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Uber

Emprego

Governo envia ao Congresso nesta segunda projeto para regulamentar motoristas por app

por Redação 4 de março de 2024

O governo federal vai enviar ao Congresso Nacional nesta segunda-feira (4) um projeto de lei complementar para regulamentar os serviços prestados por motoristas por aplicativos. O texto foi construído pelo Ministério do Trabalho e Emprego e, entre outras coisas, sugere um valor mínimo por hora rodada e cria uma contribuição previdenciária obrigatória, que vai ser deduzida na fonte e recolhida pelas empresas.

Às 15h, em uma cerimônia no Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vai assinar a mensagem de envio da proposta ao Congresso Nacional. O evento ocorre após acordo fechado entre um grupo de trabalho tripartite criado pelo governo federal, em maio de 2023, para tratar da regulamentação das atividades de prestação de serviços de transporte de pessoas e outras atividades executadas por intermédio de plataformas tecnológicas.

Desde o ano passado, o governo vem debatendo com os setores a proposta de fornecer garantias e direitos que considera essenciais para os profissionais exercerem suas atividades. O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, chegou a equiparar o serviço prestado por motoristas por aplicativo a “trabalho escravo”.

Inicialmente, o governo tinha a intenção de enquadrar os motoristas por aplicativo na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). No entanto, houve resistência das empresas. Com isso, o projeto deve tratar a categoria como autônoma.

R$ 17 por hora
Durante as negociações de setembro do ano passado, discutiu-se ainda o pagamento mínimo de R$ 17 por hora que as empresas pagariam aos trabalhadores, mas não houve acordo sobre esse valor.

Uma das razões foi que, para atender ao valor mínimo de contribuição para a Previdência Social, os impostos seriam calculados em 44% desse valor, o que tanto as empresas quanto os representantes dos entregadores consideraram muito alto.

Também foi discutido o critério de pagamento por hora trabalhada, que atualmente só conta o tempo de transporte das encomendas. Os trabalhadores defendiam que deveriam ser remunerados pelo tempo online, ou seja, a partir do momento em que ficam disponíveis no aplicativo para fazer entregas.

Por ser um projeto de decreto legislativo, o assunto será iniciado na Câmara. Se houver acordo entre os líderes, é possível apresentar e votar um pedido de urgência. Assim, a proposta será decidida diretamente no plenário, sem precisar passar pelas comissões. Após a análise dos deputados, o texto é enviado ao Senado para a deliberação.

Vínculo trabalhista com a Uber no STF
Na semana passada, o STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu, por unanimidade, aplicar repercussão geral na discussão sobre a existência ou não de um vínculo trabalhista entre motoristas de aplicativo e as plataformas de serviço. Isso significa que, após o fim do julgamento do mérito do caso, todos os tribunais do país devem seguir a decisão do STF após o julgamento de uma causa semelhante.

O relator da ação, ministro Edson Fachin, disse que “cabe a este Supremo Tribunal Federal conceder uma resposta uniformizadora e efetiva à sociedade brasileira acerca da compatibilidade do vinculo empregatício entre motoristas de aplicativo e a empresa criadora e administradora da plataforma digital, em face dos princípios da livre iniciativa e direitos sociais laborais encartados na Constituição da República”.

Atualmente, muitas decisões da Justiça do Trabalho consideram que os motoristas têm vínculo de emprego com as plataformas, mas o STF também já tomou decisões opostas. Em dezembro do ano passado, a Primeira Turma da Corte decidiu que não há vínculo com as plataformas. O mesmo entendimento foi adotado pelo plenário em decisões específicas.

Atualmente, de acordo com Fachin, mais de 10 mil processos tramitam na Justiça do Trabalho sobre as plataformas de transporte por aplicativo. Segundo o ministro, para serem concluídas, essas ações dependem da palavra final do STF sobre o assunto.

Fonte: r7

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Brasil

Ministro do Trabalho, Luiz Marinho diz que não acredita que Uber vá deixar o país

por Redação 9 de outubro de 2023

Quase uma semana após adotar um tom mais radical quanto à permanência da Uber no Brasil, o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou nesta segunda-feira (9) em audiência no Senado que um acordo com a empresa já está em ritmo avançado e que não acredita que a Uber vá deixar o país. Segundo Marinho, o Brasil é o primeiro mercado da empresa de transporte via aplicativo. No entanto, mesmo diante desse cenário, o ministro voltou a dizer que, se a empresa deixar o Brasil, isso não trará prejuízo. “O espaço será ocupado por outras empresas, abre para a concorrência. Nenhum espaço fica eternamente vazio”, respondeu.

