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Investigação revela testes de arma secreta ligada à Síndrome de Havana

por Redação 10 de março de 2026

Uma investigação exibida pelo programa 60 Minutes, da emissora americana CBS, afirma que militares dos Estados Unidos testaram uma arma secreta de energia capaz de provocar lesões cerebrais — tecnologia que poderia estar relacionada aos casos conhecidos como “Síndrome de Havana”.

De acordo com a reportagem, o equipamento foi testado durante mais de um ano em um laboratório militar norte-americano. Experimentos realizados com ratos e ovelhas teriam demonstrado danos neurológicos semelhantes aos observados em pessoas que relataram sintomas associados à síndrome.

O termo “Síndrome de Havana” passou a ser utilizado a partir de 2016, quando diplomatas, militares e agentes de inteligência dos Estados Unidos começaram a relatar problemas neurológicos após episódios registrados inicialmente em Cuba. Entre os sintomas descritos estão dores intensas na cabeça, perda de equilíbrio, dificuldades de visão, zumbido nos ouvidos, sangramentos e alterações cognitivas.

Pesquisadores ouvidos pela reportagem afirmam que as lesões poderiam ser causadas por pulsos de micro-ondas capazes de interferir na atividade elétrica do cérebro. Parte do desenvolvimento dessa tecnologia teria ocorrido na antiga União Soviética.

Segundo o programa, a arma seria portátil e silenciosa, capaz de emitir pulsos de energia eletromagnética a centenas de metros de distância e atravessar paredes e janelas.

A investigação aponta ainda que o dispositivo teria sido adquirido pelos Estados Unidos em 2024 por meio de uma rede criminosa russa que comercializava armamentos. A operação teria custado cerca de US$ 15 milhões e sido financiada pelo Departamento de Defesa americano.

A compra teria ocorrido após relatos de funcionários do governo e familiares que afirmaram ter sido alvo de ataques com tecnologia semelhante. A reportagem afirma que centenas de episódios foram registrados ao longo dos anos, inclusive em áreas próximas à Casa Branca.

Uma apuração conduzida pelo 60 Minutes em parceria com o site russo independente The Insider também identificou indícios da presença de um agente de inteligência russo próximo a uma vítima na Europa. Na ocasião, a esposa de um funcionário do Departamento de Justiça dos Estados Unidos relatou ter sido atingida pela suposta arma.

“Simplesmente perfurou minhas orelhas, entrou pelo lado esquerdo, senti como se tivesse entrado pela janela, direto na minha orelha esquerda. Imediatamente senti uma sensação de plenitude na cabeça e uma dor de cabeça lancinante”, disse a mulher em entrevista ao programa.

Segundo a reportagem, diversas vítimas teriam ficado com sequelas permanentes. A mulher citada, por exemplo, passou por múltiplas cirurgias para reparar danos nos ouvidos e no crânio.

Apesar das suspeitas levantadas ao longo dos anos, avaliações oficiais divulgadas pelo governo dos Estados Unidos em 2023 concluíram ser “muito improvável” que os casos tenham sido causados por ataques realizados por um país adversário.

Ex-integrantes da comunidade de inteligência, porém, afirmaram ao programa que autoridades americanas teriam minimizado o problema para evitar tensões diplomáticas e repercussões políticas.

Outro episódio citado na reportagem ocorreu em janeiro, durante uma operação americana que resultou na captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro. Um relato anônimo sugeriu o uso de uma “arma misteriosa” capaz de incapacitar soldados venezuelanos.

“De repente, senti como se minha cabeça estivesse explodindo por dentro. Todos nós começamos a sangrar pelo nariz. Alguns vomitavam sangue. Caímos no chão, incapazes de nos mover”, afirmou o soldado.

Os sintomas descritos são semelhantes aos associados à arma investigada pelo 60 Minutes. No entanto, segundo o relato, o dispositivo usado nesse caso envolveria ondas sonoras, e não micro-ondas.

