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STF

Brasil

Fachin anula condenação do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto na Lava Jato

por Redação 11 de janeiro de 2024

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), anulou a condenação do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto e reconheceu que a 13ª Vara Criminal Federal de Curitiba, responsável por processos da Lava Jato no Paraná, não tinha competência para julgar o caso. Neste processo, Vaccari Neto havia sido condenado a 24 anos de reclusão por supostos recebimentos para o PT nas eleições de 2010.

A decisão é de 19 de dezembro do ano passado, mas só foi publicada no sistema do STF nessa terça-feira (9). A investigação será enviada para Justiça Eleitoral do Distrito Federal, que terá que analisar se é possível retomar o caso.

Em nota, a defesa afirmou que “essa decisão restabelece a legalidade de um processo viciado desde o início, eivado de incontáveis ilegalidades e abusos, o qual propiciou imensas injustiças, todas irreparáveis aos acusados, os quais foram condenados injustamente”.

Na decisão, o ministro analisou e aceitou um pedido da defesa de Vaccari, que alegou que a Justiça Federal do Paraná não era competente para julgar o caso.

“Diante dos indícios de que houve a arrecadação de valores, sob a coordenação de João Vaccari, para pagamento de dívidas de campanha do Partido dos Trabalhadores no ano de 2010, afigura-se necessário, conforme orientação da jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, reconhecer a competência da Justiça Eleitoral para processar e julgar a persecução penal em apreço”, disse.

O ministro decidiu ainda que o novo juiz responsável pelo caso poderá analisar e validar provas da investigação.

Fonte: r7

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Economia

Novo recorre ao STF contra medida provisória que reonera folha de pagamento

por Redação 10 de janeiro de 2024

O diretório nacional do partido Novo apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma ação para tentar suspender os efeitos da medida provisória que prevê a reoneração da folha de pagamento de diversos setores da economia. A MP foi editada pelo governo, contrariando decisão do Congresso, que aprovou o projeto e derrubou o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O caso tem potencial de dificultar as negociações entre o Executivo e o Legislativo, avaliam parlamentares e especialistas. A relatoria ficou com o ministro Cristiano Zanin.

O texto da MP, assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, entra em vigor em abril e é um movimento do ministro Fernando Haddad (Fazenda) para aumentar a arrecadação da União e alcançar a meta do déficit zero.

A medida provisória sofre forte resistência dos congressistas, que já se organizam para derrubar a matéria ou até mesmo fazer com que ela seja devolvida ao Planalto, sem nem sequer ser apreciada.

Na ação, o partido afirma que a Constituição não tolera a prática promovida pelo governo, de editar uma medida provisória logo após a derrubada do veto e a promulgação de lei. Além disso, citou como “postura ditatorial” a atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“Não havia nenhuma urgência de o Presidente da República normatizar o tema, uma vez que não existia qualquer omissão ou inação do Congresso Nacional na análise ou na apreciação do tema. A bem da verdade, o que aconteceu foi uma postura ditatorial do presidente da República em querer modificar, na mesma semana, a vontade da maioria absoluta dos 584 parlamentares acerca de determinada matéria”, diz o partido.

Para a agremiação, sem previsibilidade e estabilidade mínima, todos os cidadãos, os atores econômicos e os próprios agentes públicos ficarão num cenário de incerteza de que medidas legislativas aprovadas hoje podem ser modificadas ao fim do mesmo dia ou no dia seguinte apenas pela vontade do governante.

O Novo questiona e pede a declaração de inconstitucionalidade de três pontos da MP: a recriação da oneração da folha, limite para a compensação de tributos e o encerramento imediato da desoneração de impostos do setor de entretenimento, que foi muito impactado pela pandemia.

O que diz a MP

A desoneração beneficia os 17 setores que mais empregam, responsáveis por 9 milhões de empregos. Em vez de o empresário pagar 20% sobre a folha do funcionário, o tributo pode ser calculado com a aplicação de um percentual sobre a receita bruta da empresa, que varia, conforme o setor, de 1% a 4,5%.

