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Categoria:

São Paulo

Segurança

Pedido de cigarro termina em agressão no Centro de SP e versões opostas marcam caso

por Redação 24 de fevereiro de 2026

Uma publicitária de 34 anos foi agredida na madrugada de domingo (22) após uma confusão em um bar na Rua 13 de Maio, no Bixiga, região central de São Paulo. O caso foi registrado como lesão corporal e é investigado pelo 5º Distrito Policial (Consolação).

De acordo com o boletim de ocorrência, a agressão começou depois que a mulher pediu um cigarro ao dono do estabelecimento. A esposa dele, que também é proprietária do bar, teria acusado a publicitária de “dar em cima” do marido. A vítima sofreu lesões no olho e no nariz.

Vivian Cardoso relatou que havia participado de um bloco de carnaval na Barra Funda e, em seguida, seguiu com uma amiga para o aniversário de um amigo. No trajeto, pararam em um bar onde a amiga conhecia o proprietário de vista.

“Eu fui falar com ele porque estava procurando cigarro e perguntei: ‘e aí, tem cigarro?’”, contou. Segundo ela, a esposa do comerciante reagiu imediatamente, questionando se ela estava “dando em cima” do marido.

Vivian afirma que tentou encerrar a situação e ir embora. “Eu falei que não era isso e saí andando. Mas aí ela veio pra cima de mim, me arranhou e eu caí no chão. O pessoal separou e até o marido dela falou: não, nada a ver, você não estava dando em cima.”

Após o episódio, a publicitária e a amiga seguiram para outro bar, onde ocorria a festa de aniversário. Ela relata que, mais tarde, voltou a cruzar com a comerciante e amigas na rua.

“Ela jogou uma long neck. Eu já estava do outro lado da rua e a garrafa não me acertou. Depois, ela falou que ia me arregaçar. Eu caí no chão e vieram duas amigas dela. Eu fiquei no chão sendo agredida o tempo todo”, disse.

Vivian afirma que não reagiu às agressões. Segundo ela, protegeu o rosto para evitar ferimentos mais graves, já que tem 15 graus de miopia e chegou a perder a lente do olho esquerdo durante a confusão. Amigos teriam interferido para encerrar as agressões.

A vítima procurou atendimento médico, passou por hospital, realizou exame no IML e registrou boletim de ocorrência por lesão corporal. No registro, autorizou a fotografia das lesões e manifestou intenção de representar criminalmente.

Procurada, a comerciante confirmou que houve agressão, mas alegou legítima defesa. “Defendi minha dignidade, minha honra. Ela me insultou por diversas vezes e eu só me defendi”, afirmou. Segundo ela, pretende processar a publicitária por difamação. “Não aconteceu nada do jeito que ela falou. Ela está querendo me prejudicar.”

A Secretaria da Segurança Pública informou que o caso foi registrado como lesão corporal no domingo (22) e encaminhado ao 5º Distrito Policial (Consolação), que analisa as informações e realiza diligências para esclarecer os fatos.

Fonte: G1

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Litoral

Chuva histórica leva Ubatuba a decretar emergência e expõe fragilidade estrutural

por Redação 23 de fevereiro de 2026

Ubatuba decretou situação de emergência após os estragos provocados pela forte chuva que atingiu a cidade do Litoral Norte de São Paulo no fim de semana. O município também passou a receber ajuda humanitária da Defesa Civil do Estado diante da dimensão dos impactos.

Desde sábado (21), foram registrados cerca de 290 milímetros de chuva — volume equivalente à média histórica de todo o mês de fevereiro. O acumulado excepcional resultou em alagamentos que atingiram aproximadamente 400 casas e obrigaram 30 famílias a deixarem seus imóveis. As aulas foram suspensas em quatro escolas e rodovias seguem interditadas. A ocorrência mais grave foi o naufrágio de uma embarcação durante o temporal, que terminou com duas mortes.

A prefeita Flávia Pascoal (PL) oficializou o decreto de emergência, destacando o volume extraordinário de precipitação e os danos significativos à estrutura pública e privada da cidade, que colocam em risco a população e comprometem a manutenção de serviços essenciais.

