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Irã x EUA

Irã x EUA

Trump eleva tom contra o Irã e fala em “fim de civilização” às vésperas de ultimato

por Redação 7 de abril de 2026

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a intensificar o discurso contra o Irã nesta terça-feira (7), ao afirmar que “uma civilização inteira morrerá esta noite” em publicação na rede Truth Social. A declaração ocorre a poucas horas do prazo estabelecido por Washington para a reabertura do Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial.

No mesmo texto, Trump sugeriu que uma mudança total de regime no Irã poderia abrir caminho para algo “revolucionário e maravilhoso”, embora tenha dito que o cenário mais provável seria devastador. O republicano também ameaçou destruir o país caso não haja acordo até as 21h (horário de Brasília), incluindo ataques a pontes e usinas de energia. Ele afirmou ainda não se preocupar com possíveis acusações de crimes de guerra por atingir alvos civis.

As declarações tiveram impacto imediato: o Irã interrompeu negociações indiretas com os EUA que, segundo a TV estatal iraniana, avançavam de forma favorável. O impasse ocorre após ambos os países rejeitarem um plano de cessar-fogo proposto pelo Paquistão. Paralelamente, Trump chegou a afirmar que gostaria de controlar o petróleo iraniano, embora tenha reconhecido que a população americana deseja o fim do conflito.

No campo militar, os confrontos se intensificaram. Bombardeios atingiram a província de Alborz, próxima a Teerã, deixando ao menos 18 mortos e 24 feridos. A capital iraniana também sofreu ataques em áreas residenciais e no aeroporto internacional de Khorramabad. Na Ilha de Kharg, principal polo petrolífero do país, explosões foram registradas, e veículos de imprensa americanos apontam ataques dos EUA a alvos militares como bunkers e radares — sem atingir a infraestrutura de petróleo.

O governo iraniano reagiu classificando as ameaças como “delirantes” e afirmou que elas não compensam a “humilhação” dos Estados Unidos na região. Internamente, o presidente Masoud Pezeshkian reforçou o discurso de mobilização total, declarando que 14 milhões de pessoas estariam dispostas a morrer na guerra.

O ultimato de Trump, adiado quatro vezes desde março, chega ao momento mais crítico com escalada de ataques e tensões internacionais. Enquanto isso, cresce o temor global diante de um possível agravamento do conflito em uma das regiões mais estratégicas do planeta.

Fonte: CBN

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Irã x EUA

Trump chama iranianos de “animais” e minimiza crime de guerra ao ameaçar atacar civis

por Redação 6 de abril de 2026

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elevou o tom da crise com o Irã ao fazer declarações contundentes nesta segunda-feira (6). Durante evento de Páscoa na Casa Branca, ele chamou iranianos de “animais” e negou que um eventual ataque a infraestruturas civis do país configuraria crime de guerra, ampliando a tensão internacional.

Questionado por jornalistas sobre a legalidade de atingir alvos civis, Trump foi direto: “Não, porque eles são animais. Não estou preocupado sobre os alertas por alvejar infraestrutura civil (no Irã)”. A fala ocorre um dia após o presidente afirmar, em redes sociais, que pretende atacar esse tipo de estrutura caso o Irã não reabra totalmente o Estreito de Ormuz até terça-feira (7).

A ameaça acende alerta jurídico e diplomático. Pelas normas do direito internacional, ataques deliberados contra alvos civis em conflitos armados podem configurar crimes de guerra, passíveis de julgamento por tribunais internacionais. O governo iraniano, segundo agências locais, já manifestou preocupação com essa possibilidade.

Ainda nesta segunda, Trump voltou a adotar um discurso ambíguo em relação ao Irã. Ao mesmo tempo em que disse acreditar que Teerã negocia “de boa fé”, afirmou estar “muito chateado” e declarou que o país “vai pagar um grande preço”. Em outra fala polêmica, admitiu que tomaria o petróleo iraniano “se pudesse escolher”.

No contexto das negociações, o presidente também confirmou a rejeição ao plano de cessar-fogo mediado pelo Paquistão, classificando-o como “significativo, mas não suficiente”. O Irã igualmente recusou a proposta, defendendo um acordo que encerre definitivamente o conflito.

