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COVID

Emprego

Home office e vida longe dos centros urbanos: as tendências pós-pandemia que chegaram para ficar

por Redação 8 de março de 2024

Em 2020, Virginia Martin, de 37 anos, morava a 4 km do trabalho; hoje, essa distância pulou para 250. Ela vivia em Durham, na Carolina do Norte, e levava cerca de dez minutos de carro para chegar à biblioteca de Duke. Com o estabelecimento do home office, porém, seu chefe concordou com sua volta à cidade natal, Richmond, na Virgínia, em março de 2022, para poder criar os dois filhos com a ajuda dos familiares.

Sendo “cria das MIAs”, ou seja, as mensagens instantâneas do AOL, não foi difícil manter a amizade com os colegas pela internet; além disso, vai ao escritório diversas vezes por ano para eventos — o último foi a festa de Natal de 2023.

Ela faz parte da expansão da “mudança de CEP” que acomete os EUA, ou seja, é uma entre milhões de norte-americanos que, graças ao home office e ao modelo híbrido, deixaram de morar perto do escritório. De fato, de acordo com um novo estudo que será divulgado esta semana – de autoria dos economistas da Stanford & Gusto, baseado nos dados da própria empresa de terceirização de folha de pagamento –, para muitos, a distância entre casa e trabalho atualmente é o dobro da pré-pandemia.

Analisando o endereço de quase seis mil empregadores e seus funcionários em todo o país, eles concluíram que o espaço médio entre um e outro subiu de 16 km em 2019 para mais de 43 em 2023 – mais que o dobro. A fatia dos que moram a pelo menos 80 km subiu sete vezes durante a pandemia, de 0,8% em 2019 para 5,5% em 2023, sendo que os números permanecem estáveis mesmo com o retorno ao presencial.

Ainda segundo a análise, o fenômeno é impulsionado basicamente pelo setor administrativo, cujo trabalho pode ser feito remotamente, com a maior concentração entre os que ganham mais de US$ 100 mil por ano nas áreas de tecnologia, finanças, direito, marketing e contabilidade. Já os que recebem menos de US$ 50 mil por ano e aqueles que não podem desempenhar suas funções remotamente, porque estão em áreas como o varejo, a saúde e a manufatura, praticamente permaneceram no mesmo lugar.

O perfil do empregado que se afastou do centro urbano se concentra na faixa entre 30 e 40 anos que tem filhos pequenos, e não mais entre os de 20 a 60. Esse grupo também inclui um número significativo de contratados durante a pandemia – o que significa que as empresas, ao adotar o trabalho híbrido, ampliaram o raio de contratação.

Os estudiosos das questões urbanas alegam que os novos dados apenas confirmam a antiga tradição nacional do segmento de alta renda, isto é, a de deixar a cidade em busca de uma casa maior no subúrbio. “Gostamos de casonas e carrões. Faz parte do nosso DNA pós-Segunda Guerra Mundial”, confirmou Richard Florida, especialista em cidades e autor do livro “The New Urban Crisis”.

Acontece que o trabalho remoto e o híbrido potencializaram essa tendência. Uma pequena parcela da força laboral (atualmente por volta de 12%, mas que no pico dos isolamentos por causa da covid chegou a quase 50%) ainda consegue se manter exclusivamente em casa. Alguns optaram pela saída de mercados imobiliários caríssimos, como San Francisco ou Nova York, para se estabelecer em locais menores, às vezes chamados de “cidadezinhas do Zoom “; outros se encontram em um ambiente híbrido, comparecendo ao escritório duas, no máximo três vezes por semana, preferindo encarar percursos mais longos em troca de moradia mais acessível e mais espaço.

Um exemplo é o de Verna Coleman, de 41 anos, que trabalha em uma empresa de comunicação em Nova York. Antes da pandemia, ela morava no Brooklyn e ia para o presencial cinco dias por semana; em 2020, depois da instauração do home office, comprou uma casa em Cincinnati, onde cresceu e quer criar os dois filhos; hoje, vai para o escritório só três dias, semana sim, semana não, e aluga um pequeno apartamento no Harlem.

