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Suprema Corte decide futuro do tarifaço de Trump e pode mexer com dólar e Brasil

por Redação 20 de fevereiro de 2026

A Suprema Corte dos Estados Unidos deve se manifestar nesta sexta-feira (19) sobre a legalidade do chamado tarifaço imposto pelo presidente Donald Trump a diversos países. O julgamento vai definir se o presidente poderia ter imposto tarifas de forma unilateral, sem aval do Congresso — uma decisão considerada crucial para o dólar, os juros, o comércio global e a economia brasileira.

Pela Constituição americana, a criação de impostos e tarifas é atribuição do Congresso. Trump sustenta que a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA), de 1977, permite a adoção dessas medidas em situações excepcionais. Embora a legislação já tenha fundamentado sanções e restrições comerciais, nunca havia sido usada para tarifas de alcance tão amplo, ponto central das contestações feitas por empresas e governos estaduais. Até agora, três instâncias inferiores rejeitaram os argumentos do governo, e a palavra final caberá à Suprema Corte.

Se Trump vencer, as tarifas impostas desde abril de 2025 — entre 10% e 50% — permanecem válidas e passam a ser consideradas legais. Para Jackson Campos, especialista em comércio exterior, isso consolida as tarifas como instrumento legítimo de política econômica e amplia o risco de novas elevações, mantendo o ambiente comercial instável. No mercado financeiro, o efeito tende a fortalecer o dólar. “Tarifas geram inflação, que exige juros altos, que fortalecem o dólar”, afirma Sérgio Brotto, CEO da Dascam Corretora de Câmbio.

Tarifas elevam o custo de importados, pressionam a inflação e podem levar o Federal Reserve a manter juros altos por mais tempo. Juros elevados tornam os EUA mais atrativos ao capital estrangeiro, ampliando a demanda por dólares. Brotto afirma que o país se transforma em um “aspirador de capital”. Em janeiro, os preços ao consumidor nos EUA subiram 0,2%, acumulando 2,4% em 12 meses, acima da meta de 2%. Na última reunião, em 27 e 28 de janeiro, o Fed manteve os juros inalterados, contrariando pressões de Trump por cortes.

Se a Suprema Corte considerar as tarifas ilegais, a cobrança tende a ser suspensa. A devolução automática dos valores arrecadados não é garantida. Segundo Campos, empresas precisarão acionar mecanismos administrativos ou judiciais individuais para tentar reaver parte do que pagaram. Trump afirmou na rede Truth Social que uma decisão contrária poderia obrigar os EUA a devolver centenas de bilhões de dólares e gerar “completo caos”.

Para o mercado, uma derrota tende a enfraquecer o dólar. Sem a pressão inflacionária das tarifas, o Fed teria mais espaço para cortar juros, reduzindo a atratividade da moeda americana. Nesse cenário, cresce a disposição de investidores para aplicar recursos em mercados emergentes, como o Brasil. O resultado prático incluiria dólar mais fraco, maior entrada de capital externo, valorização do real e possível redução das expectativas de juros no Brasil.

Mesmo com eventual derrota, o governo pode buscar outras bases legais para impor tarifas, como argumentos de segurança nacional ou práticas comerciais desleais. Assim, o julgamento reduz a insegurança jurídica, mas não elimina totalmente a incerteza. Pelo menos US$ 90 bilhões (R$ 483 bilhões) em tributos de importação já recolhidos podem ser impactados — cerca de metade da arrecadação tarifária dos EUA em 2025 até setembro, segundo analistas do Wells Fargo.

Para a economia americana, a derrubada das tarifas pode reduzir custos de importação, aliviar pressões inflacionárias e melhorar a competitividade industrial, mas também implicar perda de arrecadação e efeitos políticos internos.

No Brasil, os impactos variam conforme o desfecho. Se Trump vencer, exportadores brasileiros tendem a enfrentar custos elevados e perda de competitividade em um ambiente de instabilidade. Se perder, abre-se espaço para retomada das exportações, com maior previsibilidade de preços e menor pressão cambial.

