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Trump ataca Papa Leão XIV, chama pontífice de “fraco” e politiza tensão com Igreja

por Redação 13 de abril de 2026

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elevou o tom contra o Papa Leão XIV neste domingo (12) ao chamá-lo publicamente de “fraco” e afirmar que sua postura estaria prejudicando a Igreja Católica. As declarações foram feitas na rede social Truth Social e ampliam a tensão entre o líder político e o chefe da Igreja.

Na publicação, Trump criticou duramente a atuação do pontífice, afirmando que ele é “fraco no combate ao crime e péssimo em política externa”. O presidente também declarou preferir o irmão do Papa e disse não querer “um Papa que ache tudo bem o Irã ter uma arma nuclear”. Em outro trecho, Trump afirmou que Leão XIV só ocupa o cargo por ele estar na presidência dos EUA, sugerindo que sua eleição teria sido influenciada por esse contexto.

O republicano também atacou encontros do pontífice com figuras ligadas ao Partido Democrata, como David Axelrod, e acusou o Papa de ceder à “esquerda radical”. Ao final, afirmou que Leão XIV “deveria se recompor” e focar em seu papel religioso, deixando de lado posicionamentos políticos. Minutos depois, Trump publicou uma imagem gerada por inteligência artificial em que aparece com vestes religiosas, em um cenário com símbolos dos Estados Unidos.

As críticas ocorreram no mesmo dia em que o Papa Leão XIV fez apelos por paz internacional. Durante a oração Regina Caeli, o pontífice pediu cessar-fogo no Líbano, onde o conflito no Oriente Médio entra na sétima semana, e destacou a “obrigação moral de proteger a população civil”. Ele também mencionou as guerras na Ucrânia e no Sudão, defendendo atenção contínua da comunidade internacional e diálogo entre as partes.

O episódio evidencia o choque entre posicionamentos políticos e religiosos em meio a crises globais e reacende o debate sobre os limites da atuação pública de líderes religiosos em temas internacionais.

Fonte: G1

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Mundo

Imagem de 250 cães amontoados choca Reino Unido e expõe crise crescente de maus-tratos

por Redação 10 de abril de 2026

Uma imagem considerada “chocante” revelou a realidade de mais de 250 cães encontrados amontoados dentro de uma casa no Reino Unido, em um caso que acendeu o alerta para o aumento de situações de superlotação animal. O resgate ocorreu em janeiro, em local não divulgado, e foi conduzido pela organização de proteção animal RSPCA.

Segundo a entidade, os animais — todos mestiços de poodle — viviam em condições que saíram rapidamente do controle, em meio a circunstâncias familiares adversas. Apesar do cenário inicial crítico, a recuperação dos cães tem surpreendido. “Surpreendentemente, eles estão indo muito, muito bem”, afirmou Lee Hopgood, superintendente da RSPCA para o norte da Inglaterra.

Muitos dos cães precisaram de tratamento imediato, principalmente devido a pelos encravados e emaranhados. Dos mais de 250 resgatados, 87 foram encaminhados para unidades da RSPCA, enquanto os demais ficaram sob cuidados da Dogs Trust, outra organização beneficente.

Após receberem atendimento veterinário e suporte comportamental, parte dos animais já foi adotada. Outros seguem em recuperação, incluindo filhotes que nasceram após o resgate. Um dos casos é o de Boone, cão que chegou desnutrido e com inflamações, e hoje se adapta gradualmente a uma nova rotina. Segundo seu tutor, o animal sequer reconhecia objetos básicos, como coleiras, e precisou ser introduzido lentamente a estímulos externos.

A RSPCA informou que não dará continuidade a ações legais contra os responsáveis, citando a “extrema vulnerabilidade” dos proprietários. A organização também reforçou que a imagem divulgada não é falsa, após questionamentos nas redes sociais, e representa uma “realidade alarmante”.

Dados da entidade apontam que casos envolvendo grande número de animais cresceram 70% na Inglaterra e no País de Gales desde 2021. Entre as possíveis causas estão problemas de saúde mental, dificuldades financeiras e práticas inadequadas de criação.

O episódio reacende o debate sobre maus-tratos e guarda responsável, tema que também preocupa no Brasil, onde a legislação prevê punições para práticas como abandono, confinamento inadequado e agressões.