O vídeo com o testemunho foi compartilhado nas redes sociais pela porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt. Questionado sobre o episódio, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o país possui armamentos secretos altamente avançados.

“Ninguém mais tem isso. Nós temos armas que ninguém conhece. Provavelmente é melhor não falar sobre isso, mas temos armas incríveis. Foi um ataque impressionante”, declarou.

Fonte: G1

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Paralimpíadas de Inverno

Cristian Ribera faz história e conquista primeira medalha do Brasil nas Paralimpíadas de Inverno

por Redação 10 de março de 2026

O dia 10 de março de 2026 entrou para a história do esporte brasileiro. O atleta Cristian Ribera conquistou a primeira medalha do Brasil em Jogos Paralímpicos de Inverno ao garantir a prata na prova de sprint sentado do esqui cross-country em Milão-Cortina, na Itália.

O rondoniense de 23 anos terminou a final disputada em Tesero na segunda colocação, com o tempo de 2min29s6. O ouro ficou com o chinês Liu Zixu, que cruzou a linha de chegada em 2min28s9, enquanto o cazaque Yerbol Khamitov completou o pódio com o bronze, em 2min29s9.

Cristian liderou boa parte da decisão e chegou à última reta na frente. No entanto, nos metros finais, Liu Zixu conseguiu aumentar o ritmo e ultrapassou o brasileiro, garantindo a vitória.

Após a prova, Ribera comemorou o resultado histórico para o país.
“Só quero agradecer ao meu time, que sempre trabalhou tão duro. Minha família que está torcendo, fiz isso por eles. Queria ganhar a medalha de ouro, mas foi por muito pouco, mérito do chinês. Estou muito feliz, é um sonho realizado. Agora a próxima meta é o ouro”, afirmou.

Antes da final, o brasileiro já havia se destacado nas classificatórias. Ele registrou o melhor tempo da fase inicial, com 2min08s22, e também avançou como um dos melhores na semifinal, garantindo vaga na disputa por medalha.

Outros dois brasileiros participaram das classificatórias masculinas do sprint sentado. Guilherme Rocha terminou na 18ª colocação e Robelson Lula ficou em 20º lugar, sem avançar para as semifinais.

O dia também foi marcante para o esporte feminino brasileiro nos Jogos de Inverno. A atleta Aline Rocha, de 35 anos, alcançou o melhor resultado feminino do Brasil em Paralimpíadas de Inverno ao terminar na quinta colocação na final do sprint sentado.

Aline chegou à decisão após avançar com o terceiro melhor tempo nas classificatórias e garantir vaga na final ao terminar a semifinal em segundo lugar em sua bateria. Na disputa final, ela chegou a brigar pelo bronze, mas acabou ultrapassada na reta final pela chinesa Shiyu Wang e pela alemã Andrea Eskau, encerrando a prova em 3min21s.

Mesmo sem medalha, o resultado representa a melhor colocação de uma brasileira na história dos Jogos Paralímpicos de Inverno. A marca anterior também pertencia a Aline, que havia alcançado o sétimo lugar no biatlo em Pequim 2022.

A atleta destacou a emoção de participar da final e celebrou o resultado de Ribera.
“É uma emoção imensa estar aqui e chegar pela primeira vez na final do sprint. A alegria maior é o resultado do Cristian. Ele me representa, é meu herói e me ensina muito. Espero que esse resultado incentive mais mulheres a conhecer o esporte”, disse.

Cristian Ribera chegou a Milão-Cortina como a principal esperança de medalha do Brasil. Atual campeão mundial do sprint na categoria sitting, ele já acumulava resultados expressivos no circuito internacional.

O atleta nasceu em Rondônia com artrogripose, uma doença congênita que afeta as articulações. Ainda bebê, mudou-se para Jundiaí, em São Paulo, para realizar tratamento médico e passou por 21 cirurgias ao longo da vida.

