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Mundo

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Marinheiro francês revela localização de porta-aviões ao usar app de exercícios

por Redação 20 de março de 2026

Um marinheiro francês vazou a posição do porta-aviões Charles de Gaulle ao deixar ligado seu aplicativo de exercícios físicos, segundo reportagem do jornal Le Monde nesta quinta-feira (19). O incidente aconteceu em 13 de março, quando o militar correu pouco mais de 7 km em 35 minutos a bordo da embarcação, usando um relógio conectado ao aplicativo Strava, que registrou a localização quase exata do navio.

O porta-aviões estava no mar Mediterrâneo, a noroeste de Chipre, a cerca de 100 km da costa turca, em meio à guerra no Oriente Médio. Embora a presença da força francesa na região não fosse segredo — anunciada pelo presidente Emmanuel Macron em 3 de março —, a divulgação da posição exata representa risco grave em termos estratégicos.

A partir dos dados do aplicativo, é possível reconstruir os deslocamentos do grupo aeronaval e da escolta nas últimas semanas, incluindo escalas em Copenhague e proximidades da costa francesa. Registros de 13 de março mostram trajetos em alto-mar que indicam a localização do porta-aviões e de embarcações auxiliares, confirmados por imagens de satélite.

O episódio reforça preocupações sobre segurança digital militar, especialmente em tempos de conflito, quando a posição exata de forças armadas é informação sensível.

Fonte: G1

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Irã x EUA

Irã ameaça destinos turísticos de americanos e israelenses enquanto EUA liberam petróleo iraniano

por Redação 20 de março de 2026

O Irã emitiu nesta sexta-feira (20) uma nova ameaça contra destinos turísticos e pontos de lazer frequentados por americanos e israelenses, segundo o porta-voz do exército, Sardar Shekarchi. A declaração, divulgada pela agência ISNA, ocorre após o assassinato de funcionários do governo e comandantes iranianos, incluindo o ministro da Inteligência, Esmail Khatib, por Israel.

“Estamos de olho em seus covardes funcionários e comandantes, seus pilotos e seus soldados, e não demorará muito para que os arrastemos para fora de seus esconderijos… De agora em diante, centros turísticos e de lazer ao redor do mundo serão inseguros para os inimigos”, afirmou Shekarchi.

O líder supremo do Irã, aiatolá Mojtaba Khamenei, sucessor de seu pai Ali Khamenei, morto em ataque aéreo israelense no primeiro dia da guerra (28 de fevereiro), reforçou que os inimigos do país terão sua segurança retirada. A comunicação oficial foi enviada ao presidente iraniano, Masoud Pezeshkian.

Enquanto isso, os Estados Unidos sinalizam a liberação do petróleo iraniano. O secretário de Energia, Chris Wright, afirmou que os carregamentos poderiam chegar aos mercados globais em poucos dias, dependendo do fim ou suspensão das sanções americanas, com absorção prevista pelo mercado em 30 a 45 dias.

O secretário do Tesouro, Scott Bessent, acrescentou que cerca de 140 milhões de barris de petróleo iraniano já poderiam ser liberados, ressaltando que os EUA não atacam a infraestrutura energética do país e permitem que exportações continuem pelo Golfo Pérsico.

Fonte: CBN

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Irã x EUA

Guerra no Irã abala imagem de segurança de Dubai, Catar e Emirados e gera prejuízos bilionários

por Redação 20 de março de 2026

A guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã começou a colocar em risco a imagem de estabilidade e segurança que países do Golfo Pérsico, como Dubai, Abu Dhabi e Doha, cultivaram por décadas. A região, antes percebida como refúgio de luxo e prosperidade, sofre impactos diretos em turismo, investimentos e infraestrutura.

Desde 28 de fevereiro, ataques iranianos atingiram centros comerciais, arranha-céus de luxo, portos, hotéis e aeroportos, incluindo o Burj al Arab e o Fairmont The Palm, além de instalações industriais como o complexo de Ras Laffan, no Catar. O fechamento temporário do Estreito de Ormuz agravou os danos, bloqueando exportações de combustíveis.

O setor turístico da região vem perdendo cerca de US$ 600 milhões (R$ 3,15 bilhões) por dia, segundo o Conselho Mundial de Viagens e Turismo. Eventos internacionais, voos e reservas de hotéis foram cancelados em massa, impactando diretamente a economia local. Apenas na semana de 6 de março, Dubai registrou mais de 80 mil cancelamentos de aluguéis de curta duração.

Especialistas apontam que a dependência da proteção americana, embora tenha mantido a região isolada de conflitos por décadas, agora expõe limites dessa estratégia. Países do Golfo investiram fortemente em vigilância, segurança e relações com Washington, mas não foram consultados antes do início das hostilidades.

