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Mundo

Irã x EUA

Irã e EUA rejeitam plano de cessar-fogo do Paquistão e elevam tensão com nova contraproposta

por Redação 6 de abril de 2026

Irã e Estados Unidos recusaram nesta segunda-feira (6) o plano de cessar-fogo elaborado pelo Paquistão, ampliando a incerteza sobre o rumo do conflito. Enquanto Washington considerou a proposta insuficiente, Teerã foi além e apresentou uma contraproposta, reforçando a disputa diplomática em meio à escalada de tensões na região.

O presidente norte-americano Donald Trump chegou a reconhecer avanços na iniciativa paquistanesa, mas descartou sua adoção nos termos atuais. “É uma proposta significativa. É um passo significativo. Mas não é suficiente”, afirmou. Ele também reiterou o prazo até terça-feira (7) para que o Irã reabra o Estreito de Ormuz, ponto estratégico para o fluxo global de petróleo, e sinalizou disposição de prolongar a pressão: “Poderíamos sair agora mesmo se quiséssemos, mas eu quero terminar o trabalho”.

Do lado iraniano, a rejeição foi fundamentada na recusa a soluções temporárias. Segundo a agência estatal Irna, Teerã defende o encerramento definitivo do conflito, argumentando que uma trégua apenas daria tempo para que adversários reorganizem novos ataques. “Estamos pedindo o fim da guerra e que se impeça sua repetição”, declarou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esmail Baghaei. O conteúdo da contraproposta apresentada pelo Irã não havia sido divulgado até a última atualização.

O plano do Paquistão previa uma solução em duas etapas: cessar-fogo imediato — com possível reabertura do Estreito de Ormuz, fechado há mais de um mês pelo Irã — seguido por negociações de 15 a 20 dias para um acordo definitivo. A proposta, chamada provisoriamente de “Acordo de Islamabad”, também poderia envolver encontros presenciais na capital paquistanesa e incluir compromissos nucleares iranianos em troca de alívio de sanções e liberação de ativos.

Apesar da mediação, o cenário segue complexo. Israel, aliado dos EUA no conflito contra o Irã, não foi mencionado diretamente nas negociações relatadas, mas mantém interesses próprios que podem influenciar qualquer desfecho. Autoridades iranianas também já sinalizaram que não aceitarão reabrir o Estreito de Ormuz em caso de cessar-fogo temporário nem se submeterão a prazos impostos.

A proposta paquistanesa surge em meio a contatos intensos entre lideranças, incluindo o chefe do Exército do Paquistão, Asim Munir, que manteve diálogo com autoridades dos EUA e do Irã. Ainda assim, o impasse persiste, ampliando preocupações globais, especialmente pelo impacto potencial no mercado de petróleo e na estabilidade da região.

Fonte: G1

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Mundo

Tecnologia da Nasa permite envio de imagens da Lua sem “Wi-Fi” e revoluciona comunicação espacial

por Redação 6 de abril de 2026

A missão Artemis II, da Nasa, reacendeu uma dúvida curiosa: afinal, existe “Wi-Fi” na Lua? A resposta é não — mas uma nova tecnologia está permitindo a transmissão de imagens do espaço com velocidade e eficiência inéditas. A expedição, lançada na última quarta-feira (1), marca o retorno de voos tripulados rumo à Lua desde o programa Apollo, encerrado em 1972.

Poucas horas após deixar a órbita terrestre, os astronautas já enviavam imagens da Terra. Com o avanço da viagem, registros da Lua também começaram a ser divulgados. O envio desses arquivos, mesmo a centenas de milhares de quilômetros de distância, é possível graças a sistemas avançados de comunicação espacial.

Historicamente, a Nasa utilizava radiofrequência para transmitir dados e manter contato com as missões. Apesar de confiável, essa tecnologia possui limitações de capacidade. Em 2024, porém, a agência testou um sistema inovador baseado em laser bidirecional, capaz de alcançar velocidades de até 1,2 gigabits por segundo — superando significativamente o desempenho das ondas de rádio.

Esse tipo de comunicação a laser já é utilizado no envio de dados por sondas não tripuladas, permitindo a transmissão de imagens e informações científicas com maior precisão e volume. Ainda assim, o sistema de rádio continua sendo complementar, especialmente pela sua estabilidade em diferentes condições.

