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Saúde

Saúde

Polilaminina viraliza nas redes após paciente recuperar mobilidade; especialistas pedem cautela

por Redação 20 de fevereiro de 2026

A polilaminina ganhou destaque nas redes sociais nos últimos dias, após a repercussão de um paciente que voltou a andar e discussões sobre a perda de patente e avanços da ciência nacional. A substância é um composto recriado em laboratório a partir da laminina, proteína presente no corpo humano, especialmente durante o desenvolvimento embrionário, com papel fundamental na organização dos tecidos e no crescimento celular.

A cientista Tatiana Sampaio pesquisa a polilaminina como tratamento para lesões medulares agudas, aplicadas pouco tempo após o trauma. Em animais e em pequenos grupos de pacientes, houve sinais de recuperação motora, mas especialistas alertam que até 30% das pessoas com lesão medular aguda podem recuperar algum grau de movimento sem a droga, dependendo do tipo e extensão da lesão.

O estudo preliminar, com oito pacientes, mostrou resultados variados: alguns tiveram evolução significativa, enquanto outros apresentaram apenas progressos parciais. Até o momento, os achados não passaram por revisão por pares e ainda não comprovam eficácia ampla da substância.

A polilaminina funciona como uma espécie de “ponte microscópica”, aplicada diretamente na medula lesionada para estimular a regeneração de axônios e restabelecer parte da comunicação entre cérebro e corpo. No entanto, não há evidências de que ela funcione em lesões crônicas, em pacientes com paralisia de longa data.

O laboratório Cristália, que atualmente conduz a pesquisa, recebeu cerca de 40 pedidos judiciais para aplicação da substância e realizou 19 aplicações, todas fora de ensaio clínico formal. O uso continua gratuito e está sob avaliação da Anvisa para acelerar a análise.

Para que a polilaminina se torne medicamento, ainda será necessário passar pelas fases 1, 2 e 3 de ensaios clínicos regulatórios, avaliar segurança e eficácia, e obter registro sanitário. Segundo os especialistas, os resultados preliminares são promissores, mas insuficientes para indicar a substância como tratamento padrão.

Fonte: G1

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Saúde

Homem quase perde a língua após câncer ligado ao HPV e faz alerta aos homens

por Redação 18 de fevereiro de 2026

Um pai de dois filhos esteve prestes a perder a língua depois que um pequeno caroço sob a mandíbula revelou ser um câncer de cabeça e pescoço relacionado ao vírus do papiloma humano (HPV). O caso acende um alerta sobre uma infecção ainda pouco associada ao risco oncológico entre homens.

Anthony Perriam procurou um clínico geral ao notar o caroço e, poucas semanas depois, recebeu o diagnóstico. Morador de Cardiff, no País de Gales, ele afirma que desconhecia a relação entre o HPV e tumores desse tipo.

“Eu só tinha ouvido falar do HPV em relação ao câncer de colo do útero. Não tinha ideia de que poderia causar cânceres como este, especialmente em homens”, relata. “Me considero sortudo por ainda conseguir comer e falar, mas se tivesse deixado passar mais tempo, poderia ter perdido a língua ou até mesmo morrido.”

O HPV é um grupo comum de vírus que afetam a pele. Na maioria dos casos, não causam problemas e são eliminados pelo organismo, segundo o Serviço Nacional de Saúde de Gales (NHS Wales). No entanto, determinados tipos podem provocar verrugas genitais ou câncer — com maior frequência de cabeça e pescoço em homens e de colo do útero em mulheres.

Apesar de não apresentar outros sintomas, Anthony teve a doença confirmada em março de 2023 após exames como tomografia computadorizada, biópsia e ressonância magnética. Na época, tinha filhos de 3 e 6 anos. “Meu primeiro pensamento não foi em mim, mas neles. Estava completamente apavorado por eles”, conta.

Aos 41 anos, ele passou por cirurgia assistida por robô para localizar o tumor primário na base da língua e teve 44 gânglios linfáticos removidos do pescoço. “Me disseram que detectaram bem a tempo. Um dos gânglios linfáticos estava prestes a romper. Se tivesse avançado um pouco mais, poderia ter se espalhado.”

