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LAVAGEM DE DINHEIRO

Segurança

Renato Cariani é indiciado por associação para o tráfico de drogas e outros dois crimes

por Redação 19 de dezembro de 2023

O influenciador fitness Renato Cariani foi indiciado pela Polícia Federal, nesta segunda-feira (18), pelos crimes de associação para o tráfico, lavagem de dinheiro e tráfico equiparado — já que ele vendia um insumo usado na produção de drogas.

Cariani prestou depoimento durante quatro horas na sede da PF nesta tarde. Suspeito de envolvimento em um esquema que teria desviado 12 toneladas de produtos químicos para a produção de drogas, ele chegou acompanhado do advogado e não conversou com a imprensa.

Segundo a PF, a empresa Anidrol, que tem o influenciador como um dos sócios, começou a ser investigada em 2015, depois que uma farmacêutica denunciou a emissão de notas fiscais falsas.

A empresa teria vendido produtos químicos controlados para serem usados na produção e no refino de drogas. Além disso, as transações eram mascaradas pela emissão de notas frias. A investigação ainda revela que a quantidade de produto negociada seria suficiente para produzir até 15 toneladas de crack ou cocaína.

Em 2021, Cariani admitiu à Polícia Civil ser o técnico responsável pela empresa, ou seja, as transações financeiras teriam que passar por ele.

Operação
A PF desarticulou, na última terça-feira (12), um esquema que teria desviado 12 toneladas de produtos químicos para a produção de cocaína e crack.

Entre as drogas encontradas estão, em grandes quantidades, fenacetina, acetona, éter etílico, ácido clorídrico, manitol e acetato de etila — o suficiente para preparar mais de 19 toneladas de entorpecentes prontos para consumo.

Mais de 70 agentes cumpriram 18 mandados de busca e apreensão em São Caetano do Sul, São Bernardo do Campo, Ribeirão Preto, Diadema, Praia Grande, Guarujá, Curitiba e Rubim (MG). No esquema, ainda há endereços no Paraná.

Fonte: r7

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São Paulo

Influenciador é investigado em SP por fazer rifas de carros de luxo indevidas, mas nega acusações

por Redação 11 de outubro de 2023

O influenciador Bruno Lima, que acumula mais de 3 milhões de seguidores em uma rede social, é investigado pela Polícia Civil de Campinas, no interior de São Paulo, por promover rifas indevidas de carros de luxo na internet. Além dele, duas pessoas são investigadas pela Operação Hermes, que começou na segunda-feira (9).

Conforme a investigação, a suposta organização criminosa é responsável por realizar essas rifas de veículos de luxo online, com sorteio vinculado aos prêmios das loterias federais, prática ilícita.

Com três mandados de busca e apreensão, a polícia procura arrecadar provas do crime de lavagem de dinheiro, realizado por meio desses sorteios.

O influenciador publicou uma nota nas redes sociais em que nega as acusações. Ele afirma que, assim que as investigações terminarem, vai voltar a fazer rifas.

“Minha equipe jurídica está trabalhando no processo. Nunca enganamos nenhuma pessoa, nenhum ganhador, e nenhum resultado foi burlado. Todos receberam [os prêmios]”, escreveu Bruno.

Ele explica que alguns ganhadores optaram por receber o valor do carro por Pix. Por isso, esses veículos acabavam voltando para a loja dele. Bruno afirma, ainda, que tem todas as provas e que os documentos foram entregues à polícia.

Durante a operação, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão e apreendidos 14 veículos, celulares e aparelhos eletrônicos. Segundo a polícia, os suspeitos tiveram suas redes sociais suspensas, e os valores existentes em suas contas bancárias foram bloqueados.

Ganhadores das rifas defendem o influenciador
A pedido de Bruno, os ganhadores das rifas estão divulgando os prêmios que receberam. “Para quem está achando que é golpe, pare. O Bruno precisa voltar com os sorteios porque quero ganhar mais”, escreveu a seguidora Débora Rosa, ao mostrar o prêmio em dinheiro que ganhou.