Aos quatro anos começou a praticar esportes por recomendação médica e experimentou modalidades como natação, atletismo, tênis, bocha, capoeira e dança. Aos 13 anos conheceu o esqui cross-country por meio de um projeto da Confederação Brasileira de Desportos na Neve.

Ribera já havia participado de duas edições dos Jogos Paralímpicos de Inverno. Em PyeongChang 2018, competiu aos 15 anos e conquistou o sexto lugar nos 15km, até então a melhor colocação brasileira na história da competição.

Em Pequim 2022, acabou prejudicado por um diagnóstico de Covid-19 dias antes das provas e ficou longe do pódio.

Nos Jogos de Milão-Cortina, o brasileiro ainda terá novas oportunidades de medalha. Ele volta a competir na prova dos 10km sentado nesta quarta-feira (11), além do revezamento misto 4×2,5 km no sábado (14) e dos 20km sentado no domingo (15).

Fonte: GE

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Mundo

Petróleo dispara e recua em poucas horas após declarações de Trump sobre guerra no Oriente Médio

por Redação 10 de março de 2026

O preço do petróleo apresentou extrema volatilidade nesta segunda-feira (9), refletindo temores de que a guerra no Oriente Médio se prolongue. Na manhã de segunda, o WTI (referência americana) chegou a subir 30%, atingindo US$ 119,48 por barril, enquanto o Brent (referência internacional) também superou os US$ 119, marcando o maior nível desde 2022.

No entanto, ainda na segunda-feira, as cotações recuaram para cerca de US$ 88 por barril após declarações do presidente Donald Trump à CBS News, afirmando que a guerra contra o Irã está “praticamente concluída” e pode terminar em breve. Trump também indicou que pretende atuar em três frentes para conter os preços do petróleo: aliviar sanções sobre a commodity, assumir o controle do Estreito de Ormuz e utilizar o petróleo venezuelano. Segundo ele, 100 milhões de barris venezuelanos já foram levados para refinarias em Houston, com outros 100 milhões a caminho.

Pesquisas indicam que a alta do petróleo preocupa eleitores e empresários americanos: 67% dos americanos acreditam que a guerra elevará os preços da gasolina no próximo ano, segundo Reuters/Ipsos.

Além disso, Trump manteve uma conversa telefônica de uma hora com o presidente russo Vladimir Putin, discutindo conflitos no Irã e na Ucrânia. Fontes afirmam que o alívio das sanções ao petróleo russo é estudado como forma de aumentar a oferta global e conter a alta dos preços. Na semana passada, os EUA autorizaram temporariamente que a Índia comprasse petróleo russo, compensando perdas do Oriente Médio.

Outra alternativa considerada pelos EUA seria restabelecer o fluxo de navios pelo Estreito de Ormuz, responsável por cerca de 20% do petróleo mundial, atualmente ameaçado pelo Irã. Trump advertiu que qualquer tentativa de bloqueio será respondida com ataques “vinte vezes mais fortes”, em referência a possíveis ações militares.

Fonte: G1

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Irã x EUA

Guerra no Oriente Médio provoca caos aéreo e encarece passagens

por Redação 10 de março de 2026

A guerra no Oriente Médio desencadeou a maior crise do setor aéreo desde a pandemia, com pelo menos 37 mil voos cancelados desde o início do conflito. Um episódio simbólico ocorreu na semana passada, quando um míssil caiu em um aeroporto desativado no norte da Síria, mostrando os riscos que rondam a região.

Cancelamentos e atrasos têm prejudicado centenas de milhares de passageiros. Uma viajante relata: “Tem filas. Eles atendem, mas não tem nada para dizer. Remarcam a viagem, mas cancelam em seguida”.

A região é estratégica para a aviação global há pelo menos duas décadas, funcionando como um elo central que conecta América, Ásia, Europa e Oceania. Apenas o aeroporto de Dubai liga passageiros a 107 países, e cerca de um terço da população mundial vive a quatro horas de voo dos Emirados Árabes Unidos.