Com o decreto, o município está autorizado a mobilizar recursos humanos e materiais para recuperação dos danos, além de utilizar recursos financeiros para aquisição emergencial de insumos e adoção de outras medidas administrativas.

Para atender famílias desabrigadas e desalojadas, a Defesa Civil de São Paulo e o Fundo Social do Estado enviaram 200 kits para dormitórios, além de itens de limpeza, higiene, cestas básicas, roupas e ração para animais. A Defesa Civil estadual também instalou um gabinete de crise para monitorar a situação no Litoral Norte, ativo nesta segunda-feira (23).

Durante o fim de semana, 30 famílias deixaram suas casas — 15 foram acolhidas por parentes e outras 15 encaminhadas a hotéis no bairro Lagoinha. Além dos alagamentos, houve quedas de árvores, com principais registros nos bairros Sertão da Quina, Taquaral e Mato Dentro.

Quatro unidades escolares tiveram aulas suspensas nesta segunda-feira: EM Sebastiana Luiza de Oliveira Prado (Araribá), Escola José de Souza Simeão (Taquaral), Escola Nativa Fernandes de Faria (Sertão da Quina) e EMEI Professora Alba Regina Torraque da Silva (Taquaral). A rodovia Oswaldo Cruz permanece totalmente interditada.

As chuvas começaram no sábado e continuam, mantendo órgãos municipais e estaduais em alerta.

O episódio mais grave ocorreu na região da Ponta Grossa, onde uma embarcação de pesca naufragou em meio a fortes chuvas e ventos intensos. Dois homens — um pescador e um turista de cerca de 60 anos — morreram. De acordo com o Grupamento de Bombeiros Marítimo (GBMar), o barco tinha cinco tripulantes e três foram resgatados com vida por ocupantes de outra embarcação particular.

Fonte: G1

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Litoral

Chuva histórica provoca mortes, deixa desalojados e paralisa litoral de SP

por Redação 23 de fevereiro de 2026

A forte chuva que atinge o litoral de São Paulo desde o fim de semana provoca uma sequência de transtornos que expõem a vulnerabilidade da região diante de eventos extremos. Alagamentos, interdições totais e parciais de rodovias de acesso a Caraguatatuba e Ubatuba, suspensão de aulas e mais de 100 pessoas desalojadas em Peruíbe, além de 30 famílias fora de casa em Ubatuba, compõem o cenário de crise.

Até a última atualização desta reportagem, não havia desaparecidos no litoral paulista. Em Ubatuba, porém, duas pessoas morreram após o naufrágio de uma embarcação de pesca durante a tempestade na noite de sábado (21). O barco apresentou falha mecânica. Três ocupantes foram resgatados com vida por passageiros de outra embarcação particular. Segundo a Defesa Civil, embora o temporal tenha agravado as condições, problemas mecânicos contribuíram para o acidente.

Diante da gravidade da situação, a Defesa Civil montou um gabinete de crise nesta segunda-feira (23) para monitorar e atender as ocorrências. A Prefeitura de Ubatuba decretou situação de emergência.

Os volumes de chuva chamam atenção. Em Peruíbe, foram registrados 271 milímetros nas últimas 48 horas. Em Ubatuba, cerca de 290 milímetros desde sábado — volume equivalente à média histórica de precipitação para todo o mês de fevereiro em apenas três dias.

Na serra da rodovia Oswaldo Cruz (SP-125), que liga Taubaté a Ubatuba, um deslizamento de terra interditou completamente a via por 16 horas a partir da noite de domingo (22). A rodovia foi liberada no fim da manhã desta segunda.

Na Tamoios (SP-99), principal ligação entre o Vale do Paraíba e o litoral norte, a pista antiga foi fechada por risco de deslizamento. A nova pista, que opera no sentido litoral, passou a funcionar com “Operação Comboio”, permitindo tráfego alternado nos dois sentidos com apoio da Polícia Rodoviária Estadual. A rodovia Mogi-Bertioga, que também teve interdição no fim de semana, foi reaberta.

