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Mundo

Irã x EUA

Avião de reabastecimento dos EUA cai no Iraque; seis militares estavam a bordo

por Redação 13 de março de 2026

O Comando Central dos Estados Unidos informou que a Força Aérea perdeu nesta quinta-feira (12) um avião de reabastecimento KC-135 em espaço aéreo amigo no Iraque. Seis militares estavam a bordo, segundo a rede CBS. Até o momento, o governo americano não confirmou o estado de saúde da tripulação.

O incidente ocorreu durante a Operação Fúria Épica, conduzida contra o Irã, segundo comunicado do Comando Central. Duas aeronaves estiveram envolvidas: uma caiu no oeste do Iraque, enquanto a segunda pousou em segurança. As Forças Armadas afirmaram que o acidente não foi causado por fogo inimigo ou amigo, sem detalhar a causa.

A agência iraniana Fars divulgou versão diferente, alegando que o KC-135 teria sido abatido por um míssil de grupos de resistência iraquianos, resultando na morte de toda a tripulação.

O KC-135 Stratotanker, desenvolvido na década de 1950, é o principal avião de reabastecimento da Força Aérea americana, com capacidade para até 37 passageiros dependendo da missão. A aeronave possui três tripulantes regulares: piloto, copiloto e operador da lança de reabastecimento.

Este não é o primeiro incidente com aeronaves americanas na região. No dia 2 de março, três caças F-15 foram abatidos por engano pelas forças do Kuwait, mas os pilotos sobreviveram. Desde o início da guerra, sete militares dos EUA morreram e 140 ficaram feridos em operações.

Fonte: G1

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Irã x EUA

EUA consomem anos de munições em menos de duas semanas de guerra contra o Irã, diz Financial Times

por Redação 13 de março de 2026

Em menos de duas semanas de conflito com o Irã, os Estados Unidos já teriam consumido “anos” de estoques de munições consideradas críticas, segundo o Financial Times. Entre os armamentos usados estão mísseis de longo alcance Tomahawk, utilizados em ataques de precisão.

Fontes ouvidas pelo jornal qualificaram o uso como um “gasto massivo de Tomahawks” e alertaram que a Marinha americana sentirá o impacto nos próximos anos. O alto consumo de munição aumenta preocupações sobre os custos do conflito e a capacidade dos EUA de recompor seus estoques militares, apesar do discurso oficial contrário.

A Casa Branca, por meio da porta-voz Karoline Leavitt, afirmou que os militares americanos possuem “munição, armamentos e estoques mais do que suficientes” para atingir os objetivos definidos pelo presidente Trump. Já o Pentágono revelou que foram gastos US$ 11,3 bilhões apenas na primeira semana da guerra, sem contabilizar deslocamento de tropas e equipamentos prévios. Estimativas anteriores apontavam que os dois primeiros dias de bombardeios consumiram US$ 5,6 bilhões.

Entre os armamentos utilizados estão bombas planadoras AGM-154, cujo valor varia entre US$ 578 mil e US$ 836 mil, e ogivas menores JDAM, com custo de US$ 1 mil mais US$ 38 mil do kit de direcionamento.

Antes do ataque, o general Daniel Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto, alertou Trump sobre riscos de baixas, conflito prolongado e estoque insuficiente de munições, pressionado pelo apoio a conflitos em Israel e Ucrânia. O ataque ocorreu em 28 de fevereiro, seguido por represálias iranianas contra Israel e bases americanas na região.

Fonte: G1

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Irã x EUA

Trump diz que líder iraniano recém-empossado está “vivo, mas danificado”

por Redação 13 de março de 2026

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou acreditar que Mojtaba Khamenei, novo líder supremo do Irã, está “vivo, mas danificado”. A declaração foi feita em entrevista ao programa The Brian Kilmeade Show, da Fox News, na noite de quinta-feira.

“Eu acho que ele provavelmente está vivo de alguma forma, sabe?”, disse Trump. Mojtaba, de 56 anos, foi ferido no mesmo ataque que matou sua mãe, sua esposa e o pai, o aiatolá Ali Khamenei, em 28 de fevereiro, quando os Estados Unidos e Israel realizaram uma ação coordenada em Teerã, provocando escalada regional. Apesar das especulações sobre seu estado de saúde, o filho do presidente da República Islâmica afirmou na quarta-feira que Mojtaba está “são e salvo”.

