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Categoria:

Segurança

caso Master

Nova fase da PF prende dono do Banco Master e mira esquema bilionário

por Redação 4 de março de 2026

O banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, voltou a ser preso nesta quarta-feira (4) pela Polícia Federal, em São Paulo, na terceira fase da Operação Compliance Zero, que apura um esquema bilionário de fraudes financeiras. A medida foi autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), em sua primeira decisão como relator do caso, assumido no mês passado.

Segundo a PF, a operação investiga a possível prática de crimes como ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos, atribuídos a uma organização criminosa. O foco central é um esquema financeiro que envolveria a venda de títulos de crédito falsos pelo Banco Master. O nome da operação faz referência à ausência de controles internos nas instituições envolvidas para evitar crimes de gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro e manipulação de mercado.

Além de Vorcaro, também foram alvos de mandado de prisão o cunhado dele, Fabiano Zettel — que se entregou na Superintendência da PF —, o coordenador de segurança Luiz Phillipi Mourão, conhecido como “Sicário”, e o policial federal aposentado Marilson Roseno da Silva.

A Justiça determinou ainda ordens de afastamento de cargos públicos e o sequestro e bloqueio de bens no valor de até R$ 22 bilhões, com o objetivo de interromper a movimentação de ativos vinculados ao grupo investigado e preservar recursos potencialmente relacionados às práticas ilícitas.

Vorcaro já havia sido preso em novembro do ano passado, ao tentar embarcar para a Europa em um avião particular no aeroporto de Guarulhos, na Grande São Paulo. À época, a PF afirmou que não havia dúvidas de que ele pretendia deixar o país. Havia contra ele um mandado de prisão preventiva, e ele foi novamente conduzido à Superintendência da PF na capital paulista.

A defesa do banqueiro declarou que ele “sempre esteve à disposição das autoridades” e “jamais tentou obstruir o trabalho das autoridades ou da Justiça”. Negou “categoricamente as alegações atribuídas” a ele e afirmou confiar que o esclarecimento completo dos fatos demonstrará a regularidade de sua conduta, reiterando confiança no devido processo legal e no funcionamento das instituições.

A defesa de Zettel afirmou que, embora ainda não tenha tido acesso ao objeto das investigações, ele está à inteira disposição das autoridades.

Vorcaro era aguardado para depor nesta quarta-feira na CPI do Crime Organizado, em Brasília. No entanto, já havia sinalizado que compareceria apenas à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. Na terça-feira (3), o ministro André Mendonça decidiu que sua ida à CPI seria facultativa.

Fonte: G1

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caso Master

“Quebrar todos os dentes num assalto”: mensagens expõem plano contra jornalista e agravam crise do Banco Master

por Redação 4 de março de 2026

Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, foi preso novamente pela Polícia Federal nesta quarta-feira (4), em São Paulo, por determinação do ministro André Mendonça, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF). Investigado por um esquema bilionário de fraudes financeiras, o banqueiro é apontado, na nova fase da Operação Compliance Zero, como líder de uma milícia privada voltada à intimidação e ao ataque de opositores, denominada “A Turma”.

Entre os alvos estaria o jornalista Lauro Jardim, colunista de O Globo. Em nota, o jornal repudiou as ameaças e classificou as tentativas de intimidação como ataque à liberdade de imprensa.

As investigações, detalhadas na decisão de Mendonça, revelam trocas de mensagens por WhatsApp entre Vorcaro e colaboradores. Segundo a PF, o conteúdo envolve um núcleo de “intimidação e obstrução de justiça”, liderado por Luiz Phillipi Mourão, apelidado de “Sicário”.

Em uma das conversas, Mourão pergunta: “Esse Lauro Jardim bate cartão todo domingo?”. Vorcaro responde: “Sim.” Mourão comenta: “Cara escroto.” Vorcaro então afirma: “Tinha que colocar gente seguindo esse cara. Pra pegar tudo dele.” Mourão diz: “Vou fazer isto.”

Em outro trecho, segundo as investigações, Vorcaro escreve: “Quero mandar dar um pau nele. Quebrar todos os dentes. Num assalto.” Mourão pergunta: “Pode? Vou olhar isso.” Vorcaro responde: “Sim.”

