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Tag:

VIOLÊNCIA CONTRA MULHER

Mundo

Influenciadora denuncia agressão e suposto sequestro de mulher em ponto de ônibus em SP; veja vídeo

por Redação 17 de novembro de 2023

Uma influenciadora digital denunciou a agressão a uma mulher e o suposto sequestro dela em um ponto de ônibus na região de Aricanduva, na zona leste de São Paulo, nesta quinta-feira (16). Rita de Cássia, de 40 anos, registrou a ação com o seu celular e a divulgou em suas redes sociais.

Segundo a influenciadora, ela estava com o marido e o filho em um posto de combustíveis, localizado na avenida Itaquera, quando presenciou os fatos, por volta da 1h.

As imagens mostram um homem, de camiseta preta e calça jeans, desembarcando de um carro escuro. Ele contorna o veículo e segue até um ponto de ônibus, onde uma mulher, de vestido, está sentada. Nesse momento, as agressões acontecem.

O agressor desfere um tapa na vítima, a derruba e puxa seu cabelo. Instintivamente, Rita e o marido descem do carro da família e seguem em direção ao homem para tentar encerrar o episódio de violência.

Entretanto, a influenciadora contou à reportagem que não conseguiu alcançá-lo. O homem obrigou a vítima a entrar no carro e fugiu em alta velocidade.

O casal acionou a Polícia Militar, através do 190, e contou tudo o que havia acontecido, informando as características físicas do agressor e do veículo.

Questionada sobre o paradeiro da vítima e do autor, a Secretaria de Segurança Pública não respondeu até a publicação desta reportagem.

Fonte: r7

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Feminicidio

Homem ciumento é preso por dar 22 facadas na barriga de namorada ao descobrir gravidez

por Redação 18 de julho de 2023

Um homem foi preso em flagrante por ter esfaqueado a namorada, grávida, na rua Gabriel Alves, no bairro Cidade Ademar, na zona sul de São Paulo, nesta segunda feira (17).

O crime aconteceu por volta das 7h, e o suspeito foi encontrado poucas horas depois de desferir 22 facadas em Camila, de 22 anos.

Segundo informações da repórter Luiza Zanchetta, da Record TV, o homem não trabalhava e era extremamente ciumento. Então, todos os dias ele levava e buscava a jovem no ponto de ônibus a poucos metros da casa onde residiam, pois tinha medo de que ela o traísse.

A família conta que ele sempre ameaçava a vítima e batia nela. Juntos havia dois anos, eles moravam com a mãe e as irmãs de Camila.

Pela manhã, a jovem, que é auxiliar de cozinha de um supermercado por atacado, seguia com o namorado para o ponto de ônibus com um teste de gravidez na bolsa para contar que estava grávida dele.

Após o anúncio da gravidez, o agressor deu várias facadas em Camila, a maioria delas na barriga.

Ainda segundo testemunhas, o homem só parou quando uma moradora viu a cena e gritou. Então ele largou a faca e correu.

A família suspeita que eles tenham tido outra discussão sobre o relacionamento, afinal, ele sempre dizia que, se ela não fosse dele, não seria de mais ninguém.

De acordo com a Polícia Militar, equipes foram acionadas para um esfaqueamento na região.

A mulher foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros e levada para o Hospital Saboya, onde passou por três cirurgias e segue internada em estado grave, sedada e entubada.

O caso foi encaminhado ao 98° DP (Jardim Miriam).

Fonte: r7

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FeminicidioGuarulhos

Sete em cada dez feminicídios são cometidos por companheiros ou ex das vítimas

por Redação 8 de março de 2023

Sete em cada dez feminicídios foram cometidos por companheiros ou ex-companheiros de vítimas em 2022, contabilizando os estados de São Paulo, Bahia, Ceará, Rio de Janeiro, Maranhão, Piauí e Pernambuco. No total, foram registrados 495 casos, ou seja, uma mulher foi assassinada por dia.

As informações são do boletim “Elas Vivem: dados que não se calam”, produzido pela Rede de Observatórios da Segurança, que reúne sete organizações acadêmicas de sete estados. Os dados foram coletados pelo grupo a partir do monitoramento de casos de violência contra a mulher divulgados em grandes veículos de comunicação e nas redes sociais.

