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México fecha escolas após morte de narcotraficante e onda de violência

por Redação 23 de fevereiro de 2026

O México permanece em alerta nesta segunda-feira (23), com escolas fechadas em pelo menos oito estados, após a morte do narcotraficante Nemesio Oseguera Cervantes, conhecido como “El Mencho”, em operação militar no domingo (22). A presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, pediu calma à população diante de uma explosão de violência, que incluiu bloqueios de rodovias, incêndios de veículos e estabelecimentos comerciais, além do cancelamento de voos de companhias aéreas dos EUA e Canadá.

Durante sua coletiva diária, Sheinbaum afirmou que os bloqueios nas estradas já foram removidos. No domingo, 229 bloqueios foram registrados, organizados por membros do cartel Jalisco Nueva Generación (CJNG) em resposta à morte de seu líder.

“A coisa mais importante agora é garantir a paz e a segurança para toda a população do México. O país está em paz, está calmo”, declarou. Além das escolas, o Poder Judiciário anunciou que juízes podem manter tribunais fechados se julgarem necessário.

Os bloqueios e incêndios ocorreram principalmente no estado de Jalisco, mas também afetaram Puerto Vallarta, Michoacán, Puebla, Sinaloa, Guanajuato e Guerrero.

Quem era El Mencho?

Ex-policial, Nemesio Oseguera Cervantes comandava o CJNG, um dos cartéis mais violentos e influentes do país. Ele morreu na cidade de Tapalpa, em Jalisco, após ferimentos graves durante a operação militar. Outros membros do cartel também morreram, e armas, incluindo lançadores de foguetes, foram apreendidas. Três militares ficaram feridos e foram hospitalizados na Cidade do México.

O CJNG se expandiu rapidamente na última década, dedicando-se à produção e venda de drogas, extorsão e ataques a forças de segurança. O grupo se tornou rival do Cartel de Sinaloa, liderado por Joaquín “El Chapo” Guzmán. Os EUA já ofereceram recompensa de US$ 15 milhões por informações que levassem à captura de El Mencho.

Reações à morte

Após a morte de El Mencho, ocorreram incêndios de veículos e bloqueios em Jalisco. A presidente Sheinbaum destacou a coordenação com governos estaduais e elogiou o Exército, a Guarda Nacional e as Forças Armadas. O governador Pablo Lemus Navarro afirmou que grupos não identificados incendiaram veículos em Tepalpa, dificultando ações das autoridades.

O governo dos EUA comemorou a morte do narcotraficante. Christopher Landau, subsecretário de Estado, classificou a operação como “um grande avanço para o México, os EUA, a América Latina e o mundo” e alertou cidadãos americanos para permanecerem abrigados em estados de risco, como Jalisco, Tamaulipas, Michoacán, Guerrero e Nuevo León. A Embaixada do México em Washington afirmou que informações fornecidas pelos EUA contribuíram para a operação militar.

Fonte: G1

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Mundo

Da dança ao campo de batalha: juíza internacional se torna sniper na Ucrânia

por Redação 23 de fevereiro de 2026

Tetiana Khimion, professora de danças de salão, juíza internacional e presença constante em competições na Europa e na China, teve a vida radicalmente transformada pela invasão russa à Ucrânia, em 24 de fevereiro de 2022. Aos 47 anos, mãe de dois filhos, deixou os palcos e o estúdio em Sloviansk, região de Donetsk, para se alistar nas Forças Armadas ucranianas.

No Exército, escolheu um caminho inusitado para quem vinha da dança: treinou para se tornar sniper. “Quando passeava com os miúdos no parque, às vezes atirava num pequeno campo de tiro que havia lá. Conseguia acertar no centro do alvo e até ganhar pequenos prémios. Pensei: talvez eu consiga fazer isto”, contou à Associated Press.

Tetiana destaca que a função de atiradora de precisão une dois elementos centrais de sua trajetória: criatividade e precisão matemática. “A profissão de sniper é, na verdade, muito criativa e eu sou uma pessoa criativa. Ao mesmo tempo, é muito matemática, e eu adoro matemática. Estudei Física e Matemática na universidade, por isso esta combinação de precisão e criatividade fez todo o sentido para mim”, afirma.