No mês passado, a Uber foi condenada a pagar uma indenização de R$ 1 bilhão por danos morais coletivos e a assinar a carteira de trabalho de todos os motoristas do aplicativo no país. A decisão é do juiz Maurício Pereira Simões, da primeira instância do TRT-2 (Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região), com sede em São Paulo.

À época, a empresa informou que “não vai adotar nenhuma das medidas elencadas na sentença antes que todos os recursos cabíveis sejam esgotados” e que vai recorrer da decisão.

Luiz Marinho afirmou que houve avanços a partir dos grupos de trabalho do ministério, mas existem pontos ainda em aberto. “Não é um debate fácil. O mundo inteiro está debatendo o assunto. Estamos praticamente acordados com o setor de aplicativos de quatro rodas, transporte de pessoas, as bases estão acordadas, mas não vou divulgar enquanto não tiver o texto do acordo para poder assinar e transformar em projeto de lei e remeter ao Congresso’, disse o ministro.

Uma resolução também está em andamento com o setor dos aplicativos de entregadores. “Ainda não chegamos a um acordo, não está fácil, provavelmente vamos ter que submeter ao Congresso arbitrando sobre o que vai acontecer, porque as empresas estão muito duras”, disse Marinho.

O governo discute com os setores uma proposta das garantias e dos direitos que julga necessários para o exercício das atividades profissionais, em consenso com as companhias para as quais prestam serviço.

Fonte: r7

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Brasil

Imposto Sindical ‘não volta mais’ e ‘problema é da Uber’ se quiser sair do Brasil, diz ministro do Trabalho

por Redação 5 de outubro de 2023

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, descartou a volta do imposto sindical ao participar de uma audiência pública na Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira (4). “Isso não está em debate”, afirmou. “O imposto sindical acabou e não volta mais”, reforçou o ministro. “O que está em debate é a possibilidade de uma contribuição negocial, desde que a assembleia delibere e aprove, portanto não será obrigatória”, completou.

O imposto sindical obrigatório — equivalente a um dia de trabalho, descontado anualmente — foi extinto na reforma trabalhista aprovada pelo Congresso em 2017. Com isso, as contribuições dos empregados se tornaram opcionais.

Luiz Marinho disse que o governo deverá apresentar ao Congresso uma proposta de mudança na estrutura sindical, com novos mecanismos para o financiamento dos sindicatos patronais e de trabalhadores. “Será para os dois lados”, ressaltou.

Uber
O chefe da pasta disse ainda que “o problema é da Uber” se a empresa quiser sair do Brasil. “Primeiro, que a Uber não vai sair do Brasil. Segundo, caso queira sair, o problema é só da Uber, porque outros concorrentes ocuparão esse espaço, como é no mercado normal”, disse Marinho.

No mês passado, a empresa foi condenada a pagar uma indenização de R$ 1 bilhão por danos morais coletivos e a assinar a carteira de trabalho de todos os motoristas do aplicativo no país. A decisão é do juiz Maurício Pereira Simões, da primeira instância do TRT-2 (Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região), com sede em São Paulo.

À época, a empresa informou que “não vai adotar nenhuma das medidas elencadas na sentença antes que todos os recursos cabíveis sejam esgotados” e que iria recorrer da decisão.

Fonte: r7

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Transporte

Ônibus de SP perdem 3 em cada 10 passageiros após chegada de apps de transporte e pandemia

por Redação 7 de agosto de 2023

Nove anos após a chegada a São Paulo da Uber, a primeira empresa de transporte por aplicativo a atuar na cidade, a capital paulista viu o número de passageiros transportados por ônibus despencar. No período, marcado também pela pandemia de Covid-19 e pela inauguração de estações do Metrô, a queda foi de 29%, ou seja, quase 3 em cada 10 passageiros.

Para especialistas em transporte, vários fatores podem ajudar a explicar a mudança no perfil da mobilidade, como a popularização dos aplicativos de transporte.

A Uber chegou a São Paulo em junho de 2014. Nos 12 meses que se seguiram, os ônibus de São Paulo transportaram 2,92 bilhões de pessoas, considerando que parte dos passageiros faz mais de uma viagem.