O tratamento incluiu radioterapia e quimioterapia. Anthony perdeu 22 quilos e enfrentou efeitos severos. “Perdi toda a saliva. Até beber era difícil, pois tudo se transformava em pó na minha boca.” Ele chegou a precisar de cadeira de rodas devido à fraqueza. “Ser levado pelo corredor até a sala de radioterapia estava começando a afetar minha saúde mental.”

Segundo ele, o apoio da família foi decisivo. “Eu queria viver para comemorar meu aniversário de 40 anos.”

Em muitos países, a vacina contra o HPV é recomendada para crianças de 12 e 13 anos e para pessoas com maior risco de infecção. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece a vacina gratuitamente para crianças e adolescentes de 9 a 14 anos.

O Hospital Universitário de Gales informa que a vacinação reduziu em quase 90% as taxas de câncer de colo do útero em mulheres na faixa dos vinte anos desde sua introdução, em 2008.

Sandeep Berry, otorrinolaringologista e cirurgião de cabeça e pescoço do Serviço de Saúde de Cardiff e Vale, destaca que o imunizante é seguro e eficaz. “A vacina contra o HPV tem sido usada em todo o mundo há anos; é segura e eficaz. Ela ajuda meninos e meninas a se manterem saudáveis, previne o câncer relacionado ao HPV e fortalece a saúde pública em geral”, afirma. Segundo ele, a aplicação ocorre antes do início da atividade sexual, quando o sistema imunológico responde com maior intensidade.

Anthony reforça o alerta: “Se você notar um caroço, mesmo que não doa, vá fazer um exame. Não se fala o suficiente sobre este tipo de câncer, especialmente entre os homens. A detecção precoce realmente salva vidas.”

Fonte: G1

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Saúde

Laudo do IML aponta deformidade permanente após procedimento estético feito por dentista

por Redação 13 de fevereiro de 2026

Um laudo pericial do Instituto Médico Legal (IML) apontou lesões corporais de natureza gravíssima e deformidade estética permanente na secretária Silvia Maria Cândido, de 63 anos, após procedimentos estéticos realizados pela dentista Fernanda Borges da Silva, em Ribeirão Preto (SP). A clínica onde a profissional atendia está interditada desde setembro do ano passado.

Silvia passou por duas intervenções — lifting facial e cervicoplastia — no dia 11 de setembro. Menos de 24 horas depois, precisou ser submetida a uma cirurgia de emergência, na madrugada do dia 12, devido a um sangramento intenso no pescoço.

Além dela, outras quatro mulheres procuraram a Polícia Civil para denunciar a dentista por complicações graves no pós-cirúrgico de diferentes procedimentos. A EPTV, afiliada da TV Globo, entrou em contato com a defesa de Fernanda, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

O Conselho Federal de Odontologia (CFO) informou que o processo que investiga a conduta da profissional tramita em sigilo. Já a presidente do Conselho Regional de Odontologia (CRO), Karina Ferrão, afirmou que nem todos os procedimentos estéticos são permitidos a cirurgiões-dentistas.

Segundo ela, a resolução 198 autoriza e reconhece a harmonização orofacial como especialidade odontológica, permitindo cirurgias como bichectomia, lip lifting e lipo cirúrgica de papada. No entanto, a resolução 230 veda determinados procedimentos, entre eles o lifting facial.

‘Verdadeiro pesadelo’

Silvia ficou sete dias em coma induzido após complicações do chamado protocolo Livcontour, que combina lifting facial e cervicoplastia, intervenções destinadas a rejuvenescer rosto e pescoço e remover excesso de pele e gordura.

Após a cirurgia inicial, ela relatou insatisfação com o resultado, e a dentista sugeriu um “retoque” no pescoço. Segundo a secretária, a profissional descreveu o procedimento como simples e superficial. No mesmo dia, porém, surgiram os primeiros sinais de complicação.

