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Mundo

Irã x EUA

Tecnologia secreta da CIA rastreia batimentos cardíacos e localiza piloto abatido no Irã

por Redação 8 de abril de 2026

Uma tecnologia inédita da CIA, capaz de detectar batimentos cardíacos a longa distância, foi utilizada pela primeira vez em uma operação real para localizar e resgatar um aviador americano abatido no sul do Irã. A informação foi divulgada pelo jornal New York Post, com base em fontes com conhecimento direto da missão.

Batizado de “Ghost Murmur”, o sistema combina magnetometria quântica com inteligência artificial para identificar a assinatura eletromagnética de um coração humano, distinguindo-a do ruído ambiente. O nome faz referência à capacidade de encontrar pessoas ocultas (“Ghost”) a partir do “sussurro” dos batimentos cardíacos (“Murmur”).

O piloto, identificado como “Cara 44 Bravo”, sobreviveu por dois dias escondido em uma fenda de montanha após seu caça F-15 ser abatido. Durante esse período, forças iranianas realizavam buscas na região, inclusive com recompensa por sua captura, o que aumentava o risco da operação.

Segundo o relato, as condições ambientais foram determinantes para o sucesso da tecnologia. A baixa interferência eletromagnética, o isolamento da área e o contraste térmico do deserto facilitaram a detecção do sinal vital. Apesar de o aviador ter acionado um dispositivo tradicional de localização, sua posição exata só foi confirmada quando ele deixou o esconderijo para emitir o sinal.

A ferramenta teria sido desenvolvida pela divisão Skunk Works, da Lockheed Martin, e testada anteriormente em helicópteros Black Hawk, com potencial uso futuro em caças F-35. A empresa não comentou o caso.

A operação de resgate mobilizou centenas de militares e diversas aeronaves. Dois aviões chegaram a ser inutilizados e destruídos no solo, mas não houve registro de baixas entre as forças americanas.

Autoridades dos Estados Unidos mencionaram a tecnologia de forma indireta. O diretor da CIA afirmou que foi possível confirmar que o piloto estava vivo e escondido, enquanto o então presidente comparou a missão a “encontrar uma agulha no palheiro”.

Ainda não há informações detalhadas sobre o tempo de processamento da tecnologia nem sobre possíveis aplicações ofensivas, mantendo o programa envolto em sigilo.

Fonte: OGLOBO

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Irã x EUA

EUA e Irã marcam reunião decisiva por fim da guerra, mas tensão e desconfiança persistem

por Redação 8 de abril de 2026

Estados Unidos e Irã vão se reunir na próxima sexta-feira (10), em Islamabad, no Paquistão, para negociar um acordo definitivo que encerre a guerra entre os dois países, conflito que também envolve Israel. O encontro foi anunciado pelo primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, mediador das negociações.

Segundo Sharif, as partes concordaram com um cessar-fogo imediato e enviarão delegações à capital paquistanesa para avançar nas tratativas. O acordo de não agressão terá duração inicial de duas semanas, período em que o Estreito de Ormuz — rota estratégica por onde passa grande parte do petróleo mundial — permanecerá aberto.

O Irã confirmou presença e deve enviar uma comitiva liderada pelo presidente do Parlamento, Mohammad Bagher Ghalibaf, e pelo chanceler Abbas Araqchi. Já os Estados Unidos ainda não divulgaram oficialmente seus representantes, embora fontes indiquem que o vice-presidente J.D. Vance pode chefiar a delegação, com possível participação de Steve Witkoff e Jared Kushner.

O presidente Donald Trump afirmou que os objetivos militares dos EUA já foram alcançados e que há avanço significativo rumo a um acordo de paz. Segundo ele, uma proposta iraniana de 10 pontos serve como base viável para negociação, e “quase todas as divergências” já teriam sido resolvidas. Ainda assim, o prazo de duas semanas foi estabelecido para conclusão do acordo.

