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Filho de Rob Reiner é preso nos EUA suspeito de matar os próprios pais

por Redação 15 de dezembro de 2025

O filho do diretor Rob Reiner e da atriz e fotógrafa Michelle Singer Reiner foi preso nos Estados Unidos sob suspeita de envolvimento na m0rt3 dos próprios pais. Nick Reiner, de 32 anos, está sob custódia do Departamento de Polícia de Los Angeles (LAPD), com fiança estipulada em US$ 4 milhões, o equivalente a cerca de R$ 21 milhões.

Segundo a polícia, Rob Reiner, de 78 anos, e Michelle Reiner, de 68, foram encontrados sem vida no domingo (14) dentro da mansão da família, localizada em Los Angeles. O casal apresentava ferimentos compatíveis com golpes de arma branca. Equipes de emergência foram acionadas, mas as vítimas já estavam m0rt4s quando os agentes chegaram ao local.

A investigação é conduzida pela Divisão de Roubos e Homicídios do LAPD, que trata o caso como homicídio duplo. De acordo com informações iniciais divulgadas pela imprensa americana, Nick Reiner é considerado o principal suspeito. As autoridades ainda não divulgaram oficialmente a motivação do crime nem os detalhes formais da acusação.

Nick é um dos três filhos do cineasta, conhecido mundialmente por clássicos como “Harry e Sally: Feitos um para o Outro”, “Conta Comigo” e “Questão de Honra”. A trajetória pessoal do suspeito já havia ganhado repercussão anos antes, quando ele revelou histórico de dependência química e múltiplas internações para tratamento.

Pai e filho chegaram a trabalhar juntos no filme “Being Charlie” (2015), inspirado na juventude de Nick e em sua luta contra o vício. A produção foi vista à época como uma tentativa de reconstrução da relação familiar.

As circunstâncias do crime chocaram Hollywood e reacenderam debates sobre conflitos familiares e saúde mental. Amigos e colegas do diretor manifestaram consternação, enquanto a polícia segue reunindo provas e depoimentos para esclarecer o que ocorreu dentro da residência.

Fonte: OGLOBO

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Mundo

‘Herói’ que desarmou atirador em ataque na Austrália aparece em primeira foto após cirurgia

por Redação 15 de dezembro de 2025

O comerciante Ahmed al Ahmed, que desarmou um dos atiradores durante um atentado na praia de Bondi, em Sydney, apareceu na primeira foto após passar por cirurgia nesta segunda-feira (15). A imagem foi divulgada pelo governador do estado de Nova Gales do Sul, Chris Minns, que visitou o australiano de origem síria no hospital.

O ataque ocorreu no domingo (14), durante uma celebração judaica de Hanukkah, e deixou ao menos 15 pessoas mortas e cerca de 40 feridas. Dois homens, pai e filho, participaram da ação. Um deles foi morto pela polícia, enquanto o outro permanece internado em estado crítico.

Ahmed al Ahmed tem 43 anos, vive na Austrália desde 2006 e possui cidadania australiana. Comerciante de frutas, ele reagiu ao perceber o ataque, entrou em luta corporal com um dos atiradores e conseguiu tomar a arma. Durante a ação, foi atingido no braço e na mão, mas conseguiu impedir novos disparos.

Segundo familiares, Ahmed passou por cirurgia e apresenta bom estado de saúde, embora ainda deva ser submetido a outros procedimentos médicos. A atitude do comerciante foi classificada como heroica por autoridades australianas e líderes internacionais.

Em publicação nas redes sociais, o governador Chris Minns afirmou que a coragem de Ahmed salvou inúmeras vidas e destacou o altruísmo demonstrado diante do risco extremo. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também elogiou a atitude, chamando-o de “uma pessoa muito corajosa”.

A repercussão do caso mobilizou doações. Uma campanha online já arrecadou mais de 1,3 milhão de dólares australianos. A polícia investiga as circunstâncias do atentado, e o primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese, afirmou que o país deverá endurecer as leis de controle de armas.

Fonte: G1

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Mundo

Atentado terrorista em Sydney deixa 16 mortos durante celebração religiosa

por Redação 15 de dezembro de 2025

Um atentado a tiros deixou 16 mortos e ao menos 40 feridos na praia de Bondi, em Sydney, na Austrália, neste domingo (14). O ataque ocorreu durante as celebrações do festival judaico de Hanukkah e foi classificado pelas autoridades locais como um ato terrorista. Entre os mortos estão 15 vítimas e um dos suspeitos, que morreu após confronto com a polícia.