Desde que assumiu o cargo no último domingo, Mojtaba não foi visto publicamente pelos iranianos. Seu primeiro pronunciamento foi lido por um apresentador de televisão na quinta-feira, no qual indicou que pressões sobre o Estreito de Ormuz podem “pressionar o inimigo”, inclusive impactando os preços do petróleo. Logo após a divulgação da mensagem, o Irã anunciou uma ofensiva contra Israel, com vídeos do lançamento de mísseis publicados em canal oficial do Telegram, acompanhados do lema “Labbaik, ó Khamenei” — que significa “Atendemos ao chamado, ó Khamenei”.

Fonte: OGLOBO

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Irã x EUA

Trump diz que Irã é bem-vindo na Copa, mas afirma que participação pode colocar jogadores em risco

por Redação 12 de março de 2026

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (12) que a seleção do Irã teria permissão para disputar a Copa do Mundo deste ano, que será realizada nos Estados Unidos, Canadá e México. Apesar disso, ele declarou que não considera apropriada a participação do time por questões de segurança.

A declaração foi publicada na rede social Truth Social. Trump afirmou que os jogadores iranianos seriam “bem-vindos”, mas sugeriu que a viagem poderia representar risco para a própria segurança deles.

Nos bastidores, o presidente americano mantém bom relacionamento com o presidente da Fifa, Gianni Infantino, que tem defendido a participação da seleção iraniana no torneio. A equipe do Irã já havia garantido vaga na competição.

Apesar da possibilidade mencionada por Trump, o governo iraniano indicou que não pretende participar do Mundial. O ministro dos Esportes do país, Ahmad Donjamali, descartou a presença da seleção na Copa do Mundo durante pronunciamento na televisão estatal.

“Desde que este governo corrupto assassinou nosso líder, não temos a menor intenção de participar da Copa do Mundo”, declarou o ministro.

Segundo ele, o Irã foi alvo de “medidas malignas” que levaram o país a enfrentar guerras e causar a morte de milhares de cidadãos. “Não temos absolutamente nenhuma chance de participar”, acrescentou.

A Copa do Mundo está programada para ocorrer entre 11 de junho e 19 de julho. Caso participasse, a seleção iraniana disputaria a fase de grupos no Grupo G, ao lado de Bélgica, Egito e Nova Zelândia.

Na terça-feira (10), Trump também conversou com o presidente da Fifa, Gianni Infantino, e afirmou que não haveria impedimentos formais para a participação da seleção iraniana no torneio.

Trump prioriza impedir armas nucleares do Irã

Em outra publicação nas redes sociais, Trump afirmou que considera mais importante impedir o Irã de desenvolver armas nucleares do que lidar com o impacto da alta do petróleo.

Segundo o presidente americano, os Estados Unidos são o maior produtor de petróleo do mundo e podem se beneficiar financeiramente de preços mais altos da commodity.

“Mas, para mim, como presidente, o mais interessante e importante é impedir que um império do mal, o Irã, possua armas nucleares e destrua o Oriente Médio e, de fato, o mundo. Eu jamais permitirei que isso aconteça!”, escreveu.

As declarações ocorrem em meio ao aumento da tensão entre os dois países, após o primeiro pronunciamento do novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei.

Na mensagem lida pela televisão estatal iraniana, Khamenei prometeu vingança pelos “mártires” do país e afirmou que bases militares dos Estados Unidos na região devem ser fechadas imediatamente, caso contrário poderão ser atacadas.

Ele também declarou que o Estreito de Ormuz permanecerá fechado para pressionar adversários e afirmou que os ataques iranianos contra bases inimigas “inevitavelmente continuarão”.

Fonte: CBN

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Irã x EUA

Novo líder supremo do Irã promete vingança e ameaça atacar bases dos EUA em primeira declaração

por Redação 12 de março de 2026

O novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, fez sua primeira declaração oficial no cargo e adotou um tom duro em relação aos adversários do país. Em mensagem lida pela TV estatal, ele prometeu vingança pelos “mártires” iranianos e afirmou que bases militares dos Estados Unidos na região devem ser fechadas imediatamente, sob risco de ataques.

Filho do antigo líder Ali Khamenei, morto no fim de fevereiro em um bombardeio atribuído a forças dos Estados Unidos e de Israel, Mojtaba ainda não apareceu publicamente desde que foi escolhido pela Assembleia de Especialistas para assumir o comando da República Islâmica.

Na declaração, ele também afirmou que o Estreito de Ormuz continuará fechado como forma de pressionar adversários no conflito. Segundo o novo líder, o Irã mantém amizade com países vizinhos e direciona ataques apenas a bases consideradas inimigas.

“Não nos absteremos de vingar o sangue de nossos mártires”, afirmou Khamenei, ao pedir unidade nacional e reforçar a continuidade da resistência contra adversários.