De acordo com o levantamento, os companheiros e ex foram responsáveis pela morte de 373 mulheres no ano passado. São Paulo registrou o maior índice, com mais de 94% (103), seguido do Maranhão com 80% (46) e de Pernambuco com 69% (41).

A pesquisadora Francine Ribeiro, da Rede de Observatórios da Segurança, conta que a expectativa do monitoramento era a redução do número de casos de violência contra a mulher em razão da flexibilização das medidas sanitárias de combate à Covid-19 em 2022, o que não aconteceu.

Em teoria, com a retomada das atividades presenciais, o homem passaria menor tempo em casa, diminuindo o convívio com a cônjuge e reduzindo os episódios de agressão e até mesmo de feminicídio. Para Ribeiro, nos últimos quatro anos, o desmonte das políticas de enfrentamento à violência contra a mulher, que incluem os serviços de acolhimento e disque-denúncia, por parte do governo Bolsonaro impactaram esse cenário.

De acordo com a delegada Jamila Jorge Ferrari, coordenadora das DDMs (Delegacia de Defesa da Mulher) de São Paulo, após a pandemia, houve aumento da violência em todos os sentidos. Pequenas ações no cotidiano, como um carro com o som alto ou um acidente de trânsito, estão provocando respostas muito violentas. As mulheres acabam sendo um dos principais alvos dessa banalização da violência.

A delegada também diz que, nos últimos anos, crimes mais violentos e com requintes de crueldade contra as mulheres estão sendo observados. Em setembro, por exemplo, Vanessa Bianca de Lima foi perseguida, agredida e teve o corpo incendiado pelo marido no meio da rua, em Diadema, na região metropolitana de São Paulo. Eles estavam em processo de separação.

Casos de violência
No último ano, a Rede de Observatórios da Segurança registrou 2.423 casos de violência, ou seja, a cada quatro horas ao menos uma mulher foi vítima de agressão física e verbal, estupro, tortura, ameaça, cárcere privado ou sequestro nos sete estados monitorados. São Paulo é o líder do ranking com 898 casos — um a cada dez horas.

Em 2022, dois casos ganharam destaque devido à brutalidade contra as vítimas. Em junho, a procuradora-geral do município de Registro, Gabriela Samadello, foi espancada pelo colega Demétrius Oliveira de Macedo dentro da própria prefeitura, no interior de São Paulo.

Enquanto, em maio, uma jovem de 18 anos teve o rosto tatuado à força com o nome do ex-namorado na cidade de Taubaté, também no interior do estado. O homem, que posteriormente foi preso, não aceitava o fim do relacionamento e descumpriu duas medidas protetivas.

Comparando com o ano de 2021, a Bahia e o Rio de Janeiro apresentaram o maior incremento com, respectivamente, 58% e 45%. Na contramão dos outros estados, Pernambuco registrou queda de 27%.

Para a pesquisadora Francine Ribeiro, há dois fatores principais que explicam a dificuldade na redução dos casos de violência contra a mulher: o machismo e a falta de estrutura. “O primeiro problema é o sistema patriarcal, e essa relação de poder sobre o corpo feminino. O segundo está relacionado à falta de estrutura. Na periferia, dificilmente tem delegacia 24 horas. Às vezes as mulheres precisam viajar mais de 40 km para fazer uma denúncia. Você vê que o estado falhou”, afirma.

A coordenadora das DDMs de São Paulo também acredita que o aumento do registro de boletins de ocorrência por violência doméstica e outros tipos de crime pode ser considerado positivo, e não necessariamente indicam um incremento no número de casos. “A vítima está confiando mais na polícia, pedindo ajuda. A preocupação é quando aumentam os casos de feminicídio”, diz.

Motivação
As brigas, os términos de relacionamento e o ciúme são indicados pela pesquisa como os principais motivos que levam ao assassinato das mulheres. “No fundo, [a causa] é o machismo estrutural, algo que está enraizado na sociedade. Desde pequenos [os homens] são ensinados que não podem chorar porque é coisa de menina, que mulheres não podem ter certas profissões, entre outras coisas. São pequenas situações que estão no nosso dia a dia”, explica a delegada.