Outro fator essencial para a comunicação contínua é a Deep Space Network (DSN), rede global da Nasa com estações na Califórnia, em Madri e em Canberra, na Austrália. Com essa estrutura, as espaçonaves permanecem conectadas à Terra em diferentes horários, conforme a rotação do planeta.

A combinação dessas tecnologias mostra que, embora o “Wi-Fi” tradicional não exista fora da Terra, a comunicação espacial avança rapidamente — e já opera em níveis que desafiam os limites conhecidos da transmissão de dados.

Fonte: G1

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Irã x EUA

Plano de cessar-fogo entre Irã e EUA prevê acordo rápido e reacende debate sobre petróleo global

por Redação 6 de abril de 2026

Irã e Estados Unidos receberam um plano que propõe um cessar-fogo imediato nas hostilidades, com possibilidade de entrada em vigor já nesta segunda-feira (6). A proposta, segundo a agência Reuters, também prevê a reabertura do Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte global de petróleo.

Elaborado pelo Paquistão e apresentado às partes durante a noite, o plano estabelece uma abordagem em duas etapas. A primeira consiste em um cessar-fogo imediato, enquanto a segunda prevê a construção de um acordo mais amplo no prazo de 15 a 20 dias. De acordo com uma fonte ouvida pela Reuters, “todos os elementos precisam ser acordados hoje”, indicando a urgência das negociações.

O entendimento inicial seria formalizado como um memorando eletrônico, com mediação paquistanesa. O país atuaria como canal de comunicação entre Teerã e Washington, podendo inclusive sediar encontros presenciais em Islamabad para a definição dos termos finais — o que deu ao plano o nome provisório de “Acordo de Islamabad”.

Entre os pontos centrais do possível acordo definitivo estão compromissos do Irã relacionados ao seu programa nuclear, em troca de alívio de sanções econômicas e liberação de ativos congelados. Paralelamente, a reabertura do Estreito de Ormuz surge como elemento-chave, diante das preocupações globais com o fluxo de petróleo.

Nos bastidores, o chefe do Exército paquistanês, Asim Munir, manteve contato contínuo com autoridades de alto escalão, incluindo o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, o enviado especial Steve Witkoff e o chanceler iraniano Abbas Araqchi. Até o momento, não houve resposta oficial de Teerã ou Washington, nem posicionamento público do governo do Paquistão.

A proposta surge em meio à escalada de tensões na região, ampliando a pressão internacional por uma solução diplomática que evite impactos mais profundos no mercado energético global.

Fonte: G1

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Mundo

Conheça Ronald Wayne, o terceiro fundador da Apple que vendeu sua participação por R$ 4 mil

por Redação 2 de abril de 2026

Poucos dias após a fundação da Apple, em Los Altos, Califórnia, em meados da década de 1970, Ronald Gerald Wayne, engenheiro de 42 anos, vendeu sua participação na empresa por apenas US$ 800 (aproximadamente R$ 4 mil). Wayne foi o terceiro sócio fundador, ao lado de Steve Jobs e Steve Wozniak, e contribuiu para a criação do primeiro logotipo da marca e trouxe experiência técnica para o projeto.

Enquanto Jobs e Wozniak, ainda jovens, se dedicavam ao desenvolvimento do primeiro computador pessoal na garagem da família de Jobs, Wayne trouxe estabilidade e know-how, mas decidiu deixar o negócio poucos dias após a fundação, temendo os riscos financeiros de uma empresa incipiente.

A Apple surgiu a partir da ideia de Wozniak de criar computadores pessoais acessíveis a todos, conceito inovador para a época. Jobs, então, buscou parceiros e financiamentos para tornar o projeto viável. Antes de criar a empresa, os dois já haviam trabalhado em projetos como as famosas “caixas azuis” e tentado vender computadores para Atari e Hewlett-Packard, sem sucesso.

Hoje, a Apple é uma das empresas mais valiosas do mundo, com valor de mercado estimado em US$ 3,733 trilhões (cerca de R$ 19 trilhões), o que torna a saída de Wayne um dos episódios mais curiosos da história da tecnologia. Apesar de ter vendido sua participação, o engenheiro manteve contribuições históricas para a empresa, ainda que tenha ficado de fora do sucesso bilionário que se seguiu.