Maria Fernanda Ross também compartilhou o comprovante de transferência, no valor de R$ 10 mil, que recebeu do influenciador ao ganhar a rifa. O internauta Felipe Moura divulgou a foto da moto que conquistou após também ter participado do sorteio.

Alexandre Félix mostrou o carro Fiat Fastback, avaliado em cerca de R$ 120 mil, que conseguiu ao ter participado das rifas de Bruno. Diversos outros ganhadores também compartilharam informações sobre o prêmio.

A mulher dele, a influenciadora Ste Enes, também se posicionou sobre o assunto e disse que esperava que “as coisas ficassem no sigilo”, mas que confia no marido. “Honesto em tudo que faz”, ressaltou.

Operação Hermes
Na segunda-feira (9), a Polícia Civil de Campinas iniciou a Operação Hermes, visando desarticular organização criminosa especializada em jogos de azar e arrecadar provas do crime de lavagem de dinheiro oriundos da prática criminosa.

Segundo o apurado, a organização criminosa é responsável por difundir, indevidamente, rifas online de veículos de luxo, com sorteio vinculado aos prêmios das loterias federais, prática ilícita.

Além disso, o grupo não divulgava o nome dos vencedores e tampouco comprovava o pagamento do prêmio. Os veículos que eram sorteados estavam à venda em uma loja pertencente a um dos alvos da operação.

Os sorteios eram utilizados como forma de camuflar a arrecadação dos valores ilícitos do grupo, que movimentou somas incompatíveis com as informações prestadas aos órgãos fiscais.

Fonte: r7

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Política

Coaf identifica transações atípicas de Carla Zambelli e que assessor repassou dinheiro para adolescente

por Redação 6 de setembro de 2023

O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) constatou que contas ligadas à deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) “podem indicar suspeita de lavagem de dinheiro”. De acordo com os dados compartilhados pelo Coaf com a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de Janeiro, Zambelli teria usado uma conta pessoal “para receber doações em favor da Associação Movimento nas Ruas”, da qual é fundadora. Os valores chegam a R$ 197,8 mil.

“Visto que a conta deve ser utilizada para movimentação de recursos próprios, concluiu-se que as doações recebidas na conta da Sra. Carla caracterizam movimentação de recursos de terceiro, podendo indicar suspeita de lavagem de dinheiro”, destacou o documento do conselho.

Zambelli teria transferido os valores para outra conta, também de sua titularidade. Ao R7, a deputada afirmou que não teve acesso ao relatório do Coaf e que, por isso, não pode comentar o caso. “Eles desrespeitaram o período e vazaram seletivamente uma parte só do relatório”, completou, em referência à CPMI.

O advogado da parlamentar Daniel Bialski declarou que “não há nada de ilícito ou irregular nessa movimentação”.

Empresa de esposa de assessor
No mesmo material, o Coaf analisou as transações, de 2/5/2022 a 31/7/2023, da empresa Hernani Filmes e Marketing Digital, de propriedade de Monica Romica, esposa de Jean Hernani, assessor parlamentar de Zambelli. “Constatamos indícios de que o Sr. Jean Hernani utilizou a empresa em nome de sua cônjuge”, destaca o relatório. Jean teria recebido R$ 367 mil da empresa da esposa.

Segundo o Coaf, a firma pode ter sido usada como fachada. A empresa teria movimentado R$ 753 mil com candidatos do PL nas eleições de 2022 e com o próprio partido. O R7 aguarda a resposta de Jean e Monica.

Zambelli teria enviado à firma R$ 94 mil. O Coaf destacou nove recebedores de recursos da Hernani Filmes e Marketing Digital, além de Jean, do PL e dos candidatos da sigla. Entre eles está um adolescente de 17 anos, que teria recebido R$ 16.595 em seis transações. Os valores repassados pela empresa aos nove destinatários somam R$ 289.798.

“As movimentações foram consideradas atípicas, caracterizando comportamento de fast cashout (entrada e saída rápidas do saldo da conta; modelo pode ser usado para dificultar a origem dos recursos) com a rápida movimentação de fundos, triangulação e desvio de finalidade. Os comportamentos suspeitos identificados resultaram bloqueio das operações, na qual seguimos com o processo de encerramento do relacionamento”, destacou o relatório do Coaf.

