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DESEMPREGO

Emprego

Desemprego volta a subir em janeiro e atinge 8,3 milhões de brasileiros

por Redação 29 de fevereiro de 2024

Depois de fechar 2023 com a nona queda consecutiva, a taxa de desemprego no Brasil voltou a subir e chegou a 7,6% no trimestre encerrado em janeiro. Trata-se do menor nível para o mês desde 2015, segundo os dados da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), divulgada nesta quinta-feira (29) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A pesquisa mostra que, apesar do recuo, 8,3 milhões de brasileiros não ocupam uma vaga de trabalho. Segundo o IBGE, a quantidade de pessoas desempregadas recuou em 703 mil ao longo do ano.

O número de pessoas ocupadas teve uma leve alta e, agora, 100,5 milhões têm ocupação.

A massa de empregados com carteira de trabalho no setor privado chegou a 37,9 milhões, com alta de 1,1 milhão no ano. Esse número inclui os trabalhadores domésticos.

Já o número de empregados sem carteira no setor privado (13,4 milhões) ficou estável no trimestre. No ano, representaram 335 mil pessoas a mais.

Vale lembrar que, do final de 2015 até o começo de 2017, o Brasil passou pela sua mais profunda crise econômica. Na época, o PIB (Produto Interno Bruto, que mede o tamanho de uma economia) trimestral teve tombo de até 4,5%. Para efeito de comparação, a queda na pandemia foi de 3,3%, no final de 2020.

Salário médio do brasileiro
Os brasileiros empregados recebem, em média, R$ 3.034 — sem variação significativa na comparação com o trimestre anterior. Apenas os funcionários da administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais tiveram um reajuste, de, em média, R$ 94.

Na comparação com o trimestre de novembro de 2022 a janeiro de 2023, os colaboradores da indústria tiveram alta de 5,3% no salário (mais R$ 152), enquanto os funcionários do comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas receberam, em média, um aumento de R$ 125.

A massa de rendimento real habitual totalizou R$ 305,1 bilhões em janeiro de 2024, um novo recorde para a série histórica iniciada em 2012.

Desalentados e subutilização
A população desalentada registrou 3,6 milhões, ficando estável em comparação com o trimestre anterior. No ano, o índice recuou 9,8% (menos 388 mil pessoas).

Essa categoria é classificada como todos aqueles com mais de 14 anos que estavam fora do mercado de trabalho e não haviam realizado busca efetiva por uma colocação.

Já a taxa de subutilização, que calcula o percentual de desocupados, subocupados por insuficiência de horas trabalhadas, e a força de trabalho potencial, ficou em 17,6%.

Fonte: r7

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Emprego

Brasil fecha 430 mil vagas formais em dezembro, mas termina ano com saldo de 1,4 milhão de postos

por Redação 30 de janeiro de 2024

O Brasil criou 1.483.598 de vagas de trabalho com carteira assinada no acumulado do ano passado. Em dezembro, o país fechou 430.159 postos, resultado de 1,5 milhões de admissões e 1,9 milhões de desligamentos. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (30) pelo Caged (Cadastro Nacional de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho e Emprego.

Os números representam uma queda de 26,3% em relação ao ano de 2022, quando foram gerados 2,01 milhões de postos de trabalho.

Por região
No acumulado do ano, a região Sudeste foi a que mais registrou crescimento, totalizando 726.327 novos postos. Em contrapartida, o Norte do país foi a região que menos cresceu (106.375).

Veja abaixo todas regiões:

  • Sudeste: (726.327)
  • Nordeste: (298.188)
  • Sul: (197.659)
  • Centro-Oeste: (155.956)
  • Norte: (106.375)

Em dezembro de 2023, apenas o estado de Alagoas registrou saldo positivo. No acumulado do ano, as 27 unidades federativas registraram saldos positivos.

Os estados com maior saldo no ano passado foram São Paulo (390.719), Rio de Janeiro (160.570) e Minas Gerais: (140.836). Já os estados com menor saldo foram Acre (4.562), Roraima (4.966) e Amapá (5.701).