Em agosto de 2023, passou a integrar o 78.º Regimento de Assalto Aéreo como atiradora de curto alcance, dando cobertura a grupos de assalto em missões de combate.

Tetiana começou a dançar aos seis anos, tornou-se juíza de nível internacional e abriu o próprio estúdio, onde treinava crianças. A rotina era intensa, marcada por viagens constantes para competições no exterior. “Os meus dias eram muito preenchidos. Viajávamos para competir e representar a Ucrânia. Todas as semanas íamos para uma cidade diferente, descobríamos a Europa, a China. Era muito intenso, mas parecia rotina”, recorda.

A invasão russa interrompeu essa normalidade. Na manhã de fevereiro de 2022, percebeu que não poderia continuar a dançar enquanto o país estava sob ataque.

Tetiana encara cada missão com disciplina e sangue-frio, postura que atribui aos anos de trabalho com crianças e à exigência do esporte. Ainda assim, admite que a guerra a transformou profundamente. “Tornei-me uma pessoa completamente diferente. Sinto que já vivi todas as minhas emoções, sensações e momentos mais fortes. Quero continuar a viver, ir às montanhas, nadar no oceano. Mas percebo que não vou conseguir sentir as emoções como antes, porque as mais intensas já foram vividas”, desabafa.

Fonte: OGLOBO

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Mundo

Desaparecida há 24 anos é encontrada viva nos EUA e família cobra respostas

por Redação 23 de fevereiro de 2026

Após quase 25 anos de incerteza, Michele Hundley Smith, que havia desaparecido em dezembro de 2001, foi localizada viva na Carolina do Norte, nos Estados Unidos. O caso, que mobilizou autoridades e familiares por décadas, foi parcialmente esclarecido após investigadores receberem novas pistas neste mês.

Smith tinha 38 anos quando saiu de casa, na cidade de Eden, no condado de Rockingham, dizendo que iria fazer compras de Natal. Ela deixou três filhos, então com 19, 14 e 7 anos, e nunca mais retornou. O desaparecimento foi investigado por diferentes agências ao longo dos anos, incluindo o FBI, mas até então não havia respostas concretas.

Segundo o Gabinete do Xerife do Condado de Rockingham, o paradeiro foi confirmado na última sexta-feira. As autoridades informaram que receberam novas informações em 19 de fevereiro e conseguiram contato com ela no dia seguinte. A mulher pediu que sua localização não fosse divulgada publicamente.

A descoberta, embora traga alívio, não encerra as dúvidas. Para a família, a notícia provocou sentimentos contraditórios. “Dá vontade de sair gritando que ela está viva”, afirmou à emissora WFMYNews 2 a prima Barbara Byrd. Durante anos, segundo ela, os parentes não sabiam se estavam de luto ou apenas aguardando algum sinal.

Nas redes sociais, Amanda, filha de Smith, publicou um desabafo relatando alegria, raiva e tristeza diante da confirmação de que a mãe está viva. Ela mencionou a incerteza sobre uma possível reaproximação e recordou momentos de carinho e felicidade vividos na infância, apesar da dor causada pela ausência.

O desaparecimento marcou profundamente a família. Em publicações anteriores, Amanda relatava não saber sequer se a mãe ainda estava viva e descrevia o vazio deixado, especialmente na vida dos irmãos.

Uma página criada no Facebook para auxiliar nas buscas, intitulada “Bring Michele Hundley Smith Home”, reunia informações sobre o caso, incluindo o fato de que ela dirigia uma van Pontiac Trans Sport verde-escura de 1995 quando desapareceu — veículo que nunca foi localizado. Agora, segundo os administradores, o grupo deverá ser reutilizado para divulgar outros casos de pessoas desaparecidas.