Do lado iraniano, o chanceler Araqchi confirmou a suspensão de ações defensivas, condicionada à interrupção dos ataques contra o país. Ele também destacou que o tráfego no Estreito de Ormuz será permitido durante a trégua, sob coordenação das Forças Armadas iranianas.

A proposta apresentada por Teerã inclui exigências como o fim das sanções dos EUA, pagamento de compensações, liberação de ativos congelados, reconhecimento do enriquecimento de urânio e retirada de forças americanas da região. Também prevê a cessação dos conflitos em todas as frentes, incluindo o Líbano.

Apesar do avanço diplomático, o cenário segue instável. Ataques recentes na região elevaram o temor de escalada, incluindo bombardeios a infraestruturas estratégicas e ameaças envolvendo instalações nucleares e energéticas. Especialistas alertam para riscos de impactos globais, desde crise energética até possíveis desastres ambientais.

O encontro em Islamabad é visto como um ponto crítico nas negociações. Embora haja sinais de avanço, as divergências históricas e a desconfiança entre as partes ainda colocam em dúvida a consolidação de uma paz duradoura.

Fonte: G1

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Irã x EUA

Irã fecha novamente o Estreito de Ormuz e ameaça romper trégua em meio à escalada de ataques no Líbano

por Redação 8 de abril de 2026

O Irã voltou a fechar o Estreito de Ormuz nesta quarta-feira (8) e ameaçou romper o cessar-fogo anunciado na véspera, caso Israel não interrompa os ataques ao Líbano. A decisão, divulgada por agências estatais iranianas, eleva a tensão no Oriente Médio e coloca em risco um dos principais acordos recentes para conter a guerra na região.

Segundo a agência Fars, o bloqueio da rota marítima — por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial — foi motivado pelo que Teerã classificou como “violações de Israel ao cessar-fogo”. O regime iraniano também prometeu “punir” Israel pelos ataques ao Hezbollah e afirmou que suas Forças Armadas já estão identificando alvos para responder às ofensivas desta quarta-feira, conforme relataram Tasnim e PressTV.

A reação iraniana ocorre após Israel realizar o maior ataque contra o território libanês desde o início do conflito, atingindo mais de 100 centros de comando e instalações militares do Hezbollah. O premiê Benjamin Netanyahu afirmou que o cessar-fogo não se aplica ao Líbano, contrariando o Paquistão, mediador do acordo, que havia garantido a interrupção dos ataques em todas as frentes.

O governo libanês acusou Israel de bombardear áreas densamente povoadas e informou que os ataques deixaram centenas de vítimas, entre mortos e feridos. Autoridades pediram a liberação das ruas de Beirute para a passagem de ambulâncias, evidenciando o agravamento da crise humanitária no país.

Paralelamente, países do Golfo relataram ataques iranianos com mísseis e drones após a entrada em vigor da trégua. O Catar afirmou ter interceptado projéteis, enquanto uma fonte saudita indicou que um oleoduto foi atingido. O acordo previa que o Irã também suspenderia ações retaliatórias contra vizinhos aliados dos Estados Unidos.

O conflito entre Israel e Hezbollah, retomado no início de março após ataques cruzados, já deixou mais de 1.500 mortos e 4.800 feridos no Líbano, segundo o governo local. Israel mantém operações militares no sul do país e bombardeios em regiões estratégicas, alegando combater o grupo apoiado por Teerã.

No cenário diplomático, o Paquistão reforçou o apelo pelo cumprimento do cessar-fogo, enquanto negociações entre Irã e Estados Unidos estão previstas para sexta-feira (10), em Islamabad. O acordo envolve exigências como limitação do programa nuclear iraniano e suspensão de sanções, mas segue cercado de divergências.

O fechamento do Estreito de Ormuz volta a pressionar os mercados globais e amplia os riscos econômicos e militares, em um momento em que a trégua já demonstra sinais claros de fragilidade.