Com a guerra, o espaço aéreo se tornou um “buraco no céu”. Milhares de voos precisaram contornar a região, aumentando a duração das viagens e o consumo de combustível. O conflito elevou o preço das passagens entre Ásia e Europa e provocou queda nas ações de companhias aéreas globalmente. O professor Michael McCormick, da Universidade Aeronáutica de Embry Riddle, explica: “À medida que o preço do barril aumenta, o preço do querosene de aviação sobe, gerando custos maiores para as companhias aéreas”.

Desde o início da guerra, o querosene de aviação subiu mais de 50%, e os impactos completos do conflito sobre a indústria ainda são difíceis de dimensionar, enquanto mísseis, em vez de aviões, sobrevoam o Oriente Médio.

Fonte: JN

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Mundo

Mulher morre após ser arremessada de tobogã em parque de diversões na Colômbia

por Redação 9 de março de 2026

Uma mulher de 28 anos morreu após ser arremessada de um tobogã em um parque de diversões na cidade de Chinácota, na Colômbia. O acidente ocorreu na noite da última quinta-feira (5), no parque Entre Flores, e está sendo investigado pelas autoridades locais.

A vítima, identificada como Yuris Cristel Camila García, demonstrava medo antes de descer a estrutura. Imagens obtidas pelo jornal El Tiempo mostram a jovem sentada em um pneu no topo do brinquedo e questionando um funcionário do parque.

“Alguém vai me pegar?”, perguntou ela. O funcionário respondeu tentando tranquilizá-la: “Sim, não tenha medo”.

Logo depois, Yuris iniciou a descida pelo tobogã, ganhando velocidade ao longo do trajeto. Durante uma curva da estrutura, ela acabou sendo arremessada para fora do brinquedo.

Testemunhas relataram momentos de desespero na base da atração. Nas imagens registradas no local, é possível ouvir gritos enquanto uma pessoa pergunta: “Ela caiu?”.

A jovem despencou de uma altura aproximada de 4,5 metros e atingiu o chão com violência.

Segundo o jornal La Prensa, Yuris sofreu ferimentos graves no crânio, no abdômen e no tórax. Ela chegou a ser socorrida, mas morreu a caminho de um hospital da região.

Um laudo médico preliminar citado pelo El Tiempo aponta que a causa da morte foi traumatismo cranioencefálico e traumatismo toracoabdominal contuso.

A empresa responsável pelo parque informou que está colaborando com as autoridades e se colocou à disposição para fornecer todas as informações necessárias para esclarecer o ocorrido.

O gabinete do prefeito de Chinácota e a polícia local abriram investigação para apurar as circunstâncias do acidente.

Fonte: EXTRA

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Mundo

“Peixe do fim do mundo” aparece em praia no México e surpreende banhistas

por Redação 9 de março de 2026

Um animal marinho raro e pouco visto por humanos chamou atenção em uma praia de Cabo San Lucas, no México. Dois exemplares do peixe-remo, espécie que vive nas profundezas do oceano, apareceram em águas rasas e mobilizaram banhistas em uma tentativa de resgate.

O momento foi registrado em vídeo e rapidamente circulou nas redes sociais. Nas imagens, os peixes aparecem se debatendo próximos à faixa de areia enquanto pessoas tentam empurrá-los de volta para o mar aberto. O resultado da tentativa de resgate, no entanto, não ficou claro nas gravações. As informações são do site americano USA Today, em reportagem publicada na seção For The Win.

Segundo o relato divulgado junto ao vídeo, duas irmãs estavam na praia quando perceberam algo brilhando na água à distância. Uma delas entrou no mar para verificar a situação e acabou recebendo ajuda de outras pessoas que estavam no local para tentar conduzir o animal de volta a águas mais profundas.

A situação se tornou ainda mais incomum quando, após a tentativa de resgate do primeiro peixe, um segundo exemplar da espécie também foi avistado próximo à costa.

