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Categoria:

Brasil

Eleições

CCJ do Senado aprova fim da reeleição para presidente, prefeitos e governadores

por Redação 21 de maio de 2025

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (21) uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a reeleição para prefeitos, governadores e presidente da República.

Aprovado de forma simbólica, o texto propõe aumentar o tempo de mandato para todos os cargos eletivos (5 anos; entenda mais aqui). Durante as discussões, o colegiado optou por reduzir os mandatos de senadores a partir de 2034, para 5 anos.

Além disso, a PEC também unifica a data das eleições municipais e gerais também em 2034 (confira os detalhes aqui).

A proposta será, agora, enviada para votação no plenário principal do Senado, onde terá de reunir ao menos 49 votos favoráveis, em dois turnos, para ser aprovada.

Quando a PEC começa a valer
➡️Depois de passar pelo plenário do Senado, para começar a valer, a PEC ainda precisará ser aprovada pela Câmara dos Deputados.

A discussão sobre o fim da reeleição ganhou corpo nos corredores do Senado ao longo da gestão de Rodrigo Pacheco (PSD-MG) à frente da Casa.

Ao longo dos últimos meses, líderes partidários de diferentes espectros passaram a defender a análise de uma proposta para pôr fim ao instrumento. Da direita à esquerda, senadores têm afirmado que consideram a reeleição um “equívoco”.

A PEC aprovada pela CCJ estabelece marcos diferentes para enterrar a recondução no Executivo:

➡️ Prefeitos: poderão se candidatar à recondução pela última vez em 2028, desde que tenham sido eleitos para um primeiro mandato em 2024. De 2028 para frente, novos eleitos para prefeituras não poderão mais se candidatar à reeleição.

➡️ Governadores: poderão se candidatar à reeleição pela última vez em 2030, desde que sejam eleitos para um primeiro mandato em 2026. De 2030 para frente, novos eleitos não poderão mais ser reconduzidos.

➡️ Presidente da República: também poderá se candidatar à reeleição pela última vez em 2030, desde que seja eleito para um primeiro mandato em 2026. De 2030 para frente, novos eleitos não poderão mais ser reconduzidos.

➡️ Vereadores, deputados e senadores seguirão sem impedimentos para se candidatar à recondução.

A possibilidade de um chefe do Executivo se reeleger foi introduzida por uma emenda constitucional de 1997. À época, a mudança possibilitou que o então presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) pudesse se candidatar a um segundo mandato e ser reeleito no ano seguinte.

Vinte e três anos depois, o próprio FHC classificou a mudança como um “erro” e passou a defender publicamente que “acabar com o instituto da reeleição” era uma mudança a “ser feita”.
As reconduções registraram recordes nos últimos anos. As eleições de 2024 registraram o maior número de prefeitos reeleitos: 2.461. Dois anos antes, houve recorde também no total de governadores reeleitos: 18.

Entre os presidentes da República, desde 1998, todos os presidentes em primeiro mandato conseguiram se reeleger nas eleições seguintes. A única exceção foi Jair Bolsonaro (PL), derrotado em 2022.

O relator da proposta, senador Marcelo Castro (MDB-PI), avalia que o fim da reeleição pode impulsionar uma renovação política e abrir caminho para que governantes discutam “projetos estruturantes”.

Mais tempo de mandato

A proposta amplia a duração dos mandatos de todos os cargos políticos disputados no país. Regras de transição diferentes serão aplicadas para efetivar, ao longo dos próximos anos, as mudanças.

Segundo o texto, saltarão de 4 para 5 anos de mandato:

vereadores;
deputados estaduais;
deputados federais;
prefeitos;
governadores;
e presidente da República.
No caso dos governadores e presidente, a mudança somente ocorrerá em 2034. Antes disso, os eleitos em 2026 e 2030 continuarão a exercer os cargos por 4 anos.

Para prefeitos e vereadores, a PEC estabelece uma regra de transição diferente. Em 2028, os que forem eleitos para esses cargos terão um mandato de 6 anos. A partir das eleições de 2034, prefeitos e vereadores passarão a ter mandatos de 5 anos.

Deputados federais e estaduais também passarão a ter 5 anos em 2034. Nas eleições de 2026 e 2030, os candidatos seguirão disputando mandatos de 4 anos.

➡️ Senadores

Os mandatos de senadores também sofrerão mudanças. O texto original, de Marcelo Castro, previa ampliar o prazo para dez anos.

