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Categoria:

Saúde

Saúde

Cientistas descobrem molécula que pode “matar de fome” células cancerígenas

por Redação 24 de março de 2026

Uma nova estratégia no combate ao câncer vem chamando a atenção da comunidade científica. Pesquisadores das universidades de Genebra e Marburg identificaram o potencial da D-cisteína — uma versão “espelhada” rara do aminoácido cisteína — para desacelerar o crescimento de células tumorais sem afetar significativamente tecidos saudáveis. O estudo foi publicado na revista Nature Metabolism.

A descoberta se baseia em um conceito conhecido da biologia molecular: algumas moléculas possuem versões praticamente idênticas, como imagens no espelho, mas que se encaixam de forma diferente nos processos celulares. No organismo humano, os aminoácidos aparecem majoritariamente na forma “L”, reconhecida e utilizada pelas células. Já a forma “D” costuma ter pouca participação nas funções biológicas.

Nos experimentos, os cientistas observaram que certas células cancerígenas possuem um transportador específico em sua superfície capaz de captar a D-cisteína com mais facilidade do que células saudáveis. Uma vez dentro da célula tumoral, a molécula interfere diretamente na produção de energia ao bloquear a enzima NFS1, localizada na mitocôndria.

Sem essa enzima, a célula passa a produzir menos energia, acumula falhas no material genético e perde a capacidade de se dividir. O resultado é um estado descrito como “fome metabólica”, no qual o tumor não necessariamente é destruído de imediato, mas tem seu crescimento desacelerado.

O principal diferencial da estratégia é o efeito seletivo. Como a entrada da D-cisteína depende de um transportador presente em maior quantidade em determinadas células tumorais, o impacto tende a se concentrar nas áreas afetadas pela doença. Em testes com camundongos com tumores mamários agressivos, os pesquisadores observaram redução relevante no crescimento tumoral, sem sinais importantes de toxicidade.

Apesar dos resultados promissores, especialistas alertam que o avanço até a prática clínica pode ser longo. O oncologista Stephen Stefani, do Grupo Oncoclínicas e da Americas Health Foundation, afirmou que o estudo apresenta um racional biológico consistente, mas ainda inicial. Segundo ele, muitos conceitos bem fundamentados não se traduzem necessariamente em benefícios concretos para pacientes.

A estratégia também não parece atuar de forma citotóxica direta, ou seja, não destrói imediatamente as células tumorais, mas dificulta sua multiplicação. Isso abre possibilidade de uso futuro como terapia adjuvante, combinada a tratamentos já existentes, para conter a progressão da doença ou reduzir o risco de metástases.

Até o momento, os resultados estão restritos a estudos laboratoriais e testes em animais. Para que a D-cisteína possa se tornar uma opção terapêutica, será necessário avançar para ensaios clínicos em humanos, começando por estudos de fase 1 para avaliar segurança e dosagem, seguidos por fases que investigam eficácia e comparação com tratamentos atuais.

Fonte: G1

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SUS

Hospital do RS é condenado por cobrar ilegalmente pacientes do SUS desde 2015 e terá de devolver valores em dobro

por Redação 20 de março de 2026

O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) determinou que o Hospital São João, em Arvorezinha, cesse imediatamente a cobrança de qualquer valor de pacientes atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A decisão reconheceu que a instituição vinha exigindo pagamentos por procedimentos que deveriam ser totalmente gratuitos, prática considerada ilegal.

A sentença, proferida na quarta-feira (18), também obriga o hospital a devolver em dobro os valores pagos pelos usuários desde 2015. Além disso, foi reconhecido o direito à indenização por danos morais, a ser calculada individualmente conforme o estado de saúde do paciente e o impacto da cobrança no momento do atendimento.

De acordo com a Defensoria Pública, as cobranças envolviam consultas, exames, internações e outros serviços custeados pelo SUS. A Justiça determinou ainda que o hospital afixe, em local visível, aviso informando que o atendimento pelo sistema público é universal e gratuito, além de divulgar diariamente o número de leitos disponíveis.

O hospital poderá ser multado em R$ 1 mil por cada nova cobrança irregular e em R$ 500 por dia caso descumpra a obrigação de informar a disponibilidade de vagas. A instituição alegou no processo que havia limite de atendimentos destinados ao SUS e que, após ultrapassado esse número, estaria autorizada a cobrar de forma particular.

