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Brasil

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Bicampeão em arena e fã de montaria: saiba quem é peão que morreu pisoteado por touro em MT

por Redação 7 de julho de 2025

Apaixonado por rodeios e um grande fã da montaria, era assim que José Thaysson, que morreu após ser pisoteado por um touro nesse sábado (5), se mostrava nas redes sociais. O jovem participava de uma competição de rodeio, que acontecia durante uma feira de exposição agropecuária em Nova Ubiratã, a 506 km de Cuiabá, quando o acidente ocorreu.

Em junho deste ano, Thaysson compartilhou nas redes sociais a conquista do título de bicampeão em uma competição de rodeio, celebrando mais uma vitória na arena. A publicação gerou elogios de amigos e admiradores, que acompanhavam a trajetória dele nas competições.

No perfil, ele também compartilhava vídeos dos treinos, da rotina nas competições e da vida simples que levava no interior. As publicações revelavam o carinho pelas montarias e o orgulho de representar a paixão pelos rodeios nas arenas por onde passava.

O jovem morreu um dia antes de completar 21 anos.

Entenda o caso

Um vídeo gravado no local mostra o momento em que o jovem cai de cima do touro e, em seguida, é pisoteado na cabeça pelo animal (assista acima).

Conforme o boletim de ocorrência, o acidente ocorreu no Parque de Exposição de Nova Ubiratã.

Após a queda, Thaysson chegou a ser socorrido pela equipe médica do evento e foi encaminhado até uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), mas não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

O caso foi registrado como acidente de trabalho pela Polícia Civil.

Fonte: G1

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Segurança

Ex-diretora de presídio e detento foragido negociavam votos por R$ 100 para beneficiar vereador e ex-deputado federal

por Redação 4 de julho de 2025

As investigações do Ministério Público da Bahia (MP-BA) apontaram que a ex-diretora do Conjunto Penal de Eunápolis, no extremo sul da Bahia, Joneuma Silva Neres, e o detento foragido Ednaldo Pereira de Souza, o “Dadá”, negociavam “votos cativos” por R$ 100.

De acordo com o processo ao qual a TV Bahia obteve acesso com exclusividade, Joneuma Silva, presa e denunciada por facilitar a fuga de 16 detentos do presídio há sete meses, passou a trabalhar “politicamente” para uma organização criminosa baiana, na qual passou a fazer parte.

Joneuma intermediava encontros entre o amante Ednaldo e o então candidato a prefeito de Teixeira de Freitas, o ex-deputado federal Uldurico Jr. (MDB).

Nestes encontros, também compareceu o então candidato a vereador do município de Eunápolis Alberto Cley Santos Lima, conhecido como Cley da Autoescola (PSD), apoiado politicamente pelo ex-deputado federal.

O documento aponta que na condição de padrinho “politico” de Joneuma, Uldurico Jr. passou a ter encontros repetidos com Dadá e outros membros da sua organização criminosa, dentro do Conjunto Penal de Eunápolis, com a participação da ex-diretora do local.

Conforme o documento, estes encontros eram cercados de cuidados “especiais”, por parte de Joneuma, para que não ficassem registrados nas câmeras de segurança ou arquivos do Conjunto Penal.

Depoimentos colhidos apontaram ainda que a intermediação de Joneuma com chegou a lhe render valores próximos de R$ 1,5 milhão. A defesa dela nega.

“Em nenhum momento, ela recebeu qualquer tipo de valor. Foi requerida pela Polícia Civil a quebra do sigilo bancário dela. No momento que eles quiserem, eles têm acesso”, disse o advogado Artur Nunes

Fornecimento de eleitores cativos
As investigações apontam que a intenção da ex-diretora do Conjunto Penal, ao intermediar os encontros entre membros do grupo criminoso e o ex-deputado federal era:

acobertar “politicamente” as atividades criminosas;
favorecer as ações criminosas do grupo, as quais se desenvolviam, escancaradamente, dentro do Conjunto Penal de Eunápolis.
A moeda de troca entre a primeira denunciada e o então candidato a prefeito de Teixeira de Freitas era o fornecimento de “eleitores cativos”. Em troca, Uldurico Jr. a apoiaria politicamente para manter-se na administração do Conjunto Penal, representando os interesses da organização criminosa.

Entre os eleitores cativos se incluía tanto os presos provisórios faccionados do grupo, que podiam votar, como os amigos e familiares deles.

Segundo o depoimento de um dos internos da unidade, o voto compromissado era comercializado e cada eleitor aliciado recebia o dinheiro.

Direcionamento de contratações e demissões
Ainda de acordo com o documento, para exercer o controle absoluto do Conjunto Penal de Eunápolis, e promover as atividades ilícitas para o amante e o grupo criminoso a qual ela passou a integrar, Joneuma começou a direcionar as contratações e demissões dos servidores do presídio.

Assim, os servidores que “não fechavam os olhos” ou compactuavam com as ordens eram intimidados ou demitidos. As demissões eram direcionadas por Joneuma, Dadá, dois dentistas, uma psicóloga e dois advogados.