“É um voo de hora e meia só. Costumo dizer ao pessoal que demora menos do que se eu tivesse de atravessar a Ponte George Washington, o que normalmente leva duas horas e meia de trânsito. Se pego o avião às seis da manhã em Cincinnati, antes das nove já estou à minha mesa. É claro que tem dia que a coisa complica – como o atraso da semana passada por causa do nevoeiro, mas é a opção que escolhi para poder criar meus filhos com mais qualidade de vida e manter a carreira.”

Por outro lado, muitos economistas alegam que os efeitos dessa mudança são problemáticos, com o planejamento urbano penando para revitalizar as áreas centrais em que muitos costumavam comer, beber e/ou fazer compras. Além disso, as próprias companhias e os empresários ainda estão avaliando os prós e contras de um quadro de funcionários disperso.

Noah Lang, CEO da Stride, encarou o home office como estímulo para se livrar do aluguel do escritório da plataforma de benefícios em San Francisco e se mudar para uma casa com a família no condado de Marin. “Poder contratar em todo o território nacional foi bom para a empresa, porque a Stride oferece regalias aos autônomos de todas as partes dos EUA e precisa entender a experiência do cliente muito além da região da Grande San Francisco. Nossa intenção é ajudar o trabalhador de baixa e média renda que, na maioria dos casos, não faz parte do setor de tecnologia, ou seja, não faz parte da bolha da cidade.”

Com o estabelecimento desse fluxo, os economistas temem a possibilidade de ocorrência de um círculo vicioso: menos gente circulando na região central, o que implica menos movimento no comércio e maior sensação de insegurança, fazendo com que menos gente queira frequentá-la. De acordo com a análise da atividade de dispositivos móveis nas áreas do centro feita por pesquisadores da Universidade de Toronto, o tráfego médio continua equivalendo a 75 por cento do que era antes da pandemia.

Entretanto, muitos dizem que a responsabilidade e o desafio de reimaginar os centros urbanos para se adequarem às mudanças demográficas são do governo municipal. A Flórida, por exemplo, estimula os municípios a transformá-los em ponto turístico ou destino para quem trabalha em casa e quer socializar fora.

Um estudo publicado em 2023 sobre 26 regiões centrais dos EUA concluiu que, em média, o visitante é responsável por 61 por cento do tráfego a pé da área; já o morador, por 11 por cento. “O futuro do centro é se tornar um espaço de entretenimento, cultura, diversão e esportes”, afirmou o representante do governo estadual da Flórida.

c. 2024 The New York Times Company

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Saúde

Governo cria comitê para combater notícias falsas sobre vacinas

por Redação 26 de outubro de 2023

O governo federal criou um comitê interministerial para combater a disseminação de notícias falsas sobre a vacinação. O “Saúde com Ciência” prevê ações como campanhas e acordos com veículos de comunicação e plataformas digitais. Um site da iniciativa também está no ar, com informações confiáveis e canal de denúncia sobre alguma suspeita de disseminação de notícias falsas.

Segundo dados da pasta, as fake news mais comuns encontradas entre julho e setembro são as que afirmam que os imunizantes causam doenças como câncer, Aids ou diabetes e aquelas que dizem que a vacina da Covid-19 pode provocar alterações na corrente sanguínea ou no DNA.

A ministra da Saúde, Nísia Trindade, destacou que não adianta ter o avanço tecnológico se a população não procurar os postos de saúde. “Sabemos que a desinformação está em todas as áreas, mas, quando se trata de saúde e vacina, isso nos afeta de maneira drástica e coloca em risco a saúde da nossa população”, disse Nísia.