A ação aconteceu em uma das regiões mais turísticas e movimentadas da cidade, provocando pânico entre moradores, turistas e participantes do evento religioso. A polícia de Nova Gales do Sul isolou a área, acionou equipes antiterrorismo e reforçou a segurança em outros pontos de Sydney enquanto investiga a motivação do crime e a possibilidade de novos riscos.

Segundo as autoridades, o ataque foi planejado para atingir especificamente a comunidade judaica. O primeiro-ministro estadual, Chris Minns, afirmou que há indícios claros de que o grupo era o alvo principal da ação criminosa. O comissário de polícia Mal Lanyon confirmou que o episódio é tratado oficialmente como terrorismo.

Durante as buscas, a polícia localizou um objeto que pode ser um artefato explosivo em um carro estacionado próximo à praia. Outros itens suspeitos também foram encontrados e encaminhados para análise por equipes especializadas. Apesar da gravidade do ataque, a agência de inteligência australiana informou que o nível de ameaça terrorista no país permanece classificado como “provável”.

Entre as vítimas estão pessoas com idades entre 10 e 87 anos. Uma menina chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos. Também morreram um rabino de 41 anos, nascido em Londres, e um cidadão israelense. Dois policiais ficaram feridos durante a ocorrência, assim como dezenas de civis, alguns em estado grave. O governo australiano informou que não há registro de brasileiros entre as vítimas.

A polícia confirmou que os suspeitos são pai e filho. O homem de 50 anos possuía licença para porte de arma e morreu após trocar tiros com os agentes. O filho, de 24 anos, foi preso ferido e permanece hospitalizado sob custódia. As investigações indicam que não houve participação de um terceiro envolvido.

O ataque gerou forte repercussão internacional. Líderes políticos e autoridades de diversos países condenaram o episódio e destacaram o combate ao antissemitismo. Após o atentado, países como o Reino Unido anunciaram reforço na segurança de comunidades judaicas.

Um vendedor ambulante foi apontado como herói pelas autoridades após conseguir desarmar um dos atiradores. Ele foi baleado no braço e na mão, passou por cirurgia e segue em recuperação.

As investigações continuam para esclarecer a motivação exata do atentado, a possível existência de outros alvos, a natureza do artefato explosivo encontrado e eventuais falhas de segurança.

Fonte: G1

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Mundo

Austrália proíbe redes sociais para menores de 16 anos, e famílias brasileiras relatam impactos da medida

por Redação 12 de dezembro de 2025

A nova lei australiana que proíbe o uso de redes sociais por menores de 16 anos começou a valer em 10 de janeiro e já provoca reações distintas entre jovens e responsáveis. A mudança, inédita no mundo, foi aprovada no fim de 2024 e tem como objetivo proteger crianças e adolescentes de conteúdos inadequados, riscos de aliciamento e impactos à saúde mental.

Com o lema “Let them be kids”, a legislação obriga plataformas como Instagram, Facebook, TikTok, Snapchat, YouTube, X e Reddit a desativarem contas de usuários abaixo de 16 anos e a impedir a criação de novos perfis. Serviços voltados ao público infantil ou de uso educacional, como YouTube Kids, Google Classroom, WhatsApp, Roblox e Discord, ficaram fora da nova regra.

A medida já enfrenta resistência: o Reddit entrou com uma ação judicial contra o governo australiano e a ministra das Comunicações, Anika Wells, para tentar barrar a restrição.

Famílias brasileiras que vivem no país relatam ao g1 como estão lidando com a mudança. Oprah Parsons, que vive em Woy Woy com a filha Theodora, de 9 anos, afirma ter percebido o quanto a menina era dependente das redes sociais após o bloqueio. A mãe acredita que o hábito se intensificou após a mudança do Brasil para a Austrália e vê a nova lei como apoio para impor limites.

Em Sydney, a adolescente Gabriella Rossi, de 14 anos, teve sua conta no YouTube desativada e diz sentir que sua liberdade foi afetada, embora não utilizasse outras plataformas populares como TikTok. Sua mãe, Fernanda Rossi, considera que decisões desse tipo deveriam partir da família e das escolas, e teme que a proibição desperte ainda mais interesse nos jovens.

