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BRASÍLIA

TSE

Por unanimidade, TSE absolve Moro e não cassa mandato do senador

por Redação 22 de maio de 2024

De forma unânime, os sete ministros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) decidiram absolver e não cassar o mandato do senador Sergio Moro (União Brasil-PR). As ações, analisadas em conjunto pelos magistrados, apontavam abuso de poder econômico, uso de caixa dois e utilização indevida de meios de comunicação durante a pré-campanha eleitoral de 2022. Votaram a favor Floriano Marques, André Ramos Tavares, Cármen Lúcia, Nunes Marques, Raul Araújo, Isabel Gallotti e Alexandre de Moraes, presidente da Corte.

A relatoria foi assumida pelo ministro Floriano Marques, que, ao apresentar a decisão por 1 hora e 45 minutos, afirmou que “é fato que os dispêndios de quantias vultosas do fundo partidário com empresa de quem viria a ser candidato, no caso à suplência da chapa, causa bastante estranheza” e que “bem verdade também que tais gastos se mostram censuráveis até sobre um prisma ético, mormente por candidatos que empunharam a bandeira da luta contra o desvio, o locupletamento e a corrupção”.

Floriano Marques disse ainda que “ausente prova de licitude, também não é possível acrescentar que o gasto acarretou promoção da imagem dos recorridos de modo que, igualmente, não devem ser considerados para fim de abuso do poder econômico”.

O voto do relator ocorreu minutos depois da manifestação do MPE (Ministério Público Eleitoral), que voltou a defender a rejeição dos recursos e se manifestou favorável para manter a absolvição de Moro.

Precedentes
O julgamento do senador abrirá precedente sobre a atuação da Justiça Eleitoral quando houver gastos de candidatos no período anterior à campanha eleitoral.

Na primeira semana de maio, o relator do caso, ministro Floriano Marques, liberou para julgamento os recursos apresentados contra a decisão do TRE-PR (Tribunal Regional Eleitoral do Paraná), que, no mês passado, rejeitou a cassação do mandato do senador.

Um dos recursos contra a decisão do TRE-PR foi apresentado pela Federação Brasil da Esperança (formada pelos partidos PT, PV e PCdoB) e aponta equívocos cometidos na análise das provas dos autos pelo desembargador Luciano Falavinha. A federação diz que a corrida eleitoral de Moro foi impulsionada com abuso de poder econômico.

Fonte: r7

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Segurança

PF prende policiais, empresários e CACs suspeitos de vender armas para facções

por Redação 21 de maio de 2024

A Polícia Federal realizou nesta terça-feira (21) uma operação para cumprir 20 mandados de prisão e 33 de busca contra policiais militares da Bahia e Pernambuco, empresários e CACs (Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador) suspeitos de integrar uma organização criminosa especializada em vender armas e munições ilegais para facções. A operação, que contou com cerca de 300 policiais, foi realizada nos estados da Bahia, do Pernambuco e de Alagoas.

A Justiça decretou o sequestro de bens e bloqueio de valores de até R$ 10 milhões dos investigados, que vão responder pelos crimes de organização criminosa, comercialização ilegal de armas e munições, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica, podendo pegar uma pena de até 35 anos de prisão. Três lojas que comercializavam armas de forma irregular também tiveram os bens bloqueados.

Nos municípios de Juazeiro (BA) e Petrolina (PE), o Exército realizou uma fiscalização em outras lojas que comercializam armas, munições e acessórios. A Polícia Federal informou que continuará a apuração “na tentativa de elucidar a real amplitude da suposta organização criminosa, bem como identificar outros integrantes”.

Ainda de acordo com a polícia, a ação dá continuidade a uma operação realizada na Bahia contra o tráfico de armas na região. “Havia denúncias e informações sobre uma facção criminosa que tinha se instalado em Juazeiro e que estaria recebendo armas e munições para cometer delitos graves na região”, comentou o delegado regional de Polícia Judiciária da PF na Bahia, Rodrigo Motta.

A ação envolveu o apoio das Polícias Militares e Civis de Pernambuco e Bahia, além da Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) e Exército.

Outras operações
No último dia 17, a Polícia Federal cumpriu três mandados de prisão no Rio de Janeiro contra um policial militar, um policial civil e um advogado por tráfico de drogas e corrupção. Eles eram investigados por participar de um esquema de cobrança de propinas e desvio e comercialização de entorpecentes que funcionava dentro da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos, descoberto em outubro do ano passado.