Fonte: G1

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Mundo

Reino Unido expõe operação secreta contra submarinos russos e eleva tensão com Moscou

por Redação 9 de abril de 2026

O governo do Reino Unido revelou nesta quinta-feira (9) uma operação militar secreta para conter a presença de submarinos russos em águas britânicas, em um episódio que amplia a tensão entre Londres e Moscou. Segundo o ministro da Defesa, John Healey, embarcações da Rússia permaneceram por cerca de um mês na região antes de serem monitoradas e afastadas.

De acordo com o governo britânico, os submarinos tinham capacidade de ataque, espionagem e sabotagem, e estariam tentando atingir cabos submarinos e oleodutos estratégicos da Europa. Em resposta, o Reino Unido mobilizou suas Forças Armadas em uma ação conjunta com a Noruega, que enviou aeronaves de patrulha marítima e uma fragata para reforçar a operação.

Healey afirmou que a decisão de tornar a operação pública tem caráter estratégico, como forma de enviar um recado direto ao presidente russo, Vladimir Putin. “Nós o vemos. Vemos sua atividade sobre nossos cabos e oleodutos, e qualquer tentativa de danificá-los não será tolerada”, declarou.

Segundo o ministro, a ação russa envolveu um submarino de ataque da classe Akula e dois submarinos-espiões ligados à Diretoria Principal de Pesquisa em Águas Profundas (GUGI), conhecida por operações sensíveis no fundo do mar. Apesar da movimentação, não foram registrados danos às estruturas submarinas.

Ainda conforme o relato britânico, os submarinos deixaram a região e seguiram para o norte sem resistência após serem monitorados pelas forças europeias. Até a última atualização, o Kremlin não havia se manifestado sobre as acusações.

O episódio ocorre em um contexto de crescente vigilância sobre infraestruturas críticas no fundo do mar, consideradas estratégicas para comunicações e energia na Europa, e reforça o clima de desconfiança entre potências.

Fonte: G1

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Irã x EUA

Irã desafia pressão dos EUA e mantém programa nuclear em meio a negociações tensas

por Redação 9 de abril de 2026

O Irã voltou a endurecer o discurso contra os Estados Unidos ao afirmar que não pretende interromper o enriquecimento de urânio, uma das principais exigências de Washington para avançar nas negociações de paz. A declaração foi feita nesta quinta-feira (9) por Mohammad Eslami, chefe da Organização de Energia Atômica do país.

Segundo Eslami, o programa nuclear iraniano não será limitado, apesar das pressões internacionais e das sanções impostas ao país. Em tom contundente, ele afirmou que “nenhuma lei ou pessoa pode nos impedir” de seguir com o enriquecimento, classificando como ineficazes as ações dos adversários, incluindo o que chamou de “guerra selvagem”.

A posição do governo iraniano reforça o impasse diplomático às vésperas da retomada das negociações entre os dois países, previstas para começar nesta sexta-feira (10), no Paquistão. As tratativas buscam encerrar de forma definitiva o conflito que também envolve Israel e ocorre sob um cessar-fogo considerado frágil.

Do lado americano, a Casa Branca mantém posição firme contra qualquer tipo de enriquecimento de urânio pelo Irã. O presidente Donald Trump declarou que não aceitará as condições propostas por Teerã e afirmou que não haverá enriquecimento, além de mencionar a remoção de material nuclear com apoio dos EUA.

O impasse evidencia a distância entre as exigências das duas potências e coloca em risco o avanço das negociações. Enquanto isso, o cessar-fogo iniciado na última terça-feira (7) já é alvo de acusações de violação por parte do Irã, aumentando a tensão no cenário internacional.

Fonte: METRÓPOLES

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Irã x EUA

Cessar-fogo EUA-Irã enfrenta impasses sobre urânio, Líbano e plano de 10 pontos

por Redação 9 de abril de 2026

O cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã, anunciado há dois dias, segue instável e repleto de divergências. Apesar da trégua, ataques foram registrados nos dois lados, e o Estreito de Ormuz foi reaberto apenas por algumas horas.

As negociações para um acordo definitivo começam nesta sexta-feira (10) em Islamabad, no Paquistão. Entre os principais pontos de divergência estão:

  1. Plano de 10 pontos: o Irã apresentou uma lista de dez pontos como base para o cessar-fogo. Os EUA consideraram a proposta “inaceitável” e passaram a negociar uma versão mais condensada, enquanto o Irã mantém a lista original como referência.
  2. Compromisso nuclear: o enriquecimento de urânio, previsto no plano iraniano, divide as partes. O Irã defende a manutenção do programa, enquanto os EUA afirmam que todo o material nuclear deve ser removido ou monitorado, apontando divergências nas interpretações do acordo.
  3. Inclusão do Líbano: o Irã e o Paquistão consideram que a trégua cobre ataques ao Líbano, mas Israel e EUA excluem o país do cessar-fogo, citando confrontos com o Hezbollah. Bombardeios israelenses deixaram ao menos 254 mortos e mais de 830 feridos nesta quarta-feira (8).

