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Saúde

Metanol

STF julga nesta sexta ação que pode reativar sistema de controle da produção de bebidas

por Redação 17 de outubro de 2025

O Supremo Tribunal Federal (STF) começa a julgar, nesta sexta-feira (17), a ação que discute a retomada do Sistema de Controle de Produção de Bebidas (Sicobe), ferramenta criada em 2008 para monitorar, em tempo real, a fabricação de cervejas, refrigerantes e águas engarrafadas.

O objetivo do sistema era coibir fraudes fiscais e garantir o recolhimento de impostos no setor. O Sicobe foi desativado em 2016, por decisão da Receita Federal, sob o argumento de que os custos e falhas técnicas superavam os benefícios.

Em 2020, o Tribunal de Contas da União (TCU) entendeu que a medida da Receita foi além do previsto em lei e determinou a reativação do sistema. O governo federal, no entanto, recorreu ao Supremo, sustentando que a retomada representaria, na prática, um benefício fiscal estimado em R$ 1,8 bilhão por ano, sem previsão orçamentária.

Desde abril deste ano, a obrigação de restabelecer o Sicobe está suspensa por decisão do ministro Cristiano Zanin, relator do caso. O magistrado considerou que a reimplantação do sistema poderia impactar negativamente as contas públicas e gerar inconsistências técnicas.

“A reativação do Sicobe implicaria, em tese, concessão de incentivo de natureza tributária, sem que o impacto tenha sido contemplado no Projeto de Lei Orçamentária Anual de 2025”, afirmou Zanin.

A análise do caso ocorre em plenário virtual, modalidade em que os ministros depositam seus votos em ambiente eletrônico. O julgamento vai até 24 de outubro, a menos que haja pedido de vista (para mais tempo de análise) ou destaque (para levar o caso ao plenário físico).

A decisão ocorre em meio à preocupação com casos recentes de contaminação por metanol em bebidas adulteradas em diferentes estados do país, o que reacendeu o debate sobre rastreabilidade e controle de origem no setor.

Fonte: G1

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Saúde

As 10 maiores mentiras sobre vacinas que viralizam no Telegram — e o que a ciência já sabe sobre cada uma

por Redação 17 de outubro de 2025

Um levantamento inédito da Fundação Getulio Vargas (FGV) revela que o Brasil concentra 40% de toda a desinformação antivacina da América Latina e Caribe. O estudo, conduzido pelo Laboratório DesinfoPop, analisou 1,47 milhão de mensagens publicadas entre 2019 e 2025 em 1.785 comunidades conspiratórias do Telegram, que somam 5,8 milhões de usuários ativos.

Os pesquisadores identificaram 175 falsos “danos” atribuídos às vacinas e 80 supostos “antídotos”, que vão de argilas detox a dióxido de cloro. O cruzamento dessas alegações com dados científicos e oficiais mostrou que a desinformação opera como um “mercado do medo”: primeiro cria o pânico e, depois, oferece uma “cura” paga.

“O medo é o combustível da desinformação — e também o produto que ela vende”, afirma Ergon Cugler, coordenador do DesinfoPop e autor principal do estudo.

Para marcar o Dia Nacional da Vacinação, o g1 reuniu quatro das principais referências brasileiras em imunização — Luana Araújo, Renato Kfouri, Isabella Ballalai e Mônica Levi — para explicar, com base científica, as dez maiores mentiras sobre vacinas que circulam no Telegram.

Entre as alegações mais frequentes estão:

“Vacinas causam morte súbita” (15,7%) — coincidência temporal, não causal.

“Vacinas mudam o DNA” (8,2%) — o RNA não entra no núcleo da célula.

“Vacinas causam AIDS” (4,3%) — manipulação de termos sem base científica.

“Vacinas envenenam o corpo” (4,1%) — doses seguras, testadas e controladas.

“Vacinas causam câncer” (2,9%) — pelo contrário, previnem tumores.