Durante as discussões desta quarta, o relator optou por fazer um acordo e reduzir de 8 para 5 anos o tempo de mandato de senadores. A mudança passará a valer para os eleitos em 2034.

Antes disso, haverá uma espécie de transição:

em 2026: senadores serão eleitos para 8 anos de mandato;
em 2030: serão eleitos para 9 anos de mandato;
em 2034: passarão a ter mandatos de 5 anos.

Atualmente, a renovação acontece em fases: primeiro, um terço é colocado em disputa. Depois, nas eleições seguintes, dois terços.

➡️ Presidentes da Câmara e do Senado

Outra mudança prevista na PEC é a ampliação dos mandatos de presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado.

Ao longo de cinco anos de trabalho, deputados e senadores vão eleger dois presidentes. O primeiro será presidente por 3 anos. Já o segundo, por dois anos.

Assim como a regra atual, o presidente da Câmara ou do Senado em exercício não poderá disputar reeleição dentro de uma mesma legislatura, o equivalente ao tempo de mandato de um deputado (no caso da PEC, cinco anos).

Eleição unificada
?O texto da PEC cria uma eleição nacional unificada a partir de 2034.

A proposta prevê que, em uma única data, serão realizadas eleições para prefeitos, vereadores, deputados, senadores, governadores e presidente da República.

Também estabelece um intervalo único entre pleitos, que passará a ser de cinco anos e será contado simultaneamente para todos os cargos.

Atualmente, as eleições municipais ocorrem em anos diferentes das eleições gerais. Há um intervalo de dois anos entre os pleitos.

Para o relator, a mudança reduzirá gastos da Justiça Eleitoral com pleitos.

“A mobilização do aparato necessário à organização de cada eleição é uma operação dispendiosa, que consome recursos públicos escassos, num país em que necessidades prementes da população não foram ainda devidamente equacionadas. A unificação também propiciará uma redução dos recursos públicos empregados no financiamento de campanhas”, afirma Marcelo Castro.

O presidente da CCJ do Senado, Otto Alencar (PSD-BA), defende que a unificação dos pleitos também ajudará a acabar com um clima constante de eleição.

“Eleição de dois em dois anos não dá descanso nem ao eleitor, muito menos àquele que é candidato, do vereador ao presidente da República. Nós tivemos eleição no ano passado. No meu estado, não se fala em outra coisa a não ser a sucessão do governador, que quer governar, mas a pressão política é tão grande, que atrapalha às vezes a governar. O presidente da República, o presidente Lula, neste ano, só se fala na sucessão”, diz.

Fonte: G1

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Brasil

Rússia colocou espiões no Brasil, diz New York Times

por Redação 21 de maio de 2025

Em uma história que parece vinda de um filme ou de uma série, o jornal The New York Times revelou nesta quarta-feira a atuação de espiões russos no Brasil. Conforme a publicação, a intenção dos agentes não era espionar o governo brasileiro, mas criar identidades, laços e até mesmo negócios no País para usá-los como pano de fundo em operações ilegais nos Estados Unidos, Europa e no Oriente Médio.

Uma vez “vestidos” com o verniz verde-amarelo poderiam atuar em ofensivas de interesse russo sem despertar a atenção de que trabalham para o presidente Vladimir Putin.

Um dos citados é Artem Shmyrev, membro da inteligência russa. Ele criou uma empresa de impressões 3-D e morava em uma apartamento no Rio de Janeiro com a sua namorada brasileira. O disfarce ia além do trabalho e do relacionamento amoroso. Shmyrev tinha uma certidão de nascimento e um passaporte com o nome de Gerhard Daniel Campos Wittich, um “brasileiro” de 34 anos.

Shmyrev ficou como uma célula adormecida por seis anos e ansioso para entrar em ação. A vida dupla do russo também inclui uma esposa na Rússia, que também atua como agente de inteligência. A impaciência com a situação ficou evidente em uma mensagem enviada a ela em 2021. “Ninguém quer se sentir como um perdedor”, escreveu. “Por isso que continuo trabalhando e com esperança”, acrescentou na comunicação à amada.

Ele não está sozinho
Conforme o The New York Times, Shmyrev não era o único agente russo em território brasileiro. A investigação do jornal mostra que a Rússia usou o Brasil para abrigar uma linha de montagem de espiões. E o fez usando operadores de elite, considerados até mesmo ilegais. A partir daí, e com a criação de laços, esses homens e mulheres viveram eventos através dos últimos anos que sustentariam as suas novas identidades.

