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Categoria:

Brasil

Câmara dos Deputados

Câmara dos Deputados rejeita cassação do mandato de Carla Zambelli após condenação no STF

por Redação 11 de dezembro de 2025

A Câmara dos Deputados decidiu nesta quarta-feira (10) manter o mandato de Carla Zambelli (PL-SP), mesmo após condenação definitiva do Supremo Tribunal Federal (STF). Foram 227 votos favoráveis à cassação, 170 contrários e 10 abstenções — número insuficiente para atingir os 257 votos exigidos para a perda do mandato.

A cassação estava prevista em decisão da Primeira Turma do STF, que condenou a deputada a 10 anos de prisão por participação na invasão aos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em parceria com o hacker Walter Delgatti Neto. Segundo a Procuradoria-Geral da República, a ação buscava inserir documentos falsos na base de dados do CNJ, com o objetivo de questionar a legitimidade do Judiciário e incentivar ataques às instituições.

A resolução da Câmara contrariou a recomendação da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que havia aprovado por ampla maioria a perda do mandato. O caso reacende o debate constitucional sobre a competência para declarar a cassação de parlamentares condenados criminalmente. Em episódios anteriores, como no caso Natan Donadon, decisões semelhantes acabaram submetidas novamente ao STF.

O impasse jurídico deve se prolongar: partidos da oposição já anunciaram que recorrerão ao Supremo por meio de mandado de segurança. A controvérsia envolve duas interpretações da Constituição: a do STF, que entende ser automática a perda de mandato em razão do impedimento absoluto para o exercício das funções; e a da Câmara, que considera necessária a deliberação do plenário.

A deputada, que havia fugido para a Itália e foi posteriormente detida perto de Roma, segue com pedido de extradição pendente na Justiça italiana.

Fonte: G1

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Tecnologia

Google MAPS ganha recurso que marca automaticamente onde o carro foi estacionado

por Redação 10 de dezembro de 2025

Motoristas que costumam esquecer onde deixaram o carro acabam de ganhar um aliado tecnológico. O Google anunciou uma atualização inédita no Google Maps, que agora identifica automaticamente o local onde o veículo foi estacionado. A novidade já está disponível para usuários de iPhone e iPad, e deve chegar ao Android em breve.

A ferramenta utiliza a conexão entre o celular e o carro — por USB, Bluetooth ou Apple CarPlay — para detectar o fim da viagem. Assim que o veículo é desligado, o aplicativo marca o ponto exato do estacionamento no mapa, exibindo um ícone personalizável, que pode substituir o tradicional “P” azul por diferentes modelos de automóveis. A indicação permanece visível por até 48 horas, sendo removida apenas quando o motorista iniciar uma nova viagem ou optar pela exclusão manual.

Segundo Rio Akasaka, gerente sênior de produto do Google Maps, a intenção é tornar a experiência mais intuitiva e prática. Em publicação no LinkedIn, ele afirmou que o recurso deve facilitar o dia a dia de milhões de usuários, especialmente em grandes cidades e estacionamentos amplos.

Por enquanto, a atualização é exclusiva para o sistema iOS, sem previsão oficial para Android. Até lá, usuários de smartphones Android continuarão podendo salvar manualmente o local onde estacionaram.

Fonte: techtudo

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Brasil

Marcelo VIP, golpista que inspirou filme com Wagner Moura, morre aos 49 anos

por Redação 10 de dezembro de 2025

Marcelo Nascimento da Rocha, conhecido nacionalmente como Marcelo VIP, morreu nesta terça-feira, aos 49 anos, em Curitiba (PR). Considerado um dos maiores golpistas do país, ele se tornou figura pública após uma série de fraudes de grande repercussão e inspirou o filme “VIPs – Histórias Reais de um Mentiroso”, estrelado por Wagner Moura. A informação foi confirmada pelo advogado e amigo Nilton Ribeiro, que afirmou que Marcelo era bariátrico e faleceu em decorrência de complicações hepáticas, doença crônica que provoca cicatrizes no fígado e compromete seu funcionamento.

Marcelo residiu em Cuiabá e cumpriu parte de suas penas na Penitenciária Central do Estado (PCE). Sua notoriedade ganhou escala nacional em 2001, quando, durante uma festa no Recife, se passou por Henrique Constantino, um dos fundadores da Gol Linhas Aéreas. Na ocasião, concedeu entrevistas a programas de televisão como se fosse o empresário, enganando celebridades como Amaury Jr., Marcos Frota, Carolina Dieckmann e Ricardo Macchi.