Fonte: OGLOBO

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Tarifaço

Suprema Corte derruba tarifaço de Trump e nova taxa de 15% redefine cenário para o Brasil

por Redação 23 de fevereiro de 2026

A reviravolta na política comercial dos Estados Unidos provocou incertezas no mercado internacional. A decisão da Suprema Corte americana de invalidar o tarifaço imposto pelo presidente Donald Trump — seguida do anúncio de uma nova tarifa global de 15% — alterou de forma significativa o cenário das cobranças sobre produtos brasileiros exportados ao país.

Na prática, o tribunal anulou, na sexta-feira (20), todas as tarifas aplicadas com base na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA). Caíram, assim, a tarifa “recíproca” de 10%, anunciada em abril de 2025, e a sobretaxa de 40% imposta em julho do mesmo ano sobre diversos itens brasileiros por meio de carta enviada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

No entanto, no mesmo dia, Trump anunciou uma tarifa global temporária de 10% por até 150 dias, com fundamento na Seção 122 da Lei de Comércio de 1974. No sábado (21), o republicano elevou essa alíquota para 15%, afirmando que a medida busca corrigir “décadas de práticas comerciais injustas”.

As novas taxas entram em vigor à 00h01 (horário de Washington) da terça-feira (24) e atingem todos os países com relações comerciais com os EUA, com exceções para minerais críticos, produtos agrícolas e componentes eletrônicos.

Segundo o especialista em comércio exterior Jackson Campos, para a maioria dos produtos brasileiros permanece a tarifa normal já existente antes do tarifaço de 2025, acrescida do adicional temporário global de 15%. No caso do aço e do alumínio, as alíquotas de 50% — estabelecidas em junho de 2025 com base na Seção 232 — seguem em vigor e se somam aos 15%, mantendo elevado o custo desses insumos.

A cronologia do tarifaço mostra sucessivos aumentos e revisões. Após a taxa adicional de 10% em abril de 2025, Trump elevou em junho as tarifas sobre aço e alumínio para 50%. Em julho, anunciou nova elevação de 40%, levando diversos itens a uma alíquota total de 50%, embora com extensa lista de exceções. Em novembro, após negociações diretas com Lula, os EUA retiraram a tarifa de 40% para novos itens, incluindo café, carnes e frutas.

Com a decisão da Suprema Corte em 20 de fevereiro de 2026, foram invalidadas as tarifas baseadas na IEEPA, mas mantidas aquelas fundamentadas na Seção 232. No mesmo dia, surgiu a tarifa global temporária, posteriormente ampliada para 15%.

Relatório da Global Trade Alert aponta que Brasil e China são os mais beneficiados pela reconfiguração tarifária. O Brasil terá a maior redução nas tarifas médias, com queda de 13,6 pontos percentuais, seguido pela China (7,1 pontos) e Índia (5,6 pontos). Em contrapartida, aliados tradicionais dos EUA, como Reino Unido (+2,1 pontos), União Europeia (+0,8 ponto) e Japão (+0,4 ponto), enfrentarão encargos médios mais elevados.

O vice-presidente Geraldo Alckmin comemorou a decisão da Suprema Corte, avaliando que a derrubada do tarifaço restabelece condições equivalentes de competitividade. Após o anúncio da elevação para 15%, afirmou que a aplicação uniforme da alíquota não prejudica as empresas brasileiras e destacou que, em alguns setores, as tarifas foram zeradas, como combustível, carne, café, celulose, suco de laranja e aeronaves.

Alckmin também ressaltou que, antes da decisão judicial, 22% das exportações brasileiras estavam submetidas à sobretaxa de 40%. Segundo cálculo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), com base em dados de 2024 da Comissão de Comércio Internacional dos EUA (USITC), a derrubada do tarifaço afeta US$ 21,6 bilhões em exportações brasileiras.

A nova configuração mantém a pressão tarifária, mas reduz a intensidade das medidas específicas contra o Brasil, abrindo espaço para novas negociações diplomáticas previstas para março, durante visita do presidente Lula aos Estados Unidos.