Com a nova medida, agora, o imposto volta a incidir sobre a folha de pagamento, mas de forma parcial. O texto determina que o tributo será aplicado apenas sobre o salário mínimo. A remuneração que ultrapassar o salário mínimo vai pagar normalmente.

Lula editou uma medida provisória que contém várias propostas para aumentar a arrecadação da União e alcançar a meta do déficit zero. O texto, que também é assinado pelo ministro Fernando Haddad, foi publicado em 29 de dezembro no Diário Oficial da União.

Parlamentares, entidades e juristas tiveram forte reação à MP. O vice-presidente do Congresso Nacional, deputado Marcos Pereira (Republicanos-SP), disse que não é adequado que o Executivo edite medida provisória logo após o Legislativo decidir amplamente sobre o tema, logo após a lei ter sido aprovada e o veto, derrubado. “Parece que se quer fazer queda de braço, e, neste tema, seguramente a opinião do Legislativo deverá prevalecer,” disse o parlamentar.

O senador Efraim Filho (União-PB), autor da lei que renovou a desoneração da folha de pagamento dos 17 setores que mais empregam na economia brasileira, diz que as medidas contrariam uma decisão do Congresso e devem enfrentar resistência no Parlamento. Para Efraim, a situação gera insegurança jurídica para as empresas.

O presidente da Frente Parlamentar do Empreendedorismo (FPE), deputado Joaquim Passarinho (PL-PA), lidera um movimento que pede ao presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), a devolução da MP. A alegação é que os parlamentares já decidiram a questão por meio do projeto de lei que prorroga a desoneração dos 17 setores que mais empregam e derrubaram o veto presidencial que barrava a matéria.

Entidades que representam os 17 setores que mais empregam na economia brasileira também criticaram a medida e pediram que Pacheco não aceite o texto e devolva ao Executivo. Eles afirmam que a MP representa um “segundo veto” do governo, além de trazer insegurança jurídica, e defendem a discussão do tema por meio de um projeto de lei.

Fonte: r7

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Brasil

Atos extremistas do 8 de Janeiro completam um ano; relembre fatos marcantes

por Redação 8 de janeiro de 2024

Os atos extremistas que depredaram as sedes dos Três Poderes completam um ano nesta segunda-feira (8). Desde então, 66 das mais de 2 mil pessoas inicialmente detidas seguem presas. Dessas, 8 já foram condenadas pelo STF (Supremo Tribunal Federal), 33 são rés denunciadas como executoras dos atos, e 25 seguem presas a pedido da PGR (Procuradoria-Geral da República), por suspeita de financiarem ou incitarem os crimes.

No total, 30 pessoas já foram condenadas pelo STF a penas que variam de 3 anos de detenção em regime aberto a 17 anos de prisão em regime inicialmente fechado.

Os prejuízos materiais causados passam dos R$ 22 milhões, segundo o governo federal. Os vândalos picharam paredes, quebraram vidros, incendiaram carpetes, danificaram obras de arte e furtaram objetos em exposição. Algumas esculturas e móveis históricos não foram recuperados e não podem ser repostos.

Resposta aos atos
As ações de resposta aos atos começaram no mesmo dia. Ainda na madrugada de 9 de janeiro do ano passado, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou o afastamento do governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB). Na decisão, Moraes disse que Ibaneis teve “conduta dolosamente omissiva” e “conivência”. A vice-governadora Celina Leão (PP) assumiu o Executivo distrital até março, quando Ibaneis voltou ao cargo.

Horas antes de ser afastado, Ibaneis publicou a exoneração do então secretário de Segurança Pública do DF e ex-ministro da Justiça e Segurança Pública de Jair Bolsonaro (PL), Anderson Torres. Ele estava viajando de férias para os Estados Unidos e não estava em Brasília durante os atos. Moraes decretou a prisão Torres no dia 10.

