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Tráfico de formigas cresce no Quênia e expõe nova rota ilegal de vida selvagem

por Redação 30 de março de 2026

O comércio ilegal de formigas-rainhas tem avançado no Quênia e acende alerta entre autoridades e cientistas sobre uma nova frente do tráfico de vida selvagem. Durante a atual estação chuvosa, a cidade de Gilgil, no Vale do Rift, tornou-se epicentro dessa atividade, impulsionada pela coleta de rainhas durante o período de acasalamento.

Nesse momento, machos e rainhas deixam os formigueiros, o que facilita a captura. As mais visadas são as rainhas da espécie Messor cephalotes, conhecidas como formigas gigantes africanas coletoras. Valorizadas por colecionadores internacionais, podem alcançar até £170 (cerca de R$ 1.185) cada no mercado clandestino, que opera majoritariamente online.

Uma única rainha fecundada é capaz de fundar uma colônia inteira e viver por décadas, o que aumenta seu valor. Segundo relatos, os insetos são embalados em tubos ou seringas com algodão úmido, o que permite sua sobrevivência por até dois meses e facilita o envio pelos correios, muitas vezes sem detecção por scanners.

A dimensão do problema ficou evidente quando, no ano passado, 5 mil rainhas foram encontradas em uma pousada em Naivasha. Os envolvidos — de nacionalidades belga, vietnamita e queniana — foram condenados por biopirataria e pagaram multa de US$ 7,7 mil para evitar prisão. Mais recentemente, um cidadão chinês foi detido no aeroporto de Nairóbi com outras 2 mil formigas embaladas.

O crescimento desse mercado surpreendeu especialistas, já que o país está historicamente associado a crimes envolvendo marfim e chifres de rinoceronte. No entanto, a popularização das formigas como animais de estimação — mantidas em formicários transparentes — tem impulsionado a demanda global.

Pesquisas indicam riscos ambientais significativos. Um estudo publicado na revista Biological Conservation aponta que a introdução de espécies não nativas pode causar desequilíbrios ecológicos. Na China, por exemplo, mais de 58 mil colônias foram monitoradas em vendas online, sendo que mais de 25% envolviam espécies estrangeiras, o que é ilegal.

Especialistas alertam que a remoção de rainhas pode levar ao colapso de colônias inteiras, afetando diretamente o ecossistema. As formigas coletoras desempenham papel fundamental na dispersão de sementes e na manutenção de ambientes saudáveis.

Apesar de existir a possibilidade de coleta legal mediante autorização e acordos com comunidades locais, nenhuma licença foi solicitada até o momento. A ausência de regulamentação internacional específica — já que nenhuma espécie de formiga está listada na Cites — dificulta o controle global desse comércio.

Autoridades quenianas defendem maior fiscalização em aeroportos e fronteiras, enquanto parte dos especialistas aponta potencial econômico na exploração sustentável. Diretrizes aprovadas pelo governo local já preveem o uso comercial de espécies como forma de geração de renda, mas o debate sobre riscos ambientais e regulamentação segue em aberto.

Fonte: G1

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Irã x EUA

EUA ampliam presença militar para mais de 50 mil no Oriente Médio e avaliam ofensiva terrestre contra o Irã

por Redação 30 de março de 2026

Os Estados Unidos já mobilizam mais de 50 mil militares no Oriente Médio em meio à escalada do conflito com o Irã, segundo informações publicadas por veículos como The New York Times e The Washington Post. O reforço inclui cerca de 5 mil novos integrantes — entre fuzileiros navais e marinheiros — além de centenas de forças especiais, elevando o contingente em cerca de 10 mil acima do habitual.

De acordo com autoridades ouvidas sob anonimato, o deslocamento tem como objetivo oferecer ao presidente Donald Trump mais opções militares, incluindo a possibilidade de ampliar a guerra, que já dura cerca de um mês. Entre os cenários avaliados estão ações como a tomada de ilhas estratégicas ou outros territórios iranianos.