Ele também declarou que pessoas afetadas pela guerra receberão compensações financeiras e tratamento médico gratuito, enquanto o país buscará exigir reparações dos inimigos.

“Vamos exigir compensação do inimigo. Se não conseguirmos compensação, destruiremos suas propriedades tanto quanto eles destruíram as nossas”, declarou.

Durante o discurso, o líder iraniano agradeceu aos combatentes da chamada “Frente de Resistência”, grupo que reúne aliados regionais do Irã, classificando-os como “os melhores amigos do país” e parte fundamental dos valores da Revolução Islâmica.

Além da declaração, o governo iraniano divulgou nesta quinta-feira (12), em um canal oficial no Telegram atribuído a Mojtaba Khamenei, uma imagem com a caligrafia usada pelo novo líder. A publicação traz uma lista com os nomes dos líderes supremos do Irã — Ruhollah Khomeini, Ali Khamenei e Mojtaba Khamenei — acompanhada da frase “Em nome de Deus, o Clemente, o Misericordioso”, expressão comum no início de capítulos do Alcorão.

No texto completo divulgado, Khamenei apresentou condolências pela morte do pai e afirmou que assumir o cargo após figuras como Khomeini e Ali Khamenei representa uma tarefa difícil. Ele também destacou o papel do povo iraniano durante o período recente de instabilidade e pediu unidade nacional diante da guerra.

Ferimentos e ausência pública

Autoridades iranianas afirmaram à agência Reuters que Mojtaba Khamenei sofreu ferimentos leves, mas continua exercendo suas funções. Segundo informações citadas pela CNN, ele teria sofrido uma fratura no pé, contusão próxima ao olho esquerdo e pequenos cortes no rosto.

Fontes israelenses indicaram anteriormente que ele teria sido ferido em uma tentativa de assassinato na semana passada, o que alimentou rumores sobre seu estado de saúde. Desde sua nomeação, o novo líder não apareceu em público.

O filho do presidente iraniano Masoud Pezeshkian, Yousef Pezeshkian, afirmou em mensagem no Telegram que Khamenei foi ferido, mas está “seguro e não há motivos para preocupação”.

A Reuters também apontou que a escolha de Mojtaba Khamenei para liderar o país contou com forte apoio da Guarda Revolucionária, considerada uma das estruturas mais poderosas do regime iraniano.

Estreito de Ormuz e tensão global

Enquanto o Irã mantém o Estreito de Ormuz fechado, os Estados Unidos indicaram que ainda não estão preparados para escoltar navios comerciais pela região, uma das rotas mais estratégicas do mundo para o transporte de petróleo.

O secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, afirmou em entrevista à CNBC que a possibilidade de escolta naval só deve ocorrer no final do mês.

Segundo ele, os recursos militares americanos estão atualmente concentrados em operações voltadas para enfraquecer capacidades ofensivas do Irã e sua indústria militar.

Wright também reconheceu que a alta do petróleo e dos combustíveis representa um “sofrimento de curto prazo” diante da estratégia de longo prazo adotada pelo governo dos Estados Unidos.

Nos últimos dias, o secretário também se envolveu em polêmica após publicar nas redes sociais uma informação incorreta afirmando que a Marinha americana já havia escoltado um petroleiro pelo Estreito de Ormuz. A mensagem foi apagada minutos depois.

Autoridades do Departamento de Energia confirmaram posteriormente que as forças armadas dos Estados Unidos não estão atualmente realizando escoltas de navios comerciais na região.

Fonte: CBN

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Irã x EUA

Iraque suspende operações em portos de petróleo após ataques iranianos no Golfo Pérsico

por Redação 12 de março de 2026

O Iraque anunciou a suspensão das operações em todos os portos de petróleo nesta quarta-feira, após um ataque do Irã atingir dois navios petroleiros próximos ao porto de al-Faw. Desde o início da escalada no Oriente Médio, 17 embarcações já foram atacadas no Golfo Pérsico, sendo seis apenas na última noite.

As embarcações atingidas em águas iraquianas foram o Safesea Vishnu, com bandeira das Ilhas Marshall, e o Zefyros, com bandeira de Malta. Ambas haviam carregado combustível; segundo a Organização Estatal Iraquiana para a Comercialização de Petróleo (SOMO), o Safesea Vishnu foi fretado por uma empresa iraquiana contratada pela SOMO, e o Zefyros transportava condensado da Basra Gas Company. Os ataques ocorreram na área de carregamento dentro das águas territoriais do Iraque.