O R7 comparou esse número com o de períodos semelhantes seguintes. Entre julho de 2022 e junho de 2023, por exemplo, foram transportados 2,07 bilhões de passageiros, uma queda de aproximadamente 29%.

Os apps foram autorizados pelo ex-prefeito Fernando Haddad (PT) por meio de um decreto, em maio de 2016. A partir de então, a queda de passageiros de ônibus foi constante. Já na pandemia, em razão das políticas de quarentena, o número de passageiros despencou — entre 2020 e 2021, o sistema teve apenas a metade dos passageiros de alguns anos antes.

Os números cresceram com o fim do isolamento social, mas ainda estão longe dos parâmetros de 2014.

Especialistas
Para o consultor em transportes Horácio Figueira, a tendência é que o número de passageiros não retorne ao patamar anterior em razão das mudanças de comportamento.

“Tem a questão do home office, que ficou para parte das empresas e dos profissionais. E os serviços de entregas, que evitam deslocamentos de passageiros”, avalia.

O especialista cita ainda a própria atratividade dos aplicativos de transporte. “Dependendo da viagem, o usuário entende que a comodidade e o preço oferecido são atrativos e há um melhor custo-benefício em relação ao transporte público. Ainda mais quando esse passageiro está acompanhado de mais pessoas”, afirma.

Para Figueira, os aplicativos não só roubaram parte das viagens do ônibus, mas também criaram novos deslocamentos que antes não eram feitos.

Empresas
Atualmente, 18 empresas estão credenciadas para atuar como app de transporte em São Paulo. Recentemente, a prefeitura até lançou um serviço próprio, o MobizapSP. O mercado, entretanto, é amplamente dominado por Uber e 99.

Segundo Horácio Figueira, o transporte público deve permanecer como prioridade das administrações públicas. Em São Paulo, ele defende investimentos em diferentes modais, especialmente em corredores de ônibus.

Metrô e crise
Para o presidente da ANTP (Associação Nacional dos Transportes Públicos), Aílton Brasiliense, o impacto do mercado de aplicativos no transporte público é certo. Mas há vários outros fatores, segundo ele.

Além da mudança de hábitos e da pandemia, ele cita a economia do país em si. Dados como PIB e número de trabalhadores empregados foram mais altos no início da década passada. Em seguida, alternaram anos de queda e de baixo crescimento, coincidindo com a redução dos passageiros de ônibus.

Ele aponta ainda a inauguração de estações e linhas de Metrô, que acabam capturando passageiros dos coletivos.

No período analisado, houve a expansão da Linha 5-Lilás até a estação Santa Cruz, conectando-se com as linhas 1-Azul e 2-Verde, além da expansão da Linha 4-Amarela até a Vila Sônia e a implantação da Linha 15-Prata (monotrilho). A Linha 9-Esmeralda de trem, administrada pela ViaMobilidade, também ganhou estações.

Prefeitura
A Prefeitura de São Paulo afirmou que, por meio da SPTrans, trabalha de forma contínua para melhorar o sistema de transporte público municipal, “tornando-o mais atrativo, confortável e ágil”. Lembrou que a gestão municipal estuda a possibilidade de implantar a tarifa zero nos ônibus de São Paulo.

A frota da cidade tem sido mantida acima da demanda apresentada desde março de 2020. Atualmente, o sistema de ônibus recebe, em média, 7,2 milhões de embarques de passageiros por dia, o que representa 78% dos passageiros de antes da pandemia, enquanto a frota do sistema de transportes está em 93,13% em toda a cidade.

A tarifa de ônibus é mantida no valor de R$ 4,40 há três anos, “visando a garantir o acesso da população ao transporte público, sem impactar no orçamento das famílias”, segundo a administração.

Desde janeiro de 2021, 2.893 veículos mais modernos foram incorporados à frota. Além disso, até 2024, a cidade deverá contar com 2.600 veículos elétricos e ampliar a frota com ar-condicionado, USB e conexão de internet por wi-fi.

Também estão sendo projetados novos corredores e terminais e implantadas faixas exclusivas que contribuem para uma maior eficiência do sistema, reduzindo o tempo de viagem. Está prevista ainda a implantação do Aquático SP, o primeiro modo de transporte hidroviário por embarcações na cidade.