A juíza Paula Cardoso Esteves rejeitou a justificativa, destacando que a limitação de vagas não permite cobrança em situações de urgência e emergência. Segundo a magistrada, sendo o único hospital da cidade, a prática submeteu moradores a pressões financeiras em momentos de fragilidade.

Fonte: G1

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Canetas Emagrecedoras

“Bafo de Ozempic” levanta alerta sobre efeitos das canetas emagrecedoras na saúde bucal

por Redação 20 de março de 2026

O uso de canetas emagrecedoras no Brasil cresceu 88% em 2025, segundo o Conselho Federal de Farmácia (CFF), e passou a acender novos alertas entre especialistas. Entre os possíveis efeitos colaterais está o impacto na saúde bucal, com relatos do chamado “bafo de Ozempic”, termo popularizado nas redes sociais para descrever episódios de mau hálito associados a esses medicamentos.

Indicadas originalmente para o tratamento do diabetes tipo 2, substâncias como semaglutida e tirzepatida vêm sendo amplamente utilizadas para perda de peso. Além de efeitos já conhecidos, como náuseas, vômitos e refluxo, profissionais de saúde observam queixas relacionadas a alterações no hálito, tema que já motivou orientações do Conselho Federal de Odontologia (CFO).

De acordo com o dentista Leonardo Acioli, CEO da rede SorriaMed, a demanda por esclarecimentos tem aumentado nos consultórios. Especialistas explicam que o mau hálito não é considerado um efeito colateral direto clássico, mas pode ocorrer como consequência indireta das mudanças provocadas pelos medicamentos no organismo.

Entre os mecanismos apontados está o retardo do esvaziamento gástrico, efeito esperado dessas substâncias, que prolonga a permanência do alimento no estômago e favorece a fermentação, com produção de gases e compostos voláteis percebidos no hálito. Outro fator relevante é a xerostomia, caracterizada pela redução da produção de saliva, o que pode aumentar o acúmulo de biofilme bacteriano e contribuir para o odor.

Especialistas também destacam que a estase gástrica, o refluxo e a cetose — comum em dietas restritivas ou perda de peso rápida — podem contribuir para o quadro. Apesar dos relatos, a frequência do sintoma ainda não é bem estabelecida em estudos clínicos, já que a halitose não costuma ser um desfecho avaliado nas pesquisas com esses medicamentos.

Para reduzir os riscos, profissionais recomendam medidas como manter boa hidratação, evitar longos períodos de jejum e reforçar a higiene bucal, com escovação adequada, uso de fio dental e limpeza da língua. O acompanhamento médico também é indicado para avaliar sintomas gastrointestinais e orientar possíveis ajustes no tratamento.

Fonte: OGLOBO

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Canetas Emagrecedoras

Patente cai, mas semaglutida nacional ainda demora e preço segue alto no Brasil

por Redação 20 de março de 2026

A patente da semaglutida, substância presente em medicamentos como o Ozempic, expira nesta sexta-feira (20), abrindo caminho para versões mais baratas no mercado brasileiro. Apesar da expectativa de chegada imediata de alternativas nacionais, nenhum produto foi aprovado até o momento. A previsão é que ao menos uma nova caneta seja liberada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) até junho.

A exclusividade da substância era da farmacêutica Novo Nordisk há duas décadas. A empresa tentou estender o prazo por mais 12 anos na Justiça, mas não obteve sucesso, o que incentivou concorrentes a investir no desenvolvimento de versões próprias. Hoje, há 15 pedidos em análise no país.

Especialistas explicam que o processo regulatório é mais rigoroso devido à complexidade da semaglutida, um peptídeo considerado uma molécula na fronteira entre medicamentos sintéticos e biológicos. Essa característica exige avaliações técnicas detalhadas sobre segurança, eficácia e qualidade.

Entre os pedidos mais avançados estão os das farmacêuticas EMS e Ávita Care. A Anvisa solicitou esclarecimentos no início de março, e as empresas têm até 120 dias para responder. Se os dados forem considerados suficientes, a aprovação poderá ocorrer ainda no primeiro semestre.

O gerente-geral de medicamentos da agência, Raphael Sanches, destaca que a análise cuidadosa é necessária para evitar riscos à população. Entre os pontos avaliados estão estudos de imunogenicidade, controle de impurezas e métodos de análise capazes de identificar variações na molécula.

A EMS afirma ter investido R$ 1,2 bilhão na produção nacional da substância, com a ampliação de uma planta em Hortolândia (SP), que poderá fabricar até 20 milhões de canetas por ano.