“Ela me disse que seriam só quatro pontinhos, um corte superficial, bem simples. Mas quando saí da clínica e fui até a casa da minha irmã, ela percebeu que eu estava sangrando”, relatou.

Ao procurar novamente a dentista, Silvia afirmou ter sido tranquilizada de que não se tratava de algo grave. Na madrugada seguinte, acordou com sangramento intenso e dificuldade para respirar. Tentou contato diversas vezes com a profissional, mas não obteve resposta.

Ela então procurou um hospital particular, onde exames indicaram a necessidade imediata de cirurgia. Além do coma induzido, permaneceu mais dez dias internada na UTI. À EPTV, afirmou que ouviu dos médicos que o atendimento rápido foi determinante para sua sobrevivência.

“Se demorasse um pouquinho mais para chegar no hospital, não dava tempo de me socorrer, porque na situação que eu cheguei, eles já tiveram dificuldade para me entubar porque já estava bastante inchado o meu pescoço”, disse.

Silvia já conhecia a dentista de atendimentos anteriores menos invasivos, incluindo aplicações de botox.

Clínica interditada

A clínica localizada no Alto da Boa Vista foi interditada administrativamente em 24 de setembro, após inspeção que constatou irregularidades sanitárias. Desde então, o local não tem autorização para funcionamento ou atendimento de pacientes.

De acordo com a Vigilância Sanitária, foram identificadas infrações graves, como funcionamento sem licença sanitária para atividades de estética e para policlínica odontológica, além do descumprimento de normas de controle de infecção.

Na semana passada, quando novos relatos vieram à tona, a advogada Mônica Paula Lino de Andrade, que representa a dentista, afirmou que as pacientes que relataram complicações não foram submetidas a exames clínicos ou periciais que comprovassem as acusações.

Fonte: G1

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Canetas Emagrecedoras

Canetas emagrecedoras são vendidas ilegalmente nas redes sociais no Ceará

por Redação 12 de fevereiro de 2026

Com a popularização das canetas emagrecedoras, a venda irregular desses medicamentos tem crescido nas redes sociais, segundo reportagem da TV Verdes Mares. Perfis no Instagram e WhatsApp comercializam o produto em doses fracionadas, com preços que variam de R$ 150 a R$ 1.400.

Desde 2025, as canetas emagrecedoras foram aprovadas pela Anvisa para tratamento de diabetes e obesidade, mas somente com prescrição médica e em estabelecimentos autorizados, como farmácias e clínicas habilitadas. A comercialização irregular representa riscos à saúde, já que não há garantias sobre armazenamento adequado ou integridade do medicamento.

No Ceará, a fiscalização tem intensificado as ações. Ao longo de 2025, cerca de 2 mil canetas foram apreendidas no Aeroporto de Fortaleza. Somente em janeiro de 2026, a Receita Federal confiscou 1.842 ampolas em uma transportadora da cidade. Na terça-feira (10), a Polícia Civil prendeu um homem de 28 anos em Fortaleza com dez canetas emagrecedoras, documentos falsos, 31 cartões de terceiros e maquinetas de cartão. No fim de janeiro, a Polícia Rodoviária Federal também apreendeu produtos contrabandeados do Paraguai.

A Anvisa alertou a população sobre os riscos do uso sem acompanhamento médico, destacando seis casos suspeitos de pancreatite aguda grave envolvendo medicamentos que contenham semaglutida, liraglutida, tirzepatida e dulaglutida.

Reportagem identificou ainda perfis de influenciadores digitais vendendo o produto ilegalmente, com frases como: “Se você morrer, pelo menos morre magro. Morre feliz”. Uma nutricionista também oferecia os medicamentos, apesar de não estar autorizada e ter registro cancelado pelo Conselho Regional de Nutrição (CRN-CE).

Especialistas reforçam que apenas o uso acompanhado por médicos e nutricionistas, com produtos adquiridos em estabelecimentos autorizados, garante segurança e evita riscos à saúde, incluindo perda de massa magra e deficiências nutricionais.