Para o ministro André Mendonça, os diálogos indicam fortes indícios de que Vorcaro determinou a Mourão que forjasse um assalto, ou simulasse cenário semelhante, para prejudicar violentamente o jornalista e, a partir do episódio, calar a voz da imprensa que emitisse opiniões contrárias aos seus interesses privados.

Ao decretar a nova prisão, Mendonça afirmou que a organização liderada por Vorcaro continuou a praticar crimes e apontou risco concreto de fuga. Destacou ainda que o banqueiro teria tido acesso a informações sigilosas e monitorado autoridades, o que colocaria em risco a integridade física de servidores públicos responsáveis pela investigação.

A nova prisão ocorre em meio à crise que culminou, em novembro, na liquidação do Banco Master e no encerramento das operações do Will Bank e do Banco Pleno, integrantes do mesmo grupo. O Master operava sob risco elevado de insolvência, pressionado pelo alto custo de captação e pela exposição a investimentos considerados arriscados, com juros acima do padrão de mercado. Tentativas de venda, como a proposta do Banco de Brasília (BRB), não avançaram, diante de questionamentos de órgãos de controle, falta de transparência, pressões políticas e menções ao banco em investigações.

As mensagens também revelam ameaça a uma empregada. Em conversa com colaboradores, ao relatar sentir-se ameaçado por ela, Vorcaro escreveu: “Empregada Monique me ameaçando. É mole? Tem que moer essa vagabunda”, e ordenou que Mourão levantasse o endereço da funcionária.

Segundo as investigações, Mourão recebia repasses mensais de R$ 1 milhão para executar atos de coação. As apurações apontam ainda que Vorcaro utilizava o aplicativo para coordenar pagamentos a servidores do Banco Central. Em mensagens com sua funcionária Ana Claudia, ele confirmava valores destinados ao grupo.

Os diálogos indicam também proximidade com altos servidores do Banco Central. Em uma conversa, Paulo Sérgio Neves de Souza, então chefe-adjunto de Supervisão Bancária, enviou a Vorcaro a imagem de sua própria portaria de nomeação e recebeu um “Parabéns” como resposta.

Mendonça decretou a prisão preventiva de Daniel Vorcaro, Fabiano Zettel, Luiz Phillipi Mourão e Marilson Roseno da Silva. Também determinou medidas cautelares contra servidores do Banco Central e a suspensão de empresas apontadas como usadas para lavar recursos que financiavam o esquema.

Em nota, O Globo afirmou: “O GLOBO repudia veementemente as iniciativas criminosas planejadas contra o colunista Lauro Jardim, um dos mais respeitados jornalistas do país. A ação, como destacado pelo ministro André Mendonça, visava ‘calar a voz da imprensa’, pilar fundamental da democracia. Os envolvidos nessa trama criminosa devem ser investigados e punidos com o rigor da lei. O GLOBO e seus jornalistas não se intimidarão com ameaças e seguirão acompanhando o caso e trazendo luz às informações de interesse público.”

Fonte: G1

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caso Master

Prisão de Vorcaro expõe plano de violência contra ‘adversários’

por Redação 4 de março de 2026

A decisão do ministro André Mendonça de determinar a prisão de Daniel Vorcaro, nesta quarta-feira, tem como base trocas de mensagens encontradas no celular do ex-banqueiro. A medida atende a um pedido de prisão preventiva formulado pela Polícia Federal.

Vorcaro integrava um grupo de WhatsApp chamado “A turma”, no qual eram planejadas ações violentas contra pessoas que ele considerava adversários, incluindo jornalistas.

Em um dos episódios, com autorização expressa de Vorcaro, pessoas contratadas pelo ex-banqueiro simulavam um assalto contra a vítima e praticavam atos de violência contra ela.

O grupo reunia perfis diversos: um ex-diretor do Banco Central, um ex-chefe de departamento da mesma instituição, um policial civil aposentado apontado como responsável por executar ações milicianas autorizadas por Vorcaro e Fabiano Zettel, cunhado do ex-banqueiro.