Mesmo com o fim da patente, a queda de preços não deve ser imediata. Atualmente, cada caneta custa em média R$ 1 mil, e a redução depende da entrada efetiva de concorrentes no mercado. Como se trata de um medicamento biológico, não haverá versões genéricas, mas sim biossimilares, que podem custar cerca de 20% menos.

A discussão sobre a oferta do tratamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) também ganha força com a possível chegada de versões nacionais. Hoje, o uso dessas canetas na rede pública é restrito a protocolos específicos. A incorporação foi rejeitada no ano passado devido ao alto custo estimado, que poderia gerar gasto anual de cerca de R$ 8 bilhões. Ainda não há definição sobre inclusão futura.

Fonte: G1

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Saúde

Mulher morre e mais de 100 pessoas são hospitalizadas após comer pizza na Paraíba

por Redação 18 de março de 2026

Uma mulher de 44 anos morreu e outras 117 pessoas foram atendidas em hospitais de Pombal, no Sertão da Paraíba, após consumir pizza em uma pizzaria local. A vítima, identificada como Rayssa Maritein Bezerra e Silva, deu entrada no Hospital Regional de Pombal na segunda-feira (16) com sintomas como diarreia, vômitos e dor abdominal, evoluindo para estado grave até o óbito confirmado na manhã desta terça-feira (17).

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, os pacientes apresentaram náuseas, vômitos, dores abdominais e mal-estar geral. O atendimento ocorreu tanto na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) quanto no Hospital Regional, totalizando 114 atendimentos relacionados ao caso até a segunda-feira, com mais quatro pessoas posteriormente registradas na UPA, elevando para 118 o total de atendidos. Apenas uma criança de oito anos permanece internada.

A pizzaria La Favoritta, local de consumo da pizza, foi interditada pela Vigilância Sanitária de Pombal. Equipes técnicas recolheram materiais e insumos para análise laboratorial. Em nota, a defesa do estabelecimento informou que acompanhou a inspeção e que o proprietário acionou a Vigilância Sanitária, estando à disposição para colaborar com as investigações.

Um familiar relatou que a mulher e seu namorado consumiram a pizza na noite de domingo (15), passando mal ainda em casa, sendo inicialmente atendidos e liberados. Na manhã de segunda, Rayssa retornou em estado grave, evoluindo para morte no dia seguinte.

As autoridades de saúde seguem monitorando o caso e orientam que qualquer pessoa que apresente sintomas como vômitos, náuseas ou dores abdominais procure atendimento médico imediatamente.

Fonte: G1

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Canetas Emagrecedoras

‘Ozempic brasileiro’ deve demorar a chegar e queda de patente não deve reduzir preço rapidamente

por Redação 10 de março de 2026

A patente da semaglutida, princípio ativo do Ozempic, cai no Brasil em 20 de março de 2026. Mesmo assim, especialistas afirmam que o esperado “Ozempic brasileiro” — versões produzidas por laboratórios nacionais — não deve chegar imediatamente às farmácias nem provocar uma grande queda de preços no curto prazo.

O principal motivo é que a produção do medicamento depende de aprovações regulatórias, investimentos industriais elevados e de um nível ainda limitado de concorrência no início. Enquanto isso, a farmacêutica dinamarquesa Novo Nordisk, criadora do Ozempic, prepara estratégias para manter sua força no mercado brasileiro, considerado o oitavo mais importante para a empresa no mundo.

Entre os planos da companhia está a produção das canetas no Brasil. A empresa já investe na ampliação de uma fábrica em Montes Claros (MG), com aporte de R$ 6,4 bilhões, para produzir medicamentos dessa classe no país.

Aprovação da Anvisa pode atrasar lançamento

O primeiro obstáculo para o chamado “Ozempic brasileiro” é a autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Atualmente, 14 pedidos de produção de semaglutida estão em análise.

A agência pretende liberar no máximo três registros por semestre, o que pode prolongar o processo até 2028.

Laboratórios como a EMS, maior farmacêutica do país, afirmam que suas canetas só devem chegar ao mercado cerca de três meses após a aprovação regulatória. A previsão mais otimista aponta para vendas apenas no segundo semestre de 2026, com estimativas de lançamento em agosto.

Desconto inicial pode ser pequeno

Mesmo quando as versões nacionais chegarem ao mercado, a redução de preço pode ser limitada.

Isso ocorre porque a maioria dos medicamentos solicitados à Anvisa não será classificada como genérico, mas como similar. A diferença é que os genéricos precisam ser ao menos 35% mais baratos que o medicamento original, enquanto os similares exigem desconto mínimo de cerca de 20%.