Saldo por setor
Os cinco grandes grupos de atividades econômicas registraram saldos negativos este ano. O maior crescimento do emprego formal ocorreu no setor de Serviços, com um saldo de 886.256 postos de trabalho. A segunda maior alta ocorreu no setor de Comércio, com um saldo de 276.528 vagas criadas.

Salário
O salário médio real de admissão em dezembro foi de R$2.026,33, apresentando estabilidade com leve redução de R$6,52 quando comparado com o valor corrigido de novembro (R$2.032,85).

Fonte: r7

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Economia

Congresso fortalece articulação para derrubar veto de Lula à desoneração da folha

por Redação 28 de novembro de 2023

A análise do veto total ao projeto da desoneração da folha de pagamento para os 17 setores que mais empregam está agendada para a próxima sessão do Congresso Nacional. Esse tema foi incluído como prioritário no acordo entre os líderes e foi confirmado pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Contudo, a falta de consenso em relação aos vetos relacionados às propostas sobre o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), as novas regras fiscais e o marco temporal ainda causa incertezas quanto à data da sessão.

Inicialmente, após o adiamento da reunião da última semana, estava previsto o remanejamento para terça-feira (28). Diante da ausência de acordo, a nova expectativa é que a sessão seja realizada na quinta-feira (30). Mesmo assim, persiste a possibilidade de mais um ajuste no cronograma.

A decisão de Lula provocou uma reação imediata no Congresso, levando parlamentares das duas Casas a se unirem na tentativa de reverter a medida o mais rapidamente possível. A proposta obteve ampla aprovação de deputados e senadores, passando pela Câmara com 430 votos a favor e 17 contra. No Senado, a votação foi simbólica — quando os senadores não registram o voto nominalmente. Isso é mais do que suficiente para superar o veto, o que requer o respaldo da maioria absoluta dos legisladores, ou seja, pelo menos 257 votos de deputados e 41 de senadores.

Para o vice-presidente da Câmara, deputado Marcos Pereira (Republicanos-SP), a tendência é que o veto seja derrubado. “O projeto de desoneração da folha é crucial para esses 17 setores. […] Não é o melhor modelo, mas é o que foi possível, e isso trouxe um debate muito intenso no Congresso. Meu sentimento é que o Congresso tende a derrubar esse veto do presidente Lula”, afirmou.

Para o deputado Luciano Zucco (Republicanos-RS), o veto “é mais um grave erro da equipe econômica”. “Estamos falando de milhares de postos de trabalho que arriscam desaparecer. A conta é simples: se o emprego fica mais caro, nós teremos demissão em massa. Cabe ao Congresso consertar mais esse erro grosseiro. Certamente, vamos derrubar esse veto”, disse.

Entidades pressionam Congresso
Entidades representativas dos setores desonerados pressionam para que o veto caia e avaliam que 1 milhão de empregos estarão sob risco após o fim da validade da medida. A quantidade corresponde a 1.023.540 postos abertos de janeiro a junho de 2023, conforme o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Os setores da economia contemplados com a desoneração da folha de pagamento registraram crescimento na geração de empregos superior ao de áreas que não são atendidas pela medida. Segundo levantamento feito com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), de janeiro de 2018 a dezembro de 2022, as atividades incluídas na desoneração contrataram ao menos 1,2 milhão de trabalhadores, ao passo que os demais setores abriram 400 mil postos de emprego.

Quando a medida entrou em vigor, 56 setores eram contemplados, mas o ex-presidente Michel Temer (MDB) sancionou, em 2018, uma lei que removeu 39 segmentos do regime. A medida valeria até 2021 e foi prorrogada pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL). A atual desoneração acaba no fim deste ano.