A titular da pasta também lembra que doenças como o sarampo e a poliomielite, que já foram erradicadas do país, voltam a ameaçar as crianças. O Dia Mundial de Combate à Pólio é comemorado em 24 de outubro e chama atenção para o fato de o Brasil não alcançar a meta de 95% da cobertura vacinal contra a doença, também conhecida como paralisia infantil, desde 2015, ano a partir do qual o percentual se mantém abaixo do esperado. Apesar disso, o último caso foi registrado em 1989 no país, onde a pólio é considerada eliminada desde 1994.

Além da Saúde, o grupo é formado por representantes da Secretaria de Comunicação da Presidência da República e dos ministérios da Justiça e da Ciência e Tecnologia e Inovação, bem como pela Controladoria-Geral da União e Advocacia-Geral da União.

O site
Um site também foi lançado para facilitar o acesso da população a informações confiáveis. Além disso, alertas sobre fake news vão ser divulgados em redes sociais oficiais e em aplicativos de mensagens.

Um teste online também ajuda a população a entender se já foi alvo de notícia falsa ou se até mesmo propagou alguma.

Na mesma página, você encontra um passo a passo para denunciar alguma informação inverídica nas redes sociais. Além disso, o Ministério da Saúde oferece um canal para que a população envie denúncias diretamente à pasta.

Fonte: r7

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Saúde

Brasil registra o primeiro caso de infecção pela subvariante Éris do coronavírus

por Redação 18 de agosto de 2023

O Brasil confirmou o primeiro caso da cepa EG.5 do coronavírus, uma subvariante da Ômicron, conhecida popularmente como Éris, em São Paulo, segundo informações do Ministério da Saúde.

De acordo com a pasta, a notificação veio do Estado de São Paulo na noite de quinta-feira (17). Trata-se de uma paciente do sexo feminino, com 71 anos, que reside na capital paulista.

Atualmente, essa é a cepa que está prevalecendo globalmente. A OMS (Organização Mundial da Saúde) já registrou casos dessa nova cepa em ao menos 51 países.

O Cievs (Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde) informou que a paciente já está curada e apresentou os primeiros sintomas de febre, tosse, fadiga e dor de cabeça em 30 de julho; ela fez a coleta para exame laboratorial em 8 de agosto.

“A informação é de que a senhora está com o esquema vacinal completo”, afirma o ministério.

Apesar da confirmação, a pasta ressalta que a situação permanece estável no país e afirma que monitora permanentemente o cenário epidemiológico da doença.

Conforme a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, a paciente chegou a dar entrada em unidade hospitalar privada no dia 3 de agosto, mas teve alta médica no dia seguinte.

Na quinta-feira, o CVE (Centro de Vigilância Epidemiológica) recebeu a confirmação do primeiro caso da nova cepa EG.5, por meio do laboratório de hospital privado da capital paulista.

A secretaria estadual afirma ainda que a confirmação de variantes ocorre por meio de sequenciamento genético.

“A pasta mantém o monitoramento do cenário epidemiológico em todo o território estadual. A investigação epidemiológica será realizada pela vigilância municipal”, disse, em nota.

“Monitoramos e avaliamos permanentemente as evidências científicas mais atuais em nível internacional e o cenário epidemiológico da Covid-19. A pasta está atenta às informações sobre novas subvariantes e mantém contato permanente com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e a OMS sobre o cenário internacional”, ressaltou, em nota, o Ministério da Saúde.

Ainda de acordo com o ministério, para evitar casos graves, a vacinação é a principal medida de proteção.

“A recomendação da vacinação como principal medida de combate à Covid-19 se torna cada vez mais importante, com atualização das doses de reforço para prevenção da doença”, disse em comunicado.

Desde o fim da emergência, decretado pela OMS em maio deste ano, ainda se mantém a recomendação aos grupos de maior risco de agravamento pela doença que continuem a seguir as medidas de prevenção e controle não farmacológicas, incluindo o uso de máscaras em locais fechados e mal ventilados ou aglomerações, além do isolamento de pacientes infectados com o vírus Sars-CoV-2. Ainda conforme o ministério, a recomendação também vale para pessoas com sintomas gripais.