Atualmente, as exportações brasileiras aos EUA se dividem entre produtos sem tarifas adicionais e mercadorias sujeitas a sobretaxa de 40%. Em 2025, Trump iniciou tarifas de 10% em abril, elevou para até 50% em julho — com vigência em agosto e exclusão de 700 itens — e, em novembro, retirou a taxa de 10%, mantendo a maior sobre determinados produtos e removendo a sobretaxa de 40% para itens como café, carnes e frutas.

Fonte: G1

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Mundo

Ex-príncipe Andrew é preso no Reino Unido em investigação sobre Jeffrey Epstein

por Redação 19 de fevereiro de 2026

Andrew Mountbatten-Windsor, irmão do Rei Charles III e ex-príncipe, foi preso nesta quinta-feira (19) em sua residência em Sandringham, na Inglaterra, no dia em que completou 66 anos. A detenção ocorre em meio a investigações sobre possíveis ligações com o criminoso sexual Jeffrey Epstein e suspeita de “má conduta no exercício de cargo público”, informou a polícia do Vale do Tâmisa.

Embora a identidade do preso não tenha sido explicitamente divulgada, a imprensa britânica e a família real confirmaram se tratar do ex-príncipe. Agentes também realizaram buscas em dois endereços associados a Andrew, em Berkshire e Norfolk, com apoio da polícia local.

O subchefe Oliver Wright destacou que a investigação busca proteger “a integridade e a objetividade” enquanto apura a suposta infração. O rei Charles III afirmou ter recebido a notícia “com preocupação”, reforçando que a família apoia a ação da polícia e que “a lei precisa seguir seu curso”. O príncipe William e a princesa Kate também endossaram o comunicado real.

A prisão acontece uma semana após a polícia abrir investigação sobre suposto envio de relatórios confidenciais a Epstein enquanto Andrew atuava como representante especial do Reino Unido para o Comércio Internacional. Segundo especialistas, caso seja condenado por má conduta, o ex-príncipe poderia receber pena de prisão perpétua e aguarda interrogatório em cela padrão, sem privilégios.

Andrew aparece em diversos arquivos do caso Epstein, incluindo fotos divulgadas pelo Departamento de Justiça dos EUA. Ele também foi acusado de agressões sexuais por Virginia Giuffre, principal testemunha do caso, quando ela ainda era menor. Andrew sempre negou as acusações. Giuffre morreu por suicídio na Austrália em abril de 2025, aos 41 anos.

A situação coloca a família real britânica sob pressão. Em outubro, Andrew teve todos os títulos reais retirados pelo irmão, o rei Charles III, e foi transferido de sua residência em Windsor para uma casa de campo em Sandringham. Recentes apelos da polícia pedem que testemunhas denunciem casos de tráfico de mulheres relacionados ao esquema de Epstein.

Fonte: G1

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Argentina enfrenta greve geral contra reforma trabalhista; governo Milei promete repressão a protestos

por Redação 19 de fevereiro de 2026

A Câmara dos Deputados da Argentina iniciou nesta quinta-feira (19) a discussão do projeto de reforma trabalhista enviado pelo governo de Javier Milei, após aprovação pelo Senado na semana passada. Em resposta, a Confederação Geral do Trabalho (CGT) convocou uma greve geral que começou à meia-noite, segundo a Associated Press, e manifestações de rua também são esperadas.

O governo alertou jornalistas para seguir “medidas de segurança” e evitar áreas de risco nos protestos. O Ministério da Segurança afirmou que, em caso de violência, “nossas forças agirão”, reservando ainda uma “zona exclusiva” para a imprensa nas ruas laterais do Congresso. Na semana passada, manifestações próximas ao Senado terminaram com confrontos e cerca de 30 detidos.

A reforma trabalhista é considerada a maior mudança na legislação do país em décadas, revisando regras datadas principalmente da década de 1970. Entre os objetivos do governo estão reduzir custos trabalhistas, estimular a formalização do emprego — hoje com cerca de 40% dos trabalhadores na informalidade — e incentivar investimento.