Hoje, o Ozempic tem preço de tabela de cerca de R$ 1.299,70. Com essa regra, versões similares poderiam chegar ao mercado por aproximadamente R$ 1.039.

Analistas do Itaú BBA estimam que, inicialmente, os preços podem cair menos de 30%. Uma redução mais significativa, próxima de 50%, só deve ocorrer ao longo dos próximos cinco anos, conforme a concorrência aumente.

Produção exige investimento bilionário

Outro fator que dificulta a queda rápida dos preços é o alto custo de produção das canetas injetáveis.

Diferentemente de comprimidos ou cápsulas, esses medicamentos exigem fábricas altamente especializadas, com rigorosos controles ambientais, microbiológicos e de esterilidade. Além disso, o transporte precisa ser feito sob refrigeração.

A EMS, por exemplo, investiu cerca de R$ 1,2 bilhão em sua planta industrial em Hortolândia (SP). Poucos laboratórios brasileiros possuem estrutura adequada para fabricar esse tipo de medicamento.

Concorrência limitada no início

Embora várias farmacêuticas brasileiras tenham demonstrado interesse no mercado da semaglutida, poucas têm capacidade para produzir o medicamento de forma independente.

Empresas como Aché, Hypera e Cimed avaliam parcerias com fabricantes estrangeiros, principalmente da Ásia, para importar o produto ou terceirizar a produção.

Essas estratégias, no entanto, envolvem custos adicionais e impostos de importação, o que também pode reduzir a competitividade dos preços.

Novos remédios já pressionam o mercado

Antes mesmo da queda da patente do Ozempic, o mercado já enfrenta forte concorrência de novos medicamentos.

O principal deles é o Mounjaro, da farmacêutica americana Eli Lilly, cujo princípio ativo é a tirzepatida. Apenas em janeiro, o medicamento gerou cerca de R$ 850 milhões em vendas no Brasil — quase o dobro do faturamento combinado dos produtos à base de semaglutida da Novo Nordisk.

Novos tratamentos ainda mais potentes estão em desenvolvimento. Um deles é a retatrutida, também da Eli Lilly, que pode reduzir até 25% do peso corporal e tem lançamento previsto para o Brasil em 2027.

Além disso, comprimidos como o Rybelsus — versão oral da semaglutida — já oferecem alternativa mais barata, custando cerca de R$ 565.

Mercado cresce rapidamente no Brasil

Apesar dos desafios, o mercado de medicamentos para perda de peso continua em forte expansão.

Segundo dados da consultoria Close-Up, as vendas dessas canetas dobraram no Brasil no último ano e movimentaram cerca de R$ 12 bilhões. A previsão do Itaú BBA é que o setor alcance faturamento de R$ 24,6 bilhões em 2026 e ultrapasse R$ 50 bilhões até 2030.

Esse crescimento é impulsionado tanto pelo aumento da obesidade quanto pela demanda estética e pelo potencial de uso dos medicamentos no tratamento de outras doenças, como problemas cardiovasculares.

Fonte: G1

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SUS

Médico é condenado a 6 anos por cobrar para antecipar cirurgias do SUS no Paraná

por Redação 3 de março de 2026

O médico ortopedista Adilson Cleto Bier, de Toledo, no oeste do Paraná, foi condenado a seis anos de reclusão por corrupção passiva após cobrar valores de pacientes para antecipar cirurgias ortopédicas pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Além da pena de prisão, a Justiça determinou o pagamento de 27 dias-multa — equivalentes a 27 salários mínimos da época dos fatos, com correção — e a perda da função pública vinculada às demandas do SUS. O médico pode recorrer em liberdade.

A defesa, representada pelo advogado Sérgio Canan, afirmou que considera a sentença injusta e que irá recorrer.

De acordo com o Ministério Público do Paraná (MP-PR), o crime ocorreu sete vezes entre 2014 e 2015. As cobranças eram feitas no consultório particular do médico, onde ele prometia antecipar cirurgias de pacientes que aguardavam na fila do SUS.

Em 2015, Bier foi preso em flagrante após receber R$ 4,6 mil de uma paciente. Segundo o MP, a vítima foi orientada a entregar o valor em um envelope no consultório, ação que foi monitorada. O dinheiro foi apreendido no local, e objetos também foram recolhidos para investigação. Ele foi solto no decorrer do processo e respondeu às acusações em liberdade.

