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CARROS

Transporte

Rodízio de veículos é suspenso a partir de hoje em São Paulo

por Redação 26 de dezembro de 2023

A Prefeitura de São Paulo suspendeu o rodízio municipal de veículos para os carros de passeio (automóveis) desta terça-feira (26) até o dia 5 de janeiro de 2024, uma sexta-feira.

Nesse período, a restrição continua a valer normalmente para veículos pesados (caminhões).

Vale lembrar que a Operação Horário de Pico também limita a circulação de veículos no anel viário da cidade das 7h às 10h e das 17h às 20h.

Rodízio
Durante o rodízio, os veículos ficam impedidos de circular no centro expandido, inclusive nas vias que delimitam o minianel viário, formado por:

  • marginais Tietê e Pinheiros;
  • avenidas dos Bandeirantes e Afonso D´Escragnole Taunay;
  • complexo viário Maria Maluf;
  • avenidas Tancredo Neves e Juntas Provisórias;
  • viaduto Grande São Paulo; e
  • avenidas Professor Luís Inácio de Anhaia Melo e Salim Farah Maluf.

Veja quando o seu carro não deve circular:

  • segundas-feiras: placas finais 1 e 2;
  • terças-feiras: placas finais 3 e 4;
  • quartas-feiras: placas finais 5 e 6;
  • quintas-feiras: placas finais 7 e 8; e
  • sextas-feiras: placas finais 9 e 0.

Transitar em locais e horários não permitidos pela regulamentação prevista no Código de Trânsito Brasileiro implica infração de trânsito de nível médio, o que resulta em uma multa de R$ 130,16 e no acréscimo de quatro pontos no prontuário do motorista.

Fonte: r7

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Brasileirão

Clima de guerra! Torcedores do Santos ateiam fogo em carros e ônibus após rebaixamento

por Redação 7 de dezembro de 2023

Os arredores da Vila Belmiro foram palco de verdadeiras cenas de guerra na madrugada desta quinta-feira (7), após a derrota do Santos por 2 a 1 para o Fortaleza, resultado que decretou o inédito rebaixamento do Peixe para a Série B, um ano após a morte do Rei Pelé. Os torcedores atearam fogo em carros e ônibus, revoltados com a queda.

Em imagens que circulam nas redes sociais, diversos veículos aparecem em chamas. Um vídeo mostra, da janela de um dos prédios próximos à Vila, um grande rastro de fumaça onde estava um ônibus, que também foi incendiado pelos torcedores.

Relatos nas redes sociais também afirmam que houve confronto entre os vândalos e a Polícia Militar, que reagiu com bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo.

Com a queda para a Série B, o Santos disputará em 2024 só o Paulistão e a segunda divisão nacional. Na Copa do Brasil, o Peixe não conseguiu se classificar e ficará de fora do torneio.

Fonte: r7

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Economia

Encher o tanque do carro com gasolina está R$ 40 mais caro em 2023

por Redação 20 de outubro de 2023

A volta da cobrança de impostos sobre a gasolina resultou em um peso significativo no bolso dos motoristas ao longo de 2023. Mesmo em queda nas últimas sete semanas, o valor médio do litro do combustível subiu R$ 0,80, de R$ 4,96 para R$ 5,76, desde a última semana de dezembro de 2022.

A alta de 16,13% representa uma variação real (acima da inflação) de 12,2% ao longo deste ano, o que deixa R$ 40 mais caro o ato de encher um tanque de 50 litros, equivalente ao dos modelos Hyundai HB20, Renault Sandero e Volkswagen Fox.

Os dados divulgados pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) também evidenciam a necessidade de pesquisar antes de abastecer o veículo, já que os valores encontrados por cada litro de gasolina variam entre R$ 4,75 e R$ 7,59 somente no estado de São Paulo.