Os demitidos eram substituídos por pessoas ligadas a ex-diretora do presídio, que chegou a contratar a irmã Jocelma Neres como advogada em defesa dos interesses do grupo criminoso, no Conjunto Penal de Eunápolis.

Presídio sob comando do crime organizado

Além de Joneuma, outras 17 pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público da Bahia. Entre elas, Wellington Oliveira Sousa, ex-coordenador de segurança do presídio, cargo de confiança da ex-diretora. O ex-gestor também está preso.

Joneuma esteve à frente a unidade por nove meses e foi a primeira mulher a ocupar este tipo de cargo no estado. No entanto, apesar da representatividade, o que veio à tona após as prisões revela que o conjunto penal estava sob comando do crime organizado.

O processo mostra que, desde que assumiu o cargo, em março de 2024, a gestora chamou a atenção das autoridades, especialmente pelas regalias dadas aos presos. Segundo informações presentes no documento, ela autorizou a entrada irregular de roupas, freezers, ventiladores e sanduicheiras.

O ex-coordenador de segurança da unidade foi uma das pessoas que revelaram as irregularidades. Em um dos depoimentos, Wellington contou que Joneuma atendia a diversas exigências feitas, principalmente por Dadá.

O homem é apontado pela polícia como chefe de uma facção de Eunápolis, que é ligada a outro grupo criminoso do Rio de Janeiro. Ele estava preso na unidade penal até o dia 12 de dezembro, quando aconteceu a fuga em massa.

Entre as regalias apontadas no depoimento, está o acesso de visitas. Wellington disse que a esposa de Dadá “passou a ingressar no conjunto penal, sem qualquer inspeção, mediante autorização da diretora”.

Relacionamento amoroso dentro do presídio
Outros relatos indicaram ainda que Joneuma e Dadá viveram um relacionamento amoroso, com relações sexuais, dentro do presídio.

Esse detalhe não foi relatado pelo ex-coordenador de segurança da unidade prisional, mas Wellington mencionou que Joneuma e Dadá tinham “encontros frequentes, que ocorriam na sala de videoconferências, sempre a sós, com uma folha de papel ofício obstruindo a visibilidade da porta pela abertura de vidro”.

O homem disse também que “as reuniões eram sigilosas e geravam estranheza entre os funcionários devido à regularidade e longa duração”.

Custodiada com filho na cela
Quando foi presa, no dia 24 de janeiro deste ano, Joneuma estava grávida. O bebê nasceu prematuro e segue com ela na cela, no Conjunto Penal de Itabuna, no sul do estado.

Em entrevista à TV Bahia, Jocelma Neres, irmã e advogada de Joneuma, nega a existência de um caso entre ela e Dadá.

“A gente não sabe quem foi que articulou tudo isso, mas ela está sofrendo as consequências de um crime que não cometeu. Ela nunca teve nenhum relacionamento com essa pessoa”, afirmou.

A advogada também destaca a preocupação com o fato de o sobrinho ainda estar no presídio com a mãe. “O presídio não é ambiente para uma criança recém-nascida e a família está desesperada, sem ter o que fazer. A gente não tem condições de estar lá com ela, pelo fato de ser uma cidade longe, e não ter recursos financeiros para estar lá”, desabafou.

Já o advogado Artur Nunes, que também representa Joneuma, explicou por que alguns benefícios eram concedidos aos detentos. “Dentro de uma unidade prisional, a gente entende, vive muito de negociação, no sentido de manter, ao máximo, a ordem da unidade prisional, evitar problemas, [evitar] que conflitos entre eles ocorram”, disse.

Em abril deste ano, Joneuma Silva Neres protocolou um pedido judicial de auxílio financeiro para cobrir gastos com a gravidez contra o ex-deputado federal Uldurico Jr. Ela alega que ele seria o pai da criança.

Em contato com a produção da reportagem, Uldurico Junior afirmou que não responde a nenhuma acusação e que tem pressa para fazer o teste de DNA.

Denúncia contra envolvidos
O MP-BA ofereceu denúncia contra os indiciados em março deste ano. Além de Joneuma, Wellington e Dadá, estão os outros fugitivos.

Segundo detalham os depoimentos, antes de fugirem, os detentos, que eram aliados de Dadá, foram colocados na mesma cela, de número 44.

Eles tiveram acesso a uma furadeira e abriram um buraco no teto da unidade, no dia 29 de novembro. O barulho não passou despercebido por agentes penais, mas a diretora só teria tomado uma atitude dois dias depois.

Foi neste momento que, segundo o ex-coordenador de segurança da unidade, ele recebeu ordem de Joneuma para buscar a ferramenta na cela, juntamente com a equipe.

Os agentes retiraram os presos e, em uma inspeção superficial, encontraram a ferramenta, que, conforme pontuou Wellington, foi mantida pela ex-diretora penal na sala dela por alguns dias. Somente pouco antes da fuga, ela pediu que o subordinado levasse o objeto para a casa dela.

Atualmente, Wellington está preso no Conjunto Penal de Teixeira de Freitas. Em contato com a reportagem da TV Bahia, a defesa dele informou que não iria se posicionar nesse momento.