O peixe-remo (Regalecus glesne) é considerado um dos maiores peixes ósseos do mundo. Em alguns casos, pode ultrapassar nove metros de comprimento. O animal possui corpo longo e achatado, além de uma barbatana dorsal vermelha que percorre quase toda a extensão do corpo.

Normalmente, essa espécie vive em profundidades de cerca de 900 metros no oceano, em regiões pouco exploradas. Por isso, encontros com esses animais são extremamente raros e costumam ocorrer quando estão mortos, debilitados ou desorientados.

Especialistas apontam que aparições próximas à costa podem estar relacionadas a fatores como doenças, mudanças nas condições do oceano ou desorientação.

Na região de Baja California Sur, onde fica Cabo San Lucas, já houve registros de encalhes da espécie anteriormente, mas a maioria dos casos envolvia animais já mortos.

Por causa do tamanho e da aparência incomum, o peixe-remo ajudou a inspirar antigas histórias de serpentes marinhas contadas por navegadores. Em alguns países, ele também ganhou o apelido popular de “peixe do fim do mundo”.

Existe ainda uma crença popular que associa o aparecimento desses animais perto da costa à ocorrência de terremotos ou tsunamis. No entanto, essa relação não possui comprovação científica.

Fonte: umsoplaneta

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Mundo

Fechamento do Estreito de Ormuz desencadeia batalha naval e ameaça mercado global de petróleo

por Redação 9 de março de 2026

O Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais estratégicas do planeta, tornou-se palco de uma escalada militar que preocupa governos e o mercado internacional de energia. Nesta semana, empresas de transporte marítimo e seguradoras passaram a receber mensagens atribuídas à Marinha da Guarda Revolucionária do Irã anunciando a proibição de navegação pela região.

Na segunda-feira, o governo iraniano confirmou o fechamento da passagem e ameaçou atacar qualquer embarcação que tentasse atravessar o estreito. Desde então, ao menos nove navios comerciais foram atingidos na área, segundo informações divulgadas ao longo da semana. Seis tripulantes m0rr3r4m.

De acordo com o professor de geopolítica Ronaldo Carmona, da Escola Superior de Guerra, a medida faz parte da estratégia militar iraniana no contexto do conflito atual. Segundo ele, o bloqueio busca aumentar a pressão internacional e conter ataques contra o território do país.

O Estreito de Ormuz liga o Golfo de Omã ao Golfo Pérsico e, em seu ponto mais estreito, possui cerca de 33 quilômetros de largura. A região está cercada por alguns dos principais produtores de petróleo do mundo, como Irã, Iraque, Kuwait, Arábia Saudita, Catar, Bahrein, Emirados Árabes Unidos e Omã.

Cerca de 20% de todo o petróleo transportado globalmente passa por essa rota, além de entre 20% e 25% do comércio mundial de gás natural. Grande parte da energia segue para países asiáticos, como Japão, Coreia do Sul, Índia e China. Em condições normais, o fluxo movimenta entre 300 milhões e 360 milhões de dólares por dia.

A navegação no estreito exige alta precisão. Petroleiros que cruzam a região podem transportar até 300 mil toneladas de petróleo por viagem. O tráfego funciona como uma espécie de estrada marítima, com faixas específicas para navios que entram e saem do Golfo Pérsico, separadas por uma zona de segurança.

Além do espaço limitado, os comandantes enfrentam correntes marítimas fortes e ventos intensos, que variam ao longo do ano. Segundo capitães que já atuaram na rota, qualquer desvio pode provocar encalhes ou colisões.

O risco de minas marítimas também aumenta a tensão. Durante a Guerra do Golfo, em 1991, o regime de Saddam Hussein espalhou cerca de duas mil minas pelo Golfo Pérsico. Em cenários como esse, explosivos submersos podem ser acionados por contato, sensores ou controle remoto, tornando qualquer travessia extremamente perigosa.

Atualmente, o controle do estreito está nas mãos da Guarda Revolucionária iraniana, que utiliza minas, drones e embarcações rápidas como parte da estratégia naval.