No Bahrein, autoridades orientaram moradores a permanecerem em casa após um ataque iraniano a tanques de combustível na província de Muharraq, parte da campanha de Teerã para desestabilizar os mercados globais de energia. O Ministério do Interior alertou para os efeitos da fumaça e pediu que janelas e aberturas de ventilação fossem fechadas.

O transporte marítimo no Golfo Pérsico e no estreito de Ormuz, responsável por cerca de 20% do petróleo mundial, praticamente parou desde que os EUA e Israel iniciaram ataques contra o Irã em 28 de fevereiro, provocando aumento nos preços globais do petróleo para acima de US$ 100 o barril.

O Irã alertou que o mundo deveria se preparar para o petróleo a US$ 200 o barril, desafiando declarações do presidente Donald Trump de que os EUA já haviam vencido o conflito. A Guarda Revolucionária iraniana afirmou que, se os ataques continuarem, nenhum litro de petróleo será exportado do Oriente Médio para os EUA, Israel ou seus aliados. Trump respondeu que Washington reagiria com ainda mais força caso o Irã bloqueie as exportações e afirmou que companhias petrolíferas deveriam usar o estreito, pois “praticamente toda a marinha do Irã foi dizimada”.

Fonte: OGLOBO

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Irã x EUA

Drone iraniano atinge torre de luxo em Dubai e levanta suspeita sobre presença militar dos EUA

por Redação 12 de março de 2026

Um drone iraniano atingiu uma torre localizada em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, na noite desta quarta-feira (11). De acordo com autoridades locais, ninguém ficou ferido no incidente. Já a agência iraniana Isna afirmou que militares dos Estados Unidos estariam no local no momento do ataque.

Segundo o governo dos Emirados, o drone atingiu um prédio situado na região conhecida como Dubai Creek Harbour, área marcada por edifícios de alto padrão e centros comerciais.

Imagens divulgadas pela agência Isna e que circulam nas redes sociais mostram um dos andares superiores da torre em chamas. No edifício também funciona um hotel.

Ainda conforme a mídia iraniana, militares americanos estariam utilizando a torre como esconderijo. O governo dos Estados Unidos não comentou a alegação até o momento.

As autoridades de Dubai informaram que equipes da Defesa Civil foram enviadas ao local e conseguiram controlar o incêndio. De acordo com o governo, não houve registro de feridos.

Após o ataque, as autoridades também divulgaram uma fotografia do prédio mostrando a situação da torre depois do incidente.

Fonte: G1

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Irã x EUA

Brasileiros fogem do sul do Líbano após alerta de Israel e relatam fuga dramática em meio à guerra

por Redação 11 de março de 2026

O avanço do conflito no Oriente Médio já afeta diretamente milhares de brasileiros que vivem na região. Atualmente, cerca de 70 mil brasileiros moram em países do Oriente Médio, sendo mais de 20 mil apenas no Líbano, onde está uma das maiores comunidades brasileiras fora do país.

Na última quarta-feira, Israel emitiu um alerta para que civis deixassem o sul do Líbano diante da intensificação dos ataques. A orientação provocou uma fuga em massa da população.

Os primos brasileiros Radi e Ahmad estão entre os que tiveram que abandonar suas casas às pressas. Em entrevista ao Fantástico, eles relataram o desespero da saída e o caos nas estradas.

“A gente, na pressa, pegou, fez as malas e saímos de casa e o trânsito estava milhares de pessoas indo ao mesmo tempo. Um caminho que levaria uma hora e meia levou 24 horas”, contou um deles.

O início da fuga também foi marcado pelo medo dentro de casa. “A gente acordou três da manhã com o barulho forte do avião passando, minha mãe muito assustada, minha irmã chorando”, relataram.

Ao chegar em Beirute, capital do país, os brasileiros disseram ter encontrado uma situação dramática. Segundo eles, muitas pessoas estão sem abrigo e vivendo nas ruas.

“Muita gente na rua dormindo, gente dormindo no carro. As pessoas na rua passando necessidade e as pessoas voltarem para sua casa e ver tudo quebrado é muito triste. É uma imagem forte que eu nunca tinha visto antes na minha vida e isso mexeu comigo”, afirmou.

Diante da escalada da guerra, outros brasileiros que vivem nas áreas atacadas já cogitam deixar o país e retornar ao Brasil.

“Se a situação continuar assim, que pelo que parece uma guerra nunca é curta, a gente vai ter que voltar para o Brasil”, disseram.

Apesar da fuga, parte da família dos brasileiros ainda permanece no sul do Líbano, região considerada uma das mais perigosas neste momento.