O cessar-fogo tem duração de duas semanas e ocorre em paralelo às negociações oficiais, que buscam um acordo de paz mais amplo.

Fonte: G1

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Mundo

Lado oculto da Lua volta ao centro da corrida espacial e revela pistas cruciais sobre o Sistema Solar

por Redação 8 de abril de 2026

A face oculta da Lua voltou ao centro das atenções após a missão Artemis 2, da Nasa, levar astronautas a orbitar a região pela primeira vez desde 1972. Segundo o comandante Reid Wiseman, a tripulação testemunhou paisagens jamais vistas por humanos, marcando um avanço histórico na exploração espacial.

Apesar do nome, o chamado “lado oculto” não permanece no escuro. Ele recebe luz solar como qualquer outra parte do satélite, mas não pode ser visto da Terra devido à rotação sincronizada da Lua — fenômeno que faz com que ela leve o mesmo tempo para girar em torno de si e do nosso planeta, mantendo sempre a mesma face voltada para nós.

Essa característica torna a região de difícil acesso e comunicação. Missões que chegam até lá dependem de satélites intermediários para transmitir dados, o que aumenta a complexidade e os riscos das operações. Ainda assim, países como a China já enviaram sondas ao local, incluindo a Chang’e 6, que trouxe amostras inéditas para análise.

Do ponto de vista científico, o lado oculto é considerado um “arquivo” mais preservado da história do Sistema Solar. Sua crosta é mais antiga e espessa, com relevo acidentado e repleto de crateras, resultado de impactos ocorridos há bilhões de anos. Entre os destaques está o Mare Orientale, uma gigantesca formação de 930 km que ajuda a entender o chamado Bombardeio Intenso Tardio.

Além disso, estudos recentes indicam que essa região é até 100 °C mais fria que a face visível e possui menor presença de água congelada. Essas diferenças reforçam hipóteses sobre a formação da Lua e a influência térmica da Terra nesse processo.

O interesse estratégico também é crescente. O lado oculto oferece condições ideais para radiotelescópios, livres de interferência da Terra, e pode abrigar futuras bases espaciais. Há ainda expectativa sobre a exploração de recursos como hélio-3 e minerais raros, com potencial energético e econômico significativo.

Com novas missões planejadas por potências como EUA, China, Índia e Rússia, a região deixa de ser apenas um mistério e passa a ser vista como peça-chave no futuro da exploração espacial — e até na disputa por recursos fora da Terra.

Fonte: G1

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Irã x EUA

Petróleo despenca com trégua entre EUA e Irã e expõe fragilidade do plano de combustíveis no Brasil

por Redação 8 de abril de 2026

O anúncio de um cessar-fogo de duas semanas entre Estados Unidos e Irã provocou uma queda brusca nos preços globais do petróleo e animou os mercados financeiros nesta semana. O barril do tipo Brent recuou cerca de 13%, sendo negociado a US$ 94,80, enquanto o petróleo dos EUA caiu mais de 15%, a US$ 95,75.

Apesar da forte baixa, os preços ainda permanecem acima do patamar anterior ao início do conflito, em 28 de fevereiro, quando o barril custava cerca de US$ 70. A reabertura do Estreito de Ormuz, rota estratégica para o comércio global de petróleo, foi determinante para aliviar a pressão sobre os mercados.

No Brasil, a queda pode trazer alívio, especialmente no custo dos combustíveis. O país vinha enfrentando alta nos preços e dependia de um pacote do governo federal para conter o impacto, principalmente no diesel — essencial para o transporte de mercadorias e da produção agrícola.

O governo Lula já havia anunciado R$ 30 bilhões em medidas, incluindo subsídios e redução de impostos, com o objetivo de reduzir o preço do diesel em até R$ 0,64 por litro. Posteriormente, a subvenção foi ampliada, podendo chegar a R$ 1,12 por litro produzido no país. Também houve isenção de tributos sobre o querosene de aviação e criação de linhas de crédito para o setor.