Em meio à escalada militar, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que forças americanas destruíram dezenas de embarcações iranianas em operações recentes e declarou que um dos objetivos é aniquilar a marinha do país.

Na quarta-feira, um submarino de ataque dos Estados Unidos lançou um míssil contra uma fragata iraniana no Oceano Índico, perto da costa do Sri Lanka. A embarcação havia participado de exercícios militares com a Índia.

Após o ataque, autoridades informaram que 87 corpos foram encontrados e 32 pessoas foram resgatadas com vida.

Especialistas apontam que o episódio representa um evento raro na história militar: o afundamento de um navio inimigo por um submarino nuclear, algo que não acontecia desde a Segunda Guerra Mundial.

Apesar de possuir uma marinha considerada menor que a americana, o Irã investe em estratégias assimétricas para equilibrar o confronto. Entre os principais recursos estão drones de longo alcance e sistemas de mísseis capazes de atingir alvos a centenas de quilômetros de distância.

Essas tecnologias são vistas como peças centrais da estratégia iraniana para pressionar adversários e sustentar o bloqueio do estreito.

A região concentra algumas das maiores reservas de petróleo e gás natural do mundo. Segundo o diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura, Adriano Pires, a Arábia Saudita — maior exportadora de petróleo do planeta — depende da passagem pelo estreito para escoar grande parte da produção.

Por isso, qualquer interrupção prolongada no tráfego marítimo pode provocar impactos diretos na economia global.

Mesmo com a possibilidade de escolta militar prometida pelos Estados Unidos para garantir a passagem de petroleiros, o Estreito de Ormuz segue parcialmente fechado.

De acordo com a Organização das Nações Unidas, cerca de 20 mil tripulantes permanecem a bordo de navios no Golfo Pérsico aguardando a normalização da navegação.

Fonte: FANTÁSTICO

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Mundo

Rússia teria ajudado Irã a localizar alvos dos EUA no Oriente Médio, diz jornal

por Redação 6 de março de 2026

A Rússia teria fornecido ao Irã informações estratégicas sobre posições militares dos Estados Unidos no Oriente Médio, segundo revelou um jornal que ouviu três fontes ligadas ao tema. De acordo com o relato, Moscou repassou dados sobre a localização de ativos militares norte-americanos, incluindo navios de guerra e aeronaves.

A informação surge em meio à escalada do conflito iniciado no sábado (28), quando Estados Unidos e Israel realizaram bombardeios contra o território iraniano. Os ataques resultaram na morte do líder supremo do Irã, Ali Khamenei, além de outros integrantes de alto escalão das forças militares e do governo de Teerã.

Desde então, o Irã vem promovendo ataques retaliatórios contra equipamentos e bases militares norte-americanas no Oriente Médio.

A Rússia é considerada um dos principais aliados do regime iraniano. A possível cooperação na identificação de alvos norte-americanos reforça indícios de envolvimento indireto de Moscou no conflito. Oficialmente, o Kremlin tem condenado as ofensivas conduzidas pelos Estados Unidos e por Israel contra o território iraniano.

Nos últimos dias, o Irã intensificou ataques contra países da região que abrigam instalações militares dos EUA. Entre eles estão Arábia Saudita, Kuwait, Bahrein, Catar, Emirados Árabes Unidos e Omã.

Nesta sexta-feira, o Exército iraniano anunciou que realizou bombardeios contra bases norte-americanas no Kuwait e prometeu ampliar as ofensivas para aumentar a pressão sobre Washington.

Vídeos divulgados nas redes sociais mostraram fogo e fumaça na base aérea de Ali Al-Salem, localizada no território kuwaitiano.

Atualmente, os Estados Unidos mantêm 19 bases militares no Oriente Médio. O Kuwait concentra o maior número dessas instalações, com cinco bases, além de outras estruturas às quais as forças norte-americanas têm acesso em diferentes países da região.