Nesta quinta-feira (19), a Petrobras anunciou redução de R$ 0,12 no preço da gasolina nas distribuidoras a partir deste sábado (21). Mas a diminuição não é imediata nos postos de gasolina. Já o diesel terá aumento de R$ 0,25.

Alternativa para os proprietários de carros flex, o etanol está 6,7% mais barato neste ano, e cada litro custa, em média, R$ 3,61 nos postos. Na última semana de 2022, o valor médio cobrado pelo etanol nos postos era de R$ 3,87.

Diante das oscilações, abastecer com o biocombustível é vantajoso em sete estados e no Distrito Federal, localidades nas quais o valor médio cobrado pelo etanol equivale a menos de 70% do preço da gasolina. A análise considera que o veículo abastecido com álcool gasta mais litros para percorrer a mesma distância do que com gasolina.

A discrepância entre as oscilações dos dois combustíveis pode ser justificada pelo retorno da cobrança de PIS/Cofins e Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) sobre a gasolina, que voltou a vigorar integralmente no mês de julho.

Também pesa a determinação da Petrobras de elevar em R$ 0,41 (+16,3%), de R$ 2,52 para R$ 2,93, os preços médios da gasolina vendida nas distribuidoras, em agosto. A decisão foi a primeira desde a extinção da política de paridade internacional dos combustíveis, anunciada em maio.

Fonte: r7

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Transporte

Projeto de lei prevê que placas de veículos voltem a modelo antigo que informa cidade e estado

por Redação 25 de julho de 2023

Um projeto de lei em tramitação no Senado prevê que as placas de veículos voltem a identificar a cidade e o estado de registro.

A proposta está na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) à espera de um relator. Se aprovada, a matéria segue para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

O presidente da CAE, senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO), disse que vai trabalhar para dar andamento ao projeto, tão logo volte do recesso parlamentar. “A CAE possui cerca de 430 projetos aguardando relatoria, temos trabalhado para dar celeridade a cada um deles. A data de votação será definida logo após a apresentação de parecer pelo relator indicado.”

O novo projeto altera o Código de Trânsito Brasileiro e determina a obrigatoriedade da nova placa depois de um ano da publicação da lei, e impacta apenas os emplacamentos após essa data.

“A retirada do nome do estado e da cidade das placas dificultou a identificação geográfica dos veículos, o que traz consequências negativas para a adequada fiscalização do trânsito”, justifica o autor no texto do projeto, senador Esperidião Amin (PP/SC), que menciona ainda a ajuda na hora de identificar veículos irregulares, como os que estão com a documentação vencida, envolvidos em práticas de transporte ilegal de passageiros ou cargas ou que possuam pendências administrativas nos órgãos de trânsito.

Imbróglio
A adoção do atual modelo de identificação foi adiada por seis vezes devido a disputas judiciais, problemas de adaptação e credenciamento dos fabricantes. O imbróglio persistiu até 2019, com o estabelecimento de uma nova resolução do Contran (Conselho Nacional de Trânsito).

Um dos debates envolveu o custo da nova placa para o motorista. O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) chegou a recomendar no máximo R$ 138,24 para carro, ônibus e caminhão e R$ 114,86 para motocicletas — os mesmos valores cobrados pelas placas do padrão cinza. No entano, o valor varia de acordo com a empresa que o motorista contrata para fazer o emplacamento.

Com isso, deixou de existir o valor único e tabelado por estado, que era determinado por cada um dos Detrans. Agora, cada empresa credenciada determina o valor que vai cobrar para emitir a placa que está em vigor atualmente, que segue o padrão Mercosul.

O analista político Isaac Sassi afirma que não dá pra saber ainda como essa conta chegaria ao motorista. “Apesar de o projeto prever algo relativamente simples, a insegurança em relação aos custos é um fator relevante nesse tipo de norma. O custo das placas ainda é desconhecido. Por exemplo, no DF a placa custa R$ 189, que já é um valor alto, e não há como saber a quanto esse valor pode chegar”, pondera.

