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Categoria:

INSS

CPMI do INSS

Farra do INSS: filho de dirigente recebeu R$ 128 mil aos 19 anos e sindicato perdeu 98% dos filiados após operação

por Redação 26 de fevereiro de 2026

O filho do presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados e Pensionistas da Força Sindical (Sindnapi) recebeu ao menos R$ 128 mil em 2024 por meio de uma empresa criada para atender à entidade investigada na Farra do INSS. Os pagamentos ocorreram entre agosto e dezembro daquele ano, quando o jovem tinha 19 anos.

O Sindnapi é ligado à Força Sindical e tem como vice-presidente o sindicalista José Ferreira da Silva, o Frei Chico, irmão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Os valores foram pagos pela empresa Gestora Eficiente LTDA à Giacomasi Business and Management LTDA, que pertence ao filho de Milton Baptista de Souza, conhecido como Milton Cavalo, presidente do sindicato.

Na documentação analisada, não há detalhamento sobre quais serviços teriam sido efetivamente prestados pela Giacomasi Business. A declaração de imposto de renda da empresa menciona apenas “remuneração de Serviços Profissionais, de Serviços de Limpeza, Conservação, Segurança e Locação de Mão de Obra Prestados por Pessoa Jurídica”.

A Gestora Eficiente foi criada por dirigentes do Sindnapi e prestava serviços exclusivamente ao sindicato. A empresa era responsável por processar dados de aposentados que sofriam descontos em seus benefícios. A cada novo aposentado incluído nos descontos, a empresa recebia comissão.

A Gestora Eficiente tinha como sócios o advogado Carlos Afonso Galleti Júnior, casado com a ex-coordenadora jurídica do sindicato, Tônia Galleti, e a decoradora Daugliesi Giacomasi de Souza, esposa de Milton Cavalo e mãe do jovem dono da Giacomasi Business.

Os dados da Giacomasi Business foram enviados à CPMI do INSS após requerimento de quebra de sigilo apresentado pela deputada Bia Kicis (PL-DF). Segundo a coluna, o Sindnapi pagou pelo menos R$ 8,2 milhões a empresas ligadas a familiares de seus dirigentes.

Os repasses ocorreram no mesmo período em que houve aumento exponencial na arrecadação do sindicato, impulsionado por descontos automáticos nos benefícios de aposentados. Grande parte dos novos filiados teria ingressado por meio de convênio entre o Sindnapi e as lojas Help!, financeira vinculada ao banco BMG.

No site Reclame Aqui, há diversas queixas relatando venda casada entre a Help! e o sindicato. Aposentados afirmam que os descontos começaram após fornecerem dados para contratar empréstimos consignados.

Dados do Portal da Transparência indicam que, em 2020, o sindicato recebeu R$ 23 milhões em descontos via INSS. Em 2024, o montante subiu para R$ 154,7 milhões — crescimento de 563,9%.

Após a deflagração da Operação Sem Desconto e a criação de ferramenta que permitiu a saída automática de aposentados, o Sindnapi perdeu 98% dos filiados. O número de contribuintes caiu de 317 mil para cerca de 5 mil.

Durante o período de forte arrecadação, dirigentes do sindicato registraram aumento patrimonial. Milton Cavalo construiu uma mansão com piscina em um sítio em Ibiúna (SP).

Procurados, Milton Cavalo e o Sindnapi não responderam. O nome do jovem foi omitido.

Fonte: METRÓPOLES

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CPMI do INSS

Defesa de Lulinha aciona STF para ter acesso a investigação sobre fraudes no INSS

por Redação 26 de fevereiro de 2026

A defesa de Fábio Luís Lula da Silva, filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ingressou no Supremo Tribunal Federal (STF) com pedido de acesso às investigações que apuram desvios de recursos de aposentados e pensionistas do INSS. O relator do caso é o ministro André Mendonça.

Segundo apurado, um dos objetivos do pedido é verificar se Lulinha figura formalmente como investigado. A movimentação ocorre após a revelação de que dois dirigentes do alto escalão do INSS firmaram acordos de delação premiada para detalhar o esquema e citaram Lulinha e a ex-ministra do governo Bolsonaro Flávia Arruda.

