratégias de atuação na área. A pasta também informou a prisão de dez pessoas por furto na “área de entorno do fluxo de usuários no centro de São Paulo” entre 10 e 16 de abril.

A prefeitura e o governo lançaram em janeiro uma estratégia para tentar acabar com a Cracolândia que envolve as forças de segurança, além de ações em áreas como saúde, habitação e assistência social.

Fonte: r7

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EducaçãoGuarulhos

Policiais e câmeras dão sensação de segurança, mas não evitam ataques a escolas, dizem especialistas

por Redação 14 de abril de 2023

Após os ataques à Escola Estadual Thomázia Montoro, em São Paulo, e à creche Cantinho do Bom Pastor, em Blumenau (SC), uma onda de ameaças a outras instituições de ensino despontou ao longo das duas últimas semanas. Diante desse cenário, governos e prefeituras vêm anunciando uma série de medidas para reforçar a segurança, como o aumento de rondas escolares pela Polícia Militar, a presença de agentes das unidades e a instalação de câmeras de segurança.

Para psicólogas ouvidas pelo R7, inicialmente, a presença dos policiais e dos equipamentos de monitoramento são ferramentas que trazem a sensação de segurança aos alunos e familiares. Entretanto, integrantes do Instituto Sou da Paz afirmam que o investimento exclusivo nessa área não previne episódios futuros de violência.

Os especialistas afirmam que essa onda de violência entre os jovens é uma questão complexa e é reflexo de uma gama de fatores, como o bullying, os efeitos pós-pandemia e os grupos extremistas que incentivam o ódio nas redes sociais. Por isso, é essencial o trabalho integrado das áreas de educação, saúde, assistência social e segurança.

Presença de policiais
Há anos, a psicóloga especialista em luto e coordenadora do Niped (Núcleo de Intervenções Psicológicas em Emergências e Desastres) Elaine Alves tem atuado em instituições que foram alvo de ataques, como a Escola Estadual Primo Bitti, em Aracruz (ES), e a Escola Estadual Professor Raul Brasil, em Suzano (SP).

Atualmente, Alves presta atendimento na escola da zona oeste de São Paulo onde uma professora foi assassinada a facadas e quatro pessoas ficaram feridas em 27 de março. “O que eu tenho observado na Thomázia é que os pais e alunos se sentem mais seguros [com a presença dos policiais]. Eles não se intimidam. Também estive presente na Raul Brasil e em Aracruz e em nenhuma delas eu senti que a polícia intimidava”, relata a psicóloga.

Entretanto, a profissional faz uma ressalva. “[A presença dos policiais] não tira o medo dos alunos de que os ataques continuem ou o medo de ir à escola. Isso vem se acentuando cada dia mais com relação às [novas] ameaças. São sintomas de estresse pós-traumático que são normais e esperados após um evento extremo”, explica Alves.

A doutora em psicologia clínica pela USP (Universidade de São Paulo) Joana Vartanian corrobora a opinião da coordenadora do Niped. “Eu acredito que seja natural que os pais, a sociedade e as escolas coloquem muitas esperanças em estratégias de segurança, em colocar câmeras de seguranças e vigias. Faz sentido do ponto de vista psicológico, porque a gente quer se sentir seguro depois de ataques como esses.”

Contudo, Vartanian afirma que, do ponto de vista prático, não há nenhum estudo científico que comprove a relação entre o aumento de investimento nessas medidas de segurança — policiamento e instalação de câmeras — com a prevenção de ataques em escolas.

Em nota, o Instituto Sou da Paz, referência em estudos de segurança pública, afirma que “evidências mostram que as iniciativas que direcionam investimento apenas em mais segurança dentro das escolas não funcionam”. A instituição cita como exemplo o massacre de Columbine, em 1999, que terminou com 15 pessoas mortas.

“A partir dele, o país realizou uma série de medidas, como colocar detector de metais, portas reforçadas e câmeras de segurança com reconhecimento facial, além de policiais armados em escolas, mas elas não foram suficientes para diminuir o número de casos violentos”, diz o documento.

Críticas
A coordenadora de projetos do Instituto Sou da Paz Danielle Tsuchida explica que o investimento dos governos e das prefeituras deve estar focado em duas diretrizes: o policiamento da ronda escolar com foco na saída e entrada dos estudantes e fortalecimento com a comunidade escolar e a inteligência policial na apuração de eventuais denúncias pelas plataformas digitais.

“A presença da arma no ambiente escolar pode gerar tensão nos estudantes e nos professores. Para alguns, infelizmente, a polícia não é sinônimo de proteção”, afirma Tsuchida.

À reportagem, um professor de uma escola estadual da região da Vila Sônia, zona oeste da capital paulista, que prefere não ser identificado, conta que a comunidade escolar costuma ter medo dos policiais militares.

“Eu leciono em um bairro periférico. Quando se fala do aumento da presença da polícia nas escolas, [a medida] dá medo na comunidade. A realidade deles é de muita violência”, denuncia. O docente também relata que antes de colocar mais agentes na porta dos colégios, há outras áreas precisando de investimentos.

“Em algumas salas na minha escola, há lâmpadas que estão queimadas, você leciona no escuro. Também não tem mais biblioteca. Virou um carrinho de supermercado que passa uma vez por semana pelos corredores”, exemplica o professor.

O caminho a ser trilhado pelas escolas é o desenvolvimento da cultura de paz por meio do combate ao bullying, do respeito à diversidade, da resolução de conflitos de forma restaurativa e não punitiva, afirma Tsuchida.

“A escola deve ser não só um espaço de aprendizado, mas de acolhimento e de escuta dos jovens. A educação sozinha não vai dar conta”, finaliza a coordenadora de projetos do Instituto Sou da Paz.

Fonte: r7

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EducaçãoSão Paulo

Aluno intimida professor e tenta derrubá-lo de cadeira em escola de Assis, interior de SP

por Redação 13 de abril de 2023

Um aluno, de 15 anos, da Escola Estadual Carlos Alberto de Oliveira, de Assis, no interior de São Paulo, aparece em um vídeo, que viralizou nas redes sociais, discutindo e intimidando um professor durante a aula. O caso aconteceu na última segunda-feira (10).

Nas imagens, que estão circulando na internet, é possível ver o estudante apontando o dedo para o rosto do docente e quebrando a carteira onde o professor está sentado. Outros alunos presenciam a briga, debocham e não interferem.

O professor então sugere que eles conversem do lado de fora da classe depois da aula, mas o adolescente responde: “Vamos lá agora”.

Em nota, a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) disse ao R7 que a direção da escola “mediou o conflito em uma reunião com o estudante, seus responsáveis e o professor assim que soube do ocorrido”.

O órgão informou ainda que será oferecido atendimento psicológico tanto ao docente quanto ao aluno, caso os responsáveis autorizem.

Além disso, o aluno foi suspenso das aulas presenciais e deverá acompanhar as atividades de forma remota, via internet, até o final desta semana. “A Seduc ressalta que as escolas da rede estadual estão atentas aos comportamentos dos estudantes, atuando com a escuta ativa e mediação, buscando solucionar os conflitos identificados”, finalizou o comunicado.

Fonte: r7

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