Além do custo para a produção de novas placas, que será desembolsado pelo consumidor, segundo Isaac, o país terá quatro tipos de placas oficiais em circulação: placas não refletivas, placas refletivas, placas Mercosul e placas Mercosul com município/estado. “Tudo isso somado a variações que já existem, como as placas vermelha, verde, oficial, de corpo diplomático etc. A proposta de criar mais uma placa diminui a uniformização, que é a intenção principal desse tipo de identificação”, afirma.

Carros de passeio e oficiais
As novas placas têm o fundo pintado na cor branca, com o tipo de veículo identificado pela cor da fonte. A pintura preta é utilizada para veículos de passeio, a vermelha para veículos comerciais, a azul para carros oficiais, a verde para veículos em teste, a dourada para os automóveis diplomáticos e a prateada para os veículos de colecionadores. No modelo antigo, a placa tinha a cor do fundo cinza.

O novo modelo de placa padrão Mercosul conta ainda com itens de segurança, como um QR code presente no canto superior esquerdo, que dificultaria clonagens e falsificações.

Fonte: r7

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BrasilEconomia

Vendas de carros com desconto surpreendem concessionárias, que veem fim de estoque em 1 mês

por Redação 13 de junho de 2023

Um fim de semana com feriado prolongado não costuma ser visto como uma boa oportunidade de vendas, ainda mais no setor automotivo, que tem apresentado quedas seguidas de desempenho. Mas, ao contrário das experiências anteriores, desta vez concessionárias de veículos registraram aumento nos negócios, algumas com o dobro de vendas fechadas em dois dias, ante o número habitual.

“Desde o anúncio do pacote do governo e com o início dos descontos, o incremento nas vendas foi surpreendente. O destaque foi o fim de semana, que teria um movimento fraco, por ser de feriado prolongado; porém, as vendas foram 60% maiores que as de um fim de semana normal”, conta Marcos Leite, diretor de vendas da rede de concessionárias Amazon Fuji, da Volkswagen, que tem cinco lojas na cidade de São Paulo.

No mês passado, o segmento teve o pior maio desde 2016, com 166.361 carros novos vendidos, informou a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). A queda foi de 5% em relação ao mesmo mês de 2022.

A melhora do cenário se deve ao “mecanismo de desconto patrocinado na aquisição de veículos sustentáveis”, medida do governo federal que entrou em vigor na terça-feira (6), com a publicação da MP (medida provisória) nº 1.175 no DOU (Diário Oficial da União). Ela estabelece reduções entre R$ 2.000 e R$ 8.000 nos preços de tabela dos veículos zero-quilômetro que custam menos de R$ 120 mil. Elas serão aplicadas até o limite de R$ 500 milhões, que serão repassados às montadoras.

Para Marcos Leite, até o momento, o programa está cumprindo seu objetivo. “Muita gente tinha convicção de que não ia atingir [o objetivo]. A medida trouxe de volta o público que não estava comprando carro e, além disso, atraiu também o comprador dos veículos de mais de R$ 120 mil, que estão fora do pacote de descontos. Correspondeu bem ao que o governo pretendia. Os carros que mais saíram foram Polo, Gol e T-Cross, do estoque 2022-2023”, avalia.

Corrida às lojas
Fábio Varela, gerente-geral de veículos novos das quatro unidades da Renault R-Point na capital, diz que o movimento e as vendas praticamente triplicaram. “Normalmente são vendidos de oito a dez carros em uma semana. Nessa, só de quinta a sábado, com o alto volume de clientes, foram 44 automóveis comercializados”, diz.

A Renault é, ao lado da Fiat (com o Mobi), a marca que tem o carro mais barato do mercado, o Kwid Zen, que, com o desconto, sai por R$ 58.990. Talvez por isso, o público que esteve nessas lojas nos últimos dias, com idade entre 28 e 42 anos, tenha sido um pouco diferente da clientela frequente, que se concentra na faixa etária de 35 a 50 anos, como relata o gerente.