Fonte: OGLOBO

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Irã x EUA

Relatos apontam uso de crianças pelo Irã em funções de segurança durante guerra

por Redação 2 de abril de 2026

A morte de um menino iraniano de 11 anos, identificado como Alireza Jafari, expôs denúncias sobre o uso de crianças em atividades de segurança no Irã em meio ao atual cenário de conflito. Segundo relatos da mãe, Sadaf Monfared, ao jornal municipal Hamshahri, o garoto auxiliava o pai em um posto de controle da milícia Basij quando ambos foram atingidos em um ataque aéreo em Teerã, no dia 11 de março.

De acordo com o mesmo jornal, o ataque teria sido realizado por um drone israelense. As Forças de Defesa de Israel afirmaram à BBC que não conseguiram verificar o caso sem informações mais detalhadas. Organizações de direitos humanos também relataram a morte do menino.

Paralelamente, um integrante do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica declarou à agência Fars News que o país passou a recrutar “voluntários” a partir dos 12 anos para atuar em funções de segurança. O programa, chamado “Combatentes Defensores da Pátria do Irã”, prevê a participação desses jovens em patrulhas e postos de controle, com recrutamento realizado em mesquitas e espaços públicos ligados à milícia Basij.

Testemunhas ouvidas pela BBC afirmam ter visto menores, alguns armados, atuando em operações de segurança em Teerã, Karaj e Rasht. Relatos descrevem adolescentes participando de abordagens a veículos e portando armas de fogo.

Especialistas e organizações internacionais reagiram com preocupação. A Human Rights Watch classificou a prática como uma grave violação dos direitos das crianças e potencial crime de guerra quando envolve menores de 15 anos. Já especialistas em direito internacional alertam que o uso de crianças em funções militares ou de segurança é amplamente restrito e pode ampliar riscos à população civil.

O caso ocorre em meio a um cenário de tensão interna e externa, no qual, segundo analistas, o recrutamento de menores pode indicar dificuldades do regime em mobilizar adultos, além de aumentar a exposição de civis — especialmente crianças — a situações de alto risco.

Fonte: G1

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Mundo

Após atrasos, NASA lança missão tripulada à Lua e reacende corrida espacial

por Redação 2 de abril de 2026

Depois de uma série de atrasos, a NASA lançou na noite de quarta-feira (1º de abril) a missão Artemis II, marco histórico que recoloca astronautas em uma trajetória rumo à Lua após mais de meio século. Desta vez, diferentemente da Artemis I, a cápsula Orion segue tripulada, dando início a uma etapa crucial do programa lunar dos Estados Unidos.

Quatro astronautas — Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch e Jeremy Hansen — viajam a bordo da Orion, impulsionada pelo foguete SLS, considerado o mais poderoso já construído pela agência. A missão terá duração aproximada de dez dias e prevê um sobrevoo lunar, sem pouso, com passagem pelo lado oculto da Lua e retorno à Terra em trajetória de “retorno livre”.

Durante o voo, a tripulação testará sistemas essenciais em ambiente de espaço profundo, incluindo suporte de vida, navegação, comunicações e controle manual da cápsula. O ponto mais distante da missão deve superar em cerca de 7.500 km o lado oculto da Lua, tornando-se a maior distância já percorrida por humanos desde as missões Apollo. A previsão é de que o sobrevoo lunar aconteça na segunda-feira, 6 de abril de 2026.

A missão também marca avanços simbólicos: Christina Koch será a primeira mulher a participar de uma missão ao redor da Lua, enquanto Victor Glover será o primeiro homem negro. O canadense Jeremy Hansen representa a cooperação internacional no programa, que envolve ainda Europa, Japão e Emirados Árabes Unidos.

No contexto global, a Artemis II ganha relevância estratégica ao integrar uma nova corrida espacial, com os Estados Unidos liderando uma coalizão internacional enquanto China e Rússia avançam em seus próprios projetos lunares. Internamente, a NASA optou por cautela máxima após identificar problemas no escudo térmico da Artemis I, além de enfrentar vazamentos técnicos e condições climáticas adversas que adiaram o lançamento.

O sucesso da missão é considerado essencial para viabilizar a Artemis III, prevista para ocorrer a partir de 2027, quando a NASA pretende levar novamente astronautas à superfície lunar — incluindo a primeira mulher e a primeira pessoa negra — consolidando o retorno humano à Lua e preparando futuras missões a Marte.