As declarações se somam a outras falas recentes de Trump, incluindo xingamentos ao governo iraniano no domingo, e reforçam o clima de escalada retórica e militar. O prazo imposto para a reabertura do Estreito de Ormuz — ponto estratégico para o petróleo global — aumenta a pressão e mantém o cenário internacional em estado de alerta.

Fonte: G1

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Irã x EUA

Irã e EUA rejeitam plano de cessar-fogo do Paquistão e elevam tensão com nova contraproposta

por Redação 6 de abril de 2026

Irã e Estados Unidos recusaram nesta segunda-feira (6) o plano de cessar-fogo elaborado pelo Paquistão, ampliando a incerteza sobre o rumo do conflito. Enquanto Washington considerou a proposta insuficiente, Teerã foi além e apresentou uma contraproposta, reforçando a disputa diplomática em meio à escalada de tensões na região.

O presidente norte-americano Donald Trump chegou a reconhecer avanços na iniciativa paquistanesa, mas descartou sua adoção nos termos atuais. “É uma proposta significativa. É um passo significativo. Mas não é suficiente”, afirmou. Ele também reiterou o prazo até terça-feira (7) para que o Irã reabra o Estreito de Ormuz, ponto estratégico para o fluxo global de petróleo, e sinalizou disposição de prolongar a pressão: “Poderíamos sair agora mesmo se quiséssemos, mas eu quero terminar o trabalho”.

Do lado iraniano, a rejeição foi fundamentada na recusa a soluções temporárias. Segundo a agência estatal Irna, Teerã defende o encerramento definitivo do conflito, argumentando que uma trégua apenas daria tempo para que adversários reorganizem novos ataques. “Estamos pedindo o fim da guerra e que se impeça sua repetição”, declarou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esmail Baghaei. O conteúdo da contraproposta apresentada pelo Irã não havia sido divulgado até a última atualização.

O plano do Paquistão previa uma solução em duas etapas: cessar-fogo imediato — com possível reabertura do Estreito de Ormuz, fechado há mais de um mês pelo Irã — seguido por negociações de 15 a 20 dias para um acordo definitivo. A proposta, chamada provisoriamente de “Acordo de Islamabad”, também poderia envolver encontros presenciais na capital paquistanesa e incluir compromissos nucleares iranianos em troca de alívio de sanções e liberação de ativos.

Apesar da mediação, o cenário segue complexo. Israel, aliado dos EUA no conflito contra o Irã, não foi mencionado diretamente nas negociações relatadas, mas mantém interesses próprios que podem influenciar qualquer desfecho. Autoridades iranianas também já sinalizaram que não aceitarão reabrir o Estreito de Ormuz em caso de cessar-fogo temporário nem se submeterão a prazos impostos.

A proposta paquistanesa surge em meio a contatos intensos entre lideranças, incluindo o chefe do Exército do Paquistão, Asim Munir, que manteve diálogo com autoridades dos EUA e do Irã. Ainda assim, o impasse persiste, ampliando preocupações globais, especialmente pelo impacto potencial no mercado de petróleo e na estabilidade da região.

Fonte: G1

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Irã x EUA

Plano de cessar-fogo entre Irã e EUA prevê acordo rápido e reacende debate sobre petróleo global

por Redação 6 de abril de 2026

Irã e Estados Unidos receberam um plano que propõe um cessar-fogo imediato nas hostilidades, com possibilidade de entrada em vigor já nesta segunda-feira (6). A proposta, segundo a agência Reuters, também prevê a reabertura do Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte global de petróleo.

Elaborado pelo Paquistão e apresentado às partes durante a noite, o plano estabelece uma abordagem em duas etapas. A primeira consiste em um cessar-fogo imediato, enquanto a segunda prevê a construção de um acordo mais amplo no prazo de 15 a 20 dias. De acordo com uma fonte ouvida pela Reuters, “todos os elementos precisam ser acordados hoje”, indicando a urgência das negociações.