“Também está disponível gratuitamente em toda a rede do Sistema Único de Saúde o antiviral nirmatrelvir/ritonavir para ser utilizado no tratamento da infecção pelo vírus logo que os sintomas aparecerem e houver confirmação de teste positivo”, acrescenta a pasta.

Antes da confirmação do primeiro caso no Brasil, na manhã de quinta-feira, a SBI (Sociedade Brasileira de Infectologia) já havia alertado sobre a variante. A entidade médica recomendou o uso de máscaras pela população de risco, como idosos, gestantes e imunodeprimidos, em ambientes fechados.

A cepa possui mutações que conferem maior capacidade de transmissão e de escape imune, tornando-a capaz de aumentar o número de casos mundialmente e se tornar a cepa predominante.

Apesar dessas características, a OMS classificou a EG.5 como de baixo risco para a saúde pública em nível global, uma vez que não apresentou mudanças no padrão de gravidade de doença (hospitalização e óbitos) quando comparada às demais.

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Saúde

Farmácias habilitadas já podem realizar exames clínicos

por Redação 1 de agosto de 2023

A resolução que atualizou as normas de coleta, exames e análises para o diagnóstico de doenças entrou em vigor nesta terça-feira (1º). Entre as mudanças está a autorização dada a farmácias e consultórios isolados para a realização de exames clínicos em etapa única, com caráter de triagem.

Até agora, as farmácias só eram autorizadas a realizar testes de Covid-19 e glicemia. Com a mudança, a lista de exames clínicos para triagem passa de mais de 40 tipos, como o do antígeno NS1 para triagem da dengue, por exemplo.

Segundo o diretor-executivo da Abrafarma (Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias), Sergio Mena Barreto, a nova resolução posiciona as farmácias como porta de entrada do sistema de saúde do país. Atualmente, a instituição já contabiliza a existência de mais de seis mil salas configuradas para a assistência farmacêutica.

Sergio explica que a pandemia de Covid-19 foi fundamental para desenvolver essa estrutura. “Realizamos 20,7 milhões de testes de covid e identificamos que pelo menos 10% dos casos eram graves o suficiente para encaminhamento ao hospital. Além disso, capacitamos cerca de 20 mil farmacêuticos para esses serviços”, explicou.

Exame toxicológico
A nova regra não apenas levou os exames clínicos para além dos laboratórios, como também incluiu na normatização os laboratórios anatomopatológicos e de toxicologia, ausentes na regulamentação anterior. Com isso, foi possível avançar em legislações como a que exige o exame toxicológico para motoristas de caminhões e ônibus.

De forma geral, a resolução criou três grupos de atuação nos exames de análise clínica. O primeiro grupo – constituído por farmácias e consultórios isolados – foi autorizado a realizar exames que não precisem de instrumento de leitura para os resultados e que tratem de material biológico primário, ou seja, que não necessitem de procedimento para obtenção.

Todos os outros serviços de análise clínica, como exames de sangue, por exemplo, ficaram restritos aos postos de coleta, classificados no segundo grupo, e aos laboratórios que constituem o terceiro grupo. No caso do segundo grupo, o processamento do material biológico é limitado à fase pré-analítica.

Parâmetros técnicos
Outra mudança presente nas novas regras abrange parâmetros técnicos e de infraestrutura para o funcionamento das centrais de distribuição de materiais biológicos e regulamentação da relação entre os postos de coleta e os laboratórios.

O contrato entre os dois serviços passa a ter um controle compartilhado do fluxo de registros de pacientes, solicitantes e exames, com critérios de rastreabilidade ampliados.

Também foram definidas as regras de envio dos materiais biológicos para laboratórios no exterior, como a presença de informações dos exames solicitados, do material biológico coletado, do paciente e do solicitante nas amostras.