As redes municipais de ensino de Peruíbe e Ubatuba suspenderam as aulas em todas as unidades nesta segunda-feira.

Em Peruíbe, 100 pessoas deixaram suas casas e buscaram abrigo em residências de parentes ou em um espaço montado pela prefeitura em uma escola. Na Baixada Santista, além de Peruíbe, também registraram ocorrências Bertioga, Itanhaém, Praia Grande e Guarujá, com alagamentos, quedas de árvores e outros transtornos.

Em Ubatuba, cerca de 400 casas foram atingidas por alagamentos no fim de semana. Trinta famílias permanecem fora dos imóveis: 15 estão em casas de parentes e outras 15 foram encaminhadas a hotéis pela prefeitura. Entre os bairros mais afetados estão Sertão da Quina, Taquaral e Mato Dentro, com registros de quedas de árvores.

No trecho de planalto do Vale do Paraíba, próximo ao litoral norte, uma casa desabou após deslizamento em Natividade da Serra. Um homem está desaparecido nos escombros e é procurado pelo Corpo de Bombeiros.

De acordo com a Defesa Civil, os maiores acumulados de chuva nas últimas 24 horas — divulgados por volta das 6h desta segunda (23) — foram registrados em Peruíbe (185mm, medidor Parque do Trevo), Bertioga (172mm, Jardim Lido; 156mm, Bertioga), Ubatuba (157mm, Ipiranguinha; 143mm, Sertão da Quina), Itanhaém (152mm, Balneário Gaivota), Praia Grande (148mm, Alice Geotec) e Guarujá (131mm, Vila Santo Antonio; 130mm, Corpo de Bombeiros; 129mm, Morrinhos).

A previsão indica manutenção do tempo instável, com mais chuva no litoral paulista. A Defesa Civil emitiu aviso meteorológico para todo o estado. A maior parte do território está em nível de atenção, enquanto áreas do litoral e do sul paulista estão em alerta, o que aponta maior probabilidade de alagamentos e quedas de árvores.

Na noite de domingo, a Defesa Civil Estadual iniciou o envio de ajuda humanitária aos municípios mais impactados, principalmente Peruíbe e Ubatuba.

A chuva também atingiu Paraty (RJ), cidade vizinha ao norte do litoral paulista. No sábado, houve alagamentos, quedas de árvores e deslizamentos em diferentes pontos do município. Na BR-101 (Rio-Santos), foram contabilizadas 14 árvores caídas em trechos que passam pelos bairros Várzea, Praia Grande, Graúna, Rio Pequeno, Barra Grande e Tarituba.

Fonte: G1

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Segurança

PM morta com tiro na cabeça avisou que pediria divórcio dias antes; caso é tratado como suspeito

por Redação 23 de fevereiro de 2026

A morte da soldado da Polícia Militar Gisele Alves Santana, de 32 anos, encontrada com um tiro na cabeça no apartamento onde morava com o marido, no Brás, região central de São Paulo, passou a ser investigada como suspeita pela Polícia Civil. O caso ocorreu na quarta-feira (18).

O marido da vítima, o tenente-coronel da PM Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos, afirmou que a esposa tirou a própria vida. Segundo o registro policial, ele acionou a corporação relatando que Gisele havia disparado contra a própria cabeça. Em depoimento, declarou que minutos antes havia comunicado à mulher que desejava a separação. Disse ainda que ela se exaltou, bateu a porta do quarto e, enquanto ele tomava banho, ouviu um disparo. Ao entrar no cômodo, afirmou tê-la encontrado caída, com a arma na mão.

Após chamar a polícia e o resgate, o oficial relatou ter ligado para um amigo desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo. Gisele chegou a ser socorrida, mas não resistiu.

A investigação foi reclassificada após familiares contestarem a versão de suicídio e relatarem um relacionamento marcado por controle e violência psicológica. Parentes afirmam que a soldado mudou de comportamento após o casamento, em 2024. Segundo a tia, “a alegria dela a gente viu que se apagou”.