Fonte: G1

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Mundo

Picada de cascavel deixa adolescente em estado grave durante trilha nos EUA

por Redação 7 de abril de 2026

Uma adolescente de 14 anos ficou em estado grave após ser picada por uma cascavel enquanto andava de bicicleta em uma trilha na Califórnia, nos Estados Unidos. O caso ocorreu no dia 20 de março, na trilha Wendy, em Newbury Park, no condado de Ventura, e expõe o aumento de ataques do tipo na região.

Bailey Vanden Bossche pedalava com a amiga Zoey Bark quando escorregou em um trecho estreito e irregular. Ao cair na vegetação, a bicicleta tombou sobre seu corpo e, ao se levantar, a jovem acabou pisando no animal. Inicialmente, as duas acreditaram que se tratava de uma torção ou fratura no tornozelo, já que apenas uma perfuração era visível. Pouco depois, no entanto, os sintomas evoluíram rapidamente, com formigamento no rosto, falha na audição e mal-estar generalizado.

A situação se agravou em uma área de difícil acesso, dificultando o resgate. As adolescentes acionaram o pai da vítima, que encontrou a filha com o tornozelo inchado e sem conseguir se mover. Durante o atendimento, Bailey apresentou dificuldade para respirar e sinais neurológicos, exigindo intervenção imediata das equipes de emergência, que administraram medicação no local e realizaram o transporte em maca adaptada.

A jovem permaneceu internada por cinco dias e precisou retornar ao hospital após complicações, incluindo erupções cutâneas. Segundo familiares, reações ao soro antiofídico podem causar efeitos adversos como alergias e risco de coágulos. Apesar da gravidade, não houve danos permanentes nos tecidos, embora ela ainda necessite de acompanhamento médico e possível fisioterapia.

O caso ocorre em um contexto preocupante na Califórnia, com aumento de ataques de cascavéis associado ao clima mais quente. Um dia antes do incidente, uma mulher morreu após ser picada em Moorpark, e outro caso fatal foi registrado no início do ano no condado de Orange.

Dados dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) indicam que os Estados Unidos registram entre 7 mil e 8 mil picadas de cobra por ano, com média de cinco mortes. Especialistas reforçam que, em casos de picada, a vítima deve manter o membro afetado ao nível do coração ou abaixo, evitar intervenções como cortar ou sugar o veneno e buscar atendimento médico imediato.

Fonte: revistacrescer

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Irã x EUA

Iranianos formam corrente humana para proteger usina em meio a ameaça dos EUA

por Redação 7 de abril de 2026

Centenas de iranianos formaram uma corrente humana ao redor da usina termoelétrica de Kazeroon, na província de Fars, sudoeste do país, nesta terça-feira (7), atendendo a uma convocação oficial do governo. A mobilização ocorre em meio à escalada de tensões com os Estados Unidos e às ameaças de ataque feitas pelo presidente Donald Trump.

Imagens divulgadas pela agência estatal Fars mostram manifestantes reunidos na entrada da instalação, segurando bandeiras e cartazes em apoio ao regime. A ação segue um chamado transmitido pela TV estatal iraniana, que incentivou a população a proteger infraestruturas estratégicas, como usinas de energia.

A convocação foi reforçada por Alireza Rahimi, secretário do Conselho Supremo da Juventude e dos Adolescentes, que pediu a participação de jovens, atletas, artistas, estudantes e professores. Segundo ele, “as usinas de energia são nossos ativos e capital nacional”. Em momentos anteriores de tensão com o Ocidente, o país já havia adotado estratégias semelhantes, com correntes humanas em torno de instalações nucleares.

O movimento acontece poucas horas antes do prazo estipulado por Trump para que o Irã reabra o Estreito de Ormuz, previsto para as 21h (horário de Brasília). O presidente americano ameaçou atacar pontes e usinas iranianas e chegou a afirmar que “uma civilização inteira morrerá esta noite”, elevando ainda mais a pressão internacional.