Os extremistas que estavam nos acampamentos foram detidos e presos. A Polícia Federal iniciou a Operação Lesa Pátria para identificar participantes, financiadores e fomentadores dos atos.

Comissões Parlamentares de Inquérito
Duas CPIs (Comissões Parlamentares de Inquérito) foram instaladas para investigar os atos: uma no Congresso Nacional e outra na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). Os deputados distritais inauguraram a CPI ainda em janeiro, e 31 pessoas foram ouvidas, entre elas autoridades da Segurança Pública, da Polícia Militar do DF, do Exército e do GSI (Gabinete de Segurança Institucional da Presidência).

O relatório final foi aprovado em novembro com a sugestão de indiciamento de 135 pessoas. O general Gonçalves Dias, ex-ministro do GSI de Lula, foi o único nome retirado da versão.

A CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do Congresso foi instalada em maio, composta por senadores e deputados federais. Depois de 21 depoimentos colhidos, o relatório final foi aprovado em outubro, com a proposta de indiciamento de 61 pessoas. O ex-presidente Bolsonaro foi um dos nomes, além de oito generais, entre eles quatro ex-ministros do governo.

Cúpula da PM presa
A Polícia Federal realizou, em agosto, uma operação que resultou na prisão da cúpula da Polícia Militar do DF por suspeita de omissão nos atos. O comandante-geral da PM, o ex-comandante-geral, três coronéis, um major e um tenente foram alvo.

A PGR apresentou um relatório com trocas de mensagens entre os policiais classificadas como “golpistas” e com “profunda contaminação ideológica”.

Primeiros condenados
Os primeiros julgamentos de ações penais de réus envolvidos nos ataques de 8 de janeiro começaram em setembro. Os quatro réus responderam pela prática de associação criminosa armada, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça, com emprego de substância inflamável, contra o patrimônio da União e com considerável prejuízo para a vítima, além de deterioração de patrimônio tombado. Eles foram condenados a penas que variam de 14 a 17 anos de prisão.

Os julgamentos foram marcados por conflitos. Durante a sustentação oral, uma das advogadas, Larissa Claudia Lopes de Araujo, afirmou que “o sonho dela” era ser ministra, mas que atualmente tinha vergonha da Corte, e chegou a chorar. Já o advogado Hery Kattwinkel confundiu a obra O Príncipe, do italiano Nicolau Maquiavel, com o livro infantojuvenil O Pequeno Príncipe, do francês Antoine de Saint-Exupéry.

Em determinado momento, os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça discutiram. Mendonça questionou o fato de a Força Nacional não ter sido acionada durante os atos, e Moraes afirmou que investigações apontavam que comandantes da PM orquestraram a facilitação da invasão.

“Vossa Excelência vem no plenário do STF que foi destruído para dizer que houve uma conspiração do governo contra o próprio governo? Tenha dó”, disse Moraes. Instantes após a discussão, os dois pediram desculpas um ao outro, e a sessão prosseguiu.

Fonte: r7

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STF

Quatro ministros vão continuar trabalhando durante recesso do STF, que começa nesta quarta

por Redação 20 de dezembro de 2023

Pelo menos quatro ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiram trabalhar durante o recesso do Poder Judiciário. Durante o período de suspensão das atividades dos magistrados do STF, que começa nesta quarta-feira (20) e se estende até 31 de janeiro de 2024, o presidente da Corte atua em regime de plantão, tomando decisões urgentes, mas os demais ministros também podem optar por não interromper as atividades.

Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e André Mendonça informaram que continuarão atuando em seus gabinetes, mesmo durante o recesso. Com isso, eles podem tomar decisões em ações que estão relatando ou em casos que chegarem aos gabinetes.

Já Dias Toffoli informou que trabalhará apenas na ação referente à Operação Spoofing, sobre mensagens hackeadas em celulares de autoridades. Para esse caso, há pedidos de anulação de atos da 13ª Vara de Curitiba ligados à Lava Jato.