Entre os principais pontos da reforma estão:

  • Férias mais flexíveis: períodos mínimos de sete dias, negociáveis fora da época tradicional;
  • Restrição de greves em setores essenciais: exigência de mínimo de 50% a 75% de prestação de serviço;
  • Período de experiência ampliado: até seis meses, podendo chegar a oito ou 12, com indenizações reduzidas;
  • Flexibilização da jornada: até 12 horas diárias, com compensação, sem pagamento extra de horas;
  • Negociação coletiva: possibilidade de acordos diretos entre empresas e sindicatos locais;
  • Alterações em demissões e indenizações: cálculo reduzido e pagamento parcelado;
  • Licenças médicas e acidentes de trabalho: limites de cobertura para lesões fora do ambiente laboral;
  • Combate à informalidade: eliminação de multas por falta de registro e proibição de contratação de monotributistas em funções formais;
  • Trabalhadores digitais e teletrabalho: regulamentação como independentes, com seguro de proteção e redução de obrigações adicionais pós-pandemia.

A reforma não se aplica a servidores públicos, exceto no que diz respeito a greves em serviços essenciais, abrangendo saúde, transporte e segurança. O governo espera votar a proposta na Câmara até 25 de fevereiro e aprová-la até 1º de março, data de abertura das sessões ordinárias do Legislativo.

Segundo o Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec), o terceiro trimestre de 2025 registrou 13,6 milhões de pessoas ocupadas na Argentina e cerca de 1 milhão de desempregados, resultando em taxa de desocupação de 6,6%.

Fonte: G1

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Mundo

Ex-presidente sul-coreano Yoon Suk Yeol é condenado à prisão perpétua por insurreição

por Redação 19 de fevereiro de 2026

O ex-presidente da Coreia do Sul, Yoon Suk Yeol, foi condenado à prisão perpétua nesta quinta-feira (19) por liderar uma insurreição ao tentar impor a lei marcial em dezembro de 2024. A decisão foi tomada pelo tribunal sul-coreano, que considerou Yoon culpado por não seguir o devido processo legal e por crimes relacionados à obstrução de Justiça.

A promotoria havia pedido pena de morte, argumentando que Yoon não demonstrou “remorso” por ações que ameaçaram a “ordem constitucional e a democracia”. No entanto, mesmo que a pena de morte fosse aceita, sua execução é improvável, já que a Coreia do Sul mantém uma moratória não oficial desde 1997.

Durante o julgamento, Yoon defendeu que a declaração da lei marcial foi um exercício legal de autoridade presidencial e alegou que não havia outra opção senão “despertar o povo, que é soberano”. Ele ainda acusou o partido de oposição de impor uma “ditadura inconstitucional” ao controlar o Legislativo.

Entre as acusações confirmadas estão:

  • Excluir funcionários do governo de reuniões sobre a lei marcial;
  • Fabricar documento oficial relacionado à lei marcial;
  • Impedir que investigadores o prendessem, escondendo-se por semanas na residência oficial;
  • Destruir registros telefônicos oficiais, possíveis provas criminais.

O juiz Baek Dae-hyun afirmou: “Apesar de ter o dever, acima de todos os outros, de defender a Constituição e observar o Estado de Direito como presidente, o réu demonstrou uma atitude que desrespeitou a Constituição. A culpabilidade do réu é extremamente grave.” Yoon não foi considerado culpado de falsificação de documentos oficiais devido à falta de provas.

Este julgamento faz parte do primeiro de oito processos criminais contra Yoon. Em janeiro, ele já havia sido condenado a cinco anos de prisão por obstrução da Justiça. A sentença atual é menor do que os dez anos solicitados pela promotoria, mas representa um marco histórico: Yoon é o primeiro presidente sul-coreano em exercício a ser detido.

A defesa do ex-presidente afirmou que irá recorrer da decisão, considerando a condenação “pré-determinada e sem base em evidências”. Yoon está preso desde julho de 2025.