Os dados também mostram que a violência está concentrada nos lares brasileiros, onde as mulheres convivem com os companheiros e agressores. De acordo com as especialistas ouvidas, quando as vítimas tentam romper o ciclo de violência e terminar a relação, elas acabam ficando mais vulneráveis a episódios de agressão. Nos primeiros meses após o término, muitos homens não aceitam a situação e passam a perseguir e ameaçar as ex-namoradas ou ex-esposas.

Acompanhando os dados da Rede de Observatórios da Segurança, a pesquisa “Visível e Invisível: a Vitimização de Mulheres no Brasil”, do FBSP (Fórum Brasileiro de Segurança Pública), divulgada na quinta-feira (2), mostrou que as mulheres separadas e divorciadas (41,3%) são mais vulneráveis à violência do que as casadas (17%), viúvas (24,6%) e solteiras (37,3%).

A delegada Jamila Jorge Ferrari e a pesquisadora Francine Ribeiro também assinalam que é essencial a vítima contar com uma rede de apoio formada por familiares e amigos, além de serviços de acolhimento, de assistência psicossocial e de geração de renda ofertados pelo poder público para garantir a retomada da própria vida.

“Falta a prevenção da violência contra as mulheres e concessão de ferramentas para libertá-las. Em briga de marido e mulher, tem que meter a colher e trazer medida protetiva”, finaliza Ribeiro.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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FeminicidioGuarulhos

Brasil registra mais de 50 mil casos de violência contra mulher por dia em 2022

por Redação 2 de março de 2023

Mais de 18,6 milhões de brasileiras sofreram violência física, psicológica ou sexual em 2022. São 50.962 casos por dia. Os dados alarmantes são da quarta edição da pesquisa “Visível e Invisível: a Vitimização de Mulheres no Brasil”, produzida pelo FBSP (Fórum Brasileiro de Segurança Pública) e pelo Datafolha, divulgada nesta quinta-feira (2).

De acordo com o levantamento, todas as formas de violência contra a mulher apresentaram crescimento acentuado no último ano, com destaque para violência física e ameaças graves com armas brancas e de fogo. Entre 9 e 13 de janeiro deste ano, os pesquisadores ouviram 2.017 entrevistadas de 16 anos ou mais em 126 municípios espalhados pelo país.

A pesquisa mostra que 28,9% das mulheres relataram ter sido vítima de algum tipo de violência ou agressão nos últimos 12 meses; é o maior número registrado na série histórica do FBSP. Em relação ao último levantamento realizado, o crescimento foi de 4,5 pontos percentuais, o que revela um agravamento das violências sofridas pelas brasileiras.

A falta de investimento dos recursos orçamentários destinados ao enfrentamento da violência contra a mulher pelo governo federal, as restrições ao funcionamento de serviços de acolhimento em razão da pandemia e o avanço dos movimentos ultraconservadores foram apontados como os principais fatores que levaram ao agravamento desse cenário.

Segundo Juliana Martins, coordenadora institucional do FBSP e doutora em psicologia escolar e desenvolvimento humano, a questão da violência contra a mulher é complexa e multicausal, por isso é necessário considerar todos esses elementos.

Para Martins, embora os dados de feminicídios e homicídios dolosos de mulheres em 2022 ainda não estejam disponíveis, essas categorias também devem sofrer incremento.

Violência física e ameaças graves
As ofensas verbais (23,1%), a perseguição (13,5%) e as ameaças (12,4%) foram as formas de violência citadas com mais frequência pelas entrevistadas. Entretanto, é importante destacar o aumento acentuado da violência física e ameaças graves, que podem terminar em morte.

A pesquisa realizada neste ano mostrou crescimento de 3,1% para 5,1% de ameaças perpetradas com faca ou arma de fogo em comparação com 2021. Nos últimos três anos, o país também bateu recordes de registros de armas, impulsionados pela flexibilização das leis para porte e aquisição durante o governo Bolsonaro.

Há dois anos, 2.199.388 mulheres haviam sido ameaçadas com facas e armas de fogo, enquanto no ano passado o número de vítimas chegou a 3.303.315, segundo a projeção de dados do FBSP.