“Vacinas causam cegueira” (2,0%) — sem evidências; infecções sim aumentam risco ocular.

“Vacinas formam microcoágulos invisíveis” (1,9%) — distorção de casos raros já controlados.

“Vacinas causam miocardite” (1,8%) — quadro raro e leve; doença é muito mais perigosa.

“Vacinas contêm vermes vivos” (1,3%) — falso; vacinas são estéreis e rigorosamente testadas.

“Vacinas provocam aborto” (1,3%) — estudos mostram segurança e proteção para mãe e bebê.

O relatório conclui que o Brasil é o epicentro regional da desinformação antivacina, alimentada por medo, manipulação e interesses comerciais.

“A hesitação vacinal não é só ignorância — é falta de educação científica. Quando a ciência não chega, a fantasia ocupa o espaço”, resume Mônica Levi, presidente da SBIm.

Fonte: G1

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Intoxicação por Metanol

Polícia localiza fábrica clandestina ligada à morte de duas pessoas por intoxicação com metanol em São Paulo

por Redação 10 de outubro de 2025

A Polícia Civil de São Paulo encontrou nesta sexta-feira (10) uma fábrica clandestina de bebidas alcoólicas em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, suspeita de estar ligada à morte de duas pessoas por intoxicação com metanol na capital paulista.

Segundo as investigações, a fábrica pirata comprava etanol em postos de combustível, que estaria adulterado com metanol — uma substância altamente tóxica. Esse produto era então misturado a bebidas como vodka, que foram vendidas em um comércio da Zona Leste de São Paulo, onde as vítimas haviam consumido o álcool antes de morrer.

A operação foi deflagrada após a identificação dos fabricantes das bebidas adulteradas, levando ao cumprimento de mandados de busca e apreensão que resultaram no desmantelamento da fábrica.

Durante a ação, a proprietária do local foi presa em flagrante e confessou ter comprado as garrafas de uma distribuidora não autorizada. Ela responderá por falsificação, corrupção e adulteração de substâncias alimentícias, crime com pena prevista de quatro a oito anos de reclusão, além de multa.

Além de São Bernardo, a polícia também cumpriu diligências em São Caetano do Sul e na capital paulista. Ao todo, oito suspeitos foram levados à delegacia para prestar esclarecimentos.

A operação apreendeu garrafas, bebidas, aparelhos celulares e outros itens, que foram encaminhados à perícia. A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar todos os envolvidos e rastrear a origem dos produtos apreendidos.

Fonte: G1v

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Saúde

Após suspeita de pelo encravado, homem descobre câncer de mama aos 38 anos: “A coisa mais estranha”

por Redação 10 de outubro de 2025

O músico Rodrigo Fassina, 43 anos, descobriu há quatro anos que o que parecia ser um simples pelo encravado era, na verdade, um câncer de mama — um tipo de tumor raro em homens, que representa menos de 1% dos casos da doença.

O diagnóstico veio após notar dois nódulos na mama direita, retração do mamilo e uma sensação de “bolinha” que se movia, mas sempre voltava para o mesmo ponto. A primeira hipótese médica foi de uma infecção de pele. “O médico achou que era um pelo encravado, mas quando outro profissional apalpou, percebeu que era um nódulo, pela textura e formato”, relembra Fassina.

Encaminhado para uma mastologista, o músico passou por mamografia e exames complementares que confirmaram o tumor. A quimioterapia teve início em junho de 2021 e surtiu efeito rapidamente: “Na primeira sessão, o tumor reduziu 2 cm. Na quarta, já não tinha mais nada”, conta.

Mesmo com boa resposta, Fassina precisou realizar mastectomia bilateral, cirurgia que removeu as duas mamas. O procedimento foi indicado porque o câncer tinha origem genética, herdado do lado paterno — seu pai teve câncer de próstata, a tia e a avó, de mama.

“Se eu não tivesse câncer de mama, teria o de próstata. Era algo de família”, diz.