Fonte: G1

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Mundo

EUA preparam possível ataque ao Irã neste fim de semana, indicam veículos americanos

por Redação 19 de fevereiro de 2026

Os Estados Unidos estão prontos para um possível ataque contra o Irã no próximo sábado (21), segundo a rede CBS News nesta quarta-feira (18). A decisão final ainda depende do presidente Donald Trump.

Atualmente, EUA e Irã negociam um acordo para limitar o programa nuclear iraniano. Teerã afirma que o programa é pacífico, mas Washington teme que o país busque desenvolver uma arma nuclear. Encontros recentes das delegações trouxeram pequenos avanços, mas ainda não resultaram em acordo. Trump declarou que atacará caso não haja entendimento.

De acordo com a CBS News, as Forças Armadas americanas estão preparadas para lançar um ataque já no sábado, e qualquer operação pode se estender além do fim de semana. O Pentágono começará a realocar funcionários americanos no Oriente Médio para regiões como Europa e Estados Unidos, procedimento comum diante de conflitos iminentes.

O Irã respondeu afirmando que atacará bases americanas na região caso seja bombardeado e anunciou exercícios militares navais conjuntos com a Rússia no Mar de Omã e norte do Oceano Índico para quinta-feira (19).

A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que Trump continua priorizando a diplomacia, mas que o Irã deveria fechar um acordo agora, ressaltando que “o presidente leva o tema a sério e pensa no interesse dos Estados Unidos, das Forças Armadas e do povo americano”.

Segundo o The New York Times, Israel está em estado de alerta máximo há semanas e intensificou preparativos para possível guerra, com reuniões de governo sendo reagendadas para domingo (22).

O site Axios afirmou que o governo Trump está “mais perto de uma grande guerra no Oriente Médio do que a maioria dos americanos imagina” e que o conflito poderia envolver Israel e durar semanas. Em janeiro, Trump quase ordenou ataque ao Irã após a repressão de protestos no país e reforçou a presença militar na região com porta-aviões, caças e sistemas de defesa aérea.

Fonte: G1

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Mundo

Neonazi português que ordenou morte de brasileira é julgado em Portugal

por Redação 19 de fevereiro de 2026

Miguel Ângelo, conhecido pelo codinome Mikazz, será julgado a partir desta quarta-feira em Portugal. Ele tinha 17 anos quando planejou o massacre em uma escola de São Paulo que resultou na morte de Giovanna Bezerra da Silva, de 17 anos. Hoje com 18 anos, o português é acusado de ter influenciado o ataque e incentivado outros crimes.

Mikazz estava à frente do grupo “The Kiss (TKS)”, que difundia conteúdo nazista e pedófilo, incentivava automutilação, maus-tratos a animais e a execução de massacres no Brasil. Três ataques planejados pelo grupo foram evitados pelas autoridades brasileiras após interceptação de mensagens suspeitas.

O massacre em São Paulo ocorreu em 23 de outubro de 2023. Lucas, então com 16 anos, realizou o ataque na Escola Estadual Sapopemba, na Zona Leste, matando Giovanna com tiros à queima-roupa e ferindo três estudantes. O ataque foi transmitido ao vivo nos perfis do TKS. O Ministério Público de Portugal concluiu que o assassino não teria capacidade de planejar o crime sozinho, e que a influência de Mikazz foi determinante para a execução do homicídio.

O julgamento principal envolve a acusação de incentivo a sete crimes de homicídio — um consumado e seis em forma de tentativas ou planejamentos. Mikazz também responde por pornografia envolvendo menores, associação criminosa, apologia de crimes e mortes, maus-tratos a animais e incitamento ao ódio, suicídio e violência. A defesa pretende contestar provas brasileiras.

