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vacina

GuarulhosSaúde

Guarulhos prorroga a campanha de vacinação contra a gripe

por Redação 31 de maio de 2023

A Prefeitura de Guarulhos prorroga a partir desta quinta-feira (1°) a campanha de vacinação contra a gripe no município até o dia 30 de junho. Toda a população com mais de seis meses de idade pode receber o imunizante, que está disponível no Ambulatório da Criança, no Centro, e em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS), exceto na Cavadas, que passa por reformas.

A decisão foi tomada pela Secretaria Municipal da Saúde nesta terça-feira (30) após o governo do Estado de São Paulo confirmar a prorrogação da campanha em razão da baixa cobertura vacinal, que atualmente está em 32,9% em todo o Estado.

Desde o início da imunização contra o vírus influenza, Guarulhos aplicou 178.560 doses do imunobiológico, o que representa 33,34% de cobertura vacinal no município. Com a nova data, a Secretaria da Saúde pretende intensificar ainda mais as ações para alcançar a meta de imunizar 90% do público elegível.

Imunização

A Prefeitura reforça que a vacina contra o vírus influenza é segura e eficaz. Devido à alta capacidade de mutação do vírus, que modifica suas características ao longo do tempo, é fundamental realizar a imunização anualmente, visto que a cepa H1N1 utilizada em 2023 é diferente daquela empregada na produção das vacinas no ano anterior.

No caso das gestantes, a vacina não representa riscos adicionais. Estudos indicam que, além dos benefícios para as mulheres, a imunização contra o vírus influenza proporciona uma proteção superior a 60% nos primeiros seis meses de vida dos bebês nascidos de mães vacinadas. O imunizante pode ser administrado em qualquer momento da gestação e também no puerpério, que é o período de 45 dias após o parto.

O vírus

A gripe é uma infecção aguda do sistema respiratório com grande potencial de transmissão que é responsável por elevadas taxas de hospitalização em todo o Brasil. Dentre as variantes, influenza A e B são as principais causadoras de epidemias sazonais, sendo o vírus influenza A responsável por grandes pandemias. Dentre os subtipos do vírus influenza A, atualmente o H1N1 e o H3N2 são os que circulam de maneira sazonal e infectam humanos.

A Secretaria da Saúde alerta para os principais sintomas da gripe, que são febre, tosse, dor na garganta, no corpo e na cabeça. Em caso de suspeita o munícipe deve se dirigir a um dos serviços de pronto-atendimento de Guarulhos, cujos endereços podem ser consultados em www.guarulhos.sp.gov.br/servicos-de-pronto-atendimento-e-upas, para receber o suporte médico necessário.

Serviço

Durante a campanha contra o vírus Influenza o horário de vacinação nas UBS de Guarulhos será das 8h às 16h. A unidade Flor da Montanha, entretanto, fará vacinação até as 19h, enquanto que o Ambulatório da Criança e as UBS Vila Galvão, Paraventi e Tranquilidade atenderão até as 18h.

Os endereços das UBS de Guarulhos podem ser consultados em www.guarulhos.sp.gov.br/unidades-basicas-de-saude-ubs. Já o Ambulatório da Criança está localizado na rua Osvaldo Cruz, 151, Centro.

Imagem: Divulgação/PMG

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BrasilPet

Suspensão de vacina contra leishmaniose preocupa tutores de cães que receberam imunizante

por Redação 24 de maio de 2023

Tutores de cães que foram vacinados recentemente contra leishmaniose no Brasil estão apreensivos com possíveis efeitos colaterais vindos do imunizante Leish-Tec. Nesta terça-feira (23), a fabricante anunciou a suspensão temporária da venda de todos os lotes do produto após identificar “desvios” em parte deles. A empresa, entretanto, não informou quais foram os problemas detectados no medicamento que é o único disponível no país contra a doença.

O golden retriever Woody, de 2 anos, foi um dos animais que receberam uma injeção vinda de um dos seis lotes que apresentaram problemas. O economista Victor Balestrassi, de 34 anos, tutor do cão, conta que a vacina foi aplicada em fevereiro deste ano. Em seguida, o animal teve um ataque alérgico que não foi controlado por completo até hoje.

“O corpo do Woody empolou todo, em um nível fora do normal. Ele começou a se coçar muito, a ponto de abrir feridas na pele. Eu o levei ao veterinário, começamos o tratamento para alergia, só que a crise nunca mais passou. Até hoje ele se coça bastante. Então comecei a buscar novos tratamentos, além de trocar a ração e xampu. Ainda assim persiste”, relata o morador de Itabira, a 110 km de Belo Horizonte.

Balestrassi calcula que a nova rotina de tratamentos dobrou os gastos mensais que ele tem com o companheiro de quatro patas. Atualmente, o cão faz uso de melatonina como tranquilizante para reduzir as coceiras enquanto dorme.

A médica-veterinária que acompanha Woody, que prefere não ser identificada, pondera que o cão já apresentou problemas de pele em outras oportunidades antes de ser vacinado. A especialista, no entanto, não descarta que a enfermidade possa ter se agravado com o imunizante. Quando recebeu as primeiras doses, o cão não apresentou reação como agora.

“Realmente este foi [o quadro de dermatite] mais longo que o Woody teve, até com mais feridas. Então tivemos que fazer o controle com prednisona [anti-inflamatório], o que normalmente não fazemos, disse a médica-veterinária.

