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Tag:

VACINAÇÃO

Saúde

Campanha de vacinação contra gripe em SP começa nesta segunda-feira (25)

por Redação 22 de março de 2024

O Governo de São Paulo inicia nesta segunda-feira (25) a campanha de vacinação contra a gripe — doença provocada pelo vírus influenza. A ação acontece nos 645 municípios paulistas até o dia 5 de maio e visa ampliar a cobertura vacinal contra a gripe para 18,1 milhões de pessoas de grupos prioritários como crianças de até seis anos, gestantes, professores do ensino básico e idosos.

Com a chegada do outono, há maior prevalência das doenças respiratórias como rinite, sinusite, gripes e resfriados. A diretora do CVE (Centro de Vigilância Epidemiológica) da Secretaria de Estado da Saúde, Tatiana Lang D’Agostini, explica que a mudança de estação propicia o aumento de casos e a vacinação pode prevenir esse cenário.

“Esse período acentua as doenças respiratórias agudas, por isso, para evitar a proliferação do vírus, é fundamental adotar as medidas de prevenção e se imunizar”, afirmou a especialista, que também destaca a necessidade de ampliação da imunização.

“Em 2023, tivemos uma cobertura de 53% em todo estado. A meta para essa campanha, é que ela supere os números do ano anterior, fazendo com que o máximo de pessoas estejam imunizadas”, acrescentou.

O CVE recebeu do Ministério da Saúde mais de 1,7 milhões de doses da vacina contra o vírus influenza. A distribuição para os GVE (Grupos de Vigilância Epidemiológica) foi feita nos dias 19 e 20 de março.

Vacina 100 Dúvidas
O Governo de São Paulo criou o portal “Vacina 100 Dúvidas” com as perguntas mais frequentes sobre vacinação nos buscadores da internet. A plataforma esclarece questões como efeitos colaterais, eficácia das vacinas, doenças imunopreveníveis e quais os perigos ao não se imunizar. O acesso está disponível no link.

Confira a lista completa dos grupos prioritários de vacinação:

  • Crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade
  • Profissionais de saúde
  • Gestantes
  • Puérperas
  • Professores do ensino básico e superior
  • Povos indígenas
  • Quilombolas
  • Idosos com 60 anos ou mais de idade
  • Pessoas em situação de rua
  • Profissionais das forças de segurança e salvamento
  • Profissionais das Forças Armadas;
  • Pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais
  • Pessoas com deficiência permanente
  • Caminhoneiros
  • Trabalhadores de transporte coletivo rodoviário para passageiros urbanos e de longo curso
  • Trabalhadores portuários
  • População privada de liberdade, funcionários do sistema prisional e jovens que cumprem medidas socioeducativas

Fonte: r7

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Saúde

Ministério da Saúde antecipa vacinação da gripe para março

por Redação 29 de fevereiro de 2024

O Ministério da Saúde decidiu antecipar o início da campanha de vacinação contra a gripe em todo o Brasil devido ao aumento da circulação de vírus respiratórios. Tradicionalmente realizada entre abril e maio, a campanha deste ano começará em 25 de março. As vacinas serão distribuídas a partir de 20 de março para as regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul.

Em 2023, a estratégia foi alterada para a região Norte, onde a imunização ocorreu entre novembro e dezembro, considerando as particularidades climáticas da região. A imunização visa proteger contra os vírus que geralmente circulam nos meses de maio, junho e julho.

Ethel Maciel, secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, destaca a antecipação da campanha para proteger a população, especialmente idosos, gestantes e profissionais de saúde, antes da chegada do inverno.

A vacina trivalente, contendo três cepas de vírus, protege contra os principais vírus em circulação no Brasil. Estima-se que 75 milhões de pessoas serão imunizadas, podendo a vacina contra a influenza ser administrada simultaneamente com outras do Calendário Nacional de Vacinação.

Em 2024, a vacinação ocorrerá no primeiro semestre nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul, enquanto no Norte será no segundo semestre, considerando o início do inverno amazônico. A estratégia busca atender às particularidades climáticas da região.