Um dos colegas de Shmyrev iniciou um negócio de venda de joias. Outra atuava como modelo. Há ainda um pesquisador que chegou a trabalhar na Noruega, enquanto um casal tinha o costume de viajar a Portugal.

Os disfarces, porém, começaram a ser descobertos e de maneira discreta por agentes de contra-inteligência do Brasil. Nos últimos três anos, as investigações encontraram padrões e a partir deles foi possível identificar cada um dos espiões russos. A operação chamada de Leste, deflagrada pela Polícia Federal, prendeu duas pessoas até o momento, mas encontrou nove russos.

O trabalho policial do Brasil não ficou restrito ao território brasileiro. A atuação foi estendida para oito países, com a colaboração das inteligências dos Estados Unidos, Israel, Holanda e Uruguai.

Com a atuação dos agentes brasileiros, a iniciativa russa de colocar espiões treinados no Brasil sofreu um duro golpe. Alguns agentes que não foram presos, mas identificados, agora serão difíceis de serem realocados. Outros foram obrigados a retornar para a Rússia e ficaram sem perspectiva de trabalhar no exterior novamente.

A equipe da PF, segundo o The New York Times, é a mesma que trabalhou nas investigações da tentativa de golpe envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro e alguns de seus ministros.

Espião em São Paulo
Um dos casos relatados pelo The New York Times traz a história de Sergey Cherkasov. O espião russo foi primeiramente encontrado pela CIA, que passou o recado para a Polícia Federal.

Depois de ter a entrada negada na Holanda, ele conseguiu ingressar no Brasil por São Paulo. Num primeiro momento, os agentes não o prenderam, mas ele ficou sob vigilância, até ser detido por porte de documentos falsos apesar de alegar que era brasileiro.

Fonte: r7

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Luto

Morre aos 96 anos Dorinha Duval, a primeira Cuca do ‘Sítio do Picapau Amarelo’

por Redação 21 de maio de 2025

Morreu aos 96 anos a atriz e cantora Dorinha Duval, que ficou imortalizada como a primeira Cuca do Sítio do Picapau Amarelo.

A notícia foi publicada nas redes sociais por sua filha, a também atriz Carla Daniel.

“É com tristeza mas alivio que nos despedimos. Mãe, avó, amiga e que nos trouxe bons momentos de alegria para o público brasileiro. Te amo”, declarou.

Nascida Dorah Teixeira, ela passou a usar o nome Dorinha Duval em sua carreira artística. Nascida em 1929 em São Paulo, foi vedete, bailarina e cantora em boates e cassinos. O sucesso foi tamanho que ela acabou sendo escalada para novelas na Globo.

Entre seus papeis mais marcantes estão as personagens em Irmãos Coragem e O Bem-Amado. Em 1977, fez grande sucesso ao interpretar a personagem Cuca na primeira adaptação do clássico infantil O Sítio do Picapau Amarelo.

Ela foi casada por 10 anos com o diretor e ator Daniel Filho, com quem teve sua única filha, a também atriz Carla Daniel. Em seus últimos anos de vida, viveu reclusa. Sua última aparição na televisão foi em 2006, quando integrou a novela Belíssima.

Atriz teve vida marcada por tragédia
Em 1980, Dorinha Duval deu três tiros no então marido, o publicitário Paulo Sérgio Alcântara, que morreu ainda no local. Ela alegou legítima defesa. O primeiro julgamento chegou a ser anulado, mas depois ela foi condenada a seis anos de prisão em regime semiaberto.

Fonte: revistamarieclaire

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Tecnologia

5 sinais assustadores de que alguém está te espionando pelo seu celular

por Redação 21 de maio de 2025

Sinais assustadores podem indicar que você está sendo espionado pelo seu celular Android e iPhone (iOS). Os spywares, conhecidos popularmente como “apps espiões”, se infiltram nos smartphones para coletar e enviar dados sensíveis remotamente. Inclusive, em alguns casos, eles conseguem ter acesso à câmera e ao microfone dos dispositivos. Os principais indícios incluem superaquecimento e bateria ou dados móveis que se esgotam rápido demais. Para que você se mantenha protegido, o TechTudo separou cinco desses sinais de alerta para identificar e manter seu aparelho longe de invasões.