O vice-presidente da Corte, ministro Edson Fachin, estará no plantão entre 1º e 15 de janeiro. Já o ministro Luís Roberto Barroso assumirá entre 16 e 31 de janeiro.

Volta às atividades com posse de Dino
Logo após a volta do recesso, o STF dará posse ao ministro Flávio Dino como ministro da Corte, em 22 de fevereiro. A data foi definida durante um encontro com o presidente do STF, Luís Roberto Barroso.

Dino foi indicado para o cargo pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e teve sua indicação aprovada no Senado. O magistrado assumirá o posto aberto com a aposentadoria de Rosa Weber, em setembro. Ainda não há uma definição de quem substituirá o jurista no comando do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Fonte: r7

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Brasil

Cármen Lúcia rejeita ação contra portaria que zerou imposto sobre compras estrangeiras de até US$ 50

por Redação 18 de dezembro de 2023

A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia rejeitou uma ação que questionava a validade do programa federal Remessa Conforme, que zerou o imposto sobre compras internacionais de até US$ 50. Segundo a decisão, a questão é técnica: não é legalmente possível questionar uma portaria, o ato pelo qual a medida foi instituída, diretamente no Supremo via ação direta de inconstitucionalidade.

“Eventual ofensa às normas constitucionais pelas regras impugnadas, se existente, seria reflexa. Não se demonstra colisão ou descumprimento direto da Constituição da República pelo conteúdo e cuidado das normas impugnadas. Seria necessário, na espécie — se possível fosse o conhecimento da presente ação, o que não é, como antes demonstrado —, exame prévio de legalidade das normas em questão, contemplando-se, nos argumentos expostos na ação, matéria de legalidade, não de constitucionalidade direta e imediata”, disse, na decisão.

O processo foi iniciado por duas associações brasileiras do setor de calçados, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e a Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal).

Ainda conforme julgou a ministra, a norma questionada afeta outras atividades econômicas, tornando insuficiente a representação das entidades do setor calçadista. “As normas impugnadas afetam empresas de comércio eletrônico que desenvolvem diversas atividades econômicas, não apenas atividades ligadas aos representados das autoras desta ação, vinculados à produção de calçados e couro em geral”, afirmou.

Fonte: r7

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Brasilia

Paulo Gustavo Gonet Branco será o 44º procurador-geral da República do país

por Redação 18 de dezembro de 2023

O subprocurador-geral da República Paulo Gonet será o 44º procurador-geral da República do país. Ele foi aprovado depois de sabatina no Senado na última quarta-feira (13), por 65 votos favoráveis, 11 contrários e 1 abstenção, e nomeado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na sexta-feira (15). A posse dele está marcada para esta segunda-feira (18).

No Ministério Público Federal (MPF), onde ingressou por concurso público em 1987, Gonet é o atual vice-procurador-geral eleitoral. Ele foi responsável por elaborar o parecer do Ministério Público para que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) declarasse a inelegibilidade de Jair Bolsonaro (PL) pela conduta do ex-presidente em encontro com embaixadores no Palácio da Alvorada em julho de 2022. Na ocasião, Bolsonaro levantou suspeitas sobre as urnas eletrônicas sem apresentar provas e atacou o sistema eleitoral brasileiro.

“Não me embaçou a visão para o principal: a percepção de que o direito foi feito para as pessoas, devendo ser tratado como instrumento indispensável para que todos possam, com autonomia, buscar a realização como seres humanos responsáveis pela própria vida e corresponsáveis pela história do nosso tempo”, discursou Gonet na sabatina no Senado.

Na prática, como PGR, Gonet poderá propor investigações e denúncias contra autoridades com foro privilegiado. Além disso, terá que se manifestar em inquéritos que envolvem o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e em eventuais ações contra o presidente Lula.