De acordo com os relatos, o oficial impunha restrições à rotina da esposa: ela seria impedida de usar salto alto, batom ou roupas de academia; seus perfumes ficariam guardados no quartel; não poderia manter contato com familiares e deveria andar de cabeça baixa para não olhar para outras pessoas.

A filha de 7 anos da soldado, de um relacionamento anterior, teria presenciado episódios de violência psicológica e demonstrado medo de retornar à residência do casal.

Cinco dias antes da morte, Gisele informou ao marido e à família que pediria o divórcio. Segundo parentes, ela ligou para o pai pedindo ajuda para sair de casa, afirmando que não suportava mais a pressão. A família também relata que, após o anúncio da separação, o tenente-coronel enviou um vídeo em que apontava uma arma para a própria cabeça, em tom de ameaça.

A Polícia Civil aguarda laudos periciais, especialmente sobre a trajetória do disparo, para esclarecer as circunstâncias da morte. Após o falecimento, o oficial solicitou autorização para retornar ao apartamento para tomar banho, alegando que ficaria um período fora. O pedido foi inicialmente negado, mas posteriormente autorizado.

A família defende que o caso seja investigado como feminicídio. “Foi uma tragédia anunciada. Vamos buscar a justiça”, declarou um parente. Gisele estava em fase profissional estável e se preparava para atuar no Tribunal de Justiça Militar, objetivo que, segundo a família, era um de seus sonhos.

O Fantástico informou que tentou contato com o tenente-coronel, mas não houve retorno até a última atualização. A Polícia Civil afirmou que o inquérito segue em andamento, com acompanhamento da Polícia Militar.

Fonte: G1

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Segurança

Corpo esquartejado é achado dentro de mala em córrego na Zona Sul de SP

por Redação 20 de fevereiro de 2026

Um corpo esquartejado foi encontrado na tarde desta quinta-feira (19) na Estrada Ecoturística de Parelheiros, na Zona Sul de São Paulo, na altura do número 4.470.

Segundo informações iniciais, a Guarda Civil Metropolitana (GCM) foi acionada por funcionários de uma empresa que realiza obras na via. Os trabalhadores relataram ter localizado uma bolsa de viagem com forte odor dentro de um córrego às margens da estrada.

Ao abrirem a bagagem, os agentes encontraram partes de um corpo humano. Equipes permanecem no local para preservar a área e auxiliar nos trabalhos da perícia.

Até a última atualização, não havia confirmação sobre a identidade da vítima nem informações sobre suspeitos. O caso será investigado pelas autoridades competentes.

Fonte: G1

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Segurança

Turista americana relata furto na Lapa e prejuízo de US$ 40 mil durante o carnaval

por Redação 20 de fevereiro de 2026

Uma turista americana afirmou ter sido vítima de furto enquanto passava de carro por aplicativo pela Lapa, na região central do Rio de Janeiro, durante o carnaval. O relato foi publicado nas redes sociais por Amber Berumen.

Segundo ela, um homem aproveitou que a janela do motorista estava aberta para puxar o celular que estava em sua mão. Amber contou que desceu do veículo e tentou correr atrás do suspeito em direção aos Arcos da Lapa, mas foi impedida por um comparsa, que bloqueou sua passagem. Ela afirmou que conseguiu se desvencilhar, mas perdeu o criminoso de vista.

De acordo com o relato, após o furto, os responsáveis acessaram suas contas e realizaram transações financeiras. Amber disse que a conta ficou negativada em mais de 40 mil dólares.

A turista também afirmou que os criminosos acessaram seu e-mail, alteraram a senha e mudaram o idioma da conta para português.

Fonte: G1

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São Paulo

Justiça suspende regras de escolas cívico-militares e barra PMs em sala de aula em SP

por Redação 12 de fevereiro de 2026

A Justiça de São Paulo atendeu a pedido do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e da Defensoria Pública e suspendeu, em decisão liminar, as diretrizes que regulamentam o comportamento de alunos nas escolas cívico-militares implantadas pelo governo Tarcísio de Freitas (Republicanos). A decisão também proíbe que policiais militares contratados como monitores ministrem aulas nas unidades. Ainda cabe recurso.