Zettel também foi preso nesta quarta-feira, assim como o policial aposentado Marilson Silva e Luiz Phillipi Mourão, apontado como responsável por atividades de monitoramento de “adversários” de Vorcaro.

Fonte: OGLOBO

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caso Master

Plano para calar jornalista leva dono do Banco Master à prisão

por Redação 4 de março de 2026

A decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a prisão do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, revela indícios de que o banqueiro teria planejado forjar um assalto para “prejudicar violentamente” o colunista do GLOBO Lauro Jardim. Segundo o magistrado, a intenção seria “calar a voz da imprensa que ousasse emitir opinião contrária aos seus interesses privados”.

Mensagens encontradas pela Polícia Federal (PF) no celular de Vorcaro mostram que ele participava de um grupo denominado “A Turma”, onde foi discutida a simulação de um assalto com o objetivo de atacar o jornalista. Nos diálogos, Vorcaro, identificado como DV, afirma que seria necessário colocar pessoas para seguir Lauro Jardim e menciona a possibilidade de agredi-lo em um suposto assalto para intimidá-lo.

Em trechos reproduzidos na decisão, o banqueiro teria autorizado a execução da ação. Em conversa com Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, identificado como “Felipe Mourão” e apelidado de “Sicário”, DV declara: “Esse lauro quero mandar dar um pau nele. Quebrar todos os dentes. Num assalto.”

De acordo com a investigação, Mourão seria responsável pela coordenação operacional de vigilância, levantamento de informações e monitoramento de pessoas ligadas a investigações ou críticas ao Banco Master. A PF aponta que ele realizava consultas em sistemas restritos de órgãos públicos com uso de credenciais de terceiros, acessando bases da própria Polícia Federal, do Ministério Público Federal e até sistemas internacionais.

A decisão também indica que Mourão articulava tentativas de remoção de conteúdos na internet, enviando comunicações que simulavam solicitações oficiais para obter dados de usuários ou retirar publicações consideradas prejudiciais ao grupo.

O grupo “A Turma” reunia, segundo a PF, um ex-diretor do Banco Central, um ex-chefe de departamento da instituição, um policial civil aposentado apontado como executor de ações de caráter miliciano e Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro. Caberia a Mourão coordenar as atividades e repassar ordens atribuídas ao banqueiro.

Investigadores identificaram indícios de pagamentos regulares a Mourão. As mensagens analisadas indicam repasses de cerca de R$ 1 milhão por mês, feitos por Zettel em nome de Vorcaro e posteriormente distribuídos entre integrantes da estrutura.

Para a PF, o conjunto de elementos aponta para a existência de uma organização voltada à vigilância, obtenção irregular de dados e intimidação de críticos, supostamente financiada pelo banqueiro.

A defesa de Vorcaro afirmou que o ex-banqueiro não obstruiu a Justiça no caso Master e que colaborou com as investigações. As defesas dos demais citados ainda não se manifestaram publicamente. O caso segue sob investigação no Supremo Tribunal Federal.

Em nota, O GLOBO declarou repudiar as iniciativas criminosas planejadas contra Lauro Jardim, classificando a ação como tentativa de “calar a voz da imprensa”, pilar fundamental da democracia. O jornal afirmou ainda que os envolvidos devem ser investigados e punidos com rigor e que seus profissionais não se intimidarão diante de ameaças.

Fonte: OGLOBO

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Polícia Federal

Agente da PF é denunciado por homofobia após sacar arma e intimidar clientes em bar no DF

por Redação 4 de março de 2026

O Ministério Público do Distrito Federal denunciou Diego de Abreu Souza Borges, de 40 anos, agente administrativo da Polícia Federal, por homofobia, constrangimento ilegal com uso de arma de fogo e usurpação de cargo público.

O caso ocorreu na noite de 13 de fevereiro, por volta das 21h, em um bar em Samambaia, no Distrito Federal. Imagens de câmera de segurança registraram o momento em que Diego se levantou da mesa, sacou uma arma e abordou dois corretores de imóveis que estavam em outra mesa.