Para a também brasileira Ana Lucia Ferreira, mãe de dois adolescentes, a mudança foi bem recebida porque as escolas prepararam pais e alunos com antecedência. Ela acredita que a ausência das redes vai estimular criatividade, convivência e atividades físicas entre os jovens.

Mesmo com a restrição, há relatos de tentativas de driblar a lei. Alguns adolescentes alteraram a data de nascimento nas plataformas antes da regra entrar em vigor, enquanto outros recorreram a aplicativos alternativos que ainda não estão na lista oficial de proibição. O governo australiano já avalia ampliar o alcance da medida.

No Brasil, apesar de não haver proibição de acesso, novas regras de proteção digital para adolescentes começam a valer em março de 2026, com a implementação do ECA Digital.

Fonte: G1

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Mundo

Trump lança programa de vistos “Gold Card” para estrangeiros ricos por R$ 5,5 milhões

por Redação 11 de dezembro de 2025

O governo dos Estados Unidos apresentou um novo programa de vistos acelerados destinado a estrangeiros de alto poder aquisitivo. Lançado pelo presidente Donald Trump, o chamado Gold Card — também referido como Trump Card — promete acesso facilitado à residência no país para quem investir pelo menos US$ 1 milhão, cerca de R$ 5,5 milhões.

Segundo o anúncio, o cartão oferece um “caminho direto para a cidadania” a candidatos que atendam aos critérios e comprovem ser benéficos aos EUA. Trump afirmou que a iniciativa permitirá que “grandes empresas americanas mantenham talentos inestimáveis”.

Para solicitar o benefício, é necessário aplicar no site oficial do programa e pagar uma taxa inicial não reembolsável de US$ 15 mil (R$ 82 mil). O governo alerta que custos adicionais podem ser cobrados conforme o perfil do solicitante. Empresas que desejarem patrocinar funcionários deverão desembolsar US$ 2 milhões (R$ 11 milhões).

O programa ainda prevê uma versão “platina”, com vantagens fiscais, ao custo de US$ 5 milhões (R$ 27 milhões).

O Gold Card foi apresentado como alternativa ao visto EB-5, criado nos anos 1990 e que concede residência permanente mediante investimento de US$ 1 milhão em negócios americanos. Diferente do EB-5, o novo modelo envolve pagamento direto ao governo.

O secretário de Comércio, Howard Lutnick, afirmou que todos os solicitantes passarão por uma verificação completa, e Trump reforçou que espera atrair indivíduos ricos e talentosos para impulsionar a economia nacional.

A medida surge em meio a um período de restrições à imigração e aumento das deportações de pessoas em situação irregular, políticas que marcaram a atual gestão americana.

Fonte: G1

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Mundo

Professor brasileiro da USP se declara culpado após disparar arma de pressão perto de sinagoga nos EUA e deixará o país

por Redação 5 de dezembro de 2025

O professor de Direito da USP e pesquisador visitante em Harvard, Carlos Portugal Gouvêa, declarou-se culpado pelo disparo de uma arma de ar comprimido nas proximidades de uma sinagoga em Brookline, Massachusetts, em 1º de outubro, véspera do Yom Kippur. Após o acordo judicial, ele foi detido por autoridades de imigração dos Estados Unidos e concordou em deixar o país, segundo confirmou nesta quinta-feira o Departamento de Segurança Interna dos EUA.

O caso ganhou repercussão nacional após a administração Donald Trump rotular o episódio como um “incidente de tiro antissemita”, apesar de autoridades locais e da própria sinagoga Beth Zion apresentarem interpretações distintas. Em mensagem publicada nas redes sociais, representantes da instituição afirmaram que o ato “não parece ter sido alimentado pelo antissemitismo”, acrescentando que, segundo informações preliminares da polícia, Gouvêa não sabia que atirava próximo a um templo religioso durante um feriado judaico.

A prisão ocorreu nesta quarta-feira, após o Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) deter o brasileiro em razão da revogação de seu visto temporário pelo Departamento de Estado. Depois do incidente, Harvard colocou o professor em licença administrativa. A instituição não se pronunciou sobre o desdobramento do caso.

O que ocorreu no dia do disparo

De acordo com o boletim policial, Gouvêa utilizava uma arma de ar comprimido para caçar ratos. Um dos disparos que efetuou acabou quebrando a janela de um veículo estacionado. Não houve feridos. A sinagoga, no entanto, chegou a ser colocada em confinamento por precaução.