Para Varela, a corrida dos consumidores às concessionárias no primeiro fim de semana do programa de descontos pode ser explicada pela limitação dos recursos do programa. “Os clientes sabem que esse dinheiro deve acabar logo. A indústria calcula que vá ser suficiente para subsidiar 62 mil carros, e isso não dá para quatro meses. Além disso, pode faltar estoque de veículos, já que as montadoras ainda enfrentam a crise de componentes, que começou na pandemia.”

A “urgência” para quem quer aproveitar os descontos, aliás, é uma observação feita por todos os gestores de concessionárias ouvidos pela reportagem do R7, que têm a mesma opinião sobre os recursos de R$ 500 milhões, destinados pelo governo ao pacote de descontos para carros: não deve durar um mês.

Ney Faustini, diretor da concessionária Chevrolet Absoluta, afirma que os clientes têm a percepção do prazo curto. “O movimento foi muito grande, teve gente que passou pelas lojas só para conferir se tinha o desconto mesmo e ainda não fechou [negócio], mas já está voltando nesta semana para comprar. Hoje, segunda [antes das 17h], já fizemos cinco vendas. Sexta e sábado, vendemos mais que o dobro de um dia normal”, comemora.

A concessionária Hyundai Grand Brasil registrou um crescimento de 40% nas vendas no fim de semana, segundo o gerente Jonas Lopes. “Esperávamos um pouco mais, mas a alta taxa de juros e a restrição no crédito pesam muito na decisão dos clientes, e por isso estamos perdendo muitas vendas”, diz.

Ele afirma que não vão faltar carros da marca, que está com toda a linha HB20 e HB20S no programa. Além do desconto do governo, a montadora e a concessionária oferecem bônus aos clientes. “Esses R$ 500 milhões de incentivo não vão durar um mês”, prevê.

Uma diferença observada por ele nos últimos dias foi a visita de um maior número de casais, na faixa etária de 30 a 40 anos.

Estoques
Na concessionária da Volkswagen, a maior procura no fim de semana foi pelos carros da linha Polo. “São os mais baratos e, normalmente, os veículos de passeio mais procurados”, afirma Marcos Leite. Para o diretor de vendas, o que contribuiu para atrair os clientes, além do programa de descontos, foram as taxas promocionais de 0,99% oferecidas pela montadora. “E a concessionária também deu um desconto a mais, entre R$ 2.000 e R$ 5.000”, completa.

“Agora estamos fazendo os cálculos de estoque, porque temos uma limitação, e as pessoas que retornaram da viagem do feriado já vieram procurar automóveis. O movimento continua grande hoje”, afirma.

Em relação ao público que esteve nas lojas nos últimos dias, ele diz ter chamado sua atenção o aumento de pessoas em busca do primeiro carro, o que estava mais raro.

Recompor o estoque pode ser um desafio também para Faustini, da Chevrolet Absoluta, que praticamente liquidou o que tinha da linha Onix, graças à concessão de mais R$ 3.000 de redução, além do desconto previsto no pacote de incentivos do governo. O modelo mais simples desse carro, que custava R$ 85.290, agora sai por R$ 75.290. “Temos poucas unidades, e hoje passei o dia tentando repor meu estoque”, conta.

Enquanto uma parcela da população aproveita a oportunidade para, finalmente, comprar um carro zero-quilômetro, há pessoas que ainda duvidam dos descontos da medida do governo federal. A elas, Marcos, da Amazon Fuji, manda um recado: “Acreditem na redução, pois ela existe mesmo. Tive que mostrar a alguns clientes os anúncios das semanas anteriores, porque eles não acreditavam que os preços eram maiores”, finaliza.