No entanto, o plano enfrenta entraves. Grandes distribuidoras como Vibra, Ipiranga e Raízen — responsáveis por metade das importações privadas de diesel — não aderiram às medidas, alegando limitações impostas pela política de preços da ANP. Com isso, os efeitos do pacote ainda não chegaram integralmente ao consumidor.

Nesse cenário, a queda internacional do petróleo surge como um fator externo capaz de amenizar os preços internos, mesmo diante das dificuldades de implementação das políticas públicas.

Enquanto isso, o impacto global segue relevante. Mercados asiáticos reagiram com fortes altas, e o cessar-fogo trouxe alívio após semanas de tensão que afetaram o fornecimento de energia. Ainda assim, especialistas alertam que a recuperação total da produção no Oriente Médio pode levar meses — ou até anos — devido aos danos à infraestrutura.

O recuo do petróleo, portanto, representa um respiro imediato, mas não elimina as incertezas sobre a estabilidade energética global e seus reflexos no Brasil.

Fonte: epocanegocios

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Irã x EUA

Tecnologia secreta da CIA rastreia batimentos cardíacos e localiza piloto abatido no Irã

por Redação 8 de abril de 2026

Uma tecnologia inédita da CIA, capaz de detectar batimentos cardíacos a longa distância, foi utilizada pela primeira vez em uma operação real para localizar e resgatar um aviador americano abatido no sul do Irã. A informação foi divulgada pelo jornal New York Post, com base em fontes com conhecimento direto da missão.

Batizado de “Ghost Murmur”, o sistema combina magnetometria quântica com inteligência artificial para identificar a assinatura eletromagnética de um coração humano, distinguindo-a do ruído ambiente. O nome faz referência à capacidade de encontrar pessoas ocultas (“Ghost”) a partir do “sussurro” dos batimentos cardíacos (“Murmur”).

O piloto, identificado como “Cara 44 Bravo”, sobreviveu por dois dias escondido em uma fenda de montanha após seu caça F-15 ser abatido. Durante esse período, forças iranianas realizavam buscas na região, inclusive com recompensa por sua captura, o que aumentava o risco da operação.

Segundo o relato, as condições ambientais foram determinantes para o sucesso da tecnologia. A baixa interferência eletromagnética, o isolamento da área e o contraste térmico do deserto facilitaram a detecção do sinal vital. Apesar de o aviador ter acionado um dispositivo tradicional de localização, sua posição exata só foi confirmada quando ele deixou o esconderijo para emitir o sinal.

A ferramenta teria sido desenvolvida pela divisão Skunk Works, da Lockheed Martin, e testada anteriormente em helicópteros Black Hawk, com potencial uso futuro em caças F-35. A empresa não comentou o caso.

A operação de resgate mobilizou centenas de militares e diversas aeronaves. Dois aviões chegaram a ser inutilizados e destruídos no solo, mas não houve registro de baixas entre as forças americanas.

Autoridades dos Estados Unidos mencionaram a tecnologia de forma indireta. O diretor da CIA afirmou que foi possível confirmar que o piloto estava vivo e escondido, enquanto o então presidente comparou a missão a “encontrar uma agulha no palheiro”.

Ainda não há informações detalhadas sobre o tempo de processamento da tecnologia nem sobre possíveis aplicações ofensivas, mantendo o programa envolto em sigilo.

Fonte: OGLOBO

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Irã x EUA

EUA e Irã marcam reunião decisiva por fim da guerra, mas tensão e desconfiança persistem

por Redação 8 de abril de 2026

Estados Unidos e Irã vão se reunir na próxima sexta-feira (10), em Islamabad, no Paquistão, para negociar um acordo definitivo que encerre a guerra entre os dois países, conflito que também envolve Israel. O encontro foi anunciado pelo primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, mediador das negociações.

Segundo Sharif, as partes concordaram com um cessar-fogo imediato e enviarão delegações à capital paquistanesa para avançar nas tratativas. O acordo de não agressão terá duração inicial de duas semanas, período em que o Estreito de Ormuz — rota estratégica por onde passa grande parte do petróleo mundial — permanecerá aberto.

O Irã confirmou presença e deve enviar uma comitiva liderada pelo presidente do Parlamento, Mohammad Bagher Ghalibaf, e pelo chanceler Abbas Araqchi. Já os Estados Unidos ainda não divulgaram oficialmente seus representantes, embora fontes indiquem que o vice-presidente J.D. Vance pode chefiar a delegação, com possível participação de Steve Witkoff e Jared Kushner.