A especialista avalia que a falta de informações sobre os problemas identificados na vacina é um dos fatores que têm preocupado mais os tutores. “Estamos um pouco traumatizados ainda por causa do caso dos petiscos contaminados e as coisas ficaram um pouco no escuro, sem saber por que [os lotes da vacina] estão sendo recolhidos”, comenta.

“É inegável a importância da vacina porque ela é a única no cenário nacional. Até 2016, a única saída para cães com leishmaniose era a eutanásia. Quando se tira ela do mercado, é uma ferramenta a menos para lidar com a doença”, conclui a médica-veterinária.

Após receber, nesta terça-feira, o comunicado da Ceva Saúde Animal, responsável por produzir a vacina, a própria especialista avisou Victor Balestrassi de que o medicamento aplicado em Woody faz parte do lote que, segundo a fabricante, possui “desvios”.

O ofício da Ceva aponta falha em seis lotes. São eles: 029/22, 037/22, 043/22, 044/22, 060/22, 004/23.

Balestrassi informou à reportagem que acionou a Ceva e ainda não conseguiu conversar com representantes da empresa. O R7 procurou a fabricante para saber quais são as cidades que receberam os lotes citados, mas aguarda retorno. A reportagem também aguarda resposta do Mapa (Ministério da Agricultura e Pecuária) sobre o caso.

No comunicado divulgado aos parceiros, a Ceva informou que optou por suspender a venda de todos os lotes preventivamente.

“A empresa está tomando ações internas para identificar as razões dos desvios e corrigir a situação o mais breve possível, esperando ter novas definições nas próximas semanas. A Ceva seguirá tomando as medidas necessárias para continuar garantindo a qualidade de seus produtos e o compromisso com seus clientes. Assim que possível, retornaremos com mais informações”, informou a fabricante em nota.

Proteção
A vacina contra leishmaniose canina é indicada para os cachorros da seguinte forma: três doses iniciais com intervalos de 21 dias entre elas. Em seguida, um reforço a cada ano.

O presidente da Sociedade Mineira de Medicina Veterinária, Victor Márcio Ribeiro, explica que a Leish-Tec é usada para a prevenção da doença e no tratamento de animais já infectados. Os tratamentos, no entanto, não vão ser interrompidos pois há outros medicamentos que auxiliam.

Ribeiro ainda destaca que casos leves de reações em função do medicamento são comuns. Entretanto, até então, os registros não eram alarmantes e não demandavam suspender o uso do produto.

“Ainda estamos na expectativa de entender como será feito a partir de agora, porque estamos sem a única vacina do país. Vamos debater sobre isso no congresso da categoria nesta semana no nordeste”, disse.

Ribeiro adverte que para evitar o crescimento de contaminações, é importante aumentar o controle do vetor da doença, que são os flebotomíneos, também conhecidos como mosquito-palha. A doença é transmitida por meio da picada da fêmea do inseto, que se alimenta de sangue.

“Temos que evitar que os cães estejam presentes em terrenos mais úmidos, onde haja sombra e matéria orgânica, onde a fêmea costuma se reproduzir”, sugere Ribeiro.

Sintomas
Segundo a FioCruz (Fundação Oswaldo Cruz), a maioria dos cães não apresenta sintomas clínicos da leishmaniose. Quando ocorrem sinais da doença, os mais comuns são:

  • Apatia (desânimo, fraqueza, sonolência);
  • Perda de apetite;
  • Emagrecimento progressivo;
  • Feridas na pele, no focinho, orelhas, articulações e cauda que demoram a cicatrizar;
  • Descamação e perda de pelos;
  • Crescimento exagerado das unhas;
  • Problemas oculares;
  • Diarreia com sangue;
  • Paresia dos membros posteriores.

Fonte: r7

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São PauloSaúde

São Paulo abre campanha de vacinação contra gripe para novos grupos nesta segunda-feira

por Redação 17 de abril de 2023

A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal da Saúde, amplia a partir da próxima segunda-feira (17) a vacinação contra o vírus influenza, causador da gripe, a novos grupos prioritários.

Poderão se imunizar profissionais da saúde; profissionais da educação; pessoas com deficiência permanente ou com comorbidades; profissionais de transporte coletivo rodoviário, de passageiros urbano e de longo curso; profissionais portuários; trabalhadores das forças de segurança e salvamento, das forças armadas e do sistema prisional; além da população privada de liberdade, incluindo adolescentes em medidas socioeducativas.

Desde a última segunda-feira (10), primeiro dia da vacinação na cidade, até esta quinta (13), 218.713 pessoas já receberam o imunizante. Ao todo, 2.071.000 doses foram destinadas pelo Ministério da Saúde ao município para serem aplicadas inicialmente nos grupos prioritários, sendo 582 mil recebidas nesta sexta-feira (14). Em 2022, foram vacinadas 4.457.341 pessoas.

Além dos novos grupos, também estão sendo vacinadas pessoas com mais de 60 anos de idade, crianças (com idade a partir de 6 meses e menores de 6 anos), gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), imunossuprimidos e indígenas.

“Essa ampliação aos grupos de profissionais com maior exposição ao vírus da gripe é muito importante para proteção individual e coletiva das pessoas com as quais convivem e atendem diariamente”, lembra o secretário municipal da Saúde, Luiz Carlos Zamarco.