Fonte: G1

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Mundo

Finlândia quer atrair brasileiros com 140 mil vagas e visto em até 2 semanas

por Redação 1 de abril de 2026

A Finlândia abriu as portas para trabalhadores estrangeiros e colocou o Brasil no radar: o país europeu projeta a criação de 140 mil vagas até 2035, principalmente no setor de tecnologia, e promete agilizar a emissão de vistos para até duas semanas em casos de contratação formal.

Atualmente, apenas 2.611 brasileiros vivem no país, mas esse número pode crescer significativamente diante da demanda por mão de obra qualificada. A estratégia inclui também a negociação de um acordo bilateral com o Brasil para garantir direitos previdenciários, permitindo que profissionais mantenham a aposentadoria mesmo após retorno ao país de origem.

O movimento é impulsionado por mudanças estruturais. De um lado, o avanço do setor de tecnologia, com startups e empresas focadas em áreas como inteligência artificial, computação quântica, semicondutores e saúde. De outro, a escassez de trabalhadores estrangeiros, agravada pela guerra entre Rússia e Ucrânia, que reduziu a disponibilidade de mão de obra desses países.

Além disso, a Finlândia enfrenta um desafio demográfico crítico: o envelhecimento da população. Dados oficiais indicam que nove em cada dez municípios registram mais mortes do que nascimentos, e cerca de 1 milhão de pessoas devem se aposentar nos próximos anos — em um país com menos de 6 milhões de habitantes.

Hoje, há cerca de 800 vagas abertas, especialmente em áreas de ciências naturais e deep tech. O domínio do inglês é obrigatório, enquanto o finlandês e o sueco são considerados diferenciais. O país também valoriza profissionais com perfil acadêmico, já que universidades e empresas atuam de forma integrada em pesquisa e desenvolvimento.

Apesar de uma taxa de desemprego próxima de 11%, as autoridades afirmam que há um descompasso entre as vagas disponíveis e as qualificações da população local, o que justifica a busca por talentos internacionais.

Entre os atrativos, estão condições de trabalho consideradas mais equilibradas: jornadas de cerca de 37,5 horas semanais, de 25 a 30 dias úteis de férias e licenças parentais mais amplas — chegando a mais de 10 meses para mães e cerca de cinco meses para pais.

A Finlândia também lidera o ranking global de qualidade de vida, embora o cotidiano inclua desafios como temperaturas de até -20°C e longos períodos de escuridão no inverno.

A iniciativa sinaliza uma disputa global por talentos e pode reposicionar o país como destino relevante para brasileiros qualificados, especialmente em tecnologia.

Fonte: G1

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Irã x EUA

Uso de bombardeiro “mortal” dos EUA no Irã expõe fragilidade aérea e eleva tensão global

por Redação 1 de abril de 2026

O uso de bombardeiros B-52 pelos Estados Unidos no espaço aéreo do Irã, confirmado pelo Departamento de Guerra nesta terça-feira (31), marca uma escalada relevante no conflito e levanta questionamentos sobre a capacidade defensiva iraniana. Segundo o The New York Times, a presença da aeronave indica um possível enfraquecimento dos sistemas antiaéreos do país.

Considerado uma das armas mais letais do arsenal americano, o B-52 é capaz de transportar até 32 toneladas de armamento, incluindo bombas, minas e mísseis de alta precisão. Fabricado pela Boeing desde a década de 1950, o modelo pode percorrer mais de 14 mil quilômetros sem reabastecimento e voar a até 15 mil metros de altitude. Apesar do poder de fogo, a aeronave não possui a agilidade de caças, o que a torna mais vulnerável a defesas modernas.

De acordo com o Pentágono, os bombardeiros serão utilizados para atingir cadeias de suprimentos ligadas à produção de mísseis, drones e embarcações iranianas, com o objetivo de limitar a reposição de armamentos no conflito. Embora o B-52 tenha capacidade nuclear, não há confirmação de uso de ogivas desse tipo nas operações atuais.

Com mais de 70 anos de operação, o modelo já participou de diversos conflitos estratégicos dos Estados Unidos, incluindo a Guerra do Vietnã, ações após os ataques de 11 de setembro e missões contra o Estado Islâmico. A aeronave também integrou operações no Caribe contra o tráfico internacional de drogas. Ao todo, 744 unidades foram produzidas, sendo a última entregue em 1962, e a previsão é de que continue em uso até 2050.