O esquema de descontos indevidos no INSS teve início no governo Bolsonaro e, conforme as informações divulgadas, aumentou exponencialmente no governo Lula. As investigações só foram iniciadas após uma série de reportagens do Metrópoles.

Em dezembro, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou à CPMI do INSS que “infelizmente, surgiu essa possibilidade e que eu não posso comentar pelo sigilo da investigação”, ao ser questionado sobre menções a Lulinha. O presidente Lula declarou que chamou o filho para conversar sobre o assunto e determinou que ele se explicasse.

Em nota enviada à coluna em 25 de fevereiro, a defesa afirmou que Lulinha “não tem relação com as fraudes do INSS, não participou de fraudes ou desvios e não recebeu valores dessa fonte criminosa”. É a primeira manifestação pública dele sobre o tema por meio de advogados constituídos.

Na nota, a defesa critica a cobertura da imprensa e não esclarece qual seria a relação de Lulinha com Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”. O advogado Guilherme Suguimori Santos declarou que, diante da divulgação de “dados parciais e sigilosos”, decidiu requerer acesso ao processo no STF, destacando que seu cliente se colocou à disposição do tribunal para prestar esclarecimentos após conhecer o conteúdo dos autos. Segundo ele, o acesso ainda não foi concedido, o que impediria qualquer manifestação adicional no momento.

A defesa sustenta que negociações de delação premiada são sigilosas por previsão legal e jurisprudencial, o que tornaria “inverificável” sua existência e conteúdo. O advogado afirma ainda que a divulgação das informações na véspera de sessão da CPMI poderá ser utilizada para fins políticos antes de eventual confirmação.

A coluna apurou que Lulinha foi orientado pelos advogados a não prestar esclarecimentos à CPMI do INSS. A base do governo tem rejeitado requerimentos que buscam investigar a relação do filho do presidente com o “Careca do INSS”.

Na íntegra da carta divulgada, a defesa afirma que Fábio Luís “não conhece” os ex-dirigentes citados e “jamais teve com eles qualquer tipo de relação, financeira, pessoal ou profissional”. O texto também declara que todas as acusações anteriores contra ele “se comprovaram falsas” e que o mesmo ocorrerá neste caso.

A carta é assinada por Guilherme Suguimori Santos, OAB/SP 295.675, e datada de 25 de fevereiro de 2026, em São Paulo.

Fonte: METRÓPOLES

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CPMI do INSS

CPMI do INSS aprova quebra de sigilos de Lulinha e sessão termina em tumulto

por Redação 26 de fevereiro de 2026

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que apura fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) aprovou, nesta quinta-feira (26/2), a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A medida abrange o período de 1º de janeiro de 2022 a 31 de janeiro de 2026.

O requerimento 2939/2026 foi apresentado pelo relator da comissão, deputado Alfredo Gaspar (União Brasil-AL). Logo após a aprovação, a sessão foi marcada por tumulto entre parlamentares, com empurra-empurra no plenário. A TV Senado interrompeu a transmissão dos trabalhos do colegiado.

De acordo com informações divulgadas na coluna de Andreza Matais, do Metrópoles, Lulinha teria recebido uma mesada de cerca de R$ 300 mil do empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”. A afirmação consta em depoimento prestado por uma testemunha à Polícia Federal e posteriormente encaminhado à CPMI.

A iniciativa partiu de Edson Claro, ex-funcionário de Antunes, que afirma ser alvo de perseguição por parte do ex-empregador. Em seu relato, ele declarou que o empresário teria efetuado um pagamento de R$ 25 milhões a Fábio Luís, além de repassar aproximadamente R$ 300 mil mensais. O depoimento, contudo, não especifica a moeda utilizada na suposta transferência de R$ 25 milhões.

Ainda segundo a mesma coluna, o ex-procurador do INSS Virgílio Oliveira Filho e o ex-diretor de Benefícios da autarquia André Fidelis preparam uma delação premiada para detalhar o papel de Lulinha nos descontos indevidos aplicados pelo instituto.