Fonte: r7

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Mundo

Filho de presidente da Colômbia é preso por lavagem de dinheiro e enriquecimento ilícito

por Redação 29 de julho de 2023

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, informou neste sábado (29) que seu filho mais velho, Nicolás Petro, foi preso por lavagem de dinheiro e enriquecimento ilícito, em um escândalo relacionado à campanha presidencial.

“Meu filho Nicolás e sua ex-esposa Days foram capturados pelo Ministério Público. Como pessoa e como pai, tanta autodestruição me machuca muito e o fato de um dos meus filhos ir para a cadeia”, escreveu Petro no Twitter, agora renomeado X (veja a mensagem completa abaixo).

Em seguida, o mandatário desejou sorte: “Ao meu filho, desejo sorte e força. Que esses casos reforcem seu caráter e que possa refletir sobre seus próprios erros. Como afirmei diante da Procuradoria, não vou intervir nem pressionarei suas decisões; que o Direito guie livremente o processo”, completou.

Daysuris Vásquez acusou o ex-companheiro de ter recebido grandes quantias de dinheiro de narcotraficantes e contrabandistas em 2022, durante a corrida presidencial.

Han sido capturados por la fiscalía mi hijo Nicolás y su ex esposa Days

Como persona y padre me duele mucho tanta autodestrucción y el que uno de mis hijos pase por la cárcel; como presidente de la República aseguró que la fiscalía tenga todas las garantías de mi parte para…

— Gustavo Petro (@petrogustavo) July 29, 2023

Fonte: r7

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Política

Collor não deve ser preso de imediato após término de julgamento no STF; entenda

por Redação 22 de maio de 2023

O ex-presidente da República e ex-senador Fernando Collor de Mello é alvo de um julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) que pode levá-lo à prisão pelo suposto recebimento de propina em contratos da BR Distribuidora, antiga subsidiária da Petrobras na venda de combustíveis. A maioria dos ministros já votou pela condenação dele, mas Collor não deve passar a cumprir a pena imediatamente após o término do julgamento.

Segundo especialistas ouvidos pelo R7, assim que o Supremo concluir o julgamento, a defesa dele ainda pode apresentar embargos de declaração, que são uma espécie de recurso para que o Judiciário esclareça contradição ou omissão de uma decisão proferida por juiz ou por órgão colegiado. Esse tipo de recurso tem cinco dias para ser formulado e o mesmo prazo para ser julgado.

Os embargos de declaração, caso sejam apresentados, serão analisados de forma individual pelo ministro relator do processo de Collor, Edson Fachin. Se ele aceitar o recurso, o STF pode ter que refazer o julgamento de Collor. Se ele negar, permanece válida a decisão que condenou o ex-presidente.

“Do ponto de vista processual, a apresentação dos embargos de declaração é para ganhar tempo. Caso eles não sejam acolhidos, o ministro relator vai expedir um mandado de prisão e, assim, Collor será preso e começa a cumprir a pena”, destaca Vera Chemin, especialista em direito constitucional e mestra em administração pública pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Segundo Guilherme Barcelos, membro da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político, Collor só pode ser preso após o trânsito em julgado do processo que o envolve, isto é, quando todos os embargos de declaração forem analisados e não houver mais possibilidade de apresentação de recursos.

“Formada maioria pela condenação, sobretudo observando a alta pena imposta pelo voto do relator, o ex-presidente deverá ser recolhido à prisão, tendo em vista que o regime inicial de cumprimento da pena é fechado. Eventual prisão, no entanto, só poderá se dar com o trânsito em julgado da sentença penal condenatória”, explica.

Tempo de prisão
O ministro Edson Fachin votou pela condenação de Collor a 33 anos, 10 meses e 10 dias de prisão pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e integração de organização criminosa.

Até o momento, acompanharam o entendimento do relator os ministros Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, Luiz Fux e Cármen Lúcia. O ministro André Mendonça só não concordou com a condenação por integração de organização criminosa. O ministro Kassio Nunes Marques votou pela absolvição de Collor.