5 sinais assustadores de que alguém está te espionando pelo seu celular
O smartphone pode dar alguns indícios de que você está sendo espionado. Confira, a seguir, os tópicos abordados na matéria:

Bateria descarregando rapidamente
Aquecimento inesperado do celular
Aumento no uso de dados
Textos ou notificações estranhas
Atividade incomum

  1. Bateria descarregando rapidamente
    Se a bateria do seu celular estiver acabando rápido demais, mesmo que não haja mudança nos padrões de uso, pode ser um sinal de app espião instalado. Isso acontece porque o spyware fica em atividade em segundo plano e precisa manter conexões ativas constantemente para enviar dados ao servidor remoto. Consequentemente, ele drena bastante energia, fazendo com que seu celular descarregue muito mais rápido do que o normal.
  2. Aquecimento inesperado do celular
    Celulares que estão sendo espionados por spyware também esquentam mais que o normal, sendo observável ao tocar. Além disso, o aparelho não esfria mesmo quando está ocioso. Isso acontece porque, quando um aplicativo espião está instalado, o processador tem que trabalhar mais do que o necessário. Por isso, o superaquecimento é um resultado dos processos não autorizados que estão operando em segundo plano no dispositivo.
  3. Aumento no uso de dados
    Assim como o spyware drena a bateria, ele consome os dados móveis do celular em segundo plano para enviar as informações coletadas aos seus “espiões”. Esse processo requer conexão com a internet, fazendo com que o app utilize uma quantidade significativa do seu limite de dados, especialmente se estiver enviando vídeos ou gravando áudios. Portanto, não deixe de checar as estatísticas de uso de dados nas configurações do seu smartphone. Também desconfie caso se deparar com um resultado muito distante do seu padrão de consumo.
  4. Textos ou notificações estranhas
    Fique atento as mensagens de texto que contenham caracteres ou códigos aleatórios. O mesmo vale para notificações de aplicativos que você desconhece. Isso porque alguns aplicativos básicos de monitoramento utilizam comandos por SMS para controlar o spyware. Com isso, alguns alertas podem aparecer brevemente antes de sumirem, visto que esses apps invasores se empenham em passar despercebidos pelo usuário. Caso se depare com esses casos, é válida uma investigação imediata.
  5. Atividade incomum
    Outro sinal que pode indicar a presença de um app espião é se ele estiver se comportando estranhamente, como a tela acendendo quando estiver ocioso ou sons inesperados durante uma chamada telefônica. A explicação para isso é que alguns spywares avançados conseguem ativar remotamente algumas funções do dispositivo, como microfone e câmeras, sem que você perceba.

Para evitar isso, remova aplicativos com permissões suspeitas ou aqueles que você desconhece. Outra dica válida é sempre usar bloqueio de tela com senhas fortes e não deixar seu telefone sozinho perto de estranhos ou pessoas que você não confia.

Fonte: techtudo

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STF

Motta avisa líderes de que não adianta aprovar a anistia: STF vai declarar ‘inconstitucional’

por Redação 21 de maio de 2025

O projeto que anistia os condenados pelos atos golpistas do dia 8 de janeiro voltou à discussão na reunião de líderes partidários desta terça-feira (20), após uma semana de recesso informal na Câmara. No encontro, o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse aos parlamentares que não adianta aprovar uma proposta que será considerada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo relatos de líderes presentes, parlamentares da oposição estavam na reunião e levaram o assunto à discussão no fim do encontro.

O líder do PP, Dr. Luizinho (RJ), sugeriu que alguém apresentasse um esboço de relatório alternativo ao texto que vem sendo defendido pela oposição.

A versão mais recente do relatório é ampla e perdoa atos do passado ou do futuro que tenham alguma conexão com o dia 8 de janeiro, inclusive crimes eleitorais, e garante os direitos políticos dos condenados (ou seja, a possibilidade de concorrer às eleições). A leitura é que o projeto é direcionado ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

Na reunião, segundo quatro líderes ouvidos pela Globonews, Motta disse que não adianta o Congresso aprovar um texto, o presidente Lula sancionar e o STF declarar inconstitucional. A sinalização foi lida pela própria oposição como um recado de que o Supremo precisa estar de acordo com o texto.