O imunizante está disponível em todas as UBSs (Unidades Básicas de Saúde), com funcionamento de segunda-feira a sexta-feira, das 7h às 19h, e nas AMAs (Assistências Médicas Ambulatoriais) Integradas, que atendem das 7h às 19h, inclusive aos sábados e feriados.

Fonte: r7

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GuarulhosSaúde

Vacina da gripe começa a ser aplicada hoje no SUS em todo o país; veja quem pode tomá-la

por Redação 10 de abril de 2023

A campanha de vacinação contra a gripe começa nesta segunda-feira (10) em todo o Brasil. O objetivo do Ministério da Saúde neste ano é imunizar 81,7 milhões de pessoas que fazem parte dos grupos prioritários e estão aptas a receber a vacina no SUS.

A vacinação foi antecipada na região Norte, onde começou em março, devido ao período de chuva e aumento dos casos de influenza a partir de abril.

Com a aproximação do inverno no Sul, Sudeste e Centro-Oeste, é esperado também um crescimento do número de infecções pelo vírus da gripe, daí a importância da vacinação neste momento.

Podem se vacinar nos postos de saúde indivíduos que se encaixem nos seguintes grupos:

  • pessoas com mais de 60 anos;
  • crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias);
  • gestantes e puérperas;
  • pessoas com deficiência;
  • pessoas com comorbidades;
  • povos indígenas, ribeirinhos e quilombolas;
  • trabalhadores da saúde;
  • integrantes das Forças Armadas;
  • profissionais das forças de segurança e salvamento;
  • caminhoneiros;
  • professores;
  • profissionais de transporte coletivo;
  • profissionais portuários;
  • profissionais do sistema de privação de liberdade;
  • população privada de liberdade;
  • adolescentes e jovens de 12 a 21 anos em medidas socioeducativas.

Em relação aos bebês e crianças, o ministério diz que aqueles que já receberam pelo menos uma dose nos anos anteriores devem tomar somente uma injeção neste ano.

Para crianças indígenas ou com comorbidades, é possível a vacinação até 9 anos incompletos.

Crianças que serão vacinadas pela primeira vez devem tomar o esquema de duas doses, com intervalo de 30 dias entre elas.

No informe técnico da vacinação, a pasta ressalta que os grupos prioritários são “atores sociais importantes no processo de prevenção e controle da influenza”.

A meta do governo é vacinar 90% de cada um desses grupos, mas é algo que tem sido difícil de atingir nos últimos anos. Em 2022, a cobertura média para todos eles foi de 68,1%.

A sobra de vacinas em muitos locais faz com que os municípios as ofereçam para quem não faz parte dos grupos prioritários, o que normalmente ocorre na metade do ano.

Até lá, quem não faz parte do público-alvo e deseja se vacinar deve fazê-lo na rede privada.

Para o pediatra infectologista Renato Kfouri, vice-presidente da SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações), a percepção de risco sobre a gripe é o que influencia na adesão à vacina anualmente.

“Em geral, como a maioria das temporadas não é tão grave, na maior parte das vezes atingir a cobertura vacinal não é tão fácil. […] O grande desafio é conseguir comunicação e convencimento da população a se vacinar, mesmo com essa percepção de risco baixa. Para todas as vacinas é assim. Com a gripe não é diferente”, explica.

Porém, o médico lembra que já houve anos, como 2016, em que o grande número de hospitalizações por gripe levou a uma corrida aos postos de saúde de pessoas em busca da vacina.

“Aí você tem busca exagerada por vacinas, a campanha é concretizada em quatro, seis semanas. As clínicas privadas vendem muitas vacinas, filas nas portas…”

A vacina

Anualmente, a vacina contra a gripe é atualizada, conforme orientação da OMS (Organização Mundial da Saúde) para incluir as cepas do vírus influenza que devem predominar na estação.

Neste ano, o imunizante trivalente produzido pelo Instituto Butantan oferece proteção contra duas cepas de influenza A – A/Sydney/5/2021 (H1N1) pdm09 e A/Darwin/9/2021 (H3N2 – e outra de influenza B – B/Áustria/1359417/2021 (linhagem B/Victoria).

“A vacina influenza pode ser administrada na mesma ocasião de outras vacinas do Calendário Nacional de Vacinação e também com outros medicamentos, procedendo-se às administrações com seringas e agulhas diferentes em locais anatômicos distintos”, salienta o Ministério da Saúde.

Quem precisar tomar também a vacina contra a Covid-19 ou outra pode fazê-lo no mesmo dia.

Indivíduos com alergia grave a ovo devem receber a vacina sob supervisão médica. Quem estiver com sintomas de Covid-19 ou febre deve esperar a melhora do quadro para se vacinar.

Risco
A gripe continua a ser uma doença que preocupa em todo o mundo, principalmente quando ela afeta pessoas mais vulneráveis, como idosos, crianças e indivíduos que tenham o sistema imunológico comprometido por doenças ou tratamentos de saúde.

Em 2022, o Ministério da Saúde contabilizou mais de 10,5 mil internações por síndrome respiratória aguda grave causada pelo vírus influenza. No mesmo período, 1.348 óbitos por complicação respiratória foram associados à gripe.