Fonte: r7

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STF

‘Conseguimos colocar na Suprema Corte um ministro comunista’, diz Lula sobre Dino no STF; veja o vídeo

por Redação 15 de dezembro de 2023

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, na noite desta quinta-feira (14), que está feliz por “colocar na Suprema Corte um ministro comunista”. (veja o vídeo acima) Flávio Dino, o atual ministro da Justiça e Segurança Pública, foi indicado por Lula no fim de novembro e recebeu o aval do Senado nesta quarta (13).

“Vocês não sabem como estou feliz hoje. Pela primeira vez na história deste país nós conseguimos colocar na Suprema Corte um ministro comunista, um companheiro da qualidade do Flávio Dino”, declarou Lula em um discurso.

A declaração do presidente ocorreu durante a 4ª Conferência Nacional de Juventude, ocasião em que o presidente assinou um decreto que dobra a quantidade de integrantes no Conselho Nacional de Juventude (Conjuve). Com a medida, o grupo, atualmente composto de 30 conselheiros, passará a ter 60 membros — dos quais 20 são do poder público e 40 da sociedade civil.

Lula recebeu o futuro ministro do STF no Palácio do Planalto na tarde desta quinta, ao lado de Paulo Gonet, que será o novo procurador-geral da República (PGR). Gonet também foi aprovado pelo Senado nesta quarta-feira.

Lula indicou Dino para o STF e Gonet para a PGR, em 27 de novembro. As vagas foram abertas no fim de setembro, quando Rosa Weber se aposentou do Supremo e Augusto Aras terminou o mandato à frente da Procuradoria-Geral da República.

Dino deixará o posto de ministro da Justiça e Segurança Pública para integrar o Supremo. Ele declarou que a posse pode ser em 22 de fevereiro. A afirmação foi feita nesta quinta (14), depois de uma reunião com o presidente do STF, o ministro Luís Roberto Barroso, e membros da Corte.

O ministro da Justiça agradeceu ao Senado pelo “aprendizado”. “Debate democrático engrandece. Houve uma convergência entre a manifestação do Lula e o Legislativo.”

Gonet deve assumir a PGR na próxima segunda-feira (18), como informou a procuradora-geral interina, Elizeta Ramos, no plenário do Supremo.

Aprovações
O plenário do Senado aprovou o nome de Flávio Dino na noite desta quarta-feira (13) — com 47 votos favoráveis, 31 contrários e duas abstenções. Gonet recebeu 65 “sim” e 11 “não”, e houve uma abstenção.

Antes do plenário, na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), Gonet foi aprovado por 23 votos a 4, enquanto Dino teve 17 posicionamentos favoráveis e 10 contrários.

Dino usou a sabatina na CCJ para defender sua experiência não só jurídica, mas política. Ele criticou decisões monocráticas em julgamentos que declarem leis inconstitucionais, tema debatido no Senado em uma proposta de emenda à Constituição que conta com o amplo apoio dos parlamentares.

O futuro ministro do STF foi juiz federal (1994-2006), deputado federal (2007-2011), presidente da Embratur (2011-2014) e governador do Maranhão (2014-2022) e, atualmente, é ministro da Justiça e Segurança Pública e senador licenciado.

O futuro procurador-geral da República é bacharel e doutor em direito pela Universidade de Brasília (UnB), além de mestre em direitos humanos pela Universidade de Essex, na Inglaterra. Ele já passou pelos cargos de assessor do ministro do STF Francisco Rezek, procurador-geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e conselheiro superior do Centro de Altos Estudos em Controle e Administração Pública do Tribunal de Contas da União (TCU). Membro efetivo do Ministério Público Federal (MPF), foi promovido em 2012 ao cargo de subprocurador-geral da República.

Para Lula, ‘é preciso mais ministros’
Lula, cujo governo tem 38 ministérios, também afirmou que a quantidade de pastas é pequena.

“É preciso parar de acreditar quando a imprensa fala que tem muito ministro. Tem pouco ministro, porque é preciso mais ministros para cuidar de mais assuntos. Por que as mulheres, os direitos humanos, a pesca, cidades não podem ter ministério? Ainda falta construir mais coisas”, afirmou.