Fonte: G1

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Canetas Emagrecedoras

Canetas emagrecedoras: além da pancreatite, alertas sobre cegueira e cálculos na vesícula

por Redação 10 de fevereiro de 2026

Um alerta do Reino Unido no final de janeiro chamou atenção para efeitos raros associados ao uso de análogos de GLP-1, conhecidos como “canetas emagrecedoras”, incluindo Wegovy e Mounjaro, usados no tratamento da obesidade. A Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde do Reino Unido (MHRA) informou que houve casos graves de pancreatite aguda relacionados ao medicamento, com 19 mortes e 24 episódios de pancreatite necrosante entre 2007 e outubro de 2025.

No Brasil, o sistema VigiMed da Anvisa registrou 145 notificações suspeitas de pancreatite entre 2020 e 2025, incluindo seis óbitos. Apesar disso, a agência reforça que os benefícios terapêuticos superam os riscos, desde que os medicamentos sejam usados conforme a bula e com acompanhamento médico. A Anvisa orienta procurar atendimento imediato diante de dor abdominal intensa, náuseas e vômitos, sintomas sugestivos de pancreatite, e interromper o tratamento em caso de confirmação.

Além da pancreatite, outros efeitos raros incluem:

  • Neuropatia óptica isquêmica anterior não arterítica (NAION), que pode levar à perda da visão. A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) estima risco de 0,01% ao ano, e a Anvisa determinou que a reação seja incluída nas bulas do Wegovy, Ozempic e Rybelsus.
  • Colelitíase (pedras na vesícula), observada em 1,6% dos pacientes no caso do Wegovy.
  • Queda de cabelo, relatada em 2,5% dos usuários do Wegovy, geralmente leve e associada à perda de peso rápida.
  • Alterações de sensibilidade da pele, como parestesia, dor ou sensação de queimação, relatadas em menos de 3% dos casos.
  • Aspiração pulmonar, em situações de anestesia geral ou sedação profunda, demandando atenção médica para interrupção temporária do tratamento.

Fabricantes reforçam que pacientes com histórico de pancreatite ou fatores de risco devem ser monitorados de perto e alertam sobre a necessidade de interromper o tratamento caso surjam sinais de efeitos adversos.

Fonte: OGLOBO

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Canetas Emagrecedoras

Casos de pancreatite ligados a canetas emagrecedoras estão sob investigação

por Redação 10 de fevereiro de 2026

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou alerta sobre possíveis riscos associados ao uso de canetas para obesidade e diabetes, após notificações de pancreatite em pacientes que utilizavam medicamentos como Ozempic, Saxenda e Mounjaro. No Brasil, a agência investiga seis mortes suspeitas e mais de 200 casos relacionados ao pâncreas. Embora ainda não haja confirmação de relação direta de causa e efeito, o aumento das notificações motivou a manifestação da autoridade sanitária.

Especialistas apontam que diversos fatores podem estar relacionados aos casos: o perfil dos pacientes, que geralmente apresentam obesidade ou diabetes; a perda de peso rápida, que favorece a formação de cálculos biliares; efeitos dos medicamentos no sistema digestivo, incluindo a alteração do metabolismo de ácidos biliares; uso fora da indicação médica; e a circulação de produtos falsificados, cujas substâncias e doses são desconhecidas.

No Reino Unido, o alerta surgiu após 19 mortes associadas ao uso das canetas, com casos graves de pancreatite necrosante e fatal, segundo a Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde (MHRA).

O endocrinologista Nelton Dornellas, presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), explica que a pancreatite é uma inflamação do pâncreas, órgão responsável por produzir enzimas digestivas e hormônios como a insulina. “No Brasil, as causas mais comuns continuam sendo o consumo excessivo de álcool e cálculos na vesícula biliar. São quase 200 mil casos por ano”, afirma.

Segundo Dornellas, o mecanismo de ação das canetas, que retarda o esvaziamento gástrico e altera o metabolismo de ácidos biliares, combinado à obesidade e diabetes, pode aumentar a vulnerabilidade do pâncreas. A Anvisa recomenda a suspensão imediata do tratamento diante de suspeita de inflamação e o uso estritamente dentro das indicações aprovadas, sempre sob acompanhamento médico.