A trajetória de golpes, fugas e prisões rendeu a produção do longa lançado em 2010, que conquistou quatro prêmios no Festival do Rio, incluindo melhor filme e melhor ator. No período das filmagens, Marcelo estava preso na PCE, onde permaneceu por quatro anos até progredir de regime em 2014. A falta de vagas no semiaberto fez com que ele seguisse para prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica.

Em 2018, voltou a ser detido, acusado de forjar documentos para obter progressão de regime. Ao longo da vida, acumulou condenações por estelionato, falsidade ideológica, associação ao tráfico e roubo de avião. Foi preso ao menos doze vezes e realizou seis fugas do sistema prisional. Após deixar a cadeia definitivamente, passou a atuar como palestrante e escritor, numa tentativa de recontar sua história.

Marcelo nasceu em Maringá, em 19 de março de 1976. Foi piloto a serviço do narcotráfico nos anos 1990 e 2000 e protagonizou diversos golpes, incluindo a invenção de identidades como guitarrista do Engenheiros do Hawaii e até representante do PCC em lideranças de rebeliões. Após a morte do pai, decidiu “conhecer o mundo”, como descreveu em seu livro, iniciando uma vida marcada por fraudes para sustentar suas viagens.

Fonte: OGLOBO

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Salário Mínimo

Aumento do salário mínimo para 2026 é confirmado pelo governo

por Redação 10 de dezembro de 2025

O Ministério do Planejamento e Orçamento oficializou nesta quarta-feira (10) que o salário mínimo será de R$ 1.621 em 2026, representando um aumento de R$ 103 em relação aos atuais R$ 1.518. O reajuste, calculado em 6,79%, passa a valer em janeiro, refletindo no pagamento recebido em fevereiro.

A atualização segue a fórmula que considera a inflação medida pelo INPC em 12 meses até novembro e o crescimento real do PIB de dois anos antes — limitado a 2,5% pela lei aprovada no fim do ano passado. Assim, o cálculo final incorpora os 4,18% de inflação divulgados pelo IBGE e mais 2,5% de ganho real.

O salário mínimo é referência para 59,9 milhões de brasileiros, incluindo trabalhadores formais, aposentados e beneficiários de programas como o BPC. Sua elevação afeta também índices econômicos e o poder de compra da população.

Por outro lado, o reajuste pressiona as contas públicas. Cada R$ 1 a mais no salário mínimo gera cerca de R$ 420 milhões em despesas federais. Com o aumento de R$ 103, o impacto em 2026 deve chegar a R$ 43,2 bilhões, reduzindo a margem para gastos discricionários.

O Dieese destaca ainda que, para atender plenamente às necessidades de uma família de quatro pessoas, o salário mínimo deveria ter sido de R$ 7.067,18 em novembro, valor 4,66 vezes acima do piso nacional.

Fonte: G1

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Brasil

Câmara aprova regras mais rígidas contra devedores contumazes; entenda o que muda

por Redação 10 de dezembro de 2025

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (9) um projeto que endurece o combate aos chamados devedores contumazes — contribuintes que deixam de pagar impostos de forma planejada e recorrente para obter vantagem competitiva e burlar o sistema tributário. A proposta segue agora para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O texto define como devedor contumaz quem utiliza a inadimplência reiterada e injustificada como parte do modelo de negócio. No âmbito federal, passam a se enquadrar nessa categoria aqueles que acumulam dívida tributária igual ou superior a R$ 15 milhões e superior ao patrimônio conhecido. Estados e municípios terão até um ano para estabelecer seus próprios parâmetros; caso não o façam, valerão os mesmos critérios federais.

A legislação cria um processo administrativo para identificar o devedor contumaz, garantindo direito à defesa e permitindo diferenciar inadimplência proposital de dificuldades financeiras reais. A dívida deve se repetir ao longo de vários meses ou ciclos de apuração, e o contribuinte não pode apresentar justificativa legítima, como prejuízo comprovado, calamidade ou ausência de manobras para esconder bens.

Entre as punições previstas estão proibição de benefícios fiscais, restrição à participação em licitações, impedimento de pedir ou prosseguir recuperação judicial e até a inaptidão do CNPJ. No nível federal, também poderá ser aberto processo para cobrança tributária acelerada.