O entendimento inicial seria formalizado como um memorando eletrônico, com mediação paquistanesa. O país atuaria como canal de comunicação entre Teerã e Washington, podendo inclusive sediar encontros presenciais em Islamabad para a definição dos termos finais — o que deu ao plano o nome provisório de “Acordo de Islamabad”.

Entre os pontos centrais do possível acordo definitivo estão compromissos do Irã relacionados ao seu programa nuclear, em troca de alívio de sanções econômicas e liberação de ativos congelados. Paralelamente, a reabertura do Estreito de Ormuz surge como elemento-chave, diante das preocupações globais com o fluxo de petróleo.

Nos bastidores, o chefe do Exército paquistanês, Asim Munir, manteve contato contínuo com autoridades de alto escalão, incluindo o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, o enviado especial Steve Witkoff e o chanceler iraniano Abbas Araqchi. Até o momento, não houve resposta oficial de Teerã ou Washington, nem posicionamento público do governo do Paquistão.

A proposta surge em meio à escalada de tensões na região, ampliando a pressão internacional por uma solução diplomática que evite impactos mais profundos no mercado energético global.

Fonte: G1

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Irã x EUA

Relatos apontam uso de crianças pelo Irã em funções de segurança durante guerra

por Redação 2 de abril de 2026

A morte de um menino iraniano de 11 anos, identificado como Alireza Jafari, expôs denúncias sobre o uso de crianças em atividades de segurança no Irã em meio ao atual cenário de conflito. Segundo relatos da mãe, Sadaf Monfared, ao jornal municipal Hamshahri, o garoto auxiliava o pai em um posto de controle da milícia Basij quando ambos foram atingidos em um ataque aéreo em Teerã, no dia 11 de março.

De acordo com o mesmo jornal, o ataque teria sido realizado por um drone israelense. As Forças de Defesa de Israel afirmaram à BBC que não conseguiram verificar o caso sem informações mais detalhadas. Organizações de direitos humanos também relataram a morte do menino.

Paralelamente, um integrante do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica declarou à agência Fars News que o país passou a recrutar “voluntários” a partir dos 12 anos para atuar em funções de segurança. O programa, chamado “Combatentes Defensores da Pátria do Irã”, prevê a participação desses jovens em patrulhas e postos de controle, com recrutamento realizado em mesquitas e espaços públicos ligados à milícia Basij.

Testemunhas ouvidas pela BBC afirmam ter visto menores, alguns armados, atuando em operações de segurança em Teerã, Karaj e Rasht. Relatos descrevem adolescentes participando de abordagens a veículos e portando armas de fogo.

Especialistas e organizações internacionais reagiram com preocupação. A Human Rights Watch classificou a prática como uma grave violação dos direitos das crianças e potencial crime de guerra quando envolve menores de 15 anos. Já especialistas em direito internacional alertam que o uso de crianças em funções militares ou de segurança é amplamente restrito e pode ampliar riscos à população civil.

O caso ocorre em meio a um cenário de tensão interna e externa, no qual, segundo analistas, o recrutamento de menores pode indicar dificuldades do regime em mobilizar adultos, além de aumentar a exposição de civis — especialmente crianças — a situações de alto risco.

Fonte: G1

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Irã x EUA

Uso de bombardeiro “mortal” dos EUA no Irã expõe fragilidade aérea e eleva tensão global

por Redação 1 de abril de 2026

O uso de bombardeiros B-52 pelos Estados Unidos no espaço aéreo do Irã, confirmado pelo Departamento de Guerra nesta terça-feira (31), marca uma escalada relevante no conflito e levanta questionamentos sobre a capacidade defensiva iraniana. Segundo o The New York Times, a presença da aeronave indica um possível enfraquecimento dos sistemas antiaéreos do país.

Considerado uma das armas mais letais do arsenal americano, o B-52 é capaz de transportar até 32 toneladas de armamento, incluindo bombas, minas e mísseis de alta precisão. Fabricado pela Boeing desde a década de 1950, o modelo pode percorrer mais de 14 mil quilômetros sem reabastecimento e voar a até 15 mil metros de altitude. Apesar do poder de fogo, a aeronave não possui a agilidade de caças, o que a torna mais vulnerável a defesas modernas.