No cenário político e militar, as negociações por um cessar-fogo seguem travadas após a rejeição de uma proposta apresentada pelo Paquistão tanto por Washington quanto por Teerã. Em resposta ao ultimato, o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, declarou que mais de 14 milhões de cidadãos estão dispostos a “se sacrificar” pelo país, sinalizando resistência diante das ameaças externas.

Com mobilização popular, impasse diplomático e risco de novos ataques, o conflito entra em um momento decisivo, ampliando o temor de uma escalada ainda maior na região.

Fonte: G1

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Irã x EUA

Trump eleva tom contra o Irã e fala em “fim de civilização” às vésperas de ultimato

por Redação 7 de abril de 2026

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a intensificar o discurso contra o Irã nesta terça-feira (7), ao afirmar que “uma civilização inteira morrerá esta noite” em publicação na rede Truth Social. A declaração ocorre a poucas horas do prazo estabelecido por Washington para a reabertura do Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial.

No mesmo texto, Trump sugeriu que uma mudança total de regime no Irã poderia abrir caminho para algo “revolucionário e maravilhoso”, embora tenha dito que o cenário mais provável seria devastador. O republicano também ameaçou destruir o país caso não haja acordo até as 21h (horário de Brasília), incluindo ataques a pontes e usinas de energia. Ele afirmou ainda não se preocupar com possíveis acusações de crimes de guerra por atingir alvos civis.

As declarações tiveram impacto imediato: o Irã interrompeu negociações indiretas com os EUA que, segundo a TV estatal iraniana, avançavam de forma favorável. O impasse ocorre após ambos os países rejeitarem um plano de cessar-fogo proposto pelo Paquistão. Paralelamente, Trump chegou a afirmar que gostaria de controlar o petróleo iraniano, embora tenha reconhecido que a população americana deseja o fim do conflito.

No campo militar, os confrontos se intensificaram. Bombardeios atingiram a província de Alborz, próxima a Teerã, deixando ao menos 18 mortos e 24 feridos. A capital iraniana também sofreu ataques em áreas residenciais e no aeroporto internacional de Khorramabad. Na Ilha de Kharg, principal polo petrolífero do país, explosões foram registradas, e veículos de imprensa americanos apontam ataques dos EUA a alvos militares como bunkers e radares — sem atingir a infraestrutura de petróleo.

O governo iraniano reagiu classificando as ameaças como “delirantes” e afirmou que elas não compensam a “humilhação” dos Estados Unidos na região. Internamente, o presidente Masoud Pezeshkian reforçou o discurso de mobilização total, declarando que 14 milhões de pessoas estariam dispostas a morrer na guerra.

O ultimato de Trump, adiado quatro vezes desde março, chega ao momento mais crítico com escalada de ataques e tensões internacionais. Enquanto isso, cresce o temor global diante de um possível agravamento do conflito em uma das regiões mais estratégicas do planeta.

Fonte: CBN

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Mundo

Gesto simples de entregador idoso vira campanha milionária após viralizar nos EUA

por Redação 7 de abril de 2026

Um ato de gentileza transformou a vida de um entregador de pizzas de 68 anos nos Estados Unidos. Dan Simpson, morador de Idaho, arrecadou mais de US$ 43 mil (cerca de R$ 222 mil) após pagar do próprio bolso por um item faltante em um pedido — atitude que ganhou repercussão nas redes sociais.

O caso ocorreu no fim de março, quando Simpson percebeu que a pizzaria onde trabalha não tinha a Coca-Cola Diet solicitada por um cliente. Sem conseguir contato para informar a ausência do produto, ele decidiu ir até um supermercado e comprar a bebida com recursos próprios para completar a entrega.

A ação foi registrada pela câmera de segurança da casa do cliente, Brian Wilson, que publicou o vídeo no TikTok. As imagens ultrapassaram 2,5 milhões de visualizações e geraram uma onda de elogios ao entregador, destacando sua dedicação e comprometimento.

Diante da repercussão, Wilson criou uma campanha no GoFundMe com o objetivo de ajudar Simpson a se aposentar com mais tranquilidade. A mobilização rapidamente ganhou adesão, com milhares de doações que elevaram o valor arrecadado para mais de US$ 43 mil em poucos dias.