Os idosos são os mais vulneráveis, segundo os dados do governo, representando quase metade de todos os registros de influenza no ano passado. Ainda assim, a cobertura vacinal desse grupo ficou em torno de 70% em 2022.

“Tradicionalmente, quase na média de todos os últimos anos, de 70% a 75% dos óbitos por influenza que temos no país ocorrem nesses grupos elegíveis para a vacinação”, alerta Kfouri.

Gripe
Os quadros de gripe têm início subitamente e se manifestam com sintomas como febre, calafrios, dores no corpo e de cabeça, tosse, coriza, dor de garganta e mal-estar geral.

Segundo o Manual MSD de Diagnóstico e Tratamento, “a maioria dos sintomas melhora depois de dois ou três dias. No entanto, às vezes a febre pode durar até cinco dias. Os sintomas de tosse, fraqueza, suores e cansaço prolongam-se durante vários dias ou ocasionalmente semanas”.

“Em algumas circunstâncias, principalmente nos grupos de maior risco, a doença pode evoluir para complicações respiratórias — a exemplo da pneumonia viral ou bacteriana —, levar à descompensação da doença de base, no caso de pessoas com condições crônicas, e até mesmo ao óbito. Além da saúde individual e coletiva, estudos realizados nos Estados Unidos demonstram que a gripe causa prejuízos econômicos na casa dos bilhões de dólares anuais, não apenas pelos custos com hospitalização, mas pela perda de vidas e a queda de produtividade devido à falta ao trabalho”, afirma em nota a SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações).

A vacinação é a melhor forma de prevenir o agravamento. Ainda assim, algumas pessoas com a saúde mais fragilizada podem precisar tomar antiviral. O oseltamivir (Tamiflu) está disponível no SUS mediante prescrição médica.

É importante ficar atento aos sinais de complicação da gripe, como falta de ar e persistência da febre, que podem indicar um quadro de pneumonia, o que requer atendimento médico imediato.

Fonte: r7

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Covid: apenas um em cada quatro idosos aptos com mais de 70 anos tomou reforço com vacina bivalente

por Redação 28 de março de 2023

Passado um mês desde que o Ministério da Saúde começou a campanha para aplicar a vacina bivalente contra a Covid-19 em grupos mais vulneráveis ao agravamento da doença, apenas um em cada quatro idosos com mais de 70 anos elegíveis para receber o imunizante o haviam tomado até o dia 26 de março.

O critério de elegibilidade é ter o esquema vacinal completo, com pelo menos duas doses da vacina monovalente, sendo que a última delas deve ter sido administrada com um intervalo mínimo de quatro meses.

Os primeiros grupos a serem chamados foram os de idosos acima de 70 anos, indivíduos imunocomprometidos, residentes de lares de longa permanência e seus funcionários, indígenas, população ribeirinha e quilombola.

Em relação aos idosos com mais de 70 anos, o governo estima que 14 milhões de pessoas possam receber a vacina bivalente, mas até agora somente 3,3 milhões (23,4% do total) procuraram os postos para atualizar a caderneta, conforme um levantamento feito pelo R7 com base nos dados disponíveis até o momento.

As coberturas estão baixas também para os demais grupos que foram convocados inicialmente. De 1,3 milhão de imunocomprometidos, 163,9 mil (11,9%) tomaram a vacina bivalente, patamar semelhante ao dos residentes em lares de longa permanência (11,2%).

A primeira fase da vacinação tinha como alvo 18,7 milhões de pessoas, que fazem parte dos grupos acima. Desse total, apenas 3,6 milhões (19,4%) tomaram o reforço com a vacina bivalente.

No dia 18 de março, o Ministério da Saúde liberou o imunizante para todo o grupo prioritário e passou a incluir também gestantes e puérperas, idosos com mais de 60 anos e profissionais da saúde, por exemplo — um adicional de 35,5 milhões de pessoas.

Nesse último grupo 2,5 milhões (7,1%) já se imunizaram, sendo o de idosos acima de 60 anos o que tem a maior cobertura: 12,7%.

Somente 4,2% dos trabalhadores da saúde tomaram a vacina e 0,75% das gestantes e puérperas.

Ao todo, dos 54,2 milhões de brasileiros aptos a tomar a bivalente, cerca de 6,2 milhões (11,4%) se imunizaram.

“Nós já temos todas as vacinas, e a gente pode adotar aquela estratégia em bloco, quer dizer, todo mundo que está no grupo prioritário pode comparecer à unidade de saúde, observando, na sua cidade, como está sendo essa chamada”, disse no dia 18 a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do ministério, Ethel Maciel.

Um dos motivos apontados por especialistas em imunizações ouvidos pela reportagem para a baixa procura por vacinas contra a Covid-19 é a menor percepção de risco por parte da população.

Além disso, também existe dificuldade de convencimento das pessoas acerca da necessidade de manter o esquema de doses atualizado, especialmente em um cenário de desinformação nas redes sociais.

O R7 procurou o Ministério da Saúde para saber quais medidas estão sendo tomadas no sentido de aumentar a cobertura vacinal contra a Covid nos grupos de risco, mas não obteve resposta até o momento.

Importância da vacinação
Os grupos determinados pelo Ministério da Saúde para receber o reforço com a versão atualizada do imunizante da Pfizer são de pessoas que, historicamente, correm mais risco, seja pela exposição, seja por condições de saúde que facilitam as complicações da Covid-19.