O líder do PL, Sóstenes Cavalcante (RJ), disse que se recusa a construir um texto que precise do aval do STF. E lembrou aos parlamentares que já elaborou uma proposta alternativa e mais enxuta, que dá anistia parcial aos envolvidos no dia 8 de janeiro, mantendo apenas as condenações para quem foi filmado destruindo o patrimônio público.

Mais de um líder presente interpretou a fala de Motta como uma tentativa de tirar o assunto do caminho, que tem contaminado qualquer outro assunto da pauta. Avaliam que ele se sensibiliza com penas que considera excessivas, mas que não vai se indispor com o Supremo por conta disso.

Além disso, a avaliação de um líder da base governista é que a sugestão para se criar um novo texto funciona como uma forma de encurralar os deputados do PL para que eles deixem claro que o projeto da anistia não deve valer para Bolsonaro.

Fonte: G1

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Gripe Aviária

Gripe aviária: por que cientistas alertam que doença pode causar próxima pandemia

por Redação 21 de maio de 2025

Cientistas estão soando o alarme sobre o que alertam que pode se tornar a próxima pandemia — uma doença que já circula há meses em milhares de propriedades rurais e recentemente foi identificada no Brasil.

Pesquisadores que estudam como as doenças se desenvolvem alertam que talvez nem tenhamos percebido que os EUA já ultrapassaram o ponto de virada para que a gripe aviária se torne uma pandemia humana, devido à vigilância falha.

A cepa altamente patogênica da gripe aviária, H5N1, seu nome técnico, já atingiu todos os continentes, exceto a Oceania. Foi detectada até em pinguins da Antártida e em camelos no Oriente Médio.

A doença já foi identificada em aves silvestres e mamíferos nos 50 Estados americanos e deixou de estar restrita a granjas, infectando mais de mil rebanhos leiteiros, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Já houve pelo menos 70 infecções humanas e uma morte.

No Brasil, o patógeno apareceu entre aves comerciais pela primeira vez na semana passada. O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) confirmou a detecção do vírus da gripe aviária em uma granja comercial em 16 de maio.

O surto foi identificado num estabelecimento que produz ovos férteis para produção de frango no Rio Grande do Sul. Anteriormente, o vírus havia sido encontrado apenas em aves silvestres migratórias e em aves de subsistência.

A detecção teve um impacto imediato nas exportações de frango brasileiras. A China, União Europeia e Argentina suspenderam as importações do produto.

Oportunidades cruciais para conter a disseminação foram perdidas tanto pelo governo do ex-presidente Donald Trump quanto pela gestão de Joe Biden, segundo a epidemiologista Caitlin Rivers, professora associada da Escola de Saúde Pública Bloomberg da Universidade Johns Hopkins.

Por exemplo, diferentes estados adotaram regras distintas sobre o transporte de animais entre fronteiras estaduais.

“[A gripe aviária] não é um problema temporário — houve uma percepção equivocada de que ela sumiria. Agora há uma consciência de que é um problema que precisa ser administrado”, diz ela.

“A grande prioridade agora é a detecção. Encontrar casos em humanos para ver como o vírus está mudando — esse é o maior risco.”

A gripe aviária será a próxima pandemia?
Epidemiologistas estão muito preocupados com o fato de que o mundo — não só os EUA — talvez não esteja suficientemente preparado.

“Se dermos espaço para que o vírus continue evoluindo e se adaptando à infecção de outros mamíferos, a preocupação é se o surto atual entre animais nos EUA é, na verdade, o gatilho para outra pandemia”, diz Kamran Khan, professor de medicina da Universidade de Toronto.

“Sabemos historicamente que o H5N1 é um vírus muito perigoso para humanos”, acrescenta.

Desde novembro de 2003, mais de 700 infecções humanas pelo vírus H5N1 foram notificadas à Organização Mundial da Saúde (OMS), principalmente em 15 países. Indonésia, Vietnã e Egito concentram o maior número de casos.

Portanto, a gripe aviária não é uma novidade. O que preocupa agora os cientistas são três fatores principais: primeiro, o número elevado de espécies de mamíferos infectadas (pelo menos 70, segundo a ONU), em fazendas, áreas silvestres e até entre animais de estimação.

Segundo, a velocidade com que se espalhou entre rebanhos leiteiros, que têm contato muito próximo com humanos.

Por fim, a instabilidade na saúde pública provocada pelo novo governo Trump: especialistas em doenças infecciosas foram demitidos de várias agências federais, interrompendo o programa de testagem da gripe aviária, e o aumento da fiscalização sobre trabalhadores rurais estrangeiros faz com que muitos tenham medo de fazer testes, temendo deportação.