Atualmente, ele faz acompanhamento semestral e deve ser considerado curado no próximo ano, ao completar cinco anos da cirurgia.

Fassina transformou a dor em propósito: atua como voluntário no A.C. Camargo Cancer Center, ajudando pacientes e reforçando a importância do acolhimento psicológico e das terapias complementares. “Tem que cuidar da mente também. Faço parte do conselho de pacientes e insisto sempre nisso”, afirma.

O oncologista Pedro Exman, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, explica que, embora raro, o câncer de mama em homens exige atenção.

“Os principais sinais são nódulos na mama, dor, retração do mamilo e pele avermelhada. Em geral, há ligação com fatores genéticos herdados de geração em geração”, esclarece.

Entre as referências masculinas conhecidas que enfrentaram a doença está Mathew Knowles, pai da cantora Beyoncé.

Fassina, hoje com a saúde restabelecida, voltou aos palcos. Uma de suas apresentações mais marcantes aconteceu ao fim do tratamento, no próprio centro oncológico, em um tributo ao Queen — como forma de gratidão à equipe médica.

Fonte: GQ

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Saúde

Omeprazol: entenda por que o remédio está sendo cortado das receitas e quais são as alternativas seguras

por Redação 10 de outubro de 2025

Durante anos, o omeprazol foi um dos medicamentos mais prescritos no Brasil, visto como um “protetor gástrico” inofensivo. No entanto, médicos alertam que o uso prolongado pode trazer riscos à saúde e que o remédio deve ser utilizado apenas quando há real necessidade.

O medicamento pertence à classe dos inibidores da bomba de prótons (IBPs), que reduzem a produção de ácido no estômago. Fazem parte dessa categoria também o pantoprazol, esomeprazol e lansoprazol. Apesar de eficazes no tratamento de gastrite, refluxo e úlceras, os IBPs deixaram de ser vistos como medicamentos sem risco.

“A tendência atual é evitar o uso desnecessário”, explica Débora Poli, gastroenterologista do Hospital Sírio-Libanês.
“O problema é que o omeprazol se banalizou. Muitas pessoas começaram e nunca mais pararam, sem reavaliação médica”, alerta o oncologista Raphael Brandão, diretor da Clínica First.

⚠️ Riscos do uso prolongado

O uso contínuo do omeprazol pode causar deficiência de ferro, magnésio, cálcio e vitamina B12, levando a anemia, fadiga, cãibras e osteopenia, segundo a médica Karoline Soares Garcia, da Clínica Sartor.
Também há risco aumentado de infecção intestinal por Clostridioides difficile, doença renal crônica, fraturas e supercrescimento bacteriano intestinal (SIBO).

“Esses riscos valem para toda a classe dos IBPs. São medicamentos eficazes, mas devem ser usados pelo menor tempo possível”, reforça Garcia.

? Quando o uso é indicado

O omeprazol segue sendo essencial para tratar refluxo gastroesofágico, gastrite, úlceras e infecção por Helicobacter pylori. Pacientes com condições crônicas, como esôfago de Barrett ou que usam anti-inflamatórios continuamente, podem precisar manter o uso sob acompanhamento médico.

? Alternativas e substituições

Para casos leves, os especialistas indicam opções como bloqueadores H2, a exemplo da famotidina, ou novos medicamentos como os P-CABs (bloqueadores de potássio), como a vonoprazana, que tem ação mais rápida e duradoura.

“A troca deve ser feita com supervisão médica, nunca por conta própria”, reforça Brandão.

?️ Mudanças de estilo de vida ajudam

Ajustes na rotina também podem reduzir o refluxo: perder peso, evitar deitar logo após comer, diminuir o consumo de ultraprocessados, álcool e chocolate, e comer devagar são medidas que fazem diferença.

“O omeprazol é um grande avanço da medicina moderna, mas precisa de indicação, tempo e acompanhamento”, conclui Garcia.