Fonte: r7

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SaúdeBrasil

Marinha envia oxigênio ao Amapá em meio a surto de síndromes gripais

por Redação 22 de maio de 2023

A Marinha enviou, neste domingo (21), dois tanques de oxigênio ao Amapá. O estado vive um surto de síndrome gripal e síndrome respiratória aguda grave (SRAG) e declarou, recentemente, situação de emergência na saúde pública. Casos de bronquiolite, gripe e Covid-19 estão apresentando complicações e têm afetado, principalmente, crianças de até 6 anos. Já foram registradas quatro mortes.

A Marinha está transportando 32.695 m³ de oxigênio gasoso. O navio de apoio oceânico Iguatemi partiu por volta das 2 da madrugada deste domingo (21) da Base Naval de Val de Cães, em Belém (PA), com destino a Santana (AP). A carga está armazenada em dois tanques criogênicos. A previsão é que o deslocamento dure aproximadamente 48 horas.

Além do reforço em oxigênio, o navio está levando equipamentos hospitalares, que incluem um vaporizador atmosférico e um misturador de ar medicinal.

Entre janeiro e maio deste ano, houve um aumento de mais de 108% nas internações de crianças com síndromes gripais. Na última quinta-feira(18), o governador do Amapá, Clécio Luís, e a secretária de Saúde, Silvana Vedovelli, estiveram no Hospital da Criança e do Adolescente (HCA) para entregar 94 novos leitos, entre clínicos e de terapia intensiva (UTI). Com isso, cerca de 50 crianças que estavam “internadas” no corredor do Pronto Atendimento Infantil (PAI) puderam ser transferidas.

Fonte: r7

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BrasilSaúde

Hospitais infantis enfrentam lotação com aumento da incidência de problemas respiratórios

por Redação 18 de maio de 2023

Os hospitais de São Paulo enfrentam expressivo aumento de atendimentos a bebês e crianças com sintomas de doenças respiratórias. O causador da maioria das infecções é o VSR (vírus sincicial respiratório).

“Principalmente as crianças de até 2 anos estão muito sujeitas a doenças graves, como a bronquiolite”, diz o médico intensivista Anderson Oliveira.

Por causa do aumento das doenças respiratórias em crianças (de 0 a 12 anos), a lotação das UTIs (Unidades de Terapia Intensiva) pediátricas na rede pública de saúde de São Paulo está se esgotando. Na terça-feira, 87% dos 124 leitos disponíveis na rede municipal da capital estavam ocupados, e 70% desse percentual era de crianças vítimas de doenças respiratórias, segundo a Secretaria Municipal de Saúde.

Na rede estadual paulista, que conta com 888 leitos de UTIs e unidades de terapia semi-intensiva pediátrica, a taxa média de ocupação pediátrica na quarta-feira era de 72,07% para hospitais de administração direta e de 75,64% para hospitais geridos por OSS (Organizações Sociais de Saúde), segundo a secretaria estadual.

Dados
Ainda conforme a pasta, apenas em janeiro e fevereiro de 2023 cerca de 14 mil crianças foram internadas com diagnóstico de doenças respiratórias. As referências estaduais para atendimento pediátrico são os hospitais Darcy Vargas, no Morumbi (zona sul), e Cândido Fontoura, no Belenzinho (zona leste). No Cândido Fontoura, na quarta-feira, a ocupação tanto na UTI pediátrica quanto na UTI neonatal era de 85%, segundo a Secretaria Estadual de Saúde.

Em leitos de enfermaria pediátrica, a taxa de ocupação era de 92%. No Hospital Darcy Vargas, a ocupação na UTI pediátrica era de 83,8% e na UTI neonatal, de 53,9%. Os leitos de enfermaria pediátrica tinham a taxa de ocupação mais alta: 99,8%.

Metade dos casos é de VSR; Covid responde por um terço
O Boletim InfoGripe, pesquisa semanal divulgada pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), constatou que, no período de quatro semanas encerrado em 22 de abril, praticamente a metade (48,6%) dos casos de síndromes respiratórias agudas graves com resultado laboratorial positivo foi causada pelo vírus sincicial respiratório, enquanto o coronavírus causou 29,5% das doenças. É uma diferença de quase 20 pontos percentuais.