Sobre os idosos, por exemplo, a pasta cita um relatório da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) que revela que a partir dos 60 o risco de hospitalização e morte por Covid-19 é duas vezes maior, quando comparado à totalidade dos casos.

Nos últimos 12 meses, ocorreram 28,5 mil mortes por Covid no Brasil, segundo dados da Central Nacional de Informações do Registro Civil. Desse total, 24 mil (84,3%) foram idosos com mais de 60 anos.

O cenário deixa evidente que, mesmo com as vacinas disponíveis, essa parcela da população está mais vulnerável e, por isso, precisa de vacinas que garantam uma proteção mais robusta.

A mesma preocupação existe com os imunossuprimidos — transplantados de órgãos sólidos, indivíduos com HIV, com doenças autoimunes, em tratamento oncológico, etc.

Outro grupo com baixa cobertura vacinal até o momento, o dos indígenas, já vive “com elevada carga de morbimortalidade, com o acúmulo de comorbidades infecciosas, carências ligadas à contaminação ambiental, assim como doenças crônicas, aumentando o risco de complicações e mortes por Covid-19”, segundo o ministério.

“Doenças infecciosas nesses grupos tendem a se espalhar rapidamente e atingir grande parte da população”, salienta a pasta, acrescentando que o mesmo se aplica a comunidades ribeirinhas e quilombolas, “que tendem a apresentar uma transmissão do vírus mais intensa, considerando vários aspectos de vulnerabilidade existentes”.

Fonte: r7

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GuarulhosSaúde

Estudo mostra que Brasil está abaixo da meta de vacinação contra HPV

por Redação 26 de março de 2023

Estudo da Fundação do Câncer, divulgado para marcar o Dia Mundial da Prevenção do Câncer de Colo do Útero, celebrado neste domingo (26), revela que todas as capitais e regiões brasileiras estão com a vacinação contra o HPV (Papilomavírus humano) abaixo da meta estabelecida pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Isso significa que até 2030, o Brasil não deverá atingir a meta necessária para a eliminação da doença, que constitui problema de saúde pública. O levantamento tem como base os registros de vacinação do PNI de meninas entre 9 e 14 anos, no período de 2013 a 2021, e meninos de 11 a 14 anos, entre 2017 e 2021.

Em todo o Brasil, a cobertura vacinal da população feminina entre 9 e 14 anos alcança 76% para a primeira dose e 57% para a segunda dose. A adesão à segunda dose é inferior à primeira, variando entre 50% e 62%, dependendo da região. Na população masculina entre 11 e 14 anos, a adesão à vacinação contra o HPV é inferior à feminina no Brasil como um todo. A cobertura vacinal entre meninos é de 52% na primeira dose e 36% na segunda, muito abaixo do recomendado. A Região Norte apresenta a menor cobertura vacinal masculina, de 42% na primeira dose e de 28% na segunda. O estudo completo pode ser acessado no site da Fundação do Câncer.

Destaques
Em entrevista à Agência Brasil, a consultora médica da Fundação do Câncer e colaboradora do estudo Flávia Corrêa afirmou que há uma diferença regional marcante. “O mais preocupante é que justamente o Norte e o Nordeste, que têm as maiores taxas de incidência de mortalidade por câncer de colo de útero, são as regiões onde encontramos a menor cobertura de vacinação”. De acordo com a médica, isso acende o alerta de que é necessário investimento grande em medidas educativas para a população, para as crianças e adolescentes, pais e responsáveis e para profissionais de saúde, a fim de aumentar a cobertura.

Segundo o levantamento, a Região Norte apresenta a menor cobertura vacinal completa (primeira e segunda doses) do país em meninas: 50,2%. Entre os meninos, o percentual é de apenas 28,1%. A região também foi a que mais registrou óbitos por câncer de colo de útero no período 2016/2020: 9,6 por 100 mil mulheres, contra a média brasileira de 6 a cada 100 mil mulheres.

De todas as regiões do país, o Sul é a que mais se aproxima da meta estabelecida (87,8%) na primeira dose em meninas. Por outro lado, é a região que apresenta maior índice de absenteísmo, ou não comparecimento, na segunda dose: 25,8% entre as mulheres e 20,8% entre os homens, enquanto a média do país é de 18,4% e 15,7% nas populações feminina e masculina, respectivamente. Já o Nordeste tem a menor variação entre a primeira e a segunda dose, tanto feminina (71,9% e 57,9%) quanto masculina (50,4% e 35,8%).

Múltiplas doses
Segundo Flávia, toda vacina que tem múltiplas doses costuma apresentar problema do absenteísmo, especialmente entre os adolescentes. “Em qualquer vacina que tenha múltiplas doses, o que se vê é que existe realmente uma queda para completar o esquema vacinal”. Isso acontece não só no Brasil, mas no mundo todo. No caso da vacinação contra o HPV, a recomendação do PNI é continuar com duas doses, embora a OMS já tenha dado aval para que seja utilizada uma dose única, dependendo das circunstâncias locais. “É preciso haver uma conscientização muito grande para que se complete o esquema vacinal”.