Fonte: G1

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Intoxicação por Metanol

Homem intoxicado por metanol recebe alta após 45 dias internado e relata preocupação com o futuro

por Redação 9 de outubro de 2025

O motoboy Wesley Neves Pereira, de 31 anos, recebeu alta nesta quarta-feira (8) após passar 45 dias internado em razão de intoxicação por metanol. Ele foi hospitalizado depois de consumir uma garrafa de uísque adulterado comprada em um baile funk.

Com sequelas graves, Wesley voltou para casa debilitado, com perda de peso significativa e dificuldades de locomoção. Ele ainda enfrenta dores constantes, mobilidade reduzida e a perda da visão. Durante o tratamento, passou por intubação, traqueostomia e sofreu um AVC.

“Eu ajudo meu pai e minha mãe. Eu queria poder ajudar. Não poderia ficar doente”, afirmou o motoboy, emocionado, ao falar sobre o impacto da intoxicação em sua vida.

A irmã, Sheily Pereira Neves, destacou a mistura de alívio e dor da família:
“É muito difícil. A gente vê ele como ele era e como ele está. Ele saiu para se divertir e voltou nesse estado.”

Wesley seguirá com terapias e medicamentos para tentar amenizar as sequelas. A família agora cobra que as investigações avancem para responsabilizar os envolvidos na venda das bebidas adulteradas.

Fonte: JN

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Metanol

Perícia confirma que metanol foi adicionado em bebidas apreendidas em SP

por Redação 8 de outubro de 2025

O Instituto de Criminalística da Polícia Científica de São Paulo concluiu que as concentrações de metanol encontradas em dois grupos de garrafas de bebidas alcoólicas apreendidas na capital paulista indicam que a substância foi adicionada artificialmente, não sendo resultado da destilação natural.

A quantidade de garrafas analisadas e os tipos de bebida não foram divulgados. Os laudos já foram encaminhados à Polícia Civil, que conduz as investigações.

Desde o dia 29 de setembro, cerca de 16 mil garrafas foram apreendidas em fiscalizações. Nesta segunda-feira (6), mais de 100 mil vasilhames vazios foram encontrados em um galpão clandestino na Vila Formosa, Zona Leste da capital.

O governo paulista já registrou 176 casos suspeitos de intoxicação por metanol:

18 confirmados

158 em investigação

10 mortes (3 confirmadas e 7 em apuração)

85 descartados

Equipes da força-tarefa interditaram 11 estabelecimentos e suspenderam preventivamente a inscrição estadual de seis distribuidoras e dois bares.

As linhas de investigação consideram o uso do metanol para reaproveitamento de garrafas ou para aumentar o volume da produção clandestina. A Polícia Federal também apura se a substância pode ter origem em tanques abandonados após a operação que desarticulou um esquema bilionário do crime organizado no setor de combustíveis em agosto.

O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, afirmou nesta terça-feira (7) que não descarta nenhuma hipótese e anunciou a criação de um comitê informal para enfrentar a crise.

Fonte: G1

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Metanol

Polícia apreende 1,6 mil garrafas de cachaça falsificada e fecha fábrica clandestina em BH

por Redação 8 de outubro de 2025

A Polícia Civil fechou uma fábrica clandestina de bebidas que funcionava dentro de uma casa na Região do Barreiro, em Belo Horizonte. A operação, realizada nesta segunda-feira (6) e divulgada nesta terça (7), resultou na apreensão de mais de 1.600 garrafas de uma bebida semelhante à cachaça e na prisão de um homem de 53 anos.

A perícia vai analisar amostras para verificar a presença de metanol ou outras substâncias tóxicas. Segundo o delegado Túlio Leno, o suspeito transformou a própria residência em uma indústria de bebidas. O local tinha maquinário para falsificação de rótulos, envase, fechamento de garrafas e até substâncias usadas para tingir o líquido, simulando envelhecimento em barris de carvalho.

Um caderno com possíveis pontos de venda foi apreendido, e a polícia acredita que a produção abastecia o comércio da região.

