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PCC

PCC

Posto no Bixiga, em SP, recebeu metanol desviado pelo PCC e já foi interditado 4 vezes

por Redação 4 de setembro de 2025

O Auto Posto Bixiga Ltda., localizado na esquina da Rua Manoel Dutra com a Rua João Passalacqua, no bairro da Bela Vista, região central de São Paulo, foi identificado pela Justiça como destino de carregamentos de metanol desviado pelo grupo criminoso Primeiro Comando da Capital (PCC) para adulteração de combustíveis.

A descoberta faz parte da Operação Carbono Oculto, deflagrada em 28 de agosto, que investiga a infiltração do PCC no setor de combustíveis e um esquema de fraude e lavagem de dinheiro envolvendo postos, distribuidores e fundos de investimento na cidade de São Paulo. Segundo a investigação, o grupo movimentou mais de 10 milhões de litros de metanol, importados legalmente, mas desviados antes de chegar ao destino formal em empresas químicas no Mato Grosso.

Em alguns postos ligados ao esquema, incluindo o Auto Posto Bixiga, o percentual de metanol na gasolina chegava a 50%, bem acima do limite de 0,5% permitido pela ANP. A adulteração resultou em danos a veículos, como no caso de um motorista que precisou realizar reparos na bomba de combustível, injeção eletrônica e velas de seu carro após abastecer no posto.

O Auto Posto Bixiga já foi interditado pela ANP ao menos quatro vezes, mas atualmente não possui interdições pendentes. A agência destacou que a medida é cautelar e voltada à proteção do consumidor, sendo suspensa quando os problemas são solucionados.

A operação identificou ainda outros 18 postos vinculados ao PCC em São Paulo, Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso, alguns controlados por integrantes da facção e outros por laranjas usados para lavar dinheiro. Entre eles estão postos em Campinas, Praia Grande, Arujá, Guarulhos, Piracicaba e Catanduva.

O g1 tentou contato com os responsáveis pelos estabelecimentos citados, incluindo o dono do Auto Posto Bixiga, Celso Abugao Silveira, e com as defesas legais de todos os citados, sem sucesso até a última atualização da reportagem.

Fonte: G1

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PCC

Bomba “burra”: golpe em postos do PCC faz pagar mais abastecendo menos

por Redação 3 de setembro de 2025

A Polícia Federal desarticulou um esquema do Primeiro Comando da Capital (PCC) que revelou a presença da facção em diferentes etapas do setor de combustíveis — de postos a distribuidoras, passando por usinas de etanol, transportadoras e até fintechs na Avenida Faria Lima, em São Paulo.

Entre os mecanismos de fraude identificados, um dos mais lucrativos e menos perceptíveis é a chamada “fraude volumétrica”, popularmente conhecida como golpe da “bomba burra”. O método consiste em manipular bombas de abastecimento para que o volume indicado no mostrador não corresponda à quantidade real de combustível entregue ao motorista.

Segundo Carlo Faccio, diretor executivo do Instituto Combustível Legal (ICL), já foram encontradas irregularidades de até 31% no volume abastecido. “O consumidor paga por um valor que não corresponde ao que realmente entra no tanque”, afirma.

O golpe foi identificado a partir de testes com “clientes misteriosos”, veículos usados pelo ICL em fiscalizações anônimas. Somente em 2025, o instituto realizou mais de 2 mil visitas a postos, que resultaram em 700 denúncias de adulteração e fraude.

As bombas utilizadas podem ser controladas por software e até mesmo por aplicativos de celular, permitindo que funcionários desliguem o sistema fraudulento quando percebem a aproximação da fiscalização.

Esse modelo de golpe fez parte da engrenagem que movimentou cerca de R$ 52 bilhões entre 2020 e 2024, segundo as investigações. O esquema não é exclusivo do PCC: postos ligados ao Comando Vermelho e a milícias também já foram identificados operando com a mesma prática.

Como o consumidor pode se proteger

O ICL recomenda que o motorista conheça a capacidade do tanque de seu veículo e prefira pedir combustível em litros, e não por valor. “Em vez de solicitar R$ 150 de gasolina, peça 20 litros. Esse é o procedimento utilizado também pela fiscalização”, explica Faccio.

Apesar da dificuldade em identificar pequenas diferenças, essa prática ajuda a reduzir o risco de ser vítima do golpe, que, além do prejuízo financeiro, pode envolver combustível adulterado e causar danos ao motor.

Fonte: autoesporte

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PCC

Empresários são presos por financiar plano do PCC para matar promotor em Campinas

por Redação 29 de agosto de 2025

Dois empresários foram presos na manhã desta sexta-feira (29) por suspeita de financiar um plano do Primeiro Comando da Capital (PCC) para assassinar o promotor Amauri Silveira Filho, do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público em Campinas (SP).