Surpreso com a situação, Simpson chegou a desconfiar da veracidade da campanha. “Isso não pode ser real”, afirmou ao jornal Idaho Statesman. Apesar do reconhecimento e do valor arrecadado, ele minimizou o gesto, dizendo que apenas tentou ajudar. Mesmo próximo da aposentadoria, o entregador afirmou que não pretende parar totalmente de trabalhar.

Fonte: OGLOBO

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Mundo

Trump mistura discurso sobre guerra com evento infantil e gera estranhamento na Casa Branca

por Redação 7 de abril de 2026

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, protagonizou um momento incomum nesta segunda-feira (6) ao abordar temas de guerra durante um evento tradicional voltado ao público infantil na Casa Branca. Ao lado de uma pessoa fantasiada de Coelhinho da Páscoa, o republicano discursou para crianças durante a tradicional caça aos ovos, realizada nos jardins da sede do Executivo.

Acompanhado da primeira-dama Melania Trump, o presidente iniciou sua fala destacando a data religiosa e exaltando sua gestão. “Hoje é um dia muito especial. É um dia em que celebramos Jesus. É um dia em que celebramos a religião. E é uma honra ser o Presidente dos Estados Unidos”, afirmou. Em seguida, mencionou o que classificou como um bom momento econômico, citando recordes no mercado de ações e nas forças armadas.

O tom mudou quando Trump passou a descrever, diretamente para o público infantil, uma operação militar recente envolvendo o resgate de um piloto norte-americano. O militar pilotava um caça F-15E abatido no espaço aéreo iraniano. Segundo o presidente, missões desse tipo são altamente arriscadas. “Você perde 200 para resgatar um, é uma coisa horrível”, disse, ao explicar a complexidade das ações.

O episódio gerou contraste entre o caráter lúdico do evento e o conteúdo do discurso. A caça aos ovos da Casa Branca é uma tradição que remonta ao governo de Rutherford Hayes, entre 1877 e 1881. Neste ano, segundo Melania, a celebração também marcou os 250 anos dos Estados Unidos. “Aproveitem, e espero que tenham um dia maravilhoso”, disse a primeira-dama às crianças.

Em paralelo, a Casa Branca detalhou a operação de resgate mencionada por Trump. O piloto desapareceu na quinta-feira (2), após se ejetar durante um ataque iraniano contra a aeronave. A missão, considerada uma das mais complexas da história do país, envolveu 200 militares, 155 aeronaves, troca de tiros com combatentes iranianos e estratégias para despistar forças inimigas.

O resgate foi concluído no domingo (5). O piloto foi encontrado em estado grave e, segundo o presidente, havia se refugiado em uma caverna após escalar uma montanha mesmo ferido, seguindo protocolos militares. O episódio reforça o contexto de tensão internacional citado no discurso, ainda que apresentado em um ambiente voltado ao entretenimento infantil.

Fonte: G1

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Irã x EUA

Trump chama iranianos de “animais” e minimiza crime de guerra ao ameaçar atacar civis

por Redação 6 de abril de 2026

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elevou o tom da crise com o Irã ao fazer declarações contundentes nesta segunda-feira (6). Durante evento de Páscoa na Casa Branca, ele chamou iranianos de “animais” e negou que um eventual ataque a infraestruturas civis do país configuraria crime de guerra, ampliando a tensão internacional.

Questionado por jornalistas sobre a legalidade de atingir alvos civis, Trump foi direto: “Não, porque eles são animais. Não estou preocupado sobre os alertas por alvejar infraestrutura civil (no Irã)”. A fala ocorre um dia após o presidente afirmar, em redes sociais, que pretende atacar esse tipo de estrutura caso o Irã não reabra totalmente o Estreito de Ormuz até terça-feira (7).