Sobre o tempo de prisão, nenhum dos ministros que acompanharam o posicionamento de Fachin se manifestou sobre a pena proposta pelo relator, o que deve ser definido só na próxima semana.

No voto para condenar Collor, Fachin disse que ele não preenche os requisitos para substituir a prisão em regime fechado por penas mais brandas, como prestação de serviços à comunidade ou a entidades públicas, pois a condenação estabelecida foi de mais de quatro anos.

O ministro destacou, também, que a pena não pode ser suspensa devido à idade do ex-presidente, que tem 73 anos, nem por motivos de saúde. Segundo o Código Penal, a condenação de pessoa com mais de 70 anos só pode ser suspensa caso a pena aplicada seja de no máximo quatro anos de prisão.

De todo modo, segundo o advogado criminalista Fernando Castelo Branco, a defesa de Collor pode apresentar um pedido ao STF para que o ex-presidente cumpra a pena em prisão domiciliar em razão da idade avançada.

“A lei não faz menção de que idade é um balizador para cumprir ou não uma pena em regime fechado. Mas, muitas vezes, a questão da idade carrega com ela um problema relacionado à saúde. Se isso for detectado e houver justificativa plausível para que um regime fechado não se justifique por causa de risco à saúde, os advogados podem pleitear o cumprimento em regime domiciliar. Mas isso precisaria de uma gama de argumentação e comprovação médica muito grande para que não vire um subterfúgio para fugir do cumprimento da pena.”

Fonte: r7

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BrasilSegurança

Operação da PF investiga ligação de desembargador e filho com organização criminosa

por Redação 14 de março de 2023

A Polícia Federal cumpre na manhã desta terça-feira (14) 17 mandados de busca e apreensão em Brasília (DF), Belo Horizonte (MG) e São Luiz (MA). A operação, chamada de Habeas Pater, investiga o suposto envolvimento de um desembargador federal e do filho dele, advogado, com uma organização criminosa para a venda de sentenças judiciais.

De acordo com a PF, existe a suspeita de crimes de corrupção ativa e passiva. São cumpridos nove mandados de busca e apreensão em Brasília, sete em Belo Horizonte e um em São Luís, para apurar a suspeita de envolvimento do desembargador e do filho com investigados da Operação Flight Level II, também deflagrada pela PF, com o apoio da Receita Federal, nesta terça-feira, em Minas Gerais.

Esta outra operação investiga crimes de tráfico internacional de drogas, organização criminosa e lavagem de dinheiro. Segundo a PF, “foram identificadas aquisições de imóveis, veículos de luxo, joias e criptoativos sem que os rendimentos declarados fossem suficientes para justificar o acréscimo patrimonial no período”.

Operação Flight Level II
A PF cumpre na manhã desta terça-feira 25 mandados de busca e apreensão em Belo Horizonte e região metropolitana e nas cidades de São Paulo (SP) e Florianópolis (SC). São cumpridos também cinco mandados de prisão preventiva, cinco mandados de prisão temporária, 17 mandados de sequestro de veículos automotores e de sete imóveis, além do bloqueio de contas bancárias e criptoativos de 34 pessoas e empresas.

Os suspeitos podem responder pelos crimes de tráfico de drogas, participação em organização criminosa e lavagem de dinheiro com penas que, somadas, chegam a 38 anos de reclusão. Já o desembargador e seu filho, se provados os crimes, poderão ser condenados a até 12 anos de prisão.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSem categoria

Polícia apreende caixas de dinheiro em operação sobre ‘verdurão’ que movimentou R$ 17 milhões

por Redação 1 de março de 2023

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) apreendeu duas caixas de dinheiro com quase R$ 70 mil durante operação que investiga uma empresa de alimentos, do tipo “verdurão”, suspeita de movimentar R$ 17,7 milhões em quatro anos. A investigação, iniciada em 2017, apura lavagem de dinheiro a partir de um comércio de fachada.