A reportagem também tentou, mas não conseguiu contato com as defesas dos outros citados.

Entenda a fuga

O Conjunto Penal de Eunápolis fica em uma área afastada do centro da cidade, no bairro Juca Rosa. A fuga contou com quatro veículos do tipo SUV e oito homens portando armas de grosso calibre.

Um dos envolvidos, identificado como Vagno Oliveira Batista, foi preso em fevereiro deste ano, portando uma pistola. Segundo as investigações, ele era responsável por cuidar do armamento da facção.

Em depoimento, o suspeito disse que, depois da fuga, foi até a favela da Rocinha, no Rio de Janeiro, onde encontrou com Dadá e outros cinco fugitivos.

Segundo depoimentos, antes de ser presa, Joneuma também planejava fugir para a capital carioca e se encontrar com o líder do grupo criminoso.

O que diz a Seap
Em nota, a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização do Estado (Seap) disse que jamais compactuou com qualquer privilégio concedido a internos custodiados no sistema prisional baiano.

A pasta pontuou ainda que participou ativamente com a Polícia Civil (PC) nas investigações e colaborou de forma irrestrita com a Justiça para punir todas as transgressões ocorridas no Conjunto Penal de Eunápolis.

Desde o final de maio, agentes da Força Penal Nacional estão operando no presídio. A decisão foi tomada depois do atentado que teria como alvo o novo diretor Jorge Magno Alves, no dia 20 de maio. O homem endureceu as regras na unidade. Ele escapou do ataque, porém um servidor ficou gravemente ferido.

Fonte: G1

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PIX

De eletricista a pivô de um golpe milionário no sistema financeiro: saiba quem é o operador de TI que vendeu senha a hackers

por Redação 4 de julho de 2025

O homem preso suspeito de envolvimento em um dos maiores ataques hackers ao sistema financeiro brasileiro é um operador de TI de 48 anos que começou como eletricista predial, foi técnico de instalação de TV a cabo e entrou na faculdade de tecnologia aos 42.

João Nazareno Roque é funcionário da C&M, uma empresa que interliga bancos menores aos sistemas do Banco Central, como o PIX. Ele foi detido no bairro City Jaraguá, na Zona Norte da capital. A defesa dele não foi localizada pela reportagem.

Segundo a polícia, ele vendeu por R$ 5 mil a sua senha de acesso a um sistema sigiloso e depois, por mais R$ 10 mil, participou da criação de um sistema para permitir os desvios. Ele relatou ainda que só se comunicava com os criminosos por celular e não os conhece pessoalmente. Além disso, contou que trocou de celular a cada 15 dias para não ser rastreado.

O ataque cibernético que afetou pelo menos seis instituições financeiras causou alvoroço no mercado financeiro na quarta-feira (2).

O suspeito de facilitar o ataque hacker tem 20 anos de experiência como eletricista predial e residencial, leitura e interpretação de projetos no autoCad, segundo perfil na rede social LinkedIn. Ele também atuou durante quatro anos como técnico de instalação de TV a cabo NET.

Em seu perfil, diz que tem uma “pequena experiência com tecnologia, relacionada a ligação de câmeras, computadores e distribuição de ramais na suíte de rede”.

Ao falar de sua trajetória profissional nas redes sociais, ele se apresenta como alguém que se destacou por “investir em um curso superior”, “com muita vontade e engajamento para aprender e agregar na tão sonhada recolocação na área”.

“Tenho idade onde muitos esperam já estar em cargos c-level [liderança], mas estou aqui com muita vontade de recomeçar. Com o brilho nos olhos e disposição de um menino para dar o meu melhor, bem como aprender tudo o que puder”, escreveu ele ao falar sobre o ingresso na área de tecnologia.

Após o curso superior, que durou de 2020 a 2023, ele se tornou desenvolvedor back-end júnior, profissional responsável por construir e manter a parte dos sistemas projetados que não são visíveis para o usuário final.

Foi por conta dessa função na C&M que ele foi aliciado pelos hackers. Ele contou em depoimento à delegacia de Crimes Cibernéticos que foi abordado na saída de um bar na capital paulista para dar sua senha aos criminosos e rodar códigos no sistema para gerar as fraudes.

Suspeito recebeu R$ 15 mil

Em depoimento à polícia, Roque afirmou que o primeiro contato com os hackers aconteceu em março, quando um homem o abordou e demonstrou conhecer detalhes sobre seu trabalho.

Dias depois, ele recebeu uma ligação via WhatsApp com a proposta de entregar suas credenciais em troca de R$ 5 mil. Após o pagamento, João forneceu login e senha corporativos. Duas semanas depois, criou uma conta na plataforma Notion para receber instruções sobre como operar o sistema remotamente e, em seguida, passou a executar comandos a partir do próprio computador.

De acordo com o depoimento de Roque, ele recebeu dois pagamentos:

R$ 5 mil pelo fornecimento do login e senha corporativos da empresa C&M. O pagamento foi feito via motoboy, que também recolheu os dados de acesso.
R$ 10 mil por continuar inserindo comandos no sistema a partir do próprio computador, a serviço do grupo criminoso. Esse segundo valor também foi pago em notas de R$ 100, novamente via motoboy.
O que diz a C&M Software
A empregadora do suspeito informou em nota que segue colaborando com as autoridades competentes nas investigações.