De acordo com o Pentágono, os bombardeiros serão utilizados para atingir cadeias de suprimentos ligadas à produção de mísseis, drones e embarcações iranianas, com o objetivo de limitar a reposição de armamentos no conflito. Embora o B-52 tenha capacidade nuclear, não há confirmação de uso de ogivas desse tipo nas operações atuais.

Com mais de 70 anos de operação, o modelo já participou de diversos conflitos estratégicos dos Estados Unidos, incluindo a Guerra do Vietnã, ações após os ataques de 11 de setembro e missões contra o Estado Islâmico. A aeronave também integrou operações no Caribe contra o tráfico internacional de drogas. Ao todo, 744 unidades foram produzidas, sendo a última entregue em 1962, e a previsão é de que continue em uso até 2050.

A tensão aumentou após o presidente Donald Trump divulgar um vídeo de uma explosão em Isfahan, supostamente em um depósito de munições. Ainda não há confirmação de que o ataque tenha sido realizado por B-52, e o Irã não se pronunciou oficialmente até o momento.

Em resposta, a Guarda Revolucionária iraniana afirmou que irá retaliar empresas americanas no Oriente Médio. Entre os alvos citados estão Boeing, fabricante do B-52, além de gigantes como Tesla, Google, Apple, Microsoft, Intel, IBM, Oracle, Nvidia, Dell, HP, Cisco, Meta, JP. Morgan, GE, G42, Spire Solution e Palantir. A organização também orientou funcionários dessas companhias a deixarem seus locais de trabalho e recomendou evacuação em um raio de um quilômetro ao redor dessas instalações.

Fonte: G1

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Irã x EUA

EUA ampliam presença militar para mais de 50 mil no Oriente Médio e avaliam ofensiva terrestre contra o Irã

por Redação 30 de março de 2026

Os Estados Unidos já mobilizam mais de 50 mil militares no Oriente Médio em meio à escalada do conflito com o Irã, segundo informações publicadas por veículos como The New York Times e The Washington Post. O reforço inclui cerca de 5 mil novos integrantes — entre fuzileiros navais e marinheiros — além de centenas de forças especiais, elevando o contingente em cerca de 10 mil acima do habitual.

De acordo com autoridades ouvidas sob anonimato, o deslocamento tem como objetivo oferecer ao presidente Donald Trump mais opções militares, incluindo a possibilidade de ampliar a guerra, que já dura cerca de um mês. Entre os cenários avaliados estão ações como a tomada de ilhas estratégicas ou outros territórios iranianos.

O Pentágono também estaria preparando planos para uma possível campanha terrestre de semanas, caso haja autorização para uma invasão limitada. Entre os alvos estratégicos considerados está a Ilha de Kharg, principal centro de exportação de petróleo do Irã, já atingida por bombardeios recentes.

A movimentação ocorre em meio à crise no Estreito de Ormuz, passagem por onde circula cerca de 20% do petróleo e gás liquefeito do mundo, atualmente praticamente bloqueada após ataques iranianos em resposta às ações militares dos EUA e de Israel.

Além disso, cerca de 2 mil soldados da 82ª Divisão Aerotransportada foram enviados recentemente à região, com capacidade para atuar em operações de assalto aéreo. A localização exata das tropas não foi divulgada, mas, segundo autoridades, elas estão posicionadas para possíveis ações contra o Irã.

Apesar da mobilização, especialistas militares apontam limitações. O efetivo atual, mesmo ampliado, é considerado insuficiente para uma operação terrestre de grande escala em um país com cerca de 93 milhões de habitantes e território extenso. Como comparação, a invasão do Iraque em 2003 contou com aproximadamente 250 mil soldados.

Outro fator de risco envolve a exposição das tropas a ataques com drones, mísseis, fogo terrestre e explosivos improvisados. Há ainda o impacto político interno, já que uma escalada militar pode afetar o apoio ao governo Trump às vésperas das eleições legislativas.

Nos bastidores, o governo americano alterna entre sinais de desescalada e ameaças mais duras. A secretária de Imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que os preparativos do Pentágono não significam decisão tomada, mas alertou que o presidente está “preparado para desencadear o inferno” caso o Irã não abandone suas ambições nucleares.