A operação, da Delegacia de Repressão aos Crimes contra a Ordem Tributária, cumpriu 16 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal, em Minas Gerais e em Goiás. Os policiais estiveram em empresas, escritórios de contabilidade e residências dos envolvidos. Também foi feito o sequestro de bens dos investigados.

De acordo com a investigação, o padrão de vida declarado por alguns dos investigados era diferente da quantia de dinheiro movimentada na conta-corrente vinculada à empresa de alimentos, que não tinha sede para a comercialização de produtos.

Em um primeiro momento, a polícia realizou a quebra dos sigilos fiscais e bancários de uma família de empresários que possui atividades em diversos ramos, entre elas no setor de alimentos, assessoria imobiliária, importação e exportação de produtos nutricionais e clínica de emagrecimento.

Durante a investigação, segundo a polícia, chamou atenção a “inconsistência na origem de recursos que foram movimentados em altíssimos volumes por uma empresa pequena, sem ter havido nenhuma declaração prestada às autoridades fazendárias de comercializações”.

Os suspeitos estão sendo investigados pela possível prática de crimes de associação criminosa, falsidade ideológica, uso de documento falso e lavagem de bens. Se condenados, podem pegar até 23 anos de prisão.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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São PauloSegurança

PF e MP fazem operação contra lavagem de dinheiro de facção

por Redação 26 de janeiro de 2023

A Polícia Federal e o Ministério Público iniciaram, na manhã desta quinta-feira (26), a operação Fim do Mundo, com o objetivo de combater a lavagem de dinheiro do tráfico de drogas e armas em quatro estados: Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina e Paraná.

Cerca de cem policiais federais cumprem 18 mandados de prisão preventiva e 31 mandados de busca e apreensão nos estados, contra três grupos criminosos que, juntos, movimentaram mais de R$ 100 milhões nos últimos três anos.

Além dos mandados, expedidos em dezembro pela 1ª Vara Criminal Especializada em Organização Criminosa do Tribunal de Justiça, foram apreendidos 15 imóveis, 19 automóveis e duas embarcações, nas cidades do Rio de Janeiro, Mangaratiba (RJ), Angra dos Reis (RJ), Balneário Camboriú (SC) e Foz do Iguaçu (PR).

Além disso, foram bloqueadas mais de 30 contas bancárias vinculadas ao grupo. Ao todo, a construção patrimonial totalizou mais de R$ 22 milhões.

A investigação teve início em maio de 2020, com o objetivo de combater o tráfico de drogas e a lavagem de capitais de uma organização criminosa com atuação em uma comunidade do Rio de Janeiro.

No decorrer da investigação, foram identificados três grupos da mesma facção, que buscavam dar aparência lícita a dinheiro obtido por meio de atividades ilegais.

Três grupos criminosos investigados
O primeiro deles — liderado por dois irmãos, responsáveis pela inserção de drogas e armas nas comunidades do Rio de Janeiro — utilizava o lucro da atividade criminosa para adquirir imóveis de alto padrão, em Balneário Camboriú (SC), em nome de terceiros, com auxílio de um casal de corretores catarinenses.

Entre os denunciados, estão mãe, esposa e irmãs dos líderes da organização, que tinham uma vida de luxo no município e movimentavam valores enormes em suas contas bancárias.

O segundo grupo, responsável pelo tráfico de drogas no Rio de Janeiro e Belo Horizonte (MG), usavam o dinheiro para a compra de automóveis de luxo e imóveis em condomínios de alto padrão.

Durante a investigação, foram identificados imóveis em Angra dos Reis (RJ), Mangaratiba (RJ) e Recreio dos Bandeirantes (RJ), todos sequestrados por meio de ordem judicial.

O terceiro grupo criminoso, também atuante no tráfico de entorpecentes, usava empresas inexistentes ou existentes, mas com baixa atividade lucrativa, para lavar o dinheiro obtido.

Os investigados responderão pelo crime de lavagem de dinheiro e de organização criminosa. As penas somadas podem chegar a 24 anos de prisão.

Até as 8h desta quinta-feira, dez suspeitos haviam sido presos, sendo quatro no Rio de Janeiro, quatro em Santa Catarina e dois em São Paulo.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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