Segundo o médico Anderson Oliveira, que também é cirurgião geral e gestor em saúde, o crescimento de doenças respiratórias é comum desde o fim de março até julho, mas neste ano está ocorrendo uma incidência maior.

“Em São Paulo, a taxa de internação chegou a aumentar em 40%, e algumas UTIs pediátricas chegaram a estar com até 90% de ocupação. Isso não é comum”, afirma.

“O VSR é o maior causador de bronquilite e outras doenças respiratórias agudas graves e pode aumentar a taxa de mortalidade, principalmente de crianças menores de 2 anos. Crianças que nasceram prematuras, com doenças como asma ou com malformação, também têm prognóstico ruim”, diz o especialista. O médico ressalta que esse vírus é muito mais grave para crianças do que para adultos, por causa do menor nível de imunidade alcançado.

Imunização
Não existe vacina contra o VSR, mas especialistas afirmam que imunizar as crianças contra gripe e Covid-19, como já é feito normalmente nesta época, também ajuda a evitar doenças causadas pelo VSR.

“Embora para o VSR ainda não tenhamos vacina disponível, levar as crianças para tomar as vacinas contra a gripe e contra a Covid-19 reduz a chance de elas terem problemas respiratórios por esses outros vírus, que também são perigosos. Isso diminui a própria exposição das nossas crianças ao VSR nos hospitais e postos de saúde”, diz o pesquisador Marcelo Gomes, coordenador do InfoGripe.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Copyright © Estadão. Todos os direitos reservados.

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São PauloSaúde

Capital paulista amplia vacinação com Pfizer bivalente para novos grupos a partir de hoje

por Redação 5 de abril de 2023

A Prefeitura de São Paulo amplia a partir desta quarta-feira (5) a vacinação contra a Covid-19 com a Pfizer bivalente para profissionais de saúde, pessoas com deficiência física permanente, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional, além de pessoas com comorbidades com idade a partir de 12 anos.

A campanha é reforçada após a administração receber, ao longo das últimas semanas, 521.232 doses do imunizante.

A vacinação na cidade de São Paulo com as doses bivalentes segue disponível também para todos os idosos acima de 60 anos de idade, além de pessoas maiores de 12 anos com imunossupressão, indígenas, gestantes e puérperas, residentes em Instituições de Longa Permanência e funcionários desses equipamentos da cidade de São Paulo.

Estão recebendo esse imunizante as pessoas dos grupos prioritários que completaram o esquema básico ou que já receberam uma ou duas doses de reforço, respeitando o intervalo de quatro meses da mais recente dose recebida.

De acordo com o Boletim Vacinômetro divulgado na terça-feira (4), a SMS (Secretaria Municipal da Saúde) já aplicou 859.924 doses da vacina Pfizer bivalente.

Serviço
A vacinação contra a Covid-19 é feita nas UBSs e nas AMAs/UBSs Integradas, de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, e aos sábados, nas AMAs/UBSs Integradas, também das 7h às 19h. Os endereços das unidades podem ser encontrados na página Vacina Sampa.

Fonte: r7

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GuarulhosSaúde

Uso de máscara em serviços de saúde se torna obrigatório apenas para alguns grupos; veja quais

por Redação 3 de abril de 2023

Nesta segunda-feira (3) a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), por meio de uma nota técnica, estabelece que o uso universal de máscaras em serviços de saúde, como hospitais e clínicas, deixa de ser obrigatório.

Em razão da queda no número de casos e óbitos causados pela Covid e da disponibilidade de vacinas contra o vírus no PNI (Programa Nacional de Imunizações), a agência decidiu flexibilizar a recomendação de utilização do produto.