O presidente Donald Trump afirmou que os objetivos militares dos EUA já foram alcançados e que há avanço significativo rumo a um acordo de paz. Segundo ele, uma proposta iraniana de 10 pontos serve como base viável para negociação, e “quase todas as divergências” já teriam sido resolvidas. Ainda assim, o prazo de duas semanas foi estabelecido para conclusão do acordo.

Do lado iraniano, o chanceler Araqchi confirmou a suspensão de ações defensivas, condicionada à interrupção dos ataques contra o país. Ele também destacou que o tráfego no Estreito de Ormuz será permitido durante a trégua, sob coordenação das Forças Armadas iranianas.

A proposta apresentada por Teerã inclui exigências como o fim das sanções dos EUA, pagamento de compensações, liberação de ativos congelados, reconhecimento do enriquecimento de urânio e retirada de forças americanas da região. Também prevê a cessação dos conflitos em todas as frentes, incluindo o Líbano.

Apesar do avanço diplomático, o cenário segue instável. Ataques recentes na região elevaram o temor de escalada, incluindo bombardeios a infraestruturas estratégicas e ameaças envolvendo instalações nucleares e energéticas. Especialistas alertam para riscos de impactos globais, desde crise energética até possíveis desastres ambientais.

O encontro em Islamabad é visto como um ponto crítico nas negociações. Embora haja sinais de avanço, as divergências históricas e a desconfiança entre as partes ainda colocam em dúvida a consolidação de uma paz duradoura.

Fonte: G1

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Irã x EUA

Irã fecha novamente o Estreito de Ormuz e ameaça romper trégua em meio à escalada de ataques no Líbano

por Redação 8 de abril de 2026

O Irã voltou a fechar o Estreito de Ormuz nesta quarta-feira (8) e ameaçou romper o cessar-fogo anunciado na véspera, caso Israel não interrompa os ataques ao Líbano. A decisão, divulgada por agências estatais iranianas, eleva a tensão no Oriente Médio e coloca em risco um dos principais acordos recentes para conter a guerra na região.

Segundo a agência Fars, o bloqueio da rota marítima — por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial — foi motivado pelo que Teerã classificou como “violações de Israel ao cessar-fogo”. O regime iraniano também prometeu “punir” Israel pelos ataques ao Hezbollah e afirmou que suas Forças Armadas já estão identificando alvos para responder às ofensivas desta quarta-feira, conforme relataram Tasnim e PressTV.

A reação iraniana ocorre após Israel realizar o maior ataque contra o território libanês desde o início do conflito, atingindo mais de 100 centros de comando e instalações militares do Hezbollah. O premiê Benjamin Netanyahu afirmou que o cessar-fogo não se aplica ao Líbano, contrariando o Paquistão, mediador do acordo, que havia garantido a interrupção dos ataques em todas as frentes.

O governo libanês acusou Israel de bombardear áreas densamente povoadas e informou que os ataques deixaram centenas de vítimas, entre mortos e feridos. Autoridades pediram a liberação das ruas de Beirute para a passagem de ambulâncias, evidenciando o agravamento da crise humanitária no país.

Paralelamente, países do Golfo relataram ataques iranianos com mísseis e drones após a entrada em vigor da trégua. O Catar afirmou ter interceptado projéteis, enquanto uma fonte saudita indicou que um oleoduto foi atingido. O acordo previa que o Irã também suspenderia ações retaliatórias contra vizinhos aliados dos Estados Unidos.

O conflito entre Israel e Hezbollah, retomado no início de março após ataques cruzados, já deixou mais de 1.500 mortos e 4.800 feridos no Líbano, segundo o governo local. Israel mantém operações militares no sul do país e bombardeios em regiões estratégicas, alegando combater o grupo apoiado por Teerã.

No cenário diplomático, o Paquistão reforçou o apelo pelo cumprimento do cessar-fogo, enquanto negociações entre Irã e Estados Unidos estão previstas para sexta-feira (10), em Islamabad. O acordo envolve exigências como limitação do programa nuclear iraniano e suspensão de sanções, mas segue cercado de divergências.

O fechamento do Estreito de Ormuz volta a pressionar os mercados globais e amplia os riscos econômicos e militares, em um momento em que a trégua já demonstra sinais claros de fragilidade.

Fonte: G1

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