Em outubro de 2023, a “Operação Drake” da Polícia Federal prendeu quatro policiais civis e um advogado por tráfico de drogas e crime de corrupção. Na época, a ação, integrada com o serviço de inteligência da Polícia Rodoviária Federal, teve como alvo um caminhão carregado com 16 toneladas de maconha na divisa de São Paulo com o Rio de Janeiro. O veículo foi interceptado por duas viaturas durante um trabalho de monitoramento.

Os policiais, responsáveis por autuar e prender os envolvidos, teriam negociado, por meio de um advogado, a liberação da carga de entorpecentes e a soltura do motorista. Quando o pagamento foi efetuado, três viaturas da Polícia Civil do Rio de Janeiro escoltaram o caminhão até os acessos de Manguinhos, comunidade vinculada à principal facção criminosa do Rio de Janeiro. Em seguida, a carga de maconha foi descarregada pelos criminosos.

Fonte: r7

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Brasil

Governo estuda auxílio a famílias que abrigam vítimas da enchente no Rio Grande do Sul

por Redação 20 de maio de 2024

O governo federal avalia uma maneira de realizar pagamentos para as famílias que abrigam as vítimas das chuvas e das enchentes que atingem o Rio Grande do Sul. Não há, ainda, decisão tomada sobre essa proposta. Inicialmente, a ideia é conceder um auxílio de R$ 400 por pessoa abrigada.

O estudo foi solicitado pelo ministro Paulo Pimenta, que chefia a Secretaria Extraordinária para Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul. Agora, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome vai analisar a probabilidade legal da medida, uma vez que atualmente os recursos são distribuídos fundo a fundo com as prefeituras.

As transferências fundo a fundo ocorrem quando há o repasse direto de recursos provenientes de fundos da esfera federal para fundos da esfera estadual, municipal e do Distrito Federal, dispensando a celebração de convênios.

De acordo com dados da Defesa Civil do Rio Grande do Sul, as chuvas e enchentes deixaram, até o momento, 581.633 desalojados. O número de mortos subiu para 157, e continuam desaparecidos 88 moradores. Ao todo, a tragédia ambiental impactou 2,3 milhões de pessoas de 463 cidades gaúchas.

Fonte: r7

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Brasil

STF julga assédio judicial contra jornalistas e desqualificação da vítima de violência sexual

por Redação 20 de maio de 2024

O STF (Supremo Tribunal Federal) julga nesta semana diversos assuntos, como o assédio judicial contra jornalistas e veículos de imprensa, a desqualificação de vítimas de violência sexual na fase de investigação, se as micro e pequenas indústrias artesanais detém representatividade sindical e o retorno de Ednaldo Rodrigues à presidência da CBF (Confederação Brasileira de Futebol). Os processos podem ser retirados e colocados em pauta de acordo com a urgência.

Sobre o assédio judicial a jornalistas, os ministros vão analisar ações que questionam o uso abusivo de ações judiciais, o chamado assédio judicial, para impedir ou dificultar a atuação de profissionais de imprensa e dos veículos de comunicação. O julgamento foi suspenso e será retomado na semana que vem.

O julgamento foi iniciado em setembro de 2023, em sessão virtual. Na época, a relatora, a agora ministra aposentada Rosa Weber, considerou que, para a fixação de indenização por dano moral em veículos de imprensa ou rede social, é necessário comprovar a disseminação deliberada de desinformação, manipulação de grupos vulneráveis, ataque doloso à reputação de alguém ou apuração negligente dos fatos.

Na sessão da última quinta (16), o ministro e presidente do STF, Luís Roberto Barroso, apresentou seu voto. Para o magistrado, “constitui assédio judicial comprometedor da liberdade de expressão o ajuizamento de inúmeras ações a respeito dos mesmos fatos em comarcas diversas com intuito ou efeito de constranger jornalista ou órgão de imprensa, dificultar sua defesa ou torná-la excessivamente onerosa”.

Uma das ações foi apresentada pela Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo). Para a entidade, nesses casos, os autores não estão preocupados com o resultado dos processos, “mas com o efeito que a enxurrada de ações causa ao réu”. Em outra ação, a ABI (Associação Brasileira de Imprensa) afirma que as ações judiciais de reparação de danos materiais e morais estão sendo usadas de forma abusiva, para impedir a atuação livre de jornalistas e órgãos de imprensa.