Ela lembrou que seria muito importante a vacinação voltar a ser feita nas escolas, como ocorreu no primeiro ano em que a primeira dose foi disponibilizada nas unidades de ensino e de saúde. A partir da segunda dose, só estava disponível nas unidades de saúde. Flávia destacou que em todo o mundo, o esquema que deu mais certo foi o misto, em que a vacinação estava disponível ao mesmo tempo na escola e nas unidades de saúde. “Esse é um ponto muito importante”.

Capitais
O estudo mostra também que Belo Horizonte é a única capital com cobertura vacinal feminina acima de 90% na primeira dose. Considerando o esquema vacinal completo, esse percentual cai para 72,8%, mas ainda continua sendo a capital que mais protegeu sua população contra o câncer de colo de útero no país, considerando o período de 2013 a 2021. Em seguida, aparecem Curitiba, com 87,7% e 68,7% (dose inicial e reforço) e Manaus, com 87,0% e 63,2% (primeira e segunda doses).

Fortaleza foi a capital do Nordeste com maior cobertura vacinal na primeira dose (81,9%) e na segunda dose (60,1%). São Luís, ao contrário, obteve os menores percentuais na primeira (51,4%) e na segunda (36,7%). Brasília e Goiânia, no Centro-Oeste, apresentaram os maiores e menores percentuais na primeira e segunda doses, da ordem de 78,1% e 58,6% e 62,1% e 43,5%, respectivamente.

No Sudeste, o Rio de Janeiro teve índice vacinal de 72,1% na primeira dose e 49,1% na segunda; em São Paulo, o índice também é baixo (76,5% e 59,8%). O mesmo ocorre em Porto Alegre, na Região Sul, onde somente 42,7% da população feminina estão com o esquema vacinal completo, 21 pontos percentuais abaixo da dose inicial da vacinação. O pior cenário, contudo, é registrado em Rio Branco, no Norte do país: apenas 12,3% da população feminina tomaram as duas doses da vacina contra o HPV. Na primeira dose, foram 14,6%. “Até hoje, a cobertura no Acre é baixíssima”, comentou a médica.

Desinformação
Flávia Corrêa chamou a atenção para o fato de que há ainda muita desinformação sobre a vacina contra o HPV. Muitos pais ignoram que a vacina previne contra o câncer de colo do útero e não incita o início da vida sexual antes do tempo. Outros não sabem qual é a faixa etária em que os filhos devem se vacinar. “Há uma falta de informação muito grande que precisa ser abordada com medidas educativas, mais fortes, tanto para as crianças e adolescentes, quanto para os pais, a sociedade como um todo. É necessário ampliar a discussão sobre a questão da vacina, mostrar os dados que dizem que ela é segura, não estimula a atividade sexual precoce”.

A consultora médica da Fundação do Câncer disse que a cobertura vacinal é menor para os meninos, tanto na primeira quanto na segunda dose, porque as pessoas ainda não entenderam que a vacinação de meninos é necessária não só para proteger as meninas do câncer de colo do útero, mas porque traz benefícios também para os representantes do sexo masculino. Ao vacinar ambos os sexos, diminui a disseminação do vírus, explicou.

Além de proteger as meninas e mulheres contra o câncer de colo do útero, os meninos podem ser beneficiados com a vacina para evitar câncer de pênis, de orofaringe, câncer de boca, de ânus, entre outros tipos. Na mulher, a imunização também evita câncer de vulva, vagina, faringe, boca. ”Isso precisa ser bastante divulgado”, observou Flávia Corrêa.

A vacina é segura e está disponível gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS) para meninos e meninas de 9 a 14 anos, em esquema de duas doses, e para mulheres e homens transplantados, pacientes oncológicos, portadores de HIV, de 9 a 45 anos, em esquema de três doses.

Fonte: r7

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GuarulhosSaúde

Guarulhos inicia a vacinação contra a monkeypox nesta quinta-feira

por Redação 23 de março de 2023

A Prefeitura de Guarulhos começa nesta quinta-feira (23) a vacinar contra a monkeypox os cidadãos com maior risco de evolução para as formas graves da doença, que antes era chamada de “varíola dos macacos”. O esquema de aplicação será em duas doses, com intervalo de um mês entre elas.

O imunizante estará disponível no Centro de Testagem e Aconselhamento (avenida Tiradentes, 2.521, Centro) e no Serviço de Assistência Especializada Carlos Cruz (rua Miracanga, 32, Parque Jurema) para as pessoas que estão dentro dos critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde e que residam ou realizam o tratamento em Guarulhos.

A população-alvo para a vacinação deve obedecer às recomendações descritas a seguir.

Vacinação pré-exposição

Pessoas vivendo com HIV/aids com idade igual ou superior a 18 anos, que sejam homens cisgênero, travestis e mulheres transexuais que possuam contagem de linfócitos T-CD4 inferior a 200 células em exame coletado nos últimos seis meses.

Vacinação pós-exposição

Pessoas que tiveram contato direto com fluidos e secreções corporais de pessoas suspeitas, prováveis ou confirmadas para monkeypox, cuja exposição seja classificada como de alto ou médio risco, conforme recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Monkeypox

Trata-se de uma doença causada pelo monkeypox vírus (MPXV) que se manifesta principalmente por meio de lesões na pele, como manchas e feridas abertas, acompanhadas por ínguas na região das axilas e da virilha. Além disso, outros sintomas semelhantes aos da gripe comum, como febre, dor de cabeça e dores musculares, também podem ocorrer.