Fonte: r7

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Transporte

Motorista de aplicativo é morto a facadas e suspeitos fogem sem deixar pistas em Osasco

por Redação 29 de junho de 2023

Um motorista de aplicativo de origem cubana foi morto a facadas na rua Ana Martinelli Lovera, no bairro Umuarama, em Osasco, na Região Metropolitana de São Paulo, por volta de 21h de quarta-feira (28).

A princípio a Polícia Militar foi acionada para um acidente de trânsito. No local, localizaram um carro, um Fiat Mobi prata de locadora, que colidiu contra um poste.

Ao lado do automóvel, estava Boris Luis Perez Reyes, de 54 anos, com um ferimento no pescoço. Foi constatado que se tratava de uma facada e seu óbito foi constatado no local pela médica do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência).
Após o golpe, Boris perdeu o controle do veículo, e colidiu contra um poste.

De acordo com a PM, Boris, que é motorista de aplicativo há quatro meses, fica parado nessa rua esperando corridas para realizar.

Quem cometeu o crime?
Ainda segundo a PM, a vítima, que era casada e pai de quatro filhos, teria sido surpreendida por quatro suspeitos, sendo dois homens e duas mulheres, divididos em duas motos.

Ainda não há informações do motivo do crime. O celular da vítima não foi levado e estava aberto no aplicativo da Uber. Sua CNH (Carteira Nacional de Habilitação) também foi localizada e apreendida.

Testemunhas relataram que duas motos foram vistas deixando o local do crime. Imagens de câmera de segurança flagraram a movimentação, em alta velocidade, dos veículos.

O endereço foi isolado e periciado. Até o momento ninguém foi preso.

O caso foi registrado como homicídio no 5° DP (Osasco) e o Setor de Homicídios da Delegacia Seccional do município continuará com as investigações.

Fonte: r7

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São PauloTransporte

Aplicativo de transporte da Prefeitura de SP começa a funcionar nesta quinta (23)

por Redação 23 de março de 2023

O MobizapSP, aplicativo de transporte individual da Prefeitura de São Paulo, começa a funcionar nesta quinta-feira (23). Um dos atrativos da plataforma é o fato de o serviço não ter tarifa dinâmica. Isto é, o preço não vai variar em horários de pico, como ocorre com aplicativos tradicionais.

De acordo com a gestão municipal, a estreia do aplicativo será às 12h. O trajeto deverá começar em frente ao Renaissance Hotel, na Alameda Santos, no Jardim Paulista, e irá até a sede da prefeitura, no Viaduto Jacareí, no centro da cidade.

Lançado no em 9 de março, o MobizapSP já soma 23.224 usuários e 25.866 motoristas cadastrados, e estará disponível para uso geral a partir das 13h.

A taxa de administração é de 10,95% (fixa), e é uma alternativa às plataformas como Uber e 99 que já atuam na cidade. Dessa forma, o motorista fica com 89% do valor da corrida.

O aplicativo, segundo a prefeitura, busca melhorar as condições de acessibilidade e mobilidade urbana dos munícipes, com foco em preço justo e na possibilidade de oferecer uma melhor remuneração aos motoristas parceiros.

Para os usuários que desejam fazer o cadastro, é preciso baixar o aplicativo “mobizapSP Passageiro”, que já está disponível para sistemas Android ou iOS. Após essa etapa, é necessário preencher as informações pessoais como, por exemplo, nome, número de telefone e e-mail.

A plataforma é voltada apenas para as viagens que tenham como partida vias na cidade de São Paulo. O destino varia de acordo com cada cliente, que pode ser em outras cidades. As corridas podem ser pagas por meio de dinheiro, cartões de crédito, débito e crédito no aplicativo.

Fonte: r7

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São PauloTransporte

Prefeitura decreta proibição de uso de moto no transporte de passageiros pela Uber

por Redação 7 de janeiro de 2023

A prefeitura de São Paulo publicou no Diário Oficial da Cidade, neste sábado (7), o decreto que suspende temporariamente a utilização de motocicletas para o transporte remunerado de passageiros por aplicativos. A Uber havia iniciado a oferta do serviço nesta semana na capital paulista.

A reunião que selou a decisão foi feita na última sexta-feira (6), de forma virtual, e contou com representantes das secretarias municipais da Subprefeituras, Urbanismo e Licenciamento, Infraestrutura e Obras, Fazenda e Saúde. Os secretários executivos do CMUV (Comitê Municipal de Uso do Viário) e Setram (Transporte e Mobilidade Urbana) também estiveram presentes.