Em agosto de 2025, o médico já havia sido condenado por improbidade administrativa na esfera cível. A decisão determinou a devolução de R$ 53.786,82 cobrados indevidamente, além do pagamento de multa civil de R$ 107.573,64, totalizando mais de R$ 160 mil.

Na esfera cível, Bier também foi afastado da função pública, teve o credenciamento no SUS cancelado, os direitos políticos suspensos por oito anos e ficou proibido de contratar com o poder público por seis anos.

Em outro processo anterior, ele também foi condenado por corrupção passiva.

Fonte: G1

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Saúde

Dois ovos por dia: aliados do coração ou risco silencioso? O que dizem os especialistas

por Redação 2 de março de 2026

Consumir até dois ovos por dia pode ser seguro para a maioria das pessoas saudáveis, mas a recomendação muda diante de condições como colesterol elevado, diabetes e doenças cardiovasculares. Especialistas afirmam que o impacto do alimento depende menos do ovo isoladamente e mais do perfil clínico de quem consome e do padrão alimentar global.

Rico em proteínas de alta qualidade, vitaminas e compostos bioativos, o ovo concentra nutrientes estratégicos em um único alimento. Segundo a nutricionista Clarissa Hiwatashi Fujiwara, da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), ele pode ter papel protetor dentro de uma alimentação equilibrada. A clara fornece praticamente toda sua energia a partir de proteínas, com quantidades mínimas de gordura e carboidratos. Já a gema reúne gorduras, colina, vitaminas A, D, E e K e carotenoides como luteína e zeaxantina, associados à saúde ocular.

Apesar de conter colesterol, a gema não deve ser excluída sem indicação específica. As evidências mostram que, para a maioria das pessoas saudáveis, o colesterol da dieta tem impacto menos relevante no colesterol sanguíneo do que o padrão alimentar como um todo.

Entre indivíduos sem doenças prévias, é possível consumir até dois ovos por dia. No entanto, a ingestão superior a essa quantidade diariamente não é recomendada para quem apresenta maior risco vascular. Estudos observacionais apontam aumento de risco cardiovascular e de mortalidade com consumo elevado de ovos nesses grupos, explica o endocrinologista Marcio Lauria, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).

A avaliação da quantidade ideal deve considerar histórico de doença cardiovascular, necessidades energéticas, consumo de proteínas e nível de atividade física. A inclusão de cinco ovos por dia, por exemplo, sem ajustes nas demais refeições, pode gerar excesso calórico e aumento de gordura corporal.

Para pessoas saudáveis, a ingestão de gorduras saturadas não deve ultrapassar 10% das calorias diárias. Em indivíduos com risco cardiovascular, o limite pode cair para menos de 7%. Nesse contexto, recomenda-se atenção a alimentos ricos em gordura saturada, como carnes com gordura aparente, embutidos, manteiga, queijos curados, além de óleo de palma, óleo de coco e produtos ultraprocessados.

O consumo exagerado de ovos também merece cautela quando o preparo inclui adição de gorduras, como frituras com manteiga. Preparações cozidas ou pochê são consideradas mais adequadas.

Para a maioria dos adultos saudáveis, o consumo moderado não está associado a aumento significativo do risco cardiovascular. O impacto do colesterol dietético tende a ser modesto. No entanto, pessoas com diabetes tipo 2, hipercolesterolemia, hipertensão ou doença cardiovascular estabelecida devem ter cautela, já que o consumo elevado pode representar maior risco.

Há ainda um possível efeito dose-resposta: dois ovos por dia podem elevar discretamente o risco em comparação com um ovo diário, sobretudo em indivíduos com fatores de risco, embora o impacto absoluto seja pequeno.

O alimento pode ser estratégico em diferentes fases da vida. Em crianças, contribui para crescimento e desenvolvimento neurológico. Em idosos, ajuda na prevenção da sarcopenia. Para praticantes de atividade física, favorece a síntese e recuperação muscular. Em dietas de emagrecimento, pode aumentar a saciedade e reduzir a ingestão calórica ao longo do dia, desde que inserido em plano equilibrado.

Especialistas convergem em um ponto: não existe número universal. Para pessoas saudáveis, um ovo por dia aparece como limite mais conservador nas grandes análises científicas, mas dois podem ser aceitáveis conforme avaliação individual. O fator decisivo continua sendo a qualidade da dieta como um todo.

O ovo, portanto, não é vilão nem solução milagrosa. O contexto alimentar e o perfil de saúde é que determinam se dois ovos por dia serão aliados ou motivo de atenção.