Em nota enviada à coluna, a defesa de Fábio Luís afirmou que ele “não tem relação com as fraudes do INSS, não participou de fraudes ou desvios e não recebeu valores dessa fonte criminosa”. Esta é a primeira manifestação pública do filho do presidente sobre o tema por meio de advogados constituídos.

A CPMI também aprovou a convocação de Gustavo Marques Gaspar, empresário e ex-assessor do senador e vice-líder do Governo no Senado, Weverton Rocha (PDT-MA), na condição de testemunha. O requerimento foi apresentado pela deputada Coronel Fernanda (PL-MT).

Weverton foi alvo de uma das fases da Operação Sem Desconto, deflagrada pela Polícia Federal em 18 de novembro, quando sofreu busca e apreensão autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

O senador compartilhou o uso de um jatinho com o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes. A aeronave é um Beech Aircraft modelo F90, prefixo PT-LPL. Documentos obtidos pela coluna de Tácio Lorran, do Metrópoles, indicam que o “Careca do INSS” utilizou o avião ao menos duas vezes em 2024, em 2 de fevereiro e 13 de julho, partindo de um aeroporto executivo em São Paulo.

Em 2025, o Metrópoles registrou o senador Weverton utilizando a mesma aeronave para viagens entre São Luís (MA) e Brasília. A reportagem fotografou o parlamentar desembarcando do jatinho nos dias 1º e 15 deste mês no Aeroporto Internacional de Brasília. Desde o início de 2024, a maior parte dos voos do avião ocorre entre Brasília, São Paulo e São Luís.

Fonte: METRÓPOLES

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INSS

Número 2 da Previdência recebeu R$ 50 mil em suposto repasse do “Careca do INSS”, aponta PF

por Redação 18 de dezembro de 2025

A Polícia Federal identificou um suposto repasse de R$ 50 mil ao ex-secretário-executivo do Ministério da Previdência Social, Adroaldo Portal, apontado como número 2 da pasta. A informação consta em uma planilha apreendida com Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, principal alvo do esquema de fraudes investigado pela Operação Sem Desconto.

Adroaldo Portal teve a prisão domiciliar decretada nesta quinta-feira (18) e foi exonerado do cargo após a deflagração de uma nova fase da operação. A investigação apura descontos irregulares em aposentadorias e pensões do INSS entre 2019 e 2024, com prejuízo estimado em até R$ 6,3 bilhões.

Segundo a Polícia Federal, a anotação na planilha é datada de 23 de abril deste ano e indica o pagamento de R$ 50 mil em favor de “Adro”, o que os investigadores consideram indício de pagamento de propina. Além disso, a PF identificou movimentações financeiras consideradas suspeitas nas contas do ex-secretário.

Entre 23 de outubro de 2023 e 29 de janeiro de 2024, Adroaldo Portal teria recebido R$ 249 mil em depósitos em espécie, valores considerados incompatíveis com sua renda declarada, segundo os investigadores.

A apuração também aponta conexões políticas no esquema. Registros de entrada no Ministério da Previdência indicam que o lobista conhecido como “Careca do INSS”, o empresário Gustavo Marques Gaspar e um ex-assessor ligado ao senador Weverton Rocha (PDT-MA) estiveram no gabinete de Adroaldo Portal.

Portal atuou como assessor do senador Weverton Rocha entre 2019 e 2023. Em seguida, ocupou cargos estratégicos no Ministério da Previdência, primeiro como secretário do Regime Geral de Previdência Social e, posteriormente, como secretário-executivo da pasta.

Ainda de acordo com a Polícia Federal, o filho de Adroaldo, Eduardo Silva Portal, trabalha como assessor parlamentar no gabinete do senador desde junho de 2023. A PF afirma ter identificado movimentações financeiras suspeitas envolvendo Adroaldo, o filho e a chefe de gabinete do Ministério da Previdência.

Na decisão que determinou o afastamento e a prisão domiciliar de Adroaldo Portal, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, afirmou que há “fortes indícios da prática de ilícitos” com ampla e grave repercussão.