Desqualificação de vítimas de violência sexual
Também está em pauta uma ação apresentada pela PGR( Procuradoria-Geral da República) que pede que a Corte proíba questionamentos sobre a vida sexual pregressa da vítima e seu modo de vida durante a apuração e o julgamento de crimes contra a dignidade sexual.

A PGR alega que o discurso de desqualificação da vítima, mediante a análise e a exposição de sua conduta e hábitos de vida, parte da “concepção odiosa” de que seria possível distinguir mulheres que merecem ou não a proteção penal pela violência sofrida.

“Em ambiente que haveria de ser de acolhimento, a mulher vítima de violência passa a ser, ela própria, julgada em sua moral e seu modo de vida, na tentativa da defesa de justificar a conduta do agressor, e sem a reprimenda proporcional pelo Estado”, afirma.

CBF
Os magistrados podem analisar também nesta semana se mantêm a decisão do ministro Gilmar Mendes, que suspendeu a decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro que havia demitido Ednaldo Rodrigues da presidência da CBF e designado um interventor para gerir a entidade. Com isso, Rodrigues e os demais dirigentes eleitos pela Assembleia Geral Eleitoral da CBF, em março de 2022, retornarão aos cargos.

Segundo o processo, a CBF celebrou um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta), para encerrar uma ação civil pública ajuizada pelo MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) e aprovou uma reforma estatutária. Em seguida, em março de 2022, elegeu a chapa encabeçada por Ednaldo Rodrigues, extinguindo a ação. No entanto, o TJ-RJ considerou ilegítima a intervenção do MP-RJ, extinguiu a ação, anulou o TAC e afastou o presidente.

Fonte: r7

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TSE

Destino do mandato de Moro no Senado será decidido pelo TSE nesta semana

por Redação 20 de maio de 2024

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) retoma na próxima terça-feira (21) o julgamento das ações que pedem a cassação do mandato do senador Sergio Moro (União Brasil-PR). Os processos relacionados a Moro, analisados em conjunto, apontam abuso de poder econômico, uso de caixa dois e utilização indevida de meios de comunicação durante a pré-campanha eleitoral de 2022.

Na sessão da última quinta (16), houve a leitura do relatório das ações. Na próxima sessão de julgamento, os advogados de acusação e defesa vão se manifestar. Logo depois, o MPF (Ministério Público Federal) vai apresentar parecer, que será seguido dos votos dos ministros.

O julgamento de Moro no TSE abrirá precedente sobre a atuação da Justiça Eleitoral quando houver gastos de candidatos no período anterior à campanha eleitoral.

Na primeira semana de maio, o relator do caso, ministro Floriano Marques, liberou para julgamento os recursos apresentados contra a decisão do TRE-PR (Tribunal Regional Eleitoral do Paraná), que, no mês passado, rejeitou a cassação do mandato do senador.

Um dos recursos contra a decisão do TRE-PR foi apresentado pela Federação Brasil da Esperança (formada pelos partidos PT, PV e PCdoB) e aponta equívocos cometidos na análise das provas dos autos pelo desembargador Luciano Falavinha. A federação diz que a corrida eleitoral de Moro foi impulsionada com abuso de poder econômico.

O advogado da federação, Luiz Eduardo Peccinin, diz que a decisão do TRE-PR toma premissas equivocadas para desconsiderar quase integralmente o dinheiro gasto por Moro. “Mais, divide a pré-campanha de Moro ignorando que o próprio senador confessou publicamente que empreendia um ‘projeto nacional’ que naufragou e, portanto, assumiu os riscos de gastar como um candidato a presidente e violar a paridade de armas eleitoral”.

No dia 7 de maio, a Procuradoria-Geral Eleitoral defendeu a rejeição dos recursos. O documento tem 72 páginas e é assinado pelo vice-procurador-geral Eleitoral, Alexandre Espinosa Bravo Barbosa.

No documento de 72 páginas, o vice-procurador-geral Eleitoral, Alexandre Espinosa Bravo Barbosa, afirma que as condutas de Moro estão amparadas na Lei das Eleições, que possibilita a antecipação do debate político mesmo fora do período eleitoral. O procurador também aponta ausência de provas para comprovar suposta conduta ilícita do senador.