A doença é considerada de baixa letalidade, já que a maioria dos casos são resolvidos naturalmente em cerca de 21 dias, sem a necessidade de internação hospitalar. A transmissão ocorre por meio do contato com a pele, sangue, fluidos corporais e secreções, como saliva e roupas de cama, de pessoas infectadas.

Embora a monkeypox não seja considerada uma infecção sexualmente transmissível (IST), ela pode ser transmitida por contato próximo com indivíduos infectados. Por esse motivo, é recomendado o isolamento imediato em casos suspeitos.

Dados da doença

No Brasil, até 13 de março, foram notificados 50.803 casos suspeitos da doença. Deles, 10.301 (20,3%) foram confirmados, 339 (0,7%) classificados como prováveis, 3.665 (7,2%) suspeitos e 36.498 (71,8%) descartados.

Em 2022 foram confirmados 92 casos de monkeypox em residentes de Guarulhos, resultando em um óbito. Já em 2023, até o momento, apenas um caso da doença foi diagnosticado no município.

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GuarulhosSaúde

Grávidas e puérperas já podem receber a dose da Pfizer Bivalente em Guarulhos

por Redação 20 de março de 2023

Guarulhos iniciou a partir desta segunda-feira (20) a vacinação com a Pfizer Bivalente em gestantes e puérperas acima de 12 anos de idade que já receberam as duas doses ou a dose única do esquema vacinal primário há pelo menos quatro meses contra a covid-19.

A vacina, que protege contra a variante original do coronavírus e outras cepas que surgiram posteriormente, está disponível em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS), exceto a Paulista e a São Rafael, que estão em reforma. Os endereços das unidades podem ser consultados em www.guarulhos.sp.gov.br/unidades-basicas-de-saude-ubs.

Pessoas com mais de 60 anos de idade, imunossuprimidos maiores de 12 anos, indígenas e residentes em instituições de longa permanência também fazem parte do público-alvo. Para se imunizar é necessário apresentar o comprovante de vacinação e um documento com foto.

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GuarulhosSaúde

Saúde começa vacinação contra mpox no dia 13; saiba quem poderá se imunizar

por Redação 8 de março de 2023

Com 46 mil doses à disposição do PNI (Programa Nacional de Imunizações), o Ministério da Saúde se prepara para dar o pontapé inicial na campanha de vacinação contra a mpox (varíola do macaco). A aplicação do imunizante começa na próxima segunda-feira (13), conforme informou a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Ethel Maciel, ao Estadão.

A reportagem também teve acesso ao informe técnico enviado a estados e municípios. Segundo o documento, para a vacinação pré-exposição, estarão elegíveis pessoas que vivem com HIV/Aids que tenham “contagem de linfócitos T CD4 inferior a 200 células” e profissionais que trabalham diretamente com orthopoxvírus em laboratórios. Para a pós-exposição, entram no grupo pacientes com suspeita ou confirmação da doença, classificados como de exposição de risco alto ou médio.

Considerando-se que não há mais disponibilidade de imunizante no mercado (o ministério havia comprado 49 mil, mas só recebeu 46 mil, conforme o documento), a estratégia de vacinação continua enquanto durarem os estoques.

A primeira remessa de imunizantes, com 9,8 mil unidades, foi recebida pelo Brasil ainda em outubro. Por unanimidade, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) havia aprovado a utilização das vacinas Jynneos/Imvanex ainda em agosto, tendo prorrogado a dispensa de registro por mais seis meses em fevereiro deste ano.

O documento também traz o desenho epidemiológico do surto no País até a semana sete de 2023 (12/2/2023 a 18/2/2023). No total, houve notificação de 50.803 casos suspeitos para mpox: 10.301 (20,3%) foram confirmados; 339 (0,7%) classificados como prováveis; 3.665 (7,2%), suspeitos e 36.498 (71,8%), descartados. No período, foram registradas 15 mortes.

A curva de casos mostra crescimento a partir de julho e pico em agosto. Depois, a partir de setembro, tendência de queda, embora casos continuem a ser notificados. Essa persistência, segundo o documento, é o que justifica a necessidade da campanha e o foco em pacientes com potencial de agravamento da doença.

“Considerando o panorama epidemiológico da infecção por mpox, com persistência de casos confirmados no território brasileiro e, apesar de tendência decrescente no mundo inteiro, a frequência de óbitos e a ocorrência de morbimortalidade são maiores entre as pessoas vivendo com HIV/aids (PVHA), em especial naquelas com status imunológico de contagem de linfócitos T CD4 inferior a 200 células”, diz o documento.

“Felizmente, o cenário epidemiológico é de declínio”, afirma Ethel. “Como o vírus ainda está circulando — não há eliminação, mas controle —, é importante vacinarmos para maior proteção dos mais vulneráveis ao desenvolvimento de quadros clínicos mais graves ou mais expostos ao vírus.”

Questionada sobre o porquê de a vacinação começar só agora, Ethel disse que “recebemos [o governo] com as doses sem uso e pedimos à Anvisa autorização para utilizar as vacinas”.

O Estadão buscou também o Ministério da Saúde, por meio de sua assessoria de imprensa, que confirmou que a campanha começa em março, mas não informou a data de início. A pasta destacou que a estratégia e o público prioritário para vacinação foram acordados com estados e municípios.