Humanos podem pegar gripe aviária?
O potencial pandêmico de uma doença zoonótica — que passa de animais para humanos — depende estritamente da sua capacidade de ser transmitida entre pessoas. Até agora, a gripe aviária ainda não faz isso.

Em abril, foram registrados 59 surtos em aves de criação, além de 44 em outras aves e mamíferos nas Américas, Ásia e Europa, segundo a Organização Mundial de Saúde Animal (WOAH).

Desde dezembro de 2024, também houve casos humanos de H5N1 nos EUA, Reino Unido, Índia, México, Camboja e Vietnã.

Durante décadas, a gripe aviária foi um vírus majoritariamente aviário, com impactos limitados sobre humanos. Mas agora está cruzando barreiras entre espécies com muito mais frequência e rapidez.

“Em termos biológicos, esses são saltos enormes de barreiras entre espécies — não é só um salto de patos para pombos”, diz Caitlin Rivers. “A possibilidade de o vírus continuar se expandindo e se tornar uma ameaça para humanos cresce a cada dia.”

Se não for contido, ela alerta para a possibilidade de uma “mudança súbita”.

“É um vírus conhecido por gostar de mudar e se adaptar”, afirma. “Há uma preocupação antiga de que, quanto mais ele circular, mais caminhos encontra para se modificar. Pode ser uma marcha constante ganhando força.”

Aves não reconhecem fronteiras internacionais, e os cientistas temem que, com a chegada da temporada de migração na primavera, a disseminação só aumente.

Existe vacina contra a gripe aviária?
Vacinar animais de criação é um tema controverso. Produtores obrigados a abater plantéis querem vacinar as aves — de gansos a galinhas — mas isso está longe de ser simples.

A vacinação em massa é difícil de executar — as doses acabam, deixando algumas propriedades parcialmente protegidas e o gado pode desenvolver resistência, explica o dr. Munir Iqbal, chefe do grupo de Gripe Aviária e Doença de Newcastle do Instituto Pirbright, no Reino Unido.

“A França, por exemplo, tem vacinado seus patos e a infecção caiu bastante lá. A circulação enfraqueceu, mas isso ocorre regionalmente”, diz.

A União Europeia está elaborando diretrizes para que todos os países possam vacinar, mas mesmo uma ave vacinada ainda pode hospedar o vírus e transmiti-lo de volta à fauna silvestre.

O governo dos EUA sempre resistiu à vacinação de aves por temer que a introdução de vacinas na cadeia alimentar levasse à proibição da exportação de produtos animais. Mas o USDA recentemente aprovou condicionalmente uma nova vacina para proteger aves contra o H5N1.

Fonte: epocanegocios

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Anvisa

Anvisa proíbe comercialização e uso de duas marcas de azeites; saiba quais são elas

por Redação 20 de maio de 2025

Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou a apreensão e proibiu a fabricação, importação, comercialização, distribuição, propaganda e uso dos azeites de oliva das marcas Alonso e Quintas D’Oliveira.

O Diário Oficial da União trouxe a resolução publicada nesta terça-feira (20).

Segundo o texto, os produtos apresentam origem desconhecida e utilizam, nas rotulagens, o nome da empresa Comércio de Gêneros Alimentícios Cotinga Ltda., com CNPJ inexistente nos registros da Receita Federal.

A medida foi adotada após denúncia encaminhada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), e baseia-se em infrações ao Decreto-Lei nº 986/1969 e à Resolução RDC nº 727/2022. Também se ampara na Lei nº 9.782/1999, que rege as competências da Anvisa.

Todos os lotes estão abrangidos pela decisão. A resolução entrou em vigor com a publicação no Diário Oficial da União, com efeito imediato.

Fonte: r7

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TSE

Mais de 5,3 milhões de eleitores terão título cancelado, informa TSE

por Redação 20 de maio de 2025

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou nesta terça-feira (20) que deve cancelar mais de 5,3 milhões de títulos eleitorais de pessoas que faltaram às três últimas eleições sem apresentar justificativa ou pagar as multas necessárias.

O prazo para regularizar a situação do título se encerrou na segunda (19). Esses eleitores, contudo, ainda têm uma última chance de regularizar sua inscrição eleitoral. Para isso, é necessário comparecer a um cartório eleitoral ou acessar o autoatendimento na internet e fazer um requerimento até 29 de maio.