Segundo a empresa, a estrutura de proteção da CMSW foi decisiva para identificar a origem do acesso indevido e contribuir com o avanço das apurações em curso.

Fonte: G1

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STF

Moraes suspende decretos de Lula e decisão do Congresso sobre IOF; e determina audiência de conciliação

por Redação 4 de julho de 2025

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes suspendeu, nesta sexta-feira (4), os efeitos de todos os decretos que tratam sobre o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e determinou uma audiência de conciliação entre governo e Congresso sobre o tema.

A audiência de conciliação foi marcada para 15 de julho, no plenário de audiências da Corte, em Brasília.

Moraes é o relator de ações que tramitam no Supremo envolvendo o tributo (entenda mais abaixo).

? O embate em torno do aumento do imposto gerou uma crise política entre o Executivo e o Legislativo. Por um lado, o Planalto defende que se trata de uma questão de justiça tributária, ao aumentar a taxação dos ricos em benefício da parcela de baixa renda. O Congresso, porém, informou que não tolera mais aumento de impostos sem que o governo comece a rever gastos.

Com isso, todos os decretos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que aumentaram o imposto estão suspensos, assim como o decreto legislativo que derrubou a decisão presidencial.

O ministro estabeleceu ainda o prazo de 5 dias para que o Executivo e o Legislativo prestem esclarecimentos sobre o que os levou a tomar as decisões:

o governo, de aumentar as alíquotas do imposto;
e o Congresso, por sua vez, de suspender os efeitos dos decretos presidenciais que previam a elevação do tributo.

Entenda a disputa
A equipe econômica do governo, liderada pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), anunciou no fim de maio um decreto presidencial que elevou o IOF incidente sobre operações de crédito, principalmente para empresas.

Com a derrubada dos decretos, o Congresso impôs uma perda de arrecadação aos cofres públicos de cerca de R$ 10 bilhões neste ano e de mais de R$ 20 bilhões em 2026, apontam estimativas do Ministério da Fazenda.

Considerada necessária pela equipe econômica para equilibrar o orçamento e buscar o atingimento da meta fiscal deste ano, a proposta sofreu forte resistência do Legislativo por envolver aumento de tributos. E acabou barrada pelo Parlamento.

O Planalto, no entanto, entendeu que a decisão é fundamental para o ajuste das contas públicas. Por isso, decidiu recorrer ao Supremo para questionar se a decisão do Legislativo fere a Constituição Federal.

Fonte: G1

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PIX

Ataque hacker ao sistema financeiro: BMP perdeu, sozinha, R$ 541 milhões; outras instituições também foram afetadas

por Redação 4 de julho de 2025

A Polícia Civil de São Paulo informou nesta sexta-feira (4) que a BMP, uma das instituições afetadas pelo ataque hacker ao sistema financeiro, perdeu, sozinha, R$ 541 milhões.

A estimativa é que pelo menos outras cinco instituições também tenham registrado um acesso indevido em suas contas de reserva.

? As contas de reservas são contas que os bancos e instituições financeiras mantêm no Banco Central do Brasil (BC).

Essas contas funcionam como uma conta corrente de pessoas físicas, e são utilizadas para processar as movimentações financeiras das instituições e garantir liquidez — ou seja, serve como uma reserva de recursos que os bancos são obrigados a manter para garantir que cumpram com suas obrigações.

Além disso, as contas também servem para que as instituições possam participar de operações com o próprio BC — como empréstimos de liquidez, aplicações em títulos públicos e depósitos compulsórios (valores obrigatórios mantidos pelos bancos no BC). O BC não divulga oficialmente o valor total movimentado diariamente nas contas de reserva.

Segundo o Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) da 2ª Delegacia da Divisão de Crimes Cibernéticos da Polícia Civil de São Paulo, um homem suspeito de facilitar o ataque foi preso nesta sexta-feira (4).

De acordo com o órgão, a BMP registrou um boletim de ocorrência na última segunda-feira (30), indicando um esquema de furto por meio de operações fraudulentas via PIX e um prejuízo de aproximadamente R$ 541 milhões.

A investigação mostrou, então, que um funcionário da C&M Software — empresa que teria sofrido o ataque hacker que permitiu o acesso às contas reservas das instituições financeiras — teria dado acesso à sua máquina para que os hackers atacassem os sistemas sigilosos da companhia.

Segundo representantes do DEIC e da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, o prejuízo total do ataque ainda está sendo contabilizado, conforme os órgãos públicos trabalham para identificar as demais instituições financeiras afetadas.

A Polícia ainda informou que a investigação continua para identificar e prender os demais criminosos envolvidos no caso.

Em comunicados anteriores, a empresa também já havia reforçado que nenhum de seus clientes foi impactado ou teve seus recursos acessados, indicando que teria recursos suficientes para manter suas operações normalmente.

?Esses recursos, chamados pelo mercado de “capital colateral”, são uma exigência do BC e servem como garantia para proteger o sistema financeiro e evitar riscos sistêmicos — risco que o problema de um banco se espalhe e afete outras instituições, causando um “efeito dominó”.