A juíza Paula Narimatu de Almeida, da 13ª Vara da Fazenda Pública da capital, entendeu que o documento denominado “Programa Escola Cívico-Militar do Estado de São Paulo”, elaborado pela Secretaria Estadual da Educação (Seduc-SP), foi produzido sem consulta a especialistas e à comunidade escolar, em desacordo com a legislação estadual e federal.

Segundo a magistrada, o Conselho Estadual de Educação estabelece que compete privativamente ao Conselho de Escola elaborar o regimento escolar, sendo essa uma prerrogativa indelegável da comunidade escolar. Ela afirmou ainda que não houve, ao menos em análise preliminar, consulta a pedagogos, psicólogos educacionais e técnicos em desenvolvimento infantil, em contrariedade à Constituição Federal e à Lei de Diretrizes e Bases da Educação.

Na decisão, a juíza apontou que normas previstas no regimento podem ter potencial discriminatório, especialmente ao impor corte único de cabelo e vedar “cores naturais” e “tonalidades discretas”, além de proibir adereços como tererê. Para ela, essas restrições podem afetar manifestações culturais afro-brasileiras protegidas pela Constituição e pelo Estatuto da Igualdade Racial, além de impactar de forma desproporcional estudantes LGBTQIAPN+, cujas expressões de identidade de gênero podem não se adequar aos padrões estabelecidos.

A magistrada considerou que tais regras violam o princípio constitucional da não discriminação e fixou prazo de 48 horas para que a Seduc-SP suspenda a aplicação das restrições, sob pena de multa diária de R$ 10 mil.

No mesmo despacho, a Justiça determinou que policiais militares contratados como monitores não extrapolem as funções previstas na Resolução Conjunta Seduc/SSP nº 1. De acordo com a decisão, as atividades desses profissionais se limitam ao apoio a programas como Conviva, Ronda Escolar, Programa Bombeiro na Escola e PROERD, orientação em segurança escolar, promoção de respeito e cultura de paz, organização do ambiente e projetos extracurriculares, além do acionamento da Polícia Militar quando necessário.

A juíza ressaltou que eventual ampliação dessas atribuições por ato administrativo interno configura ilegalidade e afronta o artigo 37 da Constituição Federal.

A ação civil pública foi protocolada pelo MP-SP e pela Defensoria na terça-feira (10). Os autores sustentam que o modelo foi implementado em 3 de fevereiro sem decisão definitiva do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre sua constitucionalidade. Argumentam ainda que o programa não encontra respaldo na Lei de Diretrizes e Bases da Educação e que o regimento confere aos monitores militares competências não previstas em lei.

Segundo os promotores, os monitores passaram a fiscalizar uniforme, cortes de cabelo e aparência dos estudantes, aplicando sanções que poderiam culminar em expulsão, além de nomear “líder de sala” com funções de controle disciplinar e de frequência.

O MP também citou episódio ocorrido na inauguração de uma escola em Caçapava, onde um policial foi filmado em sala de aula escrevendo palavras com erros ortográficos na lousa. Para os promotores, o caso evidencia que monitores estariam exercendo atividades instrutórias em desacordo com as normas.

Na ação, o Ministério Público pede que a Justiça impeça monitores de ministrarem aulas ou atuarem em sala, proíba sua participação em Conselhos de Classe, vede exigência de uniforme como condição de frequência, restrinja regras sobre aparência e impeça práticas consideradas discriminatórias. Também requer a proibição de transferências compulsórias por iniciativa de monitores e da nomeação de “líder de sala” com funções disciplinares.

O governador Tarcísio de Freitas defendeu o modelo após o episódio de Caçapava. Em entrevista à Rede Vanguarda, afirmou que monitores não interferem na pedagogia e que sua função é orientar postura e civismo. Segundo ele, o erro de escrita foi lamentável, mas o profissional não deve ser “crucificado”, pois não atua como professor.