Fonte: G1

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Canetas Emagrecedoras

Pancreatite e canetas emagrecedoras: mortes suspeitas acendem alerta

por Redação 9 de fevereiro de 2026

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) registrou 145 notificações suspeitas de pancreatite associadas ao uso de canetas emagrecedoras no Brasil entre 2020 e 2025. Desse total, seis casos tiveram desfecho suspeito de morte, segundo o órgão. O risco da doença já consta como possível efeito adverso desses medicamentos e segue sob monitoramento no país e no exterior.

Levantamento obtido pelo jornal O GLOBO aponta que as notificações envolvem princípios ativos como semaglutida, liraglutida, dulaglutida e tirzepatida. Considerando também dados de pesquisas clínicas, o número total de notificações chega a 225 no período analisado.

Os registros fazem parte do sistema VigiMed, ferramenta utilizada pela Anvisa para acompanhar eventos adversos relacionados a medicamentos. De acordo com a agência, as seis notificações com óbito foram informadas pelos próprios notificadores e não configuram, necessariamente, casos comprovados.

A série histórica indica crescimento contínuo das notificações. Em 2020, houve apenas um registro. Em 2021, foram 21; em 2022, 23; em 2023, 27; e em 2024, 28. Já em 2025, o número saltou para 45, representando aumento de 60,7% em relação ao ano anterior.

Em nota, a Anvisa destacou que os dados se referem a suspeitas. “É importante destacar que os casos se referem a notificações de suspeitas relatadas para a Anvisa. Não podemos afirmar que se tratam de casos comprovados”, informou.

Os medicamentos usados no tratamento da obesidade e do diabetes já trazem em bula a possibilidade de ocorrência de pancreatite. No Brasil, esse risco consta nos documentos regulatórios aprovados pela agência. Segundo a Anvisa, a expansão do uso dessas canetas, impulsionada por prescrições fora da indicação original e pelo mercado ilegal, reforça a necessidade de prescrição responsável e acompanhamento médico contínuo.

No Reino Unido, a Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde (MHRA) emitiu alerta recente sobre o risco de pancreatite aguda grave associado a medicamentos como Mounjaro e Wegovy. Embora os casos severos sejam raros, a agência destacou que alguns episódios foram particularmente graves, orientando médicos e pacientes a redobrarem a atenção.

A pancreatite aguda é um processo inflamatório causado pela autodigestão do pâncreas pelas próprias enzimas. A doença pode se manifestar de forma leve ou grave. Nos quadros mais severos, há risco de falência de órgãos, como insuficiência respiratória e renal, além de sangramentos e complicações locais, como necrose e abscessos.

Entre os principais sintomas estão dor abdominal intensa na parte superior do abdômen, que pode irradiar para as costas, náuseas, vômitos, febre, taquicardia e desidratação. O tratamento consiste, principalmente, em estabilizar o paciente, com hidratação, controle da dor e monitoramento de complicações, podendo haver indicação cirúrgica em casos específicos.

Fonte: OGLOBO

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Intoxicação por Metanol

Estado de SP confirma 11ª morte por intoxicação causada por bebida adulterada com metanol

por Redação 18 de dezembro de 2025

O governo do estado de São Paulo confirmou, nesta quarta-feira (17), a 11ª morte por intoxicação causada pela ingestão de bebida alcoólica adulterada com metanol. O novo óbito eleva para 51 o número de casos confirmados em todo o estado, segundo boletim oficial divulgado pelas autoridades de saúde.

A vítima mais recente é um homem de 62 anos, morador de São Bernardo do Campo, cuja morte foi registrada no dia 2 de dezembro. De acordo com a prefeitura do município, o paciente ficou internado por quase um mês no Hospital de Urgência da cidade, mas não resistiu às complicações provocadas pela intoxicação.

Ainda conforme a administração municipal, não foi possível identificar, junto à família, o local onde a bebida foi consumida. Quatro estabelecimentos chegaram a ser interditados preventivamente durante as investigações, mas já tiveram autorização para retomar as atividades. Em um deles, localizado no bairro Taboão, permanece a proibição da venda de bebidas destiladas.