As investigações foram conduzidas pela Polícia Judiciária de Portugal em colaboração com a Polícia Federal brasileira. A Unidade Nacional de Contraterrorismo da PJ destacou que Mikazz “dava conselhos quanto ao modus operandi (…) na preparação e prática dos crimes”, o que resultou no ataque em Sapopemba. A autoridade portuguesa ressaltou ainda a urgência das investigações para identificar a atividade online do detido, que promovia ideologias extremistas e comportamentos violentos.

Fonte: OGLOBO

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Mundo

Zuckerberg enfrenta júri inédito nos EUA sobre vício de jovens em redes sociais

por Redação 18 de fevereiro de 2026

O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, será interrogado nesta quarta-feira (18) em um júri popular inédito nos Estados Unidos que vai julgar se redes sociais causam vício em crianças e adolescentes. O julgamento ocorre no Tribunal de Los Angeles e deve se estender até abril.

Além da Meta, controladora de Instagram e Facebook, executivos do Google também serão ouvidos. As empresas são acusadas de desenvolver propositalmente produtos viciantes para ampliar lucros. TikTok e Snapchat também eram alvos da ação, mas firmaram acordos confidenciais antes do início do processo.

O presidente-executivo do Instagram, Adam Mosseri, já depôs na semana passada e rejeitou a ideia de que as redes sociais provoquem “dependência clínica”.

O caso é o primeiro júri popular nos EUA a avaliar a responsabilização das plataformas pela saúde mental de crianças e adolescentes. A ação foi movida por uma jovem de 20 anos, identificada nos autos como K.G.M. e chamada de Kaley no tribunal. Ela afirma que começou a usar redes sociais aos 6 anos e que foi exposta a conteúdos e filtros que contribuíram para depressão, ansiedade, pensamentos suicidas e distorções de autoimagem.

O processo reúne cerca de 800 pessoas, segundo Carolina Rossini, especialista em Direito da Tecnologia e professora da Escola de Direito da Universidade de Boston, em entrevista ao podcast O Assunto. Nos EUA, demandas semelhantes podem ser agrupadas para julgamento conjunto, e a decisão terá efeito vinculante para os demais autores.

Caso perca, a Meta poderá ser condenada a pagar indenização. O desfecho é considerado estratégico, pois pode fragilizar a principal linha de defesa jurídica das big techs em ações sobre danos aos usuários.

O julgamento integra um movimento global de reação ao impacto das redes sociais sobre a saúde mental de jovens. A Austrália proibiu o acesso às plataformas para menores de 16 anos, e a Espanha avalia medida semelhante. Nos EUA, a Flórida vetou a criação de contas por menores de 14 anos, decisão contestada judicialmente por entidades do setor.

As empresas negam as acusações e afirmam investir em ferramentas de proteção. A Meta cita estudo das National Academies of Sciences que, segundo a companhia, não encontrou evidências de que as redes alterem a saúde mental de crianças.

O processo é visto como teste para milhares de ações semelhantes contra empresas como Alphabet, Snap e TikTok. Famílias, distritos escolares e estados acusam as plataformas de alimentar uma crise de saúde mental entre jovens.

Zuckerberg deve ser questionado sobre estudos internos e debates na empresa a respeito do impacto do uso das plataformas por adolescentes. No julgamento, foi apresentado documento indicando que jovens em situações difíceis relataram usar a plataforma de forma habitual ou sem perceber.

Advogados da Meta sustentam que os registros médicos da autora apontam problemas de saúde relacionados a uma infância conturbada e que as redes funcionaram como espaço de expressão criativa.

Fonte: G1

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Mundo

Brasileira com dupla identidade foge e evita julgamento por homicídio em Portugal

por Redação 18 de fevereiro de 2026

Teve início em Portugal o julgamento de um homem acusado de assassinar um idoso de 85 anos que estava sob seus cuidados e de sua companheira brasileira. A mulher, identificada como Sandra e também denunciada pelo Ministério Público (MP), teria fugido do país e não compareceu ao julgamento em Braga.

A brasileira, de 50 anos, possui passaporte português com o nome Kadijah, identidade que teria adotado após a união com o acusado. Segundo as autoridades, ela é apontada como corresponsável pelo crime.