A Secretaria Estadual da Educação foi procurada, mas não havia se manifestado até a última atualização.

Fonte: G1

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São Paulo

Casa de shows para 5 mil pessoas é autorizada ao lado de hospital e revolta moradores na Zona Sul

por Redação 12 de fevereiro de 2026

A autorização concedida pela Prefeitura de São Paulo para a realização de eventos com público de quase 5 mil pessoas em uma nova casa de shows no Brooklin, na Zona Sul, provocou indignação entre moradores da região. O motivo é a proximidade do empreendimento com o hospital Premier Brooklin, unidade de reabilitação e cuidados paliativos que teme impactos diretos na rotina e prejuízos aos pacientes.

O espaço, chamado Varanda Estaiada, tem inauguração prevista para este sábado (14), com uma festa de música eletrônica. A operação foi autorizada no fim de janeiro pela Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento. O alvará tem validade de seis meses, prorrogáveis por mais seis.

Vizinhos demonstram preocupação principalmente com a ausência de isolamento acústico adequado. “É tipo uma tenda ao ar livre. Imagina como vai ser o som para um público desse tamanho? Algumas vezes, quando eles faziam festa do outro lado do Rio Pinheiros, eu conseguia ouvir daqui”, afirma Leonardo Alves, referindo-se ao endereço anterior do empreendimento, no Real Parque, a cerca de um quilômetro.

Com entrada pela Avenida Crucri Zaidan, a nova estrutura faz divisa de fundos com o hospital, que atualmente abriga 95 pacientes em recuperação pós-cirúrgica ou em cuidados paliativos. A gerente da unidade, Oneide Rodrigues, afirma que soube da instalação há menos de um mês. Segundo ela, a movimentação inicial levou a equipe a acreditar que seria construído um shopping no local.

Oneide relata que não houve tempo para instalar janelas antirruído nos quartos e afirma que, embora os responsáveis pelo Varanda Estaiada tenham se comprometido a realizar medições de som e instalar barreiras acústicas, não acredita que as medidas sejam suficientes. “Por mais que a gente esteja de costas para o palco e que tenham falado de instalar várias camadas de barreira acústica, é um evento a céu aberto, então isso nos preocupa muito. É uma questão de saúde para os nossos pacientes”, declarou, demonstrando apreensão quanto à possibilidade de eventos avançarem pela madrugada.

A mobilização da vizinhança já reuniu 1.341 assinaturas em um abaixo-assinado virtual contra o projeto e contou com o apoio de vereadores de diferentes espectros políticos, como Nabil Bonduki (PT), Marina Bragante (Rede) e Zoe Martínez (PL). Os parlamentares participaram de reunião com a secretaria na terça-feira (10) e enviaram ofícios à gestão Ricardo Nunes (MDB) solicitando a reavaliação do alvará.

No pedido, Bonduki cita norma que estabelece limites para emissão de ruídos em áreas próximas a hospitais e sustenta que o empreendimento não poderia ser classificado como “evento temporário”. Essa classificação simplifica o licenciamento e dispensa exigências aplicáveis a empreendimentos permanentes, como a apresentação de estudo de impacto de vizinhança.

A advogada Agda Mendes, presidente do Conselho Comunitário de Segurança (Conseg) da região, também questiona o enquadramento. Segundo ela, a dimensão da estrutura indica a execução de obra. “Eles estão movimentando terra e pavimentando a área, fazendo toda a parte hidráulica e elétrica. Eles dizem que não, mas estão executando uma obra”, argumenta.

Após provocação de moradores, o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) cobrou que a prefeitura e a Polícia Militar monitorem os eventos para preservar os direitos à tranquilidade e à circulação na vizinhança.