Atualmente, apenas algumas situações e grupos específicos devem usar o protetor facial. São eles:

  • Pacientes com sintomas respiratórios ou com diagnóstico positivo de Covid-19 e seus acompanhantes;
  • Pessoas que tiveram contato próximo com caso confirmado de Covid nos últimos 10 dias (período de transmissibilidade);
  • Profissionais que fazem a triagem de pacientes;
  • Profissionais dos serviços de saúde, visitantes e acompanhantes que transitam pelas áreas de internação de pacientes, como enfermarias, quartos, UTI (Unidade de Terapia Intensiva), unidades de urgência e emergência, corredores das áreas de internação, entre outros;
  • Qualquer área do serviço de saúde em que houver indicação do uso de máscara facial como EPI (Equipamento de Proteção Individual).

Entende-se como contato próximo uma pessoa que esteve a menos de um metro de distância de um caso confirmado por, no mínimo, 15 minutos, sem a utilização ou com uso incorreto de máscara pelos dois indivíduos.

Também aqueles que tiveram contato físico direto com o infectado e, posteriormente, tocaram os olhos, boca ou nariz antes de higienizar as mãos. Profissionais de saúde que prestaram assistência a casos de Covid sem usar EPI conforme recomendado, ou com o equipamento danificado, se enquadram no grupo de contato próximo.

Para as pessoas que tiveram contato domiciliar ou residem na mesma casa ou ambiente de uma pessoa diagnosticada com a doença, a recomendação também é o uso de máscara em serviços de saúde.

Destaque
A Anvisa reforça que o uso de máscara nesses locais é extremamente importante para acompanhantes e visitantes de pacientes internados. A orientação é que o equipamento deve continuar no rosto durante toda a permanência no serviço de saúde, para prevenir contaminação ou transmissão de Covid no ambiente hospitalar.

A agência reitera que as recomendações propostas no início da pandemia, em 2020, estão sendo continuamente reavaliadas, conforme a doença se apresenta no país e baseadas em publicações científicas.

Vale ressaltar que os serviços de saúde têm autonomia para optar por outras iniciativas de controle e prevenção de infecção. Isso significa que eles podem adaptar as orientações desta nota técnica conforme o cenário epidemiológico do local, as características do serviço, dos pacientes e os recursos disponíveis.

Fonte: r7

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GuarulhosSaúde

Governo de SP sanciona projeto que tira obrigatoriedade do comprovante de vacina de Covid-19

por Redação 15 de fevereiro de 2023

O governador do estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), sancionou, na terça-feira (14), o projeto de lei que tira a obrigatoriedade do comprovante de vacina contra a Covid-19 para acesso a locais públicos e privados. Os estabelecimentos que descumprirem a medida serão punidos.

O projeto de lei 668/2021 tira a obrigatoriedade da apresentação do documento para todos os públicos, exceto aos profissionais de saúde, já que eles podem ter contato com imunossuprimidos, além de trabalhadores em instituições para idosos, profissionais em contato com crianças portadoras de doenças crônicas e mulheres grávidas, considerando que estas pessoas estão mais propensas a desenvolver formas graves da doença.

“São Paulo atingiu os mais altos índices de cobertura vacinal do país. Mais de 90% da população foi imunizada. Esse resultado é fruto da conscientização das pessoas sobre a importância da vacinação. Por isso, vamos reforçar esse trabalho com a realização de campanhas de vacinação para todas as idades, com informação clara e precisa, além de disponibilizar a vacina para todos”, disse Freitas.

Ainda segundo o governo, a meta é orientar a população sobre a necessidade de manter acima de 90% a cobertura vacinal para o PNI (Plano Nacional de Imunização).

As campanhas vão prestar os esclarecimentos necessários e ainda informar que, para se sentir seguro, o cidadão pode recorrer ao imunizante disponível em todas as unidades básicas de saúde e postos de vacinação espalhados pelo estado.