O Ministério da Saúde, em conjunto com estados e municípios, adota o microplanejamento como ferramenta de planejamento contínuo das ações de vacinação. Esta estratégia visa ampliar o acesso à vacinação, respeitando as diversidades regionais e direcionando esforços para alcançar a cobertura vacinal. Dentre as estratégias adotadas estão a realização do Dia D de vacinação, busca ativa de não vacinados, vacinação em escolas e áreas indígenas, entre outras.

Fonte: r7

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Saúde

Cobertura vacinal contra o sarampo cai de maneira mais significativa em cidades pobres do Brasil

por Redação 2 de agosto de 2023

O Brasil enfrenta uma queda desigual da cobertura vacinal de um dos imunizantes mais importantes para as crianças, a tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola.

Um estudo publicado nesta terça-feira (1º) na revista científica PLOS Global Public Health revela que os municípios mais pobres são os que menos aderiram à vacinação nos últimos anos.

O trabalho foi conduzido por um grupo de pesquisadoras da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres, que analisou dados de 5.565 cidades brasileiras entre 2006 e 2020.

De acordo com o artigo, em todas as regiões (exceto no Sudeste), menos de 50% dos municípios do Brasil atingiram a meta de cobertura de 95% da vacina tríplice viral em 2020.

Foi constatada uma queda média de 1,2% ao ano na cobertura, e os municípios mais carentes foram os que tiveram declínios mais acentuados.

Verificou-se que a cobertura caiu 1,64% ao ano nas cidades mais pobres entre 2006 e 2020. Já nos municípios menos carentes, a redução foi de 0,61%.

“Enquanto a média da cobertura da primeira dose da vacina SCR [sarampo, caxumba e rubéola] diminuiu 17% entre 2015 e 2020 nas regiões mais carentes do Norte e do Nordeste, chegando a 68% e 78%, respectivamente, a cobertura na região mais rica do Sul caiu apenas 11%, alcançando uma cobertura de 85% em 2020”, escreveram as autoras.

O estudo analisou ainda padrões e mudanças regionais durante 2006 e 2016. Descobriram-se grupos de alto risco em estados do Norte e do Nordeste, como Pará, Maranhão e Bahia, onde a proporção de crianças que receberam a vacina SCR diminuiu a uma taxa mais rápida por ano do que no resto do país.

Uma queda na proporção de crianças não vacinadas contra sarampo, caxumba e rubéola nesses grupos de alto risco pode indicar um aumento potencial de disseminação dessas enfermidades nas áreas onde elas vivem.

“Embora o Brasil tenha sido designado como livre do sarampo em 2016, ocorreu uma reemergência da doença em 2018, com 10.346 casos relatados, principalmente na região Norte do Brasil. Em 2019, uma epidemia de sarampo causou 20.901 casos em 23 dos 26 estados brasileiros, muito acima da escala de surtos das duas décadas anteriores. Em 2020, foram relatados mais 8.448 casos de sarampo. Também ocorreram surtos de caxumba no Brasil, sendo o maior surto recente em 2016, afetando nove estados, principalmente das regiões Sul e Sudeste. Embora não tenha sido relatada transmissão local de rubéola no Brasil desde 2009, um caso importado sem transmissão secundária foi relatado em 2014, e o Ministério da Saúde brasileiro permanece vigilante”, relembraram as autoras.

As pesquisadoras observaram que a situação da cobertura vacinal no Brasil piorou desde 2014 devido a uma grave recessão econômica, à crise política, à austeridade nos gastos públicos e, principalmente, por causa da pandemia de Covid-19, a partir de 2020.

Por fim, o estudo conclui que os resultados reafirmam as disparidades socioeconômicas e de saúde regionais no Brasil e sugere que, para promover a equidade vacinal e prevenir futuros surtos, mais pesquisas são urgentemente necessárias para compreender os mecanismos causais subjacentes às associações observadas entre a cobertura da vacina SCR em nível municipal e a falta de acesso a recursos e serviços básicos como educação, saúde e saneamento, o que pode impactar negativamente a saúde e o bem-estar de indivíduos e comunidades.