O que é a BMP?
A BMP é uma instituição financeira que provém soluções financeiras, bancárias e tecnológicas para outras instituições — ou seja, o banco não têm clientes pessoa física.

A companhia trabalha no modelo Banking as a Service (BaaS) — uma relação de parceria entre instituições financeiras e não-financeiras para oferta de produtos e serviços financeiros, segundo o BC — e também atua no mercado de crédito.

Na prática, isso significa que além de conceder empréstimos para outras empresas, a BMP também oferece tecnologias para que outras instituições possam oferecer serviços financeiros como contas digitais, transferências, pagamentos, entre outros.

O que aconteceu?
A C&M Software, uma empresa brasileira de tecnologia da informação voltada para o mercado financeiro, reportou para o Banco Central um ataque às suas infraestruturas digitais.

O incidente permitiu o acesso indevido a contas de reserva de pelo menos seis instituições financeiras que estavam conectadas à companhia.

Ainda não há confirmação oficial sobre o valor total envolvido no ataque, mas fontes da TV Globo estimam que a quantia pode chegar a R$ 800 milhões.

O que deve acontecer a partir de agora?
Segundo representantes do DEIC e da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, as investigações sobre o ataque continuam em andamento para identificar e localizar todos os criminosos envolvidos.

Além disso, o prejuízo total ainda está sendo contabilizado, conforme as demais instituições financeiras afetadas, que eram clientes da C&M Software, são identificadas.

Em nota, a C&M informou que continua a colaborar de “forma proativa” com as autoridades nas investigações sobre o incidente.

“Desde o primeiro momento, foram adotadas todas as medidas técnicas e legais cabíveis, mantendo os sistemas da empresa sob rigoroso monitoramento e controle de segurança”, afirmou a empresa.

“Até o momento, as evidências apontam que o incidente decorreu do uso de técnicas de engenharia social para o compartilhamento indevido de credenciais de acesso, e não de falhas nos sistemas ou na tecnologia da CMSW”, completou a companhia, reforçando que sua infraestrutura não foi a origem do incidente e permanece “plenamente operacional”.

Fonte: G1

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PIX

Polícia Civil prende em SP suspeito de ataque hacker ao sistema que liga bancos ao PIX

por Redação 4 de julho de 2025

A Polícia Civil de São Paulo prendeu na quinta-feira (3) o homem suspeito de facilitar um dos maiores ataques hackers ao sistema financeiro brasileiro por meio de empresa que presta serviços a bancos menores e fintechs para realizar operações com o Banco Central, entre elas, o PIX.

O ataque cibernético que afetou pelo menos seis bancos causou alvoroço no mercado financeiro na quarta-feira (2). Mais de R$ 500 milhões de um dos banco foram desviados via PIX em apenas duas horas e meia.

Segundo o Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), o preso, João Nazareno Roque, é funcionário da empresa de tecnologia C&M Software (CMSW) e deu acesso pela máquina dele ao sistema sigiloso para os hackers que efetuaram o ataque.

Aos 48 anos, ele começou como eletricista predial, foi técnico de instalação de TV a cabo e entrou na faculdade de tecnologia aos 42. Ele foi preso no bairro de City Jaraguá, na Zona Norte de São Paulo. Um vídeo mostra o momento da prisão dele. A reportagem não conseguiu contato com a defesa do acusado.

Em nota, a C&M Software diz que colabora com as investigações e que, desde que foi identificado o incidente, adotou “todas as medidas técnicas e legais cabíveis”. A empresa diz também que a plataforma continua plenamente operacional e que, em respeito ao trabalho das autoridades, não se pronunciará publicamente enquanto os procedimentos estiverem em andamento.

À polícia, Roque disse que vendeu a sua senha por R$ 5 mil a hackers em maio e depois, por mais R$ 10 mil, participou da criação de um sistema para permitir os desvios. Ele relatou ainda que só se comunicava com os criminosos por celular e não os conhece pessoalmente. Além disso, contou que trocou de celular a cada 15 dias para não ser rastreado.

Uma conta com R$ 270 milhões usada receber o dinheiro desviado já foi bloqueada. A investigação policial apura o envolvimento de outras pessoas.

O caso veio a público quando a BMP, empresa que é cliente da C&M, registrou um boletim de ocorrência relatando que havia sido alvo de desvios milionários, e a C&M que reportou às autoridades um ataque às suas infraestruturas. A BMP perdeu, sozinha, R$ 541 milhões, segundo a polícia.

De acordo com a C&M, criminosos usaram credenciais, como senhas, de seus clientes para tentar acessar seus sistemas e serviços de forma fraudulenta. Isso permitiu o acesso indevido a informações e contas de reserva de pelo menos seis instituições financeiras.

O BC ainda não informou o nome de todas as instituições afetadas. Também não há confirmação oficial sobre os valores envolvidos no ataque, mas fontes da TV Globo estimam que a quantia pode chegar a R$ 800 milhões.