“A coisa mais barata do mundo é ter ministros envolvidos com os movimentos sociais, para trazer para dentro das reuniões do governo o sentimento de quem mora nas periferias e no interior, que muitas vezes nasce e morre sem ter chance de dar um único palpite.”

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Brasil

STF libera para julgamento recurso sobre ‘revisão da vida toda’ do INSS; data ainda será marcada

por Redação 14 de dezembro de 2023

O Supremo Tribunal Federal (STF) liberou para julgamento o recurso do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) sobre a chamada “revisão da vida toda” das contribuições à Previdência Social.

Ainda não há data para a análise, que deve ficar para o ano que vem, uma vez que a Corte entra de recesso em 19 de dezembro.

A “revisão da vida toda” permite aos segurados escolher a regra mais vantajosa para o cálculo da aposentadoria. Antes, só eram consideradas as contribuições a partir de julho de 1994, início do Plano Real, o que prejudicava os beneficiários que tiveram salários mais altos antes desse período. Com a medida, toda a vida contributiva pode ser considerada no cálculo da aposentadoria e de outros benefícios do INSS, com exceção do auxílio-maternidade. A regra só vale para quem se aposentou nos últimos dez anos, desde que tenha dado entrada no pedido de aposentadoria antes da reforma da Previdência de 2019.

No início do mês, o ministro Alexandre de Moraes pediu destaque e suspendeu o julgamento, que estava no plenário virtual. Quando ocorre pedido de destaque, a decisão é levada ao plenário físico da Corte e recomeça.

Entre as teses apresentadas pelos ministros, a que teve mais votos foi a de Cristiano Zanin, que votou por haver um novo julgamento. O voto de Zanin foi acompanhado por Luís Roberto Barroso e Dias Toffoli.

A agora ministra aposentada Rosa Weber tinha votado para fixar que o efeito da decisão teria como marco o dia 17 dezembro de 2019, quando o STJ confirmou o direito à correção aos aposentados. Ela foi seguida por Edson Fachin e Cármen Lúcia.

O relator, Alexandre de Moraes, defendeu no voto dele a ideia de que haja a permissão aos aposentados de escolher a regra de aposentadoria que lhes seja mais favorável.

Em dezembro de 2022, o STF se decidiu pela aplicação da regra mais vantajosa à revisão do recebimento de segurados que tivessem pedido a aposentadoria antes da lei que criou o fator previdenciário e alterou a forma de apuração dos salários de contribuição para efeitos do cálculo de benefício.

Contra a decisão, o INSS apresentou um recurso (embargo de declaração) em maio deste ano. O instituto argumenta que somente a partir do julgamento do embargo de declaração será possível definir o número de benefícios a ser analisados, estimar o impacto financeiro e mensurar as condições estruturais necessárias ao cumprimento da decisão, bem como apresentar um cronograma de implementação.

Fonte: r7

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STF

Senado aprova indicação de Flávio Dino para o Supremo Tribunal Federal

por Redação 14 de dezembro de 2023

O plenário do Senado aprovou o nome de Flávio Dino, na noite desta quarta-feira (13) — com 47 votos favoráveis, 31 contrários e duas abstenções —, para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Dino foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para o posto em novembro. Ele assumirá a vaga aberta com a aposentadoria de Rosa Weber. Ainda não há uma definição de quem substituirá o jurista no comando do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Dino usou a sabatina na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), mais cedo, para defender sua experiência não só jurídica, mas política, para ocupar uma das cadeiras do Supremo. Ele foi aprovado na comissão por 17 votos a 10. O indicado criticou decisões monocráticas em julgamentos que declarem leis inconstitucionais, tema debatido no Senado em uma proposta de emenda à Constituição que conta com o amplo apoio dos parlamentares.