O mesmo plano também previa o assassinato do comandante de uma polícia de São Paulo, cujo nome e função não foram revelados.

Os detidos são Maurício Silveira Zambaldi e José Ricardo Ramos, ligados aos setores de comércio de veículos e transporte. Um deles foi preso no bairro Cambuí, região central de Campinas, e o outro no condomínio Alphaville, também na cidade.

Operação

A operação foi conduzida pelo Gaeco de Campinas em conjunto com o 1º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep). A Justiça expediu três mandados de prisão — dois foram cumpridos e o terceiro investigado, Sérgio Luiz de Freitas Filho, o “Mijão”, apontado como um dos chefes do PCC, segue foragido.

Durante a ação, também foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão. O namorado da filha de Maurício foi apreendido após policiais encontrarem o celular dele quebrado em um telhado vizinho, levantando suspeitas de tentativa de obstrução da Justiça.

O plano

Segundo o promotor Marcos Rioli, o plano foi descoberto na quarta-feira (27). O objetivo seria interromper investigações contra a facção, ligadas a tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e organização criminosa armada.

Os empresários teriam providenciado recursos financeiros, veículos, armamentos e operadores para executar uma emboscada contra o promotor.

O MP afirma que o plano foi articulado por “Mijão”, um dos principais líderes do PCC, que está foragido e possivelmente escondido na Bolívia, de onde seguiria coordenando atividades criminosas.

As investigações continuam para localizar outros envolvidos.

Fonte: G1

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PCC

PF abre inquérito sobre suspeita de vazamento em megaoperação contra o PCC

por Redação 29 de agosto de 2025

A Polícia Federal anunciou nesta sexta-feira (29) que vai instaurar um inquérito para apurar um possível vazamento de informações durante a megaoperação contra o Primeiro Comando da Capital (PCC), deflagrada na quinta-feira (28).

A cúpula da corporação se mostrou preocupada porque mais da metade dos alvos com mandado de prisão preventiva não foi localizada, entre eles dois dos principais suspeitos de chefiar o esquema criminoso no setor de combustíveis: Mohamad Hussein Mourad e Roberto Augusto Leme da Silva, o “Beto Louco”.

Dos 14 mandados expedidos pela Justiça Federal, oito não foram cumpridos. Investigadores apontam que muitos dos procurados deixaram suas casas na véspera da operação, o que reforça a suspeita de vazamento.

O inquérito vai investigar se houve facilitação por parte de agentes públicos ou falhas no sigilo da operação, que envolveu uma ampla rede de instituições — Polícia Federal, Ministério Público, fiscais estaduais e federais, além da Agência Nacional do Petróleo (ANP).

Apreensões e rastreamento financeiro

Apesar das fugas, a PF considera que o material apreendido é “farto e relevante” e deve revelar novos grupos envolvidos em lavagem de dinheiro, adulteração de combustíveis e sonegação de impostos.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que a atuação de fintechs e fundos de investimento como instrumentos de ocultação patrimonial “está com os dias contados”. Segundo ele, a pasta usará inteligência artificial para rastrear movimentações financeiras de forma tão rigorosa quanto no sistema bancário tradicional.

Fonte: G1

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PCC

Megaoperação aponta que PCC comprou usinas e fez empresários ‘reféns’ em esquema bilionário

por Redação 29 de agosto de 2025

Uma megaoperação deflagrada nesta quinta-feira (28) por órgãos federais e estaduais revelou que o Primeiro Comando da Capital (PCC) adquiriu fazendas e ao menos duas usinas de cana-de-açúcar em São Paulo, além de coagir empresários do setor sucroenergético. Segundo a superintendente da Receita Federal da 8ª Região, Márcia Meng, em usinas não compradas, os sócios foram “sequestrados” e se tornaram “reféns” da facção.

A investigação também apontou adulteração de combustíveis com metanol e possível envolvimento do grupo em crimes ambientais, como os incêndios que devastaram canaviais em 2023. Esses episódios geraram prejuízos milionários a grandes companhias: a São Martinho informou perdas de R$ 250 milhões e a Raízen, danos sobre 6 milhões de toneladas de cana.

Fraudes fiscais e lavagem de dinheiro

De acordo com o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado do MP-SP), o empresário Mohamad Hussein Mourad, ligado ao PCC, comprou as usinas Itajobi e Carolo para estruturar um esquema de fraudes fiscais e lavagem de capitais. Ele teria usado fundos de investimento — como o Mabruk II e o Fiagro Participation — para ocultar sua participação e assumir o controle das operações.