Segundo o relator no Senado, Efraim Filho (União-PB), cerca de 1,2 mil CNPJs se enquadram nesses critérios, somando R$ 200 bilhões em dívidas acumuladas na última década. O relator na Câmara, deputado Antonio Carlos Rodrigues, destacou que esses devedores usam a inadimplência como vantagem ilícita, prejudicando concorrentes e o investimento produtivo.

O projeto também traz benefícios para bons pagadores, como atendimento simplificado, regras mais flexíveis para garantias e maior segurança jurídica ao limitar a execução de garantias apenas ao fim de todo o processo judicial.

A aprovação foi articulada entre governo, oposição e setores empresariais. O texto é tratado pelo Ministério da Fazenda como uma das principais medidas para desarticular esquemas de fraude fiscal e combater organizações criminosas, a exemplo do caso do Grupo Refit, investigado por sonegação que gerou prejuízo estimado de R$ 26 bilhões.

Fonte: G1

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PL da Dosimetria

Senado deve votar PL da Dosimetria na próxima semana; texto terá análise prévia na CCJ

por Redação 10 de dezembro de 2025

O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Otto Alencar (PSD-BA), afirmou nesta quarta-feira (10) que o Projeto de Lei conhecido como PL da Dosimetria deverá ser votado na próxima quarta-feira (17). A proposta, que reduz penas previstas para condenados por atos golpistas, foi aprovada pela Câmara dos Deputados na madrugada de hoje por 291 votos a 148, além de uma abstenção.

Alencar confirmou que o senador Esperidião Amin (PP-SC) foi designado relator da matéria na CCJ. Segundo ele, o texto passará por votação no colegiado antes de seguir ao plenário, decisão tomada após acordo entre lideranças da Câmara e do Senado.

O senador enfatizou que não aceitou que o projeto fosse encaminhado diretamente ao plenário, alegando respeito ao trabalho técnico da CCJ e ao papel de aprimoramento legislativo desempenhado pela comissão. A expectativa entre senadores, inclusive governistas, é de aprovação do texto e posterior envio para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O PL da Dosimetria prevê que o crime de golpe de Estado — cuja pena varia de 4 a 12 anos — absorva o delito de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, punido com pena de 4 a 8 anos. A proposta também reduz o tempo mínimo para progressão de regime, permitindo que o condenado deixe o regime fechado após cumprir 1/6 da pena, em vez de 1/4, como exige a legislação atual.

Caso seja aprovado pelo Senado, o projeto poderá impactar diretamente a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro, sentenciado a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado e atualmente detido na sede da Polícia Federal, em Brasília.

Fonte: G1

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Bolsonaro

Benefícios de quase R$ 1 milhão suspensos: Justiça bloqueia estrutura vitalícia de Bolsonaro como ex-presidente

por Redação 10 de dezembro de 2025

A Justiça Federal determinou a suspensão imediata de todos os benefícios vitalícios concedidos a Jair Bolsonaro em razão do exercício da Presidência da República. A decisão liminar, assinada pelo juiz substituto Pedro Pimenta, da 8ª Vara Federal de Belo Horizonte, ordena que a União interrompa em até 48 horas o fornecimento de servidores, motoristas, veículos oficiais e assessores ao ex-presidente.

Dados do Portal de Dados Abertos da Casa Civil mostram que, entre janeiro e novembro de 2025, Bolsonaro custou R$ 994.592,11 aos cofres públicos — sendo cerca de R$ 657 mil em gratificações e aproximadamente R$ 240 mil em passagens e demais despesas de locomoção. Apenas no primeiro semestre, o gasto já ultrapassava R$ 521 mil.

Segundo o decreto presidencial de 2008, ex-presidentes possuem direito a quatro servidores de segurança e apoio, dois assessores, dois veículos e dois motoristas. No entanto, a ação movida pelo vereador Pedro Rousseff argumenta que Bolsonaro, atualmente cumprindo pena de 27 anos em regime fechado por tentativa de golpe de Estado, não exerce vida civil que justifique tais benefícios.

A decisão judicial reforça que a estrutura prevista em lei é destinada a ex-presidentes em liberdade, expostos a riscos decorrentes da vida pública, não a detentos que já se encontram integralmente sob custódia do Estado. Em situações como atendimentos médicos externos, por exemplo, a responsabilidade segue sendo das autoridades penitenciárias.