O Pentágono também estaria preparando planos para uma possível campanha terrestre de semanas, caso haja autorização para uma invasão limitada. Entre os alvos estratégicos considerados está a Ilha de Kharg, principal centro de exportação de petróleo do Irã, já atingida por bombardeios recentes.

A movimentação ocorre em meio à crise no Estreito de Ormuz, passagem por onde circula cerca de 20% do petróleo e gás liquefeito do mundo, atualmente praticamente bloqueada após ataques iranianos em resposta às ações militares dos EUA e de Israel.

Além disso, cerca de 2 mil soldados da 82ª Divisão Aerotransportada foram enviados recentemente à região, com capacidade para atuar em operações de assalto aéreo. A localização exata das tropas não foi divulgada, mas, segundo autoridades, elas estão posicionadas para possíveis ações contra o Irã.

Apesar da mobilização, especialistas militares apontam limitações. O efetivo atual, mesmo ampliado, é considerado insuficiente para uma operação terrestre de grande escala em um país com cerca de 93 milhões de habitantes e território extenso. Como comparação, a invasão do Iraque em 2003 contou com aproximadamente 250 mil soldados.

Outro fator de risco envolve a exposição das tropas a ataques com drones, mísseis, fogo terrestre e explosivos improvisados. Há ainda o impacto político interno, já que uma escalada militar pode afetar o apoio ao governo Trump às vésperas das eleições legislativas.

Nos bastidores, o governo americano alterna entre sinais de desescalada e ameaças mais duras. A secretária de Imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que os preparativos do Pentágono não significam decisão tomada, mas alertou que o presidente está “preparado para desencadear o inferno” caso o Irã não abandone suas ambições nucleares.

Enquanto isso, a incerteza sobre os próximos passos mantém a tensão elevada em uma das regiões mais estratégicas do planeta.

Fonte: OGLOBO

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Irã x EUA

Avião espião de US$ 270 milhões dos EUA é destruído em ataque iraniano e eleva tensão no Oriente Médio

por Redação 30 de março de 2026

Um avião de vigilância aérea dos Estados Unidos, avaliado em cerca de US$ 270 milhões, foi destruído após um ataque iraniano à Base Aérea Príncipe Sultan, na Arábia Saudita, no último domingo (29). O episódio intensifica a escalada de tensões no Oriente Médio e expõe a vulnerabilidade de estruturas militares estratégicas na região.

Imagens verificadas pela agência AFP mostram a aeronave, um E-3 Sentry, completamente destruída após o impacto. Registros que circularam nas redes sociais indicam que o avião ficou partido ao meio. O modelo é utilizado para monitoramento aéreo e coordenação de operações militares, sendo peça-chave em missões de vigilância.

O ataque teria sido realizado com o uso combinado de mísseis e drones, segundo informações publicadas por veículos como The New York Times e The Wall Street Journal. Pelo menos 12 militares americanos ficaram feridos, sendo dois em estado grave.

De acordo com o Wall Street Journal, além do E-3 Sentry, outras aeronaves também foram atingidas na base, incluindo aviões de reabastecimento. A Base Príncipe Sultan é utilizada pelas forças dos Estados Unidos e tem sido alvo de ofensivas iranianas recentes.

O E-3 Sentry integra o sistema AWACS (Sistema de Alerta e Controle Aerotransportado), capaz de rastrear drones, mísseis e aeronaves a grandes distâncias. Antes do ataque, a Força Aérea dos EUA mantinha cerca de 16 unidades desse modelo em operação.

O episódio ocorre em meio a uma série de ações militares do Irã contra estruturas americanas no Golfo. Nas últimas semanas, ataques teriam atingido sistemas de radar, baterias de defesa antimísseis, drones e aeronaves em bases localizadas na Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Jordânia e Kuwait, conforme relatos da imprensa internacional.

As ofensivas são apontadas como resposta de Teerã à atuação dos Estados Unidos na região, ampliando a instabilidade em uma área estratégica para a produção e o transporte global de petróleo.