Fonte: G1

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Mundo

‘Vou te matar’: advertência de advogado a ex-CEO da Victoria’s Secret vaza durante depoimento em caso Epstein

por Redação 20 de fevereiro de 2026

O bilionário e ex-CEO da Victoria’s Secret, Leslie Wexner, de 88 anos, depôs nesta semana perante o Comitê de Supervisão da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos sobre seus vínculos com o criminoso sexual Jeffrey Epstein, em sessão marcada por um episódio inusitado.

Durante o depoimento, o advogado de Wexner foi captado pelo microfone dizendo “vou te matar” de forma descontraída, instruindo o cliente a responder às perguntas. Wexner riu e respondeu “ok”.

No depoimento, Wexner reconheceu ter visitado a ilha de Epstein, mas negou conhecimento de qualquer atividade criminosa do financista e afirmou ter rompido relações com ele há quase duas décadas. Apesar de figurar nos arquivos do caso Epstein divulgados pelo Departamento de Justiça dos EUA e ser considerado pelo FBI como “coconspirador” de Epstein, junto a Ghislaine Maxwell, Leslie Groff e Jean-Luc Brunel, Wexner não enfrenta acusações criminais.

O ex-CEO também admitiu ter enviado uma mensagem de aniversário a Epstein com desenho de seios femininos, semelhante a mensagens enviadas pelo presidente Donald Trump e pelo ex-presidente Bill Clinton em 2003. Wexner explicou que contratou Epstein como seu gestor financeiro pessoal a partir da década de 1980 e que rompeu relações com ele em 2007, após a primeira acusação formal do financista.

Em declaração por escrito, Wexner afirmou: “Nunca testemunhei nem tive conhecimento das atividades criminosas de Epstein. Nunca fui participante nem coconspirador em qualquer uma de suas atividades ilegais.” Parlamentares democratas destacaram, no entanto, que Wexner foi um dos principais financiadores de Epstein.

Fonte: G1

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Tarifaço

Suprema Corte dos EUA declara tarifaço de Trump ilegal e muda regras para tarifas

por Redação 20 de fevereiro de 2026

A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu nesta sexta-feira (20) que o tarifaço imposto pelo presidente Donald Trump é ilegal, violando uma lei federal. O parecer da maioria foi redigido pelo juiz-chefe John Roberts, e a decisão foi aprovada por 6 votos a 3, com votos divergentes de Clarence Thomas, Samuel Alito e Brett Kavanaugh.

Segundo Roberts, Trump reivindicou “o poder extraordinário de impor unilateralmente tarifas de valor, duração e alcance ilimitados”, sem uma autorização clara do Congresso. A Corte considerou insuficiente o uso da Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA), de 1977, que permite ao presidente regular ou proibir transações internacionais em situação de emergência nacional.

Na prática, a decisão limita a capacidade do presidente de impor tarifas unilateralmente. Qualquer novo projeto de taxação precisará passar pelo Congresso antes de entrar em vigor, exigindo articulação política. Além disso, o governo americano pode ser obrigado a devolver parte dos bilhões arrecadados com as tarifas contestadas: até 14 de dezembro, foram registrados US$ 134 bilhões em receitas de mais de 301 mil importadores, segundo dados da Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA.

O tarifaço começou em abril de 2025, quando Trump aplicou tarifas adicionais de 10% a todos os países e, em alguns casos, aumentou a alíquota para até 50%, incluindo produtos brasileiros, em meio a questões políticas envolvendo Bolsonaro e decisões do STF. Negociações posteriores entre Lula e Trump reduziram ou zeraram as tarifas para produtos como carnes, café, açaí, coco e castanhas.

A decisão da Suprema Corte confirma que qualquer imposição futura de tarifas de grande impacto econômico precisará do aval do Congresso, marcando uma derrota importante à política unilateral de Trump em comércio exterior.

Fonte: CBN

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Tarifaço

Suprema Corte dos EUA derruba “tarifaço” imposto por Trump

por Redação 20 de fevereiro de 2026

A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu nesta sexta-feira (20) que o presidente Donald Trump extrapolou sua autoridade ao impor um aumento amplo de tarifas sobre importações de quase todos os parceiros comerciais do país, incluindo o Brasil. A decisão foi tomada por 6 votos a 3, com o presidente do tribunal, John Roberts, redigindo o parecer da maioria, enquanto Clarence Thomas, Samuel Alito e Brett Kavanaugh registraram votos divergentes. Roberts afirmou que Trump deveria “apontar para uma autorização clara do Congresso” para justificar o chamado tarifaço.