Caberá ao juízo eleitoral decidir se afasta ou não o cancelamento, baseado na documentação anexada ao processo.

O TSE informa ainda que o cancelamento não será comunicado individualmente. O eleitor pode verificar se teve o título cancelado consultando sua situação eleitoral no site do TSE.

“Quem não tiver quitado seus débitos deverá fazê-lo, mas a quitação não impedirá o cancelamento”, alerta a Justiça Eleitoral. “Será necessário, além de pagar os débitos, requerer a regularização do título”.

A partir de 30 de maio, quem não tiver tomado nenhuma providência terá o título cancelado, ficando impedido de votar ou ser votado.

Fonte: jornaldebrasilia

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Brasil

Trama golpista: STF julga se torna réus militares do ‘núcleo 3’, que elaboraram plano com sequestros e assassinatos

por Redação 20 de maio de 2025

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) começou a julgar nesta terça-feira (20) se transforma em réus mais 12 acusados de integrar os planos da trama golpista que tentava manter na presidência da República o então presidente Jair Bolsonaro, mesmo após a derrota nas eleições de 2022.

Desta vez, são julgadas as denúncias contra 11 militares e um policial federal do chamado “núcleo 3”, de ações táticas.

O número inclui os “kids pretos” — também chamados de “forças especiais” (FE) —, militares da ativa ou da reserva do Exército, especialistas em operações especiais. Ao g1, em 2023, o Exército confirmou a existência das tropas e disse que elas operam desde 1957.

Segundo a Polícia Federal, entre as ações elaboradas pelos indiciados neste grupo havia um “detalhado planejamento operacional, denominado ‘Punhal Verde e Amarelo’, que seria executado no dia 15 de dezembro de 2022” para matar os já eleitos presidente Lula e vice-presidente Geraldo Alckmin.

Estão em julgamento nesta terça as denúncias contra:

general Estevam Gaspar de Oliveira
tenente-coronel Hélio Ferreira Lima
tenente-coronel Rafael Martins de Oliveira
tenente-coronel Rodrigo Bezerra de Azevedo
Wladimir Matos Soares, agente da Polícia Federal (PF)
coronel Bernardo Romão Corrêa Netto
coronel da reserva Cleverson Ney Magalhães
coronel Fabrício Moreira de Bastos
coronel Marcio Nunes de Resende Júnior
general Nilson Diniz Rodriguez general
tenente-coronel Sérgio Cavaliere de Medeiros
tenente-coronel Ronald Ferreira de Araújo Júnior
Em delação, Mauro Cid relata ter recebido dinheiro a ser entregue para ‘kids pretos’

Crimes que serão analisados
Os investigados foram denunciados por cinco crimes:

organização criminosa armada
tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito
golpe de Estado
dano qualificado pela violência e grave ameaça, contra o patrimônio da União, e com considerável prejuízo para a vítima
deterioração de patrimônio tombado
Desde março, o Supremo já tornou réus 21 investigados pela trama golpista – entre eles, Bolsonaro, Braga Netto e seus principais aliados.

As defesas dos acusados
Pela manhã, o STF ouviu os advogados dos 12 acusados. Em comum, as defesas:

pediram a rejeição da denúncia por “falta de provas”;
afirmaram que a reunião de novembro de 2022 que contou com a presença dos “kids pretos” não teve tom golpista – advogados usaram termos como “confraternização” e “conversa de bar” para descrever o encontro;
negaram que o grupo tenha pressionado o Alto Comando do Exército para aderir ao golpe de Estado – e disseram, inclusive, que seria incomum um coronel pressionar um general (patente superior);
questionaram a validade da delação do tenente-coronel Mauro Barbosa Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro;
colocaram em xeque a competência do Supremo Tribunal Federal (STF) para julgar as denúncias, já que os militares não têm foro privilegiado;
ressaltaram o currículo dos militares acusados – citando, por exemplo, missões internacionais executadas por eles.

“Não há manifestação concordando com o golpe – manifestação dizendo ‘avante, vamos la’, um emoji, um joinha assentindo com qualquer tipo de plano ilícito –, mas [só] a delação de Mauro Cid. Essa afirmação foi aceita e não foi tida como mentirosa”, disse o advogado Luiz Mario Felix de Moraes Guerra, que representa o coronel Cleverson Ney Magalhães.