“A guerra mostra que a segurança do Golfo depende, em grande parte, de decisões externas. Recuperar a confiança de investidores e turistas dependerá da duração do conflito”, afirma Elham Fakhro, pesquisadora do Centro Belfar da Universidade Harvard.

O prolongamento da guerra ameaça acelerar a saída de expatriados, a fuga de capitais e o atraso na retomada da produção de petróleo. Para especialistas, a solução duradoura passa pelo estabelecimento de relações próprias com o Irã, evitando que decisões externas continuem transformando a região em alvo.

Fonte: G1

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Mundo

Trump acusa aliados da Otan de “covardes” por não apoiar EUA contra Irã

por Redação 20 de março de 2026

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou nesta sexta-feira (20) os aliados da Otan, classificando-os como “covardes” por não apoiarem os EUA na guerra contra o Irã. A declaração foi feita em postagem na rede social Truth Social, em que Trump afirmou que os países não ajudaram na tentativa de impedir que o Irã obtenha armas nucleares nem na reabertura do Estreito de Ormuz, bloqueado por Teerã no início do conflito.

Segundo Trump, os aliados apenas reclamam do preço do petróleo, enquanto os Estados Unidos assumem os principais riscos militares. “Sem os EUA, a OTAN é um tigre de papel! Eles não quiseram entrar na luta… COVARDES, e nós VAMOS LEMBRAR!”, escreveu.

A declaração ocorre em meio a tensões diplomáticas crescentes. Recentemente, Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Holanda — todos membros da Otan — e o Japão afirmaram estar dispostos a ajudar na liberação do Estreito de Ormuz, rota estratégica para cerca de 20% do petróleo consumido no mundo. No entanto, não detalharam como contribuiriam na ação.

Na quinta-feira (19), o secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, também havia criticado aliados europeus, chamando-os de “ingratos”, evidenciando o desgaste nas relações transatlânticas frente ao conflito no Oriente Médio.

Fonte: G1

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Mundo

Trump volta a sugerir anexações e menciona Venezuela como possível “estado 51” dos EUA

por Redação 20 de março de 2026

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a gerar repercussão internacional ao insinuar, nas redes sociais, que a Venezuela poderia receber o status de estado norte-americano. As declarações foram feitas enquanto comentava o Mundial de Beisebol, vencido pela seleção venezuelana na final contra os Estados Unidos.

A primeira publicação ocorreu após a vitória da Venezuela sobre a Itália na semifinal. Trump elogiou o desempenho da equipe e escreveu: “Coisas boas estão acontecendo com a Venezuela ultimamente! Fico me perguntando do que se trata essa magia. Estado nº 51, alguém?”. Após o título, voltou a postar apenas a expressão “status de estado”.

As manifestações acontecem cerca de dois meses após a invasão norte-americana ao território venezuelano, que resultou na captura do ex-presidente Nicolás Maduro. Desde então, o país, sob liderança interina de Delcy Rodríguez, enfrenta forte pressão política do governo dos EUA.

A Venezuela não é o único território citado por Trump em propostas de anexação. No início do ano, o presidente voltou a defender a ideia de adquirir a Groenlândia, alegando motivos de segurança nacional e a importância estratégica para a construção do chamado “Domo de Ouro”, sistema de defesa antimíssil.

A possibilidade gerou reação de países europeus. A Dinamarca e membros da Otan reforçaram a presença militar na ilha, enquanto o primeiro-ministro local afirmou estar aberto a parcerias com Washington, mas descartou qualquer cessão de soberania.

Trump também voltou a mencionar o Canadá como possível “51º estado”, defendendo que a anexação traria benefícios econômicos e de segurança. Autoridades canadenses rejeitaram a proposta, afirmando que o país não está à venda.

Outro alvo citado recentemente foi Cuba. O presidente norte-americano afirmou que seria uma “honra” assumir o controle da ilha, que enfrenta crise energética. O governo cubano confirmou a abertura de negociações com os EUA, mas ressaltou que persistem diferenças relevantes entre os países.

Fonte: G1

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Mundo

Europa e Japão se oferecem para ajudar a liberar Estreito de Ormuz após alta do petróleo

por Redação 19 de março de 2026

Países europeus e o Japão anunciaram nesta quinta-feira (19) que estão “prontos” para se unir a esforços para garantir a segurança da passagem pelo Estreito de Ormuz, estratégico canal marítimo do Oriente Médio, após o aumento do preço do petróleo provocado por ataques do Irã a infraestruturas na região.