À reportagem, o ex-ministro da Saúde Marcelo Queiroga disse que a “Anvisa concedeu o registro das vacinas em caráter excepcional e vinculado a realização de monitoramento” e que “a área técnica recomendou que fosse realizada uma pesquisa sobre a responsabilidade de pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz”.

“Até o final da gestão, a Conep [Comissão Nacional de Ética em Pesquisa] não havia aprovado o protocolo da pesquisa”, disse Queiroga. “Segundo fui informado, o TCLE [Termo de Consentimento Livre e Esclarecido] apresentado pelos pesquisadores não tinha sido aceito pela Conep.”

Vacina e campanha
Inicialmente, a pasta vai repassar para as unidades federativas só o quantitativo suficiente para imunizar 50% da população-alvo da vacinação pré-exposição. “O envio de mais doses dependerá do andamento da vacinação e, a depender da demanda local, as UF deverão solicitar ao Ministério da Saúde os envios de remessas adicionais”, diz o documento.

“Será mantido um estoque estratégico no nível estadual e no nível central visando a redistribuição frente à evolução do cenário epidemiológico e ocorrência de novos casos”, completa. A estimativa da Saúde é que haja pouco mais de 16,3 mil pessoas com HIV/Aids elegíveis no país, de acordo com dados do sistema público de saúde dos últimos seis meses do ano passado.

O imunizante a ser utilizado é o Jynneos, que, segundo a pasta, é uma “vacina viva”. “Produzida a partir da cepa Vaccinia Ankara-Bavarian Nordic (MVA-BN) modificada, um Orthopoxvírus atenuado e não replicante contra varíola e varíola de macaco, que induz respostas imunes humorais e celulares aos Orthopoxvírus.”

O esquema de imunização é de duas doses (de 0,5 ml cada uma), com quatro semanas de intervalo (28 dias). Essa vacina é indicada para uso em adultos com idade igual ou superior a 18 anos.

Grupos elegíveis para vacinação pré-exposição
1 – Pessoas que vivem com HIV/Aids: homens cisgêneros, travestis e mulheres transexuais, com idade igual ou superior a 18 anos e status imunológico identificado pela contagem de linfócitos T CD4 inferior a 200 células nos últimos seis meses.

2 – Profissionais de laboratório que trabalham diretamente com Orthopoxvírus em laboratórios com nível de biossegurança 3 (NB-3), de 18 a 49 anos de idade.

Grupos elegíveis para vacinação pós-exposição
1 – Pessoas que tiveram contato direto com fluidos e secreções corporais de pessoas suspeitas, prováveis ou confirmadas para mpox, cuja exposição seja classificada como de alto risco (exposição direta da pele ou de membranas mucosas à pele ou secreções respiratórias) ou médio risco (sem contato direto, mas próximo, na mesma sala ou espaço físico interno).

Fonte: Com informações da Agência Estado

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GuarulhosSaúde

Pfizer infantil estará disponível em todas as UBS de Guarulhos a partir desta quarta

por Redação 8 de março de 2023

As vacinas Pfizer Baby e Pfizer Pediátrica, antes concentradas em 36 unidades-polo de Guarulhos, a partir desta quarta-feira (8) passam a ser disponibilizadas nas 69 Unidades Básicas de Saúde (UBS) da cidade, exceto a Paulista e a São Rafael, que estão em reforma. Os endereços das UBS podem ser consultados em www.guarulhos.sp.gov.br/unidades-basicas-de-saude-ubs.

A descentralização dos imunobiológicos, ocorrida devido à entrega de novos lotes das vacinas ao município, facilita o acesso para que pais e responsáveis mantenham o esquema vacinal contra a covid-19 de crianças entre seis meses e 11 anos de idade em dia.

Para a faixa etária entre seis meses e quatro anos, o esquema vacinal primário é composto por três doses da Pfizer Baby, com um intervalo de quatro semanas entre a primeira e a segunda aplicação e de oito semanas entre a segunda e a terceira dose. O intervalo só é diferente para crianças entre três e quatro anos que iniciaram com as doses de Coronavac, sendo a terceira aplicação pelo menos quatro meses após a segunda.

Já o esquema vacinal primário para o público entre cinco e 11 anos, antes composto por duas doses de Coronavac ou de Pfizer Pediátrica, passará a contar, a partir desta quarta-feira, com uma terceira dose, já liberada para pessoas dessa faixa etária com imunossupressão. O imunobiológico recomendado é a Pfizer Pediátrica após oito semanas da aplicação da segunda dose.

Coronavac continua concentrada em 36 polos

As doses do imunobiológico Coronavac continuam concentradas em 36 polos, o Ambulatório da Criança (rua Osvaldo Cruz, 151, Centro) e as UBS Ponte Grande, Tranquilidade, São Ricardo, Vila Fátima, Parque Cecap, Vila Galvão, Jovaia, Cidade Martins, Recreio São Jorge, Belvedere, Rosa de França, Continental, Jardim Cabuçu, Acácio, Morros, Lavras, Seródio, Santa Paula, Inocoop, Bananal, Fortaleza, Haroldo Veloso, Nova Bonsucesso, Marinópolis, Soberana, Cumbica, Cumbica I, Normandia, Parque Alvorada, Pimentas, Jacy, Cummins, Jurema, Piratininga e Parque Jandaia.

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