O MP suspeita que outras usinas — como Rio Pardo, Furlan e Comanche — também foram adquiridas ou estão sob influência do grupo. Em alguns casos, as empresas passaram a praticar sobrepreço na compra de cana, mecanismo utilizado para gerar créditos indevidos e mascarar movimentações financeiras.

A denúncia ainda cita a distribuidora de combustíveis Duvale e a fintech BK como peças-chave para a lavagem de dinheiro. Transferências milionárias para a Usina Furlan reforçam os indícios de capital ilícito.

Expansão no setor

Mourad estaria em nova investida para tomar o controle de usinas do Grupo Virgolino de Oliveira (GVO), em recuperação judicial. Segundo os autos, ele já adquiriu créditos bancários do grupo e celebrou contratos de parceria agrícola para explorar plantações de cana.

A Receita Federal confirmou que assumiu o controle de usinas, sem revelar nomes, como forma de conter a circulação de combustíveis adulterados. Entidades representativas do setor, como a Unica, a Faesp e a Bioenergia Brasil, comemoraram a operação.

Fonte: GLOBO RURAL

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PCC

Combustíveis de postos alvos da megaoperação tinham até 90% de metanol; ANP permite só 0,5%

por Redação 28 de agosto de 2025

Uma megaoperação contra adulteração de combustíveis revelou que alguns postos investigados em São Paulo utilizavam gasolina e etanol com até 90% de metanol, bem acima do limite permitido pela ANP, que é de 0,5%.

Segundo o Ministério Público de São Paulo, o grupo criminoso Primeiro Comando da Capital (PCC) desviava o metanol importado irregularmente, principalmente pelo Porto de Paranaguá (PR), para adulterar combustíveis vendidos a consumidores. O produto, altamente inflamável e tóxico, colocava em risco veículos, motoristas, pedestres e meio ambiente.

O MP estima que 30% dos postos de combustíveis em São Paulo, cerca de 2.500 estabelecimentos, tenham sido abastecidos com álcool adulterado. Além da fraude qualitativa, consumidores também pagavam por volumes inferiores aos informados nas bombas (fraude quantitativa).

Os lucros obtidos com o esquema financiaram a compra de usinas, distribuidoras e postos, e os integrantes do grupo criminal obrigavam proprietários a vender suas propriedades com valores subfaturados, sob ameaça de morte. A investigação revelou ainda uma rede complexa de laranjas e empresas de fachada para ocultar os beneficiários reais.

Fonte: G1

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PCC

MP descobre que chefe do PCC foragido há mais de 10 anos frequentava apartamento de luxo no Tatuapé

por Redação 8 de julho de 2025

Imagens de câmeras de segurança apreendidas por promotores de Justiça que combatem o crime organizado revelaram que Silvio Luiz Ferreira, o Cebola, um dos chefes do PCC, foragido há mais de 10 anos, frequentava um apartamento de luxo no Tatuapé, na Zona Leste de São Paulo.

O imóvel, avaliado em R$ 3,7 milhões, está em nome da AHS Empreendimentos e Participações, do advogado Ahmed Hassan Saleh, o Mude, alvo de duas operações de grande envergadura no ano passado — a Fim da Linha, que apurava o envolvimento do PCC em empresas de ônibus, e a Tacitus, sobre o assassinato de Vinícius Gritzbach.

As imagens que mostram o chefe do PCC foram gravadas no dia 5 de abril de 2024, entre 17 e 18 horas. Na ocasião, Cebola estava acompanhado de Ahmed e da mulher dele, aparentemente para acompanhar a finalização do imóvel, segundo os promotores.

As imagens do dia 8 de abril de 2024, véspera da Operação Fim da Linha, por exemplo, mostram a mulher de Ahmed e uma mulher não identificada descarregando utensílios domésticos novos e um homem não identificado realizando a limpeza dos vidros do apartamento.

O que diz a defesa de Cebola
O advogado Anderson Minichillo, que faz a defesa de Cebola disse que o imóvel nunca foi do seu cliente e que ele esteve no local para sabe de seus processos.

“O imóvel nunca foi do meu cliente, inclusive desde a compra, todo o projeto de arquitetura foi direcionado as particularidades e gosto do advogado Ahmed, dono do imóvel. Silvio esteve no local para assinatura de procuração e saber dos andamentos de seus processo, pois há época era cliente do Dr. Ahmed. Conheceu o imóvel neste dia e nunca residiu nele”, disse.

Quem é Cebola
Silvio Luiz Ferreira, o Cebola, tem 45 anos e está foragido desde 2014, quando foi beneficiado por um habeas corpus. No ano passado, ele foi um dos alvos da Operação Fim da Linha do MP, suspeito de controlar a UPBus, empresa de ônibus que operava linhas na Zona Leste da capital paulista.