A nova fase da Operação Sem Desconto foi autorizada pelo STF e ocorre em diversos estados, além do Distrito Federal. Além de Adroaldo Portal, a PF prendeu Romeu Carvalho Antunes, filho do “Careca do INSS”, e Éric Fidélis, filho do ex-diretor de Benefícios do INSS, André Fidélis.

Fonte: G1

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Fraudes no INSS

PF pediu prisão de Weverton Rocha em investigação sobre fraudes no INSS, mas PGR foi contra

por Redação 18 de dezembro de 2025

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), retirou nesta quinta-feira (18) o sigilo da decisão que autorizou uma nova fase da Operação Sem Desconto, que investiga um esquema bilionário de fraudes em aposentadorias e pensões pagas pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

De acordo com a decisão, a Polícia Federal solicitou a prisão do senador Weverton Rocha (PDT-MA) e de Adroaldo Portal, então secretário-executivo do Ministério da Previdência Social. A Procuradoria-Geral da República (PGR), no entanto, se manifestou contrária às prisões.

Diante do posicionamento da PGR, o ministro autorizou apenas mandados de busca e apreensão contra o senador Weverton Rocha. Já Adroaldo Portal foi afastado do cargo, teve prisão domiciliar decretada e passou a usar tornozeleira eletrônica. Ele foi exonerado do ministério após a deflagração da operação.

As investigações da Polícia Federal apontam que, entre 2019 e 2024, um esquema criminoso realizou descontos associativos irregulares em benefícios de aposentados e pensionistas do INSS. O prejuízo estimado pode chegar a R$ 6,3 bilhões.

Na decisão, Mendonça afirma que o senador Weverton Rocha ocupa um “capítulo extenso” das apurações, diante da suspeita de que teria exercido papel de liderança política e possível comando dentro da organização criminosa. Segundo a PF, o parlamentar teria se beneficiado de valores ilícitos e mantido relações próximas com integrantes do grupo investigado.

Ainda conforme os investigadores, Weverton Rocha teria atuado como beneficiário final de operações financeiras estruturadas pelo esquema, recebendo recursos por meio de interpostas pessoas, incluindo assessores parlamentares. A PF também aponta que o senador seria um “sustentáculo político” da organização, ampliando a influência e a blindagem institucional do grupo.

Em nota, a assessoria de Weverton Rocha informou que o senador recebeu “com surpresa” o cumprimento do mandado de busca e apreensão em sua residência e afirmou que ele está à disposição para prestar esclarecimentos assim que tiver acesso integral à decisão.

No caso de Adroaldo Portal, o ministro explicou que a prisão domiciliar foi determinada por se tratar de uma pessoa com deficiência, que necessita de cuidados especiais e contínuos, o que inviabilizaria a permanência em ambiente prisional comum.

A nova fase da Operação Sem Desconto também resultou na prisão de Romeu Carvalho Antunes, filho de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, e de Éric Fidélis, filho do ex-diretor de Benefícios do INSS, André Fidélis.

Ao todo, estão sendo cumpridos 52 mandados de busca e apreensão, 16 mandados de prisão preventiva e diversas medidas cautelares, em ações realizadas nos estados de São Paulo, Paraíba, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Minas Gerais, Maranhão e no Distrito Federal.

O esquema foi revelado em abril, quando a Polícia Federal apontou que entidades cobravam mensalidades indevidas diretamente nos benefícios de aposentados, sem autorização, simulando filiação a associações que não prestavam os serviços prometidos.

O governo federal anunciou a devolução dos valores descontados indevidamente, em parcela única, e prorrogou até 14 de fevereiro de 2026 o prazo para que beneficiários contestem os descontos e solicitem o ressarcimento.

Fonte: G1

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INSS

INSS divulga calendário de pagamentos de benefícios para 2026; confira as datas completas

por Redação 18 de dezembro de 2025

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) divulgou o calendário oficial de pagamentos de aposentadorias e pensões para o ano de 2026. As datas foram anunciadas pelo Ministério da Previdência Social e já orientam milhões de beneficiários em todo o país, incluindo aposentados e pensionistas da cidade de São Paulo.