A ação judicial foi movida por empresas afetadas pelas tarifas e 12 estados americanos, a maioria governados por democratas, que contestavam o uso sem precedentes da Lei de Poderes Econômicos em Emergência Internacional (IEEPA). A lei havia sido usada para impor tarifas sem aprovação do Congresso, algo nunca antes feito, e o processo judicial se arrastava desde meados de 2025.

Na prática, a decisão derruba tarifas de 10% ou mais aplicadas desde abril de 2025 à maioria dos parceiros comerciais, mas não afeta tarifas específicas sobre aço e alumínio, baseadas na “Seção 232 do Trade Expansion Act de 1962”, voltada à segurança nacional. Além disso, o governo americano pode ser obrigado a devolver parte dos bilhões arrecadados, estimados em mais de US$ 175 bilhões (aproximadamente R$ 912,5 bilhões).

A Corte reafirmou que, segundo a Constituição dos EUA, o poder de criar impostos e tarifas é exclusivo do Congresso. Embora Trump tenha alegado que a IEEPA permitia a imposição de tarifas, os juízes consideraram que a lei não menciona explicitamente a criação de impostos, apenas a regulação de importações em situações de emergência nacional.

Apesar da decisão, juízes dissidentes observaram que o presidente ainda poderia tentar impor tarifas por meio de outras leis específicas, como a Lei de Expansão Comercial de 1962 ou a Lei de Comércio de 1974. O caso destaca limites claros à autoridade presidencial e abre caminho para mudanças significativas na política comercial americana.

Tarifas sobre produtos brasileiros, aplicadas a partir de abril de 2025, chegaram a 50% em alguns itens, mas negocições posteriores com o presidente Lula reduziram a alíquota de 40% para certos produtos, incluindo café, carnes e frutas.

Fonte: G1

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Mundo

Arquivos de Epstein colocam Andrew sob investigação e prisão pode ser só o começo

por Redação 20 de fevereiro de 2026

A prisão do ex-príncipe Andrew Mountbatten-Windsor, por volta das 8h desta quinta-feira (19), não tem relação com as acusações feitas por Virginia Giuffre. A detenção decorre de informações reveladas nos chamados arquivos de Jeffrey Epstein, divulgados em janeiro, sobre atividades desempenhadas por Andrew quando atuava como enviado comercial do governo britânico.

O foco da investigação recai sobre e-mails encontrados nesses arquivos, supostamente trocados entre Andrew e o criminoso sexual Jeffrey Epstein. Um dos pontos que chamaram atenção envolve uma mensagem enviada em novembro de 2010. Após retornar de uma viagem oficial à Ásia financiada pelo governo do Reino Unido, Andrew recebeu relatórios sobre os países visitados e, cinco minutos depois, teria encaminhado o material a Epstein, que já havia sido condenado por crimes sexuais.

Outro e-mail, datado da véspera de Natal daquele ano, indicaria o envio de informações confidenciais sobre oportunidades de investimento na reconstrução da província de Helmand, no Afeganistão — então supervisionada pelas Forças Armadas britânicas e custeada com recursos públicos. Em fevereiro de 2011, Andrew também teria sugerido que Epstein investisse em uma empresa de private equity visitada dias antes.

Essas mensagens teriam servido de ponto de partida para a investigação conduzida pela polícia de Thames Valley. No entanto, fontes indicam que a apuração não se limita aos e-mails já divulgados. Investigadores devem ter buscado cooperação do governo britânico e do palácio para acessar comunicações adicionais. O palácio afirmou, na segunda-feira, que apoiaria a investigação.

A análise também inclui cerca de três milhões de documentos que compõem os arquivos de Epstein, além de pedidos formais ao FBI e ao Departamento de Justiça dos Estados Unidos. A Agência Nacional de Combate ao Crime auxilia as autoridades britânicas.