O que aconteceu?
A C&M Software reportou para o Banco Central um ataque às suas infraestruturas digitais. Esse tipo de ataque é conhecido pelo mercado como “cadeia de suprimentos” (“supply chain attack”, em inglês). Nele, invasores acessam sistemas de terceiros usando credenciais (como senhas) privilegiadas para realizar operações financeiras.

? As contas de reservas são contas que os bancos e instituições financeiras mantêm no BC. Essas contas funcionam como uma conta corrente e são utilizadas para processar as movimentações financeiras das instituições. Também podem servir como uma reserva de recursos.

O que faz a C&M Software?
A C&M Software é uma empresa brasileira de tecnologia da informação (TI) voltada para o mercado financeiro. Entre os serviços prestados pela companhia, está o de conectividade com o Banco Central e de integração com o Sistema de Pagamentos Brasileiro (SBP).

Na prática, isso significa que a empresa funciona como uma ponte para que instituições financeiras menores possam se conectar aos sistemas do BC e fazer operações — como o PIX, por exemplo.

A empresa tem atuação nacional e internacional e foi homologada pelo BC para essa função desde 2001. Atualmente, outras oito empresas também são homologadas no país.

Qual foi o impacto do ataque?
Apesar de as instituições indicarem que não houve nenhum dano às contas e informações de seus clientes, especialistas alertam para os impactos significativos no próprio sistema financeiro.

Ainda não há confirmação oficial sobre os valores envolvidos no ataque, mas fontes da TV Globo estimam que a quantia pode chegar a R$ 800 milhões.

O BC ainda não informou o nome de todas as instituições afetadas. Uma das que se sabe é a BMP, empresa que fornece infraestrutura para plataformas bancárias digitais e é cliente da C&M Software. A BMP foi quem divulgou nota sobre o incidente.

“O incidente de cibersegurança comprometeu a infraestrutura da C&M e permitiu acesso indevido a contas reserva de seis instituições financeiras, entre elas a BMP”, diz a nota da empresa.

O jornal “Valor Econômico” indicou que a Credsystem e o Banco Paulista também estavam entre as instituições afetadas.

O que deve acontecer agora?
Após o incidente, ainda na quarta-feira, o BC afirmou que determinou o desligamento do acesso das instituições financeiras afetadas às infraestruturas operadas pela C&M Software. Essa suspensão cautelar imposta pelo BC à empresa foi substituída por uma suspensão parcial nesta quinta.

Micaella Ribeiro, da IAM Brasil, acredita que o incidente também deverá atrair atenção de reguladores, como o BC e o Conselho Monetário Nacional, que vêm acompanhando o risco sistêmico associado à transformação digital do setor.

O que diz a C&M Software
A C&M Software informa que segue colaborando de forma proativa com as autoridades competentes nas investigações sobre o incidente ocorrido em julho de 2025.

Desde o primeiro momento, foram adotadas todas as medidas técnicas e legais cabíveis, mantendo os sistemas da empresa sob rigoroso monitoramento e controle de segurança.

A estrutura robusta de proteção da CMSW foi decisiva para identificar a origem do acesso indevido e contribuir com o avanço das apurações em curso.

Até o momento, as evidências apontam que o incidente decorreu do uso de técnicas de engenharia social para o compartilhamento indevido de credenciais de acesso, e não de falhas nos sistemas ou na tecnologia da CMSW.

Reforçamos que a CMSW não foi a origem do incidente e permanece plenamente operacional, com todos os seus produtos e serviços funcionando normalmente.

Em respeito ao trabalho das autoridades e ao sigilo necessário às investigações, a empresa manterá discrição e não se pronunciará publicamente enquanto os procedimentos estiverem em andamento.

A CMSW reafirma seu compromisso com a integridade, a transparência e a segurança de todo o ecossistema financeiro do qual faz parte princípios que norteiam sua atuação ética e responsável ao longo de 25 anos de história.

Fonte: G1

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Brasil

R$ 1,3 milhão em espécie dentro de caixas de sapato: o que acontece com dinheiro ilegal apreendido?

por Redação 4 de julho de 2025

O valor de R$ 1,3 milhão em espécie apreendido durante uma operação da Polícia Federal (PF), ficará retido até que o caso transite em julgado na Justiça.

Segundo a PF, se comprovada a origem ilegal do dinheiro, os valores serão incorporados ao poder público e poderão ser usados em projetos sociais ou, até mesmo, doados.

O dinheiro estava em um closet, dentro de caixas de sapato, em uma mansão de Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná. O endereço do local não foi divulgado.

As notas foram encontradas na quinta-feira (3), em uma ação de combate ao tráfico internacional de drogas para desarticular uma organização criminosa especializada no tráfico de maconha e cocaína.

Além dos valores, a operação apreendeu também cinco carros e três motos aquáticas, um quadriciclo, celulares e documentos.

Cinco pessoas foram presas. Os nomes delas não foram revelados.

Investigações

A investigação teve início em outubro de 2024, conforme a PF, após agentes identificarem movimentações suspeitas em um galpão no bairro Parque da Lagoa.

O local, também de acordo com a PF, era utilizado como entreposto para armazenamento e distribuição de drogas que eram transportadas para vários estados da federação.