Fonte: G1

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Mundo

Juiz flagra mulher dirigindo em audiência on-line, acusa mentira e decide processo contra ela

por Redação 27 de março de 2026

Uma audiência virtual realizada no estado de Michigan, nos Estados Unidos, chamou a atenção após uma participante ser advertida por aparentar estar dirigindo durante o julgamento. A mulher, identificada como Kimberly Carroll, acabou perdendo a causa após o juiz considerar que ela mentiu durante a sessão.

Segundo a imprensa americana, Carroll respondia a um processo movido pela empresa LVMV Funding por dívidas não pagas. A audiência foi conduzida pelo juiz Michael K. McNally, do distrito de Woodhaven.

Ao perceber a entrada da participante na chamada por Zoom, o magistrado fez um alerta direto: “Você não pode estar dirigindo, senhora”. Carroll respondeu afirmando que não estava ao volante e que seria apenas passageira no veículo. Ela ainda justificou que havia enfrentado uma emergência familiar e que pediria à motorista para encostar o carro.

O juiz, no entanto, demonstrou desconfiança ao notar que a mulher parecia estar posicionada no banco do motorista. “Agora você está mentindo para mim, não é? Deixe-me ver o motorista”, afirmou.

Após hesitar e alegar que precisava pedir autorização para filmar a suposta condutora, o carro parou em um posto de combustíveis. Na sequência, Carroll saiu do veículo justamente pelo lado do motorista, confirmando a suspeita do magistrado.

Em tom irônico, McNally reagiu: “Ah, não, você não está do lado do motorista… Você acha que eu sou tão burro assim?”. Diante da situação, ele se recusou a ouvir a defesa da mulher e concedeu ganho de causa automático à parte contrária.

De acordo com veículos de imprensa dos Estados Unidos, Carroll terá que pagar US$ 1.921,85 à empresa autora da ação, além das custas do processo.

Fonte: G1

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Mundo

Trump diz ter sido informado pela CIA que novo líder supremo do Irã é gay

por Redação 27 de março de 2026

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (26), em entrevista à Fox News, ter sido informado pela Agência Central de Inteligência (CIA) de que o novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, é gay. A declaração ocorre em meio a tensões internacionais envolvendo o país do Oriente Médio.

Mojtaba assumiu o posto máximo do regime iraniano após a m0rt3 do pai, o aiatolá Ali Khamenei, em um ataque conjunto realizado por Estados Unidos e Israel no dia 28 de fevereiro. Segundo a mídia estatal iraniana, a Assembleia de Especialistas anunciou oficialmente a nomeação do novo líder no dia 8 de março.

O jornal New York Post já havia noticiado, em 16 de março, que Trump teria recebido informações da inteligência americana indicando que Mojtaba poderia ser gay e que o pai temia que o filho não tivesse aptidão para governar. De acordo com a publicação, o presidente teria reagido com surpresa e risos ao saber da informação.

Ao comentar o tema novamente nesta quinta, Trump confirmou ter recebido o relato e afirmou que “muita gente” também falava sobre isso, além da CIA. Ele ainda mencionou a repressão a pessoas gays em territórios palestinos e declarou que, nesse contexto, a eventual orientação sexual de Mojtaba representaria um “começo ruim” para o Irã. O presidente não apresentou provas nem deu outros detalhes sobre a afirmação.

Conhecido por uma postura linha-dura, Mojtaba Khamenei mantém laços próximos com a elite da Guarda Revolucionária, considerada a principal força político-militar do país e peça central na sustentação do regime. Há anos ele era apontado como um dos favoritos à sucessão do pai, apesar de resistências internas na corrente xiita do Islã à transferência de poder entre familiares.

Segundo o jornal The New York Times, o novo líder é discreto e raramente aparece em público, tendo construído influência nos bastidores, especialmente no gabinete do pai, onde teria participado da coordenação de operações militares e de inteligência.

Especialistas avaliam que a escolha indica continuidade do sistema político iraniano em um momento de forte pressão externa e escalada militar na região. Ainda conforme o jornal The Telegraph, Mojtaba estava no mesmo local que o pai no dia do ataque e escapou por segundos após sair para o jardim da propriedade, sofrendo um ferimento na perna. Na ocasião, a esposa e um filho foram m0rt0s.