Andrew foi liberado na noite de quinta-feira, mas permanece sob investigação. Até o momento, não houve acusação formal. Ele nega irregularidades relacionadas à sua ligação com Epstein e não respondeu a questionamentos específicos sobre os arquivos divulgados. A prisão não tem conexão com as alegações de Giuffre, que resultaram em acordo financeiro extrajudicial em 2022, sem admissão de culpa.

Em casos de crimes de colarinho branco, é comum que detenções sejam temporárias para interrogatórios e buscas. A liberação não impede novas oitivas.

Agora, investigadores e promotores do Ministério Público da Coroa avaliam se há provas suficientes para apresentar denúncia formal. Caso o processo avance, será registrado como “R versus Mountbatten-Windsor” — juridicamente, o rei contra o irmão do rei.

Fonte: G1

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Mundo

Trump manda abrir arquivos sobre alienígenas após fala de Obama e eleva tensão política

por Redação 20 de fevereiro de 2026

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (19) que determinou ao Secretário da Guerra e a outros departamentos e agências a divulgação de documentos governamentais sobre “vida alienígena e extraterrestre, fenômenos aéreos não identificados (UAPs) e objetos voadores não identificados (OVNIs)”.

A ordem foi anunciada após a repercussão de uma entrevista do ex-presidente Barack Obama ao apresentador Brian Tyler Cohen, divulgada no sábado (14). Questionado se alienígenas são reais, o democrata respondeu: “Eles são reais, mas eu não os vi, e não estão sendo mantidos na ‘Área 51’. Não há nenhuma instalação subterrânea, a menos que haja essa enorme conspiração e eles tenham escondido isso do presidente dos Estados Unidos”.

Trump acusou Obama de divulgar informações sigilosas ao afirmar que alienígenas seriam reais, embora não tenha apresentado evidências para sustentar a alegação. “Ele tirou isso de informações sigilosas… Ele não deveria fazer isso”, declarou a repórteres a bordo do Air Force One, durante viagem à Geórgia. “Ele cometeu um grande erro.”

A Área 51, base confidencial da Força Aérea em Nevada, é alvo frequente de teorias da conspiração que apontam suposta guarda de corpos extraterrestres e destroços de naves. Documentos da CIA divulgados em 2013 indicaram que o local foi utilizado para testes de aviões espiões ultrassecretos.

Não há indicação de que Obama tenha se baseado em dados classificados. Em publicação no Instagram no domingo (15), o ex-presidente afirmou: “Não vi nenhuma evidência durante minha presidência de que extraterrestres tenham feito contato conosco. Sério!”. Ele acrescentou que acredita na possibilidade estatística de vida fora da Terra devido à vastidão do universo, mas considerou baixas as chances de visitação à Terra por causa das distâncias envolvidas.

Questionado nesta quinta-feira, Trump declarou: “Eu não sei se eles são reais ou não”, ao ser perguntado se viu provas da existência de alienígenas.

A Casa Branca informou que não tinha comentários adicionais. O escritório de Obama não respondeu aos pedidos de posicionamento até o momento.

Nos últimos anos, o Pentágono intensificou investigações sobre relatos de OVNIs. Em 2022, líderes militares afirmaram não ter encontrado evidências de que alienígenas tenham visitado a Terra. Relatório divulgado em 2024 concluiu que apurações conduzidas desde o fim da Segunda Guerra Mundial não identificaram tecnologia extraterrestre, indicando que a maioria dos avistamentos envolvia objetos ou fenômenos comuns interpretados de forma equivocada.

Fonte: G1

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Mundo

Suprema Corte decide futuro do tarifaço de Trump e pode mexer com dólar e Brasil

por Redação 20 de fevereiro de 2026

A Suprema Corte dos Estados Unidos deve se manifestar nesta sexta-feira (19) sobre a legalidade do chamado tarifaço imposto pelo presidente Donald Trump a diversos países. O julgamento vai definir se o presidente poderia ter imposto tarifas de forma unilateral, sem aval do Congresso — uma decisão considerada crucial para o dólar, os juros, o comércio global e a economia brasileira.