O comunicado conjunto, assinado por Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Holanda e Japão, cita ainda que os governos tomarão medidas para estabilizar o mercado de energia, incluindo ações com produtores de petróleo e a liberação de reservas estratégicas. “Expressamos nossa prontidão em contribuir com os esforços apropriados para garantir a passagem segura pelo Estreito”, afirma a nota.

O anúncio é um aceno ao governo dos Estados Unidos, que havia solicitado a esses países o envio de navios militares para escoltar embarcações comerciais no canal. Na quarta-feira, o secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, criticou aliados europeus chamando-os de “ingratos”.

O comunicado não detalha, porém, como cada país pretende atuar na região. O Estreito de Ormuz é responsável pelo transporte de cerca de 20% do petróleo mundial. O Irã, localizado em uma das extremidades, vem bloqueando a passagem e atacando navios comerciais.

O ministro da Defesa da Alemanha, Boris Pistorius, reafirmou que o país não participará militarmente do conflito. “O que Trump espera de um punhado de fragatas europeias que a poderosa Marinha dos EUA não possa fazer? Esta não é a nossa guerra, nós não a começamos”, afirmou.

Fonte: G1

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Mundo

Escalada no Oriente Médio: ameaça de Trump sobre campo de gás iraniano amplia tensão global

por Redação 19 de março de 2026

A crise no Oriente Médio ganhou novos contornos após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que ameaçou destruir o campo de gás South Pars, no Irã, caso o país volte a atacar o Catar. A fala foi publicada nesta quarta-feira (18) na rede social Truth Social.

Segundo Trump, o bombardeio recente ao campo de gás iraniano foi realizado por Israel, sem participação ou conhecimento prévio dos Estados Unidos e do Catar. O presidente afirmou ainda que Israel não pretende realizar novos ataques ao local, considerado o maior campo de produção de gás do mundo.

O mandatário norte-americano acusou o Irã de ter atacado “injustamente” uma instalação de gás natural liquefeito no Catar e fez um alerta direto. De acordo com ele, se houver novas ofensivas contra o país do Golfo, os EUA poderão agir “com ou sem a ajuda ou consentimento de Israel”, prometendo uma resposta com um nível de força “nunca visto” por Teerã.

As declarações ocorrem em meio ao agravamento do conflito regional. A Guarda Revolucionária do Irã afirmou que a guerra entrou em uma nova fase e anunciou ataques a instalações energéticas ligadas aos Estados Unidos, em resposta ao que classifica como bombardeios à infraestrutura iraniana realizados por Washington e Tel Aviv.

Autoridades iranianas advertiram que a ofensiva poderá se intensificar caso novas ações sejam registradas. O Catar informou que um míssil iraniano provocou danos extensos na cidade industrial de Ras Laffan, principal polo de processamento de gás natural liquefeito da QatarEnergy. Já a Arábia Saudita declarou ter interceptado um ataque contra uma instalação de gás no leste do país.

O aumento das hostilidades ocorreu após bombardeios a um campo de gás na região de Pars, território iraniano que integra a maior reserva de gás natural do mundo, compartilhada com o Catar. A ação marcou uma nova escalada no confronto e contribuiu para a disparada nos preços do petróleo.

De acordo com a agência iraniana Fars, tanques de armazenamento e partes de uma refinaria foram atingidos. Trabalhadores foram retirados por segurança, e a mídia estatal informou posteriormente que o incêndio no local estava sob controle.

Fonte: G1

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Mundo

EUA exigem caução de US$ 15 mil para vistos de 50 países

por Redação 18 de março de 2026

O governo dos Estados Unidos anunciou nesta quarta-feira (18) que cidadãos de 50 países precisarão depositar uma caução de US$ 15 mil (cerca de R$ 78 mil) para solicitar vistos de turismo e negócios. A medida, divulgada pelo Departamento de Estado, entra em vigor em 2 de abril e tem como objetivo prevenir a permanência ilegal de estrangeiros no país.

O programa atinge inicialmente 38 países, em sua maioria da África, Oceania e parte da Ásia. Nesta quarta, mais 12 nações foram incluídas: Camboja, Etiópia, Geórgia, Granada, Lesoto, Maurícias, Mongólia, Moçambique, Nicarágua, Papua Nova Guiné, Seicheles e Tunísia. O Brasil não está entre os afetados.

A exigência faz parte de uma série de mudanças nas políticas de imigração implementadas no segundo mandato do presidente Donald Trump, incluindo aumento de taxas de visto, exigência de histórico de redes sociais e mais entrevistas presenciais para menores e idosos. Paralelamente, o programa “gold card” concede residência a estrangeiros mediante investimentos milionários no país.