Fonte: G1

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Mundo

Condenação nos EUA contra Instagram e YouTube pode ser divisor de águas para o futuro das redes sociais

por Redação 26 de março de 2026

Um júri em Los Angeles emitiu um veredicto considerado histórico contra duas das plataformas digitais mais populares do mundo, o Instagram e o YouTube. A decisão concluiu que os aplicativos são viciantes e teriam sido deliberadamente projetados dessa forma, além de apontar negligência de seus proprietários na proteção de crianças usuárias.

Com o resultado, as gigantes Meta e Google foram condenadas a pagar US$ 6 milhões (cerca de £4,5 milhões) em indenização a uma jovem identificada como Kaley, autora central do processo. Ela alegou que o uso das plataformas contribuiu para o desenvolvimento de dismorfia corporal, depressão e pensamentos suicidas.

As duas empresas informaram que pretendem recorrer. A Meta argumenta que um único aplicativo não pode ser responsabilizado por uma crise de saúde mental em adolescentes, enquanto o Google sustenta que o YouTube não deve ser classificado como rede social.

Especialistas avaliam que o veredicto pode representar um marco comparável ao chamado “momento Big Tobacco”, em referência aos processos que transformaram a regulação da indústria do tabaco. Para a professora de direito Mary Franks, da Universidade George Washington, a decisão indica que “a era da impunidade acabou” para as plataformas digitais.

Outras empresas envolvidas no caso, como TikTok e Snap (dona do Snapchat), optaram por acordos antes do julgamento. Segundo análises do setor, disputas judiciais desse porte têm custos elevados e podem redefinir o modelo de negócios das redes sociais.

O debate inclui possíveis mudanças estruturais nas plataformas, como restrições a recursos que incentivam o engajamento prolongado — a rolagem infinita, recomendações algorítmicas e reprodução automática de conteúdos. Essas ferramentas são apontadas como fundamentais para manter usuários conectados e expostos à publicidade, principal fonte de receita das empresas.

Nos Estados Unidos, as big techs contam com proteção jurídica prevista na chamada Seção 230, que limita a responsabilidade das plataformas sobre conteúdos publicados por usuários. O ceticismo em relação a essa regra tem aumentado, com audiências no Senado discutindo sua revisão.

O caso também ocorre em meio a pressões internacionais por maior regulação do uso de redes sociais por menores. A Austrália, por exemplo, proibiu em dezembro o acesso de crianças com menos de 16 anos às principais plataformas. Reino Unido e outros países avaliam medidas semelhantes.

A vitória judicial de Kaley é a segunda derrota recente das grandes empresas de tecnologia em processos relacionados ao impacto das redes sociais na saúde mental. Para especialistas, a tendência é que novas ações avancem, ampliando o debate sobre responsabilidade jurídica, design das plataformas e proteção de usuários — especialmente crianças e adolescentes.

Fonte: G1

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Mundo

“Presidiário Gato” relata que fãs enviavam dinheiro e fotos íntimas e tomavam horários de visita na prisão

por Redação 26 de março de 2026

Jeremy Meeks, conhecido mundialmente como o “Presidiário Gato”, voltou a comentar o impacto repentino da fama que ganhou após ter sua foto de fichamento policial divulgada pela polícia de Stockton, na Califórnia (EUA), em 2014. O caso se tornou um dos exemplos mais emblemáticos de viralização nas redes sociais.

Na época, a imagem do homem de olhos azuis foi publicada após uma operação contra gangues e rapidamente se espalhou pela internet, acumulando centenas de milhares de curtidas e dando origem à hashtag #FelonCrushFriday. O episódio transformou Jeremy em uma celebridade instantânea e alvo de grande atenção do público.

Em entrevista recente ao podcast Inside True Crime, ele relatou que chegou a receber cerca de 300 mensagens por dia. Segundo o ex-detento, fãs enviavam dinheiro, ordens de pagamento e fotos íntimas. “Todo tipo de dinheiro era enviado”, afirmou.