Na mesma segunda-feira, em Betim, na Grande BH, outra operação apreendeu mais de 100 caixas de cerveja falsificada em um imóvel.

Além das apreensões, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) investiga o primeiro caso suspeito de intoxicação por metanol em Belo Horizonte. A paciente, uma mulher de 48 anos, está internada na UPA Nordeste. O estado já registra 17 casos confirmados da doença.

Fonte: G1

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Intoxicação por Metanol

Antídoto contra metanol deve chegar nesta semana ao Brasil, mas não será vendido em farmácias

por Redação 7 de outubro de 2025

O fomepizol, medicamento usado como antídoto em casos de intoxicação por metanol, deve chegar ao Brasil ainda nesta semana. A informação foi confirmada por Fabiana Sanches, diretora de Assuntos Médicos da Daiichi Sankyo Brasil, farmacêutica japonesa responsável pela distribuição do produto.

O remédio, de uso estritamente hospitalar, será importado dos Estados Unidos em caráter emergencial e distribuído pelo Ministério da Saúde, em parceria com a Opas e a Anvisa. A previsão é que sejam enviadas 2.500 ampolas, além de 100 unidades doadas pela farmacêutica.

Segundo Sanches, o fomepizol não será comercializado em farmácias, já que sua aplicação é feita exclusivamente por via intravenosa e sob supervisão médica, restrição válida em todo o mundo. Apenas hospitais de referência terão acesso ao medicamento.

Como o antídoto funciona

O metanol, utilizado na indústria, pode causar cegueira, danos neurológicos, falência de órgãos e até morte quando ingerido. O fomepizol atua bloqueando a enzima que transforma o metanol em substâncias tóxicas, permitindo que seja eliminado pelos rins.

O protocolo prevê uma dose inicial e aplicações subsequentes a cada 12 horas. A melhora costuma ocorrer em até 48 horas. Em casos graves, o tratamento pode ser associado à diálise.

Situação no Brasil

O Ministério da Saúde confirmou 17 casos de intoxicação por metanol e investiga outros 200 suspeitos, a maioria em São Paulo. A perícia já detectou a substância em bebidas de duas distribuidoras.

As autoridades alertam que não é possível identificar o metanol pelo gosto, cheiro ou aparência, reforçando a necessidade de cautela. Os consumidores devem evitar preços muito baixos, verificar selos fiscais e comprar apenas em locais de confiança.

Fonte: G1

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Saúde

Infarto aos 33 anos: gerente de contas confunde sintomas com crise de ansiedade e passa por duas angioplastias

por Redação 7 de outubro de 2025

A gerente de contas Gabriela Dornelas, de 33 anos, sofreu um infarto em julho deste ano, em São Paulo. Após voltar da academia, ela sentiu uma forte dor no peito, mas acreditou se tratar de uma crise de ansiedade. “Sentei embaixo do chuveiro, mas a dor não passava”, recorda.

Ao procurar atendimento médico, os exames iniciais não detectaram o problema. Somente o teste de sangue que mede a troponina, proteína liberada durante um infarto, confirmou a suspeita. Uma tomografia revelou o entupimento de mais de 85% em duas artérias.

No dia seguinte, Gabriela foi submetida a duas angioplastias com colocação de stents, além da retirada de um coágulo no coração. A jovem já tratava hipertensão e convivia com histórico de transtorno alimentar. A obesidade foi apontada pelos médicos como fator de risco que contribuiu para o quadro.

O período pós-infarto, segundo ela, foi ainda mais desafiador devido ao impacto emocional. “Todos os dias eu achava que estava infartando de novo. Tive muito medo de morrer”, relata.

Atualmente afastada do trabalho, Gabriela segue acompanhada por médicos e psicólogos para cuidar da recuperação física e mental. O caso reforça a importância de reconhecer sinais de alerta e buscar atendimento imediato, já que o infarto também pode atingir pessoas jovens.

Fonte: revistamarieclaire

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