O bloqueio ocorre em meio ao debate ampliado sobre gastos com ex-presidentes. De janeiro a novembro de 2025, o total desembolsado pela União ultrapassa R$ 7,6 milhões. Fernando Collor lidera a lista, com R$ 1,9 milhão, seguido por Dilma Rousseff (R$ 1,8 milhão) e Michel Temer (R$ 1,2 milhão). Em 2024, os gastos empenhados passaram de R$ 9,4 milhões, com Dilma novamente no topo, ultrapassando R$ 2,1 milhões devido às despesas relacionadas ao cargo que ocupa no Novo Banco de Desenvolvimento, na China.

Fonte: G1

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STF

Senado solicita ao STF suspensão de decisão de Gilmar Mendes sobre impeachment até votação de novo projeto no Congresso

por Redação 10 de dezembro de 2025

O Senado Federal pediu nesta quarta-feira (10) que o Supremo Tribunal Federal (STF) suspenda ou revogue a decisão individual do ministro Gilmar Mendes que alterou pontos centrais da Lei do Impeachment, de 1950. A medida do magistrado restringiu a apresentação de pedidos de impeachment contra ministros do STF exclusivamente à Procuradoria-Geral da República (PGR), retirando do cidadão comum a prerrogativa prevista na legislação original.

Proferida em 3 de dezembro, a decisão também elevou o número de parlamentares necessários para a abertura de um processo de impeachment de ministros do STF: de maioria simples para maioria qualificada, equivalente ao apoio de dois terços dos senadores.

No pedido encaminhado ao Supremo, o Senado solicita que a decisão seja suspensa ao menos até que o Congresso conclua a análise do projeto que atualiza a legislação sobre impeachment. O texto está em tramitação e pode ser avaliado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). A Casa também pede que o STF cancele a sessão marcada para sexta-feira (12), que referendaria a decisão do ministro.

A advocacia do Senado argumenta que a determinação de Gilmar impacta diretamente o andamento legislativo, criando “zonas de dúvida interpretativa” e dificultando a consolidação de um novo marco legal.

Votação deve ficar para 2026

O relator do projeto que moderniza a Lei do Impeachment, senador Weverton Rocha (PDT-MA), retirou a proposta da pauta da CCJ nesta quarta. Ele afirmou que ainda realizará ajustes no parecer preliminar que já havia elaborado. Com isso, a votação do texto deve ocorrer apenas em 2026.

O projeto atual não se limita a casos envolvendo ministros do STF. A proposta também regulamenta os processos de impedimento de presidente da República, vice-presidente, ministros de Estado, procurador-geral da República, advogado-geral da União, além de integrantes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).

Weverton destacou ainda que senadores sugeriram a realização de uma sessão temática para ampliar o debate e promover aperfeiçoamentos no texto antes de sua análise final.

Fonte: G1

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PL da Dosimetria

PL da Dosimetria pode reduzir significativamente penas de condenados por 8 de janeiro, incluindo ‘Débora do Batom’, ‘Fátima de Tubarão’ e homem que destruiu relógio histórico

por Redação 10 de dezembro de 2025

A aprovação do PL da Dosimetria pela Câmara dos Deputados pode alterar de forma expressiva o tempo de prisão de diversos condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. Entre eles estão figuras que ganharam notoriedade após os ataques às sedes dos Três Poderes: Débora Rodrigues dos Santos, conhecida como “Débora do Batom”; Maria de Fátima Mendonça, a “Fátima de Tubarão”; e Antônio Cláudio Alves Ferreira, responsável por quebrar um relógio histórico presenteado à família real portuguesa.

O projeto, aprovado na madrugada de quarta-feira (10), segue agora para análise do Senado. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), pretende colocá-lo em votação ainda este ano, embora haja resistência de bancadas expressivas, como PSD e MDB.

Segundo o advogado constitucionalista Acácio Miranda, os três réus podem ter suas penas reduzidas por enquadrarem-se na categoria de crimes cometidos em “contexto de multidão”, o que permite diminuição de um terço a dois terços da condenação. Além disso, o PL unifica as penas de golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito, impedindo soma direta das condenações.

Fátima Mendonça, que viralizou ao ameaçar o ministro Alexandre de Moraes durante os protestos, foi condenada a 17 anos de prisão. No cenário mais favorável previsto pelo projeto, sua pena poderia cair para três anos e oito meses — mesma projeção calculada para Antônio Cláudio Alves Ferreira, também condenado a 17 anos.