A situação se intensificou quando admiradores passaram a visitá-lo na penitenciária em Sacramento, onde cumpria pena. Pessoas de diferentes regiões dos Estados Unidos viajavam para conhecê-lo, mesmo sem qualquer vínculo pessoal. Jeremy contou que frequentemente se deparava com visitantes desconhecidos atrás do vidro da sala de visitas.

De acordo com ele, o fluxo constante de fãs acabou monopolizando os horários limitados de visitação, dificultando o contato com familiares. O ex-detento relatou frustração por ter perdido momentos com o filho, que tinha cinco anos na época.

Ainda durante o período em que estava preso, agências de modelos demonstraram interesse em contratá-lo. Após deixar a prisão, em 2016, Jeremy iniciou carreira no mundo da moda, participando inclusive de desfiles na Semana de Moda de Nova York.

Fonte: EXTRA

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Mundo

Astro de ‘Reacher’ e ‘Velozes e Furiosos’ é flagrado agredindo vizinho nos EUA

por Redação 23 de março de 2026

O ator Alan Ritchson, conhecido por papéis na série Reacher e em filmes como Velozes e Furiosos 10, As Tartarugas Ninja e Jogos Vorazes, foi flagrado agredindo um vizinho em um condomínio no Tennessee, nos Estados Unidos. A cena foi registrada em vídeo por um morador, que filmou a confusão pela janela de casa.

Nas imagens divulgadas pelo site TMZ, Ritchson aparece batendo no homem na calçada enquanto duas crianças observam a situação em cima de motos. Segundo Ronnie Taylor, apontado como vítima, o desentendimento começou no sábado, quando o ator estaria dirigindo sua motocicleta em alta velocidade e causando barulho no bairro.

Taylor afirmou que reagiu mostrando o dedo médio ao artista e recebeu o mesmo gesto em resposta. No domingo, a tensão teria aumentado após o ator voltar a circular com a moto de forma barulhenta. Ao pedir que ele parasse, os dois teriam iniciado uma briga que terminou em agressões físicas.

De acordo com o vizinho, Ritchson o atingiu “pelo menos quatro vezes” quando ele já estava no chão, após troca de socos e chutes. Após o episódio, o ator teria deixado o local pilotando a motocicleta.

Fontes policiais confirmaram ao TMZ que há uma investigação em andamento sobre o incidente envolvendo as duas partes. Até o momento, nenhuma prisão foi realizada.

Fonte: revistamonet

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Irã x EUA

Irã nega diálogo com EUA e afirma que Trump recuou após ameaças sobre guerra energética

por Redação 23 de março de 2026

Agências estatais iranianas negaram nesta segunda-feira (23) que haja qualquer negociação em andamento entre o Irã e os Estados Unidos. A reação veio horas após o presidente norte-americano, Donald Trump, anunciar uma trégua de cinco dias em ataques à infraestrutura energética iraniana e afirmar que manteve “conversas muito boas” com lideranças de Teerã no fim de semana.

A agência Fars, ligada à Guarda Revolucionária, informou com base em fontes do governo iraniano que não há diálogo em curso e afirmou ainda que Trump teria recuado após ouvir ameaças do Irã de atacar estações energéticas no Golfo. A Tasnim, também estatal, reforçou a negativa e declarou que não houve negociações e que não haverá, criticando o que classificou como “guerra psicológica” que não traria paz aos mercados de energia nem normalizaria a situação no Estreito de Ormuz.

Já a agência Mehr citou o ministro das Relações Exteriores iraniano ao afirmar que a declaração de Trump seria uma tentativa de fazer os preços do petróleo e do gás, que dispararam após o início da guerra, voltarem a cair. A Irna, outra agência oficial, também afirmou que não houve conversas entre os dois países.

Apesar das negativas, Trump reafirmou que houve contatos e sugeriu problemas de comunicação interna no governo iraniano. “Eles que ligaram, eu não liguei”, disse o presidente a jornalistas. Em publicação na rede Truth Social, ele afirmou que representantes dos dois países tiveram discussões “muito boas e produtivas” e que, por isso, determinou ao Departamento de Guerra o adiamento de qualquer ataque contra instalações energéticas iranianas por cinco dias, condicionado ao avanço das conversas.