Ao orientar pelo veto integral ao projeto, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, alegou que a proposta é inconstitucional. Ele também se comprometeu a apresentar alternativas após a aprovação da reforma tributária e dos projetos que aumentam a arrecadação, como a taxação das apostas esportivas, dos investimentos de brasileiros no exterior (offshores) e de fundos exclusivos. Essas matérias devem entrar na pauta do Senado ainda nesta semana.

Como funciona?
A desoneração possibilita ao empregador optar por substituir a incidência da contribuição previdenciária patronal sobre a folha de salários pela incidência sobre a receita bruta da empresa. Em vez de o empresário recolher 20% sobre a folha de pagamento do funcionário, o tributo pode ser calculado ao se aplicar um percentual sobre a receita bruta da empresa, que varia de 1% a 4,5%, a depender do setor.

A contribuição não deixa de ser feita, apenas passa a se adequar ao nível real da atividade produtiva do empreendimento. Em outras palavras, as empresas que faturam mais contribuem mais. Com isso, é possível contratar mais empregados sem gerar aumento de impostos.

Fonte: r7

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Emprego

Taxa de desemprego no Brasil cai para 7,7% e encerra o 3º trimestre no menor nível desde 2015

por Redação 31 de outubro de 2023

A taxa de desemprego do Brasil continua em queda e atingiu 7,7% da população no terceiro trimestre, mostram dados revelados nesta terça-feira (31) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O percentual corresponde ao mais baixo nível de desocupados desde fevereiro de 2015 (7,5%). A taxa também é a menor para o intervalo entre julho e setembro desde 2014, quando o volume era de 6,9%.

Mesmo com a sequência de queda iniciada no mês de março, 8,3 milhões ainda buscam, sem sucesso, uma colocação no mercado de trabalho brasileiro. Com redução de 3,8% no trimestre, o contingente de desocupados é o menor desde o trimestre encerrado em junho de 2015.

No período entre julho e setembro, a baixa do desemprego foi motivada pela evolução do número de profissionais inseridos no mercado de trabalho, que totalizou 99,8 milhões de pessoas, o maior patamar de toda a série histórica, iniciada em 2012.

“A queda na taxa de desocupação foi induzida pelo crescimento expressivo no número de pessoas trabalhando e pela retração de pessoas buscando trabalho no terceiro trimestre de 2023”, explica Adriana Beringuy, coordenadora de Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua).

Na comparação com os três meses anteriores, o número de ocupados cresceu 0,9%, o que representa 929 mil pessoas a mais no mercado de trabalho. Com isso, o nível da ocupação foi estimado em 57,1%, taxa que representa o percentual de ocupados na população em idade de trabalhar.

Carteira assinada
A maioria do aumento no número de ocupados (587 mil pessoas) veio da categoria de empregados com carteira assinada no setor privado, que, com o acréscimo de 1,6%, chegou a 37,4 milhões de trabalhadores.

A categoria que integra os profissionais formais foi a única categoria investigada pela pesquisa que apresentou crescimento significativo no trimestre. As demais permaneceram estáveis. Na comparação com o mesmo período de 2022, o aumento foi de 1,1 milhão de pessoas (+3%).

Adriana destaca que mais da metade das pessoas que foram inseridas no mercado de trabalho no terceiro trimestre tiveram a carteira assinada. “Isso fez com que a expansão da ocupação formal fosse muito maior que a da informal”, observa ela.

No período, o mercado de trabalho absorveu 631 mil trabalhadores formais e 299 mil informais. A taxa de informalidade chegou a 39,1% do total de ocupados, o que representa estabilidade frente ao trimestre encerrado em junho. Ao todo, foram estimados 39 milhões de trabalhadores informais.

O número de pessoas dentro da força de trabalho, índice que soma o número de ocupados e desocupados, chegou a 108,2 milhões, com alta de 597 mil pessoas no terceiro trimestre. No mesmo período, a população fora da força, estimada em 66,8 milhões, ficou estável.