Segundo a denúncia, ele tentou segurar um dos homens, apontou a pistola e ordenou que colocasse as mãos na cabeça. Em seguida, passou a exigir que a vítima se deitasse no chão.

De acordo com o Ministério Público, os dois corretores lanchavam no local quando o agente, que consumia bebida alcoólica, começou a se dirigir a eles de forma agressiva. Motivado por preconceito, perguntou diversas vezes se as vítimas eram um casal, com o objetivo de constrangê-las.

Ainda segundo o MP, Diego Borges se identificou falsamente como policial federal. Ele foi preso em flagrante no dia 13 de fevereiro, mas liberado após audiência de custódia no dia seguinte.

A reportagem procurou a Polícia Federal, que não se manifestou até o momento. A defesa de Diego de Abreu Souza Borges não foi localizada.

Fonte: G1

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Segurança

Ator José Dumont é preso no Rio após condenação por estupro de vulnerável

por Redação 4 de março de 2026

A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro prendeu, na noite desta terça-feira, o ator José Dumont, de 75 anos, no Flamengo, Zona Sul da capital. A ação cumpre mandado de prisão após condenação definitiva por estupro de vulnerável. Ele foi conduzido à DC-Polinter.

Em 2022, segundo as investigações, o ator levou um menino de 11 anos, filho de uma ambulante que vendia cuscuz na porta de seu prédio, para o interior de seu apartamento, no Flamengo. Moradores denunciaram o caso, relatando que a criança já teria ido outras vezes ao imóvel.

O Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro determinou pena de nove anos e quatro meses de prisão, com trânsito em julgado.

Após o cumprimento das formalidades legais, José Dumont será encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.

Fonte: OGLOBO

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Segurança

Plantão negou urgência em caso de estupro coletivo e suspeitos fugiram antes da prisão

por Redação 3 de março de 2026

O pedido de prisão dos quatro suspeitos de estupro coletivo contra uma adolescente de 17 anos, em um apartamento em Copacabana, não foi considerado urgente durante o plantão judiciário, segundo o delegado Ângelo Lages, titular da 12ª DP.

De acordo com o delegado, a Polícia Civil solicitou as prisões e mandados de busca e apreensão ainda no plantão, mas o caso não recebeu tratamento de urgência naquele momento. O processo foi inicialmente distribuído para a Vara de Violência Doméstica e, posteriormente, encaminhado para a vara especializada em crimes contra crianças e adolescentes.

O crime teria ocorrido em 31 de janeiro. O decreto de prisão foi expedido apenas na última sexta-feira (27), cerca de 20 dias após o pedido inicial da polícia. Quando os mandados foram cumpridos, os suspeitos já não estavam em suas residências.

Lages afirmou que tentou antecipar o cumprimento das ordens para sábado (28), na tentativa de surpreender os investigados, mas eles não foram localizados. Segundo ele, como as defesas já tinham acesso ao processo, não houve efeito surpresa.

Dois suspeitos se entregaram nesta terça-feira (3). Outros dois continuam foragidos. Há ainda um adolescente envolvido, cujo caso é analisado pela Vara da Infância e da Juventude.

A investigação considera a apreensão dos celulares peça-chave. Embora não haja confirmação de que o crime tenha sido filmado, o delegado afirmou que é comum haver registros em vídeo em casos semelhantes. A polícia também apura possível troca intensa de mensagens entre os envolvidos antes e depois do episódio.

“Seria muito importante ter acesso a esses celulares. Seria uma prova ainda mais robusta para juntar à investigação”, disse Lages.

Segundo o delegado, os elementos apurados indicam que a vítima teria sido alvo de uma emboscada. Ele destacou que a adolescente foi categórica ao afirmar que não consentiria qualquer contato com outras pessoas no apartamento.

“Embora tenha ido a esse apartamento, ela em momento algum — isso ficou claríssimo para nós — deixou transparecer que faria qualquer tipo de coisa com outra pessoa. Não houve dúvida. Ela foi muito clara ao afirmar que não teria qualquer tipo de contato com as outras pessoas. Isso é importante porque, sim, configura o crime de estupro, e há muita gente tentando desqualificar a própria vítima”, afirmou.