Fonte: G1

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Saúde

Aline Campos revela cirurgia por lesão de HPV e faz alerta: “Estou livre desse câncer”

por Redação 27 de fevereiro de 2026

A atriz e influenciadora Aline Campos, de 38 anos, revelou ter passado por uma cirurgia para retirar uma lesão pré-cancerígena causada pelo vírus HPV e afirmou que, após o tratamento, não há mais detecção do vírus em seu organismo. Primeira eliminada do BBB 26, ela integra a campanha Março Lilás, que conscientiza sobre a prevenção do câncer do colo do útero.

“Eu estou muito feliz por fazer parte mais um ano deste Março Lilás com a MSD e com todo esse time que se uniu para falar sobre um assunto tão importante, que é o câncer de colo do útero, sendo que 99% desses cânceres são causados pelo vírus HPV”, declarou.

Aline destacou que o câncer do colo do útero pode ser fatal quando não diagnosticado e tratado precocemente. Segundo ela, trata-se do câncer que mais mata mulheres até 35 anos, superando o de mama nessa faixa etária, em grande parte por ainda ser cercado de tabus.

“Existe prevenção, existem os exames de rotina que precisam ser feitos. Se você detectar a tempo, você pode se tratar”, afirmou em entrevista à revista Quem.

A atriz reforçou a importância da vacinação, inclusive para crianças. “Existe vacinação, eu me vacinei, eu vacinei o meu filho. Não são só as mulheres adultas que precisam se vacinar. As crianças também podem e devem; inclusive existe vacina de graça até 14 anos [no SUS]”, disse. Ela lembrou que cerca de 80% das pessoas sexualmente ativas já tiveram ou terão contato com o HPV.

A descoberta da lesão ocorreu durante exames de rotina. “Eu tive uma lesão pré-cancerígena um ano atrás, fiz uma cirurgia. Graças a Deus, deu tudo certo, a lesão sumiu, o HPV não está mais detectado no meu corpo, mas justamente porque eu faço exames de prevenção anualmente”, relatou.

Aline também ressaltou o acolhimento recebido no momento do diagnóstico. Segundo ela, sua ginecologista teve postura cuidadosa e sem julgamentos. A médica compartilhou a própria experiência com câncer do colo do útero, mesmo tendo tido apenas dois parceiros na vida, reforçando que a infecção pelo HPV é comum e não deve ser associada à culpa.

A atriz lembrou ainda que o HPV está relacionado a outros tipos de câncer, como de orofaringe e anal, que atingem homens e mulheres.

Sobre o procedimento, explicou que passou pela retirada de parte do colo do útero, mantendo o órgão. Classificou a cirurgia como tranquila, realizada com profissionais de confiança, e alertou para a importância de respeitar o período de recuperação, que exige cerca de um mês sem esforço físico para evitar sangramentos.

Ao compartilhar a experiência, Aline transformou o relato pessoal em um chamado público à prevenção, destacando exames regulares, vacinação e informação como principais instrumentos de combate ao câncer do colo do útero.

Fonte: revistaquem

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Saúde

Filho de Herson Capri se declara após infarto do ator: ‘Sempre juntos’

por Redação 23 de fevereiro de 2026

Herson Capri, de 74 anos, está se recuperando de um infarto que o afastou temporariamente dos palcos do teatro, onde estava em cartaz com a peça A Sabedoria dos Pais. O ator recebeu mensagens de carinho de fãs, amigos e familiares, incluindo uma declaração especial do filho, Lucas Capri, fruto do casamento com a cineasta Susana Garcia.

Em uma postagem nas redes sociais, Lucas compartilhou uma foto ao lado do pai, com Herson sentado em uma cadeira e ele ajoelhado com a mão na perna do ator. Na legenda, escreveu:

“Meu melhor amigo! Te amo demais. Sempre juntos.”

A peça, estrelada por Herson e Natália do Vale, estava em cartaz no Teatro Bradesco, em São Paulo. As sessões previstas para os dias 26, 27, 28 de fevereiro e 1º de março foram remarcadas para começar no dia 5 de março, seguindo orientação médica para a plena recuperação do ator.

Segundo comunicado da Aveia Cômica Produções Artísticas, Herson Capri “sofreu um infarto, mas já se encontra completamente recuperado e passa bem. Por protocolos médicos, foi recomendado que não realize apresentações nestas datas, priorizando sua recuperação e segurança”. A bilheteria entrará em contato com os espectadores para troca de ingressos ou orientações sobre a nova data.

Fonte: GSHOW

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