Fonte: G1

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Mundo

Drones kamikaze de baixo custo mudam lógica econômica da guerra moderna

por Redação 6 de março de 2026

O uso crescente de drones kamikaze em conflitos recentes, especialmente no Oriente Médio e na guerra entre Rússia e Ucrânia, tem alterado a lógica econômica das operações militares. Equipamentos relativamente baratos passaram a causar danos significativos a alvos estratégicos, desafiando sistemas de defesa que custam milhões de dólares.

Desde o início dos ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, há cerca de uma semana, drones têm sido utilizados em bombardeios que atingiram bases militares, infraestruturas petrolíferas e prédios civis.

Um dos modelos mais conhecidos é o Shahed-136, de origem iraniana. Classificado como um drone “kamikaze”, o equipamento é projetado para se autodestruir ao atingir o alvo. A tecnologia foi posteriormente absorvida pela Rússia durante a guerra na Ucrânia e também inspirou o desenvolvimento de versões americanas, como o drone Lucas (Sistema de Ataque de Combate Não Tripulado de Baixo Custo).

Os drones kamikaze integram uma das três categorias mais comuns no setor de defesa. As outras são os drones de reconhecimento, usados para coleta de imagens e informações, e os drones armados, capazes de lançar mísseis ou pequenas bombas contra alvos específicos.

Segundo o CEO global da Taurus Armas, Salesio Nuhs, esses sistemas costumam atuar de forma coordenada em operações militares.

“Em operações complexas, como as associadas a tensões envolvendo Irã, esses diferentes tipos podem ser usados juntos. Alguns drones observam, outros saturam a defesa aérea e outros fazem o ataque final”, afirma.

No caso das chamadas “munições vagantes”, como o Shahed-136, o equipamento permanece sobrevoando uma área até localizar um alvo e então se chocar contra ele.

A popularização desses drones também está ligada à queda no custo de componentes eletrônicos essenciais. O sensor inercial, fundamental para o sistema de equilíbrio da aeronave, caiu drasticamente de preço nas últimas décadas.

“Em 2004, um sensor inercial custava US$ 15 mil. Em 2013 custava US$ 1 mil e hoje não custa mais do que US$ 30”, compara o fundador e CEO da empresa brasileira Xmobots, Giovani Amianti.

Durante a guerra iniciada em 2022, os ucranianos recorreram à improvisação tecnológica para enfrentar a ofensiva russa. Sem recursos suficientes para armamentos sofisticados, passaram a montar drones internamente, utilizando motores e autopilotos comprados da China e peças produzidas com impressoras 3D.

“Enquanto a Rússia atacava a Ucrânia com tanques e caças que custam milhões de dólares, os ucranianos começaram a fixar morteiros ou pequenas granadas em cima de drones, com um custo de US$ 2 mil, formando esquadrões de pilotos de drones”, relata Amianti.

A resposta russa incluiu a nacionalização da tecnologia iraniana de drones kamikaze, ampliando um mercado global que já movimenta dezenas de bilhões de dólares.

Dados da consultoria britânica IDTechEx mostram que os drones militares representavam US$ 13 bilhões em vendas em 2023, o equivalente a 34,5% do mercado global. No ano passado, esse valor subiu para US$ 25 bilhões, correspondendo a 42,6% das vendas totais do setor.

A projeção é que o mercado global de drones alcance US$ 69 bilhões em receita neste ano, crescimento de 17,6% em relação a 2025. Até 2036, as vendas podem atingir US$ 147,8 bilhões.

Além do avanço tecnológico, a inteligência artificial tem ampliado a autonomia desses equipamentos. Hoje, muitos drones já são programados para atingir alvos específicos por meio de geolocalização e reconhecimento de imagens, eliminando a necessidade de controle remoto contínuo.

“Nos modelos atuais, é feita uma programação. Uma vez lançado, o drone não tem mais volta”, explica Amianti.