Fonte: r7

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Brasil

STF volta a julgar assédio judicial contra jornalistas e órgãos de imprensa

por Redação 17 de maio de 2024

O STF (Supremo Tribunal Federal) voltou a julgar, nesta quinta-feira (16), ações que questionam o uso abusivo de ações judiciais, o chamado assédio judicial, para impedir ou dificultar a atuação de profissionais de imprensa e dos veículos de comunicação. O julgamento foi suspenso e será retomado na semana que vem.

O julgamento foi iniciado em setembro de 2023, em sessão virtual. Na época, a relatora, a agora ministra aposentada Rosa Weber considerou que, para a fixação de indenização por dano moral em veículos de imprensa ou rede social, é necessário comprovar a disseminação deliberada de desinformação, manipulação de grupos vulneráveis, ataque doloso à reputação de alguém ou apuração negligente dos fatos.

Para a ministra, também pode haver condenação para a veiculação de ameaça, intimidação, incitação ou comando à de guerra, guerra civil ou insurreição armada ou violenta e, ainda, apologia ao ódio nacional, racial ou religioso.

A relatora considerou inviável, porém, a centralização das ações e seu processamento no domicílio do jornalista ou do órgão de imprensa porque as normas questionadas são compatíveis com a Constituição, e não cabe ao Poder Judiciário substituí-las por suas próprias escolhas.

Na sessão desta quinta, o ministro Luís Roberto Barroso, presidente, apresentou seu voto-vista. Para o ministro, “constitui assédio judicial comprometedor da liberdade de expressão o ajuizamento de inúmeras ações a respeito dos mesmos fatos em comarcas diversas com intuito ou efeito de constranger jornalista ou órgão de imprensa, dificultar sua defesa ou torná-la excessivamente onerosa”.

“Caracterizado o assédio judicial, a parte demandada poderá requerer a reunião de todas as ações no foro do seu domicílio. A responsabilidade civil de jornalistas ou de órgão de imprensa somente estará configurada em caso inequívoco de dolo ou de culpa grave”. Barroso foi seguido pelos ministros Cristiano Zanin e André Mendonça.

Segundo o STF, assédio judicial se caracteriza quando uma pessoa ou uma causa se torna alvo de um grande número de processos em um curto espaço de tempo. As ações têm como fundamento os mesmos fatos e são apresentadas simultaneamente em locais diferentes, o que dificulta, ou mesmo impede, o direito de defesa.

Uma das ações foi apresentada pela Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji). Para a entidade, nesses casos, os autores não estão preocupados com o resultado dos processos, “mas com o efeito que a enxurrada de ações causa ao réu”.

Em outra ação, a Associação Brasileira de Imprensa (ABI) afirma que as ações judiciais de reparação de danos materiais e morais estão sendo usadas de forma abusiva, para impedir a atuação livre de jornalistas e órgãos de imprensa.

Fonte: r7

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STF

STF analisa nesta quarta-feira Lei de Improbidade e Reforma da Previdência

por Redação 15 de maio de 2024

O STF (Supremo Tribunal Federal) volta a analisar, nesta quarta-feira (15), alterações na Lei de Improbidade Administrativa feitas em 2021. Em dezembro de 2022, o relator, ministro Alexandre de Moraes, suspendeu parte das mudanças. Os trechos suspensos da lei tratam da perda da função pública e dos direitos políticos, da contagem do prazo da sanção de suspensão dos direitos políticos e da apuração do valor do dano ressarcido.

A PGR (Procuradoria-Geral da República) se manifestou para manter a decisão de Moraes. Senado, Câmara e AGU pediram para o STF rejeitar a ação e validar as alterações na Lei de Improbidade.

Atuação livre de jornalistas
Em outra ação que está na pauta, a ABI (Associação Brasileira de Imprensa) questiona o emprego abusivo de ações judiciais de reparação de danos materiais e morais com o intuito de impedir a atuação livre de jornalistas e órgãos de imprensa. A autora da ação explica que proliferam no Brasil decisões judiciais que, na fixação da indenização e em sua execução, produzem, como resultado, um indesejado “efeito silenciador da crítica pública”, em afronta à liberdade de expressão, de informação jornalística e ao direito à informação.

As indenizações, argumenta, interrompem ou prejudicam gravemente o funcionamento de órgãos de imprensa e ameaçam a subsistência de profissionais de comunicação.