Enquanto isso, a incerteza sobre os próximos passos mantém a tensão elevada em uma das regiões mais estratégicas do planeta.

Fonte: OGLOBO

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Irã x EUA

Avião espião de US$ 270 milhões dos EUA é destruído em ataque iraniano e eleva tensão no Oriente Médio

por Redação 30 de março de 2026

Um avião de vigilância aérea dos Estados Unidos, avaliado em cerca de US$ 270 milhões, foi destruído após um ataque iraniano à Base Aérea Príncipe Sultan, na Arábia Saudita, no último domingo (29). O episódio intensifica a escalada de tensões no Oriente Médio e expõe a vulnerabilidade de estruturas militares estratégicas na região.

Imagens verificadas pela agência AFP mostram a aeronave, um E-3 Sentry, completamente destruída após o impacto. Registros que circularam nas redes sociais indicam que o avião ficou partido ao meio. O modelo é utilizado para monitoramento aéreo e coordenação de operações militares, sendo peça-chave em missões de vigilância.

O ataque teria sido realizado com o uso combinado de mísseis e drones, segundo informações publicadas por veículos como The New York Times e The Wall Street Journal. Pelo menos 12 militares americanos ficaram feridos, sendo dois em estado grave.

De acordo com o Wall Street Journal, além do E-3 Sentry, outras aeronaves também foram atingidas na base, incluindo aviões de reabastecimento. A Base Príncipe Sultan é utilizada pelas forças dos Estados Unidos e tem sido alvo de ofensivas iranianas recentes.

O E-3 Sentry integra o sistema AWACS (Sistema de Alerta e Controle Aerotransportado), capaz de rastrear drones, mísseis e aeronaves a grandes distâncias. Antes do ataque, a Força Aérea dos EUA mantinha cerca de 16 unidades desse modelo em operação.

O episódio ocorre em meio a uma série de ações militares do Irã contra estruturas americanas no Golfo. Nas últimas semanas, ataques teriam atingido sistemas de radar, baterias de defesa antimísseis, drones e aeronaves em bases localizadas na Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Jordânia e Kuwait, conforme relatos da imprensa internacional.

As ofensivas são apontadas como resposta de Teerã à atuação dos Estados Unidos na região, ampliando a instabilidade em uma área estratégica para a produção e o transporte global de petróleo.

Fonte: G1

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Irã x EUA

Irã nega diálogo com EUA e afirma que Trump recuou após ameaças sobre guerra energética

por Redação 23 de março de 2026

Agências estatais iranianas negaram nesta segunda-feira (23) que haja qualquer negociação em andamento entre o Irã e os Estados Unidos. A reação veio horas após o presidente norte-americano, Donald Trump, anunciar uma trégua de cinco dias em ataques à infraestrutura energética iraniana e afirmar que manteve “conversas muito boas” com lideranças de Teerã no fim de semana.

A agência Fars, ligada à Guarda Revolucionária, informou com base em fontes do governo iraniano que não há diálogo em curso e afirmou ainda que Trump teria recuado após ouvir ameaças do Irã de atacar estações energéticas no Golfo. A Tasnim, também estatal, reforçou a negativa e declarou que não houve negociações e que não haverá, criticando o que classificou como “guerra psicológica” que não traria paz aos mercados de energia nem normalizaria a situação no Estreito de Ormuz.

Já a agência Mehr citou o ministro das Relações Exteriores iraniano ao afirmar que a declaração de Trump seria uma tentativa de fazer os preços do petróleo e do gás, que dispararam após o início da guerra, voltarem a cair. A Irna, outra agência oficial, também afirmou que não houve conversas entre os dois países.

Apesar das negativas, Trump reafirmou que houve contatos e sugeriu problemas de comunicação interna no governo iraniano. “Eles que ligaram, eu não liguei”, disse o presidente a jornalistas. Em publicação na rede Truth Social, ele afirmou que representantes dos dois países tiveram discussões “muito boas e produtivas” e que, por isso, determinou ao Departamento de Guerra o adiamento de qualquer ataque contra instalações energéticas iranianas por cinco dias, condicionado ao avanço das conversas.