Após deliberações, os representantes aprovaram a proposta de suspensão temporária. Em nota, a prefeitura paulistana informou que “a segurança dos motociclistas, a redução no número de acidentes fatais no trânsito e o impacto no sistema público de saúde são preocupações do prefeito Ricardo Nunes indicadas no decreto”.

A administração pública já havia encaminhado um ofício à Uber para que suspendesse o Uber Moto até a reunião entre a empresa e representantes públicos.

Leia a nota da Prefeitura de São Paulo
“A Prefeitura de São Paulo irá suspender, temporariamente, a utilização de motocicletas para o transporte remunerado de passageiros por aplicativos.

A determinação consta do decreto do prefeito Ricardo Nunes, que será publicado neste sábado (7) no Diário Oficial.

A segurança dos motociclistas, a redução no número de acidentes fatais no trânsito e o impacto no sistema público de saúde são preocupações do prefeito Ricardo Nunes indicadas no decreto.

A redução no número de óbitos por sinistros no trânsito consta, inclusive, como meta 39 do Programa de Metas da Prefeitura.

O objetivo é reduzir o número de casos fatais por 100 mil habitantes, que, em dezembro de 2021, indicava 6,21 para 4,5 em 2024.

A administração já adota diversas ações de segurança voltadas aos motociclistas, como a Faixa Azul, instalada na Avenida 23 de Maio e na Avenida Bandeirantes.

A partir da proibição, em decreto, um Grupo de Trabalho será formado para debater o tema com representantes da Secretaria da Casa Civil, da Secretaria Executiva de Transporte e Mobilidade Urbana (SETRAM), do Comitê Municipal de Uso do Viário (CMUV) e da empresa Uber. O objetivo será discutir sobre como a atividade pode ser oferecida de forma legal e com a maior segurança possível para todos os envolvidos.

Os representantes vão analisar o serviço, que ainda depende de regulamentação municipal, com base em estudos e dados, e contará com a ampla participação de empresas interessadas, especialistas e representantes da categoria.

A Prefeitura de São Paulo e o Governo do Estado tambêm estudam uma parceria para reduzir a fila de espera de cirurgias ortopédicas na cidade.

O assunto foi pauta da reunião entre o prefeito Ricardo Nunes e o governador Tarcísio de Freitas realizada ontem (5) no Palácio dos Bandeirantes. A gestão municipal apresenta 88.945 pacientes para cirurgia em várias especialidades, como joelho, quadril, ombro, cotovelo, coluna, pé e mão. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, da Secretaria Municipal de Saúde, registrou 11.795 ocorrências com automóveis versus motos e bicicletas em 2022 e 12.385 em 2021.

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) indicou um número de 402 vítimas fatais por acidentes de motocicletas em 2020.”

Entenda o caso
A Prefeitura de São Paulo pedia à Uber a suspensão imediata do serviço de viagens de moto, lançado nesta quinta-feira (5), por falta de regulamentação.

O prefeito Ricardo Nunes (MDB) afirmou que foi pego de surpresa pelo anúncio da empresa, já que o órgão municipal não foi oficialmente notificado em nenhum momento.

De acordo com Nunes, o CMUV (Comitê Municipal de Uso do Viário) entraria em contato com a multinacional americana para pedir a suspensão imediata do serviço e marcar uma reunião, onde serão discutidas as questões de mobilidade e segurança das viagens.

Ainda segundo o prefeito, a decisão sobre autorizar ou não a modalidade seria tomada somente após a conversa com os representantes da empresa.

Além disso, o secretário de Transporte e Mobilidade Urbana, Gilmar Pereira Miranda, foi escolhido por Nunes para solicitar um estudo sobre como as viagens de moto com passageiros funcionam em outras cidades, com o objetivo de entender os impactos da implantação do serviço.

O que diz a Uber
A Uber afirmou, em nota, que oferece o serviço por meio de seus aplicativos com base na Lei Federal 12.587/2012, da Política Nacional de Mobilidade Urbana, que autoriza o “transporte privado individual em motocicletas”.

De acordo com a empresa, a norma estabelece os limites para a regulamentação do serviço pelos municípios, mas não faz distinção quanto ao tipo de veículo. “É comum que a atividade seja desempenhada com automóveis, mas isso não significa que este seja o único modal permitido”, afirmou.

A multinacional destacou ainda que defende a coexistência de novas opções de mobilidade trazidas pela tecnologia para que o consumidor tenha mais possibilidades de escolha.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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