Fonte: r7

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Brasil

Indefinição sobre desoneração da folha de pagamento impacta planejamento das empresas

por Redação 23 de outubro de 2023

A indefinição sobre a prorrogação da desoneração da folha de pagamento para os 17 setores da economia que mais empregam no país tem impactado o planejamento das empresas. Havia a expectativa de que a proposta fosse votada na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado na última terça-feira (17). No entanto, houve um pedido de vista coletivo, liderado por parlamentares da base do governo, o que atrasou a análise da matéria.

O projeto substitui a contribuição previdenciária de 20% sobre a folha salarial por uma contribuição com alíquota entre 1% e 4,5% da receita bruta das empresas. O benefício já está em vigor, mas tem data de validade até 31 de dezembro de 2023. A intenção é aprovar o projeto que estende o prazo até dezembro de 2027.

A presidente da Federação de Manutenção da Infraestrutura de Redes de Telecomunicações e de Informática, Vivien Suruagy, afirma que o setor ainda não tem os planejamentos de 2024 concluídos, à espera da definição sobre a desoneração.

“Nós estamos sem planejamento. A partir de janeiro, se não passar a desoneração, o nosso tributo vai subir, triplicar. Infelizmente, as empresas não terão possibilidade de investir”, afirma. “Uma empresa minimamente responsável e organizada faz o planejamento do próximo ano com seis meses de antecedência, mas até agora nós não sabemos se vamos contratar, treinar e qualificar ou demitir nos próximos meses”, completa.

O advogado especializado em consultoria tributária Vinicius Costa explica que, no caso de a desoneração não ser aprovada a tempo, as empresas vão passar a recolher contribuições previdenciárias em valor muito superior ao atual. “Muito embora as empresas já devessem ter se programado para o fim do benefício, é certo que o provisionamento prejudica as operações, principalmente daqueles contribuintes que dispõem de pouco valor em caixa”, afirma.

A votação do projeto ficou para a esta terça-feira (24) na CAE. Por enquanto, ainda não está definido se o texto terá a tramitação encerrada na comissão ou se irá ao plenário do Senado. Além disso, ainda há a possibilidade de vetos do presidente da República, o que faria a matéria retornar à discussão no Congresso.

Segundo o autor do texto, senador Efraim Filho (União-PB), se a proposta não for aprovada, 300 mil a 600 mil empregos deixarão de existir nos setores que mais empregam, como a construção civil, transportes públicos e o setor de call center.

O parlamentar observou que o governo federal considerou a possibilidade de incluir a desoneração da folha de pagamento na discussão da reforma tributária. Porém ele lembrou que o benefício se encerra em dezembro e, se não for estendido, pode prejudicar os empresários. “Então, já se está dizendo que não vai ter tempo de analisar a desoneração da folha de pagamento embutida na discussão da reforma tributária”, concluiu.

Discussão no Senado
A proposta foi aprovada pelo Senado em junho e seguiu para a análise dos deputados, que fizeram mudanças no texto. Por isso, está sendo discutida pelos senadores novamente. Desde a tramitação na Câmara, o ponto de entrave é o que trata do benefício para as pequenas cidades.

Os municípios foram inicialmente incluídos no projeto no parecer do senador Angelo Coronel (PSD-BA), que beneficia cidades com até 142 mil habitantes. Ele propôs reduzir a alíquota da contribuição previdenciária sobre a folha dos municípios de 20% para 8%, mas houve alteração na Câmara.

A proposta aprovada estendeu o benefício a outras prefeituras e reduziu a alíquota para valores entre 8% e 18%, a depender da renda per capita do município. O relatório em avaliação pela CAE do Senado, no entanto, tenta aprovar a primeira versão do texto.

Ainda assim, o governo é resistente à medida porque, segundo o Ministério da Fazenda, a desoneração acarretará uma renúncia fiscal estimada em cerca de R$ 9,4 bilhões. No entanto, a inclusão dos municípios pequenos nesse tipo de concessão é o que preocupa, pois se trata de uma renúncia inédita em um momento em que a equipe econômica tenta ampliar as fontes de arrecadação para garantir o equilíbrio fiscal.