“Se o agressor tem arma em casa, aumenta a possibilidade de uma tragédia acontecer. A facilitação ao acesso de armas e o aumento da circulação entre a população são fatores de risco para as mulheres”, alerta Juliana Martins.

Jovens, negras e de baixa renda são as maiores vítimas
Ao analisar o perfil étnico e racial das entrevistadas, as mulheres negras (65,5%) sofreram mais que o dobro de violência em comparação com as brancas (29%) durante o ano passado.

“A mulher negra está mais vulnerável do ponto de vista socioeconômico e de moradia. É a parcela da população que tem mais dificuldade para acessar seus direitos e informações disponíveis, por isso está mais suscetível a violências mais graves”, explica a coordenadora institucional do FBSP.

A pesquisadora também reitera que esse cenário de desigualdade não é novo e que é preciso priorizar esse recorte no momento da elaboração de políticas públicas para as vítimas.

Em relação à faixa etária, 30,3% das entrevistadas que relataram episódios de violência tinham entre 16 e 24 anos, 22,8% entre 25 e 34 anos, 20,6% entre 35 e 44 anos, 17,1% entre 45 e 59 anos e 9,2% com 60 anos ou mais.

As mulheres mais jovens, de acordo com o levantamento, apresentam maiores níveis de vitimização e são alvos maiores de ofensas verbais, enquanto as vítimas de 45 a 59 anos experimentaram os maiores níveis de violências como espancamento (8,2%), ameaça com faca ou arma de fogo (8,7%) e esfaqueamento ou tiro (4,5%).

Os dados também mostram que, à medida que aumenta a renda familiar mensal,
diminui a prevalência de violências mais graves. As agressões físicas (13,8%) e os espancamentos (7,7%), por exemplo, são muito mais frequentes entre as entrevistadas com renda de até dois salários mínimos.

No último ano, 31,2% das mulheres com renda de até dois salários mínimos sofreram violência, 28,4% entre as que ganham entre dois e cinco salários, 27,4% entre as que têm rendimento entre cinco e dez salários e 22,6% entre as que têm mais de dez salários.

Divórcio
As mulheres separadas e divorciadas apresentaram níveis mais elevados de vitimização (41,3%) do que as casadas (17%), viúvas (24,6%) e solteiras (37,3%). Os dados demonstram como é difícil romper o ciclo de violência.

Nos últimos 12 meses, as vítimas de violência ou agressão sofreram, em média, quatro episódios nesse período, enquanto para as divorciadas a média foi de nove agressões.

O crescimento dos movimentos ultraconservadores e a defesa “dos valores da família” nos últimos anos também são um empecilho nos processos de divórcio e no rompimento desses papéis sociais de gênero, de acordo com a psicóloga.

Em razão desses fatores, os principais autores da violência são os companheiros e ex-companheiros, que, somados, são responsáveis por 58,1% dos casos, ao mesmo tempo que a residência é o principal local das agressões.

Denúncias
Quase metade das vítimas relatou não fazer nada após sofrer um episódio grave de violência. Apenas 14% das entrevistadas denunciaram o crime em uma Delegacia da Mulher, e 4,8% ligaram para a Polícia Militar.

Para a pesquisadora, o maior obstáculo para as mulheres é reconhecer a situação de violência e pedir ajuda. A vítima é frequentemente responsabilizada pelas agressões praticadas pelo próprio companheiro e julgada por familiares e amigos. “É uma relação permeada pela culpa e pelo medo, por isso é difícil reconhecer a necessidade de ajuda”, afirma.

Como muitas mulheres também são desencorajadas a registrar denúncias ou desacreditam no trabalho da polícia e do sistema judiciário, há muitas subnotificações de ocorrências de violência contra a mulher no país. Por isso, os números podem ser muito maiores.

Políticas públicas
A punição de forma mais severa dos agressores (76,5%) foi considerada a política pública mais importante pelas entrevistadas, seguida de ter alguém para conversar, como um psicólogo ou outro especialista em saúde mental (72,4%), e disponibilizar aplicativos de celular que permitam às vítimas de violência doméstica pedir ajuda apertando apenas um botão no celular (70,8%).