Em comunicado, líderes da Beth Zion agradeceram a calma mantida pelas centenas de fiéis presentes no templo naquela noite, destacando que isso evitou situações potencialmente perigosas.

Reações e posicionamentos

A USP divulgou nota ressaltando que a própria sinagoga afastou a hipótese de motivação antissemita. A universidade destacou ainda os laços familiares do professor com a comunidade judaica e seu histórico de defesa dos direitos humanos. A Faculdade de Direito da USP repudiou “insinuações maldosas e distorcidas” contra o docente.

Acusações e acordo judicial

Gouvêa havia sido acusado de disparo ilegal de arma de chumbo, conduta desordeira, perturbação da paz e vandalização de propriedade. Ele se declarou culpado apenas pelo disparo, enquanto as demais acusações foram retiradas como parte do acordo judicial que resultou em sua saída dos EUA.

Fonte: OGLOBO

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Mundo

Netflix fecha acordo de US$ 72 bilhões para adquirir a Warner Bros. Discovery e criar mega conglomerado global de mídia

por Redação 5 de dezembro de 2025

A Netflix anunciou nesta sexta-feira (5) a assinatura de um acordo para adquirir os estúdios de TV e cinema e a divisão de streaming da Warner Bros. Discovery por US$ 72 bilhões (cerca de R$ 382 bilhões). Se aprovado pelos órgãos reguladores dos Estados Unidos, o negócio colocará nas mãos da pioneira do streaming um dos acervos mais valiosos da história do entretenimento mundial.

O movimento deve transformar a Netflix em um dos maiores conglomerados de mídia do planeta, ampliando seu poder competitivo e reduzindo a dependência de produções de estúdios externos. O acordo inclui o catálogo da Warner Bros., a plataforma HBO Max e franquias de enorme relevância cultural, como Harry Potter, Game of Thrones, The Sopranos, The Big Bang Theory, O Mágico de Oz e o Universo DC.

A negociação ocorre após um processo competitivo que envolveu propostas de gigantes como Paramount/Skydance e Comcast. O conselho da WBD chegou a recusar, em outubro, uma oferta estimada em US$ 60 bilhões apresentada pela Paramount.

Valor total do negócio pode chegar a US$ 82,7 bilhões

Os US$ 72 bilhões representam o valor patrimonial destinado aos acionistas. No entanto, ao assumir a companhia, a Netflix também absorverá as dívidas da Warner Bros. Discovery, elevando o valor total da transação para aproximadamente US$ 82,7 bilhões.

A conclusão da compra só poderá ocorrer após a separação formal entre Warner Bros. e Discovery Global, prevista para o terceiro trimestre de 2026.

Estratégia e impacto no mercado

Segundo fontes ligadas ao processo, dois fatores foram cruciais para que a proposta da Netflix se destacasse:

compromisso de manter lançamentos da Warner Bros. nos cinemas, algo incomum na estratégia da empresa;

oferta majoritariamente em dinheiro.

Ted Sarandos, co-CEO da Netflix, afirmou que a união permitirá “oferecer ao público mais daquilo que ele ama e ajudar a definir o próximo século da narrativa”. Já David Zaslav, CEO da Warner Bros. Discovery, declarou que o acordo une “duas das maiores empresas de narrativa do mundo”.

A negociação não inclui canais lineares tradicionais do grupo, como CNN e TNT.

Obstáculos regulatórios e preocupações de Hollywood

O acordo deverá enfrentar resistência política e regulatória nos Estados Unidos. Um grupo de produtores enviou carta ao Congresso americano expressando preocupações sobre o impacto da operação na indústria cinematográfica. Segundo o documento, a Netflix teria poucos incentivos para fortalecer o circuito de salas de cinema.

Analistas também demonstram cautela. Para especialistas ouvidos pela Reuters, a sobreposição entre assinantes da Netflix e da HBO Max pode limitar o impacto imediato no crescimento da base de usuários.

Mesmo assim, se aprovado, o acordo abrirá espaço para a Netflix ampliar investimentos em games, eventos ao vivo e novos formatos de consumo, diminuindo sua dependência de estúdios terceirizados.