Veja abaixo quais são os 17 setores beneficiados pela desoneração da folha de pagamento:

  • calçados;
  • call center;
  • comunicação;
  • confecção;
  • construção civil;
  • construção de obras de infraestrutura;
  • couro;
  • fabricação de veículos e carrocerias;
  • máquinas e equipamentos;
  • proteína animal;
  • têxtil;
  • tecnologia da informação;
  • tecnologia de comunicação;
  • projeto de circuitos integrados;
  • transporte metroferroviário de passageiros;
  • transporte rodoviário coletivo; e
  • transporte rodoviário de cargas.

Arrecadação, salários e empregos
Sem a desoneração dos 17 setores, o país teria perdido R$ 34,3 bilhões de Contribuição Previdenciária Patronal (CPP) entre 2018 e 2022. O imposto é pago pelas empresas para bancar os direitos previdenciários dos empregados.

A iniciativa garantiu, em 2022, um aumento de 19,5% na remuneração dos trabalhadores desses setores. Se a folha não tivesse sido desonerada, os salários médios desses segmentos seriam de R$ 2.033. Com a desoneração, a média salarial desses trabalhadores subiu para R$ 2.430.

Os números são da Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação e de Tecnologias Digitais (Brasscom), com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

A cada 10% de desoneração da folha de pagamento, estima-se um aumento de 3,4% dos empregos formais. A conclusão é de um estudo de 2021 da Fundação Getulio Vargas (FGV) com base em números do então Ministério da Economia. O levantamento do governo federal analisou o impacto da redução de custos trabalhistas na geração de postos de trabalho.

O estudo da FGV revela que os setores desonerados apresentaram maior possibilidade de contratação de trabalhadores. Isso porque a desoneração afetou a probabilidade de ingresso no mercado de trabalho em cerca de 3%.

Fonte: r7

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Emprego

Taxa de desemprego cai para 8% e aflige 8,6 milhões no 2º trimestre

por Redação 28 de julho de 2023

O desemprego no Brasil manteve a recente trajetória de queda e atingia 8% da população no segundo trimestre de 2023. Trata-se do menor patamar para o período desde 2014, quando a taxa era de 6,9%, segundo dados revelados nesta sexta-feira (28) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Mesmo em baixa, o percentual de desocupados em território nacional equivale a 8,6 milhões de pessoas ainda fora da força de trabalho, segundo os números da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios).

O número corresponde a uma queda de 8,3% no volume de desempregados em relação ao trimestre encerrado em março e de 14,2% em comparação com o mesmo período do ano passado. O volume de pessoas ocupadas, por sua vez, foi de 98,9 milhões, um aumento de 1,1% na comparação trimestral e de 0,7% na anual.

Adriana Beringuy, coordenadora da pesquisa, recorda que o recuo ocorre após uma leve alta da taxa de desocupação nos primeiros três meses deste ano (8,8%). “Esse movimento aponta para a recuperação de padrão sazonal desse indicador. Pelo lado da ocupação, destaca-se a expansão de trabalhadores na administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais, no trimestre e no ano”, avalia ela.

O número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado figura em 36,8 milhões, o que representa uma estabilidade ante o trimestre anterior, mas que corresponde a um aumento de quase 1 milhão (+2,8%) de novos trabalhadores formais na comparação anual.

Informalidade
A taxa de informalidade foi de 39,2% no segundo trimestre, contra uma taxa de 39% nos três primeiros meses do ano e de 40% no mesmo período de 2022. “O tipo de vínculo que se destaca como responsável pelo crescimento da ocupação vem de um dos segmentos da informalidade, que é o emprego sem carteira assinada”, explica Adriana.

Os dados da Pnad revelam ainda que o contingente de empregados no setor privado sem carteira de trabalho assinada chegou a 13,1 milhões de pessoas, alta de 2,4% (mais 303 mil pessoas) na comparação trimestral.