O boletim estadual informa ainda que quatro mortes seguem sob investigação: uma em Guariba, de um homem de 39 anos; uma em São José dos Campos, de um paciente de 31 anos; e duas em Cajamar, envolvendo vítimas de 29 e 38 anos.

O metanol é um tipo de álcool utilizado para fins industriais, presente em solventes e produtos químicos. Quando ingerido, é altamente tóxico. No organismo, atinge inicialmente o fígado, que o converte em substâncias capazes de causar danos graves ao sistema nervoso, podendo provocar cegueira, coma, insuficiências renal e pulmonar e até a morte.

A Polícia Civil, por meio do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC), informou que as investigações continuam para identificar toda a cadeia de produção e distribuição das bebidas adulteradas. Desde o início dos casos, 46 pessoas foram presas por envolvimento na falsificação, totalizando 66 prisões realizadas em 2025.

As operações policiais resultaram na apreensão de cerca de 140 mil vasilhames, 22,5 mil garrafas e 481,5 mil itens usados na falsificação, como rótulos e lacres. Laudos do Instituto de Criminalística apontaram a presença de metanol em 19 garrafas analisadas, dentro de oito apurações confirmadas.

A Secretaria da Saúde reforça o alerta para que bares, comércios e consumidores redobrem a atenção quanto à procedência das bebidas alcoólicas. Em caso de sintomas como náuseas, vômitos, dor abdominal, visão turva, convulsões ou alteração de consciência após o consumo de bebida, a orientação é buscar atendimento médico imediato.

Fonte: G1

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Procedimento Estético

Advogada sofre deformações no rosto após procedimento estético e dentista vira ré por lesão corporal gravíssima no Rio

por Redação 17 de dezembro de 2025

Um procedimento estético realizado em um consultório particular resultou em 12 dias de internação, risco de morte e deformações permanentes no rosto da advogada Eloah Teixeira Carneiro Lins, de 56 anos. O caso levou a Justiça do Rio de Janeiro a tornar ré a cirurgiã-dentista Cynthia Heckert Brito pelos crimes de lesão corporal grave e lesão corporal gravíssima.

A denúncia foi apresentada pelo Ministério Público e aceita pelo juiz da 28ª Vara Criminal do Rio, que também determinou a suspensão das atividades profissionais da dentista relacionadas à harmonização facial até o trânsito em julgado do processo. Para o magistrado, há risco concreto de novas lesões a terceiros caso a profissional continue atuando.

Segundo a investigação, a platismoplastia, conhecida como lipo de papada, foi realizada em 25 de novembro de 2024. A advogada relatou que, já no dia seguinte ao procedimento, apresentou inchaço intenso, escurecimento da pele e sinais evidentes de complicações, comunicados à profissional responsável.

Dois dias depois, com o quadro agravado, Eloah retornou ao consultório, mas não recebeu, segundo ela, o atendimento adequado. Posteriormente, foi levada ao Hospital Rios D’Or, onde foi internada em CTI com risco de vida devido a um hematoma extenso que comprometeu vias aéreas e a base da língua.

O Ministério Público apontou imperícia na execução do procedimento e destacou que a cirurgia não está expressamente prevista no rol de técnicas autorizadas para a odontologia. A promotoria concluiu que houve dolo eventual e solicitou, além da condenação, indenização mínima de R$ 200 mil à vítima.

A defesa da dentista afirma que o ocorrido foi uma intercorrência clínica, risco inerente a procedimentos estéticos, e que não houve erro profissional. Cynthia Heckert Brito informou que vai recorrer da decisão judicial, que considera desproporcional.

Conselhos Federal e Regional de Odontologia informaram que a platismoplastia não consta oficialmente entre os procedimentos reconhecidos para a harmonização orofacial, embora também não exista vedação expressa. O tema segue em análise técnica e jurídica pelos órgãos competentes.