Fonte: G1

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Mundo

EUA Renovam Alerta Máximo de Viagem e Recomendam Saída Imediata da Venezuela

por Redação 4 de dezembro de 2025

Os Estados Unidos renovaram o alerta de viagem para a Venezuela, mantendo a classificação em nível 4 — o mais alto da escala — e orientando que cidadãos norte-americanos e residentes legais deixem o país imediatamente. Segundo o comunicado atualizado após revisão de segurança neste mês, a permanência em território venezuelano representa risco elevado de detenção ilegal, tortura, terrorismo, sequestro, aplicação arbitrária das leis locais, criminalidade, agitação civil e infraestrutura de saúde insuficiente.

Desde março de 2019, a Embaixada dos EUA em Caracas suspendeu todas as suas operações, deixando cidadãos sem acesso a serviços consulares e assistência emergencial. O documento também afirma que grupos terroristas colombianos operam nas fronteiras da Venezuela com Colômbia, Brasil e Guiana, sem detalhamento adicional.

O alerta ocorre em meio à escalada de tensões entre Washington e Caracas, especialmente diante das ameaças do governo Trump de uma possível incursão militar na região. O momento ganha ainda mais relevância após a divulgação, pela Bloomberg, de que o empresário Joesley Batista, da JBS, esteve em Caracas no dia 23 de novembro para tentar convencer o presidente Nicolás Maduro a renunciar. Segundo a reportagem, a visita ocorreu dias depois de uma ligação entre Maduro e Trump, na qual o norte-americano teria dado prazo para a saída do líder venezuelano — o que não ocorreu.

Em eventos recentes, Maduro reagiu às pressões externas, prometendo “lealdade absoluta” ao país e defendendo o fim das sanções impostas pelos Estados Unidos. O presidente venezuelano também citou que o poder nacional está baseado “no povo, em seus fuzis e em sua decisão de construir a pátria”. As declarações foram feitas durante a posse dos Comandos Bolivarianos Integrais, que atuarão na revisão de planos comunitários e de segurança.

Durante mobilizações em Caracas, apoiadores reforçaram que buscam a paz, mas estão preparados para defender o país em caso de intervenção externa, segundo relatos publicados pelo jornal El Nacional.

Fonte: CBN

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Mundo

Como Nicolás Maduro reforça sua segurança diante do temor de ataque dos EUA

por Redação 3 de dezembro de 2025

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, adotou novas medidas de segurança para se proteger de um eventual ataque militar dos Estados Unidos, segundo relatos de pessoas próximas ao governo venezuelano ouvidas pelo New York Times. As fontes descrevem um clima de tensão no núcleo chavista e afirmam que Maduro acredita ser capaz de resistir ao cenário mais grave de ameaça ao seu governo em mais de uma década.

De acordo com os relatos, Maduro passou a alterar com frequência seus locais de descanso e seus celulares, com o objetivo de dificultar monitoramento e reduzir riscos de ações cirúrgicas. As precauções teriam sido intensificadas após os EUA reunirem navios de guerra no Caribe e destruírem embarcações acusadas de envolvimento com tráfico de drogas.

Para evitar possíveis traições internas, o líder venezuelano também ampliou a presença de agentes cubanos em seu esquema de segurança pessoal e reforçou a atuação de oficiais de contraespionagem de Cuba dentro das Forças Armadas da Venezuela.

Em público, Maduro tenta demonstrar normalidade, participando de eventos sem aviso prévio, gravando vídeos para redes sociais e aparecendo em atos de militância. Segundo as fontes, essa postura contrasta com o temor real de uma intervenção norte-americana.

As informações foram fornecidas por sete pessoas sob anonimato. O Ministério da Comunicação da Venezuela não respondeu aos questionamentos do New York Times.

O governo dos EUA acusa Maduro de comandar um esquema de narcotráfico — uma narrativa que, segundo especialistas, está ligada ao desejo de setores do governo Trump de impulsionar uma mudança de regime. Mesmo com discurso duro, Trump manteve contato com Maduro e chegou a discutir possibilidades de transição política.

Relatos indicam que enviados de ambos os lados discutiram condições nas quais Maduro poderia deixar o poder, incluindo referendo revogatório em 2027. As conversas, no entanto, não resultaram em acordo, e Washington aumentou a pressão militar.

A crise interna venezuelana intensificou rotinas de discursos e aparições públicas do presidente, embora muitas delas tenham sido substituídas por vídeos gravados e eventos inesperados. Em ato recente, Maduro mudou a rota de última hora antes de comparecer a um comício e voltou a minimizar riscos, afirmando que o país vive momentos de “paz”.