Para quem recebe até um salário mínimo, os depósitos referentes ao mês de janeiro começam no dia 26 de janeiro e seguem até 6 de fevereiro. Já os segurados que recebem acima do piso nacional terão os créditos liberados a partir de 2 de fevereiro.

Ao longo de 2026, os pagamentos seguem o seguinte cronograma: em janeiro, de 26/1 a 6/2; fevereiro, de 23/2 a 6/3; março, de 25/3 a 8/4; abril, de 24/4 a 8/5; maio, de 25/5 a 8/6; junho, de 24/6 a 7/7; julho, de 27/7 a 7/8; agosto, de 25/8 a 8/9; setembro, de 24/9 a 7/10; outubro, de 26/10 a 9/11; novembro, de 24/11 a 7/12; e dezembro, de 22/12 a 8/1 de 2027.

O calendário leva em consideração o número final do cartão do benefício, desconsiderando o dígito verificador, que aparece após o traço. Para quem recebe até o salário mínimo, os pagamentos começam pelos cartões com final 1. Já para valores acima do mínimo, o cronograma inicia com os finais 1 e 6, avançando nos dias seguintes conforme a numeração.

Os beneficiários podem consultar os valores a receber por meio do aplicativo Meu INSS, disponível para celulares, ou pelo site oficial meu.inss.gov.br. Também é possível obter informações pela central telefônica 135, que funciona de segunda a sábado, das 7h às 22h, mediante informação do CPF e confirmação de dados cadastrais.

Com o reajuste anual do salário mínimo previsto para 1º de janeiro, o valor atualizado dos benefícios será pago apenas no final de janeiro ou no início de fevereiro, conforme o calendário oficial do INSS.

Fonte: G1

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CPMI do INSS

CPI do INSS aprova quebra de sigilos e convoca dono do Banco Master

por Redação 4 de dezembro de 2025

A CPI mista do INSS aprovou nesta quinta-feira (4) a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telemático do empresário Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master. O colegiado também decidiu convocá-lo para prestar depoimento, ainda sem data definida. A medida ocorre em meio às investigações sobre operações de crédito consignado voltadas a aposentados e pensionistas.

O relator da comissão, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), afirma que Vorcaro precisa esclarecer práticas adotadas pelo Banco Master no mercado de consignados. O empresário foi preso no dia 17 em uma operação da Polícia Federal que investiga fraudes em papéis vendidos pelo Master ao Banco de Brasília (BRB). Ele foi solto no dia 28 por decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, mas o Ministério Público Federal recorreu e pediu a manutenção da prisão.

Segundo a Polícia Federal, o Banco Master emitia Certificados de Depósito Bancário (CDBs) com promessa de retorno até 40% acima da taxa básica do mercado — índice considerado irreal pela corporação. Estima-se que o esquema tenha movimentado cerca de R$ 12 bilhões.

No mesmo dia da operação que prendeu Vorcaro, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do conglomerado e colocou o Banco Master sob administração especial temporária por 120 dias. A decisão foi anunciada um dia após a Fictor Holding apresentar uma proposta de compra da instituição.

O Banco Master já enfrentava risco de falência devido ao alto custo de captação e a investimentos considerados arriscados. Entre as práticas adotadas estavam a compra de precatórios e investimentos em empresas em situação financeira delicada. Para evitar a quebra, tentativas de venda foram realizadas, incluindo uma proposta do BRB, mas todas foram canceladas em meio a questionamentos, pressões políticas e falta de transparência.

Fonte: G1

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INSS

Propina paga pela Conafer teria rendido R$ 4 milhões ao ex-presidente do INSS, aponta PF

por Redação 14 de novembro de 2025

A Polícia Federal afirma que o ex-presidente do INSS Alessandro Stefanutto recebeu ao menos R$ 4 milhões em propina da Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais (Conafer) durante o período investigado pela Operação Sem Desconto. Stefanutto foi preso na última quinta-feira (13).