A tensão aumentou após o presidente Donald Trump divulgar um vídeo de uma explosão em Isfahan, supostamente em um depósito de munições. Ainda não há confirmação de que o ataque tenha sido realizado por B-52, e o Irã não se pronunciou oficialmente até o momento.

Em resposta, a Guarda Revolucionária iraniana afirmou que irá retaliar empresas americanas no Oriente Médio. Entre os alvos citados estão Boeing, fabricante do B-52, além de gigantes como Tesla, Google, Apple, Microsoft, Intel, IBM, Oracle, Nvidia, Dell, HP, Cisco, Meta, JP. Morgan, GE, G42, Spire Solution e Palantir. A organização também orientou funcionários dessas companhias a deixarem seus locais de trabalho e recomendou evacuação em um raio de um quilômetro ao redor dessas instalações.

Fonte: G1

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Mundo

Imigrante perde quimioterapia sob custódia do ICE e entra em cuidados paliativos nos EUA

por Redação 31 de março de 2026

Um imigrante de 57 anos, identificado como Oudone Lothirath, está sob cuidados paliativos nos Estados Unidos após perder sessões essenciais de quimioterapia enquanto estava detido pelo Serviço de Imigração e Alfândega (ICE). Diagnosticado com linfoma de Hodgkin, ele deixou de comparecer a quatro das cinco sessões previstas após ser detido em janeiro, no estado de Minnesota.

Refugiado do Laos desde a infância, quando chegou ao país na década de 1980, Oudone já enfrentava um quadro de saúde delicado. No entanto, segundo familiares e amigos, ele respondia bem ao tratamento antes da detenção. “Ele provavelmente teria mais um bom ano pela frente”, afirmou Christina Vilay, amiga e cuidadora, ao jornal The Independent.

Durante o período sob custódia, Oudone foi mantido em uma instalação do ICE em El Paso, no Texas, onde dormia em barracas com cerca de 60 detidos. A ausência do tratamento, segundo relatos, agravou significativamente seu estado de saúde.

O histórico migratório do imigrante remonta a uma condenação por cumplicidade em um tiroteio ocorrido há quase 35 anos, sem vítimas, o que interrompeu seu processo de naturalização e o obrigava a se apresentar regularmente ao ICE. Apesar disso, ele nunca havia sido detido até a operação realizada neste ano.

O caso reacende o debate sobre as condições de detenção e o acesso a tratamento médico para imigrantes sob custódia nos Estados Unidos, especialmente em situações de doenças graves. Oudone integra a comunidade de refugiados do Laos, país marcado por conflitos durante a Guerra do Vietnã e que mantém forte vínculo histórico com os EUA.

Fonte: EXTRA

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Mundo

Bebê brasileiro vestido de papa recebe bênção de Leão XIV no Vaticano e emociona família

por Redação 31 de março de 2026

Um bebê brasileiro de apenas quatro meses protagonizou um momento que repercutiu nas redes sociais ao receber a bênção do papa Leão XIV durante uma audiência no Vaticano. O episódio aconteceu no dia 11 de março, na Praça de São Pedro, e envolveu a família Bortone, de Taubaté, no interior de São Paulo.

Vestido com uma roupa inspirada no traje papal, o pequeno Paulo chamou a atenção do pontífice durante o encontro semanal que reúne peregrinos de todo o mundo. Segundo o pai, o empresário e influencer Matheus Bortone, a ideia de levar o filho para ser abençoado surgiu ainda durante a gestação. Após inscrição e aprovação no site do Vaticano, a família conseguiu participar da audiência.

No dia do evento, os pais chegaram com antecedência e conseguiram uma posição privilegiada. Matheus acredita que a roupa ajudou a chamar a atenção do papa, mas define o encontro como uma “providência divina”. Durante o momento, Leão XIV não apenas concedeu a bênção, como também pegou o bebê no colo e olhou nos olhos da criança e dos pais.

A família descreveu a experiência como emocionante e única. “Foi uma emoção gigante. Representa demais, porque é uma oportunidade que poucas pessoas vão ter”, afirmou o pai. O episódio reforça o simbolismo das audiências papais, encontros públicos que permitem a aproximação entre fiéis e o líder da Igreja Católica.

Fonte: G1

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