Em nota enviada ao g1, o Varanda Estaiada afirmou que todas as atividades são planejadas de forma responsável, com atenção aos impactos urbanos e em conformidade com as diretrizes das autoridades, buscando convivência equilibrada com a região. A empresa sustenta que mantém diálogo com a administração do hospital desde o ano passado e que investiu em métodos para minimizar ruídos, como a instalação de uma parede acústica formada por contêineres atrás dos amplificadores. Também informa que realizará medições sonoras antes da inauguração para garantir que não haja extrapolação dos limites legais.

Segundo os responsáveis, o espaço não é uma casa de shows permanente, mas um local de eventos itinerante que já funcionou em três endereços da capital nos últimos seis anos. Ainda assim, o Varanda Estaiada já anunciou ao menos três apresentações musicais para os próximos meses.

A Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento informou que o alvará foi concedido após análise técnica e cumprimento das exigências previstas no artigo 24 do Decreto nº 49.969/2008, que regulamenta eventos públicos e temporários na cidade. A pasta acrescentou que o empreendimento apresentou documentação técnica e de segurança, além de declaração de conformidade com os limites de emissão de ruído previstos na Lei de Zoneamento.

Sobre a reunião com vereadores, representantes da sociedade civil e do hospital, a prefeitura informou que solicitou o envio de ofícios à subprefeitura local para subsidiar eventual pedido de reavaliação do documento.

Em novo posicionamento, o Varanda Estaiada reiterou que possui alvará expedido pela prefeitura e todas as autorizações necessárias, atuando dentro das normas municipais, técnicas e legais. A empresa afirmou compreender as manifestações da vizinhança, mas destacou que algumas informações divulgadas nas redes sociais não refletem a realidade da operação nem os parâmetros legais sob os quais o espaço atua, defendendo que o debate público seja conduzido com base em informações corretas, diálogo e responsabilidade.

Fonte: G1

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PCC

Operação mira grupo chinês ligado ao PCC por lavar R$ 1 bilhão com venda de eletrônicos

por Redação 12 de fevereiro de 2026

Uma operação conjunta da Polícia Civil, do Ministério Público (MP) e da Secretaria da Fazenda e Planejamento de São Paulo foi deflagrada nesta quinta-feira (12) contra uma organização criminosa chinesa suspeita de ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC). O grupo é investigado por lavar dinheiro e ocultar bens por meio da comercialização de produtos eletrônicos.

A ação, batizada de Operação Dark Trader, ocorreu nos estados de São Paulo e Santa Catarina. A Justiça paulista autorizou o cumprimento de três mandados de prisão e 20 de busca e apreensão.

Um integrante do PCC e uma mulher que trabalha no grupo Knup Brasil foram presos. Já o proprietário da empresa, um cidadão chinês, está na China e não foi detido. Os nomes dos envolvidos não foram divulgados. Durante a operação, quatro carros de luxo foram apreendidos.

Segundo as investigações, a Knup e o PCC teriam utilizado quatro empresas de fachada para sonegar mais de R$ 1 bilhão em um período de sete meses. O esquema tinha como finalidade a sonegação de impostos e a ocultação de recursos para driblar órgãos de controle.

Tanto a organização chinesa quanto o PCC lucravam com o esquema. O principal alvo da operação foi a Knup, empresa chinesa que atua há 20 anos no Brasil na venda de equipamentos como computadores, aparelhos de som e relógios.

De acordo com a apuração, a empresa utilizava sua plataforma digital de comércio online para vender os produtos, mas os valores das transações não eram destinados diretamente ao grupo. O dinheiro era redirecionado para contas de empresas de fachada, duas delas ligadas diretamente ao PCC.

O esquema também incluía a emissão de notas fiscais frias com valores inferiores aos reais, por meio de outro grupo de empresas fictícias. A TV Globo informou que tenta contato com a Knup para que a empresa se manifeste sobre as acusações.

A Operação Dark Trader mobilizou mais de 140 agentes das forças de segurança e fiscalização de São Paulo. Policiais do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) prenderam um integrante do PCC com antecedentes por tráfico de drogas, roubo e receptação.

As investigações apontam ainda que a Knup utilizava membros de facções criminosas como sócios de fachada e beneficiários de imóveis de alto padrão, com o objetivo de blindar patrimônio.