Fonte: r7

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BrasilTransporte

Ford convoca recall de 125 mil veículos por falhas que podem causar incêndios

por Redação 6 de junho de 2023

A Ford anunciou nesta terça-feira (6) um novo recall para 125 mil veículos utilitários esportivos e caminhões devido a falhas no motor que podem causar um incêndio. O recall abrange os SUVs Escape e Lincoln Corsair e picapes compactas Maverick dos modelos entre 2020 e 2023 com motores híbridos de 2,5 litros ou híbridos plug-in, de acordo com um registro da Administração Nacional de Segurança Rodoviária (NHTSA, na sigla em inglês).

A montadora afirna que problemas isolados na fabricação podem fazer com que o motor falhe prematuramente e, nesse caso, o óleo do motor ou o vapor do combustível sejam liberados, aumentando o risco de incêndio e ferimentos.

A Ford inicialmente fez o recall de 100 mil veículos Escape, Corsair e Maverick nos Estados Unidos em julho de 2022, depois de identificar 23 relatos de incêndio ou fumaça após uma suspeita de violação de bloco ou cárter de óleo.

A empresa disse que registrou relatos de pelo menos três veículos que sofreram incêndio após o reparo do recall de 2022. A Ford e a NHTSA aconselharam os proprietários a estacionarem e desligarem o motor se ouvirem ruídos inesperados dele, notarem uma redução na potência do veículo ou virem fumaça. Segundo a empresa, a nova correção está em desenvolvimento.

A segunda maior montadora americana disse na semana passada que estava fazendo o recall de 142 mil SUVs Lincoln MKC nos Estados Unidos devido a riscos de incêndio e aconselhou os proprietários a estacionar do lado de fora e longe de estruturas até que o reparo do recall seja concluído. A Ford afirmou que os revendedores adicionarão um fusível em linha ao circuito de alimentação do sensor do monitor da bateria.

Fonte: r7

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Transporte

Prefeitura suspende rodízio de veículos em São Paulo nesta segunda (29)

por Redação 29 de maio de 2023

A Prefeitura de São Paulo decidiu suspender o rodízio de veículos nesta segunda-feira (29). Isso porque uma paralisação, organizada pelo Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo (Sindmotoristas), afetou a saída de nove empresas de ônibus e provocou tumultos em terminais da capital paulista.

Com a decisão, os carros com placas finais 1 e 2 podem circular normalmente por São Paulo. No entanto, os corredores e faixas exclusivas não estão liberados para circulação de veículos.

Entenda o caso
A SPTrans informou que uma paralisação organizada pelo Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo (Sindmotoristas), afetou a saída de nove empresas de ônibus e provocou tumultos em terminais da capital paulista. Segundo a empresa, a circulação está sendo normalizada gradativamente.

A demora foi causada por conta de uma paralisação parcial de motoristas e cobradores, que pedem melhoria salarial.

A SPTrans alega que o sindicato não respeitou o prazo legal de 72 horas para comunicação oficial antecipada à população e ao órgão gestor de paralisação de serviço essencial e prejudicando a população desde as 3h desta segunda-feira (29).

Eles solicitaram apoio do policiamento nas garagens e disseram que irão registrar Boletim de Ocorrência para que os envolvidos na interrupção de serviço essencial à população sejam responsabilizados, além de estar aplicando, de forma automática, as autuações pelas viagens não realizadas às concessionárias.

No entanto, o sindicato alega que notificou os órgãos oficiais sobre a paralisação na sexta-feira (26) e aguarda um acordo para que as operações de ônibus sejam normalizadas. “A direção da entidade realizou assembleia-geral com a categoria, na última sexta-feira (26), onde deliberou sobre a ação (assembleias rápidas) de hoje (29) das 3h00 às 5h00 nas garagens. Esta informação foi divulgada com mais de dois dias de antecedência nos canais oficiais da entidade (site/redes sociais) para conhecimento geral”, disse.