Segundo a PF, o ex-presidente do INSS recebia repasses mensais de R$ 250 mil — valores que eram ocultados por meio de empresas de fachada e de um escritório de advocacia ligado aos investigados. A investigação aponta que os pagamentos começaram ainda em maio de 2023, um mês antes de sua nomeação para a presidência do instituto pelo então ministro Carlos Lupi, e se estenderam até setembro de 2024.

A decisão do ministro do STF André Mendonça, que autorizou a operação, não esclarece por que os repasses não continuaram até abril de 2025, quando ocorreu a primeira fase da operação que revelou o esquema de descontos fraudulentos nas aposentadorias. Na época, Lupi se recusou a exonerar Stefanutto e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu pela demissão.

Somados, os valores pagos entre maio de 2023 e setembro de 2024, além de um repasse isolado de R$ 250 mil feito em 2022 — quando Stefanutto era procurador-geral federal na AGU — chegam a aproximadamente R$ 4 milhões. De acordo com fontes da investigação, antes de assumir a presidência, ele já recebia entre R$ 50 mil e R$ 100 mil mensais. Com a promoção, a quantia teria sido reajustada para R$ 250 mil por mês.

A PF aponta que o ex-presidente exercia “papel de facilitador institucional” do grupo criminoso ao atuar para garantir a continuidade administrativa e jurídica do convênio irregular entre o INSS e a Conafer. A suposta participação de Stefanutto integraria o núcleo político-institucional do esquema, responsável por assegurar o funcionamento e a proteção das fraudes dentro do órgão.

Em nota enviada à imprensa, a defesa de Stefanutto afirmou que ele “irá comprovar a inocência”, classificando a prisão como “completamente ilegal”. Os advogados argumentam que o ex-presidente do INSS colaborou com as investigações e não tentou obstruir o trabalho da Polícia Federal.

Fonte: OGLOBO

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Fraudes no INSS

PF detalha três núcleos em esquema que desviou R$ 640 milhões de aposentados via Conafer

por Redação 14 de novembro de 2025

A Polícia Federal identificou três núcleos estruturados — de comando, financeiro e político-institucional — na suposta organização criminosa responsável por desvios de R$ 640 milhões de aposentados e pensionistas do INSS por meio da Conafer (Confederação Nacional de Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais). A entidade é uma das investigadas no esquema de cobranças indevidas em folhas de pagamento, que, somado a outras associações, pode ter alcançado R$ 6,3 bilhões entre 2019 e 2024.

A apuração integra a quarta fase da Operação Sem Desconto, deflagrada nesta quinta-feira (13) com autorização do ministro do STF André Mendonça. Segundo a PF, mais de 600 mil beneficiários foram atingidos pelas fraudes, sustentadas por convênios irregulares que permitiam descontos automáticos nos benefícios do INSS.

Núcleo de comando
No topo da estrutura, segundo a investigação, estava Carlos Lopes, presidente da Conafer, apontado como “líder e mentor intelectual” do esquema. Ele orientaria funcionários a coletar assinaturas de idosos para uso em fichas falsas de filiação, simulando autorização para descontos. Foragido até a noite de quinta-feira, Carlos teria autoridade sobre todos os núcleos e participação no controle do fluxo de recursos ilícitos.

Seu irmão, Tiago Abraão Ferreira Lopes — vice-presidente e Diretor-Secretário-Geral de Finanças e Administração da Conafer — foi preso. Ele teria acesso indevido ao sistema da Dataprev/INSS, por onde enviava listas fraudulentas de beneficiários para aplicar descontos sem autorização dos segurados. Entre 2019 e 2024, recebeu R$ 5,5 milhões da entidade, além de outros repasses ligados ao esquema.

Núcleo financeiro
A PF atribui a Cícero Marcelino de Souza Santos a função de operador financeiro. Ele teria criado empresas de fachada para movimentar valores desviados e repassá-los aos beneficiários do esquema. Mensagens apreendidas mostram diálogos com Carlos Lopes sobre pagamentos ilícitos. Em planilhas, os destinatários das propinas eram chamados de “heróis” e “amigos”.