A ameaça acende alerta jurídico e diplomático. Pelas normas do direito internacional, ataques deliberados contra alvos civis em conflitos armados podem configurar crimes de guerra, passíveis de julgamento por tribunais internacionais. O governo iraniano, segundo agências locais, já manifestou preocupação com essa possibilidade.

Ainda nesta segunda, Trump voltou a adotar um discurso ambíguo em relação ao Irã. Ao mesmo tempo em que disse acreditar que Teerã negocia “de boa fé”, afirmou estar “muito chateado” e declarou que o país “vai pagar um grande preço”. Em outra fala polêmica, admitiu que tomaria o petróleo iraniano “se pudesse escolher”.

No contexto das negociações, o presidente também confirmou a rejeição ao plano de cessar-fogo mediado pelo Paquistão, classificando-o como “significativo, mas não suficiente”. O Irã igualmente recusou a proposta, defendendo um acordo que encerre definitivamente o conflito.

As declarações se somam a outras falas recentes de Trump, incluindo xingamentos ao governo iraniano no domingo, e reforçam o clima de escalada retórica e militar. O prazo imposto para a reabertura do Estreito de Ormuz — ponto estratégico para o petróleo global — aumenta a pressão e mantém o cenário internacional em estado de alerta.

Fonte: G1

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Irã x EUA

Irã e EUA rejeitam plano de cessar-fogo do Paquistão e elevam tensão com nova contraproposta

por Redação 6 de abril de 2026

Irã e Estados Unidos recusaram nesta segunda-feira (6) o plano de cessar-fogo elaborado pelo Paquistão, ampliando a incerteza sobre o rumo do conflito. Enquanto Washington considerou a proposta insuficiente, Teerã foi além e apresentou uma contraproposta, reforçando a disputa diplomática em meio à escalada de tensões na região.

O presidente norte-americano Donald Trump chegou a reconhecer avanços na iniciativa paquistanesa, mas descartou sua adoção nos termos atuais. “É uma proposta significativa. É um passo significativo. Mas não é suficiente”, afirmou. Ele também reiterou o prazo até terça-feira (7) para que o Irã reabra o Estreito de Ormuz, ponto estratégico para o fluxo global de petróleo, e sinalizou disposição de prolongar a pressão: “Poderíamos sair agora mesmo se quiséssemos, mas eu quero terminar o trabalho”.

Do lado iraniano, a rejeição foi fundamentada na recusa a soluções temporárias. Segundo a agência estatal Irna, Teerã defende o encerramento definitivo do conflito, argumentando que uma trégua apenas daria tempo para que adversários reorganizem novos ataques. “Estamos pedindo o fim da guerra e que se impeça sua repetição”, declarou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esmail Baghaei. O conteúdo da contraproposta apresentada pelo Irã não havia sido divulgado até a última atualização.

O plano do Paquistão previa uma solução em duas etapas: cessar-fogo imediato — com possível reabertura do Estreito de Ormuz, fechado há mais de um mês pelo Irã — seguido por negociações de 15 a 20 dias para um acordo definitivo. A proposta, chamada provisoriamente de “Acordo de Islamabad”, também poderia envolver encontros presenciais na capital paquistanesa e incluir compromissos nucleares iranianos em troca de alívio de sanções e liberação de ativos.

Apesar da mediação, o cenário segue complexo. Israel, aliado dos EUA no conflito contra o Irã, não foi mencionado diretamente nas negociações relatadas, mas mantém interesses próprios que podem influenciar qualquer desfecho. Autoridades iranianas também já sinalizaram que não aceitarão reabrir o Estreito de Ormuz em caso de cessar-fogo temporário nem se submeterão a prazos impostos.

A proposta paquistanesa surge em meio a contatos intensos entre lideranças, incluindo o chefe do Exército do Paquistão, Asim Munir, que manteve diálogo com autoridades dos EUA e do Irã. Ainda assim, o impasse persiste, ampliando preocupações globais, especialmente pelo impacto potencial no mercado de petróleo e na estabilidade da região.

Fonte: G1

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