Fonte: G1

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Comando Vermelho

PF aponta Bacellar como líder político do CV e fala em “retrato perfeito da espoliação”

por Redação 27 de fevereiro de 2026

Relatório final da Polícia Federal entregue ao Supremo Tribunal Federal (STF) afirma que o deputado estadual Rodrigo Bacellar, afastado da presidência da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), exercia “a liderança do núcleo político” do Comando Vermelho (CV). O documento, com 188 páginas, foi encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes no fim de janeiro e é assinado pelo delegado Guilhermo de Paula Catramby.

No texto, a PF sustenta que Bacellar seria responsável por “fornecer a interlocução política necessária à blindagem das ações da horda”. O relatório também destaca que a “capacidade de articulação” é apontada como o “maior ativo” do parlamentar.

Bacellar foi indiciado por suspeita de vazar informações sobre investigações. Em dezembro, ele foi preso ao comparecer à Superintendência da Polícia Federal no Rio, em cumprimento a mandado expedido por Moraes. A decisão se baseou em indícios de que o então presidente da Alerj teria repassado detalhes sigilosos da Operação Zargun ao então deputado estadual TH Jóias (Thiego Raimundo dos Santos Silva), preso em setembro.

Posteriormente, deputados estaduais votaram pela revogação da prisão. Bacellar obteve liberdade provisória, mas segue submetido a medidas cautelares determinadas por Moraes, como afastamento da presidência da Alerj, uso de tornozeleira eletrônica e recolhimento noturno.

Na versão final enviada ao STF e ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, a PF afirma que “um dos ingredientes nefastos dessa teia criminal do Rio de Janeiro é a interação dos grupos criminosos violentos com agentes públicos”. O caso envolvendo Bacellar e TH é descrito como “o retrato perfeito da espoliação dos espaços públicos de poder pelas facções criminosas no Rio”.

TH Jóias é apontado no relatório como “parlamentar estadual membro do Comando Vermelho com assento na Alerj para atendimentos escusos da facção nos mais distintos assuntos, notadamente na área da segurança pública”. Em setembro do ano passado, foi divulgado que uma unidade do Batalhão de Choque instalada na comunidade da Gardênia Azul, na Zona Sudoeste do Rio, funcionou por um ano e um mês. Segundo informações apresentadas à época pelo superintendente da PF no Rio, Fábio Galvão, TH teria interferido para que a base fosse retirada, por “atrapalhar o CV”.

O relatório final também aponta que TH seria responsável por intermediar a aquisição de armas e equipamentos tecnológicos para a facção, além de participar de reuniões presenciais com integrantes da cúpula do grupo criminoso.

Em nota, o advogado Daniel Bialski, que defende Bacellar, afirmou que “inexiste qualquer elemento probatório para pretender lhe imputar qualquer participação em ilicitude e ou vazamento, ao contrário, só há ilações desamparadas”. A defesa classificou o indiciamento como “arbitrário e abusivo”.

Fonte: OGLOBO

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Polícia Federal

PF faz operação contra desembargador do TJMG e CNJ determina afastamento após caso polêmico

por Redação 27 de fevereiro de 2026

A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (27), uma operação contra o desembargador Magid Nauef Láuar, integrante da 9ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). Por decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ele foi afastado do cargo.

O magistrado ganhou repercussão nacional após atuar no julgamento de um homem de 35 anos acusado de estuprar uma menina de 12 anos, em Indianópolis, no Triângulo Mineiro. No dia 11 de fevereiro, Magid votou pela absolvição do réu e da mãe da vítima, sob o argumento de que havia “vínculo afetivo consensual” entre o acusado e a menor, justificativa que contrariou entendimento consolidado na jurisprudência.

A decisão provocou reação de órgãos de controle, especialistas e da sociedade civil. Em 23 de fevereiro, após recurso do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), o próprio desembargador reviu o posicionamento, restabeleceu a condenação de primeira instância e determinou a prisão do homem e da mãe da menina.