Em ambientes onde o GPS pode ser bloqueado, algoritmos permitem que o drone continue navegando com base em imagens do terreno ou sensores internos.

“A IA pode ajudar o drone a voar de forma mais estável, evitando obstáculos e seguindo rotas complexas”, afirma Nuhs.

Um Shahed-136 pesa cerca de 200 quilos, tem alcance de até 2 mil quilômetros e pode transportar aproximadamente 40 quilos de explosivos. O custo varia entre US$ 20 mil e US$ 50 mil.

O problema para as forças de defesa é que a interceptação desses drones costuma exigir sistemas muito mais caros. Mísseis Patriot, por exemplo, custam cerca de US$ 4 milhões cada, embora apresentem taxas de interceptação superiores a 90%.

Essa diferença de custo tornou-se um desafio estratégico para planejadores militares.

“Guerra é economia. Se você conseguir criar mais transtorno para o oponente com o mínimo de dinheiro investido, acaba ganhando a guerra econômica”, afirma Gilberto Buffara Júnior, CEO da Stella Tecnologia, empresa brasileira que desenvolve drones para os setores de defesa, segurança e indústria.

Para reduzir esses custos, países como os Estados Unidos testam alternativas como armas a laser e sistemas antidrone mais baratos. Startups de defesa também têm atraído investimentos para desenvolver novas tecnologias de interceptação baseadas em inteligência artificial.

Apesar dos avanços, especialistas alertam para riscos associados ao uso de IA em sistemas militares autônomos.

Segundo o professor do Instituto de Computação da Unicamp e pesquisador do Smartness, Luiz Fernando Bittencourt, falhas ou interpretações equivocadas de algoritmos podem gerar decisões perigosas em cenários de combate.

“Tomadas de decisão podem ser exacerbadas em situações em que o drone encontra cenários desconhecidos que não foram utilizados no treinamento do modelo de aprendizado de máquina, incorrendo em decisões confusas, potencialmente incorretas ou prejudiciais”, afirma.

Fonte: VALOR

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Mundo

Família encontra granadas ativas ao limpar casa de parente nos Estados Unidos

por Redação 5 de março de 2026

Uma família na Carolina do Norte, nos Estados Unidos, teve uma surpresa perigosa ao limpar a casa de um parente falecido: duas granadas aparentemente ativas foram encontradas dentro do imóvel. O caso aconteceu no condado de Cherokee na quinta-feira (26).

De acordo com o Gabinete do Xerife local, um policial foi chamado ao endereço e localizou uma granada de fumaça e uma granada MK2, modelo associado ao período da Segunda Guerra Mundial. Segundo as autoridades, ambos os artefatos pareciam estar ativos, embora estivessem em condição estável.

Após a descoberta, a área foi isolada por segurança e agentes do Esquadrão Antibombas do Departamento Estadual de Investigação da Carolina do Norte foram acionados. A equipe especializada removeu os explosivos e posteriormente realizou o descarte seguro dos dispositivos.

As autoridades informaram que nenhuma outra munição foi localizada na residência e que, até o momento, não há expectativa de apresentação de acusações relacionadas ao caso. Também não está claro como os explosivos foram parar na casa do familiar da família.

A granada MK2, encontrada no local, foi padronizada pelo exército dos Estados Unidos em 1920 e se tornou uma das granadas de mão mais utilizadas pelas forças militares do país. O dispositivo ganhou popularidade durante conflitos como a Guerra da Coreia e a Guerra do Vietnã.

O artefato é conhecido por seu corpo de ferro fundido com ranhuras externas, característica que originou o apelido popular de “granada abacaxi”.

Casos semelhantes já foram registrados anteriormente nos Estados Unidos. Em setembro de 2025, uma criança de dois anos encontrou uma granada de mão ativa da Segunda Guerra Mundial na propriedade da família, no estado de Washington. Segundo autoridades, a criança chegou a levar o artefato para dentro de casa antes que os pais acionassem os serviços de emergência.

Fonte: revistacrescer

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