“Se a lei é aprovada neste Parlamento, de forma colegiada, o desfazimento, salvo em situações excepcionalíssimas, não pode se dar por decisões monocráticas”, afirmou. Ele também garantiu que atuará para que o Judiciário não enfraqueça a legalidade de atos administrativos. “Fui gestor, e por isso considero que essa experiência ilumina o cumprimento dessa segunda presunção.”

No relatório apresentado à CCJ sobre a indicação de Dino, o senador Weverton Rocha (PDT-MA) destacou o currículo de Dino em cargos públicos. “Trata-se de uma figura reconhecida e admirada nos mundos jurídico e político. Ex-professor de duas universidades federais (UFMA e UnB), mestre em direito, ex-juiz, senador, ministro de Estado, ex-governador, alguém que teve experiências exitosas no exercício de funções dos três poderes da República”, justificou o parlamentar.

O futuro ministro do STF foi juiz federal (1994-2006), deputado federal (2007-2011), presidente da Embratur (2011-2014) e governador do Maranhão (2014-2022) e, atualmente, é ministro da Justiça e Segurança Pública e senador licenciado.

Fonte: r7

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STF

Dino defende experiência política para atuar no STF e critica decisões monocráticas

por Redação 13 de dezembro de 2023

O indicado para a vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e atual ministro da Justiça, Flávio Dino, usou a fala inicial durante a sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado para defender a experiência não só jurídica, mas política, para ocupar uma das cadeiras da Suprema Corte e criticou decisões monocráticas em julgamentos que tornem leis inconstitucionais, tema que é debatido no Senado em uma proposta de emenda à Constituição que conta com amplo apoio dos parlamentares.

“Se a lei é aprovada neste Parlamento, de forma colegiada, o desfazimento, salvo em situações excepcionalíssimas, não pode se dar por decisões monocráticas”, defendeu Dino, e afirmou que o assunto será uma das pautas caso ele seja aprovado para ser ministro do Supremo.

Dino também disse que vai atuar para que o Judiciário não enfraqueça a legalidade de atos administrativos. “Fui gestor, e por isso considero que essa experiência ilumina o cumprimento dessa segunda presunção.” Entre os compromissos, o sabatinado defendeu, ainda, a presunção da inocência.

Sem detalhar o currículo, o ministro citou ter enviado ao Congresso um documento com os detalhes das atuações jurídica, acadêmica e política, além de pareceres de ministros, juristas e figuras notórias que manifestavam o entendimento ao cumprimento dos requisitos constitucionais da indicação. “Não vim aqui fazer debate político. Não me cabe neste momento. Vim apenas responder ao atendimento de dois requisitos constitucionais: notável saber jurídico e reputação ilibada”, afirmou Dino.

Ao citar a carreira política, o ministro afirmou que a experiência será contributiva na vaga do STF. “Eu me sinto muito confortável de aqui estar nesta dupla condição, mas para ser examinado no que se refere aos requisitos constitucionais”, ponderou. Ele citou ministros da Suprema Corte que foram parlamentares e governadores antes de ocupar as cadeiras jurídicas para embasar o argumento e afastar a noção de que a experiência política possa enviesar decisões judiciais.

“Para ser bom julgador, a empiria, a experiência, a prática têm um lugar insubstituível. O que ofereço é a experiência de quem foi juiz federal por 12 anos, de deputado federal e senador, governador e ministro da Justiça”, afirmou Dino. Ele ainda garantiu que não vai deixar de receber políticos se for aprovado para o STF. “Não terei nenhum medo, receio e nenhum preconceito de receber políticos e políticas do Brasil.”

Currículo
Flávio Dino de Castro e Costa é formado em direito pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), onde é professor de direito constitucional, atualmente licenciado. Ele é mestre em direito público pela Universidade Federal de Pernambuco e membro da Academia Maranhense de Letras. Atuou como juiz federal por 12 anos e, em 2006, entrou para a política. Foi eleito para os cargos de deputado federal e governador e, nas últimas eleições, para uma cadeira no Senado.

Fonte: r7

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