Para o transporte, a investigação descobriu que a organização criminosa usava caminhões com compartimentos ocultos, como o interior de pneus e fundos falsos. E também que usavam cal hidratado para mascarar o odor das drogas.

Em alguns casos, os criminosos usavam motoristas batedores, que percorriam o trajeto à frente dos veículos que carregavam as drogas, repassando informações em tempo real sobre a presença de barreiras policiais.

Segundo a PF, em 2024, o grupo chegou a utilizar um caminhão de uma prestadora de serviços dos Correios para mascarar o transporte ilícito. Os Correios informaram que, na época, um veículo da frota terceirizada foi interceptado e a estatal “tomou todas as medidas e sanções junto à empresa prestadora de serviços, além de continuar colaborando com as apurações”. Disse, ainda, que “tem priorizado investimentos em ações preventivas para fortalecer a integridade dos serviços postais”.

Ao longo das investigações, cinco apreensões de drogas foram realizadas contra o grupo, totalizando seis toneladas de maconha e 108 kg de cocaína, além da prisão em flagrante de quatro pessoas e da apreensão de 10 veículos.

Fonte: G1

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Brasil

Pastora e marido são presos suspeitos de manter em cárcere privado mulher que morreu por desnutrição em Belém

por Redação 4 de julho de 2025

A Polícia Civil do Pará decretou a prisão preventiva da pastora Marleci Ferreira de Araújo, e do marido dela, Ronnyson dos Santos Alcantara. O casal é acusado de submeter uma mulher a maus-tratos físicos e psicológicos, que culminaram na morte da vítima.

De acordo com a Polícia Civil (PC), os agentes receberam, no dia 15 de maio deste ano, uma denúncia sobre as condições em que a vítima, identificada apenas como Flávia, vivia enquanto morava com o casal. Segundo a denúncia, ela era obrigada a realizar trabalhos domésticos e apresentava estado de desnutrição.

Ainda conforme a polícia, no mesmo dia eles foram até a casa onde a vítima estava. Do portão, chamaram pela mulher, que apareceu visivelmente debilitada e com aspecto físico extremamente magro. Ela negou os fatos, alegando manter relação de amizade com o casal e de ser vítima de intolerância religiosa por parte da própria família.

Ainda de acordo com a polícia, diante da negação da mulher, uma inspeção foi realizada no cômodo e constatou condições precárias de moradia, além de indícios de possível alienação emocional – entenda mais ao final da reportagem.

Os agentes revelaram que depoimentos de familiares da vítima confirmaram a situação de violência psicológica.

No dia 19 de junho, a Polícia Civil foi informada sobre a morte da vítima, causada por desnutrição grave, conforme apontado pelo laudo médico. Segundo o boletim de atendimento hospitalar, a mulher foi levada pelo casal ao Pronto Socorro Municipal (PSM) do Guamá. Eles se apresentaram como “vizinhos” da vítima e a deixaram no local sem qualquer documentação.

A polícia informou que, após a morte, a dupla fugiu do local ao serem informados pela assistente social da necessidade de registro de ocorrência, por conta da suspeita de morte decorrente de maus-tratos, apontada pela médica responsável pelo atendimento.

Diante do caso, o casal foi preso preventivamente. A PC ainda realizou busca e apreensão contra os investigados. O g1 tenta localizar a defesa do casal.

Fonte: G1

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Segurança

Industriário morre após ser esfaqueado ao tentar defender criança autista em Manaus

por Redação 4 de julho de 2025

Fábio Souza dos Santos, de 30 anos, morreu após ser esfaqueado ao tentar defender uma criança autista de 6 anos que estaria sendo agredida pelo pai. O crime aconteceu no último sábado (29), no bairro São José 3, Zona Leste de Manaus. A vítima ficou internada por quatro dias e morreu na noite de quarta-feira (3).

De acordo com a família, Fábio foi atacado pelo vizinho após se envolver em uma discussão motivada por maus-tratos contra a criança, que seria filho do suspeito.

Segundo relatos de testemunhas, as brigas começaram quando a esposa de Fábio cortou a tela de uma das janelas da casa do vizinho para dar comida e água ao menino, que estava trancado em um quarto.

O autor do crime foi identificado como Michel Santos da Costa. Ele estaria embriagado no momento da agressão e fugiu logo após o ataque. O caso foi registrado no 14º Distrito Integrado de Polícia (DIP) e na Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS).

Fábio trabalhava como industriário, era casado, pai de três filhos e conhecido pelos vizinhos como uma pessoa prestativa e que costumava ajudar idosos. O velório foi marcado por comoção e protesto de familiares e amigos.

Fonte: G1

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Fraudes no INSS

STF aprova plano de devolução de descontos indevidos a aposentados do INSS: veja como pedir ressarcimento

por Redação 4 de julho de 2025

O acordo apresentado pelo governo ao STF para ressarcir aposentados e pensionistas que tiveram descontos indevidos em benefícios recebeu ontem o aval do ministro Dias Toffoli. A homologação tem efeito imediato, mas ainda precisa ser confirmada pelos demais ministros do Supremo. A votação ocorrerá em agosto.