Fonte: G1

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Saúde

Ultraprocessados: como identificar esses alimentos e por que seus impactos no organismo vão muito além do imaginado

por Redação 12 de dezembro de 2025

Eles estão em praticamente todas as prateleiras do mercado e fazem parte da rotina alimentar de grande parte dos brasileiros: lanches embalados, bebidas prontas, barras “fit”, pães industrializados e produtos vendidos como “zero”, “light” ou “ricos em proteínas”. Mas, afinal, o que caracteriza um alimento ultraprocessado e por que seu impacto no corpo é tão preocupante?

Segundo a classificação NOVA, criada por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), os ultraprocessados representam o grupo mais artificial da cadeia de alimentos. São produtos que passam por manipulações intensas, com adição de substâncias que não fazem parte da cozinha tradicional, como emulsificantes, espessantes, aromatizantes, corantes, amidos modificados e óleos interesterificados.

A endocrinologista e metabologista Jéssica Okubo, da Clínica Sartor, explica que esses itens contêm quantidades mínimas de alimento de verdade. A chave para identificá-los está no rótulo: listas longas e repletas de nomes desconhecidos são sinal claro de ultraprocessamento. A nutricionista Mariana Ferrari, do Instituto Vencer o Câncer, destaca que ingredientes como gordura vegetal hidrogenada, aromatizante idêntico ao natural e estabilizantes são marcadores quase certos desta categoria.

Produtos que duram semanas sem estragar, têm textura idêntica lote após lote e são mais doces ou mais salgados do que versões caseiras também acendem alerta. Para o nutricionista Gustavo Corrêa, mais de cinco ingredientes já sugerem preocupação — principalmente quando são impronunciáveis.

Os impactos dos ultraprocessados no organismo vão muito além do excesso de açúcar, gordura e sódio. Por serem altamente palatáveis e fáceis de mastigar, reduzem a sensação de saciedade e favorecem o consumo automático e exagerado. Isso leva ao ganho de peso e aumenta o risco de diabetes, hipertensão e alterações metabólicas.

O efeito no cérebro também é significativo: a combinação industrial de açúcar, gordura e aditivos intensifica a liberação de dopamina, reforçando o desejo por mais comida, mesmo sem fome. Além disso, estudos mostram alterações nos hormônios da fome e saciedade — como aumento da grelina e redução de GLP-1 e PYY — resultando em apetite maior e ingestão calórica elevada.

Outro ponto crítico é o impacto intestinal. A nutricionista Mariana Ferrari ressalta que emulsificantes podem enfraquecer a barreira de muco protetora do intestino, permitindo a passagem de substâncias inflamatórias para a corrente sanguínea. Isso gera inflamação sistêmica de baixo grau, desregula o metabolismo e pode contribuir para resistência à insulina. Esse processo também influencia o cérebro, afetando foco, humor e sensibilidade ao estresse.

Pesquisas ainda apontam presença aumentada de compostos nocivos, como acrilamida — formada em processos industriais de aquecimento e associada a riscos carcinogênicos — e bisfenol, presente em embalagens e capaz de interferir em hormônios.

Os efeitos são ainda mais intensos em crianças e adolescentes, cujos cérebros e microbiotas estão em formação. Dietas ricas em ultraprocessados podem afetar o desenvolvimento cognitivo, o comportamento, o sono e aumentar o risco de doenças metabólicas no futuro.

Entre os “inocentes” que o consumidor costuma ignorar estão iogurtes ditos “fit”, barrinhas de cereal com xaropes, pães de forma integrais cheios de emulsificantes, requeijões, leites vegetais com estabilizantes e snacks saudáveis embalados.

Não existe quantidade considerada segura — a recomendação é reduzir ao máximo. A proteção vem de uma alimentação baseada em alimentos in natura, capaz de compensar consumos ocasionais desses produtos.

Especialistas sugerem iniciar mudanças com substituições simples: trocar o pronto pelo “quase pronto”, preparar pequenos lotes de comida em casa, adotar temperos frescos, manter opções rápidas e naturais à mão e, sobretudo, ler os rótulos. Com planejamento, escolhas mais saudáveis deixam de ser esforço e se tornam parte da rotina.

Fonte: G1v

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