Fonte: r7

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São PauloSaúde

Capital paulista amplia vacinação com Pfizer bivalente para novos grupos a partir de hoje

por Redação 5 de abril de 2023

A Prefeitura de São Paulo amplia a partir desta quarta-feira (5) a vacinação contra a Covid-19 com a Pfizer bivalente para profissionais de saúde, pessoas com deficiência física permanente, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional, além de pessoas com comorbidades com idade a partir de 12 anos.

A campanha é reforçada após a administração receber, ao longo das últimas semanas, 521.232 doses do imunizante.

A vacinação na cidade de São Paulo com as doses bivalentes segue disponível também para todos os idosos acima de 60 anos de idade, além de pessoas maiores de 12 anos com imunossupressão, indígenas, gestantes e puérperas, residentes em Instituições de Longa Permanência e funcionários desses equipamentos da cidade de São Paulo.

Estão recebendo esse imunizante as pessoas dos grupos prioritários que completaram o esquema básico ou que já receberam uma ou duas doses de reforço, respeitando o intervalo de quatro meses da mais recente dose recebida.

De acordo com o Boletim Vacinômetro divulgado na terça-feira (4), a SMS (Secretaria Municipal da Saúde) já aplicou 859.924 doses da vacina Pfizer bivalente.

Serviço
A vacinação contra a Covid-19 é feita nas UBSs e nas AMAs/UBSs Integradas, de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, e aos sábados, nas AMAs/UBSs Integradas, também das 7h às 19h. Os endereços das unidades podem ser encontrados na página Vacina Sampa.

Fonte: r7

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GuarulhosSaúde

Saúde começa vacinação contra mpox no dia 13; saiba quem poderá se imunizar

por Redação 8 de março de 2023

Com 46 mil doses à disposição do PNI (Programa Nacional de Imunizações), o Ministério da Saúde se prepara para dar o pontapé inicial na campanha de vacinação contra a mpox (varíola do macaco). A aplicação do imunizante começa na próxima segunda-feira (13), conforme informou a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Ethel Maciel, ao Estadão.

A reportagem também teve acesso ao informe técnico enviado a estados e municípios. Segundo o documento, para a vacinação pré-exposição, estarão elegíveis pessoas que vivem com HIV/Aids que tenham “contagem de linfócitos T CD4 inferior a 200 células” e profissionais que trabalham diretamente com orthopoxvírus em laboratórios. Para a pós-exposição, entram no grupo pacientes com suspeita ou confirmação da doença, classificados como de exposição de risco alto ou médio.

Considerando-se que não há mais disponibilidade de imunizante no mercado (o ministério havia comprado 49 mil, mas só recebeu 46 mil, conforme o documento), a estratégia de vacinação continua enquanto durarem os estoques.

A primeira remessa de imunizantes, com 9,8 mil unidades, foi recebida pelo Brasil ainda em outubro. Por unanimidade, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) havia aprovado a utilização das vacinas Jynneos/Imvanex ainda em agosto, tendo prorrogado a dispensa de registro por mais seis meses em fevereiro deste ano.

O documento também traz o desenho epidemiológico do surto no País até a semana sete de 2023 (12/2/2023 a 18/2/2023). No total, houve notificação de 50.803 casos suspeitos para mpox: 10.301 (20,3%) foram confirmados; 339 (0,7%) classificados como prováveis; 3.665 (7,2%), suspeitos e 36.498 (71,8%), descartados. No período, foram registradas 15 mortes.

A curva de casos mostra crescimento a partir de julho e pico em agosto. Depois, a partir de setembro, tendência de queda, embora casos continuem a ser notificados. Essa persistência, segundo o documento, é o que justifica a necessidade da campanha e o foco em pacientes com potencial de agravamento da doença.