“A Secretaria de Saúde e o governo são favoráveis à vacina e entendemos que ela é o melhor instrumento que une custo e efetividade para a prevenção de doenças. O que está em discussão é apresentação do comprovante em determinadas situações”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Eleuses Paiva.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSaúde

Cobertura vacinal e redução de filas na saúde são desafios para o Ministério da Saúde

por Redação 30 de dezembro de 2022

Recuperar o orçamento e estabelecer medidas de resgate da autoridade sanitária e da capacidade técnica do Ministério da Saúde para a coordenação do SUS (Sistema Único de Saúde) estão entre os principais desafios do governo do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva, que toma posse no próximo domingo (1º).

Ambas as estratégias são consideradas essenciais para que as demais prioridades da área, como o retorno de altos índices de coberturas vacinais e o enfrentamento de filas na atenção especializada, possam ser efetivadas. A pasta será comandada pela atual presidente da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), Nísia Trindade.

Segundo relatório elaborado pela equipe de transição, o país vive uma grave crise sanitária. Além das quase 700 mil mortes causadas pela Covid-19, o documento destaca um quadro de piora generalizada de indicadores, citando o risco de reintrodução de doenças como a poliomielite e o retorno de internações por desnutrição infantil provocadas pela fome.

A proposta é implementar um esforço concentrado nacional para reduzir filas de espera para diagnósticos, tratamentos e cirurgias de baixa e média complexidade, todas muito afetadas pela pandemia. Esse esforço, de acordo com o relatório, deve estar articulado a ações estruturantes para a reorganização de uma atenção básica resolutiva e integrada.

Desafios
Ainda de acordo com a publicação elaborada pela equipe de transição, o grave quadro sanitário brasileiro decorre de um conjunto de retrocessos institucionais, orçamentários e normativos que levaram ao desmonte das políticas de saúde e que afetaram o funcionamento de diversas áreas do SUS.

“A degradação da autoridade sanitária nacional e do papel de coordenação e articulação do Ministério da Saúde foram fatores chave na desestruturação de políticas e programas até então bem-sucedidos, como o PNI (Programa Nacional de Imunizações), Mais Médicos, Farmácia Popular, IST-Aids e Política Nacional de Saúde Integral da População Negra.”

O documento destaca que também foram seriamente afetados serviços que compõem as redes assistenciais do SUS: atenção básica, saúde mental, saúde da mulher, urgência e pessoa com deficiência. A estimativa é que, de 2018 a 2022, as perdas do SUS chegaram a quase R$ 60 bilhões, descontando-se gastos autorizados por medidas provisórias relacionadas à Covid-19.

“Para 2023, a saúde sofreu o impacto da desorganização provocada pela proposta de orçamento do governo, com consequências deletérias para programas como o Farmácia Popular, o Mais Médicos/Médicos pelo Brasil, o Saúde Indígena, entre outros. Também é altíssimo o risco de colapso de serviços essenciais por falta de financiamento federal e por comprometimento da compra de insumos essenciais, incluindo vacinas e medicamentos.”

Prioridades
O documento defende priorizar a recuperação de áreas como saúde mental, saúde da mulher, da criança e do adolescente e da população indígena. O mesmo olhar deve recair sobre programas citados como bem-sucedidos, mas desmantelados ao longo dos últimos anos, como o Farmácia Popular.

Por fim, o relatório destaca a retomada do estímulo ao desenvolvimento do Complexo Econômico e Industrial da Saúde e da transformação digital do SUS.

A publicação avalia ainda como urgente a verificação das condições de suporte, insumos e contratos em geral, citadas como “seriamente comprometidas” e como medidas fundamentais para a retomada do desenvolvimento de um sistema de saúde público, universal, integral e gratuito.

“Com relação aos colegiados de participação social, que foram desarticulados e desacreditados, impõe-se o resgate do compromisso com o fortalecimento do CNS (Conselho Nacional de Saúde), indispensável ao controle social e à gestão participativa no SUS; e a retomada das conferências nacionais de saúde.”

Fonte: Com informações da Agência Estado

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Mais previsões: Meteorologia 25 dias

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  • Guarulhos é um município da Região Metropolitana de São Paulo, no estado de São Paulo, no Brasil.
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