Ao longo dos últimos 12 anos, o chavista acumulou sobrevivência política em meio a protestos, colapso econômico, tentativas de golpe e desgaste institucional. Sua trajetória, marcada por erros públicos e forte rejeição, evoluiu para um exercício de controle absoluto das estruturas do Estado, de acordo com analistas.

Especialistas afirmam que sua permanência no poder se sustenta por uma combinação de repressão, alianças militares e uso estratégico da máquina pública. A crise atual, porém, evidencia que sua maior vulnerabilidade é política: a perda de legitimidade após ignorar o resultado da eleição presidencial do ano passado.

Fonte: OGLOBO

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Mundo

Putin rejeita proposta de paz revisada e diz que Rússia está “pronta para a guerra” com a Europa

por Redação 2 de dezembro de 2025

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou nesta terça-feira (2) que está disposto a enfrentar a Europa militarmente caso não haja um acordo de paz para a Ucrânia. A declaração ocorre após o Kremlin rejeitar pontos incluídos por Kiev e por líderes europeus na versão revisada do plano de paz apresentado pelo governo Donald Trump.

“Se a Europa quiser lutar uma guerra, nós estamos prontos agora”, disse o líder russo durante um encontro em Moscou com o enviado especial dos Estados Unidos, Steve Witkoff.

O plano original elaborado por Washington continha 28 pontos considerados favoráveis à Rússia, como a cessão de parte do território ucraniano e restrições à entrada da Ucrânia na Otan. A contraproposta europeia alterou alguns dos itens — entre eles, a redução do Exército ucraniano, de 900 mil para 800 mil soldados, segundo a imprensa americana. Para Moscou, as novas exigências são “totalmente inaceitáveis”.

A fala de Putin acontece em meio ao aumento das tensões entre Rússia e União Europeia, impulsionado por confrontos com drones e pelo aprofundamento da guerra. Países europeus reforçam investimentos militares, enquanto a Otan cogita ataques preventivos para conter o que classifica como ações híbridas do Kremlin — o que irritou Moscou.

Negociações travadas e avanço russo no front

Putin afirmou que está aberto a negociar a paz, mas alertou que, caso a Ucrânia recuse um acordo, as tropas russas avançarão “ainda mais” sobre o território ucraniano. Na segunda-feira (1º), o mandatário comemorou a suposta captura de Pokrovsk, cidade estratégica no leste da Ucrânia — algo que Kiev nega.

Líderes europeus já apresentaram sua contraproposta de paz, ainda não divulgada publicamente. O novo texto foi entregue por negociadores ucranianos ao governo Trump, que levará a versão diretamente ao Kremlin.

O porta-voz de Moscou, Dmitry Peskov, confirmou que Putin recebeu Witkoff e deve se reunir com Jared Kushner, que também participa das tratativas.

Situação no campo de batalha

A Rússia afirma ter tomado Pokrovsk após cerca de um ano de intensos combates. Segundo Peskov, Putin foi informado da “libertação” de Pokrovsk e também de Vovchansk. O Ministério da Defesa russo divulgou imagens que mostrariam soldados hasteando a bandeira russa no centro da cidade.

A Ucrânia, no entanto, contesta a versão. Militares ucranianos disseram à Reuters que ainda controlam o norte de Pokrovsk e mantêm ofensivas no sul, onde tropas russas estão posicionadas. Combates também continuam na região de Kharkiv.

O avanço russo em 2025 foi o mais rápido desde 2022, de acordo com mapas de monitoramento pró-Ucrânia citados pela AFP. Moscou controla mais de 19% do território ucraniano, cerca de 115.600 km².

Importância estratégica de Pokrovsk

Localizada próxima a Donetsk, Pokrovsk é crucial por conectar rodovias e ferrovias que abastecem posições ucranianas no leste. Caso confirmada a captura, especialistas afirmam que a perda abriria caminho para avanços russos rumo ao oeste e ao norte, colocando em risco cidades-chave como Sloviansk e Kramatorsk.

Para analistas militares, Pokrovsk poderia se tornar uma base central para tropas russas, enquanto o Exército ucraniano seria forçado a recuar para áreas florestais.

Já Vovchansk, alvo de devastação desde 2024, também ganha relevância estratégica. O ministro da Defesa da Rússia, Andrei Belousov, classificou a captura como “um passo importante para a vitória”.

Fonte: G1

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