Contribuições previdenciárias
O Supremo pode discutir também a possibilidade de instituição de alíquotas progressivas para as contribuições previdenciárias dos servidores públicos federais, nos parâmetros da Emenda Constitucional (EC) 103/2019. A matéria teve repercussão geral reconhecida.

O recurso diz respeito à decisão da 5ª Turma Recursal Federal da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul que condenou a União a restituir a uma servidora federal os valores descontados em decorrência da aplicação das alíquotas progressivas. O colegiado declarou inconstitucionais os dispositivos, por considerar que a sistemática de tributação progressiva viola o princípio da isonomia e é confiscatória. De acordo com a decisão, a tributação deve se limitar à alíquota de 14%.

Reforma da Previdência
Também estão em pauta 12 ações que questionam vários pontos da nova Reforma da Previdência de 2019 (Emenda Constitucional 103/2019). Em 2022, o relator, ministro Luís Roberto Barroso, votou pela manutenção de regras. Ele declarou a constitucionalidade de regras contestadas e apenas atendeu, de forma parcial, um dos pedidos apresentados nas ações.

Para o ministro, as regras da reforma devem ser mantidas. Apenas o artigo 149, parágrafo 1º-A, inserido na Constituição pela emenda, deve ser interpretado no sentido de que a base de cálculo da contribuição previdenciária de inativos e pensionistas somente pode ser aumentada se persistir, comprovadamente, déficit previdenciário mesmo após a adoção da progressividade de alíquotas.

Fonte: r7

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Brasil

Lula demite Jean Paul Prates da presidência da Petrobras e indica Magda Chambriard

por Redação 15 de maio de 2024

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comunicou nesta terça-feira (14) ao presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, a demissão dele do cargo. Para o posto, será indicada a engenheira civil Magda Chambriard, que foi diretora-geral da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) no governo de Dilma Rousseff (PT). O nome dela ainda precisa ser aprovado pelo Conselho de Administração da estatal, que é a maior empresa do país.

Prates enfrentou, nos últimos meses, uma crise na Petrobras, especialmente depois que o Conselho de Administração decidiu reter R$ 43 bilhões em lucros extraordinários obtidos pela empresas e não os repassar aos acionistas de imediato. Prates disse a investidores que preferia ter distribuído 50% do valor, mas foi voto vencido. No fim, ele se absteve na votação.

A decisão de não distribuir os recursos foi uma orientação do próprio governo. Na votação do Conselho de Administração sobre o tema, cinco conselheiros indicados pelo Executivo e representante dos trabalhadores foram contra a distribuição. Os quatro representantes de acionistas minoritários votaram a favor da distribuição de 100%.

No dia da decisão, as ações fecharam em queda de 10,5%, o que significou perda de valor de mercado de R$ 55 bilhões em apenas um dia. Posteriormente, em abril, a companhia decidiu pagar 50% do valor aos acionistas.

O CEO da Petrobras enfrentou nos últimos meses intensa fritura interna no governo, acumulando disputas com o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e com o ministro da Casa Civil, Rui Costa.

Nota da estatal
Segundo nota divulgada pela empresa, Prates pediu para deixar o cargo. Ainda não há data para que o Conselho de Administração decida sobre a substituição. Leia o texto:

“A Petrobras informa que recebeu nesta noite de seu Presidente, Sr. Jean Paul Prates, solicitação de que o Conselho de Administração da Companhia se reúna para apreciar o encerramento antecipado de seu mandato como Presidente da Petrobras de forma negociada.

Adicionalmente, o Sr. Jean Paul informou que, se e uma vez aprovado o encerramento indicado, ele pretende posteriormente apresentar sua renúncia ao cargo de membro do Conselho de Administração da Petrobras. Fatos julgados relevantes serão tempestivamente divulgados ao mercado.”

Magda Chambriard é engenheira civil formada pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), com mestrado em engenharia química pela mesma instituição. Autou como empregada pública de carreira da Petrobras por 22 anos, entre 1980 e 2002.

Foi superintendente, diretora e diretora-geral da ANP entre 2012 e 2016 e consultora em energia da FGV (Fundação Getúlio Vargas) entre 2017 e 2023. Desde então, exerce cargo de assessora na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro).