Pela Constituição americana, a criação de impostos e tarifas é atribuição do Congresso. Trump sustenta que a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA), de 1977, permite a adoção dessas medidas em situações excepcionais. Embora a legislação já tenha fundamentado sanções e restrições comerciais, nunca havia sido usada para tarifas de alcance tão amplo, ponto central das contestações feitas por empresas e governos estaduais. Até agora, três instâncias inferiores rejeitaram os argumentos do governo, e a palavra final caberá à Suprema Corte.

Se Trump vencer, as tarifas impostas desde abril de 2025 — entre 10% e 50% — permanecem válidas e passam a ser consideradas legais. Para Jackson Campos, especialista em comércio exterior, isso consolida as tarifas como instrumento legítimo de política econômica e amplia o risco de novas elevações, mantendo o ambiente comercial instável. No mercado financeiro, o efeito tende a fortalecer o dólar. “Tarifas geram inflação, que exige juros altos, que fortalecem o dólar”, afirma Sérgio Brotto, CEO da Dascam Corretora de Câmbio.

Tarifas elevam o custo de importados, pressionam a inflação e podem levar o Federal Reserve a manter juros altos por mais tempo. Juros elevados tornam os EUA mais atrativos ao capital estrangeiro, ampliando a demanda por dólares. Brotto afirma que o país se transforma em um “aspirador de capital”. Em janeiro, os preços ao consumidor nos EUA subiram 0,2%, acumulando 2,4% em 12 meses, acima da meta de 2%. Na última reunião, em 27 e 28 de janeiro, o Fed manteve os juros inalterados, contrariando pressões de Trump por cortes.

Se a Suprema Corte considerar as tarifas ilegais, a cobrança tende a ser suspensa. A devolução automática dos valores arrecadados não é garantida. Segundo Campos, empresas precisarão acionar mecanismos administrativos ou judiciais individuais para tentar reaver parte do que pagaram. Trump afirmou na rede Truth Social que uma decisão contrária poderia obrigar os EUA a devolver centenas de bilhões de dólares e gerar “completo caos”.

Para o mercado, uma derrota tende a enfraquecer o dólar. Sem a pressão inflacionária das tarifas, o Fed teria mais espaço para cortar juros, reduzindo a atratividade da moeda americana. Nesse cenário, cresce a disposição de investidores para aplicar recursos em mercados emergentes, como o Brasil. O resultado prático incluiria dólar mais fraco, maior entrada de capital externo, valorização do real e possível redução das expectativas de juros no Brasil.

Mesmo com eventual derrota, o governo pode buscar outras bases legais para impor tarifas, como argumentos de segurança nacional ou práticas comerciais desleais. Assim, o julgamento reduz a insegurança jurídica, mas não elimina totalmente a incerteza. Pelo menos US$ 90 bilhões (R$ 483 bilhões) em tributos de importação já recolhidos podem ser impactados — cerca de metade da arrecadação tarifária dos EUA em 2025 até setembro, segundo analistas do Wells Fargo.

Para a economia americana, a derrubada das tarifas pode reduzir custos de importação, aliviar pressões inflacionárias e melhorar a competitividade industrial, mas também implicar perda de arrecadação e efeitos políticos internos.

No Brasil, os impactos variam conforme o desfecho. Se Trump vencer, exportadores brasileiros tendem a enfrentar custos elevados e perda de competitividade em um ambiente de instabilidade. Se perder, abre-se espaço para retomada das exportações, com maior previsibilidade de preços e menor pressão cambial.

Atualmente, as exportações brasileiras aos EUA se dividem entre produtos sem tarifas adicionais e mercadorias sujeitas a sobretaxa de 40%. Em 2025, Trump iniciou tarifas de 10% em abril, elevou para até 50% em julho — com vigência em agosto e exclusão de 700 itens — e, em novembro, retirou a taxa de 10%, mantendo a maior sobre determinados produtos e removendo a sobretaxa de 40% para itens como café, carnes e frutas.

Fonte: G1

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