Frentes de atuação
Conforme a acusação, o núcleo atuava em múltiplas frentes.

Estevam Cals Theophilo Gaspar de Oliveira, como comandante do Comando de Operações Terrestres (COTER), aceitou coordenar o emprego das forças terrestres conforme as diretrizes do grupo.
Hélio Ferreira Lima, Rafael Martins de Oliveira, Rodrigo Bezerra de Azevedo e Wladimir Matos Soares, no mesmo núcleo, lideraram ações de campo voltadas ao monitoramento e neutralização de autoridades.
Os especialistas (kids pretos) Bernardo Romão Correa Netto, Cleverson Ney Magalhães, Fabrício Moreira de Bastos, Márcio Nunes de Resende Júnior, Nilton Diniz Rodrigues, Sergio Ricardo Cavaliere de Medeiros e Ronald Ferreira de Araujo Junior promoveram ações táticas para convencer e pressionar o Alto Comando do Exército a ultimar o golpe.

O Coter, que tinha à frente o General Theophilo, é o órgão do Exército encarregado de orientar e coordenar o emprego das forças terrestres. A estrutura era, portanto, órgão relevante para a implementação do plano golpista, especialmente na execução de ações sensíveis, como a da prisão do ministro Alexandre de Moraes.

Segundo a PGR, o modus operandi do grupo visava fomentar, no meio militar e entre os seguidores do ex-Presidente Jair Bolsonaro, a imagem de que os militares legalistas eram “traidores da pátria”, alinhados ao “comunismo”.

➡️ Entre as ações do grupo estavam o plano de atentado contra autoridades, chamado de “Punhal Verde e Amarelo”, que seria executado após as eleições presidenciais de 2022..

➡️ Além disso, o núcleo era responsável por fazer o monitoramento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e se cogitava o uso de armas contra o ministro Alexandre de Moraes e a morte por envenenamento do presidente da República.

➡️ Já os kids pretos teriam atuado para pressionar o Comandante do Exército e o Alto Comando, formulando cartas e agitando colegas em prol de ações de força no cenário político – tudo para impedir que Lula assumisse o Palácio do Planalto.

Fonte: G1

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Brasil

Corrigir toda tabela do Imposto de Renda custaria mais de R$ 100 bilhões, diz Ministério da Fazenda

por Redação 20 de maio de 2025

O secretário de Reformas Econômicas do Ministério da Fazenda, Marcos Pinto, afirmou nesta terça-feira (20) que corrigir toda a tabela do Imposto de Renda das Pessoas Físicas (IRPF) custaria mais de R$ 100 bilhões por ano e o governo federal “não tem condições de fazer isso”.

As declarações foram dadas durante audiência pública na comissão especial do Congresso Nacional que avalia mudanças no Imposto de Renda.

De acordo com nota técnica do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), a tabela de cálculo do Imposto de Renda da Pessoa Física, pela inflação oficial, acumula defasagem média de 154,67% entre 1996 e 2024.

O governo enviou em março ao Congresso Nacional uma proposta de mudanças no Imposto de Renda. O relator será o deputado Arthur Lira (PP-AL).

Sem a correção de toda a tabela do Imposto de Renda, os benefícios estarão limitados a quem ganha até R$ 7 mil. Acima desse valor, haverá incidência normal da tabela do Imposto de Renda – que não está sendo alterada.

Por isso, contribuintes que ganham acima de R$ 7 mil não serão beneficiados, ou seja, continuarão tendo a mesma incidência do IR, sem mudanças e, portanto, sem redução de imposto.

No projeto, o governo federal propôs ampliar a faixa de isenção do Imposto de Renda, a partir de 2026, de R$ 2.824 para R$ 5 mil. Com isso, cerca de 10 milhões de contribuintes deixariam de pagar IR.
Além de ampliar a faixa de isenção para quem ganha até R$ 5 mil por mês, a equipe econômica também propôs uma isenção parcial para valores entre R$ 5 mil e R$ 7 mil por mês.
Para compensar a perda de arrecadação com a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda para rendimentos até R$ 5 mil mensais, o governo pretende taxar os super ricos, ou seja, aqueles com renda mensal superior a R$ 50 mil — o equivalente a R$ 600 mil por ano.
O projeto do governo impede que cobrança sobre dividendos de pessoa física e empresa supere 34% para empresas e 45% para financeiras.

Fonte: G1

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