“Meu avô, minha avó e um tio estão lá ainda. Meu avô é um homem de idade, já viveu várias guerras. Ele falou: ‘Melhor eu ficar em casa, na minha casa, do que fugir. Se eu morrer aqui é melhor para mim’”, contou um dos primos.

O relato evidencia o impacto humano da escalada do conflito, que agora ultrapassa fronteiras e ameaça civis em diferentes partes da região.

Fonte: FANTÁSTICO

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Mundo

Trump vê PCC e CV como ameaças regionais e preocupa governo Lula

por Redação 11 de março de 2026

O Departamento de Estado dos Estados Unidos afirmou nesta terça-feira (10) que as facções brasileiras Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) representam ameaças à segurança regional. A informação foi publicada inicialmente pelo jornal O Globo e confirmada pela BBC News Brasil.

O anúncio ocorre após reportagem do portal UOL, no domingo (8), sobre a intenção do governo Trump de classificar as duas facções como organizações terroristas. “Os Estados Unidos veem as organizações criminosas brasileiras, inclusive o PCC e o CV, como ameaças significativas à segurança regional em função do seu envolvimento com o tráfico de drogas, violência e crime transnacional”, diz a nota.

O governo americano, contudo, não fez previsões sobre designações terroristas, afirmando estar “totalmente empenhado em tomar medidas adequadas contra grupos estrangeiros envolvidos em atividades terroristas”.

Diplomatas e integrantes do governo Lula ouvidos reservadamente pela BBC avaliam que a classificação não seria tecnicamente correta, pois não há indícios de que PCC e CV pratiquem terrorismo segundo a lei brasileira. Nos bastidores, há preocupação de que a designação possa justificar ações militares na região, à semelhança de bombardeios a barcos na Colômbia e Venezuela sob o pretexto de combate ao narcotráfico.

O episódio ocorre em um momento delicado das relações bilaterais. Brasil e Estados Unidos negociam há dois meses um encontro entre Lula e Trump, que poderia ocorrer em 16 de março, segundo o presidente, mas sem confirmação oficial.

O governo brasileiro argumenta que a atuação das facções é motivada por interesses econômicos e não políticos, e que, conforme a Lei Antiterrorismo (Lei 13.260/2016), terrorismo envolve atos com fins políticos, ideológicos ou de ódio, o que não se aplica a PCC e CV.

Parlamentares de direita, especialmente da base bolsonarista, defendem a equiparação das facções a organizações terroristas. Um projeto de lei que trata do tema tramita no Congresso, já aprovado na Comissão de Segurança Pública da Câmara, mas ainda precisa passar pelo Plenário da Câmara e do Senado antes de ser sancionado por Lula.

Fonte: G1

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Irã x EUA

Israel acusa Irã de usar mísseis de fragmentação em ataques e alerta sobre riscos civis

por Redação 11 de março de 2026

As forças israelenses têm acusado o Irã de empregar mísseis de fragmentação em ataques contra seu território desde o início do conflito. Tradicionalmente cautelosas quanto à divulgação de informações sobre danos e ataques iranianos, as autoridades de Israel têm, nos últimos dias, buscado alertar a população sobre o perigo dessas armas, que podem permanecer ativas no solo mesmo após civis deixarem seus abrigos.

Pelo menos três pessoas morreram nos ataques recentes, incluindo duas em um canteiro de obras no centro de Israel, na terça-feira (10). Israel já havia denunciado o uso de munições de fragmentação por Teerã durante a guerra de 12 dias entre os dois países em junho de 2025.

As munições de fragmentação, ou cluster munitions, são projetadas para se abrir no ar e liberar submunições sobre uma área extensa, atingindo simultaneamente soldados, veículos e infraestrutura. Por não explodirem todas no impacto, funcionam como minas terrestres, representando risco persistente para civis.

O uso dessas armas é amplamente criticado por organizações internacionais. Em 2008, mais de 110 países assinaram a Convenção sobre Munições Cluster, proibindo uso, produção e transferência dessas armas. Israel, Irã, Estados Unidos, Rússia, Ucrânia e Brasil não são signatários. Em 2017, a Human Rights Watch denunciou o uso de bombas cluster brasileiras em ataques a escolas no Iêmen.

Israel, por sua vez, já empregou munições de fragmentação em diversos conflitos no Líbano entre 1978 e 2006, e continuou a produzi-las até 2018, mantendo estoques significativos. O Irã, segundo a ONG Landmine and Cluster Munition Monitor, também possui esse tipo de armamento, mas seu uso recente não pôde ser verificado de forma independente.

Organizações como Anistia Internacional têm criticado o emprego desses mísseis pelo Irã, alertando para os riscos de longo prazo às populações civis.

Fonte: G1

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