Especialistas alertam que a medida de caução pode restringir a entrada de turistas e profissionais qualificados, enquanto o governo defende que a fiança será devolvida integralmente a quem cumprir os termos do visto e retornar ao país de origem.

Fonte: G1

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Mundo

Bomba de fragmentação do Irã fura teto de apartamento em Tel Aviv e mata casal de idosos

por Redação 18 de março de 2026

Uma das bombas de fragmentação lançadas pelo Irã nesta quarta-feira (18) atingiu um apartamento em Tel Aviv, matando um casal de idosos que não conseguiu chegar a tempo ao bunker do edifício. O ataque deixou ainda cinco feridos em Tel Aviv, Ramat Gan, Kafr Qasem, Petah Tikva e Bnei Brak.

Imagens mostram o furo no teto causado pela explosão. Segundo vizinhos, o estrondo foi intenso e causou grande pânico. As autoridades israelenses informaram que uma das bombas perfurou o telhado e atingiu diretamente o apartamento do casal.

O ataque foi anunciado pela TV estatal iraniana como retaliação à morte de Ali Larijani, chefe do Conselho Supremo de Segurança do Irã. Desde o início da guerra no Oriente Médio, que já entra na terceira semana, milhares de pessoas morreram: 3.099 no Irã, 902 no Líbano, 14 em Israel e 13 militares dos EUA.

As munições de fragmentação, também conhecidas como cluster munitions, são projetadas para liberar várias submunições em uma ampla área. Por não serem totalmente confiáveis, muitas permanecem ativas no solo, funcionando como minas terrestres e representando risco permanente para civis.

Embora 110 países tenham assinado a Convenção de 2008 que proíbe esse tipo de armamento, nem Irã, nem Israel são signatários, tampouco Estados Unidos, Rússia, Ucrânia e Brasil. Organizações internacionais, como a Human Rights Watch, classificam essas bombas como extremamente letais para civis, alertando que seu uso em áreas habitadas provoca mortes e ferimentos mesmo anos após os conflitos.

Fonte: G1

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Irã x EUA

EUA usam bomba de penetração contra posições do Irã no Estreito de Ormuz, diz Comando Central

por Redação 18 de março de 2026

O uso de bombas de penetração profunda pelos Estados Unidos contra posições militares do Irã no Estreito de Ormuz, anunciado nesta terça-feira (17), intensificou o cenário de tensão internacional e acendeu alertas sobre os impactos econômicos e geopolíticos do conflito.

De acordo com o Comando Central americano, foram empregadas múltiplas munições de 5.000 libras (cerca de 2.300 kg) contra baterias anti-embarcações e posições fortificadas de mísseis iranianos ao longo da costa próxima ao estreito. Segundo o comunicado, os mísseis de cruzeiro antinavio representavam risco direto à navegação internacional na passagem estratégica.

Controlado pelo Irã, o Estreito de Ormuz é responsável pelo escoamento de cerca de 20% do petróleo mundial. Desde o fechamento da rota por Teerã, após ataques de Estados Unidos e Israel em 28 de fevereiro, o bloqueio de petroleiros contribuiu para a alta dos preços da commodity nos mercados globais.

No fim de semana, o presidente dos EUA, Donald Trump, solicitou apoio de aliados europeus e asiáticos para reabrir a passagem, mas líderes evitaram assumir compromissos militares em meio à guerra. Nesta terça, o republicano afirmou não precisar de ajuda para a operação, embora tenha criticado a Otan, classificando como “um erro muito tolo” a decisão de não participar do desbloqueio do estreito.

Também nesta terça-feira, um ataque israelense matou Ali Larijani, chefe do Conselho Supremo de Segurança do Irã e uma das principais figuras do regime. Paralelamente, Irã e Israel trocaram ataques aéreos. Segundo a emissora estatal iraniana, mísseis lançados pelo país atingiram áreas próximas ao gabinete do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, em Jerusalém.

Em nota, o Exército iraniano afirmou ter atingido centros cibernético-tecnológicos e estratégicos ligados a fabricantes de armas israelenses, incluindo a empresa Rafael. As Forças de Defesa de Israel confirmaram o ataque e orientaram a população a buscar abrigos antiaéreos, enquanto sirenes soaram em todo o território.

As bombas de penetração profunda são projetadas para destruir alvos enterrados a vários metros de profundidade. Em junho de 2025, os EUA já haviam utilizado a Massive Ordnance Penetrator (GBU-57), de 13,6 mil kg, contra instalações nucleares subterrâneas iranianas. Por serem extremamente pesadas, essas munições só podem ser lançadas por bombardeiros estratégicos disponíveis exclusivamente no arsenal americano.

Fonte: G1

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