Já Débora do Batom, condenada a 14 anos pelos mesmos crimes, além de dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado, poderia ter a punição reduzida para três anos e dois meses. Ela cumpre prisão domiciliar por ser mãe de filhos menores.

Os cálculos consideram o quadro mais benéfico possível, desconsiderando o crime de abolição violenta — cuja pena é inferior à de golpe de Estado — e aplicando a redução por participação em multidão sem liderança.

O que prevê o PL da Dosimetria
Unificação de penas – Acaba com a soma entre golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito, aplicando apenas a pena mais grave com aumento por concurso formal.
Redução em contexto de multidão – Réus que não exerceram liderança poderão ter pena diminuída de um terço a dois terços.
Progressão mais rápida – Permite progressão de regime após cumprimento de um sexto da pena.
Remição em prisão domiciliar – Garante abatimento de pena por estudo ou trabalho também para quem cumpre pena em casa.

Fonte: OGLOBO

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Brasil

Glauber Braga denuncia violência após remoção e critica tratamento diferenciado durante protestos na Câmara

por Redação 10 de dezembro de 2025

O deputado Glauber Braga (PSOL-RJ), retirado à força do plenário após ocupar a cadeira da Presidência da Câmara nesta quarta-feira (10), afirmou que recebeu tratamento muito mais rígido do que o dispensado à oposição em episódios anteriores. Segundo ele, enquanto aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro permaneceram 48 horas ocupando a Mesa Diretora sem abordagem policial direta, sua remoção ocorreu “na base da porrada”, com emprego de força por parte da Polícia Legislativa.

Imagens registradas por parlamentares e assessores mostram Glauber sendo contido com uma gravata e cercado por agentes durante a operação que o retirou da Mesa Diretora. No tumulto, jornalistas também foram agredidos, e uma repórter chegou a levar um soco. A imprensa foi retirada do plenário e o sinal da TV Câmara, cortado — uma medida inédita segundo o próprio deputado.

Glauber declarou solidariedade aos profissionais de imprensa e criticou a interrupção da transparência na sessão. Ele disse ter pedido apenas que o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), garantisse a ele “1% do tratamento” dado aos parlamentares que ocuparam a Mesa em agosto, em protesto pela votação da anistia.

O episódio ocorreu no momento em que o processo de cassação do deputado pode ser levado a plenário. A CCJ já aprovou o parecer favorável à cassação, que será analisada junto aos casos de Carla Zambelli, Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem. O deputado, porém, contesta o fato de seu processo — motivado por uma agressão, enquadrada como quebra de decoro — ter sido incluído no mesmo bloco dos demais, que envolvem condenações judiciais ou fuga do país.

Durante a ocupação, Glauber afirmou que não sairia da cadeira até que a possibilidade de votação de sua cassação fosse retirada da pauta. A deputada Sâmia Bomfim (PSOL-SP), sua esposa, e o deputado Tarcísio Motta (PSOL-RJ) permaneceram ao seu lado. Parlamentares tentaram negociar uma saída pacífica, mas o clima rapidamente se deteriorou. Vídeos mostram cadeiras caindo e ao menos seis agentes segurando o deputado. Segundo o líder do governo, José Guimarães (PT-CE), a situação “fugiu do controle”.

A Câmara ainda não confirmou quando a sessão será retomada.

Entenda o caso de cassação
A representação contra Glauber Braga foi apresentada pelo Partido Novo em abril de 2024. Segundo o documento, o deputado teria agredido o militante do MBL Gabriel Costenaro dentro da Câmara, após uma discussão que evoluiu para empurrões e chutes. O Conselho de Ética concluiu que houve agressões e classificou a reação de Glauber como “desproporcional”.

O parlamentar alega ter reagido a provocações reiteradas e cita que Costenaro teria ofendido sua mãe, que faleceu semanas depois do episódio. O caso se estendeu para a área externa da Câmara e culminou em nova discussão no Departamento de Polícia Legislativa, envolvendo também o deputado Kim Kataguiri (União-SP). Embora Kataguiri negue ter sido agredido, o relatório aponta que houve violência.

Aliados de Glauber afirmam que o relator, Paulo Magalhães, mesclou episódios antigos e já arquivados para reforçar a acusação. O relatório cita ainda outros conflitos envolvendo o deputado, incluindo desentendimentos com o então presidente da Casa, Arthur Lira.

Fonte: G1

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