Apesar disso, a previsão do governo é que os primeiros pagamentos podem começar em 24 de julho para 1,5 milhão de pessoas. A forma de pagamento e o cronograma não foram divulgados.

Os aposentados e pensionistas do INSS que sofreram descontos em seus benefícios foram informados sobre qual associação realizou a dedução e o período em que a cobrança foi realizada, tanto pelo aplicativo Meu INSS e quanto pela Central de Atendimento, no telefone 135.

Com esses dados em mãos, o segurado poderá confirmar ou contestar o vínculo. Caso não tenha autorizado, será solicitada a devolução dos valores.

Tire suas dúvidas sobre o processo
Todos os beneficiários do INSS foram prejudicados em razão dos descontos indevidos nos contracheques de pagamento?

De acordo com dados do governo, 9 milhões de pessoas tiveram descontos entre 2020 e 2025 (período que será considerado pela devolução). Porém, não se sabe quantas dessas deduções foram indevidas.

A devolução corresponderá ao valor total descontado de cada segurado, corrigido pela inflação, com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A correção será feita a partir do mês de cada desconto até o pagamento.

Como é a notificação para quem não teve descontos?

Pelo Meu INSS, a notificação de quem não teve descontos aparece assim:

“Fique tranquilo, nenhum desconto foi feito no seu benefício. O Governo Federal descobriu a fraude dos descontos associativos não autorizados e seguirá trabalhando para proteger você e seu benefício!”

Como é a notificação para quem teve desconto?

A informação que aparece no site do Meu INSS é essa:

“Aviso importante para você. Foi identificado desconto de entidade associativa em seu benefício. A partir de amanhã você poderá informar se autorizou ou não através do Meu INSS ou ligue 135”.

Até agora, o INSS recebeu 3,6 milhões de contestações, de pessoas que não reconhecem autorização para os descontos. Em 2,16 milhões de casos (quase 60%), as entidades responsáveis não responderam. Essas pessoas já poderão aderir ao acordo.

Onde será feito o pedido de devolução?

Caso não tenha autorizado o desconto, o beneficiário poderá solicitar a devolução dos valores diretamente pelo aplicativo e pelo site do Meu INSS ou pelo telefone 135.

O que vai acontecer se o beneficiário não reconhecer uma autorização de desconto de associação em sua folha de pagamento?

A informação será encaminhada à entidade responsável pelo desconto, que terá 15 dias úteis para apresentar a documentação que comprove a autorização do beneficiário ou providenciar o ressarcimento.

Caso a entidade não apresente o comprovante de autorização de desconto do beneficiário, deverá realizar o ressarcimento ao INSS (por meio de uma guia específica).

E se a entidade disser que tem, sim, autorização?

Se a associação comprovar a autorização, o beneficiário será informado e poderá, se desejar, apresentar contestação.

Quando o INSS irá pagar o ressarcimento?

O cronograma de ressarcimento não foi informado, mas o governo espera que o pagamento comece já no próximo dia 24. Os valores serão corrigidos pela inflação. A forma como será feito também não foi informada.

E se ressarcimento não for feito?

Caso a entidade não faça o ressarcimento, nem comprove a regularidade dos descontos, o caso será encaminhado à Advocacia Geral da União para as medidas legais de cobrança e ressarcimento.

Se o beneficiário não tiver acesso ao aplicativo Meu INSS, o que fazer?

O beneficiário poderá fazer todo o processo por meio da central telefônica 135, que atende de segunda a sábado, das 7h às 22h.

E se não quiser fazer por telefone, pode ir à uma agência?

O INSS diz que todo o atendimento será feito pelo Meu INSS e pelo telefone 135, de forma que os usuários não devem ir às agências.

O INSS está ligando para os beneficiários para informar sobre o reembolso?

O INSS diz que não está fazendo ligações nem enviando SMS para informar sobre o reembolso.

O ressarcimento será automático?

O ressarcimento não é automático e só ocorrerá para quem solicitar, indicando que não autorizou o desconto. Além disso, quem aderir ao acordo terá que desistir de uma eventual ação judicial já apresentada contra o INSS.

Como acesso o Meu INSS?

O aplicativo Meu INSS está disponível gratuitamente nas plataformas App Store (iOS) e Google Play Store (Android). Após baixá-lo, será necessário criar uma conta com login e senha, informando o número do CPF.

A senha criada servirá também para acessar outros serviços públicos, pois, há alguns anos, todos os portais foram unificados no sistema Gov.br.

Durante o cadastro, será necessário responder a perguntas sobre seus dados pessoais e criar uma senha com os seguintes requisitos:

De 8 a 70 caracteres
Pelo menos uma letra maiúscula e uma minúscula
Pelo menos um número
Pelo menos um símbolo (ex: @ ! & *)
Preencha também seus dados de contato (e-mail e telefone), pois isso facilita o recebimento de notificações e a recuperação de senha, se necessário.

Também é possível criar sua conta no Meu INSS por meio de internet banking de bancos credenciados. Basta acessar a opção “Entrar com seu banco” no aplicativo ou site.

Fonte: OGLOBO

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