E completou: “No caso de eventual paralisação e/ou greve (o que não aconteceu!), a entidade certamente tomaria as providências necessárias (distribuição de carta aberta/aviso prévio aos órgãos competentes…) que a situação exige, de forma a dirimir os impactos nos usuários do transporte na capital.”

Empresas cuja frota começou a ser normalizada:

  • Grajaú – Zona Sul
  • MobiBrasil – Zona Sul
  • Transppass – Zona Oeste
  • Viação Campo Belo – Zona Sul
  • KBPX – Zona Sul
  • Metrópole 3 – Zona Leste
  • Santa Brígida – Zona Norte
  • Gato Preto – Zona Oeste
  • Sambaíba – Zona Norte

Fonte: r7

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São PauloTransporte

Caminhão frigorífico tomba sobre dois carros e deixa uma pessoa ferida na zona leste

por Redação 6 de abril de 2023

Uma pessoa ficou gravemente ferida após um caminhão frigorífico tombar em cima de dois carros na rua Frei Germano, no bairro da Penha, na Zona Leste de São Paulo, por volta das 9h13 desta quinta-feira (6).

Dois carros que estavam estacionados na rua foram atingidos e esmagados pelo caminhão. De acordo com o Corpo de Bombeiros, uma pessoa ficou presa nas ferragens de um dos veículos, mas foi retirada sem ferimentos graves.

Ainda não há informações sobre a remoção dos veículos, tampouco sobre a dinâmica dos acontecimentos.

Fonte: r7

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BrasilEmprego

Montadoras concedem férias coletivas para driblar queda das vendas

por Redação 20 de março de 2023

As montadoras Hyundai, Stellantis (dona das marcas Fiat, Jeep, Peugeot e Citroën) e General Motors vão conceder férias coletivas aos seus funcionários nos próximos dias na tentativa de reverter os impactos causados pela atual queda de venda de veículos no Brasil.

A decisão surge após a Volkswagen ter dado férias coletivas a seus funcionários de três fábricas por problemas de fornecimento de peças para a produção de veículos entre os dias 22 de fevereiro e 3 de março. A alegação era a falta de chips usados em componentes de direção, equipamentos de som e faróis.

Em fevereiro, o setor automotivo já amargou a menor produção para fevereiro dos últimos sete anos, com a montagem de 161,2 mil veículos. Com relação aos emplacamentos, a queda na comparação com 2022 foi de 2,68%.

Neste mês, a primeira a interromper parte das atividades será a planta da Hyundai em Piracicaba (SP), responsável pela produção dos modelos Creta e HB20. Os afastamentos começam nesta segunda-feira (20) e têm duração prevista de 20 dias.

“A ação tem como objetivo adequar os volumes de produção para o mês de março, evitando a formação de estoques e acompanhando a dinâmica do mercado interno de veículos para o primeiro trimestre do ano. Os volumes originais de produção programados para os demais meses de 2023 permanecem inalterados”, explica a montadora.

Na próxima quarta-feira (22), será a vez da Stellantis, que concede férias coletivas na planta de Goiânia (PE), com retorno ao trabalho programado para 10 de abril. No dia 27 de março, as atividades também serão interrompidas nos demais turnos, com retorno previsto para 6 de abril.

“As demais plantas da empresa continuam a produzir normalmente. A medida se deve à necessidade de ajustar o volume de produção à disponibilidade de componentes”, afirma a Stellantis, em nota.

Na próxima segunda-feira (27), será a vez da General Motors estabelecer férias coletivas com a justificativa de readequar a produção após as demissões realizadas no final do mês de fevereiro.

As férias coletivas serão concedidas para 80% da fábrica, para o período de 27 de março a 13 de abril. “A interrupção do processo de demissões foi um importante avanço na busca pela estabilidade e dará um fôlego para continuarmos na luta em defesa dos empregos”, disse o vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região, Valmir Mariano.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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Mais previsões: Meteorologia 25 dias

Sobre Guarulhos

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