“Considerando o panorama epidemiológico da infecção por mpox, com persistência de casos confirmados no território brasileiro e, apesar de tendência decrescente no mundo inteiro, a frequência de óbitos e a ocorrência de morbimortalidade são maiores entre as pessoas vivendo com HIV/aids (PVHA), em especial naquelas com status imunológico de contagem de linfócitos T CD4 inferior a 200 células”, diz o documento.

“Felizmente, o cenário epidemiológico é de declínio”, afirma Ethel. “Como o vírus ainda está circulando — não há eliminação, mas controle —, é importante vacinarmos para maior proteção dos mais vulneráveis ao desenvolvimento de quadros clínicos mais graves ou mais expostos ao vírus.”

Questionada sobre o porquê de a vacinação começar só agora, Ethel disse que “recebemos [o governo] com as doses sem uso e pedimos à Anvisa autorização para utilizar as vacinas”.

O Estadão buscou também o Ministério da Saúde, por meio de sua assessoria de imprensa, que confirmou que a campanha começa em março, mas não informou a data de início. A pasta destacou que a estratégia e o público prioritário para vacinação foram acordados com estados e municípios.

À reportagem, o ex-ministro da Saúde Marcelo Queiroga disse que a “Anvisa concedeu o registro das vacinas em caráter excepcional e vinculado a realização de monitoramento” e que “a área técnica recomendou que fosse realizada uma pesquisa sobre a responsabilidade de pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz”.

“Até o final da gestão, a Conep [Comissão Nacional de Ética em Pesquisa] não havia aprovado o protocolo da pesquisa”, disse Queiroga. “Segundo fui informado, o TCLE [Termo de Consentimento Livre e Esclarecido] apresentado pelos pesquisadores não tinha sido aceito pela Conep.”

Vacina e campanha
Inicialmente, a pasta vai repassar para as unidades federativas só o quantitativo suficiente para imunizar 50% da população-alvo da vacinação pré-exposição. “O envio de mais doses dependerá do andamento da vacinação e, a depender da demanda local, as UF deverão solicitar ao Ministério da Saúde os envios de remessas adicionais”, diz o documento.

“Será mantido um estoque estratégico no nível estadual e no nível central visando a redistribuição frente à evolução do cenário epidemiológico e ocorrência de novos casos”, completa. A estimativa da Saúde é que haja pouco mais de 16,3 mil pessoas com HIV/Aids elegíveis no país, de acordo com dados do sistema público de saúde dos últimos seis meses do ano passado.

O imunizante a ser utilizado é o Jynneos, que, segundo a pasta, é uma “vacina viva”. “Produzida a partir da cepa Vaccinia Ankara-Bavarian Nordic (MVA-BN) modificada, um Orthopoxvírus atenuado e não replicante contra varíola e varíola de macaco, que induz respostas imunes humorais e celulares aos Orthopoxvírus.”

O esquema de imunização é de duas doses (de 0,5 ml cada uma), com quatro semanas de intervalo (28 dias). Essa vacina é indicada para uso em adultos com idade igual ou superior a 18 anos.

Grupos elegíveis para vacinação pré-exposição
1 – Pessoas que vivem com HIV/Aids: homens cisgêneros, travestis e mulheres transexuais, com idade igual ou superior a 18 anos e status imunológico identificado pela contagem de linfócitos T CD4 inferior a 200 células nos últimos seis meses.

2 – Profissionais de laboratório que trabalham diretamente com Orthopoxvírus em laboratórios com nível de biossegurança 3 (NB-3), de 18 a 49 anos de idade.

Grupos elegíveis para vacinação pós-exposição
1 – Pessoas que tiveram contato direto com fluidos e secreções corporais de pessoas suspeitas, prováveis ou confirmadas para mpox, cuja exposição seja classificada como de alto risco (exposição direta da pele ou de membranas mucosas à pele ou secreções respiratórias) ou médio risco (sem contato direto, mas próximo, na mesma sala ou espaço físico interno).

Fonte: Com informações da Agência Estado

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