Já a quantidade de trabalhadores com carteira assinada no setor ficou estável no trimestre, totalizando 36,8 milhões de pessoas, mas com aumento de 2,8% (mais 991 mil pessoas) em relação ao mesmo trimestre do ano passado.

Na categoria dos trabalhadores por conta própria, formada por 25,2 milhões de pessoas, foi registrada estabilidade na comparação com o trimestre anterior. Em relação ao mesmo período do ano passado, o indicador, neste trimestre, apresentou uma redução de 491 mil pessoas.

Fonte: r7

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EmpregoSão Paulo

Cidades mais afetadas por chuvas no litoral de SP perdem vagas de trabalho após tragédia

por Redação 10 de maio de 2023

As cidades de São Sebastião e Ubatuba, as duas mais afetadas pelos temporais que atingiram o litoral norte de São Paulo no final do mês de fevereiro, amargaram o corte de vagas de trabalho com carteira assinada no mês de março.

De acordo com dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho, São Sebastião fechou o mês seguinte ao desastre com 249 postos formais a menos. Em Ubatuba, houve o desligamento de 214 cargos.

As cidades de Bertioga e Ilhabela também sofreram com o desastre e perderam, respectivamente, 51 e 17 postos formais de trabalho em março. Já em Caraguatatuba (21) e no Guarujá (48), o volume de contratações superou o de demissões.

A tragédia que atingiu o litoral norte de São Paulo resultou em 65 óbitos, sendo 64 deles em São Sebastião e um em Ubatuba. Os demais municípios atingidos pela tragédia não contabilizaram mortes.

Diante da catástrofe, foi liberado o Saque Calamidade do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) aos trabalhadores das cidades afetadas pelos temporais. O prazo para a solicitação dos recursos termina no próximo dia 21 de maio.

Fonte: r7

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EmpregoGuarulhos

Desemprego sobe para 8,6% em fevereiro e atinge 9,2 milhões de brasileiros

por Redação 31 de março de 2023

Depois de abrir 2023 com a primeira alta em dez meses, a taxa de desemprego no Brasil voltou a subir e atingia 8,6% dos trabalhadores no trimestre encerrado em fevereiro. Apesar da oscilação positiva, o percentual corresponde à menor taxa para o período desde 2015 (7,5%).

Com o movimento, a quantidade de profissionais ainda fora da força de trabalho equivale a 9,2 milhões de pessoas, segundo números apresentados nesta sexta-feira (31) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O aumento de 5,5% no número de desocupados representa um acréscimo de 483 mil pessoas à procura por trabalho no Brasil.

Adriana Beringuy, coordenadora de trabalho e rendimento do IBGE, afirma que o aumento da desocupação ocorreu após seis trimestres de quedas significativas seguidas. Ela reforça que a melhora do mercado de trabalho foi muito influenciada pela recuperação no período pós-pandemia.

“Voltar a ter crescimento da desocupação nesse período pode sinalizar o retorno à sazonalidade característica do mercado de trabalho. Se olharmos retrospectivamente, na série histórica da pesquisa, todos os trimestres móveis encerrados em fevereiro são marcados pela expansão da desocupação, com exceção de 2022”, explica ela.

O trimestre compreendido entre os meses de dezembro e fevereiro também foi marcado pela queda em 1,6%, o equivalente a 1,6 milhão de pessoas, do quadro de profissionais no mercado de trabalho. Com a variação, o nível de ocupação, percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar, chegou a 56,4%, queda de 1 ponto percentual na comparação com os três meses anteriores.

“A população ocupada tem um comportamento que é o inverso da trajetória da população desocupada. Nos primeiros meses do ano, há um movimento praticamente conjugado, de retração da população ocupada e a expansão da desocupação. Isso é ligado tanto às dispensas dos trabalhadores temporários que costumam ser contratados no fim do ano quanto à maior pressão do mercado de trabalho após o período de festas”, analisa Adriana.