O réu, o argelino Salah, afirmou no início do julgamento que “só ajudou a esconder o cadáver”, conforme noticiado pelo jornal O Minho.

A vítima, António Santos, estava sob os cuidados do casal, que atuava de maneira informal no atendimento a idosos, após indicação de uma associação. O crime ocorreu em 2024, em Esposende, nos arredores do Porto.

De acordo com a investigação, a conta bancária do idoso foi movimentada após o crime, com saques que totalizaram € 2,5 mil (cerca de R$ 15 mil). A polícia passou a desconfiar do casal quando ambos compareceram a uma delegacia para registrar o suposto desaparecimento da vítima, versão que não convenceu os investigadores.

Preso em janeiro de 2025, Salah nega participação no homicídio. No julgamento, além de responsabilizar a companheira, afirmou que a filha da brasileira teria conhecimento do crime.

A investigação do MP aponta ainda que o casal teria obrigado a menina a comprar ferramentas para ocultação do corpo.

A família de António Santos pede que o acusado seja condenado por homicídio qualificado e pague € 150 mil (cerca de R$ 927 mil) de indenização. Em Portugal, a pena máxima para esse tipo de crime é de 25 anos de prisão.

Fonte: OGLOBO

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Mundo

‘Caranguejo do diabo’ mata influenciadora após consumo de espécie altamente tóxica

por Redação 13 de fevereiro de 2026

Uma influenciadora de comida das Filipinas morreu após consumir um crustáceo altamente venenoso conhecido como “caranguejo do diabo”. Emma Amit, de 51 anos, ingeriu o Zosimus aeneus depois de pescar o animal e prepará-lo junto a outros frutos do mar. O preparo e a degustação foram compartilhados nas redes sociais da própria influenciadora.

A espécie, encontrada em recifes do Indo-Pacífico, é considerada imprópria para o consumo humano. O crustáceo carrega toxinas que permanecem ativas mesmo após o cozimento e podem provocar paralisia e insuficiência respiratória em poucas horas. O animal não é encontrado no Brasil.

Especialistas alertam que o “caranguejo do diabo” contém neurotoxinas potentes, como tetrodotoxina (TTX) e saxitoxina (STX), substâncias letais mesmo em pequenas doses. Não há antídoto conhecido, e o tratamento disponível é apenas de suporte hospitalar.

Segundo a imprensa local, Amit coletou diversos frutos do mar com amigos em um manguezal próximo à sua casa, na província de Palawan, em 4 de fevereiro. Em vídeo, ela e os colegas aparecem cozinhando os itens em leite de coco e provando o que acreditavam ser iguarias locais, incluindo o crustáceo venenoso.

No dia seguinte à gravação, a influenciadora apresentou mal-estar grave, convulsões e perda de consciência. Ela foi levada a uma clínica e depois transferida para um hospital da região, mas não resistiu às complicações provocadas pelas neurotoxinas. Testemunhas relataram que seus lábios ficaram escuros antes da morte.

Laddy Gemang, chefe da vila de Luzviminda, disse ter ficado surpreso com o caso, já que Amit e o marido eram pescadores experientes e, em tese, conheceriam os riscos da espécie. Ele reforçou o alerta à população para que evite o consumo de animais marinhos desconhecidos. Autoridades monitoram as pessoas que participaram da coleta no mesmo dia para verificar possíveis sintomas semelhantes, enquanto a comunidade local lamenta a perda.

Fonte: G1

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Mundo

Babá brasileira confessa participação em assassinato da patroa nos EUA e expõe plano com amante

por Redação 12 de fevereiro de 2026

A brasileira Juliana Peres Magalhães, de 25 anos, confessou ter participado do assassinato da americana Christine Banfield, esposa de seu amante, Brendan Banfield, em Fairfax, no estado da Virgínia (EUA). Em depoimento judicial, ela relatou detalhes do crime ocorrido em 24 de fevereiro de 2023, que também resultou na morte de Joseph Ryan, homem atraído à residência por meio de uma rede social de sadomasoquismo com o objetivo de ser incriminado.