A troca de declarações ocorre em meio à escalada do conflito entre os dois países, que já dura mais de três semanas. No domingo, a Guarda Revolucionária ameaçou fechar completamente o Estreito de Ormuz e atacar usinas de energia de Israel e aquelas que abastecem bases americanas no Golfo.

O posicionamento foi uma resposta a Trump, que no sábado (21) falou em “obliterar” usinas iranianas caso Teerã não reabrisse totalmente o estreito em até 48 horas — prazo que venceria por volta das 19h44 desta segunda-feira, no horário de Brasília. Um eventual ataque a instalações energéticas seria considerado uma escalada significativa no conflito.

Em comunicado, a Guarda Revolucionária afirmou ainda que, se houver ataque às instalações iranianas, irá “destruir completamente” empresas no Oriente Médio com participação norte-americana e considerar como “alvos legítimos” instalações de energia em países que abrigam bases dos EUA.

Outras autoridades iranianas também reagiram. O presidente do Parlamento, Mohammad Baqer Qalibaf, declarou nas redes sociais que o país poderá “destruir de forma irreversível” infraestruturas críticas no Oriente Médio. As Forças Armadas iranianas afirmaram que qualquer ação militar resultará em represálias contra instalações energéticas ligadas aos Estados Unidos na região.

Uma resposta menos inflamatória veio do embaixador iraniano na Organização Marítima Internacional (IMO), Ali Mousavi, que disse que o Estreito de Ormuz permanece fechado apenas para navios considerados “inimigos do Irã”, e que o país pretende contribuir para a passagem segura das demais embarcações.

Fonte: G1

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Irã x EUA

Ataque de mísseis do Irã a base no Oceano Índico gera alerta internacional sobre alcance militar

por Redação 23 de março de 2026

Um ataque com mísseis balísticos lançado pelo Irã contra a base militar de Diego Garcia, no Oceano Índico, acendeu um alerta internacional sobre o alcance do arsenal iraniano. A instalação, compartilhada por Estados Unidos e Reino Unido, fica a cerca de 4 mil quilômetros do território iraniano, entre a África e a Indonésia.

O episódio ocorreu na noite de sexta-feira (20). Segundo autoridades, dois projéteis foram disparados, mas não houve danos: um falhou durante o voo e o outro foi interceptado pela defesa norte-americana. A ação foi inicialmente revelada pela imprensa dos EUA e posteriormente confirmada pelo governo britânico e pela agência iraniana Mehr.

Em comunicado, a Mehr afirmou que o ataque representa um “passo significativo”, demonstrando que o alcance dos mísseis iranianos pode ser maior do que o imaginado. Especialistas destacam que o Irã possui um dos arsenais de mísseis mais robustos do Oriente Médio, com projéteis de grande poder de fogo e potencial para transportar ogivas nucleares.

O alvo escolhido chamou atenção por estar fora da área central do conflito envolvendo Irã, Israel e forças norte-americanas, que já dura mais de três semanas. Bases situadas em países como Catar e Arábia Saudita têm papel mais direto na guerra, o que torna o ataque considerado incomum.

A distância percorrida pelos mísseis alimentou preocupações na Europa, já que cidades como Atenas, Roma, Berlim, Paris e Londres estariam dentro de um eventual raio de alcance semelhante. Apesar disso, autoridades britânicas afirmaram que não há avaliação atual de que o Irã tenha capacidade ou intenção de atingir o continente europeu.

O episódio também reforçou o discurso do governo de Israel sobre o programa militar iraniano. Em comunicado, o Exército israelense classificou o regime de Teerã como “ameaça global”, alegando que o país estaria desenvolvendo mísseis com alcance ampliado — algo negado pelo Irã no passado. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu voltou a defender que mais países se unam a Estados Unidos e Israel no enfrentamento ao regime iraniano.

A escalada de tensão internacional é acompanhada com atenção no Brasil, inclusive por moradores de Guarulhos e da Grande São Paulo, diante dos possíveis impactos geopolíticos e econômicos de conflitos envolvendo grandes potências.

Fonte: G1

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