“Um criminoso faccionado foi preso nesse contexto de utilizar essa estrutura criminosa chinesa, vamos pôr assim dizer, para lavar dinheiro. Então logo é possível a gente concluir que o PCC como estrutura criminosa também esteja utilizando esse esquema de lavagem do que a gente identificou hoje”, afirmou o delegado Ronaldo Sayeg, diretor do Deic, em entrevista à TV Globo.

“Nós vamos tentar jogar essa rede mais longe e olhar para mais distante para ver se isso é uma coisa de uma pessoa que está presa ou se é uma estrutura ajudando outra estrutura criminosa”, acrescentou o delegado.

Conforme a força-tarefa, a funcionária e o proprietário da Knup participavam do envio de grandes quantias às empresas fictícias, coordenando a emissão de notas fiscais frias e a redistribuição dos recursos. Contadores ligados ao grupo atuavam na formalização de documentos e na fragmentação dos valores.

Ao todo, 18 pessoas e 14 empresas são investigadas. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos computadores, equipamentos eletrônicos e quatro veículos de luxo.

A Justiça bloqueou 36 contas bancárias atribuídas à organização, com valores que somam R$ 1 bilhão. Promotores do Grupo de Atuação Especial de Persecução Patrimonial (GAEPP), do MP paulista, obtiveram o sequestro judicial desse montante.

Também foram sequestrados R$ 25 milhões em imóveis de luxo, automóveis de alto padrão, dezenas de contas bancárias em nome de laranjas e diversas aplicações financeiras.

Segundo as autoridades, a organização utilizava engenharia financeira complexa para desviar e pulverizar recursos, dificultando o rastreamento. O esquema funcionava com vendas realizadas por uma empresa principal do grupo, pagamentos redirecionados para empresas de fachada, emissão de notas fiscais frias por terceiros, uso de “contas-balde” para concentrar valores e posterior pulverização dos recursos em contas de terceiros e laranjas.

Fonte: G1

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São Paulo

Polícia Civil indicia três donos de academia por homicídio com dolo eventual após morte em piscina

por Redação 12 de fevereiro de 2026

A Polícia Civil indiciou nesta quarta-feira (11) os três donos da academia C4 Gym, na Zona Leste de São Paulo, por homicídio com dolo eventual. A medida ocorre após a morte da professora Juliana Faustino Bassetto, de 27 anos, no último sábado (7), horas depois de participar de uma aula de natação.

Os sócios – Cesar Bertolo Cruz, Celso Bertolo Cruz e Cezar Miquelof Terração – prestaram depoimento no 42º Distrito Policial (Parque São Lucas) acompanhados de advogados. O delegado Alexandre Bento confirmou que solicitou a prisão dos três, que será analisada pela Justiça. A defesa afirma que entrou com pedido para suspender a prisão e que os clientes estão colaborando com as investigações.

Homicídio com dolo eventual ocorre quando a pessoa não tem intenção direta de matar, mas assume o risco de que a morte possa acontecer ao praticar determinada conduta. No caso, há indícios de que o manobrista Severino José da Silva, responsável pela manutenção da piscina, recebia instruções dos proprietários sobre o uso de produtos químicos, mesmo sem qualificação técnica.

As autoridades suspeitam que a manipulação inadequada dos produtos químicos em ambiente fechado tenha liberado gases tóxicos, provocando a intoxicação fatal. Além de Juliana, outras seis pessoas tiveram sintomas de intoxicação e precisaram de atendimento médico, incluindo marido da vítima e um adolescente de 14 anos internados em estado grave.

Ex-funcionários da academia relataram problemas antigos no tratamento da água, com alunos e professores sofrendo irritações na pele, nos olhos e dificuldades respiratórias devido ao cheiro forte de produtos químicos. Segundo eles, situações semelhantes já haviam interrompido aulas anteriormente.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que reúne provas e aguarda definição sobre eventual prisão dos sócios.

Fonte: G1

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