Durante a operação, os policiais apreenderam na casa dele dois fuzis, uma submetralhadora, cinco pistolas e um revólver, além de centenas de munições.

Cebola está condenado a 14 anos de prisão. Também é réu num processo por lavagem de dinheiro e associação criminosa, suspeito de movimentar mais de R$ 1 bilhão do PCC entre 2018 e 2019.

Fonte: G1

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PCC

Jurado de morte e traidor do PCC: como o substituto de Marcola usou informações falsas para viver 5 anos na Bolívia sem ser incomodado

por Redação 19 de maio de 2025

Preso por autoridades bolivianas na sexta-feira (16) na cidade de Santa Cruz de La Sierra, Marcos Roberto de Almeida, conhecido como Tuta e apontado como novo número 1 da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), estava foragido havia cinco anos.

Segundo o promotor Lincoln Gakiya, do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado de São Paulo (Gaeco), durante o tempo fora do país, o chefe do PCC espalhou informações falsas para se manter longe do radar da polícia e comandou do país vizinho o tráfico de drogas internacional da facção.

Uma das mentiras disseminadas pela facção era a de que ele havia sido morto após ter ordenado o assassinato de outros integrantes da organização.

Outra versão que circulou falsamente era de que Tuta havia sido expulso da organização por ter traído as regras do grupo e, por isso, ter sido jurado de morte.

No entanto, segundo Lincoln Gakiya, essas mensagens interceptadas pela Polícia Civil de São Paulo e também pelo Ministério Público paulista (MP-SP) nos últimos anos eram “contrainformações” para atrapalhar as buscas por ele.

“Mas, segundo o que nós apuramos, isso era uma contrainformação do próprio PCC para que ele não fosse incomodado, fosse esquecido pela polícia e pelo Ministério Público”, disse Gakiya.

Após a prisão, Marcos Roberto de Almeida foi entregue às autoridades brasileiras no domingo (18). Um avião da Polícia Federal foi até Corumbá, no Mato Grosso do Sul – fronteira entre Brasil e Bolívia – para fazer a transferência dele para o território brasileiro.

A reportagem não conseguiu localizar a defesa de Tuta.

Segundo a PF, Tuta deve ficar preso na Penitenciária Federal em Brasília, onde seu antecessor no PCC – Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola – também está preso.

Ele foi condenado a 12 anos de prisão pelos crimes de crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro e tráfico de drogas.

O promotor Lincoln Gakiya, que há décadas investiga o PCC e suas ramificações mafiosas ao redor do mundo, a prisão do substituto de Marcola na organização gera uma fratura no esquema de tráfico internacional de droga da organização na América do Sul.

Outros líderes foragidos
Segundo o promotor do Gaeco, a prisão de Marcos Roberto de Almeida aponta para a formação de um núcleo da chamada Sintonia Final do PCC em Santa Cruz de la Sierra, que é a cidade mais rica e elitizada da Bolívia.

O objetivo do grupo, segundo ele, é fortalecer, manter e expandir o tráfico de drogas, que ainda é a atividade mais lucrativa do PCC.

As investigações do Ministério Público de São Paulo também indicam que outros integrantes da cúpula do PCC foragidos também estariam escondidos na Bolívia. O Gaeco cita nomes como:

Patrick Uelinton Salomão, conhecido como Forjado;
Pedro Luiz da Silva Soares, o Chacal;
André de Oliveira Macedo, o André do Rap;
Sérgio Luiz de Freitas Filho, o Mijão.

Por que o PCC escolheu a Bolívia como esconderijo
Segundo Gakiya, o PCC escolheu a Bolívia pela facilidade de subornar autoridades e viver com documentos falsos.

O promotor afirmou ter informações de outros criminosos que também vivem na Bolívia. “Não é só o Tuta. O Forjado, o Chacal e o André do Rap ainda estão na Bolívia, e em liberdade. Eu já vi até filmagem de um dos chefes, o nome dele é Sérgio, apelido Mijão, levando os filhos numa escola particular e entrando com carro na sua casa luxuosa em Santa Cruz de La Sierra. É proprietário de casa de show e restaurante, procurado no Brasil há mais de 20 anos e não é incomodado por lá”, afirma.

Ele afirma que, antes, nos 90 e 2000, os criminosos se escondiam no Paraguai e hoje o PCC “domina a Bolívia”.

“[Eles] migraram para a Bolívia justamente por essa facilidade de viver com documento falso, muitas vezes contando com a corrupção de policiais e autoridades locais. Eles escolheram o lugar para que possam, a partir da Bolívia, continuar comandando o PCC sem serem alcançados pela polícia brasileira”, acrescenta.

Fonte: G1

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