A troca de declarações ocorre em meio à escalada do conflito entre os dois países, que já dura mais de três semanas. No domingo, a Guarda Revolucionária ameaçou fechar completamente o Estreito de Ormuz e atacar usinas de energia de Israel e aquelas que abastecem bases americanas no Golfo.

O posicionamento foi uma resposta a Trump, que no sábado (21) falou em “obliterar” usinas iranianas caso Teerã não reabrisse totalmente o estreito em até 48 horas — prazo que venceria por volta das 19h44 desta segunda-feira, no horário de Brasília. Um eventual ataque a instalações energéticas seria considerado uma escalada significativa no conflito.

Em comunicado, a Guarda Revolucionária afirmou ainda que, se houver ataque às instalações iranianas, irá “destruir completamente” empresas no Oriente Médio com participação norte-americana e considerar como “alvos legítimos” instalações de energia em países que abrigam bases dos EUA.

Outras autoridades iranianas também reagiram. O presidente do Parlamento, Mohammad Baqer Qalibaf, declarou nas redes sociais que o país poderá “destruir de forma irreversível” infraestruturas críticas no Oriente Médio. As Forças Armadas iranianas afirmaram que qualquer ação militar resultará em represálias contra instalações energéticas ligadas aos Estados Unidos na região.

Uma resposta menos inflamatória veio do embaixador iraniano na Organização Marítima Internacional (IMO), Ali Mousavi, que disse que o Estreito de Ormuz permanece fechado apenas para navios considerados “inimigos do Irã”, e que o país pretende contribuir para a passagem segura das demais embarcações.

Fonte: G1

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Irã x EUA

Ataque de mísseis do Irã a base no Oceano Índico gera alerta internacional sobre alcance militar

por Redação 23 de março de 2026

Um ataque com mísseis balísticos lançado pelo Irã contra a base militar de Diego Garcia, no Oceano Índico, acendeu um alerta internacional sobre o alcance do arsenal iraniano. A instalação, compartilhada por Estados Unidos e Reino Unido, fica a cerca de 4 mil quilômetros do território iraniano, entre a África e a Indonésia.

O episódio ocorreu na noite de sexta-feira (20). Segundo autoridades, dois projéteis foram disparados, mas não houve danos: um falhou durante o voo e o outro foi interceptado pela defesa norte-americana. A ação foi inicialmente revelada pela imprensa dos EUA e posteriormente confirmada pelo governo britânico e pela agência iraniana Mehr.

Em comunicado, a Mehr afirmou que o ataque representa um “passo significativo”, demonstrando que o alcance dos mísseis iranianos pode ser maior do que o imaginado. Especialistas destacam que o Irã possui um dos arsenais de mísseis mais robustos do Oriente Médio, com projéteis de grande poder de fogo e potencial para transportar ogivas nucleares.

O alvo escolhido chamou atenção por estar fora da área central do conflito envolvendo Irã, Israel e forças norte-americanas, que já dura mais de três semanas. Bases situadas em países como Catar e Arábia Saudita têm papel mais direto na guerra, o que torna o ataque considerado incomum.

A distância percorrida pelos mísseis alimentou preocupações na Europa, já que cidades como Atenas, Roma, Berlim, Paris e Londres estariam dentro de um eventual raio de alcance semelhante. Apesar disso, autoridades britânicas afirmaram que não há avaliação atual de que o Irã tenha capacidade ou intenção de atingir o continente europeu.

O episódio também reforçou o discurso do governo de Israel sobre o programa militar iraniano. Em comunicado, o Exército israelense classificou o regime de Teerã como “ameaça global”, alegando que o país estaria desenvolvendo mísseis com alcance ampliado — algo negado pelo Irã no passado. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu voltou a defender que mais países se unam a Estados Unidos e Israel no enfrentamento ao regime iraniano.

A escalada de tensão internacional é acompanhada com atenção no Brasil, inclusive por moradores de Guarulhos e da Grande São Paulo, diante dos possíveis impactos geopolíticos e econômicos de conflitos envolvendo grandes potências.

Fonte: G1

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