Categorias
O empregado sem carteira no setor público (-14,6% ou menos 457 mil), o empregado sem carteira assinada no setor privado (-2,6% ou menos 349 mil pessoas) e o trabalhador por conta própria com CNPJ (-4,8% ou menos 330 mil) foram as categorias que mais perderam postos no trimestre encerrado em fevereiro.

O número de empregados com carteira assinada no setor privado, por sua vez, ficou estável após seis trimestres consecutivos de crescimento significativo. O número vai em linha com os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), que mostra um saldo positivo de contratações formais no início deste ano.

Ainda na comparação com o trimestre anterior, houve redução de 206 mil pessoas na categoria dos empregadores, que agora soma 4,1 milhões de pessoas. Já o número de trabalhadores domésticos ficou estável e é estimado em 5,8 milhões. A taxa de informalidade também ficou estável no trimestre (38,9%).

No mesmo período, não houve crescimento de ocupação em nenhum dos setores pesquisados. Quatro deles tiveram retração no período: administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (-2,7%, ou menos 471 mil pessoas), indústria geral (-2,7%, ou menos 343 mil pessoas), agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (-2,3%, ou menos 202 mil pessoas) e outros serviços (-3,2%, ou menos 171 mil pessoas).

Adriana avalia que o movimento do setor da administração pública tem razões sazonais. “A retração tem relação com os setores de saúde e, principalmente, de educação. É possível observar, ao longo da série histórica, que no início de cada ano, há dispensa especialmente dos trabalhadores sem carteira contratados pela administração pública de forma temporária”, destaca ela.

Fonte: r7

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BrasilEconomia

Brasil tem quatro estados perto de alcançar o pleno-emprego

por Redação 13 de março de 2023

Mesmo com 8,6 milhões de desempregados no Brasil — contingente equivalente a toda a população da Suíça —, quatro estados vivem uma realidade diferente, com uma disputa intensa pela mão de obra.

Em 2022, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Santa Catarina encerraram o ano com uma taxa de desocupação abaixo de 4%, de acordo com dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas). Enquanto isso, Bahia, Pernambuco, Sergipe e Amapá continuam com taxas acima de 10%.

Os números positivos de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia podem ser explicados pelo bom desempenho do agronegócio nos últimos anos, o que ajudou a estimular toda a economia local.

“De um modo geral, são estados com um conjunto de atividades relacionadas ao agronegócio”, afirma Ezequiel Resende, coordenador da unidade de economia, estudos e pesquisa da Fiems (Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul).

A força do agronegócio não beneficiou apenas o setor nesses Estados, mas também toda a cadeia ligada a ele – como produção de máquinas. Em 2023, por exemplo, a expectativa é de que o País colha uma safra recorde de grãos, alcançando 298 milhões de toneladas, um crescimento de 13,3% em relação a 2022 (34,9 milhões de toneladas a mais).

Ponderação
Em Rondônia, porém, apesar de o agro movimentar o mercado de trabalho, a baixa taxa de desemprego também está associada à reduzida participação da força de trabalho. Enquanto no Brasil, no ano passado, 62,4% da população em idade de trabalhar estava empregada ou buscava emprego, em Rondônia, esse número era de 60,5%. Essa diferença sugere que, no Estado, há uma busca menor por ocupação, segundo o economista Lucas Assis, da consultoria Tendências.

Já em Santa Catarina, a explicação para o baixo desemprego vai além do campo. Com agronegócios e indústria alimentícia no oeste, indústria metalomecânica e têxtil no norte, turismo e tecnologia no litoral e indústrias cerâmica e de móveis no sul, a diversificação da economia catarinense torna improvável uma explosão no desemprego mesmo quando o país enfrenta crises severas.

“Essa diversificação produtiva permite ao Estado não ser abatido de maneira tão forte por crises setoriais”, diz o economista-chefe da Fiesc (Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina), Pablo Bittencourt. “Quando tem um problema no agro, tem outro setor respondendo melhor.”

Fonte: Com informações da Agência Estado

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