Esses indicadores, de acordo com Juliana Martins, são reflexo de uma sociedade punitivista que anseia por mais prisões e penas mais duras. “Só prender e punir de forma severa não vai resolver o problema, que é cultural. É preciso trabalhar a base dos problemas, como os papéis desiguais entre homens e mulheres.”

“Precisamos olhar para essa situação complexa com diversas lentes, e o tronco principal é a integração de políticas públicas de saúde, educação, assistência social”, sustenta a psicóloga. Também é necessário oferecer escuta e acolhimento à vítima, sem julgá-la nem revitimizá-la.

Como denunciar?
• Ligue 190 (Polícia Militar)

• Ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher)

• Acesse o aplicativo “Direitos Humanos Brasil”

• Registre boletim de ocorrência na Delegacia da Mulher

• Registre denúncia na página da Ouvidoria Nacional de Diretos Humanos

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

TJ-RJ registrou 21 casos de violência contra a mulher na Sapucaí

por Redação 24 de fevereiro de 2023

Uma iniciativa do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro possibilitou a criação de um protocolo de atendimento em casos de violência contra a mulher durante os desfiles no Sambódromo, em espaço próprio para as denúncias. Ao todo, o posto do Sambódromo fez 21 atendimentos. Em quatro dias de desfile no Sambódromo, sendo que 19 pessoas foram levadas a audiências.

Os crimes variaram de lesão corporal grave, lesão corporal leve e crime contra a economia popular, além do caso de injúria racial. O presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Ricardo Cardozo, afirmou que o funcionamento do posto “mostrou que o Poder Judiciário está atento e vigilante” diante das ocorrências registradas em grandes eventos como o desfile das escolas de samba.

O posto voltará a funcionar neste sábado (25) durante o desfile das Campeãs, no Sambódromo. Uma juíza ficará responsável pelo atendimento as mulheres.

Racismo

O posto de atendimento do Juizado do Torcedor e dos Grandes Eventos, instalado no Setor 11 do Sambódromo durante os quatro dias de desfiles, foi fundamental para solução de um possível caso de injúria racial registrado por uma funcionária da segurança. Ela proibiu a entrada de duas pessoas sem credencial no acesso às tribunas.

A vítima foi atendida pela juíza Renata Guarino, coordenadora dos plantões, depois que um servidor da Empresa de Turismo do Rio (Riotur) acabou acusado de agredir e ofender a funcionária da segurança. Além de receber um soco, a mulher disse ter sido chamada de “macaca”. Através de uma medida cautelar, o acusado teve a entrada na Avenida Marquês de Sapucaí proibida e a credencial retida para o restante do Carnaval.

Violência no feriado

O Instituto Fogo Cruzado fez um levantamento mapeado durante o período do Carnaval, indicando que na região metropolitana do Rio foram registrados 22 tiroteios entre 18h de sexta-feira (17) e meio-dia da quarta-feira de Cinzas (22). Ao todo, 33 pessoas foram baleadas nesse período, sendo que destas, nove morreram e 24 ficaram feridas.

A capital fluminense registrou o maior número de tiroteios, com 13 trocas de tiros e três mortos. As cidades de Magé, Nova Iguaçu, São João de Meriti e Queimados, na Baixada Fluminense, tiveram um total de seis pessoas mortas e 24 feridas durante o carnaval. O município de São Gonçalo, o segundo colégio eleitoral do Estado, na região metropolitana registrou dois tiroteios com um morto e dois feridos.

De acordo com o coordenador regional do Instituto Fogo Cruzado no Rio de Janeiro, Carlos Nhanga, as autoridades devem pensar em formas de diminuir a presença de armas das ruas do estado. “O carnaval é um período de lazer mas quem circula pelas ruas armado durante o ano todo, também vai circular armado durante o Carnaval. Esta deve ser uma preocupação constante das autoridades: como podemos reduzir a circulação de armas no estado?”.

Segundo ele, em feriados prolongados o problema aumenta. “As cidades estão mais movimentadas, há mais aglomeração e os danos podem ser maiores. O Carnaval é muito importante para Rio de Janeiro e sua população merece curtir em segurança”.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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