Outro investigado é Vinícius Ramos da Cruz, presidente do Instituto Terra e Trabalho (ITT), entidade parceira da Conafer. Ele seria responsável pela execução técnica das transações ilegais, controlando fluxos de dinheiro e distribuindo recursos a beneficiários, entre eles o deputado federal Euclydes Petersen (Republicanos-MG).

Núcleo político-institucional
A PF afirma que o ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, atuou como facilitador institucional para garantir a manutenção dos convênios irregulares que permitiam os descontos diretos nos benefícios. Ele teria recebido até R$ 250 mil mensais disfarçados como honorários de consultoria, por meio de empresas relacionadas ao operador Cícero Santos.

Outro nome destacado é o de Virgílio Antônio de Oliveira Filho, ex-procurador-chefe do INSS, que emitia pareceres favoráveis aos repasses. Quebras de sigilo bancário apontam recebimento de R$ 6,57 milhões em propinas, segundo o STF.

O deputado Euclydes Petersen também é citado como beneficiário do esquema. Ele teria recebido R$ 14,7 milhões para oferecer proteção política e evitar fiscalizações que poderiam interromper o convênio da Conafer com o INSS. A PF solicitou medidas cautelares contra o parlamentar, mas o STF autorizou apenas busca e apreensão.

A investigação ainda aponta que o esquema seguia ativo no governo Jair Bolsonaro. José Carlos Oliveira — ex-diretor de Benefícios do INSS e ex-ministro do Trabalho e Previdência — teria sido favorecido com repasses, identificado nas planilhas como “São Paulo” e “Yasser”.

A PF afirma que o conjunto de evidências mostra a atuação coordenada dos três núcleos para manter o esquema em funcionamento por anos, apesar de reclamações, processos judiciais e alertas sobre irregularidades.

Fonte: G1

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INSS

PF investiga fraude de R$ 7 milhões no FGTS que atingiu Paolo Guerrero, Gabriel Jesus, Ramires, Felipão e outros ex-jogadores

por Redação 13 de novembro de 2025

A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (13), no Rio de Janeiro, a 3ª fase da Operação Fake Agents, que investiga um esquema de saques fraudulentos de valores do FGTS em nome de jogadores, ex-atletas e treinadores de futebol.
O prejuízo estimado chega a R$ 7 milhões.

Entre as vítimas identificadas estão Paolo Guerrero, Gabriel Jesus, Ramires, João Rojas, Titi, Raniel, Christian Cueva, Donatti, Tarouco, Obina e Paulo Roberto Falcão.
A PF também apura indícios de irregularidades envolvendo o ex-técnico da Seleção Brasileira, Luiz Felipe Scolari (Felipão).

Como funcionava o esquema

De acordo com as investigações, a organização criminosa era chefiada pela advogada Joana Costa Prado Oliveira, que utilizava contatos em agências da Caixa Econômica Federal para liberar valores indevidos.
Ela teve a carteira da OAB suspensa em setembro, após decisão do Tribunal de Ética e Disciplina da OAB-RJ. Segundo a entidade, já havia um processo ético-disciplinar em andamento.

O golpe começou a ser investigado depois que um banco privado denunciou uma conta aberta com documentos falsos em nome de Paolo Guerrero, que teve R$ 2,2 milhões desviados do seu FGTS.
A partir daí, a PF descobriu que o esquema era mais amplo e contava com a participação de funcionários da Caixa, responsáveis por facilitar os saques irregulares.

Operação e desdobramentos

Nesta fase da operação, os agentes cumpriram quatro mandados de busca e apreensão — três em residências de empregados da Caixa, nos bairros da Tijuca, Ramos e Deodoro, e um em uma agência no Centro do Rio.
Foram apreendidos celulares, computadores e documentos.

As apurações indicam que a quadrilha atuava desde 2014, com o envolvimento de empresários, bancários, advogados e ex-jogadores.
O grupo se aproveitava de atletas recém-desligados de clubes, falsificava assinaturas e documentos para acessar o FGTS junto à Caixa, e abria contas falsas em nome das vítimas para realizar as transferências.

Os suspeitos podem responder por falsificação de documento público, estelionato, associação criminosa e outros crimes.

Fonte: OGLOBO

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