Juliana se mudou do interior de São Paulo para os Estados Unidos em outubro de 2021, por meio de um programa de au pair. Formada em enfermagem, passou a trabalhar como babá para a família Banfield, cuidando da filha de 3 anos e meio do casal. Segundo seu depoimento, o relacionamento com Brendan, investigador criminal da Receita Federal americana, tornou-se sexual em agosto de 2022.

De acordo com a confissão, o plano para matar Christine surgiu em outubro daquele ano. Brendan teria afirmado que o divórcio não era uma opção, pois implicaria divisão de bens e da guarda da filha. Segundo Juliana, ele mencionou “o plano para se livrar dela”.

Para sustentar a versão de um crime cometido por terceiro, o casal criou um perfil falso em uma rede social de sadomasoquismo, utilizando fotos de Christine. A intenção era atrair um homem até a residência para responsabilizá-lo pelo assassinato. Joseph Ryan, de 39 anos, foi escolhido após troca de mensagens e conversas telefônicas, algumas delas feitas por Juliana se passando por Christine.

A brasileira relatou que ela e Brendan frequentaram clube de tiro para treinamento e que o americano trocou as janelas da casa por modelos antirruído. Também teriam alterado rotinas, trocado celulares e planejado detalhes para não levantar suspeitas.

No dia do crime, segundo Juliana, o plano inicial previa que ela saísse com a criança e depois retornasse, enquanto Brendan aguardaria nas proximidades. Porém, os acontecimentos teriam saído do controle. Ao subir ao quarto, ela disse ter visto Ryan sobre Christine. Segundo o depoimento, após a vítima alertar que o homem estava armado, Brendan atirou em Ryan e, em seguida, passou a esfaquear a esposa.

Juliana afirmou ter atirado em Ryan quando percebeu que ele ainda se movia. Ela negou ter usado a faca contra Christine, mas descreveu ter tocado o carpete ensanguentado.

Após o crime, ela ligou para o serviço de emergência, inicialmente seguindo uma versão combinada com Brendan. Posteriormente, confessou ter mentido à polícia e aos próprios advogados em um primeiro momento.

Juliana foi presa em outubro de 2023. Em setembro de 2024, Brendan foi indiciado por quatro acusações de homicídio qualificado e uma de uso de arma de fogo na prática de crime. No último dia 2 de fevereiro, ele foi considerado culpado por duas acusações de homicídio qualificado. A sentença dele será anunciada em 8 de maio.

Em outubro, Juliana firmou acordo com a Promotoria, declarou-se culpada por homicídio culposo e aceitou testemunhar contra Brendan. Como parte do acordo, a Procuradoria concordou em recomendar pena equivalente ao tempo já cumprido, o que pode resultar em sua libertação e posterior deportação ao Brasil. A sentença está marcada para sexta-feira (13).

Durante o julgamento, a defesa de Brendan classificou a versão da brasileira como falsa e afirmou que ela aceitou o acordo para obter pena reduzida. O advogado também contestou provas e criticou a condução das investigações.

Documentos revelados no processo mostram que Juliana foi procurada por produtores interessados em transformar o caso em documentário ou livro. Ela confirmou ter recebido depósitos em sua conta no presídio e mencionou, em mensagens à mãe, a possibilidade de acordo com produtora ligada à Netflix.

Em cartas enviadas anteriormente à família de Brendan, a brasileira declarou estar disposta a assumir a culpa pelos dois, mas em outro momento afirmou não querer passar o resto da vida na prisão por algo que não fez.

Após a condenação, o procurador do Condado de Fairfax classificou Brendan como “monstruoso” e afirmou que o caso envolveu “detalhes sórdidos”, mas destacou que o foco são as duas pessoas assassinadas. A promotoria também afirmou que o depoimento de Brendan contribuiu para sua condenação, apontando comportamento frio e ausência de emoção durante o julgamento.

Fonte: G1

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