Em nota, a Corregedoria Nacional de Justiça informou que, no curso de investigação preliminar para apurar indícios de “teratologia” na decisão — termo jurídico utilizado para classificar ato considerado absurdo e contrário a princípios constitucionais —, foram identificados desdobramentos que apontam para a prática de delitos contra a dignidade sexual por parte do magistrado, no período em que atuou como juiz nas comarcas de Ouro Preto e Betim.

Segundo o CNJ, ao menos cinco vítimas já foram ouvidas, incluindo uma residente no exterior. Embora parte dos fatos relatados esteja alcançada pela prescrição na esfera criminal, foram identificados episódios mais recentes que ainda permitem a continuidade das apurações.

Diante da gravidade e da verossimilhança dos relatos, o corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques, determinou o afastamento cautelar do desembargador de todas as funções, para garantir que as investigações ocorram sem embaraços. O órgão ressaltou que procedimentos disciplinares não configuram juízo prévio de culpa, mas visam preservar a credibilidade da magistratura e a confiança da sociedade no Judiciário.

Nos últimos dias, Magid também passou a ser alvo de investigações administrativas no CNJ e no próprio TJMG, após denúncias de abuso sexual divulgadas por familiares e ex-funcionárias.

O caso que gerou a controvérsia teve início em abril de 2024, quando o MPMG denunciou o homem e a mãe da vítima por estupro de vulnerável. De acordo com as investigações, a menina morava com o acusado, com autorização da mãe, e havia deixado de frequentar a escola. O homem foi preso em flagrante em 8 de abril de 2024 e admitiu na delegacia que mantinha relações sexuais com a menor. A mãe declarou que permitiu que o homem “namorasse” a filha.

Em novembro de 2025, ambos foram condenados a nove anos e quatro meses de prisão pela 1ª Vara Criminal e da Infância e da Juventude da Comarca de Araguari. O homem foi responsabilizado por conjunção carnal e atos libidinosos contra a menina, e a mãe, por omissão diante dos fatos.

Após recurso da Defensoria Pública de Minas Gerais, a 9ª Câmara Criminal do TJMG absolveu os dois em 11 de fevereiro. O voto do relator, Magid Nauef Láuar, foi acompanhado pelo desembargador Walner Barbosa Milward de Azevedo, enquanto a desembargadora Kárin Emmerich divergiu.

O Código Penal estabelece que a prática de conjunção carnal ou ato libidinoso com menor de 14 anos configura estupro de vulnerável. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) já firmou entendimento de que o consentimento da vítima, eventual experiência sexual anterior ou a existência de relacionamento amoroso não afastam a caracterização do crime.

Fonte: G1

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Comando Vermelho

Traficante do Comando Vermelho é preso em condomínio de Guarapari após consumir uísque em excesso

por Redação 27 de fevereiro de 2026

Um homem de 27 anos, identificado como Gabriel dos Santos Rosa, conhecido como “Biel” e integrante do Comando Vermelho, foi preso na madrugada desta quinta-feira (26) no condomínio Village do Sol, em Guarapari. Ele é suspeito de envolvimento em ataques na região da Grande Terra Vermelha, em Vila Velha, e estava foragido por tráfico de drogas e homicídio.

Segundo a Polícia Civil, Biel é considerado de alta periculosidade e já havia cumprido pena em regime semiaberto desde 2017. Ele atuava a mando de Stanley dos Santos da Silva, traficante que lidera ataques a tiros desde o ano passado a partir do Rio de Janeiro. A prisão ocorreu sem confronto, segundo o delegado Fabrício Dutra, pois o suspeito havia consumido uísque em excesso naquela noite.

A operação tinha três alvos, mas apenas Biel foi localizado. A equipe da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) tomou cuidado extra devido à presença de uma mulher e uma criança na residência.

O delegado Dutra destacou a importância da prisão diante da “guerra” entre facções rivais em Vila Velha, que tem resultado em homicídios e ataques recentes, como o incêndio de um ônibus no bairro Morada da Barra, após uma troca de tiros que matou um homem de 35 anos.

A região do bairro João Goulart, conhecida como Grande Terra Vermelha, registra episódios constantes de violência, com seis homicídios contabilizados somente em fevereiro, além de ataques com veículos roubados e confrontos armados entre criminosos.

Fonte: G1

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