Fonte: r7

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Sem categoria

Lula decide adiar viagem ao Chile por causa das chuvas no RS

por Redação 13 de maio de 2024

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu cancelar a viagem que seria realizada nesta semana para o Chile, entre os dias 17 e 18 de maio. Não há, ainda, uma nova data. O motivo do adiamento se dá em decorrência das fortes chuvas que atingem o Rio Grande do Sul. No país vizinho, o petista iria se encontrar com o presidente chileno, Gabriel Boric, para tratar de diversos assuntos, por exemplo, comércio e combate ao crime transnacional.

Integrantes do governo federal planejam uma nova ida de Lula ao estado nesta semana, e as datas avaliadas são a próxima terça-feira (13) ou quarta-feira (14). O presidente da República esteve no Rio Grande do Sul ao menos duas vezes desde o início das chuvas.

Em novo boletim divulgado neste domingo (12), a Defesa Civil subiu para 145 o número de mortos e para 132 o de desaparecidos em decorrência das enchentes que devastaram o estado. Ao todo, 447 cidades foram afetadas pelas águas. Conforme o governo estadual, são 806 feridos e mais de 538 mil desalojados.

Mais de R$ 60 bilhões para o Rio Grande do Sul

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, usou as redes sociais neste domingo (12) para comentar a medida provisória, editada por Lula e que autoriza R$ 12,1 bilhões em créditos extraordinários para ajudar o Rio Grande do Sul. O titular afirmou que, até agora, o total de recursos destinados ao estado, na fase emergencial, é de R$ 62 bilhões.

“O presidente Lula editou a MP 1218/24, que autoriza R$ 12,1 bi em créditos extraordinários para o RS. Com isso, os recursos já liberados para essa primeira fase emergencial totalizam mais de R$ 62 bi. Na MP, estão previstos recursos extras para seguro desemprego; serviços para a saúde primária, especializada e vigilância epidemiológica; contratação temporária de médicos; reposição de medicamentos perdidos nas enchentes; garantia do atendimento nos postos de saúde e hospitais; reconstrução de infraestrutura rodoviária; e ações da Defesa Civil e de atendimentos emergenciais executados pela Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Força Nacional”, disse Alckmin.

Fonte: r7

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TSE

Ação que pede cassação de Moro entra na mira do TSE nesta semana

por Redação 13 de maio de 2024

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) começa a julgar a cassação do senador Sergio Moro (União Brasil-PR) na próxima quinta-feira (16), às 10h. Também há sessão marcada para o próximo dia 21. O julgamento de Moro no TSE abrirá precedente sobre a atuação da Justiça Eleitoral para quando houver gastos de candidatos no período anterior à campanha eleitoral.

Na última quinta-feira (9), o relator, ministro Floriano Marques, liberou para julgamento os recursos apresentados contra a decisão do TRE-PR (Tribunal Regional Eleitoral do Paraná) que rejeitou a cassação do mandato do senador no último dia 9 de abril.

Os processos, analisados em conjunto, apontam abuso de poder econômico, uso de caixa dois e utilização indevida de meios de comunicação durante a pré-campanha eleitoral de 2022.

Um dos recursos contra a decisão do TRE-PR foi apresentado pela Federação Brasil da Esperança (formada pelos partidos PT, PV e PCdoB) e aponta equívocos cometidos na análise das provas dos autos pelo desembargador Luciano Falavinha. A federação diz que a corrida eleitoral de Moro foi impulsionada com abuso de poder econômico.

Para o presidente do PT no Paraná, Arilson Chiorato, até mesmo discursos de magistrados desfavoráveis à cassação apontaram indícios de irregularidades na campanha.

“Além de dois votos a favor da cassação e do parecer do Ministério Público Eleitoral, alguns dos outros votos também indicaram a existência de um volume alto de recursos na pré-campanha, colaborando com a nossa tese. Peticionamos o processo para que a Justiça seja feita. O gasto de campanha, somado ao gasto de pré-campanha, extrapola o limite legal. Entendemos que Sergio Moro abusou economicamente e precisa ser responsabilizado por isso”, argumenta Chiorato.

O advogado da federação, Luiz Eduardo Peccinin, destaca a fala em que Moro admite a finalidade de seus gastos. “A decisão do TRE-PR toma premissas equivocadas para desconsiderar quase integralmente o dinheiro gasto por Moro. Mais, divide a pré-campanha de Moro ignorando que o próprio senador confessou publicamente que empreendia um ‘projeto nacional’ que naufragou e, portanto, assumiu os riscos de gastar como um candidato a presidente e violar a paridade de armas eleitoral”.

Fonte: r7

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